12.16.2009

DIVERSÃO NO VESTIÁRIO

Escrito por Coelhinha - lecutier@hotmail.com

 
 

" Como era véspera de feriado, e a última aula do dia, quase ninguém havia ido à aula de natação, e estávamos somente eu (a única menina no dia), mais três alunos e o instrutor. Éramos colegas há anos, e portanto sempre fomos descontraídos, e permitíamos certas "brincadeiras", repletas de malícia. Eles ficavam observando meu bumbum quando eu ia mergulhar, e ficavam rindo, elogiando de maneira exagerada, sempre inventando apelidos para mim. Eu, é claro, não deixava por menos, e retrucava à altura, e sempre ríamos muito, apesar de todos conhecerem os limites. Mas aquele dia eles estavam atacados. Com excesso de testosterona mesmo. Começaram a comentar sobre os pentelhinhos que saíam pra fora do maiô, me imitavam andando, simulando meus seios médios balançando levemente, e chegaram a dar tapinhas em meu bumbum. Eu é claro, fiquei irritada, mas no fundo apareceu um certo tesão... estando só nós lá naquela piscina enorme estava mesmo excitante... mas eu precisava manter minha compostura, e cortei a brincadeira. Com os ânimos deles esfriados, continuamos a aula de maneira normal. Até o instrutor parou de rir, percebendo minha seriedade. Mas eu continuava com aquele tesãozinho guardado... No fim da aula, eu estava lá, sozinha no vestiário, tomando meu banho. Surgiu uma idéia meio idiota, que logo tentei abandonar, mas o tesão foi mais forte... invadir vestiário deles nua. Dava pra ouvir as risadas deles (de tão alto) e a certo momento ouvi comentarem sobre mim. Talvez imaginassem que eu não ouviria, mas me chamaram de gostosa. E começaram a falar obscenidades... o que fariam comigo. Eu deveria ficar com raiva, mas aquilo me fez ficar com um tesão incontrolável... sabia que se eu fosse lá não prestaria... mas a vontade era enorme... imensa mesmo... imaginava eles me possuindo, e ficava louca. Saindo do banho, me enrolei na toalha, respirei fundo e tomei coragem. Saí do vestiário, pisando descalça naquele chão úmido e frio, só com a toalha, e entrei no vestiário deles. Chegue com cara de poucos amigos, e perguntei o que que eles estavam de mim. Desconcertados, tentaram se esconder, se cobrindo com a toalha. Eu perguntei para o Rafael, o mais velho (e safado) deles, que responde : "Não estávamos falando nada demais.". Respondi porque que eles não falavam na minha frente. Ele disse : "porque o interesse?". "Nada - acrescentei só porque tenho certeza de que não poderiam cumprir metade do que prometem... seus brochas". Aquilo mexeu com ele, porque pude notar sua ereção. Seu pau ficava maior e maior, ele percebeu que eu olhava e disse "gostou, né, safada". Eu respondi acariciando ele por cima da toalha "parece gostoso". Tirei a toalha e comecei a passar a língua na cabecinha rosada dele. Seu pau ficou totalmente ereto, e ele segurou minha cabeça com as mãos. Seu gosto salgado me deixou excitada, e comecei a passear com a língua por ele inteiro, chegando até o saco. Os outros dois começaram a me acariciar, tirando minha toalha, até que fiquei totalmente nua (e com um pouco de frio... mas logo logo iam me esquentar). Forçando minha cabeça, Rafael me fez engolir todo seu pau, o que fiz com prazer, levando-o até minha garganta, indo e voltando, às vezes tirando da boca, lambendo um pouco e abocanhando-o de novo. Tiago logo começou a acariciar meus seios, com os biquinhos já durinhos, e o terceiro, Rodolfo, já queria ir me penetrando de quatro, mas não deixei. Parei de chupar o Rafael e me levantei... disse que ia chupar todos antes de me penetrarem... Rafael se sentou no banco, e pude continuar a chupá-lo, enquanto segurava e masturbava os outros dois mastros. Saber que iria ser rasgada por todos me deixou alucinada, e chupei Rafael com tanta vontade, tanta gula, que ele gozou em minha boca. Lambi tudo o que pude, mas escapou um pouco que escorreu pelos meu rosto. Agora eu chupava o Rodolfo enquanto masturbava Tiago e Rafael me chupava atrás, lambendo meu clitóris e me penetrando com a língua. Comecei a gemer, e quando ele percebeu que eu já não agüentava mais a espera, começou a me penetrar. Arrebitei meu traseiro para facilitar seu trabalho, e fiquei toda arreganhada, como uma verdadeira puta. Ele foi abrindo caminho em mim lentamente, cada vez que se aprofundava em mim eu gemia. Quando entrou tudo, começou a estocar com vigor, e a cada estocada eu dava um gritinho, com o pau teso do Rodolfo todo em minha boca. Quando eu estava prestes a gozar, comecei a chupar rápido e com muita gula, até que Rodolfo gozou em minha boca ao mesmo tempo em que eu alcançava meu primeiro orgasmo. Rafael agora queria comer meu rabinho, e tivemos que mudar de posição... fui sentando em cima de Rodolfo deitado no chão, e quando ele estava todo em mim, Rafael começou a salivar meu traseiro... e enfiou um dedo... eu comecei a chupar Tiago, enquanto Rodolfo, deitado no chão, me comia bem gostoso... atrás eu sentia a saliva e os dedos de Rafael me invadindo... estava uma delícia... Até que ele começou a colocar seu membro, agora duríssimo em mim... doeu bastante, fiquei gritando com o pau de Tiago na boca, mas depois que me acostumei, a sensação era maravilhosa... dois cacetes deslizando dentro de mim, enquanto eu chupava um terceiro... gozei várias vezes... Até que, de repente, Rafael saiu de trás de mim... senti um certo alívio, e ao mesmo tempo um vazio... pensei que ele ia gozar em cima de mim, mas não foi o que aconteceu. Senti algo quente e duro forçando novamente a minha entrada, mas não era Rafael. Era maior. Curiosa, parei de chupar o Tiago e olhei para trás. Era o instrutor! Ele estava com cara de quem queria comer meu rabo, e foi o que fez. Tentei me desvencilhar, mas ele segurou com força meus quadris e foi enfiando tudo, com força... doeu bastante, ele era bem maior do que o Rafael... enquanto eu gemia e gritava, Tiago esfregava seu pau na minha cara, querendo que eu continuasse a chupar... e Rodolfo ainda metia em mim, como se nada acontecesse. Voltei a chupar Tiago, mas por pouco tempo. Quando o instrutor começou a estocar, não aguentei e larguei o Tiago, e fiquei segurando o banco, arranhando ele. A cada estocada, ele arrancava de mim um grito, e sentia que ele ia rasgar meu traseiro todo. Rodolfo gozou em mim, e saiu de baixo... Tiago também se levantou, e eles me deixaram lá, sozinha, sendo judiada sem dó pelo instrutor. Quando ele gozou, senti seu esperma quente inundar meu cuzinho todo... ele ainda deu algumas estocadas me fazendo dar mais alguns gritos, e tirou seu pauzão melecado de dentro de mim. Me senti aliviada, apesar do vazio que sentia. Suada, me levantei e fui tomar banho, lá com eles mesmo. Ainda brincamos mais um pouco no chuveiro, e depois fomos embora, nos despedindo com beijos na boca. Depois dessa tivemos muitas outras brincadeiras. Mas fica pra próxima. Quem quiser se corresponder comigo meu email é lecutier@hotmail.com ...Coelhinha


 

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DOIS CASAIS E SACANAGEM EM DOBRO

AUTOR DESCONHECIDO

 
 

" Somos casados há oito anos e a nossa relação surgiu de uma paixão superapimentada.

No início, freqüentávamos motéis e cada trepada era um tremendo tesão. Num determinado momento, começamos a incluir uns filmes pornôs nas nossas farras, o que conseguiu manter o tesão em um nível bastante satisfatório. Adorávamos principalmente os clássicos, como Atrás da Porta Verde, Taboo e Garganta Profunda. Ou seja, percebemos que gostávamos de sexo com classe, qualidade e principalmente sacanagem. 

Embora fôssemos bastante liberais quanto ao sexo, não tinha coragem de propor à minha mulher um relacionamento com outros casais, do tipo suingue. Nos amamos muito e eu tinha medo de propor um relacionamento de troca de casais e, com isto, prejudicar definitivamente um casamento tão gostoso. 

Descobri na Internet os endereços dos clubes americanos de suingue, que promovem diversos eventos entre casais. Inclusive viagens turísticas ao Caribe, que pelo crescimento do número de participantes parecia ser uma solução legal. 

Comecei a tentar contato com casais que anunciam seus desejos no Correio. Consegui escolher um que me pareceu muito sério e pude conhecê-lo numa viagem a serviço, pois não moram na nossa cidade. Marquei um encontro num bar da cidade. Eles eram muito simpáticos, educados e experientes. Ela era uma coroa enxuta, que me deixou com tesão só de pensar no que viria a acontecer. Ele era uma pessoa de alto nível cultural e de bom humor. 

Combinamos um encontro casual, que aconteceria numa viagem de turismo, num feriado prolongado. Eu e minha mulher iríamos passear na cidade deles. 

No primeiro dia, num restaurante, na hora do almoço, aconteceu o encontro e, por sorte, houve simpatia mútua entre as mulheres. Marcamos um encontro à noite para dançarmos numa casa de shows. Após alguns drinques, a Júlia, mulher do Leopoldo, começou a conversar mais intimamente com Sheila e, num determinado momento, explicou para ela o tipo de experiência que viviam há muito tempo e o quanto tinha sido excelente para o casal. 

Sheila, a princípio, pelo que pude perceber por suas feições, pois eu conversava com o Leopoldo, se surpreendeu mas ficou curiosa. Começou a perguntar e ficar cada vez mais interessada no assunto. Para encerrar a noite, a Júlia me convidou para uma dança e o Leopoldo a Sheila. Na pista, ela me explicou que a Sheila ficara muito curiosa e tinham marcado uma nova noitada para o dia seguinte. Até o final da dança, tinha ficado de pau duro e percebi o quanto ela sabia aproveitar a situação. Não consegui observar o outro casal. No final, nos deixaram no hotel. 

No hotel, não conseguimos pregar no sono e Sheila me confidenciou a conversa com Júlia, dizendo que tinha marcado o programa do dia seguinte devido à curiosidade. No final do papo, transamos com um tesão que não sentíamos há meses. 

Durante o dia seguinte, percebi uma ansiedade muito grande em Sheila, o que não era normal. Tudo estava muito bem encaminhado. Para sair à noite, a preparação foi demorada e caprichada. Eles nos vieram buscar e fomos para um lugar excelente, mas que estava muito cheio. Júlia, então, nos convidou para a sua casa, pois queria que nós conhecêssemos algumas especialidades suas e poderíamos conversar à vontade, já que os filhos estavam na casa dos avós. 

Chegando lá, conhecemos o apartamento, que era decorado com bom gosto, e passamos a beber champanha com alguns canapés e pêras. Depois de algum tempo, o astral estava ótimo e começamos a dançar. Os pares começaram devagar e Sheila ficava me observando com Júlia, que com muito talento e humor conseguia levar a coisa. Continuamos dançando e o pau cresceu de novo. Provocante, Júlia sabia tirar um sarro e Leopoldo também era bom no papo. 

Como tínhamos combinado, Júlia provocaria o clima, mas só avançaríamos se Leopoldo conseguisse criar o clima de tesão necessário em Sheila. O que aconteceu em forma de sarro, deixando a Júlia superacesa. 

Como previsto, saímos da sala para deixar os dois à vontade e fomos para o quarto do casal. Este era o momento crítico, em que tudo poderia reverter. Demos alguns minutos apenas nos bolinando e partimos para os finalmentes. 

Júlia é uma morena balzaquiana sensacional. Comecei a tirar a roupa dela devagar e a gata foi revelando todo o seu corpo. Mas o melhor era o tesão que sentia. Comecei a passar a língua em todo o seu corpo, parando nos lugares em que sentia as maiores reações. Quando mal cheguei na xoxota, ela teve um orgasmo. Se afastou e procurou o meu cacete, que brilhava na pouca luz que existia. Segundos depois, estávamos num meia-nove que durou pouco tempo, pois gozei na sua boca e ela ficou sugando até a última gota.  

