11.22.2012

MELISSA PANARELLO



Ouvi o interruptor da luz dar o seu dique e depois não consegui ver mais nada. Percebi passos e sussurros, depois duas mãos abaixaram meu jeans, tiraram o suéter fechado e o sutiã. Fiquei de fio-dental, meias altas e botas de salto agulha. Podia me ver vendada e nua, imaginava no meu rosto apenas os lábios que dentro em pouco iriam saborear alguma coisa deles. De repente as mãos aumentaram, e agora eram quatro. Era fácil distinguir porque duas estavam em cima, apalpando meus seios, e duas embaixo, roçando meu sexo através da calcinha e acariciando minha bunda. Não conseguia sentir o cheiro de álcool de Pino, talvez ele tivesse escovado os dentes no banheiro. Enquanto eu me imaginava cada vez mais dominada por aquelas mãos e começava a me excitar, senti,atrás, o contato de um objeto gelado, um copo. As mãos continuavam a me tocar, mas o copo esmagava a pele com mais força. Assustada, perguntei: - Quem é, porra? Uma risadinha no fundo e depois uma voz conhecida: - O seu barman, tesouro. Não se preocupe, eu só estou trazendo um drinque pra você. Aproximou o copo da minha boca e engoli devagar um pouco de licor de uísque. Lambi os lábios e uma outra boca me beijou com paixão, enquanto as mãos continuavam a me acariciar e o barman me dava bebida. Um quarto homem estava me beijando. - Que bunda gostosa que você tem... - dizia uma voz desconhecida. - Macia,branquinha, dura. Posso dar uma mordida? Sorri com o pedido engraçado e respondi: - Faz e pronto, não pergunta. Só quero saber uma coisa: quantos vocês são? - Fique tranqüila, amor - disse uma voz nas minhas costas. E senti uma língua lambendo as as vértebras da minha espinha. Agora a imagem que eu tinha de mim era mais sedutora: vendada, seminua, cinco homens que me lambem, me acariciam, me mordem e excitam todo o meu corpo. Eu estava no centro das atenções e eles faziam comigo tudo o que era permitido na câmara dos desejos. Não se ouvia uma voz, só suspiros e carícias. - E quando um dedo enfiou-se bem devagar no meu Segredo senti um repentino calor e compreendi que a razão estava me abandonando. Eu me rendia ao toque das mãos deles e sentia bem viva a curiosidade de saber quem eram, como eram. E se o prazer fosse fruto das ações de um homem feio e babão? Naquele momento, eu não me importava. Agora me envergonho, diário, mas sei que se lamentar depois de ter feito as coisas não serve pra nada. - Bom - disse finalmente Roberto -,falta o último componente. - O quê? - perguntei. - Não se preocupe. Pode tirar a venda, agora a gente vai jogar outro jogo. Hesitei um segundo antes de tirar a venda, mas depois puxei-a lentamente pela cabeça e vi que eu e Roberto estávamos sozinhos no quarto. - Cadê os outros? - perguntei surpresa. - Estão te esperando no outro quarto. - Que se chama...? - perguntei divertida. - Hum... sala da fumaça. Vamos apertar um baseado. Eu queria, com todas as minhas forças, ir embora e deixá-los lá. Aquela pausa me esfriou e a realidade se apresentou em toda a sua crueza. Mas eu não podia, agora tinha começado e tinha que ir até o fim a qualquer custo. E fazia isso por eles. Deu para entrever as silhuetas no quarto escuro, iluminado só por três velas apoiadas no chão. Do pouco que podia notar, a forma dos rapazes presentes não era feia e isso me consolou. No quarto, havia uma mesa redonda com cadeiras ao redor. O anjo presunçoso se sentou. - Você também fuma maconha? - perguntou Pino. - Não, obrigada, eu nunca fumo. - Essa não... a partir dessa noite você também fuma - disse o barman, que notei que tinha um belo físico torneado e alto, a pele escura e os cabelos crespos compridos até os ombros. - Não, desculpe decepcionar você, mas quando eu digo não, é não. Eu nunca fumei, não vou fumar agora e não sei se algum dia fumarei. Acho inútil e, por isso mesmo, deixo pra vocês. - Pelo menos, não vai nos privar de uma bela vista - disse Roberto batendo a mão na madeira da mesa. Senta aqui. Eu me sentei na mesa com as pernas abertas, os saltos das botas enfiados na madeira e o sexo aberto à visão de todos. Roberto aproximou a cadeira e a vela acesa do meu púbis para iluminá-lo. Apertava o baseado voltando os olhos primeiro para a erva cheirosa e depois para o meu Segredo. Seus olhos brilhavam. - Comece a se tocar - ordenou ele. Enfiei bem devagarinho um dedo na minha fenda e ele desviou a atenção do fumo para se dedicar à visão do meu sexo. Por trás chegou alguém que me beijou os ombros, me tomou entre os braços e me encaixou em seu corpo, tentando entrar com sua haste dentro de mim. Eu estava inerte. O olhar baixo e apagado. Vazio. Não quis olhar. - Ei, não, não... a gente combinou antes... essa noite ela não vai ser penetrada por ninguém - disse Pino. O barman foi até o outro quarto e pegou de volta a venda negra que antes cobria meus olhos. Vendaram-me de novo e uma mão me obrigou a me ajoelhar. - Agora, Melissa, a gente vai passar o baseado ouvi a voz de Roberto -, e cada vez que um de nós estiver com ele na mão vai estalar os dedos e tocar a sua cabeça, assim você vai entender que ele chegou. Vai se aproximar do escolhido e vai chupar até ele gozar. Cinco vezes, Melissa, cinco. De agora em diante, a gente não vai mais falar. Bom trabalho. E no meu palato cinco gostos diferentes se encontraram, cinco sabores de cinco homens. Cada sabor com sua história, em cada poção a minha vergonha. Durante aqueles momentos, tive a sensação e a ilusão de que o prazer não era só carnal, que era beleza, alegria, liberdade. E estando nua no meio deles senti que pertencia a um outro mundo, desconhecido. Mas quando saí por aquela porta, senti o coração despedaçado e uma vergonha indescritível. Depois me abandonei em cima da cama e senti meu corpo se entorpecendo. Na escrivaninha do quarto estreito eu via o display do meu celular lampejando e sabia que estavam me ligando de casa, já eram duas e meia da manhã. Nesse meio tempo alguém entrou, estendeu-se em cima de mim e me comeu; um outro o seguiu e apontou o pênis para a minha boca. E quando um terminava, o outro descarregava em cima de mim o seu líquido esbranquiçado. E os outros também. Suspiros, lamentos e grunhidos. E lágrimas silenciosas. Voltei para casa cheia de esperma, com a maquiagem borrada, e minha mãe me esperava dormindo no sofá. ( Melissa Panarello, trecho de 100 Escovadas Antes de Ir Prá Cama )

11.15.2012

SEXO NO FIM DO MUNDO

Paulo Mohylovski

Parou o carro num posto de gasolina. Buzinou. Parecia deserto. Esperou. Estava impaciente. Voltou a buzinar. De uma casinha de madeira, saiu uma garota de cabelos morenos. Estava com um vestido velho e amarfanhado. Aproximou-se do carro de uma maneira lenta, como se estivesse desfilando.
Ele continuava impaciente, mas quando viu a garota se aproximando, sentiu-se calmo e até mesmo aliviado.
A garota parou diante do carro.
- Preciso de gasolina. – ele disse.
- O posto está fechado há mais de um mês.
- Há outro por perto?
Ela deu de ombros.
- Acho que não!
Ele bateu no volante com violência.
- Merda! Eu devia ter colocado gasolina antes de ter saído da auto-estrada. Eu pensei que...
Ele parou. Do que adiantaria falar dos seus problemas com aquela garota?
- Você tem pelo menos cigarro pra vender?
- Não tenho.
- Uma cerveja?
- Não tenho nada.
- Uma água mineral, pelo menos?
Ela fez que não com a cabeça. Ele ficou desanimado.
- Não tem nenhuma torneira onde eu possa tomar um pouco d’água?
- Tem uma bica, logo ali.
Ela apontou para o lado da casinha de madeira.
Ele saiu do carro.
- Você pode me levar até lá?
A garota parecia não ter pressa de nada. Andou lentamente até a bica, sem dizer uma única palavra. A água jorrava de um cano no meio de algumas árvores e pedras.
Ele se esgueirou por dentro do mato. Ela ficou esperando. Cantarolava e mexia na ponta dos cabelos.
Ele tropeçou numa pedra e enfiou a perna dentro d’água. Teve vontade de dizer um palavrão, mas se conteve. Subiu numa protuberância de terra e colocou a boca embaixo da bica. Bebeu água suficiente para suportar uma hora de viagem.
- Não tem uma garrafa de plástico para poder levar uma pouco de água comigo?
A garota sorriu:
- Não tem.
- Não tem nada por aqui?
A garota voltou a sorrir.
Ele a olhou fixamente. O sol estava forte e ele teve que colocar a mão por cima dos olhos para poder mirar a garota.
- E o que você faz aqui?
- Nada.
Estranhou. Não havia nada ao redor, nem mesmo uma casa, a não ser o posto abandonado.
- Há quanto tempo você está aqui sem fazer nada?
- Sei lá.
Ela respondia tudo com poucas palavras, mas não deixava de mexer na ponta do cabelo. Tinha olhos negros e pele morena.
Ele sentiu um forte desejo por aquela bela garota.
- Passa muita gente por aqui? Digo, muitos viajantes?
- De vez em quando.
- Eles param no posto?
- Alguns param, outros, não.
Ele enxugou o suor que brotava do seu rosto.
- Bem, tenho que ir. Você mora por aqui perto?
- Moro.
Ele não soube como prosseguir a conversa.
- Tudo bem, então.
Ele começou a se afastar da garota. Ela veio atrás; desta vez, com passos rápidos e decididos.
- Moço!
- Sim?
- Você tem dinheiro pra me dar?
O olhar dela estava estranho. E convidativo...
- Dinheiro?
- Qualquer coisa.
Por um momento, ele ficou perplexo. Procurou impaciente algo no bolso. Encontrou uma nota velha e amassada. Deu pra garota.
Ela pegou a nota rapidamente, como se fosse uma criança pegando um doce.
- Não tem mais? – perguntou.
Olhou-a ainda mais intensamente. Parecia tão nova, ao mesmo tempo tão...
- Quantos anos você tem?
- Dezoito.
- Não mente pra mim.
- Juro.
O calor parecia mais forte. Ela bamboleava o corpo pra trás e pra frente. Sem deixar de segurar a ponta do cabelo.
A espera de ambos parecia insuportável. Dois urubus ziguezagueavam pelo céu.
- Tenho mais dinheiro no carro. Depois eu te dou. – ele disse finalmente.
A garota entendeu, abaixou os olhos e depois olhou para casinha de madeira:
- É lá. Vamos? – ela disse apontando pra casinha de madeira.
Ele ainda olhou para o carro. Pensou na longa viagem pela frente, mas depois olhou para a garota. Sensual e mágica, como uma serpente do deserto.
- Vamos. – ele disse, por fim.
Entraram na casinha de madeira. Estava muito quente lá dentro, mesmo com as frestas que haviam nas paredes.
Havia uma cama de molas e também um ventilador portátil. A garota o ligou e depois tirou o vestido por cima da cabeça.
Ficou nua.
Ele sentou-se cuidadosamente na beirada da cama e a chamou. Com a mesmo lentidão de sempre, ela se aproximou.
- Senta aqui, do meu lado.
Ela se sentou. Parecia tímida, agora que estava nua.
Ele a pegou pelo queixo, levantou a sua cabeça e beijou os seus lábios. Eram doces como mel e úmidos como a calda de um licor.
Ele ficou excitado.
A garota percebeu. Cuidadosamente, abriu o zíper da calça dele. O sexo duro pulou para fora. Ela o segurou e o chacoalhou levemente. Depois curvou o corpo e o colocou dentro da boca.
Ela chupava delicadamente.
Ele fechou os olhos por um momento e dobrou o corpo até se encostar na parede. As pernas ficaram esticadas para fora da cama.
A garota grunhia como um filhote de animal enquanto estava com o pau entre os lábios. Por fim, ela parou. Ao redor da boca formou-se uma espécie de crosta, como se tivesse se lambuzado com seu doce predileto.
- Tira a roupa! – ela falou, já tomando a iniciativa de tirar a camisa dele.
Por um momento, ele ficou embaraçado. Conseguiu se levantar e ficou de pé. Ele mesmo tirou a camisa e a calça, deixando-as dobradas ao pé da cama.
Depois tirou a cueca e a colocou em cima da calça.
A garota esperava, com seus olhos negros e com um leve ar de curiosidade. Ela reparou nas pernas grossas e peludas. E o membro era o maior que já tinha visto. Parecia possuir uma força agressiva e animal.
Ela abriu as pernas e recebeu o falo por inteiro. Completamente. O homem se deitou por cima dela e se movimentou com violência, forçando o descomunal caralho no meio da sua vagina.
A garota colocou as pernas em torno das costas dele. Ficou mais arregaçada deste jeito. O seu sexo parecia estar completamente encharcado até a boca. Sentia a calda escorrer pelo meio das suas coxas até atingir o seu pequeno cu.
Ele também sentia que seu pau estava todo melado dos sumos da garota. Não devia prosseguir daquele jeito. Devia ter interrompido aquele sexo vulgar feito dentro de um casebre de madeira, numa cama que rangia estridentemente, imerso num calor insuportável e infernal.
Mas não!
Ele prosseguiu. Continuou martelando o sexo da garota. Nunca foi tão penetrante, tão agressivo. Tinha vontade de rachar a garota em duas. Queria lhe dar o sexo mais atordoante, o prazer mais enlouquecedor. Sem saber muito bem porque.
Talvez por causa do olhar da garota que continuava cheio de doçura. Como que implorando, como que pedindo: "Goza em mim... esporra em mim... me encharca da sua porra..."
Ele bateu, perfurou e encharcou a racha da garota.
Ela gritou quando sentiu o gozo do homem, como se fosse um cavalo selvagem possuindo uma fêmea também selvagem.
Sentiu tanto prazer, que por um momento esqueceu de tudo. E se entregou a um doce devaneio, que só foi interrompido quando o homem, já de pé e vestido, disse:
- Vamos embora. Quero dar seu dinheiro e partir.
A garota se vestiu e seguiu o homem até o carro. Ficou esperando, balançando o corpo e segurando a ponta do cabelo.
- Toma! – ele disse, estendendo algumas notas para a garota.
Ela ficou com o olhar distante enquanto ele sumia numa nuvem de poeira.
No carro, ele ligou o rádio para relaxar:
- Devia ter mais cuidado. – falou em voz alta.
Cantarolou, acompanhando a melodia do rádio.
- Até que era bonita... e gostosa. – disse com uma voz sarcástica.
Acendeu seu último cigarro.
- Quem diria, neste fim de mundo...
Rodou mais um pouco, sem pensar em nada. Mas a imagem da garota nua voltava a todo o momento para a sua cabeça.
- Nem sei o nome dela. – pensou.
Acelerou:
- Mas foi melhor assim: sem nomes.
De repente, quando não estava pensando em mais nada, o carro engasgou. Deu um tranco e parou.
- A gasolina... – ele pensou.
Depois bateu no volante com força e exclamou:
- Merda!
autor: Paulo Mohylovski

