12.01.2009

SWING COM A NAMORADINHA TÍMIDA

AUTOR DESCONHECIDO


 

" Eu estava namorando a pouquíssimo tempo com uma mistura de garota com menina ,20 anos, seu nome era Vanessa e tinha um dos mais belos par de coxas que eu já havia visto em minha vida, um motivou que ajudou muito a iniciar um compromisso firme. O sexo já era uma constante, porém não saia do clássico papai-mamãe, o que me deixava meio frustrado sexualmente por não conseguir algo mais ousado daquele avião que havia pousado em meu campo de pouso até que modesto. ................

Em todos os nossos encontros amorosos, a maioria em motéis, eu aumentava o grau de sacanagem, de vez em quando enfiando um pouquinho um dedo no cuzinho dela, outras vezes variando as posições, mas nada que deixasse completamente saciado meu voraz apetite sexual e que ela aceitasse de imediato.

Contudo, num feliz dia, saimos eu, ela e um casal de amigos que já nos acompanhava em vários encontros. Marcos e Flávia eram muito extrovertidos e sempre nos relatavam suas novas aventuras na cama, o que me deixava uma mistura de inveja e Tesão.

Depois de umas doses de licor de amarula a mais num bar que sempre frequentávamos, as meninas resolveram que não queriam mais ficar no bar e que só nos restava ir a um motel.

Marcos advertiu que estávamos em apenas um carro, mas todos na empolgação nem ligaram e decidimos em unanimidade ir juntos já que não tinhamos nenhum segredo quanto a isso. Chegando ao local ficamos em dois quartos vizinhos começando cada um com seu respectivo parceiro em seus devidos quartos. Vanessa, já não tão desinibida, para minha surpresa já foi abaixando minha calça e mordendo meu membro por cima da cueca. Eu esperando o que ia acontecer na primeira vez em que eu a via bebendo aguardava. Ela foi tirando a blusa e eu, parado, esperando sua iniciatia. Na sequência foi tirando o que restava de sua roupa ao mesmo tempo em que ia mamando em mim, coisa que ela nunca tinha sequer cogitado fazer. Do outro quarto já podíamos ouvir os gemidos de Flávia o que me deixava cada segundo mais excitado. Não resistindo mais, falei para Vanessa chamar os dois para vir ao nosso quarto, ela disse que mesmo tendo bebido não teria toda essa coragem e que eu estava estrapolando. Resolvi ligar mesmo assim com certa resistência de Vanessa e fiz o convite aos dois que mesmo surpresos gostaram da idéia. Ela ficou nervosa e colocando de volta a roupa disse que não ia fazer nada mais, que estava com medo e com muita vergonha. Enquanto eu ia tentando acalma-la, batem na porta os dois. Eu imediatamente abri.

Marcos me chamou para conversarrnos, Flávia foi entrando enquanto ele perguntava se iríamos trocar os casais sem problemas. A idéia exercitava minha imaginação e eu dei resposta afirmativa dizendo que não haviam regras para o que podia acontecer.

Quando entramos no quarto estavam as duas safadinhas peladinhas se roçando e jogando licor de amarula sobrre os seios e se lambendo inteirinhas. Nunca senti meu membro tão duro. Marcos foi pegando Vanessa nos braço levando-a para a hidromassagem e deixando eu e Flávia de frente um para o outro. Não perdendo um minuto subi na cama de joelhos e fui saboreando o licour que vazava do biquinho do seio dela, cada sugada gerava novos gemidos que iam aumentando. Em seguida peguei a garrafa do licour e fui derramando pela minha barriga ordenando que ela bebesse tudo o que vazava pelo meu pênis, o que a deixou mais empolgada.

Resolvemos dar um tempo e ir ao banheiro ver como estava a hidromassagem, me deparei com uma cena inesperada, Vanessa estava completamente sentada sobre o membro de Marcos que já gozava pela terceira vez consecutiva. Eles nos convidaram para entrar na banheira que por sinal era grande e cabia folgadamente os quatro.

Entrei primeiro e Flávia se posicionou para sentar com as pernas bem abertas sobre minha vela acesa. Começamos um movimento frenético que só parou quando inundei sua gruta com uma imensa quantidade de porra. Em seguida ordenei que ficasse de quatro e num único movimento entrei sem pedir licença naquele cuzinho piscando para mim e disse ao namorado dela que is retribuir na namorada dele tudo o que havia judiado da minha, e nas primeiras 3 estocadas ela chorou de dor mas dizendo para não parar e pedia para o namorado penetra-la pela frente.

