2.27.2017

OLHATES DIZEM MAIS DO QUE PALAVRAS


O meu desejo pela casada que morava no quinto andar , me levou a confundir as coisas. Começamos a conversar, ela era muito simpática e acabei achando que ela também sentia tesão por mim.

Eu estava enganado,mas só percebi  quando tentei beijá-la. Ela ficou muito zangada e, a partir desse dia,
 ficou me evitando enquanto pode.

 Até que um dia nos encontramos por acaso no elevador. Ela fez menção de sair mas eu não deixei,disse que precisava falar com ela, pedi perdão pelo ocorrido, olhei bem fundo nos olhos dela e pedi desculpas  .

Disse que não ia acontecer novamente, que gostava muito dela, disse que a amizade dela era importante e pedi prá ela me perdoar e voltar a ser minha amiga. Ela  não me disse uma palavra. Quando o elevador chegou na garagem, ela me olhou e disse:
 - só isso?.
- é, você me perdoa ?

Eduarda me olhou, não disse nada, pegou o carro e foi embora.Me deixou confuso., nos encontramos no dia seguinte, ela estava com o marido. Ele me cumprimentou e ela não.

Nunca mais nos encontramos. Até que, passados alguns  dias, às  vesperas do natal, quando estacionei na garagem do predio, notei o carro de  Eduarda chegando. Ela desceu do carro,me viu , me olhou, mas não disse nada. Parecia indecisa, querendo  pedir alguma coisa.

Aproximei- me do carro e entendi. O marido dela estava no banco traseiro, parecia bebado e ela estava tentando tirá-lo do carro. Me ofereci prá ajudar, ela recusou , agradecendo e dizendo que não precisava, mas , suas palavras diziam uma coisa e seus olhos outra. Como se estivesse querendo ajuda, mas não  querendo admitir.   Orgulho? Vergonha?

 Tomei a iniciativa e  ajudei- o  a sair do carro, colocando  -o  em pé com muita dificuldade,

,  Eduarda, ficou sem jeito e começou a justificar a atitude dele,  dizendo que   não era a primeira vez que o  maridão exagerava daquele jeito apesar de  não ser sempre. Eu disse que estava tudo bem,que era  normal.  Ela continuou dizendo que não precisava da  minha ajuda, mas aceitou, passivamente.

 Mesmo assim, ajudei Eduarda a levá-lo para o elevador e até o apartamento.   Levamos o marido dela até o  quarto, Eduarda ajudou a  ajeitá-lo na cama, e enquanto  isso , eu encarava o seu decote, imaginando minha boca naquele   colo. Ela percebeu que eu estava olhando,  mas fez de conta que não viu.
 
-

Ele logo adormeceu, roncando. Saindo do quarto, disse à Eduarda que estava tudo bem e que ele só precisava dormir . Ia saindo quando ela falou,bem baixinho :
,-.obrigada.
,- de nada, eu disse, vou indo...
- Obrigada,mesmo, e me desculpa,   ....
.-desculpa por que ?...
-é que eu fui tão grossa com você, parei de falar com você e você foi tão gentil comigo..
.-tá tudo bem, Eduarda, a culpa foi minha, se precisar de mim, você  sabe onde eu moro.

Nos olhamos. Senti pelo olhar dela que ela queria dizer mais alguma coisa e tive a impressão que ela tinha dificuldade em   expressar seus sentimentos, como se esperasse que eu advinhasse o que ela estava pensando,,o que ela estava querendo

Senti uma ternura muito grande por ela,
Ficamos nos olhando fixamente,por um bom tempo.

Eu   não estava arrependido  pelo que tinha acontecido. Mas prometi a mim mesmo   nunca mais tentar beijá -la a força. Se   o nossso primeiro beijo tinha sido forçado, eu queria que o segundo  dependesse dela.

Mas naquela hora  não cumpri minha promessa,não consegui me controlar, segurei o rosto dela e dei um beijo em sua boca, um beijo de língua, com sede,com fome, um beijo saboroso. Eu chupava sua lingua,enquanto acariciava seu corpo. Ela abriu os braços e me apertou contra seu   corpo quente e macio, olhos fechados e minha língua explorando sua boca.

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Fui empurrando ela para a parede, lambia seu pescoço e as orelhas, apalpava os seios, acabei levando-a para o sofá, eu por cima dela e continuei beijando...ergui sua blusinha, tirei os peitos dela de dentro do  soutien , segurando os dois , lambia um de cada vez,  e apertava  nos bicos com as pontas dos dedos, chupava,passando a  língua, ela não dizia nada,mas demonstrava estar gostando, pela forma como segurava minha cabeça,enquanto eu mamava nos  biquinhos inchadinhos .