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10.31.2012

REENCONTRO DE CORPOS AMANTES

By Lan
05[1]
Fazia mais de um interminável mês que tínhamos brigado, fizemos as pazes, e já tinham umas duas semanas que eu ainda não tinha sentido aquele corpo novamente me fazendo sentir tudo aquilo que sempre me proporcionara... Fiz o convite para um local que ele ainda não sabia qual, ele aceitou e já preparei os ingredientes para incrementar o encontro.. Meia dúzia de velas, incenso de morango e vinho. Descaradamente caminhei com ele até o motel de antigamente...entramos...fui pro banho primeiro..e enquanto ele tomava o dele, eu preparava o cenário.. Em cada canto da parece uma vela, fazendo da cama o altar, o quarto estava iluminado apenas por elas, no ar, o cheiro da sensualidade daquele incenso, o som..musica tranqüila..ambiente perfeito. Ele voltou do banho, tomamos o vinho...e dávamos ''start'' ao jogo.. Veio pra cima, segurou meu pescoço com as duas mãos firmes, e começou a me beijar,

sugava meus lábios como se os quisesse pra ele, sua língua quente e molhada, com gosto de vinho, explorava tudo, ele beijava com tanto tesão que meu corpo não agüentava ficar ali parado sob o dele, eu me remexia inteirinha, sem parar. Deitou sobre meu corpo e eu ali sem saída, sendo completamente atacada e sem defesa.. Beijos loucos, loucos e loucos, minha boca só sentia...a força com ele a pegava, a sentia.. Depois de viajar longe ali, eu resolvi contra atacar..ele não podia ficar sendo o dono da situação por muito tempo, afinal quem planejou tudo fui eu, eu o faria sentir. Deitei ele e comecei o contra ataque.. Segurei firme suas mãos...seios nus sobre os peitos dele, pernas firmes segurando o corpo dele ali parado na cama, e a boca em ação, fui matar a saudade de agir, de fazer ele sentir.. Beijei ele alucinadamente, mãos presas às minhas, corpo preso em minhas pernas, e eu ali totalmente nua em cima dele, controlando toda situação.. Cheirei muito, minha respiração sugava a energia do corpo dele, sem tocar minha língua e nem minha boca, fui só inspirando aquela pele, passei pelo pescoço, rosto colado, ele sentia minha boca mas não minha língua, minha respiração, mas não meu nariz...e fui passeando pelo corpo dele. Todo pescoço eu já tinha explorado e descendo levemente fui até o tórax, e quando me deparei com aqueles mamilos com piercing não agüentei...Abocanhei... Engoli todo, soltei as mãos dele, a apertei aqueles peitos todos meus, minha lingua rodeava firme, forte e profundo... Ele tremia...desci até sua barriga e enquanto isso meus seios massageavam seu pau estourando...Fiz espanhola nele sem tocar meus seios....só com o corpo...e ele só olhando e se deliciando, com aquela cara de ''vou me vingar''.. E eu nem ai, era isso que eu queria, deixar ele doido, mostrar pra ele novamente que sexo é uma coisa que gosto e que sei fazer. Desci até seu pau...sem toca-lo, ele ali em pé como um cassete..duro..explodindo como um vulcão..Abri bem minha boca e sem toca-lo cheguei até a raiz...só lá foi que fechei toda minha boca, e ele a sentiu..

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Completamente sugado..completamente tomado por minha boca, comecei então a fazer meus movimentos, descer, subir, lamber, apertar em meus lábios, soltá-los..fiz mto...chupei mto...tava com muita saudade de engolir aquilo tudo de novo...ele não agüentando muito, começou a babar...e isso só lubrificava... Judiei...fiz com toda minha vontade, com todo meu tesão....engolia tudinho...e descia e subia freneticamente.. Quando senti sua veia latejar..ele subitamente levantou...me jogou na cama...e veio pra cima...veio se vingar.. Pegou meus dois seios juntos...e não sei como, os engoliu juntos e inteiros..que tesão!.. Desceu rapidamente, abriu minhas pernas como um animal...olhou pra minha cara, como quem dissesse '' agora vc ta fodida''....e eu tava mesmo! O filha da puta, tava com a boca pelando, pegando foto, e quente! Quente demais.. Me chupou maravilhosamente, coisa de louco...segundos, eu disse segundos, foram o bastante pra eu gemer como louca, e gozar ali na boca dele... Tava uma delicia..ele continuou...e eu pra me esquivar...fui fechando as pernas...virando de lado....e ele sem parar...abriu novamente minhas pernas como um cavalo....me virou de costas, e abriu minha bunda e mergulhou ali.. Chupou meu rabo, desceu até minha xana e lambia com muita vontade... E eu já doidinha, toda aberta, molhada, gozada.. Novamente deixei de ser passiva, tinha que atacar!!! Tinha que deixar ele louco, e não eu. Achei forças não sei onde, e o deitei...subi em cima dele e trepei...mas trepei muitoo...cavalguei como nunca, forte...fundo....lá no fundo...mexia meu corpo e com meu pompoarismo o fiz sentir cada pedaço dentro de mim... Minha xana ardia de tesão..que pau gostoso do caralho... Meti muito, muito mesmo...gemia ali sentada no pau dele, pulando feito cabrita...feio uma cachorra.. E a guerra continuava...ele me virou...me deitou na cama, e veio pra cima, subiu minhas pernas em seu ombro...e meteu sua vara sem dó..sem piedade... Eu? Gritei... Ele sorriu...satisfeito.. Batia em mim como bicho, metia forte, como se me punisse por ter pulado em cima dele daquele jeito.. '' vc não quer me deixar louco...então toma!!!" Nuossa!!! Que coisa gostosa...que delicia...''mete mais'' ....''eu gosto'''...não adianta...qto mais força mais gostoso!.. Ele não agüentou..me chamou pra tomar leite..mas não quis...eu queria sentir aquele jato dentro de mim, e senti....nitidamente senti...e acabei gozando junto de tesão.. Round 1 terminado...quem perdeu? Ngm..na verdade, os dois sempre saem ganhando.. Sorri mesmo assim e disse... '' arrregou hen..''

1x0..

Ele sorriu tb, sarcasticamente sorriu....e com a tora dura veio pra cima novamente para minha surpresa.. '' vc que pensa''...''só estamos começando''. Me virou de quatro e ai sim judiou legal....quanta força!!! Quanta raiva!! Quanto tesão!..realmente eu não ia ganhar.. Ele tava com fôlego total...corpo forte...metia demais, me fazia gritar, e quanto mais eu gritava, mais ele metia...qto mais eu gemia, mais ele metia...e eu ali...só tomando a vara...sendo fodida como a muito não sentia.. '' vc não quer ser fodida'' ''então'' toma.. Molhou seus dedos, e passou no meu rabo....enfiou nele...e me comia na frente com seu pau e atrás com seu dedo....puta que pariu que tesão.. Quando ele viu que tinha permissão, tirou o pau explodindo da minha xana e o enfiou no meu rabo..bem cavalo mesmo, bem forte, sem nenhum limite...enfiou tudinho e ainda me esfregou seu saco pra ver que tinha entrado tudo.. Começou a bombar, bombar demais...eu ia perder feio..não podia deixar.. Sai...não deixei mais...empinei mais a bunda e ofereci minha xana pra ele... '' vc quer comer? Então come'' ''Come direito'' ''come com força'' '' come com vontade'' ''come animal'' '' come minha xana come'' '' não é isso que vc quer'' ''então...mete'' ''mete mais'''.