Vanessa, já completamente desinibida, olhava tudo excitada e se masturbava como quem pedia para ser a próxima. Flávia, Marcos e eu gozamos várias vezes seguidas juntos até que ela disse não aguentar mais e pediu para ficar no lugar de Vanessa e ver a sacanagem que íamos fazer com ela. Eu ainda em ponto de bala peguei-a e disse em seu ouvido que sabia que ela se fazia de santa mas que na verdade era uma puta barata e que nós íamos sangrar seu cuzinho que já se recuperava das envestidas de Marcos.

Posicionei-a e como com Flávia, e de uma só vez entrei nela arrebentando todas as preguinhas que sobrarm naquele buraquinho quente e apertado.

Marcos por sua vez do mesmo modo investiu na outra cavidade enquanto ordenava a Flávia que posicionasse o cuzinho para ser lambido por minha namorada. Marcos mordia os seios de Vanessa a ponto de arranca-lhe gemidos de dor e só paramos quando nossos corpos não se aguentavam mais naquela posição e a potranquinha pedia arrego.

Deitamos os quatro na cama de casal ainda aproveitando as trocas para umas sacanagens finais e terminamos a noite com a promessa de que haveriam várias iguais no futuro.


 

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FLAGRADA

AVENTURAS DE ALENA

Escrito por Alena - billvaleybr@netscape.net


 

Olá pessoal, conforme prometido aqui estou eu .

Bem, depois daquela experiência com o executivo amigo do namorado de minha mãe ( quando eu tinha 17 anos ) eu fiquei mais ligada em sexo com homens.

E ai acabei fazendo algumas besteiras (risos).

Bem eu passei a reparar mais e estar mais disposta a ter alguns casos.

Ainda no 3o. colegial havia um garoto do colégio que me chamava a atenção, ele também tinha 17 anos e depois de nos conhecermos ficávamos naquelas brincadeirinhas cheias de insinuações.

Ai teve um dia de aula extraclasse onde fomos a um sítio participar de uma série de atividades recreativas e lúdica com um grupo de monitores.

O sítio era nas imediações da cidade e por isso alguns pais levaram os filhos de carro e outros , como eu , foram num ônibus alugado pela empresa.

O grupo de monitores ( 2 rapazes e 3 garotas ) eram bem divertidos e eu , que inicialmente estava achando a idéia um saco, passei a gostar das atividades.

Já no final da tarde liberam os alunos para atividades livres como futebol, volei, caminhada, o que quisessem mas só por 45 minutos pois seria o tempo de saída do ônibus e também o horário informado aos pais que iriam buscar os filhos de carro.

O garoto que mencionei me chamou então para caminhar um pouco, como eu não estava afim de jogar vôlei aceitei.

Fomos entrando numa mata seguindo uma trilha.

Depois de uns 2 minutos andando ele parou e me beijou na boca. Não estava esperando mas retribui.

Seguimos nos amassos e ai ele tirou minha blusa e meu sutiã e me deixou só com o short da escola.

Ele sugou e lambeu meus seios , às vezes forte de mais mas eu fui sentindo prazer.

Ai nos acomodamos no chão que era um misto de grama com mato mas não estava muito alto, terminamos de nos despir e ele já veio para cima querendo me penetrar ( pois é , garotos são assim ).

Eu disse que queria ser chupada pois ainda estava bem sequinha.

Ele começou então a lamber minha xaninha mas logo vi que ele não tinha prática alguma pois fez isto de forma muito atrapalhada e parece que ficou com um pouco de nojo.

Ele ficou lá apenas alguns minuto e voltou a investir para me penetrar.

Eu abri mais as pernas e ele veio, no mesmo instante pensei "Meu Deus, sem camisinha " . Mas ai já era tarde, como disse no início fiz algumas besteiras.

Ele me penetrou e começou a socar , no começo foi incômodo mas com 1 minuto já estava um pouco gostoso.

Ele não fazia mais nada, não me beijava, não me acariciava, não me olhava. Ele se concentrava em ficar olhando o caralho dele entrar e sair da minha bucetinha.

Eu então falei , "Não goze dentro de mim, goze nos meus seios " .

Ele bombou mais alguns minuto e depois tirou e ja ia começar uma punheta quando eu disse "Espera " .

O garotinho não tinha a menor idéia do que era uma espanhola mas eu consegui guiá-lo até ter seu penis entre meus seios e começar o vai e vem.

