12.04.2009

UMA VIAGEM INESQUECÍVEL

Conto de Alex - cachorroloco@gmail.com


 

Eu e Mandy, na verdade Amanda, somos amigos e, mais do que isto, cumplices. Adoramos conversar sobre nossos relacionamentos amorosos e nossas transas, e ambos adoramos ouvir os detalhes um do outro.

Eu mais do que ela até, pois, como sou bissexual, adoro ouvi-la falando dos detalhes mais picantes dos gatos que ela conheçe. E dou a maior força.

Ela tem uma grande paixão morando em New Jersey, Estados Unidos. É o Gu. Um cara bonito e sarado, embora ela diga que não é nada disso... falsa modéstia alheia!

A Mandy é uma gatinha linda, cabelos castanhos escuros, e um rostinho angelical... mas só o rostinho, porque tem uma cabeçinha bem safadinha para sexo. E eu adoro explorar este paradoxo, um rostinho lindo falando (e fazendo) coisas que fariam corar o Rocco Sifredi... brincadeira à parte, a Mandy é uma garota sensacional.

Bom, vamos ao que interessa. Essa é a história da nossa viagem até New Jersey, no qual iríamos encontrar o Gu. Ela já havia combinado com ele de irmos nós tres a um motel, e fantasiávamos este dia cada vez com mais detalhes. No avião, íamos comentando as possibilidades que tínhamos de fazer coisas bem picantes e fora do comum. Explorarmos o máximo de nossas potencialidades, e darmos o máximo de prazer uns aos outros. Queria vê-los, tanto a Mandy como o Gu, explodirem de tanto prazer. E na viagem, a coisa foi esquentando... os bicos dos seios da Mandy davam sinal de sua excitação. Ela cruzava as pernas de modo sensual, se ajeitando como podia na poltrona, de modo a me deixar excitado... ela sabia que não podíamos fazer nada ali, só queria me atiçar... danadinha!! Mas eu adorava isso... e ela sabia que conosco era apenas amizade, embora uma amizade erótica. Ela alisava minhas coxas, e dizia no meu ouvido que tava muito afim de dar pro Gu. Indicava com as duas mãos, nas minhas coxas, o tamanho do pau do gato que estava prestes a engolir... dava uns 20 centímetros... e, com aquela boquinha linda, exibindo um sorriso maravilhoso, me perguntava se eu estava excitado só com a possibilidade de vê-la chupar o Gu...

- Ai, Alê... olha só o tamanho dele!

- Uau, Manda... que delicia... vc tem certeza que encara ?

- Já encarei vários, vc sabe... só quero que vc me ajude a dar meu botãozinho pra ele, vc me ajuda?

- Claro que ajudo... - Sabe o que te dou em troca?

- ao falar isso, aproximou-se do meu ouvido, e disse bem baixinho: \"eu deixo ele te comer, vc tá afim ne?\"

- Claro que estou! Vc deixa?

- Deixo! E pra vc não gritar, vc vai ter que me chupar enquanto ele manda ver em ti, ok?

- Ai, que tesao, gata... Meu pau, que já estava super duro, quase pulou p/ fora da calça após este diálogo.

Mas não podíamos fazer nada ali nas poltronas, embora o avião não estivesse muito cheio. Sugeri que fôssemos até o banheiro. Eu iria antes, ela depois, p/ não darmos bandeira. Ela topou!

Quando já estava lá, ela bate a porta, e nós dois ficamos ali bem grudadinhos, por conta do espaço restrito. Imediatamente nos beijamos, um beijo daqueles de tirar o fôlego. Minha língua explorava profundamente o céu de sua boca, e para minha alegria ela me retribuia com a mesma curiosidade...eu ainda lambia os ladinhos de sua boca, e comentávamos:

- ai, manda... quero te beijar assim depois de vc fazer um boquete bem gostoso no Gu...

- claro que sim... depois que ele gozar na minha cara, é você quem vai limpar...

Ela me dizia isso e ao mesmo tempo alisava minhas coxas, alisava meu pau por cima da calça, mas apenas alisava, levemente... não segurava nem apertava... era só p/ me deixar mais excitado ainda... mas sabia que ela não queria que eu a penetrasse ali, mas que a chupasse bem gostoso... e foi o que fiz.

Ela permanecia de pé, e eu me ajoelhei diante dela. Ela imediatamente levantou a sainha que vestia (uma saia linda, curtinha mas discreta, que escondia pouco suas lindas coxas... além disto, ela calçava uma botinha média, o que pra mim é um fetiche incrivel... adoro mulheres que usam botas, ainda mais aquela, de couro preto, brilhante...).

Abaixei-me, ela levantou a saia e afastou a calcinha preta de lado, e forçou minha cabeça contra sua xaninha. Uau!!! Como estava molhadinha!!! Enquanto estávamos conversando lá na frente, ela devia estar super excitada com tanta fantasia na cabeça... agora era a vez de descarregar aquela tensão toda... e foi o que fez...

Segurou minha cabeça, com as duas mãos, e encaixou-a com suas coxas. Ela se portava como se fosse um cara segurando uma garota, num boquete tradicional... só pra dar uma dimensão da cena que rolava naquele banheiro. Mas era eu que fazia as delícias de uma gata que adorava ser chupada...ela rebolava na minha cara, arranhava minha nuca... minha língua explorava cada recanto daquela xaninha maravilhosa, cada lado e cada detalhe... ia até o fundo, ficava um tempo apenas espetando, e voltava pra sugar seu clit. Alisava, com a ponta dos meus dedos, seus quadris e suas coxas, levemente... explorava cada detalhe daquelas pernas lindas, daquele joelhinho gostoso... ela segurava seus seios, alisava e apertava seus biquinhos...às vezes afagava meus cabelos com ternura, outras, com certa agressividade...

Eu continuava ali, firme e forte, estocando com leveza sua xaninha com minha lingua dura... ia e voltava como se fosse uma pica pequena, mas extremamente ágil.

Numa destas \"viagens\", ela não se aguentou, e segurou minha cara com tanta fúria, que achei que quisesse arranca-la do meu corpo... recebi quase um jato dela... gozava sem parar na minha boca... me xingava de puto, de viado... arranhava minha nuca...me batia, nas costas, no rosto... e espalhava no meu rosto seu gozo delicioso... como se fosse uma obrigação minha dar prazer a ela sob qualquer condição.

E de fato era, assim como era meu prazer fazer isso por ela. Adoro garotas um tanto agressivas e decididas a ter prazer, afinal, os homens sempre tiveram este direito, porque elas não teriam?

Mandy tentava se refazer depois daquela gozada fenomenal... meu pau estava duro como uma pedra, mas não queria gozar aquela hora... queria gozar intensamente depois que nos encontrássemos com o Gu... na verdade, estava me guardando pra quando estivéssemos todos juntos.

A Mandy me puxou depois que gozou, me pediu p/ ajeita-la, e me deu um super beijo... mordiscava minha orelha, e me dizia coisas picantes:

- Alê, isso é só o inicio... vc vai nos dar muito prazer ...

- Eu adoro te dar prazer, vc sabe disso né Manda?

- Claro... - dizia sorrindo, aqueles dentes branquinhos naquela boca linda e sacana - eu quero ver se você sabe chupar um cacete tão bem quanto chupa minha xana...

- Ai, Manda... só de ver as fotos do pau do Gu já fico excitado... ficar imaginando nós dois mamando aquela pica, então... uau!!

- É um tesão ne? - e tirou a foto do Gu, de pau duro e com cara de safado, pra ficarmos olhando...

- olha só esta pica brilhando de tanto a gente chupar...

- Ai, Manda.. pára com isso... não to afim de gozar não... Enquanto falavamos isso, a Mandy passava as suas delicadas mãos nas minhas coxas, no meu peito, e Sensualmente, alisava minha bunda, por cima da calça... e voltava pro meu ouvido pra me deixar maluco:

- Eu quero o Gu aqui, ó...esgarçando seu cuzinho, seu viadinho... tu ta afim de dar pro meu macho?

- Claro que sim, gata... dou gostoso pra ele...

- Só se me chupar tão bem quanto agora, toda vez que estivermos juntos... enquanto ele bombar você como faz comigo, você vai gozar no travesseiro...

- Só de imaginar vc gozando na minha boca já tenho vontade disso, Manda... Nos beijamos como dois amigos íntimos, com suavidade e leveza... mas nas nossas cabeças só tinha espaço pra uma coisa: sacanagem, e das boas...

Voltamos aos nossos lugares, alguns passageiros nos olhavam, um deles até com certa malícia... mas não nos intimidamos. Pensávamos que fôssemos namorados apaixonados... coitadinhos, se soubessem da missa a metade!!