E rebolava ali de quatro no pau dele, me apoei na cama, e metia minha xana com tudo naquele pau...mta força, tava dando várias ''bucetadas'' nele...e logo não agüentou novamente...e tirou gozando muito por toda minha bunda..

Deitamos, tomamos mais vinho...e minutos depois, ligam da recepção.. '' Faltam 15 minutos'' Caralho!! Já? Arreguei pra saideira..rs, tomei outro banho...ele tb, nos vestimos e saímos.. Foi um reencontro louco...a gente sempre sente tudo de bom em nossas transas..e ali matei minha saudade...com gosto..com vontade...deixei minha química unir-se a dele, e gozamos gostoso...nos sentimos gostosos...e quem sabe não é o só um recomeço...

10.18.2012

GORDINHA GOSTOSA GEMENDO DE PRAZER


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9.09.2012

Esposa cadela

By: hotmarrius

 

135363 Primeiro vou me aprasentar: sou Fabio 40 anos,corpo normal,nem gordo nem magro e sou casado com Edna há l2 anos,temos duas filhas de 9 e 7 anos,estamos relativamente bem de vida, sou eempresário, e com sinceridade nunca traí minha esposa e achava que ela nunca tinha me traído. Edna tambem tem corpo normal 1,68 de altura, 62 kg, tem cabelos negros e pele bem clara,não é malhada, mas tem um corpo bem gostoso,é macia e meiga, um doce de mulher.Temos sido muito felizes nesses 12 anos de casamento e sexualmente sempre nos demos bem, na cama ela se torna uma mulher bem atraente e sensual,tem os melhores orgasmos quando nota que eu estou bem tarado e quando a penetro vigorosa e profundamente. Tenho um membro de 18x4 e percebo ela se cpntorcer e tremer quando consigo uma posição que o meu cacete toca em seu útero.

De uns tempos para cá, tenho notado minha esposa mais receptiva, se abre gostosamente para me receber e está invariavelmente com a buceta bem encharcada,uma delícia, mas não tenho conseguido tocar seu útero em nenhuma posição,embora perceba que ela mesma fica procurando um jeito de isso acontecer que é o que ela mais gosta.Já fizemos sexo anal,no começo ela achava dolorido,mas hoje ela está bem acostumada e chega a ter ótimos orgasmos com a penetração anal na maioria das vezes sem precisar tocar em sua buceta.Enfim uma otima vida sexual.

Há alguns meses,houve um fato que mudou todo esse comportamento.

Uma tarde, nesse horario minhas filhas estão na escola, tive que buscar em casa alguns documentos de minha empresa.Moramos numa casa térrea que tem um terreno grande e arborizado,parei o carro na rua em frente a casa,abri o portão e a porta da sala e me dirigi a biblioteca para pegar os documentos, notei que Edna não apareceu,não tendo percebido minha chegada, o que era raro acontecer,estranhei mas ppeguei os documentos deixei na sala e fui procurar minha esposa para avisar que tinha entrado mas já estava de saída. Fui pelo corredor que sai da sala até os quartos,passei pelo qquarto das crianças e andei em direção ao nosso quarto que estava de porta aberta,fui vagarosamente para brincar com ela.Quando cheguei na porta do quarto,não entendi mais nada,a primeira coisa que vi foi nosso cachorro Ralf,um Dog alemão enorme que temos desde pequeno,e por baixo dele estava Edna,ajoelhada numa almofada com o abdomen sobre a nossa cama de costas para a porta e Ralf atracado fortemente à ela com as patas envolvendo sua cintura e fazendo os movimentos rápidos de cópula.Ela se abria toda,cravava as unhas no lençol e gemia bem alto,deviam estar começando a foda pois até o momento eu não tinha escutado nada,Ralf movia rapidamente seu traseiro empurrando seu cacete para dentro de Edna,só não dava pra ver se estava no cú ou na buceta porque seu enorme saco estava na frente.Fiquei paralisado na porta sem saber o que fazer,sentia raiva mas ao mesmo tempo tesão com aquela cena bizarra.Edna aumentava os gemidos e dizia:"Aii,meu macho,já está lá,tô sentindo bem fundo,faz em mim faz,sua cadela aguenta tudo,pode fazer bem forte", cravava mais as unhas no lençol enquanto Ralf diminuia os movimentos e ficou agarrado na cintura dela e com o membro animal enterrado em sua buceta,nessas alturas eu sabia que estava na vagina poqque ela havia falado "já está lá" e como a conheço sei que dizia que estava em seu útero.Ela então falava:"Tá bem fundo,hummm!tá crescendo muito,tá enchendo toda a femea meu macho,tá me alargando toda,tá bem engatado na cadela,sua femea quer ser bem recheada com seu semem depois que gozar bastante.Nessa hora com um grito de Edna,Ralf faz um giro,sai de cima dela e virá-se de frente para a porta onde estou,pensei que ele fosse sair,mas não, estava realmente engatado em Edna como os cães engatam em sua cadela.Edna nessa altura era uma cadela no cio recebendo seu macho em suas entranhas e ficando engatada nele,estava totalmente consumada a posse canina numa femea humana que o recebia como uma cadela e gozava como uma puta.Eu ja estava com o cacete duríssimo´só de ver.Edna só falando:"Tá enorme,tá me entupindo toda,tá me estufando toda por dentro,me enche toda,eenche bastante sua femea enche,sua cadela quer sua gala bem fundo"

.Nisso Edna olha pra trás e me vê parado na porta,fica roxa,começa chorar desesperadamente,quer sair daquela posição mas não consegue,Ralf está totalmente cravado dentro dela,ela se desespera e continua chorandopedindo perdão pra mim,com o macho atolado em suas entranhas.Eu sem saber o que fazer mas com o pau ainda incrivelmente duro, tiro minha roupa vou para a cama,mas antes vou verificar de perto como estava o pau do cão dentro de Edna e vejo sua buceta toda dilatada,os lábios vaginais arregaçados e pela abertura vejo uma bola enorme que se formara dentro dela,estava literalmente acoplada ao macho.Pergunto para Edna quanto tempo demora para desacoplar e ela envergonhadamente me responde que no mínimo meia hora.Sento na cama em frente a Edna e ordeno que ela chupe meu cacete,ela ainda envergonhada inicia uma tímida chupeta,aos poucos seu tesão vai aumentando e ela vai fazendo a melhor chupeta que já me fez na vida,de vez em quando sentia seus gemidos no pau quando Ralf se movimentava dentro dela,eu éstou com o tesão a mil e prestes a gozar,ela percebe e quer tirar a boca para terminar com a mão pois nunca bebeu minha porra,rispidamente falei pra ela ir até o fim,que uma boa cadela depois de penetrada engole o semem do macho,isso parece que deu mais tesão nela ela gulosamente continuou a chupada até que comecei a ejacular fartamente em sua boca,ela gemia de uma forma que eu sabia que ela estva tendo um orgasmo fantástico.Meu orgasmo foi tão forte que fiquei com as pernas bambas,mas meu tesão não acabava,só de saber que minha esposa alem de ser boa mulhes era uma excelente fêmea que satisfazia dois machos,com submissão e gozando feito uma perdida.

Subitamente Edna começa a gemer mais alto e me diz que Ralf está enchendo de útero de gal,que ele não parava de espirrar jatos de semem bem dentro de seu útero,as palavras dela não saem mais,ela quase grita e tem outro orgasmo arrasador.Em seguida Ralf se desprende dela e eu olho pro cacete do animal e não acredito que tudo aquilo estava dentro de minha doce esposinha(quando medimos posteriormente tinha 26x3,5 a parte da frente,depois tinha um nó com 9 cm. de diametro e depois do nó mais 4 cm) ela havia recebido nada menos que 35 cm em seu interior.Se eu com 18cm de pau toco em seu útero,imagino que o cão havia invadido totalmente seu útero, oo que deixa Edna totalmente maluca.Depois do ultimo orgasmo Edna tinha praticamente desfalecido na posição que estava,após ver o trabuco que ela tinha engolido fui examinar sua buceta,estava enorme, naquele buraco conseguiria enfiar meu cacete com os culhões e tudo pra dentro dela, a almofada estava encharcada de semem animal e do suco vaginal que Edna expele em abundancia,e ainda continuava sair liquido de seu interior,novamente meu cacete endureceu,passei minha mão em sua vagina,quase entrou minha mão inteira,tirei uma quantidade daquele liquido lubrificante passei em seu ânus e penetrei profundamente em sua bunda fazendo-a acordar rapidamente,quando ela deu por si eu bombava vigorosamente em seu rabo e novamente ela começou gemer,intensifiquei a posse e em pouco tempo estava esvaziando meu saco naquele cú gostoso de Edna que mais uma vez gemendo teve outro orgasmo.

Tinha descoberto minha esposa,mulher,fêmea e cadela.Naquele mesmo dia tive que voltar para a empresa falando a ela que à noite conversariamos,deixei Edna ainda na cama com a buceta cheia de semem canino e com o rabo cheio de meu esperma.Não disse nada a ela que minhas intençoes era vê-la continuar se entregando para o Ralf,pois aquilo foi uma visão fantástica que mexeu fortemente com minha libido,havia tido dois orgasmos fortíssimos em pouco mais de meia hora,mas queria saber o que ela me falaria.

Quando cheguei à noite ela veio correndo me receber, super constrangida pediu perdão novamente,não respondi nada beijei-a e fui ver nossas filhas.Após o jantar ela rapidamente foi colocar as meninas na cama e percebi que estava receosa que eu estivesse para pedir separação devido ao ocorrido.Quando eu já estava na cama Edna veio muito sensual e deitou-se a meu lado e perguntou se havia perdoado ou se aquilo teria abalado definitivamente nosso relacionamento,jurou que nunca tinha me traido com homem nenhum e que eu sabia que tinha sido o único homem em sua vida.Perguntei quando e como aquilo havia começado e pedi para narrar tudo sem omitir nada ,nem tudo o que sentia quando se entregava para Ralf.