Enfiei  a mão no meio das pernas dela, por baixo da saia  e comecei  a esfregar a xoxota, por cima da  calcinha. Voltei a beijá-la, beijos gostosos... Língua com língua!

Entre beijos, carícias nos seios, pescoço, colo, eu   esfregava  o joelho e a coxa na  buceta dela    . Fiquei sobre o corpo dela e começamos a nos esfregar, ela começou então a gemer baixinho no meu ouvido, se apertando cada vez no meu pescoço, erguendo os quadris   e esfregando  a xana nas minhas coxas. Gemia...mordeu meu ombro...cravou as unhas nas minhas costas.. ..Gozou na calcinha ! !
 
O orgasmo dela, ainda nas preliminares, me deixou ainda mais louco de tesão, ergui  a saia dela   ,tirei a calcinha encharcada e guardei no bolso da bermuda.

Eu queria muito ficar com ela, não queria que fosse à força,mas naquela hora eu percebi que ela assim que ela gostava,ela gostava de ser dominada, de ser comida à força.

Tirei a bermuda e a cueca , nos beijamos,ficamos nos olhando, ela pegou no meu pau e enquanto nos beijavamos,ela começou a me masturbar lentamente. Eu estava quase gozando com aqueles dedos macios me alisando    , quando ela direcionou o pau para a buceta . Esfreguei o cacete entre o ventre e o interior das coxas, alisando forte e lentamente.  Esfreguei o clitóris  , e enfiei só a cabeça, voltando a beijá-la

Não forcei mais a entrada, fiquei beijando-a e acariciando os cabelos dela e lhe dei meu dedo longo e grosso para chupar. Inesperadamente,  ela adorou aquilo, com meus dedos na boca, chupava com paixão, como uma puta chupando um cacete, como uma cadela no cio.

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Novamente excitada, Eduarda passou a tomar a iniciativa, e mesmo estando por  baixo,   foi forçando a entrada  com   um movimento rápido e senti  o cacete escorregando prá dentro dela, penetrando e enfiei o  restante numa estocada  forte ,  mandei ela ficar olhando prá mim enquanto comia ela, me deitei sobre ela, chupando seus seios, mordendo seu queixo, seu pescoço , sua buceta estava quentinha e apertadinha,eu queria que o tempo parasse ali, ela abriu bem as pernas , deu um nó nas minhas costas, a buceta se contraiu no meu pau, ela gemeu e , ela era muito gostosa, ; comer aquela gordinha casada era muito gostoso, ela estava encharcada e ainda com tesão, voltou a rebolar no meu pau,me deixou louco, eu estava doido prá gozar, mandei ela ficar de quatro,

ela adorava me obedecer, ficou de quatro, no tapete da sala, ainda vestida,   com a blusinha erguida, os seios fora do soutien,    com a saia levantada e eu, de camisa e pelado da cintura prá baixo, o pau duro, pingando de tesão.

Puxei ela pela cintura e enterrei de uma vez, amassava os peitos dela e passei a galopar dentro da buceta, estocadas fortes e rápidas, enquanto a safada masturbava o clitóris.

Fodia Eduarda como um animal, puxava ela pela cintura, dava tapinhas na bunda dela, mordiscava os ombros largos e fartos de carne e a nuca arrepiadinha,  Ela empinou a bundinha e se contorcia toda. Gemia manhosamente,bem baixinho, enquanto se masturbava loucamente.

ela  empinava, batendo as nadegas no meu saco, gemia, disse que  ia gozar de novo e  acelerei as metidas,  metia  fundo e forte, foi quando         senti ela estremecer e  ela disse ..vem, to quase..vamos gozar juntos...  ...tirei o pau até a cabecinha e meti fundo de uma vez, enterrando  o pau inteirinho na buceta melada,

 Ela  se esfregava furiosamente, falou que ia  gozar  com o meu pau inteirinho na buceta, não agüentei e comecei a gozar alucinadamente,  puxando os  cabelos dela e ela gostou,  pois começou a gozar  junto comigo ,  ..