A viagem transcorreu normalmente. A Mandy pegou no sono logo, mas eu não conseguia tirar as imagens dequela transa da minha cabeça. Adorava o jeitinho doce dela, mas me espantei, e adorei mais ainda, o jeito autoritário e profundamente erótico dela. Nunca tínhamos feito isso, e aquilo me marcou. Ficaria na minha cabeça nos dias seguintes. Não apenas nas fantasias, claro, mas nas transas que teríamos a partir daí.

*** Chegamos em New Jersey. Era madrugada. O Gu nos esperava no saguão. A Mandy correu na minha frente, e os dois deram aquele abraço típico de hollywood. Alguns dos passageiros que viajaram conosco passavam por eles, e instintivamente me olhavam... procuravam entender quem era o corno de quem ali...haha... nada como casais modernos, ne? A Mandy e o Gu se beijavam loucamente... com sofreguidão.

Fiquei a alguns metros de distãncia, p/ deixa-los mais a vontade. E também p/ não ficar muito com cara de vela, o que já era impossível, obviamente. Assim que os dois ficaram mais \'calmos\', vieram pra meu lado. A Mandy me apresentou o Gu, que, obviamente, já sabia tudo a meu respeito.

Nos cumprimentamos, e pude perceber um leve toque malicioso em seu rosto... como a pensar: \"ah, esse é o amiguinho gay da minha gata\"... eu respondi com este sinal dando uma piscadinha, muito discreta, para ambos... eles apenas sorriram... maliciosamente.

Fomos até o carro do Gu, e, como os dois estavam muito nos amassos, sugeri que eu dirigisse, e que fossem para o banco de trás. Conhecia bastante Nova York, mas não New Jersey. Mas sabia que o trajeto até um motel não seria difícil.

Alem disto, era madrugada, e a cidade estava mais calma. Os dois responderam com risinhos bem safados. Enquanto ia guiando, os dois lá atrás se acabavam de tanto beijo e ralação. Pelo retrovisor, pude ver o momento em que a Manda alisava as coxas grossas do Gu. Segurava o pau dele por cima da calça, mas o fazia de um jeito super sensual. Com a palma da mão bem aberta, ela simplesmente acompanhava a silhueta do pau dele, bastante volumoso... evidentemente, era preciso duas mãos da Manda pra dar conta do cumprimento dele... ele de fato era muito bem dotado... como poderíamos comprovar...;-)

Ela olhava pra mim, pelo retrovisor, e, descendo a cabeça na direção daquele pau, começou a baixar o zíper... o Gu ajeitou-se no banco, de modo a poder tirar a calça com calma... o que dava uma cena linda, aquele par de coxas duras, bem aberto e estirado no banco, e uma linda gata alisando-as, enquanto descia as calças dele. O Gu era moreno, sem muitos pelos, o que salientava os músculos das coxas. O contraste com as mãozinhas brancas da Mandy sobre aquelas coxas morenas era delicioso. E logo logo elas alcançariam o sungão preto do Gu.

Bom, aí foi demais. Simplesmente parei o carro num lugar ermo, e me virei pra os dois... O Gu estava de olhos fechados, com a cara virada pra cima... o pau dele, hiper duro, apontava para o teto... a Mandy beliscava os mamilos dele, alisava o torax e os braços, e com a outra mão apertava o pau dele por cima da sunga. É claro que o Gu também passava a mão no corpinho da Mandy, parando nos seus seios...

A Mandy, entao, parou de alisar o corpo do Gu, e começou a se concentrar num objetivo mais prazeiroso... aquela pica enorme e linda... quando ela afastou a sunga, um cacete super bem definido apareceu... em riste, apontado para o alto, nem foi preciso nenhum malabarismo p/ que a gata encostasse os lábios naquela cabeça gostosa. E ela o fez olhando pra mim, dando uma piscadinha bem sacana. A boquinha dela quase que não conseguia envolve-lo.

Mas, com um pouquinho de jeito, conseguiu após uma passada sensual de língua pela extensão daquele membro. O vermelho do batom da boquinha da Mandy começou a se apagar na medida em que ela envolvia o Gu.. mas deixava lá sua marquinha... deliciosamente estampado naquele membro gostoso...

Foi aí que ela parou um pouco, ergueu a cabeça e olhou pra mim... não disse nada, apenas sorriu maliciosamente, deu uma piscadinha, e me chamou com o dedinho... fui como um gatinho até o banco de tras, o Gu, já esperando o fato, apenas se ajeitou mais para o meio do banco, para que ficássemos os tres bem aconchegados...a visão era linda... aquela pica apontada pro alto, a Mandy segurando-a pela base, e chupando com volúpia. Parou de chupar e puxou minha cabeça pra sua boca.. beijei-a, e pude sentir o gosto do Gu naquela boquinha maravilhosa... ela se afastou, segurou minha cabeça e abaixou-a na direção do Gu, e caí de boca naquele membro delicioso... enquanto ela guiava, os dois travavam um beijo daqueles bem gostosos, bem lascivos... mas a sensação de chupar aquela pica deliciosa, ainda com o gosto da Manda, tendo por cima uma mãozinha pequena e delicada, era sensacional. Indescritível.

Só escrevo aqui um pouco do que sentia naquela hora tão prazeirosa. Aquele pau estava super duro, o meu também... mas a hora era do Gu, só ele tinha direito a este prazer naquele momento... e fiz o melhor que pude... descia com minha boca bem aberta quase até alcançar a base dele, depois subia, sem sugar... fazia isso pra que ficasse muito molhada e lubrificada... e o Gu ia à loucura... chupava os seios da Mandy, depois tornava a beijar, mas a partir daí também começou a segurar minha cabeça... quase fui ao delírio, pois agora duas mãos seguravam minha cabeça... a da Mandy e, por cima dela, com mais força, o Gu...minha boca ia e voltava naquela pica, com sofreguidão... a Mandy então pôs-se a segura-la na base, e a direciona-la pra minha boca e pro meu rosto... foi incrível o que ela fez então: batia com ela na minha face, dos dois lados...depois tornava a segurar minha cabeça p/ que eu a envolvesse até o talo... ai, que tesão!!!!

Ficava imaginando a ponta daquela pica batendo fundo na Mandy, e depois em mim... e quase gozei ali, sem precisar sequer me esfregar em nada... só pela sensação e pelas visões que tinha do que ainda faríamos... Mas não queríamos que o Gu gozasse ali... paramos aquele boquete sensacional e rumei para o primeiro motel que encontramos.

Mal entramos, e peças de roupas ficavam pelo chão.. como havia pedido à Mandy previamente, ela não tirou as botas... e era um espetáculo à parte vê-la nua em pelo, calçando aquelas botinhas lindas e sensuais... deitamos na cama, todos nus, e demos sequência ao maravilhoso boquete... o Gu no meio da cama, estiradão, e nós dois no meio dele, deitados de ladinho. Aí foi muito melhor, pois nós dois nos alternávamos naquela pica, e às vezes nossas linguas se cruzavam por entre aquele membro duro... sacanamente, a Mandy foi beija-lo e perguntou em qual boca ele queria gozar... claro que a resposta foi pra Manda... ela simplesmente afastou minha cara e fez exatametne aquilo que eu lhe havia ensinado: chupar uma pica sem sugar, com a boca aberta o suficiente pra fazer uma pressão leve... e o jato veio que veio... ele segurou-a com força, p/ que não escapasse, e ele gozou lá dentro com tudo... ela continuou a chupa-lo, agora pra que ele desse tudo de si... e veio ao meu encontro, para o beijo que ela havia prometido a mim... lambi cada centímetro daquela boquinha linda, e passei a lingua naquele rostinho meladinho...foi o primeiro round de muitos outros que se seguiriam naquela madrugada alucinante.

O Gu foi pra banheira, só pra se refrescar um pouco pro segundo round, e a Mandy e eu continuamos na cama... agora ela, de ladinho, prendia minha cabeça com suas coxas em sua xaninha... era a vez dela ter o mesmo tratamento... ela não se aguentava, já estava muito excitada com tudo o que fizera até então, e não demorou muito pra gozar na minha boca como fizera no avião.