Como já havia percebido que não iria receber mais nada daquele garoto eu mesmo comecei a me masturbar, colocando os dedos em minha xaninha.

O garoto começou a bufar e a gozar , o 1o. jato saiu forte e bateu em meu queixo, ele se levantou um pouco e direcionou o penis para o meio de meus seios e lá soltou o segundo jato.

Neste mesmo instante escutamos : " Mas o que é isso ??? "

Atrás de nós um dos monitores olhava espantada a cena.

Em segundos o garoto pegou suas roupas e saiu correndo sem falar nada.

Eu fiquei ali , nua, deitada no chão, toda melada de porra.

O monitor falou : " Alena , como você pode fazer isso ? Devia ser mais responsável, ter mais respeito para com você mesma."

Eu não sabia o que dizer e também não queria inventar nenhuma desculpa.

Eu só consegui balbuciar : "Você tem razão, eu errei " .

O monitor então falou : "Vista apenas teu short para não sujar sua blusa, vou buscar uma toalha e te levar para o alojamento para você tomar um banho. Você veio no ônibus da escola ? "

Eu respondi que sim .

O monitor respondeu : " Eu vou liberar o ônibus e falar que sua mãe virá buscá-la . Depois a gente vê como você irá para casa . "

Em minutos ele voltou com uma toalha, antes de entregar-me olhou por alguns segundo em meus seios, mas acho que se lembrou que ali ele era um monitor e esqueceu seus instintos de homem.

Andamos por apenas uns 5 minutos para chegarmos à sede do sítio onde havia várias suites pois os monitores dormiriam lá já que na manhã seguinte receberiam um grupo de alunos de outra escola.

No caminho fui reparando nele, o que não havia feito durante as atividades do dia. A única coisa que me lembrava era que ele era o monitor mais sério, o que menos fazia piadinhas ou brincadeiras.

Devia ter uns 30 anos, era um pouco mais baixo que eu. Tinha um bronzeado claro e olhos verdes.

Chamou-me atenção as coxas, eram bem torneadas.

Entramos na suite dele e ele me mostrou o banheiro para eu banhar.

O banheiro não tinha porta e ai ele foi lá para a frente da suíte e me disse para me vestir quando terminasse.

Eu comecei a tomar meu banho e delá da frente da suite ele perguntou :

"O garoto é seu namorado ? "

Eu falei : " Não, somos colegas, foi estupidez minha ter feito aquilo. Eu sequer senti prazer " .

O monitor continuou : " Mas foi sua 1a. vez ? "

Eu respondi : " Não , se minha 1a. vez tivesse sido assim acho que teria desistido de sexo , felizmente foi bem melhor. Na realidade , esta foi a 1a. transa da qual me arrependi , todas as outras foram deliciosas. "

O monitor ficou surpreso : " Nossa, falando assim parece que você é bem experiente "

E continuou : " bem , você tem como ligar para sua mãe para ela vir buscá-la ? "

Eu respondi : " Tenho, mas acho que se tiver como alguém chamar um taxi para mim será melhor, pois minha mãe pode demorar muito a chegar."

Ele apenas concordou : "Ok."

Num momento eu falei : " Aiiii, acho que acabei arranhando minhas costas "

Ele então falou de onde estava : " É possível, ali onde você deitou tem raízes de árvore e pedra. Curioso que não tenha sentido nada na hora . "

Eu respondi : " Ah, você sabe como é, quando a gente tá excitada esquece um pouco da dor "E emendei : " Você não pode vir lavar minhas costas ? "

Ele então respondeu com a voz surpresa : " Alena , é melhor não, depois que você terminar eu dou uma olhada . "

Eu insisti : " Ah não tem nada de mais, eu fico de costas, você só vai ver meu bumbum , por favor ? "

Ele cocordou : "Ok, mas vou ser bem rápido".

Eu fiquei de costas para a entrada do banheiro e por sobre meus ombros lhe entreguei a esponja.

Ele foi passando a esponja timidamente em meus ombros e até no meio das costas.

Eu então, com a mão, mostrei o fim das costas onde começava o contorno de meu bumbum e falei : "Aqui também"

Ele hesitou por alguns instantes mas acabou levando a esponja até lá.