Nos beijamos, paramos um pouco e, como não fomos interrompidos, sentimos que tudo havia dado certo. Apagamos a luz do corredor e fomos observar o outro casal. Estavam mais atrasados: Leopoldo beijava os peitinhos de Sheila, que se contorcia de prazer. Júlia segurou no meu cacete, que ficou logo duro e retornamos para o quarto. Ela me deitou, veio por cima e mostrou tudo o que sabia. Após gozarmos, acabamos cedendo aos efeitos do champanha e desmaiamos. 

Acordamos pela manhã com Sheila e Leopoldo no quarto nos observando dormindo nus abraçados, e nos convidaram para o café da manhã que haviam preparado. Fomos para a mesa em trajes menores. demonstrando uma rápida intimidade. Era uma pena que precisássemos retornar à nossa cidade naquele dia, mas ainda deu para uma enrabada maravilhosa na Júlia, que se revelou uma mestre nesta arte. 

Voltamos para nossa rotina, que foi alterada apenas no tesão, o que fez melhorar muito o nosso relacionamento.

Durante dois anos, mantivemos nos feriados e férias encontros com Júlia e Leopoldo, consolidando uma amizade excelente, de bons momentos e aventuras, como aquele em que realizamos um bacanal a quatro como se estivéssemos incluídos na orgia do Atrás da Porta Verde, que rolava no vídeo enquanto estávamos em ação."


 


 

12.15.2009


A DEBUTANTE INSACIÁVEL
Autor Desconhecido

 
  " Somos três amigos inseparáveis, totalmente machos e gostamos de aventuras sexuais com adolescentes, tendo em vista que temos mais de trinta anos e, como dizem por aí, "burro velho gosta mesmo de capim novo". Concordamos plenamente com o ditado.
Outro dia estávamos no aniversário de uma debutante e notamos que a maravilhosa ninfeta estava usando um minivestido vermelho, com um decote em V que quase fazia pular fora seus deliciosos seios que, de tão suculentos, mais pareciam duas saborosas pêras, prontinhas para serem saboreadas. 
Enquanto conversávamos, pudemos observar que ela nos olhava, não a um de nós apenas, mas aos três, o que nos fazia vibrar de prazer e encerrava a disputa natural do macho pelo olhar da fêmea. Vez por outra aquela beldade ainda despendia um sorriso gostoso e sacana, o que nos deixava bastante excitados. 
A casa tinha um jardim enorme, com piscina e tudo mais que se possa imaginar. Nós fomos para o jardim e fizemos com que ela notasse que estávamos saindo. Ela nos viu e, para nossa surpresa e contentamento - na verdade já era mesmo o esperado -, a jovem nos seguiu. 
No jardim, ela se aproximou, aproveitamos para parabenizar a moça (e não era apenas pelo aniversário, mas também por ser deliciosa) e conversamos apenas um pouco para quebrar o gelo. Logo Ricardo, o mais atrevido de nós, começou a acariciar as coxas grossas e roliças da jovem gostosa. E para nossa surpresa completa, ela apalpou o membro de Ricardo. Ficamos olhando com um tesão que já se tornava insuportável e, quando nos aproximamos mais, ela, com um olhar safado, pediu para que subíssemos até o quarto. 
Rapidamente, com alguma discrição, subimos e por alguns segundos, que mais pareceram uma eternidade, de tanto tesão que já nos dominava àquela altura do campeonato, ficamos esperando-a cheios de ansiedade. Não tardou e lá estava ela, com um sorriso de quem queria ser devorada por três leões sedentos de sexo. Ela percebeu nosso estado de delírio e aproveitou para nos provocar ainda mais, demorando em cada gesto, esbanjando charme e sensualidade a cada movimento. Ricardo, como sempre, foi o mais ousado e tomou a iniciativa. Num ímpeto de loucura, arrancou seu vestido, deixando aparecer aquele corpinho delicioso e bem moldado pela natureza. Peitinhos médios e empinados, cinturinha fina que deixava se destacar as ancas largas e o bumbum arrebitado - como se chamasse para ser enrabado. 
Eu (Marcelo) e Maurício passamos a alisar as coxas e o corpo da ninfeta, enquanto Ricardo sugava seus seios. Começamos a despi-la das roupas íntimas e notamos que seus pêlos pubianos eram negros e abundantes, cobrindo uma bocetinha que já exalava um perfume delicioso e excitante. Uma morena de dar água na boca. Comecei a chupar seu rabinho enquanto Maurício chupava a vagina. Juliana se contorcia e sussurrava para tomarmos cuidado, alegando, sabem o que? Que ainda era virgem. Ficamos completamente tarados, só de pensar que aquela preciosidade iria tomar ferro pela primeira vez por este trio safado de companheiros de farra. Ricardo, que era o mais bem-dotado, logo pediu para que ela fizesse uma chupeta enquanto eu me deliciava com seu cuzinho e Maurício tentava penetrá-la. O tesão de Juliana era tanto que não suportou por muito tempo e gozou abundantemente. Não conte! nte pediu que a possuíssemos. 
Como entre nós funciona a democracia, o sorteio para definir o grande felizardo foi através do par ou ímpar. Ricardo foi o premiado com a magnífica virgindade. Com certo jeito, foi possuindo devagarinho aquela coisa gostosa e tesuda que se contorcia de dor e prazer, proporcionando cenas de puro deleite. Para espanto de todos nós, em dado momento, ela me chamou e implorou para que a enrabasse. Logo me ajeitei para cima daquele corpo delicioso e a penetrei sem pudor. Fazíamos um verdadeiro sanduíche com seu corpo ardente e macio, enquanto ela chupava o caralho de Maurício até gozarmos os quatro ao mesmo tempo, entre gritos e gemidos de êxtase completo.... 
Ficamos de sacanagem por algumas horas, quando nossa debuntante demonstrava perícia sobre sexo oral. Até que Maurício resolveu experimentar todo sabor de Juliana e trocamos de posição deixando a gata de quatro, bem estufadinha, de forma que ele pudesse escolher bem à vontade o buraco a ser penetrado. Maurício preferiu a bundinha, enfiando de uma só vez o pau, já que ela estava de quatro e isto facilitava a penetração. Ao mesmo tempo, fazíamos as maiores sacanagens com a princesa. Lambíamos, chupávamos e apertávamos o corpo sensacional e escultural da nossa companheira, fazendo com que ela gritasse que não agüentava mais e que iria explodir de tanto prazer. Não dávamos trégua à menina, que na verdade queria cada vez mais, o que ficava bem claro pela cara de felicidade que ela deixava transparecer a cada estocada! e linguada. Quando Maurício acabou, mal deixei ela respirar. Passei a acariciá-la e comecei a chupar os maravilhosos seios, o que excitou novamente Juliana. Logo depois, já estava possuindo a tesuda, colocando-a sentada em meu cacete como se estivesse em um trono. Ela sangrava de tesão e de tanto tomar na xota. 
Continuamos nos revezando em todos os seus buraquinhos, o que levava a safadinha às nuvens. A certa hora, a ninfeta sugeriu que ficássemos à sua volta, para reproduzirmos uma cena de vídeo pornô que ela havia visto recentemente. A despudorada começou a acariciar e depois a lamber os cacetes dos três, com destreza e sofreguidão, o que muito nos excitou. Mesmo cansado de tanta sacanagem, nós encontramos forças para continuar aquele joguinho maravilhoso, principalmente porque a debutante era uma especialista mesmo em sexo oral. 
Durante alguns minutos, provamos os prazeres proporcionados por sua boquinha quente e ágil, com lambidas e sucções de nos levarem à loucura. Enquanto ela nos chupava, acariciávamos suas nádegas, seus seios, suas costas lisas e aveludadas. Ricardo enfiou o dedo em seu cuzinho e isto só aumentou a intensidade das chupadas que a gata nos dava. Sua língua acariciava meu saco e de repente subia decidida até a glande, passando deliciosamente pelo mastro já em ponto de bala. O dedo de Ricardo sumia e emergia daquele buraquinho rosado, enquanto outro dedo, o de Maurício, começava a explorar aquela grutinha recém-descoberta. Juliana gemia despudoradamente, quase urrando de prazer, e todos alcançamos o ápice do gozo. Eu esguichei em sua boca, Maurício em sua mão e Ricardo ejaculou sobre sua bundinha, enquanto ela atingia um supergorgasmo. 
De repente ouvimos passos e tivemos que parar. Viramos convidados especiais na casa de Juliana desde então.

 
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A SANTINHA QUE VIROU CHINA:
Autor Desconhecido

 
  " Meu nome é Felipe, moro em uma cidade do interior do RS, vou relatar o que aconteceu comigo numa noite de farra. No dia do meu aniversário, fiz uma festa e tomamos bastante... Lá pelas 2:00 horas da madrugada o pessoal resolveu ir para a boate da cidade, e eu não podia perder a festa... Chegando lá começei a agitar mais ainda, pois não sabia que uma grande surpresa estava para me acontecer.
Quando vi Andréia, uma garota com que já havia ficado a algumas semanas atrás...Nesta ocasião eu havia botado a mão na bundinha dela e ela tirou minha mão de lá e disse que não era garota daquilo. Eu pensei comigo mesmo: posso tentar arrumar alguma pra comer, se não vou ficar só no beijinho mesmo com a Andréia. Passa tempo e eu não arrumei nada, então fui ao encontro de Andréia, que também estava só, conversa vai conversa vem fui me aproximando e lasquei um beijo naquela menininha. Ele retribuio muito bem e eu começei os amaços...
Fui descendo e coloquei a mão na bundinha dela... E para minha surpresa não houve nenhuma resistência, e para aumentar o meu tesão ela falou: Hoje quero te dar um presente!
Que felicidade a minha! Estava com um tesão enorme, então pedi para que fossemos para fora pegar um ar, ela com uma risadinha disse que sim... Ao entrarmos no meu carro, ela começou a me beijar loucamente, eu estava a fim de parar e comer ela ali mesmo no carro! Ela me apertava, me beliscava, me torturava! Eu não aguentei e parei o carro na torre ("matel" da cidade) e fomos para o meio do mato.
Eu como já esperava que me acontecesse uma coisa do estilo e tinha levado uns cobertores... Estendi no chão e me deitei... A garota veio por sima de mim e me beijou novamente, e foi baixando, me lambendo até chegar no meu pau. Ela dava umas mordidinhas uns toques de leve uma loucura!
Eu já não aguentando mais disse pra ela ficar de 4. Ela ficou! Se arreganhou todae ficava falando palavrões do tipo: Eu sou uma cadela! Uma puta! Você tem o maior pau da face da terra! (não chega a tanto mas impõe respeito os meus "21 de comprimento por 7 de largura) Ela dava com prazer! Eu metendo naquela boceta, e olhando aquele cusinho... Eu sem falar nada tirei da boceta dela e coloquei ele no seu cú, ela já tinha gosado umas 3 vezes, e eu ainda não tinha. Ela começou a rebolar muito!
Dizia que doia mas tava adorando! A minha pica entrou dificil... Até doeu... Meti tanto que gosei naquele cuzinho apertado. A minha santinha virou puta e eu a comia quase todo final de semana, como é bom dar uma fodida! Principalmente no dia do seu aniversário.

 

12.14.2009

A PRISIONEIRA

Autor Desconhecido


 

Efetivamente R. surpreendeu-se um pouco quando uma voz masculina anônima procurou-a no telefone da firma onde trabalhava.

De regra os convites p/ as entrevistas de trabalho eram enviados pelo correio e uma carta teria servido como indício para localizar, se não o cativeiro, pelo menos o sequestrador.

Ela devia saber que era perigoso ir para um lugar tão afastado, na casa de um desconhecido que lhe propunha um novo emprego com a possibilidade de viajar. e ela gostava tanto de viajar!

Foi talvéz por isso, ou por um incônscio e obscuro dejedo de enfrentar algo de misterioso, que R. deixou de lado as regras básicas de segurança, pegou o seu carro e saiu da cidade.

Agora, enquanto se encontrava nua e acorrentada nas mãos de um sádico torturador, lembrou-se que devia ter informado os colegas sobre a entrevista, mas ele tinha sido esperto em lhe recomendar de não falar nada com outras pessoas pois, de uma certa forma, ele estava \"roubando\" aos concorrentes os funcionários mais experientes. R. acatou o conselho, pois o raciocínio do seu sequestrador tinha, efetivamente, uma certa lógica, sem contar que, caso a entrevista não tivesse dado certo, ia ser melhor que seus chefes nada soubessem do encontro... Lembrou-se de como tinha chegado cheia de esperança naquela casa isolada, cercada por um muro alto, que a tornava pareciada a um castelo medieval.