O Gu, já recuperado, e pronto pra outra novamente, posicionou-se atrás dela, também de ladinho, e ficou encostando a ponta do pau nas coxas e no botãozinho da nossa gatinha... ela imediatamente segurou-o, mesmo por trás, em seus quadris e em uma de suas coxas, abriu mais sua perna, e direcionou o pau dele pra xaninha... é evidente que eu também ajudei... segurei-o pelas bolas, atrás do saco, e fui puxando o Gu pra mais perto da xana dela... ele a segurou fortemente pelos quadris, e quando já estava bem na entradinha, puxou-a com determinação pra sua pelvis... vi aquele pau entrando inteirinho naquela xaninha, e ela não precisou rebolar muito pra acomoda-lo... de tanto que estava excitada e molhada... mas o tesão era tanto que no que ele entrou com tudo, mas sem força, paulatinamente, ela foi fechando a coxa de cima na minha cara, e me prendendo a eles... o que aparecia do pau dele era um pedacinho perto do talo... estava totalmente encaixado nela...e ficou assim um tempão, os dois se beijando, e ele paradão ali... eu, que já estava no meio, não deixei por menos, e continuei a chupar o clit da Mandy... logo em seguida senti a maozinha delicada dela alisando com a ponta das unhas minhas costas... era ela pedindo pra não parar, pois a coisa estava só começando...

o Gu começou a se remexer na cama, e, segurando-a ainda pelos quadris, se movimentava dentro dela. No começo, lentamente... era como uma dança, bem sensual, ele não se movia entrando e saindo, mas, estando dentro, dando voltas completas com os quadris e com a pelvis... como que para que ela sentisse que a estava possuindo por inteiro... ele estava completamente dentro dela, mas mesmo assim queria que ela a sentisse em toda a extensão dele... isso durou um tempo, e logo depois, a pedido dela, ele começou a se movimentar da forma mais tradicional, isto é, bombando e socando de leve...

Enquanto isso rolava, eu continuava preso pelas pernas da Mandy, e chupava o clit dela e o saco do Gu... alisava com as pontas dos dedos as coxas daquela gata deliciosa, enquanto recebia dela um apertão cada vez mais determinado na minha nuca e nas minhas costas... era como se ela transmitisse um pouco da dor (se é que havia) que recebia do pau do Gu pra mim... como que a aliviasse. Isso me dava muito prazer, era um tesão sentir isso de uma gata como a Amanda... logo logo as estocadas se tornaram mais cadenciadas, mas ainda estava um ritmo lento.

A coisa tomou outra dimensão quando ela se colocou de quatro na cama, pra facilitar o trabalho do Gu. Eu também quase não precisei sair da minha posição, apenas fiquei mais livre por baixo da Mandy... ela não ficou de quatro totalmente, isto é, ficou quase deitada, com a xana colada na minha cara, que dava suporte aos dois... as estocadas do Gu começaram a ficar mais fortes, mais intensas, mais cadenciadas...algumas vezes o pau escapava pra minha boca, eu sugava com tesão e voltava a colocar no devido lugar... a Mandy rebolava o corpo, pra ter prazer da minha boca e pra dar prazer ao Gu... ele adorava cada momento, o pau dele entrava gostoso nela, e saia até a pontinha... ficava um tempo parado na entradinha e logo mais voltava a se enterrar totalmente... ele não aguentou, e gozou na xaninha da Mandy e na minha cara... ainda ficou um tempo encaixado nela, que já havia gozado umas duas vezes enquanto ele a bombava... Eu também gozei assim que recebi os jatos de porra quente do Gu... me punhetava enquanto ouvia o barulho das molas da cama, cada vez mais alto e mais ritimado... foi um tesão..

Ainda rolou varias transas naquela noite. Numa delas, enquanto o Gu mandava ver na Mandy, eu pude lamber apenas as botas da gata, e soprar no seu rostinho lindo pra refrescá-la do suor. Alias, era uma cena linda vê-la com os fios de cabelo presos ao seu rosto... o suor escorrendo pela face ruborizada, enquanto mordia levemente os lábios toda vez que ele, lá atras, fazia movimentos mais cadenciados e viris... ela mordia os lábios e sorria pra mim, nas poucas vezes em que abria os olhos pra se certificar de que eu ainda esta ali, presenciando o prazer que estava tendo de ter um gato tão gostoso, e com tanto fôlego...

Na noite seguinte, repetimos várias das loucuras da noite anterior, sendo que, lá pelas tantas, a Mandy veio me pedir o inevitável: que eu chupasse seu botãozinho, pois queria fazer sexo anal com ele... enquanto eu a chupava, o Gu, na frente dela, recebia um boquete maravilhoso da gata.

Mas, como sacanagem pouca é bobagem, ela mantinha um diálogo com o gato que, ao ouvir, quase deliro:

- Ele tá chupando seu cuzinho pra mim é?

- É, gato...ele tá chupando meu cuzinho, quero que vc meta bem gostoso nele... é só seu...

- Vai lá, viadinho, chupa este cuzinho e deixa bem molhado pra mim...

- Ai, Gu... o Ale tá trabalhando bem né? Vc não quer dar um presentinho pra ele não?

- Só se for minha pica....

- Ai, claro que é, vc pensou que fosse o que? Ele quer sua pica, mas é no cuzinho também...Vc quer, Ale... deixa ele meter em ti, vai... quero ver se ele é tão bom pra fazer anal como foi pra me comer todinha....

- Ai, Manda...vc sabe que to super afim dele, ne?

- disse isso já subindo nas costas da Manda, beijando-as e me aproximando do rostinho dela... ficamos nós dois assim,, deitados de bruços, chupando o pau do Gu.

A Mandy então ficou no lugar do Gu, e ele foi pra tras de mim...fiquei de quatro, com um travesseiro em baixo, e subi meus quadris, pra que ele pudesse se encaixar gostoso... ele se aproximou, deitado por cima de mim, e, antes que se erguesse apoiado nos joelhos na cama, ficou deslizando aquele membro na minha bunda... uau!!! Fui à loucura... receber aquela pica, que havia metido tanto na minha amiguinha, era um prazer enorme... literalmente!!

Fiquei rebolando naquela pica, e enquanto fazíamos isso, a Mandy abria as pernas na minha cara... dizia que eu tinha que chupa-la bem gostoso enquanto recebia aquela pica...sabia que o Gu tava já prontinho pra socar, mas ainda queria sentir toda a extensão daquele pau na minha pele, antes dele entrar... mas não foi possivel, pois logo ele posicionou seu pênis na minha entradinha... nessa hora relaxei bem, e foi só sentir ele penetrando, lentamente, suavemente... ele não tinha pressa, pois sabia que, por ser cumprido, ia demorar mesmo.

Mas foi incisivo, não parou um só instante enquanto não estivesse todo dentro. Eu dei abertura total, me expandi o maximo que pude, mas mesmo assim alguma dor sentia, que aumentava conforme ele ia entrando. Quando ele ainda estava no meio, a dor já era grande, quase desconfortável. Pra acalmar-me, e pra dar prazer a ele, rebolava o quanto podia, não só pra encaixa-lo mais ainda, mas pra que a dor cumprisse o papel de me dar prazer também.

E fazia tudo isso segurando nas coxas da Mandy... conforme sentia dor, eu arranhava com mais força as coxas dela, mas ela não permitiu... dava tapinhas nas minhas mãos e no meu rosto, e dizia que só tinha direito a chupa-la...se quisesse fazer o que ela fazia comigo, que fizesse com um travesseiro... e foi o que fiz, enquanto ele se enterrava em mim, mordi um travesseiro... mas só enquanto ele ainda estava entrando...

Assim que ele se encaixou totalmente em mim, ficou ainda um tempo lá dentro, parado, sem fazer nada. Pude controlar a dor, e aguentei legal...voltei a chupar a Mandy, e só de sentir novamente o gostinho daquela xaninha, misturada com o gosto do Gu, me fez ficar mais excitado ainda... logo o Gu começou a se movimentar dentro de mim... a princípio, como da primeira vez que comera a Mandy, dando voltas completas como uma dança sensual. Mas em seguida, começou a bombar com intensidade... ritimadamente, com precisão... ai, que delicia... estava sendo fodido pelo mesmo cara que fodera sem parar minha amiguinha... me sentia como uma amiga dela também, que dava prum gato sarado e tesudo...o pau dele entrava deliciosamente, de tão lubrificados que estávamos... a Mandy segurava minha cabeça com força, enquanto beijava o Gu... segurava com força nos bracos dele, e mandava me socar mais ainda..

.ai, o cara tava que tava, mandava ver gostoso, me arrombava, e eu achava ótimo.