Ela então começou seu relato dizendo que não ia omitir absolutamente nada:

"Eu numa tarde estava lavando o quintal,estava de short e aproveitei pra dar um banho no Ralf,em certo momento fui lavar as partes de baixo dele e encostei em seu penis,fui esfregando e passando sabão e percebi que o penis dele era muito longo embora estivesse dentro da capa,cheguei em seu saco com aquelas bolas enormes e imaginei como uma cadela aguentaria tudo aquilo dentro dela,embora ele fosse virgem nunca tendo copulado com nenhuma cadela.Terminei a higiene nessa parte e percebi que ele tinha se excitado e estava com metade do pau pra fora da capa,confesso que aquilo mexeu comigo e instantaneamente senti minha vagina ficar toda molhada,mas nem me passava pela cabeça ter qualquer tipo de relacionamento com ele,mas resolvi brincar com o penis dele pra ver o que ocorreria.Segurei firme o pinto dele e ele começou a fazer o movimento que os cães fazem quando copulam,aquilo foi crescendo em minha mão(comecei a segurar com as duas) e eu não largava porque queria ver até o fim,até sua ejaculação,depois de um tempo fudendo minhas mãos eu segurando firme percebi uma bola quase no fim do pau dele,aquela bola ia crescendo e crescendo e parecia que não ia parar mais de crescer,ficou enorme,do pinto dele ja saiam pequenos jatos a cada poucos segundos,então com uma mão eu segurava o pinto e com a outra a bola para que ele sentisse como se estivesse dentro de uma cadela,agora ue ja sabia porque os cães quando completam a posse ficam engatados,continuei segurando por um bom tempo até que ele se convulsionou e começou a ejacular jatos e mais jatos de um liquido transpatrente e viscoso,era uma quantidade enorme parecia que estava urinando,vi então como era farta a ejaculação do Ralf,acho que encheria uns dois copos. Ele deu um tempo e saiu pro lado e começou a se lamber com o pau ainda enorme,percebi que meu short estava encharcado,havia gozado só de segurar aquela potencia toda em minhas mãos,minhas pernas estavam bambas,ele terminando de se lamber sentiu o cheiro que exalava do meu sexo e aproximou-se com o focinho diretamente para o meu ventre e imediatamente começou a se assanhar,lambia o molhado do meu short e tentava enfiar o focinho por baixo para alcançar minha vagina,eu ja estava ficando maluca, ele continuava,eu não ressti, baixei o short e continuei em pé,ele com aquela lingua enorme começou lamber meu sexo,estava excitadissima e abri um pouco as pernas pra ele me penetrar com sua lingua, em menos de um minuto tive um orgasmo muito forte,fiquei zonza,minhas pernas tremiam,num impulso de lucidez,levantei meu short e corri pra dentro de casa pois ele já estava pronto pra iniciar outra brincadeira.Embora eu tivesse tido um enorme orgasmo minha xoxota ainda estava toda dolorida de vontade de ser penetrada.Naquela noite felismente voce me procurou e eu pude aliviar todo meu tesão.No dia seguinte estava arrependida de ter feito aquilo com Ralf,afinal somos muito felezes,sou super bem casada e isso não era certo pois voce sempre foi otimo marido e amante.Mas a carne é mesmo muito fraca e naquela mesma tarde após deixar as crianças na escola,quando cheguei em casa,tirei toda roupa,puz meu roupão de banho sem nada por baixo e fui procurar Ralf pra ele tocar novamente com aquela lingua deliciosa meu sedento sexo.Chamei ele pra lavanderia ele veio correno parecendo saber o que ia acontecer,eu novamente estava molhada só de pensar no dia anterio,assim que abri meu roupão ele dentiu o cheiro da femea e rapidamente chegou com a lingua em meu sexo começando aquelas lambidas espetaculares,em menos de dois minutos tive um orgasmo fortíssimo,sentei numa cadeira estava tonta,minhas pernas tremiam,me surpreendi com a intensidade dos orgasmos que estava sentindo,olho pro Ralf e vejo ele lambendo seu pinto que estava metade pra fora da capa.Parecia que o diabo tinha tomado meu corpo após o orgasmo que sentira deveria estar totalmente saciada,mas olhando aquele pau enorme e sabendo daquela bola enorme em seu final ao invés de medo minha xoxota foi se lubrificando e ficando dolorida de vontade de ser preenchida,não tive dúvidas,levei Ralf pro nosso quarto,ajoelhei na beira da cama,apoiei meu peito no colchão,levantei meu roupão deixando minha bunda e minha buceta totalmente expostas e aguardei o que Ralf faria,ele aproximou-se e foi com o focinho diretamente pra minha buceta,abri mais as pernas para facilitar o acesso,ele lambia dexde a buceta até o ânos que piscava direto,eu estava impaciente esperando o próximo passo,na verdade ansiava pela penetração que me enchesse totalmente,Palf parece que entendeu pulou em minha costas que estavam protegidas pelo roupão e começou a procurar com a ponta do cacete um lugar onde pudesse alojao aquela vara,me abri mais e com uma mão guiei pra entrada da vagina,quando ele sentiu o calor da vulva envolvendo sua verga movimentou-se rapidamente fazendo o movimento de cópula e vigorosamente me penetrou,eu via estrelas,com duas estocadas vigorosas sua verga já encostara no fundo da vagina tocando meu útero,fiquei em transe,coloquei a mão pra trás e vi que ainda tinha quase meia pica pra entrar,levantei mais a bunda pra me abrir mais buscando tudo aquilo que restava pra fora,eu estava totalmente submissa àquela posse,eu queria tudo,ele com mais duas estocadas fortes foi ao fundo do fundo,se com metade havia tocado meu útero não sei onde estava alojando o resto,só sa bia que estava tudo dentro e sentia ele muito fundo,meusorgasmos se sucediam,tive tres seguidos e outro em seguida,ele em cima de mim querendo enfiar mais ainda,coloquei novamente a mão pra tras pra ver o que ele queria enfiar em mim e estarrecida senti que aquela bola enorme do fim do pau ainda estava fora,segurei a bola mas precisava das duas mãos pra envolve-la,não tinha como fazer isso e fiquei segurando com uma mão pra ele ter a sensação que o nó estava dentro de mim,segurei mais algus minutos e quase morri de tanto gozar quando ele começou a encher minhas trompas e meu útero com sua gala,não parava de ejacular,foi enchendo e enchendo muito,já saia pra fora da buceta e le injetando mais e mais,tive outro orgasmo tão forte que tudo escureceu à minha frente,meu corpo todo, todos meus sentidos estavam na buceta,por alguns segundos apaguei,quando voltei a mim estava ajoelhada na beira da cama com o abdomem apoiado nela,olhei pra trás vi Ralf lambendo aquilo que quase me matou de gozo,sua bola ainda estava grande e eu não sabia como uma cadela podia suportar aquela bola enorme dentro dela.Naquela noite inventei uma desculpa pra não precisar ter relação com você estava dolorida,extremamente aberta e alagada por dentro,totalmente saciada. No outro di ao acordar o mesmo sentiumento de culpa,nao era certo o que ue estava fazendo com voce, passou a parte da manhã levei as crianças pra escola.Na volta no carro lembrando do dia anetrior novamente me excitei,percebi que estava maluca pois meus pensamentos voltavam-se agora pra aquela bola enorme e conclui que se eu estava me entregando para um cão como faz uma cadela eu só seria uma cadela completa se suportasse aquele pau enorme com aquela bola fantastica dentro de mim,pensando assi já sentia dores por dentro,bem no fundo,mas meu sexo expelia seu liquido lubrificante pois era isso que queria.Cheguei em casa como cadela no cio,Ralf com seu instinto farejou isso eem sua fêmea,fomos direto pro nosso quarto,rapidamente me despi,fiquei totalmente nua,queria sentir seus pelos roçando minha pele,nas costas, no pescoço em minha bunda,nem coloquei o roupão mas devido à brutalidade com que ele me possui revesti suas patas com suas meias de tenis,não consegui refleti mais,já era uma cadela,precisava,queria,ansiava pela posse,queria todo aquele vigor,aquela virilidade, queria ser totalmente dominada,explorada viciada,só queria que a penetração se desse rápido,antes que a boila crescesse,pra depois com tudo dentro e bem fundo deixar a bola inflar em meu interio.Coloquei uma almofada pra ajoehar e me coloquei na mesma posição do dia anterior,fiquei no aguardo,Ralf sabia o que fazer,rapidamente montou em mim,me senti totalmente animal com aqueles pelos cobrindo minhas costas,abri minhas pernas e implorava pela penetração, sou mais ansiosa pela posse que qualquer cadela que Ralf pudesse ter,se ele demora pra achar o caminho eu com minhas mãos conduzopara a entrada e êle pra minha felicidade e ao mesmo tempo meu temor estava mais faminto que o dia anterior,me agrarrou firme pela cintura e macho,vigoroso,viril,começou a posse,com dois golpes vigorosos e certeiros alcançou a mesma profundidade do dia anterior,estava bem fundo,coloquei a mão pra verificar e vi que a parte onde se forma o nó ainda esta de fora,estava maluca,tive um orgasmo,mas como cadela eu necessitava da posso completa,abri mais as pernas,arrebitei bem a bunda,me abri toda,me escancarei e o macho implacavel com mais dois golpes fortissimos foi até o fim,gritei alto,urrei tive dores profundas,temi por minha integridade física,poderia ter tido algum orgão perfurado,estava muito profundo,estava dentro do lugar onde sairam minhas filhas,sentia a ponta do trabuco na altura do meu umbigo,a dor foi passando lentamente e ele bem agarrado à minha cintura ainda copulava,somente seus enormes culhões estavam pra fora e parecia que ele queria enfia-los tambem.Estava sentindo e me acostumando com a profundidade da penetração e comecei a sentir outra etapada posse,sua bola cerscendo e crescendo dentro de mim,devagar mas crescendo sempre,ele estatico sobre meu corpo,sentia todo seu peso,sentia toda extensão da posse e aquela bola que não para de crescer distendeu ao máximo meus musculos vaginais,só no parto senti meus musculos tão elásticos,quando parou de crescer senti um alívio, a impressão é que iria me arrebentar por dentro,nisso Ralf faz um giro, eeu grito forte de dor,medo e tambem muito prazer,não queria agora que estava acostumando com tudo dentro que ele saisse,certamente viraria do avesso meus labios vaginais,mas ele desceu,sua bunda encostou na minha e seu saco tocava gostosamente minhas coxas,pra minha surpresa totalmente engatado em mim,achei,quando desceu que sairia de dentro mas meus musculos vaginais tinham envolvido e abraçado fortemente sua enorme bola.Agora sim eu era uma cadela mais do que perfeita pro meu macho,diferente de uma cadela qualquer eu o ajudava na penetração,eu não tentava fugir da posse e principalmente as cadelas tem o cio me meses em meses e o meu cio era diário.Ficamos engatados por muito tempo,talvez uns quarenta minutos,e só de pensar e sentir toda aquela virilade me alargando toda tocando o mais profundo do meu corpo sentia orgasmos e mais orgasmos,durante todo tempo que fiquei engatada gozei quatro vezes,e o melhor estava por vir,quando pensei nisso Ralf comelou jorrar sua gala lá no fundo,fiquei doida,queria berrar a todo pulmão,peguei o travesseiro pra abafar meus gritos e soltei os berros,estava em transe,implorava pra ele não parar de ejacular,não para, não para, por favor eu precido de tudo,eu quero tudo enxerta tudo em mim, insemina meu ventre,esvazia tudo dentro,bem fundo,me prenha,jorra mais quero a última gotada tua gala e tive outro orgasmo,esse fantastico,fenomenal,estrondoso,arrasador.Me sntis totalmente cheia,minhas trompas,meu útero,meu canal vaginal não havia local pra mais uma gota de porra.Depois de ter me enchido ao extremo,seu nó diminuiu um pouco e ele conseguiu se desprender de mim,olhei pra sua verga e não acreditei que aquilo estava dentro de mim e já havia diminuido pra poder sair,estava incredula,temerosa,mas ao mesmo tempo orgulhosacomo fême,poderosa po poderaguentar tudo aquilo e ao mesmo tempo sendo uma fêma submissa,que aguenta a dor,suporta e quer o vigor,a virilidade,o domínio,a entrega total,satisfaz totalmente seu macho e goza,goza muito,ficando totalmente saciada e esperando ansiosamente pelo próximo desafio,com a entrega e a submissão de uma verdadeira fêmea."