Lembrou-se da sensação de solidade que emanava do jardim e das paredes cinzentas da fachada, mas não podia imaginar que, ao entrar no átrio, seria logo narcotizada, despida e atada! Onde estava agora o seu carro?

Com certeza fora queimado e jogado num precipício junto com seus documentos e seu celular, assim, caso um dia alguém o tivesse descoberto, os investigadores iriam pensar num trágico acidente de trânsito. Mas afinal quem devia acionar a polìcia?

Ao sair da firma, R. não falou p/ ninguém onde estava se dirigindo. Em casa morava sozinha e os vizinhos sabiam que ela tinha o hábito de ficar pelo mundo afora sem se comunicar por semanas e semanas. Quanto aos amigos, já estavam acostumados com seus estranhos silêncios, com suas viagens repentinas. Sim, agora R. estava lentamente percebendo que ninguém a procuraria, que era como morta para o mundo: uma morta viva.

Naquela sala abafada, seus olhos vendados procuravam om raio de luz; seus pés, fortemente acorrentados, tateavam o chão como se aquele piso vetusto e coberto de pó pudesse lhe dar uma resposta aos interrogativos que a atormentavam. Sentia seus braços e suas mãos presos sem a menor chance de se livrar e lembrou-se de uns filmes que tinha assistido e de reportagem que tinha lido. agora sabia o que sentia uma desaparecida nos porões da ditadura. E lembrou-se de como o homem tivesse insistido sobre a oportunidade que lhe oferecia de viajar.

Com efeito, agora estava prestes a começar uma \"viagem\" realmente diferente: uma viagem no mundo da submissão total, onde a sua vontande não tinha algum valor, onde o seu corpo teria sido tratado como um mero objeto de prazer, como uma cobaia utilizada para experimentar formas requintadas de tortura física e psicológica!

Passou um certo tempo. Não ouvindo o menor barulho, pensou que o seu carcereiro devia ter se retirado e tentou explorar aquele espaço procurando, quem sabe, uma porta, uma janela, um telefone. (mas mesmo que os tivesse encontrados, como podia fazer p/ chamar socorro se estava de olhos vendados e as mãos estavam acorrentadas atrás das costas e presas a um cinto de couro que cingia a sua cintura?). Mesmo assim começou a se locomover, mas o carcereiro havia atado também suas coxas com dois cintos de couro, bem à altura dos joelhos que, dessa maneira, nem podiam se dobrar.

Só podia avançar arrastando os pés no chão, mas apenas por um ou dois decímetros por vez de tanto que a corrente que juntava as tornozeleiras era curta. Deu vários passos numa direção qualquer mas, a um certo ponto, algo de rijo bloqueou sua marcha grotesca. Percebeu que, além das grossas tornozeleiras, o carcereiro tinha preso cada tornozelo com uma argola de ferro e que as argolas ficavam à extremidade de uma outra corrente relativamente comprida que a segurava ao piso: desesperada, deu-se conta que seus pés estavam duplamente acorrentados!

Sentiu-se perdida, sentiu-se como uma escrava presa numa masmorra medieval: tudo era silênco, um silêncio terrível, quebrado apenas pelo barulho metálico e frio das correntes e pela esfrega das solas no piso de pedra. Dois ruídos de natureza oposta e contrastante: um áspero e duro (como a voz imperiosa do sultão), o outro suave, feminino, submisso. (como a voz meiga de Sheerazade). Apesar de tudo tinha uma certa harmonia naqueles sons, uma certa complementaridade entre a rigidez absoluta e irrevogável das tornozeleiraz e a fragilidade viva dos tornozelos e dos pés: R. percebeu claramente esse detalhe e, apesar do medo, sentiu um friozinho gostoso na barriga, sentiu que talvez, no fundo daquele túnel obscuro, podia encontrar uma maneira diferente de existir, uma dimensão que até aquele momento lhe era desconhecida. Como um animal cego, continuava explorando o piso mas, em qualquer direção se dirigisse, sempre o limite imposto pela corrente lhe impedia de proceder.

Desconhecia as dimensões de seu cativeiro. Resolveu, então, ir na direção oposta à força que a bloqueava: deu uma meia-volta e, acompanhando com os dedos dos pés a corrente estendida no pavimento, tentou lentamente alcançar o ponto onde devia ter sido fixada ao chão. Depois de ter percorrido cerca de quatro metros, percebeu a presença de uma esteira de junco: imaginou, justamente, que tivesse sido colocada para ela se deitar.

Sentou-se, ou melhor, caiu em cima dela, pois os cintos e as correntes tornavam muito dificultoso qualquer movimento. Permaneceu sentada por cerca de uma hora tentando se livrar, forçando alternativamente as ataduras dos braços e das pernas, percebendo todavia que, à medida que ela se enfraquecia, os atilhos não cediam de um só milímetro. Esperneou, gemeu, chorou, mas não gritou para não chamar a atenção do sequestrador que talvez estivesse por perto. Enfim, exausta e vencida, deixou que o seu corpo se afrouxasse em cima da esteira. As correntes que seguravam seus pulsos machucavam suas costas, teve que deitar-se de bruços e logo entrou num sono pesado e povoado de sonhos esquisitos.

Um barulho de chaves, de trincos abertos e novamente fechados, de passos que se aproximavam acordou-a. Agora o carcereiro estava perto dela! As mãos do homem a ajudaram a se levantar e R. ficou ajoelhada em cima da esteira.

Os dedos do desconhecido palparam seu pescoço. Logo sentiu o contato com o couro frio de uma coleira e ouviu o som metálico e seco de um pequeno cadeado que estava sendo fechado. Sentiu-se como se sente uma cadela e teve vergonha de estar nua e impotente diante do seu sequestrador. Baixou a cabeça enquanto o homem começou a tocar seus peitos, a caricià-los voluptuosamente: instintivamente R. levantou a cabeça procurando encontrar os olhos do indivíduo, mas a venda não lhe permetia de enxergar nada. Mesmo assim o senhor interpretou esse gesto como um desafio, como uma grave forma de insubordinação. Despeitado, apertou com a mão os peitos e os mamilos, pegou uma correntinha (segurando-a na argola dianteira da coleira) que terminava com dois prendedores cuja pressão podia ser regulada com um parafuso.

Os prendedores foram colocados nos mamilos e os parafusos apertados progressivamente para o deleite do carcereiro. R. gemia profundamente, mas o homem não se importou e apertou até que os mamilos ficaram bem presos. Ajudou a moça a se levantar e, puxando-a pela correntinha, acompanhou-a até um vão onde estava um sanitário. R. teve que urinar diante do homem: ficou morta de vergonha, mas era uma escrava, um animal: não tinha direito nem sequer à menor privacidade.

O carcereiro enxaugou a vagina da mulher que era totalmente depilada. cariciou os lábios vaginais, o clitóris e a parte interna das coxas. R. ficou excitada e envergonhada de ter ficado excitada. O homem percebeu que os mamilos de R. tinham ficado durinhos e aproveitou para apertar mais ainda os parafusos. A moça sentiu dor mas, contra a sua própria vontade, ficou molhada. Voltaram perto da esteira. O carcereiro deu umas mordidinhas nas orelhas e no pescoço de R. Ela ficou toda arrepiada. Quando o homem começou a cariciar as costas, a bunda, a barriga e as pernas, ela estremeceu mal segurando suspiros de desejo. Sentiu-se sem vontade própria, como se fosse um simples pedaço de carne, mas carne viva, com todo seus hormónios e seus nervos! Agora estava em pé: nua e atada diante do seu senhor. Ele começou a beijá-la na boca, mordendo os lábios e os ombros, chupando a parte de pescoço livre da coleira. R. sentiu uma onda de calor invadir todas suas fibras. Nunca tinha sido beijada com tanta ousadia, com tanto ardor e, principalmente, nunca tinha experimentado as ataduras. Ela, que sempre tinha encarado com ironia os relacionamentos sadomaso, estava ensaiando pela primeira vez um prazer que lhe era desconhecido.

Ela, que costumava mangar de uma amiga submissa, estava agora constatando que seu desejo sexual -desejo de escrava- alcançava intensidades inimagináveis. Ainda tinha vontade de fugir, de correr, mas não eram só as correntes que lhe impediam de si livrar. Uma força obscura, prepotente, avassaladora surgia das partes mais íntimas do seu corpo e se espalhava enfraquecendo os múscolos, os nervos, o cérebro.

Pensou que se não tivesse sido tão fortemente atada, suas carnes teriam se desmanchado como uma geléia: de uma certa forma eram os cintos e as correntes que a sustentavam. O desconhecido, sem parar de beijá-la e de explorar seu corpo com a lingua, começou a brincar com seu clitóris apertando-o e esfregando-o com os dedos. O desejo alcançou um limite insuportável. Para melhor oferecer a boca aos beijos do carcereiro -que era alto- R. levantou-se na ponta dos pés: nesta posição os grilhões apertavam mais ainda os tornozelos fazendo com que ela percebesse com intensidade maior a sua condição de escrava.

Quando o homem introduziu também um dedo no ânus massageando a sensível mucosa, a moça teve um orgasmo tão intenso que quase desfaleceu. O seu corpo, molhado de suor, de saliva e de humor sexual, foi abandonado em cima da esteira.

Por enquanto o seu dono (assim R. percebia agora o sequestrador) estava satisfeito de tê-la dominada psicologicamente, mas este era apenas o prólogo de um longo caminho de submissão que devia incluir etapas bem mais doloridas. R. sabia disso, mesmo assim adormeceu satisfeita, sem se importar com as torturas vindouras. O sono de R. foi interrompido bruscamente. Uma dor viva e cortante dilacerou suas nádegas. Estava sendo chicoteada sem ter a menor possibilidade de reagir! Os golpes caiam na bunda e nas coxas com regularidade: um em cada três segundos. O senhor sabia o que fazia, sabia como castigar uma escrava até quebrar a vontade dela, até domá-la e subjugá-la totalmente. Ele não tinha pressa e nem batia com muita força, pois o objetivo era de prolongar ao máximo o castigo sem todavia machucar excessivamente o corpo da moça. Nesse sentido era realmente um mestre. Os golpes eram dados com perícia, perpendicularmente ao corpo de R., começando da parte mais alta das nádegas até os cintos de couro que prendiam os joelhos. Nunca um golpe era repetido no mesmo ponto.

A escrava sentia dor, mas era uma dor prazerosa que renovava seu desejo de orgasmo, principalmente quando o homem mudou a direção dos golpes que agora caiam paralelos ao corpo, castigando o lado interno das coxas e o rego das nádegas. Em certos momentos a dor se tornava mais intensa, quase insuportável. Era evidente que aquele castigo era fonte de um imenso deleite para o seu dono e que portanto R. não passava de um mero objeto de prazer nas mãos de um senhor absoluto e implacável. Nada podia fazer, a não ser gemer (às vezes de dor, às vezes de prazer). Enfim a tortura terminou. Ou pelo menos foi isso que ela pensou. O carcereiro pegou os tornozelos da prisioneira e colocou um cadeado nas argolas dos grilhões: dessa forma os pés de R. ficaram totalmente presos, sem a menor possibilidade de movimento.

O mestre começou a cariciar e beijar o dorso e os dedos dos pés, a massagear as plantas, demonstrando um interesse descomunal para as extremidades da sua escrava. Objetivamente R. tinha muito orgulho de seus pés, pequenos, branquinhos, esteticamente perfeitos. Lembrou-se de como inúmeras vezes tinha-os usado como instrumento de sedução. Sempre saia descalça para ir fazer compras nas lojinhas perto de casa. Via, satisfeita, os homens sentados nas mesinhas do bar, babando, os olhos cheios de desejo. Saia de casa descalça, mesmo nos dias de chuva ou no inverno, bem maquiada e elegante para demonstrar que a falta de calçados não era devida à preça, e sim uma opção pessoal.

Os homens ficavam loucos. Só agora se lembrou que nas últimas duas ou três semanas um carro escuro, importado, dos mais caros e exclusivos, estacionava frequentemente perto da sua casa: dentro um homem elegante, grisalho, de óculos escuros a observava com interesse e ela, com instinto tipicamente feminino, demorava propositalmente para oferecer ao desconhecido a visão sublime de seus pés maravilhosos. Ela sorria para ele, mas era um sorriso de escárnio, pois gostava de assanhar um homem que, como idade poderia ter sido seu pai. Agora estava arrependida, pois tinha certeza que seus belos pés estavam em poder daquele homem misterioso! Deitada na esteira, sentiu que seus tornozelos estavam sendo amarrados a suas mãos da tal forma que as canelas ficaram perpendiculares ao chão e as solas expostas à qualquer tipo de violência. Em seguida o mestre pegou um chicote bem flexível e iniciou a bater as plantas, começando pelos calcanhares e descendo até os dedos. repetidamente. Instintivamente R. tentou proteger uma sola com a outra, mas o senhor pegou dois aneis de ferro que, mediante um pequeno cadeado, bloquearam os polegares dos pés.