Mas a Mandy queria ainda algo mais erótico e mais lascivo. Levantou-se, ficou de quatro, esticou bem as pernas pra cada lado, e foi descendo na cama, de bruços, de modo a ficar com o cuzinho pra cima, bem aberto, pra que eu o chupasse... entendi de imediato o que queria, e caí de boca naquele botãozinho que pedia por pica... mas antes queria uma lingua bem sacana pra deixa-la lubrificada... uau, a sensação foi demais, era incrível, estar levando toco de um cara tesudo, enquanto lambia a gata que receberia o mesmo garanhao também... nem preciso dizer que gozei como nunca naquela hora, entre as estocadas viris do Gu e o rebolado da Mandy na minha boca, abrindo e fechando aquele botãozinho que logo depois iria se abrir pro mesmo pau que eu estava recebendo... Uau, foi demais................

12.03.2009

OITAVO ANIVERSÁRIO DE CASAMENTO

Autor Desconhecido


 

Era nosso oitavo aniversário de casamento em plena quarta-feira; resolvemos ir ao cinema e depois um drink e só, sem esticadinhas, pois no outro dia teríamos que trabalhar, ainda bem que não muito cedo. ........Fomos ao Shopping Frei Caneca , lotado, saímos e fomos ao Espaço Unibanco, lotado também e como a outra sessão seria muito tarde, desistimos e fomos ao Pão com Manteiga da Haddock Lobo para lanchar e bebericar algo........ Pedimos uma tábua de frios e um vinho, ficamos conversando e sem percebermos a garrafa se esvaziou, pedimos outra e ficamos namorando. E o tempo foi passando. ..........Em uma certa hora, o garçom nos avisou que a cozinha estava fechando e se gostaríamos de mais alguma coisa, notamos que o bar estava quase vazio. .........Pedi a conta e Carla foi ao banheiro, quando voltou colocou algo no bolso da minha jaqueta. Saímos em direção do carro, tínhamos bebido muito e estávamos bastante altos, olhei para o relógio e vi que era mais tarde do que imaginávamos e as ruas estavam quase vazias. ........No meio do caminho algumas prostitutas se exibiam nuas ou quase nuas, excitada e embalada pelo álcool, Carla me falou em tom de ordem: "- Vem comigo que eu vou te mostrar uma coisa que você vai gostar!" ..........Percebi que a situação estava começando a esquentar. Deixei Carla uns dois metros à minha frente para poder observá-la por inteiro, tirei da sacola minha máquina fotográfica (trabalho com fotografia) e a segui........... Carla vestia uma saia preta, curta, de malha; uma blusa com botões na frente; meias 7/8 e sapatos de salto finos. Enquanto andava, ela começou a enrolar a saia na cintura deixando-a com um comprimento indecente, metade de sua bunda ficou à mostra. ............Tirei algumas fotos e Carla foi se exibindo ainda mais, abriu a blusa e começou a imitar as prostitutas que tinham ficado para trás. Seguimos por uma rua pouco iluminada sob a sombra das árvores, Carla tinha se transformado em uma perfeita puta de rua, andando devagar e rebolando sua linda bunda, poucos carros passaram e alguns ocupantes chegaram a mexer com ela que não deu atenção a eles. ............De repente um carro parou e a abordou perguntando o preço do programa. Continuei andando devagar apenas prestando atenção no que falavam. Ela parou, não muito perto da janela do carro deixando sua buceta completamente a mostra para o ocupante do carro (a calcinha ela tinha colocado em meu bolso antes de sairmos do bar) e disse que não estava disponível pois tinha sido contratada e estava indo encontrar seu cliente. O carro seguiu em frente e eu fui ao seu encontro para acalma-la............ Abracei-a e notei que seu coração estava disparado, passei a mão em sua buceta, que estava muito molhada; continuamos a andar mantendo uma distância de alguns passos entre nós. Em frente a uma casa comercial recuada da calçada, Carla parou e sensualmente tirou a blusa, o sutiã, a saia e jogou tudo no chão, ficou só de sapatos e meias e pediu para eu fotografá-la. .......Comecei a disparar a máquina apenas acompanhando seus movimentos: encostada na vitrine; na vaga de estacionamento da loja; deitada na calçada e correndo, atravessando a rua até a outra calçada. ..........Quando Carla atravessava a rua de volta ela parou no meio da rua, na parte mais iluminada e deitou sobre o asfalto, ficou de quatro, de frente, de bruços, todas as posições a que tinha direito, quando eu falei que o filme tinha acabado e que precisava colocar outro ela voltou para o recuo da loja e se vestiu novamente com a blusa e a saia em comprimento normal, aparentando uma mulher fina e recatada, nos beijamos e seguimos abraçados nos afastando do local pois o flash tinha chamado muita atenção sobre nós. ...........Peguei outro filme na sacola enquanto ríamos da loucura que fazíamos, Carla se lembrou que estávamos a menos de duzentos metros da Avenida Paulista e que muitas daquelas lojas possuíam seguranças noturnos que tinham visto tudo, fora as câmeras de vídeo, mas que não importava pois, sem se tocar, ela tinha chegado ao orgasmo quando se deitou no meio da rua só pela excitação de se exibir para mim. O carro estava parado em uma rua transversal, igualmente arborizada e deserta, colocamos a sacola de fotografia e sua bolsa no porta-malas. ........Carla tirou a saia e a blusa, jogou-os no banco e vestiu um casaco curto que estava no carro. A aventura ainda não tinha terminado............. O novo visual de Carla continuava belíssimo e incrivelmente indecente, mas agora menos vulgar, o casaco cobria sua bunda, mas deixava a renda da parte superior das meias a mostra. .........Carla se afastou do carro e me puxou para uma árvore próxima, ela já foi me agarrando, me beijando e chupando meu pescoço, sua língua entrou em minha boca como uma cobra, minha excitação aumentava e minha vontade era de encostá-la na árvore abrir seu casaco e penetra-la fundo mas como Carla estava no controle da situação e eu sabia que isso estava deixando ela cheia de tesão fiquei só esperando suas ordens. ............Ela parecia descontrolada, abriu minha camisa e minha calça foi abaixada até os meus joelhos, meu cacete duro e completamente babado ficou na altura de seu rosto, ela colocou ele na boca me levando a loucura, tirei toda a calça para ter mais liberdade de movimentos, olhei para sua buceta vi um liquido transparente escorrer como se sua buceta babasse. ..............O cheiro das árvores e da noite na cidade deixava essa nossa transa especial, quase como uma coisa mágica. Puxei-a para cima e me encostei na árvore. Abri seu casaco e olhei seus seios médios e muito empinados, caí de boca e suguei cada peito demoradamente, com muito tesão. ...........Não agüentando mais levantei Carla pela cintura e encaixei meu cacete duro no meio da buceta dela, Carla começou a gemer baixinho dizendo no meu ouvido que eu a estava estuprando, que meu cacete estava maior e mais duro do que de costume e que mesmo lubrificada parecia que ela estava sendo rasgada pelo meio, pedia para que eu a chamasse de putinha, cadela e vagabunda. .........Depois de alguns minutos bombando, tirei meu pênis de sua buceta, me abaixei e fiquei acariciando os lábios depilados de sua xana, sem nenhum pentelhinho para atrapalhar, passei devagar minha língua em seu clitóris para provoca-la e deixa-la ainda mais louca para receber novamente meu pênis duro em sua buceta. Carla se contorcia toda, e gemia. ...........Enquanto eu chupava sua buceta, metia o dedo em seu rabinho apertado, o que aumenta seu prazer e acelerava seu orgasmo, quando Carla gozou, ela não se controlou e começou a gemer mais alto, tive então que colocar minha mão em sua boca para que parasse de gritar, ela mordeu meus dedos e apertou minhas bolas puxando o meu cacete para dentro de sua buceta, com isso, meu pênis que já estava grande aumentou ainda mais de tamanho mas acabou entrando facilmente devido lubrificação interna, coloquei Carla de costas para a árvore e comecei a fazer penetra-la de maneira ritmada, socando minha pélvis contra a sua. ..........Com toda essa excitação quase nos esquecemos de onde nós estávamos por isso nem percebemos a aproximação de um carro que passou em baixa velocidade buzinando, assustado tirei meu cacete de dentro de Carla para poder reagir caso ele parasse, não parou. ...........Pude observar que era um carro com uns quatro ou cinco adolescentes, sendo que duas ou três eram garotas, fiquei mais tranqüilo e resolvi continuar o que eu estava fazendo. Tirei o casaco de Carla que ficou somente com os sapatos e meias, sua pele branca sob a luz de mercúrio dava um ar de filme dos anos 50, coloquei meu cacete que continuou duro, apesar do susto, em sua buceta e Carla cruzou as pernas em minhas costas fazendo movimentos para cima e para baixo. ..........Quando percebi que o gozo estava chegando, caminhei encaixado em Carla até o meio da rua, deitei no asfalto com Carla sobre mim e com meu pênis ainda dentro dela, Carla ficou cavalgando no meu pau até gozar novamente. ...........Quando gozei soltei um gemido muito alto e enchi sua buceta de porra, Carla se levantou com as meias todas desfiadas no joelho e andou uns 10 metros rodopiando pelo meio da rua totalmente satisfeita, e como última loucura pediu-me para recolher seu casaco e seus sapatos, entrar no carro e apanhá-la mais a frente na rua enquanto ela caminhava nua, foi o que eu fiz mas antes ainda tirei mais umas 20 fotos em seqüência dessa última caminhada da noite