Terminou assim seu minucioso relato jurando que nunca tinha me traído com homem nenhum,que me amava verdadeiramente,mas confessou que estava totalmente viciada nessa aberração que é o ato sexual com nosso cão mas que sempre fez que isso não interferisse em nosso relacionamento.Naquela mesma noite enchi sua buceta que estava bem larga com minha porra e enchi tambem sua bundinha pois seu relato me deixou extremamente excitado

(hotmarrius )

8.09.2012

Confidencias da irmã

By: Carlô

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100_2104 Essa história minha irma me contou no inicio do ano. Sempre fomos confidentes um do outro, como temos quase a mesma idade, ela é dois anos mais velha que, tinhamos cumplicidade em tudo. Bom vamos ao conto. Minha irma tinha na época, 27 anos, ela é alta, 175cm, tem seios redondos e firmes com mamilos bem largos e que quando ela esta excitada se mostram grandes. Suas pernas são lindas e o unico defeito é não ter muita bunda. Ela se casou com 20 anos e seu marido tinha uma irma que se tornou a melhor amiga de minha irma. essa mulher tinha um filho que na época estava com 17 anos, moreno, alto, forte, malhava em academia, mas muito tímido. Até então não tinha namorado nenhuma garota. Minha irmã sempre reparou muito nele, me dizia que era lindo e muito gostoso. Pois bem, uma tarde ele resolve passar na casa dela depois de malhar para beber água. Ela o convida a entrar e como são muito chegados, conversam sem censuras. naquele dia, minha irmã usava um short de malhar branco que de tão pequeno dividia sua xota e mostrava quase toda sua bunda. estava de usando um top amarelo que marcava bem os seios. Assim que chegou em sua casa, ele tirou sua blusa por causa do calor e ficou so de short. Aquilo excitou ela. Na hora ela reparou no volume que descansava no short e pode ver que era grande. Seu marido não tinha um pau muito grande e isso a incomodava pois tinha o desejo de ser possuida por um pau realmente enorme. Na hora ela pensou num jeito de ter aquele pau dentro dela rasgando e dando prazer ao extremo. Chamou ele no quarto e chegando lá. sentou-se com ele na cama e perguntou se ele já estava namorando. Ele disse que sim, havia pouco tempo. ela perguntou e ele ja havia transado com a garota. ele disse que sim. então perguntoua ele se ele usara a camisinha na hora da transa. como ele não sabia como usar e tinha vergonha disso, ele não usou. Pronto! foi a deixa para ela entrar em ação. Disse a ele. Meu querido, vc não pode fazer amor sem se proteger. Eu tenho aqui algumas camisinhas, vou pegar uma e te ensinar como usar. Na hora ele ficou vermelho e ela dise não precisa ficar com vergonha não...isso é natural e alem do mais sou sua tia. Abriu a gaveta e pegou uma camisinha. Pediu a ele que se levantasse, se ajoelhou na frente dele e então, sem cerimonia, baixou o short e a sunga dele. Na hora saltou na frente dela uma pica de quinze centimentros em repouso...ela enlouqueceu. Pensou...o pau do meu marido tem quinze centimetro duro e ele tem isso mole!!!Como ele estava travado, com vergonha, ela dise: para por a camisinha vc tem que ficar com seu penis ereto..a tia te ajuda nisso..feche os olhos... ela então começou a alisar aquele monstro..puxava a pele e via surgir uma cabeça enorme vermelha..aquele movimento estava a deixando enlouquecida e então num movimento rápido ela abocanhou tudo. começou a sentir ele endurecer em sua boca, a cabeça latejar...mamava, chupava, lambia. mordia se deliciava com o pau enquanto ele gemia de prazer. Vendo seu pau duro, imediatamente tirou sua roupa e deitou ele na cama, subindo em cima dele e se encaixando naquela vara linda. começou a cavalgar e sentia a cabeça bater no fundo, já no útero... acelerou os movimento e se sentia preenchida. de repente, o gozo...seu corpo amoleceu, ela caiu em direção ao peito dele e o beijava, sentindo que ele ainda estava ocupando sua xota com seu pau duro..ela então sai de cima dele e fica de quatro. Pede a ele que meta nela. ele mete sem dó..aprendeu rápido..suas estocadas parecem querer furar seu útero. ela geme, xinga e goza de novo..ele vendo o cuzinho dela ali, diante dele, começa a meter seu dedo...ela diz que quer o pau e não dedo e é satisfeita na hora... seu pau lubrificado pela xota dela sente dificuldade em se acomodar naquele cú apertado..ela, enquanto é penetrada, geme e chora de dor, mas se concentra e suporta a dor...logo seu ritmo de estocada é restabelecido e o que era dor agora são gemidos de prazer... ele goza...ela se sente inundada pelo seu gozo e quando se levanta, sente o gozo escorrer nas suas pernas...satisfeita toma um banho com ele e o chupa mais uma vez recebendo agora o leite na boca... finalmente se vestem e só então ela lembra de que deveria ensinar a ele a usar a camisinha... o que fazer...ela ri e diz que ele vai ter voltar outro dia para que ela ensine...

7.27.2012

INESQUECIVEL CARNAVAL

 

0152

conto de Ednalva

Oi, gente, este foi o melhor carnaval de minha vida! Uuuuuuiiii! Que loucura Necessito muito contar esta coisa deliciosa que me aconteceu, nesse carnaval, e que adorei. Foi algo que me deixou realmente muito feliz.

Quero antes esclarecer, que estou contando aqui exatamente o que e como aconteceu, sem aumentar ou diminuir nenhuma vírgula, sequer. Eu me chamo Edna, tenho 42 anos, pelo menos até chegar o dia 22 de maio deste ano. Olhem aí, gente, vou querer ganhar presentes, viu? Rsssss! Ah, deixa isso pra lá. Quero contar uma coisa bem mais interessante.

Sou separada de um casamento que se desgastou totalmente e acabou antes de completar nove anos, simplesmente porque tenho problemas de infertilidade e não posso ter filhos. Quatro anos após ter-me separado, aconteceu o pior de tudo, perdi também meu emprego, este fato me deixou desesperadamente perdida. Talvez para minha sorte, surgiu o Raimundo, um ficante que eu tinha, um cearense muito gente fina, e que sempre fora apaixonado por mim, tanto que faria qualquer coisa que eu precisasse ou lhe pedisse. Desde que nos conhecemos, ele sempre quis que eu fosse morar com ele, mas eu sempre recusei. Primeiro porque eu queria viver minha liberdade sem me prender a ninguém, até porque sempre fui uma mulher muito foguenta, não sei se pelo fato da descendência nordestina, meus pais são do maranhão, mas a verdade é que adoro sexo, e quanto mais, melhor. Adoro homens dotados, tarados, com pegadas.

Desde o finalzinho do meu casamento, comecei a aproveitar melhor a minha vida, afim de encontrar alguém que me realizasse nesse sentido, fato este que acelerou a minha decisão de separação do casamento.foi neste período, que surgiu o Raimundo, que é funcionário, responsável pela segurança noturna da empresa onde eu antes trabalhava. Conheci o Raimundo numa fase que eu buscava conhecer pessoas, fazer novas amizades e até sair com alguns, porém o Raimundo é aquele tipo de homem sistemático, típico cearense de criação rígida, cabeça fechada... Bem diferente do que eu almejava para mim.

Com a realidade do meu desemprego, contudo, me veio aquele lampejo de “salve-se como puder”, ou seja, o lado racional me mostrava que o Raimundo não era o tipo de homem que me atraia, mas poderia ser a minha salvação. Além de estar sempre me salvando dos apertos financeiros, tinha um emprego garantido e ganhava razoavelmente bem, possuía seu apartamento próprio, onde ele praticamente implorava para que eu fosse morar. Então chamei o Raimundo e propus a ele que aceitaria morar com ele, desde que respeitasse um acordo de não ficar me pegando no pé, nem me policiando em tudo que eu fizesse, pois esta fora uma das principais razões que me fizeram separar do meu ex-marido. Ele concordou de imediato, o que me proporcionou um pouco de alívio, porque eu estaria garantida quanto onde morar, comer e beber, até achar outro emprego.

Depois disso, aproximadamente por uns dois anos, fiz alguns bicos até surgir um emprego definitivo numa loja de venda de colchões, de propriedade de um árabe. Um detalhe: a dica deste emprego surgiu por intermédio do Raimundo, que pediu a um amigo seu, chamado Fábio, que já trabalhava como vendedor nesta loja, pra que ele me indicasse lá. Logo que conheci o Fábio, já o identifiquei de imediato como um tremendo safadão, mas que colaborou muito para que tudo se acertasse pra mim naquele emprego. Fui efetivada no emprego, o que foi ótimo para mim. Aliás, foi muito bom para todos nós. Para mim e para o Fábio porque durante estes quatro anos que trabalho lá, vivemos histórias deliciosas. E, ironicamente, bom para o Raimundo também, porque se não fosse o acontecimento deste trabalho com o Fábio na loja de colchões, eu já não estaria mais com ele, há bastante tempo.

O que tem compensado eu ainda estar morando com o Raimundo, é o fato de que em todas as semanas, sempre que temos uma boa oportunidade, lá estamos eu e o Fábio aprontando coisas bem gostosas, sempre dentro da loja mesmo. É só a gente ficar sozinhos, aproveitamos para transar gostoso. Em todas semanas, segunda-feira e quinta-feira, meu patrão sua esposa e filha, têm compromisso com sua religião e saem mais cedo para irem para sinagoga deles, e ficamos só nós dois para fecharmos a loja, dias estes que aproveitamos muito bem. E isto desde que comecei a trabalhar lá. Enquanto o Raimundo é aquele cara meio seco, ceará quadradão, sem romantismo nenhum, e de péssima pegada; o Fábio é maravilhoso, safado, quente, tem uma pegada que deixa qualquer mulher tarada... Além de possuir um pau maravilhoso, só de me lembrar já deixa molhada.

Pra sorte minha, o fato do Raimundo trabalhar todas as noites, enquanto eu, durante o dia, faz com que a gente tenha pouca oportunidade de ficar juntos, a não ser no seu dia de folga, que é somente uma a cada semana. Ainda bem! Devo confessar que estes quatro anos de trabalho com o Fábio me fizeram ficar viciada em trasar e gozar gostoso com ele, pelo menos 2 vezes por semana. E durante todo este tempo, ele e o Raimundo continuam bons amigos, sem nenhum tipo de desconfiança. Além disso, ninguém da loja sabe o que acontece porque tomamos sempre cuidados para não sermos descobertos, principalmente por Raimundo e Fábio serem amigos.

(507)

Neste sábado de carnaval, a loja deu expediente normal, como todas as lojas do shopping, o diferente foi que, exatamente neste sábado, meu patrão, sua esposa e filha, resolveram sair bem mais cedo, logo por volta das 15hs, talvez porque o dia estivesse meio feio, e o movimento bem parado, e deixou-nos sozinhos. Aproveitamos para brincarmos um pouco, e o Fábio gozou bem gostoso na minha boca, como sempre que tinha oportunidade, fazia. Neste ínterim, um pouco antes das 18hs, o patrão ligou para que fechássemos a loja, e, por ser carnaval, pudéssemos sair mais cedo também, – normalmente, a loja fecha às 20hs. Neste dia o Raimundo estava de folga, e bem na hora em que eu estava dando um trato no Fábio, ligou na loja, falando que ia passar lá pra me pegar, eu lhe disse que já estávamos fechando, ele me mandou que lhe encontrasse no Carrefour. O Fábio me deu uma carona até lá, e após encontrá-lo e ajudá-lo a pegar umas coisas, fomos embora.