Parei de bombar e fiquei curtindo as contrações da buceta no meu pau , nos beijamos, esperei ela se refazer e comecei a bombear mais rápido e com mais força sua bucetinha era tão gostosa, que eu não quis mais sair de dentro dela, apertava os seios, a cintura, mordiscava seu pescoço, ombros, dizia que ela era gostosa, chamava ela de meu amor, enquanto esporrava que nem  louco,   jatos de porra,inundando sua bucetinha.

gozei  tanto junto com ela,   que minhas pernas ficaram tremendo,  fiquei assim engatado nela um bom tempo,  igualzinho a um cachorro, até o pau amolecer

   nunca antes tinha   sentido   aquilo tudo, talvez  pela situação: .apesar dos meus 37 anos,era a primeira vez que eu comia uma mulher casada na casa dela,com o marido dormindo praticamente a uns passos de nós,.Talvez fosse pela sua bucetinha deliciosa, o jeitinho dela , não sei,  ,  

Só mais tarde fui entender que aquilo tudo foram momentos de loucura. Eduarda não disse nada,quando eu fui embora, só me disse tchau. Mas pelo modo como me olhou, entendi que outros momentos iguais aquele só dependiam de mim.

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2.17.2017

TARA PELA MINHA DENTISTA

Meu nome é Carla, tenho 25 anos e sou muito bem casada,como se diz... tudo começou com uma forte dor de dente, necessitava achar um dentista, uma amiga me recomendou uma dentista conhecida dela, liguei imediatamente e agendei um horário.


Tomei meu gostoso e costumeiro banho, sequei meu cabelo, me perfumei com um perfume que gosto, que é muito suave e sedutor, vesti uma saia cinza curtinha, tipo sino, justa na cintura e bumbum folgada nas pernas, uma blusinha top de cor verde água, sandálias de tiras, cor preta e um cinto largo na cintura preto, realmente me sentia muito bem e sexi, claro que como sempre, não coloquei calcinha nem sutiã.

Cheguei ao consultório, atendida pela secretária me identifiquei e ela me pediu que aguarda-se, na pequena sala tinha mais um rapaz, sentado e lendo uma revista, eu sentei, quase de frente para ele e também peguei uma revista, vi que o rapaz olhava insistentemente para minhas pernas que ao sentar ficavam generosamente a mostra, passados uns 10 minutos, a porta se abre sai uma senhora e a dentista, a dentista se aproximou de min e diz: "você se incomoda de aguardar mais um pouco vou atender antes o rapaz" eu prontamente respondi, claro que não... esperarei,

ela chamou o rapaz e entraram. Continuei lendo a minha revista, passados alguns minutos pedi a secretária para que me indica-se o banheiro, ela indicou, entrei, me olhei no espelho para conferir se estava todo em ordem, levantei a minha saia e verifiquei se a minha xaninha estava em ordem, conferi minha maquiagem e sai, sentei novamente e continuei aguardando, meu coração batendo forme pressentia que a hora estava chegando, e foi assim, a porta se abriu, a dentista me chamou, nos demos um beijinho no rosto e mandou eu entrar, antes de fechar a porta ela perguntou para a secretária se eu era a ultima paciente, a secretária confirmou, a dentista então falou.., pode ir, até amanha,

fechou a porta e veio na minha direção falando.., senta na cadeira e fica a vontade, um arrepio tomou conta de min, sentei, ela ligou aquela luz forte, sentou do meu lado e comentou sobre o dente, se estava doendo e coisa e tal.., fez a maldita obturação, que realmente ela tinha uma boa mão, não doeu nada, ai ela, após a curta conversa se levantou dizendo.. espera um pouquinho que já volto, entrou no banheirinho, eu fiquei realmente a expectativa, ela estava usando uma causa branca de linho como a do outro dia e uma camisa também de linho, ai abriu a porta do banheiro, e ela sai, vestindo um avental que os médicos usam, também de cor branca, liso na frente, eu fiquei com curiosidade do porque ela tinha trocado de roupa e colocado o avental, mas logo vi, ela chegou se sentou, e voltou a falar do dente, abriu a minha boca, conferiu e falou, está ótimo tudo esta certinho, levantou novamente, dando as costas para min, ai eu percebi o porque do avental, por trás era todinho aberto, e ela estava totalmente sem nada por baixo, ela muito displicentemente, ficou procurando alguma coisa, claro que não encontrava, era para me dar essa vista maravilhosa, deixando-me totalmente molhada e com imenso tesão, voltando para meu lado e me olhando com aquele olhar maroto, falou.. "você gostou do meu serviço?",