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MINHA NINFETINHA

Conto escrito por Gato Gostoso


 

A História que vou contar é verídica, e ocorreu aqui em Sampa; e tenho 34 anos, cabelos e olhos castanhos, conheci a Jú em um chatt do Uol, em uma sala de encontros ocasionais, eu estava sem sono, e já eram duas horas da manhã de sábado para domingo, ela chegou e pediu para teclar comigo, e como estava teclando com mais duas meninas, já fui logo dizendo que eu estava a procura de uma cadelinha, uma gatinha bem putinha, que pudesse realizar a minha fantasia de ser chupado no carro em plena av. 23 de maio...e para minha surpresa ela falou que esta era a maior fantasia dela, a maior loucura que ela poderia realizar, e que adoraria ser a minha putinha. Imediatamente larguei as outras duas falando sozinha,, coloquei no só receber mensagens dela, e comecei a deixa-la maluquinha, teclando tudo que eu queria fazer com ela...e tudo que eu queria que ela fizesse comigo...eu deixei ela maluquinha...tanto que ela pediu o meu telefone, o que dei imediatamente, as 04:50 ela me ligou dizendo que estava se masturbando loucamente imaginando tudo que eu tinha escrito para ela...depois de uns 30 minutos de papo, ela disse que iria dormir, e que queira me encontrar na segunda feira depois do trabalho de qualquer maneira, ela trabalhava próximo a av. paulista e marcamos que eu pegaria ela em frente a uma loja do Mc Donald's, e como ela não teria desculpas para ir trabalhar toda arrumadinha, pois ela queria ir de mini saia, uma micro calcinha, e uma blusinha de alcinha. Naquele domingo, ela me mandou um e-mail apimentado e eu devolvi com outro mais forte ainda...onde eu descrevia com todos os permenores tudo que iria fazer com ela, mas tinha um probleminha, ela tinha só 17 anos, e não poderia leva-la a um motel, mas eu tinha outros planos. Na segunda feira, tomei um banho caprichado pela manhã, e desmarquei todos os compromissos que eu tinha na rua, pois não queria chegar a encontra-la com cheiro de suor...a noite demorou a chegar, as 18:30 sai do escritório e fui correndo para a av. onde havíamos marcado de nos encontrar, lá chegando, tive uma surpresa ela estava sentadinha na mureta em frente a loja, estava maravilhosa, e era lindinha, 1,65, 58 kg, cabelos e olhos castanhos bem escuros, seios médios durinhos, uma bundinha arrebitadinha, e uma boca carnuda...uma delicia de ninfetinha estava vestida como ela disse que iria, fiz a volta, e parei o carro em frente a ela...ela me olhou, abri o vidro e a chamei pelo nome, ela veio toda alegre...entrou me deu um beijinho no canto da boca, quase tocando meus lábios, e sai dali apressadamente, pois conforme combinamos, iríamos conversar um pouco antes para ver como seria o nosso entrosamento, pois afinal ela era virgem e queria sentir muito prazer, e realizar as suas fantasias sem perder a virgindade, sai dali indo em direção ao bairro em que ela disse que morava, conversamos bastante, mas não falamos nem um minuto em qq sacanagem, até que as 20:30 cheguei ao bairro onde ela morava e ao parar em um farol, perguntei o que ela tinha achado de mim...ela me olhou bem no fundo dos olhos e me deu um beijo de tirar o fôlego, quando a primeira buzina soou e tive que arrancar com o carro, ela jogou a cabeça no meu ombro e disse...respondido??....imediatamente comecei a alisar suas coxas e levantar a sua saia, pois ela tinha me dito que iria depilar a bucetinha inteirinha para facilitar o trabalho da minha língua...quando cheguei na calcinha ela já estava recostada inteira no banco com as pernas abertas, e eu dirigindo com um olho no transito e outro naquela ninfeta que estava morrendo de tesão, fui dirigindo para a Marginal Tietê e quando consegui chegar a calcinha para o lado e sentir nos meus dedos aquela bucetinha depiladinha não agüentei, tirei meu pau para fora da calça e falei...vem cá minha cadelinha...vem chupar o teu macho vem, ela não se fez de rogada, tirou o cinto e caiu de boca no meu pau, chupando como uma putinha profissional, hum...como estava gostoso, aproveitei e enquanto ela chupava, levantei a sua saia até a cintura, e soltei as alças da sua blusinha...ela me chupava e eu acariciava o seu rabinho...a sua bucetinha, entrei com o carro na marginal e ela se ajeitava melhor para os meus dedos explorarem mais e mais sua bucetinha virgem e seu rabinho gostoso...segui com o carro em direção a Guarulhos...e ela sempre com a boca no meu pau, começamos a passar ao lado dos caminhões na marginal e eu só dizia...isto minha putinha...chupa o teu macho....rebola esta bundinha gostosa que tem um caminhão ao nosso lado, e ela cada vez mais enlouquecida de tesão me chupava mais e mais, rebolando aquela bundinha durinha na minha mão. Eu não estava agüentando mais, aquela boca gostosa no meu pau, e pedi para ela parar e tirar a calcinha, ela arrumou-se no banco, tirou a calcinha e quando estava sentando a blusa sem as alças desceu até a cintura, deixando aqueles seios com os mamilos durinhos aparecendo, como eram lindos, médios, durinhos, gostosos, com os mamilos rosinha bem clarinho...lindos mesmo...ela começou a punhetar o meu pau e perguntou se a minha putinha estava aprovada...eu disse que pelo boquete que ela tinha feito até que já estava, mas que eu queria ela para minha putinha inteirinha, e que queria ver ela engolir a minha porra e depois empinar a bundinha para o meu pau entrar naquele rabinho virgem, ela imediatamente veio para cima de mim, me chupando nov/e e mandando eu encher a sua boquinha, como já estava quase em Guarulhos, resolvi voltar, pois ela tinha que estar em casa até as 22:30, peguei a primeira ponte e retornei para Sampa, com ela me chupando sempre, eu rodava na pista da direita e ela com a boca cheia no meu pau, eu passei saliva na mão, e comecei a tentar enfiar um dedinho no seu cuzinho que já estava piscando de tesão pelo meu pau, eu a chamava de minha cadela, de minha puta, de vadia, mandava ela chupar mais forte, mais fraco, mandava chupar s bolas, e ela bem cadelinha fazia tudo que eu mandava, até que eu comecei a colocar a ponta do dedo na bucetinha e outro forçava forte no cuzinho relaxado, mandava ela empinar a bunda, e numa das empinadinhas, meu dedo médio entrou inteirinho na sua bundinha, ela deu um gemido contido pelo meu pau na sua boca e começou a rebolar no meu dedo, mandava eu colocar mais, mandava eu colocar mais um pouco do dedinho na bucetinha (tinha que me conter um pouco pois ela era virgem) mas fazia tudo que ela pedia tb, quando vi já estava com 3 dedos naquele cuzinho e ela gemia alto no carro, nem sei como conseguia dirigir, foi quando senti que iria gozar logo e parei o carro em um dos acostamentos da marginal, e quando parei imediatamente a peguei pelos cabelos com a mão esquerda fazendo um vai e vem gostoso no meu pau, enquanto minha mão direita doía muito pela posição que estava, mas eu continuava a socar meu dedos naquela bunda gostosa, e um dedinho estava quase por inteiro na sua bucetinha, ela se contorcia como uma cobra e como o local não era apropriado e eu queria encher a sua boquinha, comecei a foder a sua boquinha forte, e ela gemia cada vez mais, até que aumentou o rebolado já de joelhos no banco, e começou a chupar furiosamente, e gritou que iria gozar enfiando meu pau inteirinho na boca, não agüentei e comecei a gozar alucinadamente, acho que nunca tinha sentido aquilo tudo, talvez pelo lugar, pela sua boca, nem sei mas gozei e ela quase que engasgou, pois começou a gozar junto comigo e a minha esporrada tinha sido muito forte, tanto que ela não conseguiu engolir tudo e um pouco escorria pelo canto dos seus lábios, e um pouco escorreu na minha calça, ela limpou a boca com os dedos e eu peguei a sua mão e a fiz colocar aquele resto de porra a boca, chupando o dedo, eu tirei meu dedos lentamente do seu rabinho e da sua bucetinha, e ela sentou no