Chegando em casa, o Raimundo nem deu tempo pra nada, já estava excitadão, queria me pegar ali mesmo. Bem, até pra evitar desconfiança, deixei que rolasse como ele queria, embora o meu pensamento estivesse o tempo todo no Fábio, após terminarmos, ficamos um pouco em repouso, até ele pular da cama e foi tomar banho, quando ele estava no banheiro, o telefone de casa tocou até cair a linha, ele pediu para eu atender, mas antes de eu pegar o telefone a ligação caiu. Enquanto o Raimundo ainda estava no banheiro qdo observei que meu celular chamava, no vibracall, era ligação do Fábio, querendo fazer piadinhas, perguntando se o Raimundo tava com toda aquela pressa pra sentir o gosto da mulher dele já comida, aí eu falei que tínhamos acabado de transar, mas eu estava pensando nele.

Nossa! O Fábio pareceu ficar doido, e pedindo pra eu confirmar se era mesmo verdade o que eu estava dizendo; aí pediu a todo preço que, antes de eu tomar banho, eu descesse para lhe encontrar, pois ele queria muito me ver assim. Que eu apenas vestisse uma saia ou um vestido. E que ele já estava chegando frente ao nosso prédio. Ah, e que eu descesse logo, do jeito que estava, apenas colocasse a saia ou vestido... Tentei demovê-lo dessa idéia lhe dizendo que era perigoso, por causa do Raimundo, que eu nem sabia o que explicar pra ele, mas mesmo assim, ele continuou insistindo e ameaçou se eu não descesse, ele iria subir, e aí sim, poderia ser pior. Nem sei explicar o porquê, mas aquela situação estava me despertando um tesão bem especial...

Sem saber o que fazer, dando uma de louca, ainda toda melada de porra, pus uma calcinha rapidamente, e um vestidinho, falei da porta do banheiro pro Raimundo que eu iria descer na vizinha, dentro do prédio mesmo, e que logo estaria de volta. Quando eu estava saindo do AP, o telefone tocou navamente, era ele dizendo que decesse ao estacionamento que ele estava lá. Acho que por ser carnaval, estava tudo meio abandonado. Qdo cheguei no estacionamento e avistei o carro dele, fui até lá, ele já com a porta aberta, mandou que eu entrasse. Assim que entrei no carro, ele me tascou um beijo – E, nossa! Que beijo!- Eu falei: menino, vc ta louco? O que deu em vc? Ele respondeu: não sei. Só sei que fiquei com um puta tesao depois que vc me falou aquilo. E já foi enfiando as mãos dentro das minhas coxas e pedindo, - mostra sua buceta pra mim, to louco pra ver sua xota. E falou: olha como estou, levantou a camisa e me mostrou seu cacete duríssimo, já pra fora das calças, que ele disse estar se masturbando enquanto me esperava, parecia um tarado. Ai, aquilo tudo estava me deixando doida de tesão, abaixei em seu colo e chupei bem gostoso aquele pau cheio de tesao e delicioso. Então abrir minhas cochas um pouco e puxei a calcinha pro lado deixando bem amostra minha xana. Ele parecia ipinotizado, com o que via, masturbando seu pau com a mão esquerda, e com sua Mão direita delicadamente abria minha xota, passando com carinho os dedos em volta, enquanto ainda escorria um pouco da porra do Raimundo. Aí ele falou, que buceta lida e gostosa, não to agüentando de tesão, quero meter nela agora, Eu falei: menino que tara doida é esta? Vc não já gozou gostoso lá na loja, agora há pouco? Ele respondeu: sim, mas to louco pra gozar novamente. Deixa eu também gozar nesta buceta tezuda, deixa? Olha, só sei dizer que com tudo aquilo eu tambem já estava louca de tesão, e morrendo de vontade de fazer aquele pau gostoso gozar todo seu creminho ali bem encima do outro. Pra eu sentir minha buceta ainda mais melada de porra...

Com os bancos deitados, ele só se enfiou no meio de minhas cochas, sem nenhum trabalho, posicionou a cabeça do seu pau, na entradinha da minha xota que já estava toda lubrificada, enterrou todo, com o puta tesao louco que ele estava, deu umas três socadas e já começamos a gozar, os dois, ao mesmo tempo, com uma intensidade que até então, eu ainda não havia experimentado. Loucura total. Muito gostoso. Impossível de explicar. MARAVILHOSO.

Aí, despertamos, e falei pra ele: preciso subir logo. Acho que você e eu estamos os dois loucos. Me compus como pude, e sai correndo. Cheguei em casa, o Raimundo estava no quarto ainda se vestindo, fui direto para o banheiro, ainda sem saber como encarar o Raimundo naquele momento...

Mas, resumindo, acabou tudo bem, o resto seguiu-se normal... Por tudo isso, adorei muito este carnaval, bem mais do que qualquer outro... (07-março-2011)

Se alguém que ler este acontecimento, já lhe tiver acontecido algo semelhante, deixe recado para mim. Quem sabe a gente troque experiências... Meu email: Ednalva-santos88@bol.com.br ( do site Swing Privê - http://www.swingprive.com/principal.htm )

7.06.2012

Obedeça.Chupe o dedinho.

135363 By: Bambina

Meu macho, aquele que é meu dono e manda no meu prazer, muitas vezes está longe de mim porque viaja muito. Mas seja em Porto Alegre, em Belo Horizonte ou em Nova Iorque, o nosso tesão um pelo outro é o mesmo.Por isso, ele sempre me diz o que fazer quando ele não está comigo, e eu adoro isso, me dá mais tesão ainda. Hoje de manhã recebi o seguinte e.mail: "Minha putinha, eu to com vontade de fazer. Fiquei pensando na sua chupada. Em como a minha putinha é obediente.É só eu sentar na cama q já sabe q é para enfiar o meu pau na boca. Q delícia sentir essa boca molhando o meu pau. Qdo eu bato uma punheta eu lembro da sua bucetinha, subindo e descendo, engolindo o meu pau. Ai... Já tô de pau duro. Que vontade de gozar. De jorrar. Jorrar na minha cadelinha. Lembra do meu leitinho no teu rosto, na tua bundinha, dentro da tua bucetinha? Quero q vc fique sem calcinha o tempo todo. Abra bem as pernas e mexa gostoso no seu grelinho. Chupe o dedinho e mexa gostosinho. Fique com o seu brinquedinho por perto.Qdo estiver bem molhadinha, enfie na bucetinha molhada.Mexa dentro de ti, até acostumar com a grossura dele. Então comece a entrar e sair com uma mão e a outra vai mexendo no grelinho. Lembra da minha língua no teu grelinho. Adoro chupar a sua bucetinha. É deliciosa. Cheirosa. Dá água na boca só de pensar nela. Então, quero q goze assim, bem gostoso. Pensando na minha língua percorrendo toda xaninha.Depois de gozar, vai pra sala. Coloca o filminho, e faz de novo, como uma cadelinha no cio. Veja as cenas de dupla penetração e se imagine no lugar da vadia da tela. Tenho certeza q minha putinha tá doida pra levar duas varas ao mesmo tempo. Eu quero mto ver isso.Ai... To com vontade. Vou fazer gostoso. Jorrar imaginando vc sentada na minha frente.Quando estiver gozando , me liga. Adoro ouvir minha putinha gemendo de prazer.estarei na estrada.Beijinhos.Te adoro" Como uma cadelinha obediente eu fiz tudo o que ele mandou e muito mais.Adoro sentir o meu gostinho,ele sabe disso.Por isso,sempre manda eu chupar seu pau assim que tira da minha bucetinha e adoro chupar seus dedos depois que ele enfia dentro de mim e os tira molhados.Li o e.mail, tirei a calcinha e voltei pra cama. Abri bem as pernas e toquei meu grelinho que estava durinho,compridinho, molhado de tesão. Fiquei lembrando do que meu macho mandou fazer,da sua língua quente, macia e ávida pela minha bucetinha.Enfiei o brinquedinho e fui entrando e saindo,como ele mandou.Meu tesão foi aumentando até que meu corpo todo se retesou num espasmo de prazer e não vi mais nada...só prazer...muiiito gostoso.Fiquei um tempinho deitada e depois fui pra sala.Coloquei um dos filminhos safados que ele me deu pra olhar.Gostei especialmente de um que mostrava uma vadia sendo fodida e enrabada por três machos ao mesmo tempo.Enquanto um enfiava no seu cuzinho,o outro lambia e chupava sua buceta e o outro chupava seus dedinhos dos pés. Humm....estou ficando com tesão de novo, só de escrever. Fiquei com as pernas abertas no sofá, olhando o filme e pensando em fazer tudo isso pro meu amor ver.Sei que ele quer me ver sendo enrabada por dois, três homens.E enquanto isso acontecer, quero estar chupando seu pau gostoso. Bom, não demorou muito e gozei de novo, deliciosamente.Liguei pro meu namorado,que estava em Viçosa, no interior de Minas Gerais e mostrei a ele todo o prazer que estava sentindo...nesse momento ele fala pouco, diz "goza pra mim minha putinha...minha cadelinha...quero jorrar meu leitinho na sua boca..." Pronto, é o suficiente.Minha bucetinha se derrama toda em gozo e em prazer, inundando minhas coxas com meu melzinho.Depois sempre passo os dedos e chupo porque tem um gostinho e um cheirinho de nenê.E assim eu continuo mostrando pro meu amor o quanto sou uma cadelinha obediente e o quanto ele me dá prazer.

6.22.2012

K E UMA NOVA CHANCE

6 Paulo Mohylovski
paulomohylovski@uol.com.br

1

Era uma noite chuvosa quando recebi um telefonema da polícia. Por um momento, senti uma espécie de vertigem quando ouvi o nome de K. Ele não disse exatamente o nome dela, apenas me informou que uma garota foi encontrada em estado catatônico andando nos trilhos de uma ferrovia. Quando foi presa, ela se recusou a dizer quem era. Apenas disse meu nome e meu telefone.

Desliguei e troquei de roupa. Estava com os gestos mais lentos, o corpo pesado, uma vontade de não ir encontrá-la. Peguei um táxi e cheguei na delegacia. Foi recebido por um policial que me levou até uma sala. Através de um vidro, eu pude ver K, ainda com os cabelos molhados e com o olhar perdido. Ela não conseguia me ver. Enquanto o policial falava comigo, eu olhava para K. Não sentia nada por ela, a não ser pena. E não era um sentimento muito agradável de sentir.

- Esta garota está precisando de um tratamento médico. O que o senhor é dela? - o policial me perguntou.

Por um momento, pensei em despejar toda a verdade:

- Quer mesmo saber o que sou dela? Eu sou o seu dono ou se preferir, o seu Mestre. Ela é minha escrava sexual, minha cadela, mas eu não quero mais estes jogos insanos. Isto mesmo que o senhor ouviu. O sadomasoquismo é um jogo insano, tão viciante quando uma droga. Eu quero minha vida de volta. O senhor me entende? Eu não quero mais esta putinha grudada em mim. Ela que vá cuidar da vida dela. Que vire uma puta, uma traficante, uma bandida ou uma simples dona de casa. Ou que continue suicida e arrume um jeito bem extravagante de se matar, como este que ela arranjou: atropelada por um trem.

É claro que não falei nada disso. Respondi prosaicamente:

- Sou um amigo!
- Pois o senhor deve cuidar dela. Esta garota está muito mal. Está fragilizada. Não conseguiu dizer nada. Não sabemos nem o nome dela. O senhor poderia nos informar qual é o nome dela.

Falei o verdadeiro nome de K. Ele anotou numa ficha e depois me conduziu até a sala onde K estava. Quando ela me viu, não se atirou nos meus braços como pensei que fosse fazer. Apenas virou o rosto e me fixou o olhar.