eu respondi até agora foi muito bom, ela se sentou, se aproximou novamente de min, agora mais pertinho, olhou fixamente nos meus olhos e deixou seus lábios encostarem nos meus, beijando-me apaixonadamente, nossas línguas rolaram sentindo o gosto da boca sedenta de prazer, com uma mão deslizando pelas minhas pernas foi subindo devagarzinho enquanto me beijada, levantando meu vestido, se deparando com a minha bocetinha exposta, ai ela parou o beijo, olhou fixamente para min e falou..., você, você e demais, muito gostosa, vamos nos dar muito bem, quero te possuir todinha, mesmo sentada, se inclinou sobre as minhas pernas, beijando minhas coxas, levantando lentamente todo o meu vestido, chegando com o seu rosto, a cheirar a minha xana, com as mão abriu minhas pernas olhou para min e para minha bocetinha, já melada de pregozo, e falou.. gostosa, hoje vou morrer lambendo sua grutinha, chupou, lambeu, mordeu até cansar, eu delirando de prazer, passava a minha mão no corpo dela por cima de avental e depois por trás, sentindo o corpo dela pegar fogo, ai ela se levantou, pediu para que ficasse a vontade e tirasse minha roupa, ela fez o mesmo, tirou o avental, e ai pude conferir o seu maravilhoso corpo, seios fartos e duros, cintura fina, bundinha empinada e dura, e uma xaninha, bem aparadinha, com pelinhos pretos caprichosamente aparados, deitei novamente na cadeira, ela posicionou a cadeira para cima e completamente deitada, se sentou na ponta dos pés da cadeira, e abriu novamente as minhas pernas, colocando-as de forma a ter uma visão completa da minha bocetinha e meu cuzinho, começou lentamente a me beijar, lamber e chupar, colocando seus dedinhos dentro de min, uma vez na bocetinha, uma vez muito delicadamente no meu cuzinho, eu me contorcia, suspirava, tremia de tanto prazer, gozei freneticamente, ai ela se levantou, e falou..., agora você vai ser a minha dentista, vou sentar na cadeira e você se aproveita de min, como nunca antes você se aproveitou de uma mulher, deitou, levantou as pernas para o alto, deixando a vista sua enorme bocetinha carnuda, inchada e sedenta, como também tinha exposto seu cuzinho que pela aparência já tinha alguns quilômetros rodados, mas uma delicia, logo chupei seu cuzinho, tirando dela gemidos de prazer, quando estava bem molhadinha coloquei de uma vez meus dos dedos dentro, que fez com que ela me implora-se por mais e mais, lambendo a sua boceta, e esfregando meu rosto naqueles pelinhos maravilhosos, trocava de posição os meus dedos enterrando-os também na boceta, que já a esta altura estava totalmente dilatada e aberta, fiquei algum tempo me deleitando dessa fêmea sedenta, quando veio o gozo, ela gritou e até me assustou, logo em seguida se levantou me abrasou, ficamos nos beijando e abrasando, nossos peitos encostados, duros ficavam ainda mais tesudos, nossos corpos pareciam um só, transamos as pernas para sentir nossos clitóris se esfregando, que delicia, sentir aqueles cabelinhos rosando a minha xaninha rapadinha cada vez mais me excitava, ela se separou de min e pediu que novamente deita-se na cadeira, ela veio por cima de min, para nos enrolar em um 69 delicioso, outra vez nos chupamos a te o gozo. Sentamos um pouco para descansar, combinamos que qualquer dia nos encontraríamos, após alguns minutos de descanso ela novamente me beijou, eu acariciava os seios dela e mamei-los como um bebe, ela me propus que eu deveria fazer o que ela iria dizer, e eu concordei, ela subiu na cadeira, ficou de quatro com a bundinha para cima, e falou.., coloca bem pertinho a luz enfocando meu cuzinho, eu atendi, continuou falando.. agora olha para ele, eu olhei, ela, não sei como, começou a abri-lo e fechá-lo, sinceramente não sei como ela consegue, só sei que foi excitante não podendo resistir de colocar meus dedos dentro daquele cuzinho, ela rebolava, e pedia para enfiar mais e mais, coloquei os quatro dedos dentro, movimentando-os circularmente, ela gemia de prazer dizendo, vai mais fundo, mais fundo, eu fiquei com temor de conseguir colocar a mão toda dentro, e não insistia muito em forçar. Quando gozou, se levantou ou melhor se virou e quase desmaio, dizendo, olha você e demais, muito gostosa, quero de novo chupar a tua boceta rapadinha, ela tem um cheirinho muito bom, vem, quero te chupar denodo, eu atendi fiquei de joelhos na cadeira e ela deitada, chupou novamente todo meu ser, lambeu, e como sedenta de prazer gozei na boquinha dela, ela lambia tudo todinho, dizendo, goza gostoso na minha boca quero comer todo seu leitinho, goza minha menina, eu gozei novamente. Sai de minha posição, sentei do lado dela e descansamos por alguns minutos, conversamos mais um pouco ela falou.. vou ao banheiro fazer xixi, deixando a porta aberta, eu me vesti, ela também e saímos do consultório as duas juntas, ela fechou o consultório, pegamos o elevador, e combinamos que ela marcaria nosso próximo encontro, nos beijamos e nos despedimos, eu voltei para casa, exausta.