banco, com as pernas tremendo, só dizia que tinha sido demais, que nunca tinha imaginado que poderia ser tão gostoso, sai dali imediatamente pois era meio perigoso, enquanto dirigia a caminho de um drive-in, puxei sua cabeça para o meu ombro, e ela só murmurava o quanto eu era gostoso, já pegando nov/e no meu pau que estava duríssimo, sai da marginal e em frente ao campo de marte entrei no primeiro drive que conhecia, e mal parei o carro no box já fui jogando o banco para trás e baixando o encosto, metendo um beijo naquela boca gostosa que estava até com um gostinho de porra ainda, mas estava muito bom, fui tirando a sua roupa todinha, deixei-a nuazinha, e cai de boca naquela bucetinha linda, há, como chupei enquanto chupava ia metendo um, dois, três dedinhos naquele cuzinho guloso, ela rebolava na minha boca, prendia minha cabeça com as mãos, como querendo enfiar minha língua mais para dentro ainda, ela começou a gozar descontroladamente, e me soltou, pois estava totalmente mole, eu fui virando o seu corpo, para deixar aquela bundinha virada para mim, mas dentro do carro era apertado, abri a porta e sai, fazendo a volta no carro, abri a sua porta e a puxei para fora, hum...que delicia aquela ninfetinha nua ao lado do meu carro, a empurrei contra o banco e fiquei lambendo os seios, brincando com a bucetinha, alisando o cuzinho, ela pegava meu pau com vontade, e gemendo dizia que me queria inteirinho dentro dela, eu a virei e roçava meu pau no seu rabinho, ela rebolava, eu beijava e mordia o pescoçinho, e ela pedia...mete na tua putinha, mete...eu só dizia que putinha era para ser fodida quando o macho queria, e mandava ela implorar pelo meu pau, ela pedia, pedia, virou para mim, e escorada no carro pegou o meu pau e roçava na bucetinha depiladinha...estava delicioso, peguei uma camisinha no porta luva, e voltei a carga, com meu pau protegido, comecei a pincelar aquela buceta gostosa e virgem, mas o nosso combinado era de que eu tiraria a virgindade do rabinho, e lembrando disto, a virei com a bunda para mim, mas ela percebendo minhas intenções já foi logo dizendo que queria tudo naquela noite, queria meu pau em todos os seus buracos, eu me debrucei nas suas costas e perguntei se tinha certeza disto, ela virou o rosto e me deu um beijo cheio de tesão, dizendo que tinha mais que certeza, me abaixei ao seu lado e abrindo a bundinha coloquei minha língua direto bem no meio do cuzinho, ela estremeceu, rebolou, e gritou...me come meu macho...aquilo foi mais que uma ordem, cuspi na mão e enxarquei aquele cuzinho, pois não queria que ela sentisse nada mais do que prazer, encostei a cabeça do pau no cuzinho e fui forçando lentamente, com as mãos eu abria a bundinha para facilitar ainda mais a penetração, ela ia rebolando lentamente para me ajudar, gente quando passou a cabeça ela deu um gemido alto e perguntei se estava doendo, ela disse que estava doendo mas que o prazer estava maior, foi quando alcancei a bucetinha e comecei a acariciar lentamente o clitóris que estava inchadinho de tanto tesão, quando o pincei com os dedos, ela deu uma abridinha na bunda e enfiei mais um pouco, estava uma batalha para entrar, mas estava entrando lentamente, bem lentamente, e ela suspirava, gemia...eu só sussurava no ouvidinho dela...esta gostando minha putinha, heim minha cadelinha, esta gostando?? Rebola para o teu macho vai...para que, foi falar isto e ela empurrou a bunda para trás, fazendo com que meu pau entrasse inteirinho naquela bundinha durinha...ela gemeu alto e caiu sobre o capô do carro, fiquei parado para ela acostumar com o volume do meu pau no rabinho, sempre acariciando o clitóris, ela dava pequenas apertadas no meu pau com os músculos da bunda, nossa estava muito gostoso...quando empalmei sua bucetinha inteirinha, enfiando um dedo quase inteiro ela levantou, colocando as duas mãos no capô olhou para mim, e disse...vem meu macho...fode a sua putinha...nem precisou falar duas vezes, comecei um lento movimento de vai e vem, e ela começou a gritar, a gemer, pois meus dedos na sua bucetinha e no clitóris a estavam deixando louquinha...enfiei fundo, fazendo meus pentelhos grudarem na sua bunda, bem na hora em que ela empinava a bunda....ela estremeceu, pensei que iria cair, a imprensei contra o carro e fui metendo cada vez mais fundo e forte, ela disse, vai meu gostoso, mete que vou gozar, ai, mete que estou gozando, fui o mais fundo que podia, e a putinha começou a rebolar no meu pau feito uma louca, gemia, gozava, gritava, empurrava a bunda para mim, até que gozou forte pela segunda vez com o meu pau dentro do rabinho e caiu sobre o carro, eu parei de meter, e deixando meu pau no seu rabinho, me debrucei nas suas costas e perguntei se estava tudo bem...ela disse....esta maravilhoso, meu cuzinho esta queimando de tanto meter, de tanto tesão, mas quero ver vc gozar nele, vai meu gatinho...goza em mim, me arromba inteirinha...nem precisou dizer isto, coloquei sua mão na bucetinha e disse para ela...brinca aqui para o teu macho ver, vai minha putinha, faz como vc faz no banho, ela começou a masturbar a bucetinha, e eu peguei aquela bunda e comecei a meter furiosamente, meu suor escorria do rosto, mas estava delicioso meter naquele rabinho, ela rebolava feito uma vadia, feito uma cadela, e eu metia e metia, cada vez mais forte, seu gemidos e gritos acho que eram ouvidos por todo o drive-in, mas eu nem ligava, eu a peguei e virei, invertendo fiquei escorado no carro, segurando na sua cintura e falei, agora rebola no meu pau que o teu macho quer gozar, mas quero gozar junto com vc,...vai putinha rebola....gente ela me deu uma bundada tão forte que rompeu suas últimas préguinhas, estava todo enfiado naquele cuzinho, e estava adorando ela rebolava, gemia, disse que iria gozar e intensifiquei as metidas, a posição era incomoda, mas eu metia fundo e forte, peguei a sua bucetinha pela frente e quanto enfiei um pouco de dois dedos, senti ela estremecer e dizer no meu ouvido, me fode que estou gozando, vai meu puto, vem meu macho...meti fundo, enterrando meu pau inteirinho e senti ela estremecendo de gozo, acelerei as metidas e gozei quase junto com ela, gozei tanto que minhas pernas tremiam, fiquei assim engatado uns cinco minutos, esperando o pau amolecer um pouco para poder tirar se machuca-la, ela descansava com o pau no rabo encostada em mim, suas pernas tremiam, fui tirando o pau e quando saiu inteiro, ela simplesmente caiu sobre mim, virou e me abraçou, me dando um beijo maravilhoso, segurando firme a levei para dentro do carro, ela estava completamente suada, molhada mesmo, com olheiras, e já estava perto da hora de leva-la para casa, ela ficou uns minutos se recobrando e pegando no meu pau, tirou lentamente a camisinha para mim, o pau todo melado, e ela olhando, eu disse, vem minha cadelinha, deixa ele limpinho, deixa...ela jogou a camisinha no chão, e pegando meu pau pela base, enfiou-o inteirinho na boca...imediatamente ele deu sinal de vida, e ela lambendo ele inteirinho só me dizia, depois eu quero ele na minha bucetinha, quero ele inteirinho dentro de mim....Mas esta parte eu conto no próximo conto, pois somente pude realizar a sua vontade no dia seguinte, pois seus pais a esperavam em casa.... ..Ainda ficamos juntos durante mais três meses, onde explorei todos os lugares daquele corpinho gostoso.


 

12.01.2009

SWING COM A NAMORADINHA TÍMIDA

AUTOR DESCONHECIDO


 

" Eu estava namorando a pouquíssimo tempo com uma mistura de garota com menina ,20 anos, seu nome era Vanessa e tinha um dos mais belos par de coxas que eu já havia visto em minha vida, um motivou que ajudou muito a iniciar um compromisso firme. O sexo já era uma constante, porém não saia do clássico papai-mamãe, o que me deixava meio frustrado sexualmente por não conseguir algo mais ousado daquele avião que havia pousado em meu campo de pouso até que modesto. ................