- Por que você fez isso? - perguntei depois de uma longa pausa.

O policial virou as costas, nos deixando sozinhos.

Uma lágrima começou a cair do olho de K.

- Eu não sei. - ela respondeu.
- Você é uma louca! - disse, acendendo um cigarro.

Dei uma longa tragada.

- Você está com frio? - perguntei.
- Um pouco.

Tirei meu casaco e o coloquei nas suas costas.

- O que você estava pretendendo fazer?
- Não sei.

Explodi:

- Pare de não falar "não sei".

Eu me controlei.

- Eu vou te levar para a minha casa.

Ela esboçou um sorriso triste e dolorido.

Assinei um papel me responsabilizando por ela. Pedi desculpas para o delegado e para os policiais sem saber muito bem porque. Depois saímos da delegacia e pegamos um táxi. Durante todo o trajeto, K ficou em silêncio e se aconchegou nos meus braços. Fechou os olhos. Pensei que tivesse adormecido. Quando o táxi parou, ela ergueu a cabeça e perguntou:

- Chegamos?

Enquanto pagava o taxista, respondi que sim. Saímos correndo até o portão. Abri rapidamente e entramos. Estávamos encharcados, apesar da chuva ter diminuído um pouco.

- Vou fazer um café para você. Daqui a pouco estará amanhecendo. Não sei se vou conseguir dormir.
- Eu te ajudo a fazer o café.
- Não precisa. Você vai tomar um banho bem quente e colocar aquele pijama que você me deu e eu nunca usei. Você sabe onde ele está, não sabe?
- Sei.

Ela subiu até meu quarto enquanto eu fazia o café. Enquanto a água fervia um filme passou pela minha cabeça. Eu me lembrei dos últimos cinco anos. Do nosso primeiro encontro numa livraria. K estava de cabelos curtos, uma calça jeans bem apertada e já tinha um olhar perdido e melancólico. Ela parou exatamente ao meu lado. Tinha toda uma grande livraria vazia para ela escolher ficar e foi ficar justamente do meu lado. Eu estava lendo trechos do livro "O Garçom B". Era um livro excitante, onde uma mulher narrava as suas aventuras como submissa.

Não sei porque, me virei para K e disse:

- Este livro é muito interessante. Uma mulher conta como foi dominada sexualmente por um homem, um garçom. É um livro forte, de sadomasoquismo.

Ela me olhou como se estivesse surtado, mas depois respondeu de uma maneira simpática e adolescente:

- Legal!

Conversamos mais um pouco e eu comprei o livro para ela. Fomos andar pelo shopping, conversamos, rimos e trocamos telefone.

Depois tudo foi acontecendo naturalmente, ou melhor, artificialmente, pois não há nada mais antinatural que o sadomasoquismo. Ela foi a minha modelo perfeita. Tudo aceitou, até mesmo a mudança de nome. Pude percorrer com ela todos os caminhos que esta prática sexual pode nos levar. Depois me cansou e eu não quis mais. Ela chorou, implorou, se embebedou e fez escândalo diante da minha casa. De nada adiantou, mas agora nós estávamos novamente juntos, numa madrugada, depois da sua tentativa de suicídio.

A água do café ferveu sem que eu percebesse. K apareceu na cozinha. Estava nua e provocante.

- É este o pijama? - ela perguntou, me mostrando a peça de roupa.
- Você sabe que é.

Ela sorriu melancolicamente e se virou.

- Espere. O café já está pronto!

Ela se voltou e esperou que eu lhe desse uma xícara. Começou a beber lentamente. Fazia biquinho para assoprar o café. Bebemos em silêncio.

Quando terminamos, eu lhe disse para ir tomar banho. Ela esperou por alguns segundos e perguntou:

- Você não quer me dar banho?

Era uma proposta perversa. Senti novamente a pulsação de algo estranho me dominando, como se estivesse sendo possuído pela minha personalidade demoníaca que eu tanto detestava:

- Tudo bem, eu te darei este banho!

Ela sorriu cheia de confiança:

- Ótimo! - ela disse e me ofereceu a mão.

Eu a segurei firmemente e subimos de mãos dadas até o banheiro.

2

- Pronto! - eu disse, fechando a torneira.

K me olhou com o olhar afogueado. Eu tinha ficado silencioso durante todo o tempo que durou o banho e como sei exatamente onde e como tocá-la, excitei-a lentamente, tocando em cada parte do seu corpo que mais a deixava em fogo.

Quando terminei, ela estava ofegante e perplexa. Tentou controlar os seus gemidos. Não queria me perturbar com a sua excitação. Eu me concentrei ao máximo, tentando tirar daquele corpo todo o prazer que pudesse.

Ela me aguardava em silêncio. Eu parei no momento exato em que não haveria mais nenhuma chance de controle. K estava agora nua e com uma excitação terrível. Peguei a toalha e comecei a enxugá-la. Cada parte que eu secava, a pele se arrepiava. Enxuguei seus cabelos por último. Gotas de água ainda caíram por sobre seu corpo. Uma delas caiu bem em cima do seu seio. Abocanhei aquele bico úmido e lhe dei uma chupada terrível. K se encostou no ladrilho do banheiro e suspirou profundamente:

- Que bom!

Parei.

Mais uma vez, ela me olhou de uma maneira perplexa.

- Saia! - exigi secamente.

Ela colocou um pé para fora e saiu do box. Depois ficou parada, nua, bem no meio do banheiro. Peguei a camisa do pijama e joguei em cima dela:

- Se vista!

Ela colocou a camisa e ficou com a parte debaixo sem nada.

- Está com sono?
- Não - ela se apressou a responder.
- Mas vai dormir. A noite foi terrível. Pensa que é fácil ser acordado no meio da madrugada pela polícia, dizendo que uma garota tentou se matar, andando nos trilhos de um trem?

K ficou cabisbaixa:

- Desculpe!
- Tudo para você funciona deste jeito, não é mesmo? Acha que basta um simples pedido de desculpas para ser perdoada e aprontar de novo.
- Eu não vou aprontar mais.
- Palavras! Palavras! Palavras!

Ela ficou constrangida:

- Eu não sei o que dizer.
- Não diga nada e vá para o quarto.

K fez que sim com a cabeça e foi para o quarto.

Fiquei ainda um tempo no banheiro. Acendi um cigarro e me olhei no espelho. Estava com uma cara amarrotada. Meu rosto estava com uma barba mal feita cheia de pêlos brancos. Meus dentes eram amarelados e podres. Não sei como uma garota como K, tão pálida, tão branca, tão romântica, podia se ligar a um sujeito como eu?

Saí do banheiro e desci as escadas. Fui até o quintal. Estava uma noite clara. O maldito passarinho que anuncia o amanhecer começou o seu canto monótono e repetitivo. Olhei para o quintal. Latas vazias, pedaços de madeiras, ferramentas enferrujadas, sacos plásticos. Tudo espalhado. Tinha feito uma pequena reforma no quarto dos fundos. Os pedreiros deixaram toda aquela bagunça com a promessa de virem arrumá-la. Nunca vieram. Depois do pagamento, sumiram. E aquilo tudo se amontoava pelos cantos e eu não sabia dar fim aquele amontoado de trastes. Mas não iria pensar naquilo agora. Afastei algumas latas e peguei uma ripa de madeira. Eu me certifiquei que não havia nenhum prego grudado nela. Depois entrei em casa e subi as escadas lentamente.

O quarto estava às escuras. Chamei por K.

- Estou aqui. - ela disse.

Fiquei parado na porta do quarto. Aos poucos, me acostumei com a escuridão.

- Por que você fez isso?

K não falou nada.

- Por que você tentou se matar?
- Não era a minha intenção.
- Era o que, então?
- Eu simplesmente comecei a caminhar sem saber por onde. Quando vi, estava nos trilhos e eu me lembrei de mim mesma quando era criança e brincava ao lado da ferrovia. Eu não queria me matar. Eu apenas me vi novamente sozinha e frágil e sem ninguém. Você sabe que sou sozinha no mundo e a solidão pesou ainda mais quando você me expulsou da sua casa. Eu fiquei completamente perdida. Não quis te magoar, Paul. Eu quis apenas andar, andar por aí, sem rumo, sem nada. Você tem que entender e você tem que me perdoar.

Ri.

Uma risada irônica e cruel:

- Você acha mesmo que perdoar é assim tão fácil? Você quer que a gente continue juntos como se não tivesse acontecido?
- Eu sei que é difícil...

Eu a interrompi:

- É difícil lidar com a loucura. Eu não sei lidar com a minha. Nunca soube e nunca saberei. É por isso que escrevo. Eu jogo minha violência nas palavras. Mas eu não sei lidar com a sua loucura. Confesso que estou com medo de você.
- Por que?
- Cheiro de morte. Alguém que não dá a mínima para a sua vida é capaz de qualquer coisa. Até de matar. Ou morrer...
- Não, Paul, não!

Ela pulou da cama e veio me abraçar. Os seus braços me apertaram com força. Neste momento, ela percebeu a madeira e perguntou:

- O que é isso?
- Acha mesmo que tudo vai ser simples como se nada tivesse acontecido? Não, não vai ser. Por esta noite, pelas próximas noites, pelas loucuras todas, pelo seu mimo, pelo meu ódio, por tudo enfim, você não vai ficar ilesa.
- O que você vai fazer? - ele perguntou, assustada.
- Vire-se!

Os seus olhos estavam esbugalhados de terror:

- Por favor, Paul.

Estiquei o braço ao máximo e descarreguei a madeira no seu traseiro. Ela deu um grito forte e medonho:

- Por favor!

Dei outra pancada seca nas suas pernas. Ela se dobrou um pouco e gritou:

- Isto dói muito!

Ela estava choramingando.

Dei mais outra pancada. Desta vez, nas suas costas. Mais um grito.

- Os seus gritos estão me enervando.
- Desculpe - ela disse baixinho.

Peguei um lenço de seda e amordacei sua boca. Dei uma pancada bem forte nas suas pernas e outra na sua bunda. K tentou escapar.

- Pegue as cordas debaixo da cama!

Ela se abaixou e pegou as cordas. Estava trêmula e amedrontada. Parecia um bichinho frágil e assustado.

Enquanto assobiava uma ária de Mozart, eu amarrei seus braços para trás e depois a coloquei ajoelhada em cima da cama. Curvei o seu corpo até a sua cabeça alcançar o colchão. Dobrada daquele jeito, a sua bunda ficava um alvo fácil para as minhas investidas.

Liguei o rádio na Cultura. Por coincidência, Mozart encheu o ambiente com sua música refinada e alegre.

Comecei a bater com toda a minha força. Dei quase dez pancadas com a madeira e fiquei com o braço dolorido.

A bunda de K estava arroxeada e ficando levemente inchada.

Eu estava com o espírito leve, mas carregado de luxúria. Puxei K pela corda e a coloquei de pé. O seu rosto era uma careta de dor e agonia. Tirei a mordaça e beijei a sua boca. Depois coloquei a mão por dentro do pijama e afaguei seu seios.

- Ajoelhe e me chupe.

Sem esboçar a mínima reação, K se ajoelhou com dificuldade. Começou a me chupar tão logo encostei meu membro na sua boca. Ela não estava dando o melhor de si, mas mesmo assim fiquei muito excitado. Quando ela olhou para cima e vi seus olhos e vi a sua boca no meu pau, comecei a gozar. Fechei os olhos e fui parar em algum lugar do universo que me fez sorrir de satisfação.