Não tinha absolutamente como se defender dos golpes que, também dessa vez, caiam ritmados e impiedosos. Sentiu dor, mas era uma dor estranha, diferente daquela que tinha experimentado na bunda. talvez mais profunda mas, ao mesmo tempo, mais prazerosa. Era como se os impulsos nervosos alcançassem diretamente o cérebro, como se tivesse sido estimulada a parte mais íntima e sensível de seu corpo. Uma perfeita mistura de dor e de prazer, uma manifestação de submissão total e incondicionada. Percebeu -orgulhosa- a excitação do seu senhor, o respiro acelerado dele: mais uma vez seus pés haviam funcionado como um instrumento de sedução.

Chegou perto do orgasmo, mas o homem não permitiu que ela alcançasse o topo do prazer. Ele guardou o chicote flexível, pegou outro cuja ponta terminava com três bolinhas de ferro e bateu energicamente nas plantas de R. Dessa vez a dor foi grande, assim como foi grande o desespero da moça. Ela chorou e implorou que a tortura parasse e. a tortura parou, mas não devido suas súplicas. apenas porque o seu dono não queria arruinar aquelas solas lindas e aveludadas, fonte de seu desvairado prazer!! Foi deixada naquela posição por horas e horas! A pele da bunda e das coxas ardia, as plantas pareciam ter sido queimadas com fogo, os prendedores apertavam impiedosamente seus mamilos e, ainda por cima, o senhor, antes de sair, colocara um consolo em sua vagina. As horas passavam lentas.

O corpo de R. tremia de febre e de dor mas, a medida que a dor ia diminuindo um pouco, voltava uma excitação paradoxal, uma necessidade imperiosa de ter um orgasmo que a compensasse de tantos sofrimentos. Tentou mexer os quadris para alcançar o prazer, mas estava tão atada, tão imobilizada que os movimentos eram milimétricos... Mentalmente contou os cadeados que a prendiam: um na coleira, dois nos braços, dois nos pulsos, um no cinturão, dois nos joelhos, quatro nos tornozelos mais um que segurava os quatro e enfim um nos polegares dos pés.

Em tudo quatorze cadeados. Duas vezes sete, que é o número perfeito: portanto ela era uma escrava duplamente perfeita! E sete eram também os pontos do corpo de R. que tinham sido atados: o pescoço, os braços, as mãos, a cintura, as coxas, os tornozelos e os polegares dos pés! E pensar que sempre tinha gostado do número sete, achando-o o número da sabedoria (efetivamente, nesse caso, era expressão da sabedoria do seu senhor!). Agora cabava de aprender que sete simbolizava também a perfeição da dominação. Certos momentos adormecia um pouco, outros meditava sobre a sua condição de escrava: em menos de doze horas tinha passado de uma condição de liberdade total a outra absolutamente oposta.

Tinha sido despida, atada, acorrentada, exposta, chicoteada, torturada, privada de sua personalidade e dignidade; sentiu-se inferior até a um animal, pouco mais que um objeto cuja função era de proporcionar prazer a um senhor desconhecido e cruel. Mas, ao mesmo tempo, compreendeu que, apesar das aparências, ela mesma estava exercendo um poder subterrâneo, telúrico sobre o seu carcereiro. Se ele era o sol, R. era a lua, pois seu instinto lhe indicava -sem a menor possibilidade de engano- que o homem necessitava dela, do seu corpo, da sua mente, da sua alma. Ele a dominava fisicamente, mas ela era a dona absoluta dos pensamentos, dos desejos e dos sonhos de seu mestre-amante. Pouco antes do amanhecer, ele entrou de novo, tirou a corda que juntava os pulsos com os tornozelos e o corpo de R. ficou de novo esticado em cima da esteira. Rapidamente o homem passou um creme em torno do ânus da moça e começou a penetração. Não era a primeira vez que R. tinha um amplexo anal, pois gostava dos dois lados. Mas dessa vez entendeu que não era admissível outro tipo de relacionamento sexual: só assim podia ser concebida a relação entre um dominador e uma escrava!!

Também nessa circumstância o sequestrador soube demonstrar uma notável competência e um profundo conhecimento da sensibilidade feminina. Agindo sem pressa, com determinação temperada, soube proporcionar um prazer desumano à prisioneira que chegou a gozar uma, duas, três vezes antes de desmaiar definitivamente. E o carcereiro? Como foi o sono dele agora que o objeto de seus desejos mais secretos estava em seu poder? O que R. ainda não sabia é que o Senhor era também o proprietário da firma onde ela trabalhava.

Como todos os demais funcionários R. conhecia apenas o gerente, mas nunca tinha visto o dono. Ele frequentava a firma disfarçado de homem de negócios, indo direto para a diretoria, sem nunca tirar seus óculos escuros, sem nunca olhar para ninguém, com a clara intenção de proteger a sua verídica identidade. Aparentemente nem olhava para os funcionários, mas via e observava tudo e várias vezes teve a oportunidade de notar aquela moça que, além de bonita, charmosa e elegante, parecia possuir uma inteligência viva e uma curiosidade única.

Ficou logo apaixonado e poderia ter aproveitado da posição social para conquistá-la, mas. não queria apenas uma amante (já estava farto de amantes): o que queria era uma escrava. O melhor, queria uma mulher que o amasse e que se deixasse amar como uma escrava, e o comportamento de R. indicava que tinha nascido para ser escrava, mesmo que nunca tivesse imaginado essa sua vocação secreta. Raptando-a, tratando-a como uma sequestrada e vendo a reação da moça, o Senhor teve a confirmação que R. ia ser a perfeita companheira, a mulher que desde sempre ele tinha procurado. sabia que a partir daquele momento eles teriam sido duas pessoas diferentes. Na obscuridão de uma masmorra tinham encontrado o que todo ser humano procura: felicidade.


 

12.10.2009

CASTIGO DA APRENDIZ

Autor Desconhecido


 


 

Eu estava sentado trabalhando na minha mesa quando ela entrou no laboratório. Vestia uma saia no meio da coxa e uma blusa que deixava transparecer metade da barriga. Quando ela se pôs de frente a mim e disse:

- Bom dia chefinho. Eu olhei para ela com um olhar frio que seguramente lhe gelou o espírito.

- Você ainda tem coragem de aparecer aqui? Já faz mais de 15 dias que sumiu. Deixou de comparecer as reuniões. Não participou das discussões e agora chega aqui com esta roupinha pensando que vai se sair bem dessa?

- Ah... Você sabia que eu iria visitar minha família, disse ela.

- E todos os compromissos que você deixou aqui? Dei a volta na mesa e me aproximei dela. Peguei em sua cintura e passei a mão pela sua coxa lisa e regiamente depilada. Ela havia me preparado uma surpresa. Ao entrar com minha mão por entre a saia, não havia nada entre esta e a sua intimidade que estava lisa como as reentrâncias de uma pré-pubere. Deixei meu dedo deslizar por entre suas pregas e senti a umidade de sua feminilidade.

- Entendi, falei. Você veio aqui querendo se desculpar das falhas me seduzindo. Na verdade já estavamos juntos há algum tempo, mas ela ocupava a dupla função de amante e aprendiz de laboratório.

- Pois fique sabendo que as coisas não são assim. Você vai ser punida pelas suas irresponsabilidades. Ficamos 8 pessoas aqui te esperando. Disse me aproximando dela. - Você vai ser castigada por ser irresponsável e pela desconsideração.

Falei com meu pau explodindo dentro das calças. Eu já estava pensando em come-la no laboratório há algum tempo. Aquele ambiente que sempre desperta fantasias e vontades. O fato de ter total privacidade nos subterrâneos, os potes, cadinhos, vidros e poções sempre despertam em todos evocações de desejos reprimidos. Como alquimista eu sabia a arte das transformações e transmutações.

Como alquimista escondido dentro dos porões da mente e do saber eu sabia exatamente como proceder para obter o que queria. E o que queria naquele momento era o corpo da aprendiz sedento pelo meu sexo e pelo minhas ordens. Debrucei-a sobre a mesa, suas coxas e ancas se expuseram quando levantei sua saia desvelando sua intimidade. Mesmo de longe se podia ver o inchaço de seus intimos lábios e o brilho que emanava devido ao líquido que ela secretava neles. Ela estava tão excitada que se podia ver a alguns metros da sua virilha. Foi quando passei minha mão pelas suas coxas e no meio das suas pernas. Meus dedos sairam molhados pelo líquido viscoso e perfumado que eu a fiz cheirar.

Peguei então o chicote. Era um chicote destes que se usam para cavalgar. Com uma haste rígida e uma ponta móvel de cerca de 15 cm de comprimento e 2 de largura. Claro que era de couro. Exatamente o que eu desejava para o momento. Era o instrumento adequado para castiga-la sem deixar marcas. Adequado e suficiente para deixar a ardência necessária e bem localizada sem no entanto deixar vergôes sobre sua pele (um mimo que poderia ser utilizado em outra ocasião).

Mandei que se debruçasse mais sobre a mesa e disse:

Vc faltou a duas reuniões. Na primeira ficamos 9 te esperando e na segunda foram 8. Vai receber uma lambada por cada pessoa que ficou te esperando. Neste momento ela disse:

- Eu não mereço tanto castigo assim...

- Por ter reclamado serão mais 10. Comecei a bater pelo meio posterior da coxa direita foram 4 bem distribuídas. Claro que comecei devagar e fui ampliando a força (um artifício para que as aprendizes aguentem mais). Depois foi a vez da coxa esquerda ganhar sua cota em toda a sua extensão.

Ela contava: - Seis, sete, oito...

Foi a vez de começar a brindar sua alva bundinha com o meu latigo. Esqueci de mencionar que ela tem a pele bem branquinha e fina, o que é ótimo para tranformar uma bundinha, quando bem trabalhada, numa obra de arte. Então eu batia, via a vermelhidão e passava a mão sobre a área rosada. Uma das melhores sensações ao tato é sentir a ligeira elevação da pele após um castigo bem aplicado.

Eu continuava e ela contava: - Quinze, dezesseis, dezessete...

Ela pedia clemência e perdão por haver sido relapsa com seus deveres. Voltei então as suas nádegas agora aplicando o chicote de forma a permaner com ele mais tempo na sua pele aumentando assim a força e em conseqüencia a ardência causada. A cada nova lambada ela dobrava a perna sobre a coxa na tentativa de equilibrar a dor. Quando chegamos aos vinte eu mandei que virasse pois tinha planejado algo mais. Ela não entendeu e pensou que eu havia desistido, parcialmente do castigo.

Eu sabia que o fato dela deitar com a bunda e coxa ardendo na mesa eram uma tortura a mais. E mandei que ela abrisse as pernas. Seus olhos brilharam achando que eu iria possui-la. Sua buceta brilhava com o liquido viscoso de sua lubrificação excitada. Quando ela viu que eu iria continuar, pediu que eu não o fizesse. Então distribui 3 lambadas na parte interna de sua coxa direita.

Ela gemeu e tentou fugir. Eu disse que aquelas não tinham valido.

E mandei que ela voltasse a contar. - Vinte e um, vinte e dois, vinte e três...

Eu distribui mais lambadas assim pela sua coxa esquerda. Na parte interna é claro, onde arde mais. E mandei que ela se abrisse pois agora seriam as ultimas. Foi quando liberei o chicote na parte esquerda dos seus grandes lábios.

- Vinte e quatro. E depois na direita e no meio.

- Vinte e cinco, vinte e seis... Ela me olhava sem ter coragem de pedir clemência ou falar qualquer coisa quando disse eu disse:

- Agora abre bem a bucetinha que a última vai ser no grelinho. Então ela desmontou e começou a pedir e implorar. Esperei que terminasse e disse:

- Serão 3 agora. Quer continuar a reclamar? Dei a primeira, de leve, bem encima dos pequenos lábios. Mandei que ela fechasse os olhos para tortura-la com a espera. E dei a segunda agora sobre o clitóris. Então mandei que ela descobrisse todo o grelinho e dei a última neste completamente desprotegido. Ela gemeu e disse:

- Eu te amo meu senhor. Ensina a sua aprendiz meu mestre. Mandei que se levantasse e comecei a bolinar sua bucetinha e bundinha. Sabia que ela sentia um misto de tesão e dor. Sabia que aquela dor se transformava em tesão por que ela sabia o quanto eu estava atiçado. Então falei que ela se dobrasse sobre a cadeira do laboratório e que deixasse seu cuzinho exposto. Disse que agora iria comer seu cuzinho.