Em todos os nossos encontros amorosos, a maioria em motéis, eu aumentava o grau de sacanagem, de vez em quando enfiando um pouquinho um dedo no cuzinho dela, outras vezes variando as posições, mas nada que deixasse completamente saciado meu voraz apetite sexual e que ela aceitasse de imediato.

Contudo, num feliz dia, saimos eu, ela e um casal de amigos que já nos acompanhava em vários encontros. Marcos e Flávia eram muito extrovertidos e sempre nos relatavam suas novas aventuras na cama, o que me deixava uma mistura de inveja e Tesão.

Depois de umas doses de licor de amarula a mais num bar que sempre frequentávamos, as meninas resolveram que não queriam mais ficar no bar e que só nos restava ir a um motel.

Marcos advertiu que estávamos em apenas um carro, mas todos na empolgação nem ligaram e decidimos em unanimidade ir juntos já que não tinhamos nenhum segredo quanto a isso. Chegando ao local ficamos em dois quartos vizinhos começando cada um com seu respectivo parceiro em seus devidos quartos. Vanessa, já não tão desinibida, para minha surpresa já foi abaixando minha calça e mordendo meu membro por cima da cueca. Eu esperando o que ia acontecer na primeira vez em que eu a via bebendo aguardava. Ela foi tirando a blusa e eu, parado, esperando sua iniciatia. Na sequência foi tirando o que restava de sua roupa ao mesmo tempo em que ia mamando em mim, coisa que ela nunca tinha sequer cogitado fazer. Do outro quarto já podíamos ouvir os gemidos de Flávia o que me deixava cada segundo mais excitado. Não resistindo mais, falei para Vanessa chamar os dois para vir ao nosso quarto, ela disse que mesmo tendo bebido não teria toda essa coragem e que eu estava estrapolando. Resolvi ligar mesmo assim com certa resistência de Vanessa e fiz o convite aos dois que mesmo surpresos gostaram da idéia. Ela ficou nervosa e colocando de volta a roupa disse que não ia fazer nada mais, que estava com medo e com muita vergonha. Enquanto eu ia tentando acalma-la, batem na porta os dois. Eu imediatamente abri.

Marcos me chamou para conversarrnos, Flávia foi entrando enquanto ele perguntava se iríamos trocar os casais sem problemas. A idéia exercitava minha imaginação e eu dei resposta afirmativa dizendo que não haviam regras para o que podia acontecer.

Quando entramos no quarto estavam as duas safadinhas peladinhas se roçando e jogando licor de amarula sobrre os seios e se lambendo inteirinhas. Nunca senti meu membro tão duro. Marcos foi pegando Vanessa nos braço levando-a para a hidromassagem e deixando eu e Flávia de frente um para o outro. Não perdendo um minuto subi na cama de joelhos e fui saboreando o licour que vazava do biquinho do seio dela, cada sugada gerava novos gemidos que iam aumentando. Em seguida peguei a garrafa do licour e fui derramando pela minha barriga ordenando que ela bebesse tudo o que vazava pelo meu pênis, o que a deixou mais empolgada.

Resolvemos dar um tempo e ir ao banheiro ver como estava a hidromassagem, me deparei com uma cena inesperada, Vanessa estava completamente sentada sobre o membro de Marcos que já gozava pela terceira vez consecutiva. Eles nos convidaram para entrar na banheira que por sinal era grande e cabia folgadamente os quatro.

Entrei primeiro e Flávia se posicionou para sentar com as pernas bem abertas sobre minha vela acesa. Começamos um movimento frenético que só parou quando inundei sua gruta com uma imensa quantidade de porra. Em seguida ordenei que ficasse de quatro e num único movimento entrei sem pedir licença naquele cuzinho piscando para mim e disse ao namorado dela que is retribuir na namorada dele tudo o que havia judiado da minha, e nas primeiras 3 estocadas ela chorou de dor mas dizendo para não parar e pedia para o namorado penetra-la pela frente.

Vanessa, já completamente desinibida, olhava tudo excitada e se masturbava como quem pedia para ser a próxima. Flávia, Marcos e eu gozamos várias vezes seguidas juntos até que ela disse não aguentar mais e pediu para ficar no lugar de Vanessa e ver a sacanagem que íamos fazer com ela. Eu ainda em ponto de bala peguei-a e disse em seu ouvido que sabia que ela se fazia de santa mas que na verdade era uma puta barata e que nós íamos sangrar seu cuzinho que já se recuperava das envestidas de Marcos.

Posicionei-a e como com Flávia, e de uma só vez entrei nela arrebentando todas as preguinhas que sobrarm naquele buraquinho quente e apertado.

Marcos por sua vez do mesmo modo investiu na outra cavidade enquanto ordenava a Flávia que posicionasse o cuzinho para ser lambido por minha namorada. Marcos mordia os seios de Vanessa a ponto de arranca-lhe gemidos de dor e só paramos quando nossos corpos não se aguentavam mais naquela posição e a potranquinha pedia arrego.

Deitamos os quatro na cama de casal ainda aproveitando as trocas para umas sacanagens finais e terminamos a noite com a promessa de que haveriam várias iguais no futuro.


 

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FLAGRADA

AVENTURAS DE ALENA

Escrito por Alena - billvaleybr@netscape.net


 

Olá pessoal, conforme prometido aqui estou eu .

Bem, depois daquela experiência com o executivo amigo do namorado de minha mãe ( quando eu tinha 17 anos ) eu fiquei mais ligada em sexo com homens.

E ai acabei fazendo algumas besteiras (risos).

Bem eu passei a reparar mais e estar mais disposta a ter alguns casos.

Ainda no 3o. colegial havia um garoto do colégio que me chamava a atenção, ele também tinha 17 anos e depois de nos conhecermos ficávamos naquelas brincadeirinhas cheias de insinuações.

Ai teve um dia de aula extraclasse onde fomos a um sítio participar de uma série de atividades recreativas e lúdica com um grupo de monitores.

O sítio era nas imediações da cidade e por isso alguns pais levaram os filhos de carro e outros , como eu , foram num ônibus alugado pela empresa.

O grupo de monitores ( 2 rapazes e 3 garotas ) eram bem divertidos e eu , que inicialmente estava achando a idéia um saco, passei a gostar das atividades.

Já no final da tarde liberam os alunos para atividades livres como futebol, volei, caminhada, o que quisessem mas só por 45 minutos pois seria o tempo de saída do ônibus e também o horário informado aos pais que iriam buscar os filhos de carro.

O garoto que mencionei me chamou então para caminhar um pouco, como eu não estava afim de jogar vôlei aceitei.

Fomos entrando numa mata seguindo uma trilha.

Depois de uns 2 minutos andando ele parou e me beijou na boca. Não estava esperando mas retribui.

Seguimos nos amassos e ai ele tirou minha blusa e meu sutiã e me deixou só com o short da escola.

Ele sugou e lambeu meus seios , às vezes forte de mais mas eu fui sentindo prazer.

Ai nos acomodamos no chão que era um misto de grama com mato mas não estava muito alto, terminamos de nos despir e ele já veio para cima querendo me penetrar ( pois é , garotos são assim ).

Eu disse que queria ser chupada pois ainda estava bem sequinha.

Ele começou então a lamber minha xaninha mas logo vi que ele não tinha prática alguma pois fez isto de forma muito atrapalhada e parece que ficou com um pouco de nojo.

Ele ficou lá apenas alguns minuto e voltou a investir para me penetrar.

Eu abri mais as pernas e ele veio, no mesmo instante pensei "Meu Deus, sem camisinha " . Mas ai já era tarde, como disse no início fiz algumas besteiras.

Ele me penetrou e começou a socar , no começo foi incômodo mas com 1 minuto já estava um pouco gostoso.

Ele não fazia mais nada, não me beijava, não me acariciava, não me olhava. Ele se concentrava em ficar olhando o caralho dele entrar e sair da minha bucetinha.

Eu então falei , "Não goze dentro de mim, goze nos meus seios " .

Ele bombou mais alguns minuto e depois tirou e ja ia começar uma punheta quando eu disse "Espera " .

O garotinho não tinha a menor idéia do que era uma espanhola mas eu consegui guiá-lo até ter seu penis entre meus seios e começar o vai e vem.

Como já havia percebido que não iria receber mais nada daquele garoto eu mesmo comecei a me masturbar, colocando os dedos em minha xaninha.