Quando olhei para baixo, K continuava me olhando com a boca toda lambuzada. Eu a puxei para cima e a desamarrei:

- Vá se limpar e depois vá dormir.

Ela não disse nada. Foi para o banheiro e voltou minutos depois:

- Boa noite - ela disse, entrando debaixo do lençol.
Eu me aproximei, beijei a sua testa e lhe desejei uma boa noite de sono.

Quando olhei para a janela, um raio de sol entrava por uma fresta.

O dia estava amanhecendo...

Paulo Mohylovski

6.13.2012

MASSAGISTA FIEL AO MARIDO

By: ric_amaral

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 img11376311 Rico sempre pensou que sua esposa Lisa era muito fiel e nunca poderia fazer nada mais picante. Ela é alta, com um ótimo corpo e seios fartos longas pernas, sua bunda é perfeita, não importando o tipo de roupa que ela usa, ela tem cabelos castanhos e um lindo sorriso. Um dia, Rico olhava um álbum com fotos ousadas de minha esposa eu sentia um certo orgulho dele de que a esposa dele jamais faria aquele tipo de coisa. Eu acho que eles são casados a 8 anos, e tem ambos por volta de 35 anos. Faz pouco tempo ela se tornou uma massagista terapêutica, e uma vez quando servi de cobaia, ela quase acabou com a massagem no momento que eu fiz uma brincadeira banal até. Afinal ela era mesmo muito séria. Discutindo com Rico eu perguntei O que aconteceria se ela se excitasse fazendo massagem em algum cara?. Ele respondeu que não teria nunca que se preocupar com a Lisa e que ela nunca faria nada. Mas o que você faria? Ele me disse então que instalou um espelho duplo no seu escritório que dava pra ver tudo na sala que ela fazia massagem, mas que não tinha dito a ela ainda. Eu resolvi irritar ele dizendo Você quer ver ela pegando no pau de algum cara.. ele não gostou da brincadeira. Outro dia eu entrei no escritório dele e as luzes estavam apagadas para ela não ver nada, quando ele não estava vendo, tinha um quadro no espelho. Ficamos vendo ela massagear os clientes, mas realmente ela era muito profissional. Você não viu ela punhetar ninguém ainda? Ele riu e disse que nunca iria ver isso porque ela era fiel demais e que até seria bom ver um pouquinho alguma coisa, mas que era impossível. Mas na verdade ele estava orgulhoso de sua esposa fiel. Aposto que nas circunstancias certas ela faria. Ele riu duvidando. Então eu pensei num plano. Bem eu aposto $1000 com você que ela faria, até mesmo com um negro. Eu sabia que ele iria aceitar a aposta, afinal ele tinha me dito que ela não gostava de negros. E ele aceitou, dizendo que o cara teria que ser negro, gordo e mais velho. Eu sabia que ele diria isso. Assinamos um documento pela aposta. Lembrei-me do Wilson, um negro de 45 anos, nosso amigo de bar, meio gordo e muito feio, mas com uma grande vantagem. Eu disse pro Rico que seria o Wilson que iria vir para a massagem, o que ele não gostou muito porque sabia que o Wilson não gostava muito dele. Wilson marcou a massagem pelo telefone e quando ele chegou estávamos no escritório espiando. Lisa atendeu a porta com um vestido leve que deixava sua bunda muito gostosa. Quando ela abriu a porta e viu o Wilson ela congelou. Bom dia, eu sou o Wilson. Tudo bem? Onde eu me preparo para a massagem?. Oh, bem, acho... bem, venha por aqui dava pra notar que ela estava meio em estado de choque. Espero que sua massagem me ajude a dormir, dona ele entrou na sala com aquele corpão de 120 Kg e 1,90m. Lisa mandou ele ir ao provador e colocar uma toalha, mas manter a bermuda. Ele começou a puxar papo: Você vai usar óleo?. Sim, estarei usando óleos. Posso deitar na mesa?. Por favor. Ela congelou quando ele saiu do provador nu, com a toalha no ombro, andando com aquela cobra pendurada quase até o joelho. Eu tirei a bermuda pra não manchar de olho, dona. Tudo bem?. NÃO !!! , PONHA ATOALHA. Ele riu e deitou na mesa, colocando a toalha em cima. Lisa não tirava os olhos do pau do Wilson, que assustou até mesmo a mim e ao Rico, devia ter uns 25 cm ainda mole, mas ele fingia que estava tudo normal. Ela mandou ele deitar de bruços. Ela começou a massagem, evitando tocar em partes como a bunda, mas não conseguia tirar os olhos dos colhões do negão, que eram enormes também. Rico não disse uma palavra, ele parecia estar meio preocupado com a inabalável fidelidade de sua esposa. Lisa mandou Wilson se virar para massagear o peito e a barriga, sem tirar os olhos assustados do volume da toalha. Ela terminou e disse para ele se vestir, mas antes dela terminar de falar Wilson se levantou, deixando novamente seu pau pendurado e falou: Foi muito bom. Quanto eu te devo?. Lisa estava hipnotizada pela visão daquele pênis pendurado. Por favor, senhor, se mantenha coberto. Ele saiu andando nu até o provador deixando ela mesmerizada. Me sinto ótimo, mal posso esperar a próxima visita. Quanto mesmo eu te devo?. Lisa cobrou e foi obrigada a marcar a próxima visita pra outra semana, mesmo dia e horário. Tudo que o Rico dizia era: Você viu o tamanho daquilo? Eu me despedi e disse que voltava na próxima semana.
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MASSAGISTA FIEL AO MARIDO parte II
By: ric_amaral img41376313

Depois da massagem, Lisa disse para Rico sobre Wilson, mas não mencionou nada sobre ele ficar pelado. Na segunda massagem, tudo começou normalmente, Wilson as vezes deixava seu pau escapar, mas Lisa desconcertada cobria com a toalha, mas a cada vez que isso acontecia mais ela demorava para cobrir. Eu perguntei para Rico se ele estava certo que ela ia continuar fiel e ele, meio sem jeito disse que sim, pois ela estava somente espantada com aquele pinto. Depois da massagem, Wilson perguntou: PORQUE VOCE NÃO MASSAGEIA TUDO DONA LISA? Lisa não entendeu, dizendo que massageava tudo, mas Wilson tirou a toalha e disse que ele não massageava ali. Ela ficou vermelha e Rico quase desmaiou do meu lado. Ela disse que era uma profissional terapeuta e não massageava naquela área. PORQUE NÃO? POR QUE ISSO NÃO SERIA TERAPEUTICO E SIM SEXUAL. MAS IRIA ME AJUDAR MUITO, AJUDARIA MUITO A ME RELAXAR. Lisa olhava aquele pinto enorme e flácido enquanto Wilson o segurava. Ela não acreditava que aquilo estava acontecendo, estava sem palavras. ISSO NÃO SERIA DIREITO, SOU UMA PROFISSIONAL. Lisa continuou massageando o peito de Wilson, prestando atenção a um volume que se formava sobre a toalha SERIA MUITO BOM SE A SENHORA FIZESSE AQUI. EU NÃO FAÇO ISSO WILSON. AHHHHH, POR FAVOR, SÓ UM POUQUINHO. - Ela ficou pensativa, olhava para o pinto do Wilson e pro espelho, encarando eu e o Rico, sem saber. SE EU FIZER UM POUCO VOCÊ ME DEIXA EM PAZ? PROMETO, E VOU ME SENTIR MUITO MELHOR. Eu estava preparando a câmera para filmar quando ouvi o celular da Lisa tocar, quando ela atendeu olhei pro lado e vi Rico com o celular, falando com ela. Aquele trapaceiro estava jogando sujo. OI QUERIDA. OI, TUDO BEM AMOR, ONDE VOCÊ ESTÁ? ESTOU NO MERCADO E QUERO SABER SE PRECISA DE ALGUMA COISA? Wilson foi esperto e pegou na mão dela, e colocou em cima do pau. Foi divertido assistir ela tirando a mão e olhando feio pra ele. SÓ UM MINUTO QUERIDO. Ela tapou o celular e disse pro Wilson parar que ela estava falando com o marido no fone. DESCULPE QUERIDO, EU TIVE QUE FAZER UMA COISA AQUI. Wilson não deu folga e continuou pegando a mão dela, ela olhou brava pra ele, mas parou de brigar, ficando com a mão em cima do pau. EU NÃO QUERIA INTERROMPER SEU TRABALHO QUERIDA, MAS PENSEI QUE A MASSAGEM DAS 2:00 JÁ TINHA TERMINADO. Enquanto isso, Wilson começou a mexer a mão dela no pau. ESTOU QUASE TERMINANDO. Ela estava tentando tirar a mão, mas estava espantada com o tamanho que estava ficando o pau do negão. Finalmente ela desistiu de lutar e fechou a mão em volta do pau o quanto ele pode e começou a mover sem a ajuda de Wilson. QUERIDA, VOCÊ NÃO RESPONDEU SE PRECISA DA ALGUMA COISA, QUERIDA... AH, BEM, SEI LÁ, ACHO QUE NÃO SEI AMOR... O idiota tentava de tudo pra fazer ela parar. Wilson estava com as duas mãos atrás da cabeça, enquanto era punhetado por Lisa, que continuava pensando se precisava de alguma coisa do mercado. Rico tentava argumentar, perguntar, mas ela só sabia dizer que não sabia, que não lembrava. Aquele pau tinha de 28 cm pra mais, era absurdamente grande e excessivamente grosso nas mãozinhas dela. E como a mesa de massagem é alta, ficava muito perto do rosto dela. Quase gritando no fone Rico perguntava se estavam precisando de guardanapos, mas ela respondia normalmente. Rico continuou a dizer a lista de compras mas ela respondia todas as questões. Calmamente Wilson colocou a mão na nuca de Lisa e trouxe para perto do seu pau, enquanto ela punhetava com uma mão e segurava o fone com a outra. Enquanto isso Rico perguntava desesperado e Lisa respondia, somente coisas como JÁ TEM NÃO PODE SER. A cabeça do pau estava a poucos centímetros do rosto de Lisa, e então começou: uma avalanche de porra começou a atingir Lisa, na boca, no olho, bochecha, testa, nariz, era muita coisa. Rico ficou em silêncio chocado. Wilson colocou o pau na boca de Lisa e continuou a gemer gozando. Ela engasgava com aquilo, tentando sair enquanto ele não parava de gozar o que parecia uma eternidade. Quando terminou, Wilson tirou o pau da boca dela e ela caiu sentada numa cadeira, ofegante e totalmente lambuzada na cara e no vestido, tossindo e respirando ofegante, enquanto a porra escorria do rosto. Rico começou a falar no fone: O QUE ACONTECEU QUERIDA? AH, QUERIDO, BEM HÃ, ESTOU TERMINANDO COM O CLIENTE. - VOCÊ ESTÁ BEM QUERIDA? SIM, BEM, SÓ CANSADA. Ele disse que estaria chegando logo em casa e desligou. Wilson se levantou e ficou assistindo Lisa no fone, com o pau pendurado. Quando ela terminou, ele disse que isso sim é que tinha sido uma massagem. Ela ainda estava desorientada, jogada na cadeira, ele disse que voltava na próxima semana, se trocou, pagou a massagem e saiu. Lisa só conseguiu dar um tchauzinho com a mão, abobalhada. Eu tinha gravado tudo para poder provar que ganhei a aposta, me levantei e disse que voltaria na outra semana e fui embora.