Ela reclamou e pediu que não o fizesse pois iria doer. Ela sempre recusava este prazer para mim, mas eu estava decidido a cobra-lo hoje, e disse:

- De hoje você não passa. Pode se preparar pois o maior prazer do mestre é comer o cuzinho de aprendiz. Ela deu um remungo e eu fui até a botica pegar algo para facilitar minha entrada. Como alquimista eu tinha o domínio de ungüentos e poções e sabia exatamente o que usar para melhorar a penetração sem diminuir muito o atrito, mantendo a sensação maravilhosa do pau conquistando as entranhas que a ele resistem.

Eu falei para ela: - Como é a primeira vez você vai poder usar este ungüento para deixar seu cuzinho macio. Passei o preparado no dedo e introduzi este nela, enfiando e rodando. Ela reclamava levemente, mas eu sabia que ela estava excitadissima por estar prestes a ser possuída dentro do laboratório. Eu comecei a enfiar o dedo e a tirar para deixar suas entranhas mais macias e lubrificadas.

Não queria que fosse além do necessário pois queria sentir meu pau pulsante penetranto-a lentamente de forma a que eu pudesse sentir sua anatomia interna. Então eu falei para ela.

- Agora você vai levar pau. E fui penetrando sua bundinha. Ela gemia e pedia que eu parasse.

Eu dizia: - Você não foi uma má aprendiz, agora toma pau. E metia nela. Metia e tirava de forma lenta mas constante. Ela tentava fugir da minha masculinidade e eu a prendia. Ela implorava para que eu tirasse meu pau dela. Eu aproveitei parei a penetração e dei algumas palmadas dizendo:

- Você agora sabe quem manda aqui?

- Sei sim meu mestre, mas para por favor. Está ardendo meu cuzinho. E eu não parava. Ela pedia tanto para que eu parasse que tirei o pau de dentro dela. Ela se sentou na cadeira acreditando que seu castigo tinha terminado, mas ela não sabia até onde eu era capaz de ir.

Foi quando eu disse: - Volta aqui que eu não acabei. Eu queria que ela soubesse o quanto deveria se submeter a mim. Ela pediu que não, que chegava.

Eu disse de novo: - Anda logo que eu quero mais. Só vou parar quando eu quiser. Ela veio e se posicionou novamente oferecendo seu rabinho ao sacrifício. E eu o penetrei de novo. Eu entrava e saia de seu cuzinho e ela gemia e dizia que estava ardendo e doendo. Novamente, após alguns minutos, eu deixei que ela saisse de meu pau. Apenas para que ela acreditasse que tudo tinha terminado.

Então eu disse: - Mais. Ela implorava, dizendo:

- Chega, por favor.

- Mais, eu disse. Ela se posicionou demostrando sua total obediência a mim.

Eu a penetrei, movimentando-me para dentro e fora, enquanto ela implorava para que eu parasse. Eu dizia:

- Você precisa servir ao mestre. Então retirei-me dela.

Mesmo sem gozar e estando louco para tal, lhe disse:

- Por agora chega. Mais tarde eu te tomo novamente.

Ela me beijou apaixonadamente. Ela adorava que eu a tomasse assim. Que ficasse claro o quanto a desejava e o quanto ela também me queria.

Mais tarde naquela noite enquanto eu comia sua bucetinha ela me disse que havia gozado enquanto eu comia seu cuzinho e que foi a primeira vez que isso aconteceu a ela.


 

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UMA VISITA À FAMÍLIA

Autor Desconhecido


 

Então ele me arrastou para o quarto e ligou o ar condicionado e o som. Sentou-se na cama e me puxou sobre suas pernas. Desequilibrada cai sobre ele.

Com a voz pesada ele disse: - Então você saiu em férias e me deixou aqui sozinho por 12 dias não foi?

Eu respondi: - Foi eu fui visitar minha família você não veio por que não quis.

- Você sabia que eu tinha que trabalhar e foi assim mesmo, não é? Eu retruquei de novo só para implicar:

- Você perdeu todas as coisas que eu fiz lá.

Ao falar isso ele começou a baixar minhas calças e eu ingenuamente ainda o ajudei. Ele me deitou bem sobre suas pernas. Eu ainda estava de calcinha, uma calcinha rendada marrom que ele adora. Ele começou a passar a mão na minha bunda e pernas.

E disse: - Pois bem, está na hora de você aprender algumas coisas. Você se comportou muito mal. Foi egoista e me deixou aqui sozinho. Além disso ainda ficou fazendo má-criação pelo telefone.

Até ai eu estava tranqüila por que eu sabia o quanto ele gostava de me dar uns tapas. E eu tenho que dizer que eu também gosto um bocado. Diversas vezes brincamos durante o sexo e ele me dá uns pegas duros. Gosto quando ele me bate na bunda. Além disso, ele tem um jeito especial de me dar uns tapas na cara no momento exato, que me faz gozar, quando eu estou em plena cavalgada.

Ele então disse: - 12 dias. Isso foi tempo demais...

Então ele repetiu: - Você ficou lá por 12 dias. Nestes dias eu fiquei aqui sozinho, sem ninguém para cuidar de mim e além disso ainda fiquei recebendo os seus telefonemas de cara emburrada. Pois agora você vai aprender quem é que manda aqui. Vou te dar uma surra para você saber como é que as coisas funcionam.

Foi então que eu comecei a entender sua intenção. Ele ia me dar uma surra a sério. Desde que estamos juntos somente uma vez ele me deu um corretivo na época ele me segurou e deu uns tapas na bunda por que estava fazendo birra, mas foram só uns 5 ou 6. Comecei a tentar sair de cima dele, mas ele havia me prendido com os braços atrás das costas. O que eu havia pensado ser uma maneira de me acariciar era na verdade uma forma de me prender e impedir que fugisse.

- Vou começar devagar para ir esquentando. PLAT. Senti a primeira palmada na parte direita da minha bunda. Não foi muito forte, mas eu senti que ele não estava brincando.

Reclamei: - Para que eu não estou gostando.

Ouvi então algo que gelou meu sangue: - E quem disse que é para gostar? É para você aprender a me respeitar. PLAT, PLAT, PLAT. Foram mais 3 distribuidas em toda a região da minha bunda Tentei escapar e ele me prendeu entre as suas pernas. Assim ele tinha mais força e sua mão esquerda ficava disponível para segurar minhas mãos, impedindo-as de proteger minhas carnes.

Ele continuou: - Foram 12 dias, não? Então nesta primeira sessão serão 12 palmadas. Só para esquentar.

Eu disse: - Por favor, para que eu estou com medo.

Ele baixou a boca perto do meu ouvido e disse numa voz gutural: - Pois deve estar mesmo. Deveria ter pensado nisso antes de falar daquele jeito comigo ao telefone e de ter me deixado aqui largado.

Senti mais 2 palmadas espalhadas pela minha bunda. PLAT, PLAT. Uma na parte baixa, perto da perna e outra bem no meio tocando ela como um todo. Ele então rasgou a minha calcinha, apenas para expor minhas nádegas vermelhas deixando a calcinha presa nas minhas pernas revelando minha intimidade traseira e me deixando sem a proteção do tecido rendado. Vi que ele estava decidido a cobrar seu preço. Tentava fugir do seu abraço sem sucesso. Foi quando decidi tentar morde-lo. Quando ele viu isso, me deu mais 4 palmadas bem fortes. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT.

E disse: - Você não tem jeito mesmo. Se lembra naquele dia em que me mordeu o braço e meu deixou marcado para duas reuniões. Eu tive que ficar o tempo todo de camisa de manga comprida e te disse que iria cobrar com palmadas cada dente que você marcou em mim?

Eu antevi o que iria acontecer e disse: - Sim, eu me lembro mas eu disse que não fazia mais...

- Então por que tentou me morder agora?

- Foi sem querer, respondi. Eu não sabia o que estava fazendo.

- Então eu agora vou cobrar aquela dívida. Eram 32 palmadas lembra-se? Vou cobrar uma a uma. Já foram 10. Faltam então 34.

Eu implorei: - Amor por favor me perdoe. Eu não faço mais. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. Palmadas na minha bunda e eu sentia aquilo me esquentando. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. Palmadas na parte baixa da bunda. Espalhadas pelo começo das minhas pernas. - Você não disse que me ama? Você não reclamou que eu nunca expresso o que sinto? Pois sinta agora a minha frustração pelos dias que estive sozinho. Pelos dias que senti sua falta. Quando ele falou isso, comecei a sentir algo dentro de mim diferente. Senti que eu merecia aquele castigo. Senti que eu o estava abandonando ultimamente e que minha viagem o havia deixado desgastado. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. Algo começou então a despertar em mim. Senti o desejo adormecido nele em todos aqueles dias. E além disso dos dias que mesmo antes da viagem eu o havia renegado. Quando a próxima série de tapas veio, Ela já encontrou uma bunda diferente. Minha bunda, aquecida pelos tapas anteriores, começou a desejar os próximos tapas. Eu sabia que não havia raiva neles. Havia desejo e frustração. O desejo gerado pela minha bunda rosada pelas palmadas e o desejo que fora reprimido por vários dias.

Eu disse: - Então me castiga que eu mereço. Bate e me ensina a me comportar. Ao ouvir isso ele começou a bater na minha bunda e pernas. Não com raiva, mais com a vontade de me mostrar sua frustração. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. Ele começou então a passar a mão na minha bunda e deixou o dedo escorregar por entre as minhas pernas. Sentiu a umidade que ali havia. Mais que umidade, eu estava encharcada. Molhada pelo desejo de saber que meu homem me amava e que me dominava. Que ele ia além dos contratos sociais para me mostrar o seu desejo e amor. Passei a desejar as palmadas por que sabia que aquele contato era o resultado de seu desejo. Ele afastou a mão de mim, causando o frio na barriga de quem espera pela próxima sessão. Eu ansiava e temia o próximo tapa e queria muito sentir sua mão em minha intimidade. Senti na minha barriga o pau dele estourando.

E pedi: - Me faz sua mulher, me faz aprender.

Ele perguntou? - Quantas já foram?

Eu com a voz chorosa respondi: - Eu não sei, mas você acha que eu já levei o merecido?

- Acho que agora você aprendeu a se comportar, mas para me assegurar eu vou te dar mais 20.

- Por que? Perguntei. - Você não sabe que puxar peso aumenta a testosterona?

- Sim. - Você não sabe que quando um homem malha ele aumenta o tesão?

- Sim. - Então agora você vai levar uma por cada punheta que tive que tocar quando você estava fora.

Eu disse: - Então bate em mim por todo o tesão que você sentiu. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. Ele batia espalhando por toda minha bunda que estava vermelha. Depois de bater, ele passava o dedo pela minha abertura, deslizando pelo clitóris e indo até embaixo.

- Você vai sentir o efeito da malhação no meu braço. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. A cada palmada eu delirava, pois sabia que ele iria me manipular. Então ele enfiou o dedo em mim e fez circulos deliciosos no meu colo do útero. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. Ele enfiou 2 dedos dentro de mim, massageando meu ponto G e me fazendo gozar na sua mão.

- Você gozou safada? Gozou gostoso foi? Eu sei que nada o deixa mais excitado do que me fazer gozar.

Então eu disse: - Sim meu macho. Gozei por que sei que você me ama. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. Então toma para gozar mais. E ai ele fez algo que me enlouquece: enfiou um dedo na minha buceta e outro no meu cú. Ficou entrando e saindo alternadamente. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. Ele bateu mais sem deixar de me bolinar com os dois dedos pois nesse momento eu não resistia mais e ele já podia usar as duas mãos.

E disse: - Agora fica de quatro para eu te comer. Fiquei de quatro para ele. Sei que ele adora esta posição por poder ver meu cuzinho rosado.