O garoto começou a bufar e a gozar , o 1o. jato saiu forte e bateu em meu queixo, ele se levantou um pouco e direcionou o penis para o meio de meus seios e lá soltou o segundo jato.

Neste mesmo instante escutamos : " Mas o que é isso ??? "

Atrás de nós um dos monitores olhava espantada a cena.

Em segundos o garoto pegou suas roupas e saiu correndo sem falar nada.

Eu fiquei ali , nua, deitada no chão, toda melada de porra.

O monitor falou : " Alena , como você pode fazer isso ? Devia ser mais responsável, ter mais respeito para com você mesma."

Eu não sabia o que dizer e também não queria inventar nenhuma desculpa.

Eu só consegui balbuciar : "Você tem razão, eu errei " .

O monitor então falou : "Vista apenas teu short para não sujar sua blusa, vou buscar uma toalha e te levar para o alojamento para você tomar um banho. Você veio no ônibus da escola ? "

Eu respondi que sim .

O monitor respondeu : " Eu vou liberar o ônibus e falar que sua mãe virá buscá-la . Depois a gente vê como você irá para casa . "

Em minutos ele voltou com uma toalha, antes de entregar-me olhou por alguns segundo em meus seios, mas acho que se lembrou que ali ele era um monitor e esqueceu seus instintos de homem.

Andamos por apenas uns 5 minutos para chegarmos à sede do sítio onde havia várias suites pois os monitores dormiriam lá já que na manhã seguinte receberiam um grupo de alunos de outra escola.

No caminho fui reparando nele, o que não havia feito durante as atividades do dia. A única coisa que me lembrava era que ele era o monitor mais sério, o que menos fazia piadinhas ou brincadeiras.

Devia ter uns 30 anos, era um pouco mais baixo que eu. Tinha um bronzeado claro e olhos verdes.

Chamou-me atenção as coxas, eram bem torneadas.

Entramos na suite dele e ele me mostrou o banheiro para eu banhar.

O banheiro não tinha porta e ai ele foi lá para a frente da suíte e me disse para me vestir quando terminasse.

Eu comecei a tomar meu banho e delá da frente da suite ele perguntou :

"O garoto é seu namorado ? "

Eu falei : " Não, somos colegas, foi estupidez minha ter feito aquilo. Eu sequer senti prazer " .

O monitor continuou : " Mas foi sua 1a. vez ? "

Eu respondi : " Não , se minha 1a. vez tivesse sido assim acho que teria desistido de sexo , felizmente foi bem melhor. Na realidade , esta foi a 1a. transa da qual me arrependi , todas as outras foram deliciosas. "

O monitor ficou surpreso : " Nossa, falando assim parece que você é bem experiente "

E continuou : " bem , você tem como ligar para sua mãe para ela vir buscá-la ? "

Eu respondi : " Tenho, mas acho que se tiver como alguém chamar um taxi para mim será melhor, pois minha mãe pode demorar muito a chegar."

Ele apenas concordou : "Ok."

Num momento eu falei : " Aiiii, acho que acabei arranhando minhas costas "

Ele então falou de onde estava : " É possível, ali onde você deitou tem raízes de árvore e pedra. Curioso que não tenha sentido nada na hora . "

Eu respondi : " Ah, você sabe como é, quando a gente tá excitada esquece um pouco da dor "E emendei : " Você não pode vir lavar minhas costas ? "

Ele então respondeu com a voz surpresa : " Alena , é melhor não, depois que você terminar eu dou uma olhada . "

Eu insisti : " Ah não tem nada de mais, eu fico de costas, você só vai ver meu bumbum , por favor ? "

Ele cocordou : "Ok, mas vou ser bem rápido".

Eu fiquei de costas para a entrada do banheiro e por sobre meus ombros lhe entreguei a esponja.

Ele foi passando a esponja timidamente em meus ombros e até no meio das costas.

Eu então, com a mão, mostrei o fim das costas onde começava o contorno de meu bumbum e falei : "Aqui também"

Ele hesitou por alguns instantes mas acabou levando a esponja até lá.

Eu estava decidida a tentar com ele conseguir o prazer que não havia conseguido com o pirralho e quando ele terminou de ensaboar minhas costas e me extendeu a esponja dizendo pronto , eu me verei e olhando dentro dos olhos dele disse : "Não quer fazer o serviço completo ? "

Seus olhos saltaram ao ver meu corpo nu em sua frente, ele hesitou por alguns instantes e tentou balbuciar alguma coisa mas eu logo já estava beijando sua boca e encostando meu corpo molhado no dele.

Ele então foi tomado de desejo e retribuiu-me o beijo e apalpou minha bunda.

Ele me levou para a cama e começou a beijar todo o meu corpo , começou pelo pescoço e foi descendo.

Em meus seios ele deu uma atenção especial, ele ficou fazendo círculos com a língua da base até meus mamilos que estavam duros de tesão.

Ele continou me beijando na barriga e passou para minhas coxas .

Ele me causou arrepinhos a percorrer com a língua toda a extensão de minhas coxas até meus pés, fez isso em cada uma das pernas repetidas vezes.

Eu já estava mais que excitada, a água sobre meu corpo já havia secado mas minha bucetinha estava completamente encharcada por meu melzinho.

Ele então pediu-me para ficar de quatro e começou a me devorar por trás.

Ahhhhhh, eu via estrelas com aquilo, tamanho o prazer que me proporcionava.

Ele vasculhava cada centímetro de minha bucetinha e enchia a boca com os fluídos que eu ia produzindo, em seguida ele vinha lambendo minhas costas, soltando aquele creme até minha nuca e terminava me fazendo provar de meu gosto num beijo longo e intenso onde nossas linguas travavam uma verdadeira batalha.

Na terceira vez que ele fez isto eu explodi num gozo fantástico e expeli ainda mais "mel" em sua boca e desta vez ele engoliu tudo.

Ele que até então havia tirado só a camiseta, livrou-se de sua bermuda e foi correndo até sua mochila , pegou uma camisinha e vestiu seu pênis com ela.

Ele voltou e eu ainda estava de quatro aguardando ser penetrada. Ele veio e começou a pincelar seu penis em minha bucetinha e com as mãos alisava minha bunda e minhas coxas.

Eu louca de tesão jogava meu corpo de encontro ao dele para sentir aquela vara dentro de mim mas ele se esquivava, provocando-me ainda mais.

Ele continou com o castigo até eu dizer : " Por favor me come vai, estou explodindo de tesão "

Eu já estava tão ensopada que o penis dele entrou fácil em minha buceta, assim que o senti comecei a rebolar me preparando para outro orgasmo.

Ele também passou a bombear forte e chegava a tirar completamente o pênis de minha buceta para em seguida enterrá-lo novamente de uma só vez, isso me dava enorme prazer.

Ele também estava a ponto de explodir e ai resolvemos mudar de posição para prolongar um pouco mais nosso prazer.

Ele se deitou e eu fui para cima , de frente para ele comecei a me abaixar e levantar vendo o cacete entrar e sumir dentro de mim para depois sair completamente.

Eu inicialmente fui cavalgando assim, lentamente, sentindo cada centímetro daquele cacete entrar em xaninha.

Eu fui aumentando o ritmo para sentir o cacete entrar cada vez mais forte em mim, ele também, já mais que excitado levantou seu dorso e passou a lamber e chupar meus seios.

Ele movimentava sua lingua freneticamente em meus mamilos que estava duros como pedra e a cada lambida meu corpo todo estremecia.

Quando o orgasmo dele estava se aproximando ele apalpou minha bunda e com um dedo massageou meu cuzinho colocando metade de um dedo dentro dele.

Isso me deu tanto prazer que logo atingi meu segundo orgasmo e desabei sobre o cacete dele.

Ele ainda ficou me levantando pela bunda por uns dois minutos até que gozou, urrando como um animal.

Eu então desabei na cama e ele ainda teve ânimo para ficar beijando minhas costas e minha nuca, provocando-me gostosos arrepios.

Quando olhamos no relógio já eram 6:15 e eu me levantei pois tinha que ir embora.

Tomei novo banho mas neste ele pode ensaboar todo meu corpo e ainda tiramos alguns sarrinhos.

Ele olhou fora da suite para ver se havia alguém pois seria complicado explicar porque eu estava ali na suite dele.

Então seguimos até o carro dele e ele me deixou perto de casa, já às 7:15 da noite.

Quando cheguei minha mãe já estava preocupada mas consegui tranquilizá-la rapidinho.

Pois é pessoal foi assim que se deu o flagra comigo.

Agora espero histórias de vocês. Beijos Mil, Alena