Eu estava decidida a tentar com ele conseguir o prazer que não havia conseguido com o pirralho e quando ele terminou de ensaboar minhas costas e me extendeu a esponja dizendo pronto , eu me verei e olhando dentro dos olhos dele disse : "Não quer fazer o serviço completo ? "

Seus olhos saltaram ao ver meu corpo nu em sua frente, ele hesitou por alguns instantes e tentou balbuciar alguma coisa mas eu logo já estava beijando sua boca e encostando meu corpo molhado no dele.

Ele então foi tomado de desejo e retribuiu-me o beijo e apalpou minha bunda.

Ele me levou para a cama e começou a beijar todo o meu corpo , começou pelo pescoço e foi descendo.

Em meus seios ele deu uma atenção especial, ele ficou fazendo círculos com a língua da base até meus mamilos que estavam duros de tesão.

Ele continou me beijando na barriga e passou para minhas coxas .

Ele me causou arrepinhos a percorrer com a língua toda a extensão de minhas coxas até meus pés, fez isso em cada uma das pernas repetidas vezes.

Eu já estava mais que excitada, a água sobre meu corpo já havia secado mas minha bucetinha estava completamente encharcada por meu melzinho.

Ele então pediu-me para ficar de quatro e começou a me devorar por trás.

Ahhhhhh, eu via estrelas com aquilo, tamanho o prazer que me proporcionava.

Ele vasculhava cada centímetro de minha bucetinha e enchia a boca com os fluídos que eu ia produzindo, em seguida ele vinha lambendo minhas costas, soltando aquele creme até minha nuca e terminava me fazendo provar de meu gosto num beijo longo e intenso onde nossas linguas travavam uma verdadeira batalha.

Na terceira vez que ele fez isto eu explodi num gozo fantástico e expeli ainda mais "mel" em sua boca e desta vez ele engoliu tudo.

Ele que até então havia tirado só a camiseta, livrou-se de sua bermuda e foi correndo até sua mochila , pegou uma camisinha e vestiu seu pênis com ela.

Ele voltou e eu ainda estava de quatro aguardando ser penetrada. Ele veio e começou a pincelar seu penis em minha bucetinha e com as mãos alisava minha bunda e minhas coxas.

Eu louca de tesão jogava meu corpo de encontro ao dele para sentir aquela vara dentro de mim mas ele se esquivava, provocando-me ainda mais.

Ele continou com o castigo até eu dizer : " Por favor me come vai, estou explodindo de tesão "

Eu já estava tão ensopada que o penis dele entrou fácil em minha buceta, assim que o senti comecei a rebolar me preparando para outro orgasmo.

Ele também passou a bombear forte e chegava a tirar completamente o pênis de minha buceta para em seguida enterrá-lo novamente de uma só vez, isso me dava enorme prazer.

Ele também estava a ponto de explodir e ai resolvemos mudar de posição para prolongar um pouco mais nosso prazer.

Ele se deitou e eu fui para cima , de frente para ele comecei a me abaixar e levantar vendo o cacete entrar e sumir dentro de mim para depois sair completamente.

Eu inicialmente fui cavalgando assim, lentamente, sentindo cada centímetro daquele cacete entrar em xaninha.

Eu fui aumentando o ritmo para sentir o cacete entrar cada vez mais forte em mim, ele também, já mais que excitado levantou seu dorso e passou a lamber e chupar meus seios.

Ele movimentava sua lingua freneticamente em meus mamilos que estava duros como pedra e a cada lambida meu corpo todo estremecia.

Quando o orgasmo dele estava se aproximando ele apalpou minha bunda e com um dedo massageou meu cuzinho colocando metade de um dedo dentro dele.

Isso me deu tanto prazer que logo atingi meu segundo orgasmo e desabei sobre o cacete dele.

Ele ainda ficou me levantando pela bunda por uns dois minutos até que gozou, urrando como um animal.

Eu então desabei na cama e ele ainda teve ânimo para ficar beijando minhas costas e minha nuca, provocando-me gostosos arrepios.

Quando olhamos no relógio já eram 6:15 e eu me levantei pois tinha que ir embora.

Tomei novo banho mas neste ele pode ensaboar todo meu corpo e ainda tiramos alguns sarrinhos.

Ele olhou fora da suite para ver se havia alguém pois seria complicado explicar porque eu estava ali na suite dele.

Então seguimos até o carro dele e ele me deixou perto de casa, já às 7:15 da noite.

Quando cheguei minha mãe já estava preocupada mas consegui tranquilizá-la rapidinho.

Pois é pessoal foi assim que se deu o flagra comigo.

Agora espero histórias de vocês. Beijos Mil, Alena

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