E disse: - Você vai ficar olhando para ele? Ele é rosinha? Ele então meteu sua pica em mim. Foi colocando a cabecinha e mexendo. Até entrar tudo. Quando entrou tudo eu sentia aquilo me preenchendo e tocando toda a minha buceta. Sentia seu saco batendo em mim e o calor de sua perna roçando na minha bunda e pernas aquecidas e sensíveis pelas palmadas. Ele entrava e saia. Puxava meus cabelos, mas não mais batia em minha bunda. Sabia que eu havia levado minha quota. E agora queria que eu gozasse. Ele sabia que eu já havia gozado duas vezes, mas queria mais. Comecei então a sentir que molhava completamente seu pau. Eu sabia que ele ficava louco quando eu despejava aquela quantidade enorme de sucos no seu pau, por estar louca de tesão. - Deita sobre mim e cavalga meu pau, mas faz isso virada para lá. Eu quero ver o que fiz na sua bunda. Eu sentei de uma vez e senti a dureza do seu pau. Sabia que ele não iria aguentar muito e provoquei:

- Você deu um corretivo na sua namorada, foi? Ensinou a ela como se comportar, foi? Ele apertava minha bunda, puxando para cima e para baixo, dando o ritmo. Ele arranhava minhas nádegas me deixando mais marcada e ardida. Eu estava quase gozando, mas sabia que ele queria se derramar em mim. Eu esperava muito por isso. Pela satisfação de senti-lo gozar e de ver sua cara exausta. Caprichei no ritmo, apesar de estar cansada e dolorida. Suas mão apertavam minha bundinha maltratada. Foi quando decidi que queria ve-lo gozar agora e pedi:

- Bate mais na minha bundinha dolorida e mostra que você é meu macho. Ao ouvir isso ele urrou, me deu mais dois tapas na bunda e se despejou em mim. Eu sabia que ele não resistiria a me pedir por mais palmadas numa bunda toturada. Ao sentir as contrações do seu pau em mim, não aguentei e gozei, caindo desfalecida sobre ele, ouvindo a sua frase final:

- Eu te amo muito, não faz isso de novo ou vou ter que te educar mais. Virei para o lado. Dolorida, mas satisfeita. Sabia que ele era meu homem. O macho que me desejava e perdia o controle de tesão por mim. E além de tudo, mais que tudo, o homem que me amava. Esta é uma história real, quer dizer ainda não.

Ao ler isto eu não entendi o que estava acontecendo... Eu havia acabado de entrar no seu apartamento quando ele me trouxe para o quarto e entrou na rede digitou um endereço e me disse para sentar e ler. Foi quando eu me lembrei que o que li, começou assim:
"Então ele me arrastou para o quarto... Naquela hora o sangue esfriou dentro de mim.

12.09.2009

APRENDI A SER BI E OUTROS...

APRENDIA SER BI

Autor Desconhecido


 

OI caros leitores meu nome é Andréia,tenho 17 anos um corpo de dar muita inveja há qualquer uma .......tudo começou na escola que estudava, tinha duas amigas minhas Débora e Franciele ........eu achava muito estranha a maneira que elas olhavam para mim mais até ai eu pensava que era coisa da minha cabeça .........costumava andar, viajar com elas até mesmo dormia na casa da Franciele...... as vezes quando ia dormi as três na casa da Fran notava algo estranho ...........notava os olhares delas bem diferente........... parecia que elas tramavam alguma coisa ................certa vez comecei há reparar que elas puxavam umas brincadeiras meias estranhas de ficar se agarrando ou então ficavam trocando de roupa e fazendo poses bem sensuais ...........eu sempre fui mais acanhada procurava disfarçar dizendo que não queria brincar disso por que eu era muito acanhada ..............até esse dia tudo bem pelo menos eu imaginava .............o que eu não podia acreditar que aquela situação me deixava muito excitada ...........eu que ainda era virgem eu tentava esquecer mais aquilo não saia da minha cabeça ..............fiquei assim por uma semana pensando naquela imagem das minhas amigas se despindo e aquelas posições eróticas que elas faziam................ comecei a pensar nelas de outra maneira não mais como amigas mais sim como seria estar de outras maneiras com elas........... a Fran na época tinha 19 anos ela é loirinha 170m 57kg olhos azuis seios médios uma bundinha linda bem impinadinha umas pernas lindas coxas roliças ..............a Débora tinha 17 anos moreninha bronzeada de sol 165m 53kg olhos castanhos bem clarinhos seios médios para grande ela também tenha uma bundinha fantástica e umas coxas bem grossinhas ............e eu claro sou ruivinha 170m 55 kg olhos verdes seios nem pequenos nem grandes e um corpo bem definido que passo a maioria do meu tempo na academia ...............até ai tudo bem ...........na sexta a Fran me liga dizendo que seus pais iriam viajar e disse que não gostava de dormir sozinha e me pediu pra que eu fosse dormir com ela .......e se eu não se incomodava em chamar a Débora, claro que não eu disse, ................assim que nós desligamos eu liguei para a Débora ............ela disse sem problemas .............combinei que iria passar na casa dela 20:00 hs .............falei com minha mãe .............no começo ela não queria deixar mais depois elas acabou deixando............ as 20:00 hs pegamos a Débora e fomos pra casa da Fran .................chegando la nós fomos recebidas por a Fran vestida com uma mini-saia preta e uma blusinha branca bem transparente ..............até ai achei normal porque ela estava em casa ..............eu estava com uma calça preta e uma blusinha azul e a Dé estava também de saia preta e uma mini blusa ................eu perguntei pra Fran sobre os pais dela ela disse que eles já tinha ido viajar e a Dé bem sorridente disso que tinha trazido um uma fita pra nós assistirmos ...................ela disse que tinha pego do seu irmão.................. a Fran logo foi para cozinha preparar alguma coisa para comermos.................. enquanto isso eu fui arrumar as minhas coisas que eu tinha levado ....................depois de umas meia hora a Fran me chamou para assistir a fita com ela e a Dé .................terminei de arrumar as coisas e fui para sala ver o filme com elas ............quando a Dé colocou a fita não acreditei era uma fita de sacanagem .............eu olhei espantada para elas e começaram a dar risadas ..............eu deveria estar vermelha de vergonha mais tudo bem porque aquilo também me deixava muito excitada ................por realmente o que eu queria estava para acontecer .............resolvemos ficar as três no mesmo sofá para assistir o filme ..................a Fran sentou no meio eu sentei no lado direito e a Dé sentou no lado esquerdo do sofá com as pernas no colo da fran.................... a Dé resolveu pegar uma coberta e voltou a ficar na posição que ela estava anteriormente................ logo na primeira cena aparece duas mulheres se chupando se lambendo e eu ficando cada vez mais excitada .................a Fran olhou pra mim e perguntou se eu nunca tinha visto aquilo e disse que não então ela de risada e me perguntou se eu sabia o que ela estava fazendo na Débora eu disse que não sabia então ela pegou minha mão e coloco bem no meio das pernas da Débora e pudi pela primeira sentir uma xaninha bem molhada na minha mão aquilo mexia com meus sentidos e eu continuei a passar minha mão naquela xaninha bem molhadinha da Dé como era quentinha eu sentia ela pulsando na minha mão em quanto eu passava a mão na xaninha da Dé a fran começou a abrir o zíper da minha calça de repente cinto uma mão entrando dentro as minha calça por baixo da calcinha aquilo me deixava louca aquela mão passeando na minha xaninha de repente a Dé levanta e vem em minha direção e começa a tirar minha roupa em menos de um segundo nós estávamos completamente nuas a Fran começa a beijar enquanto a Dé abre minhas pernas e começa a chupar minha xaninha que já estava completamente molhada ela me chupava cada vez mais eu já não estava mais agüentando e gozei na boca dela foi uma sensação incrível que já mais tinha sentido assim que acabara de goza senti meu corpo mole mais eu queria mais então a Dé percebendo que eu ainda estava excitada em fio um dedo na minha xaninha com tanta força que quase chorei de tanta dor e a Fran não parava de me beijar e chupar meus seios ela chupava com tanta força que parecia que queria arrancar eu estava delirando com aquela situação mais ainda estava sentindo muita dor foi ai que a fran me mandou ficar de quatro em quanto a Dé foi no quarto pegar algo que elas não me deixava ver elas me taparam os olhos com a blusinha da Fran e eu ali de quatro sem saber o que elas iriam fazer comigo de repente sinto um delas lambendo meu cuzinho eu fiquei apavorada queria sair de qualquer maneira mais elas me seguraram com força e me tranqüilizaram que não ia fazer nada eu sentia uma mão me masturbando em quanto sentia a outra lambendo meu cuzinho de repente sinto a Fran enfiando o dedo no meu rabinho nessa hora eu gritei de dor e elas me seguraram e começaram a me chamar de putinha ela começou enfiar mais fundo e com mais força eu já não aquentava de dor foi ai que a Fran tirou o dedo do meu rabinho eu pensei que já tinha acabado mais não senti uma coisa dura invadindo o meu cuzinho era um tudo de creme deveria ter 20cm por 5cm ela tentava enfiar mais não dava porque eu era muito apertada então a Dé disse que se eu deixa-se entra um pouco ela parariam concordei mais mesmo assim deveria ter entrado uns 5cm elas então pediram que eu ficasse em pé eu obedeci assim que fiquei em pé a Dé me empurrou no sofá tentando fazer eu sentar eu não conseguia sentar eu estava morrendo de dor e chorando sentindo aquilo me rasgando então a Dé me ameaçou ela disse se eu pelo menos não tenta-se sentar iria fazer coisa pior e me disse que eu iria me arrepender então eu concordei quando eu estava tendo sentar veio a Fran e empurrou todo o peso do seu corpo em mim ela sentou no meu colo e o tubo entrou com tanta violência eu comecei a gritar chorar mais nada adiantava eu estava com aquele tubo todo no meu rabinho que era virgem e agora estava arrombado quando aquilo entrou tive cala frio quase desmaiei com aquela dor mais elas me torturaram muito mais quem quiser saber mais dessa Historia e de outras mais me escrevam e garotas que quiserem me conhecer me mande e-mail e foto que eu responderei e poderemos trocar experiências e quem sabe podemos nós tornar amigas ou até ter um relacionamento beijos andreia .

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Minha primeira transa com uma mulher


 

Olá, um certo dia estava com meu namorado no telefone como sempre tivemos mais uma discussão, quando minha amiga apareceu e me disse que eu não iria pra casa pois estava muito nervosa, me levou para sua casa. Até aí tudo bem, às vezes era acostumada a dormir em sua casa, como ela estava se preparando para casar no seu quarto tinha uma cama de casal e ela disse que dormiríamos juntas e eu iria experimentar sua cama antes mesmo do seu marido, nunca havia prestado atenção nela com interesse sexual mas confesso que vendo-a trocar de roupa na minha frente fiquei meio arrepiada, deitamos e eu comecei a chorar , ela me abraçou e disse para eu me acalmar... ela começou a passar a mão pelos meus cabelos, estava tão bom, quando derrepente senti seus lábios de encontro aos meus, então eu correspondi senti tanto tesão naquele momento, então não me contive e comecei passar a mão em seus seios e descer com a boca até eles e chupá –los com todo ardor, quando fiz isso ela ficou tão louca que não se conteve e abriu minhas calças e se sentou encima de mim e começou a esfregar sua bucetinha na minha me deixando maluca a ponto de me enlouquecer de tanto desejo. Tirou minha roupa acariciou meu corpo e começou a passar aquela boca maravilhosa no meu pescoço, descendo até os meus seios chupando-os e engolindo-os, depois desceu para minha barriga e por fim devorou a minha buceta com tanta volúpia que eu me arrepiava toda, ela me chupava com a força de uma profissional, passava a língua no meu clitóris e enfiava na minha buceta, com as mãos apertava meu bumbum, contudo desejava que ela me comesse cada vez mais e ela entendeu meu desejo e cada minuto q passava ela me chupava com mais garra...me chamava de gostosa, de safada, fazia eu gemer e eu não aguentei e acabei gozando em sua boca. Ela fez como nunca tinham feito antes, eu com as pernas abertas vendo uma mulher(muito bonita e bem feminina) entre elas era tão maravilhoso que gozei como um estrondo (nunca consegui gozar na boca de ninguém e mesmo hoje em dia ainda não consigo foi minha primeira e única vez), então quando ela viu que gozei, veio pra cima de mim, me abraçou e disse: - Não acredito, chupei uma mulher e a fiz gozar, tinha tanto medo de não conseguir satisfazer vc. E com um olhar apaixonado me abraçou e dormimos assim. Confesso que não acreditei que eu era a primeira, pois ela fazia tudo muito bem, mas depois me conformei e foi a aí que começou minha primeira transa com uma mulher.. a única com que me interessa... Como nos meus contos anteriores, eu sou bem safada, adoro homens, mas devo dizer que ter transado com uma mulher me deixou completamente alucinada e mais safadinha do que sou... beijos pra vocês e breve breve lhes estarei enviando um novo conto.

12.08.2009

SILVINHA

Conto de Gabriel – narcisosantos@hotmail.com


 

Tudo começou num churrasco promovido pelos gerentes de uma agência onde fizemos auditoria. Silvinha me foi apresentada pelo pai, um gerente com quem fiz amizade, apesar de pouco tempo de convivencia.

Silvinha era gorda como o pai, simpática, porém meio timida, era uma dessas gordinhas de rosto redondo, seios grandes , faces coradas, bumbum grande,coxas grossas e uma boca linda.Lábios nem tão grossos nem tão finos,voz macia,baixa.

Eu a achei linda e sexy, primeiro, porque gosto de gordinhas e segundo porque ela estava de shorts e camiseta , deixando a mostra sua exuberancia.

Foram-se formando grupos, como é normal nessas situações. eu num grupo de pesssoas mais velhas e ela junto com a irmã e outras moças. Mas eu não conseguia despregar os olhos dela.

Alguns rapazes se juntaram a elas e ficaram conversando, bebendo e comendo.

Algum tempo depois, alguns deles sairam, Silvinha e a prima permaneceram sentadas.

Ouvi quando ela pediu para lhe trazerem uma batida. Quando voltaram, não trouxeram, ela reclamou e um rapaz ainda riu, diz que tinha esquecido. Percebi que ela ficou decepcionada.

Então fui buscar uma batida e entreguei prá ela. Ela sorriu, agradeceu timidamente e eu voltei para o meu grupo. os rapazes riram e brincaram com ela...

Eles continuaram a conversar cada vez mais alto e ruidosamente, mas notei que não davam muita atenção prá ela..

Lá pelo meio do dia, começaram a se dispersar. Alguns deles resolveram ir para um forró ali perto. Vi quando Silvinha se animou para ir, mas lhe deram a desculpa de não haver lugar nos carros e motos e não a levaram... Vi o quanto ela ficou decepcionada, porque foi para um local mais afastado e ficou ouvindo musica pelo celular..

Peguei outra batida e fui juntar-me a ela. Ficamos conversando um pouco e então eu a convidei para dar uma volta de moto. Ela hesitou antes de responder, o que me deu tempo de colocar um capacete na mão dela. Eu disse apenas :" vem" me dirigindo para a moto..

Ela ficou parada, me olhando com o capacete na mão. Chegou a olhar prá trás como que procurando seus pais e eu repeti com firmeza: " vamos"..Liguei a moto. ..Ela hesitou alguns segundos novamente e então subiu na moto. Me abraçou pela cintura, senti a maciez dos seios dela nas minhas costas . Fui ficando excitado..

- Onde vamos ? ela perguntou

- vamos por aí. Aproveite a viagem - eu disse

Deslizamos velozmente pela rodovia. A brisa era gostosa e por coincidencia, avistei o forró onde os colegas dela estavam e parei.

- quer ir no forró ?- perguntei

Ela não respondeu, peguei no braço dela e entramos.. O salão estava cheio..

Ela entrou ao meu lado, de cabeça erguida,não olhou para a irmã e seus colegas. Achei isso legal. E fiquei comovido, de verdade, por ela não se importar de estar dançando com um cara que tinha a idade de ser seu pai. Eu confesso que fiquei feliz e percebi que ela também...

Ela se divertiu me vendo tentar dançar forró, funk, axé...samba. eu não sei dançar nada. mas tentava..

Já entardecia e começou a tocar um forró mais lento, que só dava pra dançar bem coladinho,eu sou péssimo em dançar forró, mas achei que valia a pena arriscar uns passos. Começamos bem devagar e depois eu fui apertando-a mais ,comecei a falar baixinho na sua orelha.Durante a dança ela cantarolava no meu ouvido ,, e passando a mão pela minha nuca,o que me deixava com tesão.

Então ela me pediu prá ir embora porque queria que eu visse o por de sol num lugar especial para ela...Novamente fiquei comovido , por ela querer compartilhar o seu lugar especial comigo.

Uns dez minutos depois fomos embora.

Novamente ela colou os seios macios nas minhas costas,passando a mão pela minha cintura. Aquela proximidade era tesão puro.

O caminho era bem deserto,cheio de árvores e ela me indicou onde deveria parar a moto prá admirarmos o por do sol. Entramos pelo mato à beira da estrada e paramos numa clareira de grama rasteira . O cenário era maravilhoso.

Sou um homem antigo, ainda romantico. O sexo,para mim, começa na primeira troca de olhares.

O sexo com a Sílvia tinha começado no primeiro olhar, nos sorrisos, no nosso papo,durante a dança,no passeio de moto,nos sorrisos trocados ao por do sol.

Porisso quando uma lua maravilhosa começava a tomar conta do céu,e eu a beijei,ela correspondeu prontamente.

Começamos a nos beijar e nos acariciar.Ela olhou pra minha cara e sorriu maliciosamente.Beijei sua orelha,desci para o pescoço,levantei sua blusa e lambi o biquinho do seu seio.Lambi várias vezes e comecei a chupar,dando umas mordidinhas de leve.Sem que ela reclamasse,comecei a lamber ela freneticamente. Seus peitos eram uma delicia de apertar e chupar inteiro. Ela tava gostando, segurava nos meus cabelos. Beijei a sua boca,de novo,agora profundamente, um beijo delicioso, bem molhado. Minha mão tocava o corpo dela inteiro, e a mão dela também alisava meu volume.

Desci a minha mão, tirei o short dela e comecei a massagear a sua bucetinha por cima da calcinha. Já dava pra sentir que ela estava toda molhada. Ela gemeu e fechou os olhos,mordendo o lábio inferior.

Botei a minha mão dentro da sua calcinha. Abri a minha mão e apertei a buceta dela inteira, queria sentir aquele muco na minha mão. Passei o meu dedo na sua fenda, deixando ele bem molhado.

Fui ajoelhando,alisando suas coxas e puxando sua calcinha.Tirei sua calcinha e levei a minha boca até a sua xaninha,colocando uma perna dela no meu ombro. Podia sentir seu cheiro forte, tudo aquilo tava me deixando louco de tesão. Cai de boca nela, chupei tudo, abri bem a sua bucetinha e percorri ela inteira com a minha língua, chupei seu grelinho até ele ficar durinho... Ela gemia e se contorcia,apertando os proprios seios. Eu não cansava,enfiei a minha língua lá dentro, e depois lambia ela interia, até a virilha. Botei meus dedinhos lá dentro, adorei sentir ela por dentro. Dedei e chupei até ela gemer bem alto, puxar o meu cabelo, e gozar na minha cara,se contorcendo...Eu suguei todo aquele suco,ela foi deslizando para o chão,e mantive minha boca grudada na buceta dela e não parei de chupar e lamber,até ela gozar novamente..

Depois fiqui olhando ela ali,meio fora do ar,estirada no chão,na grama,com a blusa levantada,os seios de fora,,sem calcinha ,com o rostinho vermelho , recuperando o folego.

Eu estava deitado ao lado dela,na grama,ainda vestido, só com o pau duro de fora.Ela veio prá cima de mim, me beijando longamente,abriu minha camisa,lambeu meu peito, minha barriga,desabotoou minha calça,e olhando pro meu pau,começou a alisá-lo.

Meu cacete já tava todo babado e ela passou a língua só na cabecinha.Eu dei um gemido gostoso e ela perguntou se estava gostoso,eu digo sim e ela continuou lambendo a cabeça.

Eu pedi prá ela colocar tudo na boca ,disse que ela estava me deixando louco.

Ela começou a descer e subir a língua por toda rola e o saco ,dizia bem baixinho que minha rola era macia e tinha um gosto delicioso que ela nunca tinha provado antes e era gostosa de lamber,

Fui ficando cada vez mais arrepiado e tesudo e aos poucos ela foi ficando mais ousada e sua língua cada vez mais perto da cabeça da rola ate que as lambidas rápidas se transformaram num boquete delicioso. Ela passava a pica no rosto, lambia o saco e engolia a rola inteira, então ela levou meu pau duro até seus seios, e começou a esfregar e me beijar segurando meu pau de modo que a rola passeava por todos os lugares do seu peito,entre os seios,em cada mamilo durinho .

Me deixando em ponto de bala,me olhando com um olhar safado ela voltou a lamber toda a rola . Depois ela voltava a enfiar na boca ,enquanto eu urrava de prazer

Só parou de chupar um pouco para pedir prá eu gozar bem gostoso.

Então abocanhou o pau com chupadas lentas e firmes e foi arrancando o gozo de dentro de mim , que veio rápido e forte. Com a mãos eu segurava sua cabeça para que ela não parasse de me chupar e fartos jatos de porra foram esguichados direto dentro de sua boca, forçando-a a engolir tudo e a lamber cada gota perdida da rola.

Eu a puxei para um beijo vigoroso e disse : "quero te comer "

Nesse instante ouvimos um barulho e vimos pessoas que vinham subindo do sitio para onde estavamos.. Rapidamente, ela se levantou, se vestiu e saiu, indo de encontro às pessoas entre as quais estava o seu pai.. Assim eu tive tempo de me trocar e sair discretamente antes de todos chegarem..

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SILVINHA PARTE DOIS

Conto de Gabriel – narcisosantos@hotmail.com


 

Depois de uma auditoria complicada e com a sensação do dever cumprido, liguei prá Silvinha

- Oi ?

- Oi, Silvinha, sou eu, Gabriel, tudo bem ?

- oiii, tudo bem e você ?

- Tudo bem, gatinha, estou com saudades de você

- Eu também - ela disse

- Adorei o dia em que a gente ficou. Adorei a tua boca no meu pau

- Eu também gostei muito da tua .Até gozei.

- Pena que chegou gente e a gente não pôde continuar..

- É - ela respondeu, timidamente

- Quero te ver

- Não vai dar - ela respondeu - não vai dar.

- Vou te buscar na faculdade.

- Hoje não posso

- Então vou te buscar em casa

- Não !!! ela disse - isso não...o meu pai....

- Vou estar hoje na porta da faculdade, vou deixar o carro na rua do lado. Que horas você entra ?

- Entro às sete, mas olha, Gabriel, não vai dar mesmo, desculpa

- Então vou ficar na porta da faculdade, hoje você não vai na aula, você vai ficar comigo

- Não, na porta ,não..escuta...eu não vou...

- Eu vou estar lá, estou louco de saudades de você.

- Olha, entenda....

- Então vou buscar você na sala de aula ....

- Olha, então, tudo bem...mas, não vai de carro. Você pode ir de moto ?

- Posso..

- Então me espera na frente da faculdade..

Fui pra casa, preparei o meu ritual para a minha deliciosa gordinha e à hora combinada estava lá..Como já disse antes, Silvinha era simpática, porém meio timida, era uma dessas gordinhas de rosto redondo, seios grandes , faces coradas, bumbum grande,coxas grossas e uma boca linda. Lábios nem tão grossos nem tão finos,voz macia,baixa.

Estava vestida com uma leg e uma blusa larga por cima. Usava pulseiras e colares. Estava levemente maquiada e seus olhos tinham um brilho especial.

Eu coloquei uma roupa de couro e fiquei de capacete ao lado da moto. Assim ninguém saberia quem eu era. Ela veio ao meu encontro e percebi que se exibia para as colegas..

subiu na moto e se agarrou na minha cintura..Suas mãos me abraçando sempre me davam tesão...

Levei-a para a minha casa, devidamente preparada para a ocasião..

A casa estava toda decorada, iluminada por velas, com pétalas de rosas como caminho.

Coloquei uma música suave, servi duas taças de vinho e pedi-a para sentar no sofá.

Comecei a conversar com ela, olhando fixamente em seus olhos, acariciando seus cabelos, seu rosto, elogiando sua beleza..

Ficamos conversando por um longo tempo,, bebendo, dançamos bastante, então eu a beijei..Nos beijamos longamente. A minha roupa de couro estava apertada e eu estava sem cueca, então não consegui conter a reação e era perceptivel o meu pau crescendo dentro da roupa..

Comecei a acariciar suas costas, enfiando a mão por dentro da sua blusa, descendo a mão pelas suas costas, enquanto nos beijavamos..Passei devagar o dedo por cima do seu cú, dei um apertão na sua bunda e ela gemeu..senti que estava gostando e continuei as caricias no seu rabinho...

E Silvinha alisava o meu pau que estava crescendo cada vez mais, e eu continuei a esfregar seu cú com força e disse que estava louco de tesão por ela, que desde o dia em que a conheci fiquei louco de tesão por ela..

Fomos aos beijos pelo caminho de pétalas de rosas e velas até o quarto cuja cama estava forrada de flores...Aos beijos e amassos, a despi, beijando cada parte do seu corpo que descobria, joguei-a na cama, virei-a de quatro, e cai de boca no seu cú e buceta. Estavamos em chamas e ela começou a gemer e urrar que nem louca. Virou-se de barriga prá cima e abriu bem as pernas , me pedindo prá chupar..Então eu enfiei dois dedos dentro do cuzinho dela e chupei seu grelo enlouquecidamente, ela não se conteve e gozou em gemidos na minha boca. Seu tesão era tanto que o gozo escorreu para fora da buceta, lambuzando toda a a minha cara.

Ela me olhou ainda gemendo, com o rostinho vermelho de calor..Me puxou para um beijo e eu deitei-me sobre ela e enfiei o pau dentro dela de uma só vez. Comecei a foder com muita vontade , falando o nome dela sem parar e dizendo que ia fode-la até me acabar.

Beijei seu pescoço e sua boca e continuei estocando sua buceta . ela me pediu que metesse mais forte e começou a gozar. Sua buceta estava encharcada e eu não acreditava naquilo, ela apenas gemia, enfiava as unhas nas minhas costas e pedia para que eu não parasse.

Depois de alguns minutos eu a virei novamente de quatro e enfiei na sua buceta nessa posição. Ela começou a rebolar, gemendo e eu metia sem piedade, como um louco, até o fundo e com força..Ela gemia, gemia, urrava de tesão, mordendo o travesseiro.

Eu bati na sua bundona e amassei seu grelo, fodendo ela como um louco alucinado, até que gritei que ia gozar..Então , louca de tesão ela pediu que tirasse a pica da sua buceta e gozasse na sua boca. Silvinha abocanhou minha pica até que eu enchi sua boca de muita porra quente. Eu me debatia de prazer, enquanto ela engolia tudo, até não sobrar nem uma gota.

Depois dessa foda, comecei a comer Silvinha incessantemente durante uns dois meses, até que ela arrumou um namorado mais velho que eu...


 

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ILHA DO MEL

Por Voyeur


 

" Desta história que passo a narrar fui apenas coadjuvante e espectador. ....Há uns oito anos atrás fiz uma viagem com um amigo de faculdade para a paradisíaca Ilha do Mel, no Paraná. Passamos o feriado em um camping cheio de gatinhas e uma rapaziada jovem. ..........Logo todo mundo se entrosou e fizemos muitas amizades maneiras. ......Porém nem eu nem meu colega conseguimos nos arrumar, pois o número de homens neste lugar é sempre maior que o de meninas. No domingo praticamente todo mundo foi embora, mas nós resolvemos ficar e curtir um pouco mais a Ilha. .......O camping ficou quase vazio, com apenas 4 barracas, contando com a nossa. Duas eram ocupadas por um grupo de 7 universitários italianos que estavam viajando pela América do Sul. .......A outra era de duas garotas que estudavam educação física em Londrina. A mais bonitinha delas tinha passado todo o feriado com um dos italianos. A outra, que se chamava Sandra, era meio feiosa, grandona. ......Talvez quando tinha seus 18 anos pode ter sido uma bela de uma "raimunda", pois tinha um bundão, mas naquele tempo já estava meio "passada"....... Os seios eram fartos, o que deu para conferir de perto pois no dia em que a Ilha estava vazia ela fez topless, provavelmente pra chamar a atenção de um dos outros gringos......... Ela não era do tipo de perder tempo, tinha dado pra dois caras no feriado. ........O segundo deles inclusive nos contou depois tudo em detalhes, dizendo que ela praticamente implorou para ele enrabá-la de quatro. ........No fim da tarde ficamos todo o grupo em roda ouvindo meu amigo tocar violão e depois ficamos batendo papo, bebendo e escutando música gravada. Falávamos um pouco em "portunhol", mas a maior parte do tempo nos entendíamos melhor em inglês. .......A Sandra não entendia nada de inglês, então quando falavam com ela eu e meu amigo que traduzíamos. ....Logo a outra garota e o namorado italiano se mandaram pra barraca........ Estávamos ouvindo uma fita minha tinha gravado uns sambas. Inventamos pra Sandra que eles estavam pedindo pra ela dançar. .........Ela ficou fazendo um doce, mas depois aceitou e pra minha surpresa arrebentou, fazendo jus à fama de sensualidade da mulher brasileira. ......Rebolando, com a ponta do indicador na boca, ela se abaixava até ficar agachada, e subia novamente entre assobios e uivos de todos. Percebi que ela adorava se sentir gostosa e desejada. .......Depois disso um italiano fez um elogio qualquer e o meu amigo já disparou que ele tinha achado ela um tesão. .......Eles falavam as coisas mais inocentes e gente pervertia tudo, dizendo que o cara falou que tinha ficado de pau duro, que o outro tava louco pra transar com ela, que a bunda dela era linda........ Ela só ria, e os caras não entendiam nada. ........Aí fizemos o contrário, falamos pra eles que ela havia prometido dançar de novo peladinha se todos eles ficassem só de cuecas, que ela queria ver se eles ficavam excitados....... Um dos caras ficou meio de lado na porta da sua barraca e não entrou na brincadeira. ........Os outros fizeram a maior algazarra, e acabamos convencendo-a que eles queriam vê-la dançar sem roupa. Ela por fim tirou o short e ficou dançando de biquíni, enterrado no traseiro. .........Incentivada por todos tirou a parte de cima e ficou lá com os peitões balançando ao ritmo da música. ..........Ela estava superexcitada, assim como os caras. Dava pra notar que ela estava se sentindo o máximo, desejada. Ainda mais porque dos 5 que estavam na sacanagem, 3 eram realmente bonitos. .........Um deles tinha um pau que pelo calção já chamava atenção pelo volume. ........Era pra ele que ela concentrava o espetáculo. Virou de costas e rebolando se aproximou até sentir o ferro lhe encostando na bunda. Foi agarrada pela cintura e quando o cara alcançou os seios ela só fechou os olhinhos e suspirou. Eu e meu amigo só dávamos risada, a gringada estava alucinada! Depois de desvencilhar deste ela voltou para o meio da roda e sensualmente tirou a parte de baixo, ficando completamente nua! .............Se aproximou de um grandão de olhos azuis e foi fazendo aquele passo de mulata se agachando na frente do cara, que não agüentou e arrancou o pinto pra fora se masturbando a centímetros da cara dela.... Ela não resistiu e caiu de boca, chupando como um picolé. O joelho do cara até dobrou............ Depois de alguns segundos ela passou pro próximo, desceu o calção dele e pagou outro boquete. .........Pela cara dele ela era bem entendida na arte. Todo mundo aplaudia e fazia a maior zona, dando gritos de incentivo. .......Todos os cinco a cercaram e ela ajoelhou no meio da roda, alternando chupadas em todos aqueles caralhos. Pegava um em cada mão e punha na boca, tentando engolir os dois ao mesmo tempo. ...........Às vezes chupava um e batia uma punheta pra outros dois. .........Os outros ficavam bolinando-a, apertando seus peitos, enfiando a mão na sua buceta, beijando seu pescoço, passando o pau na cara dela, faziam de tudo. .......Eu, meu amigo e o outro italiano que tinha saído de lado, um magrinho com cara de criança, ficamos só olhando.......... Quando a menina sentiu que aquele cara do pau maior estava ficando bastante excitado, ela começou a sugá-lo no maior frenesi. ...........Segurava a cacete com a mão, massageando-o enquanto chupava o saco......... Em seguida subia com a língua por toda a extensão até a ponta, onde dava umas lambidas, engolia só a cabecinha e ficava sugando, ela sabia tudo!! Um cara se deitou por baixo dela e começou a chupar sua buceta, fazendo com que ela acelerasse os movimentos de entra-e-sai do pau em sua boca. .........O cara não agüentou aquilo e esporrou na boca dela, que tentava acomodar aquela tora em espasmos. .........Foi seguido por um ao lado que se masturbava e na hora de gozar aproximou o caralho do rosto dela, lançando um jato espesso bem na bochecha e outro no queixo. ....Ela não deixou barato, chupou o cara sorvendo as últimas gotas de porra. .......Outros dois assumiram a posição e deram as picas pra ela chupar. .........O último se ajeitou atrás dela e começou a enfiar o pau melado direto no rabo, tudo isso sem camisinha. .........Ela dava gritinhos enquanto a pica italiana ia abrindo caminho em seu rabinho. .........Seus gemidos só eram abafados quando um dos paus a sua frente era enterrado em sua garganta. .......Ela era segurada pela cabeça, e forçada a não parar de chupar, mesmo com o outro fodendo com vontade seu cuzinho....... Ela jogava a bunda para trás a cada estocada, fazendo aquela ferramenta branca entrar até as bolas encostarem em sua buceta. ..........Um dos caras ejaculou rapidamente em sua boca, e com apenas um em cada extremidade ela pode prosseguir com mais facilidade até atingir junto com os dois seu orgasmo, anunciado entre berros: "Ahhhh! Enfia bem fundo! Ai que tesão!!! Me come seu sacana, me faz gozar, não pára!!" .........O cara gozou lá dentro, e o sêmen escorria pela sua coxa. ...........Mal ela terminou, o cara do cacetão a puxou para uns colchonetes que ele havia espalhado no chão. ....Ele se deitou e ela veio por cima, encaixando a pica na entrada da sua buceta melada e deixando ela entrar devagarinho. .........O cara era bem dotado, mas ela não ficava devendo.......... Sua xoxota era enorme, com os lábios e os grelos bem salientes. Ela se depilava deixando apenas um fiozinho de pentelhos no centro. ............Ela aceitou facilmente a tora do rapaz e começou a cavalgá-lo bem devagar, trazendo o corpo pra cima até a ponta do pinto aparecer. ........Quando ele enfiava tudo novamente percebia-se no rosto dela uma expressão de prazer intenso. .......Ela rapidamente gozou de novo........... Aquele que tinha gozado batendo punheta já estava novamente em ponto de bala e se posicionou para comê-la por trás....... Quando ela percebeu a intenção começou a murmurar gemendo: "Eu não vou agüentar, ai, dois não" ...........O cara como não entendia mesmo português foi acomodando a cabeça e forçando a entrada. ..........Aceitando ela ficou balbuciando "Ai que delícia, me fode seu italiano tarado, ai ai, que pica gostosa, adoro esse seu pau duro, come sua putinha brasileira". .........Ela se remexia como uma verdadeira piranha, adorando receber dois paus ao mesmo tempo, ensanduichada no meio dos dois gringos que metiam com vigor em movimentos sincronizados. .......A cena era realmente um espetáculo. Reparei que meu amigo se masturbava, assim como um dos italianos. ....Um outro só assistia, boquiaberto. .........Procurei pelo quinto e só então percebi que ele estava enrabando o magrinho que tinha deixado a roda no início da sacanagem. .....Ele era gay, então por isso não quis participar da suruba... Na posição de frango assado o amigo metia nele até o fundo, e pela empolgação dos dois percebi que estavam prestes a gozar. ...........Atraído por um gemido mais alto voltei meus olhos para os corpos no meio da roda. ........Sandra estava gozando pela enésima vez, com o rapaz embaixo dela sugando, lambendo e mordiscando seus seios. .......O outro por trás estava prestes a gozar e enfiava tudo de uma vez em movimentos acelerados. .........Gritava em italiano chamando a menina de puta. .........Acabaram gozando os dois ao mesmo tempo, inundando todos os buraquinhos dela de porra. ...........O cara ainda tirou da bunda e deu pra ela chupar. ......Pensei que ela iria ter nojo, mas com ela não tinha tempo quente, deixou o pau limpinho lambendo o resto de porra que escorria...... Ela estava satisfeita e acabada, mas os caras queriam mais e foderam ela por mais de uma hora. ........Neste tempo gozaram várias vezes em sua bunda, sua buceta, sua cara e sua boca. ..........Ela adorava engolir porra, acabou me confessando no outro dia, quando ela não podia nem andar direito, estava toda arrombada. ...........Estes italianos com certeza guardaram uma boa lembrança daqui e levaram uma ótima história pra contar pros amigos quando retornassem à Europa.