9.24.2013

LEDO ENGANO

Extraído do blog HContos
http://www.hcontos.com.br/

Escrito por Anonima

Fim de ano, um tanto de estresse com a quantidade de compromissos. Mas, as festas deste período não deixam por menos. De todas, essas são as melhores, é onde me jogo mais. Onde me liberto. Talvez para dar um break na correria, espantar os fantasmas e dar a cara à tapa com mais coragem no ano novo.
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Recebi vários convites para o réveillon, e como meu espírito pedia, escolhi a provável mais louca de todas. Denis e Fábio davam as melhores e mais insanas festas. Geralmente com o público mais gay possível. E como eu estava solteira há bem pouco tempo, mas com uma mágoa de dar dó, resolvi curá-las com a primeira garota que encontrasse afim, ou garotas.

Qual não é minha surpresa, quando ao chegar à festa a primeira pessoa com quem me bato seja minha recente ex. Toda feliz, já um pouco alta por conta da bebida, e acompanhada de um cara sério, e bem mais velho que ela. Passando sobre mim de mãos dadas com ele, ainda teve a audácia de me cumprimentar me abraçando toda sorridente. Usava um vestidinho curto e todo ajustado. Branco com tiras vermelhas e douradas enredando aquele tecido em seu corpo. Um salto alto, que nunca dispensava e trança no cabelo. A maquiagem era simples, o olho claro marcado, e no mais, parecia natural.

Mesmo com raiva pelo que tinha aprontado comigo, mesmo enciumada por estar com outra pessoa, mesmo triste por ter sido abandonada. Meu tesão por ela naquele momento era tão grande que se ao me abraçar tivesse falado ao meu ouvido pra esperá-la em algum canto; lá estaria eu doida para libertar aqueles seios de seu decote, e toma-los em minha boca, colocar minhas mãos por baixo daquele pedaço de pano, tocar aquela carne dura, preencher seu sexo com meus dedos enquanto ela gemeria em meu ouvido, me fazendo gozar sem nem mesmo ser tocada de volta. Tal era seu poder sobre mim!

No entanto, ela me abraçou, desejou feliz ano novo e saiu correndo arrastando o cara com quem estava. Para alguns metros depois, o agarrar e beijar… Poderia ao menos ter feito isso longe de minha visão. Nem parecia que havíamos vivido na mesma casa, dividindo a mesma cama suada de nossas aventuras roladas várias vezes ao dia e, muitas outras a noite.

Senti um pouco de asco ao recordar de sua traição, naquela mesma cama nossa, com a nossa melhor amiga. Virei o rosto quando o homem segurou sua bunda e ela parou o beijo pra gemer em seu ouvido. Estava tão furiosa pela lembrança, por seu comportamento… Não demonstrava nenhum arrependimento. Pelo contrário, não se importava em me provocar. Agora então é que eu queria mesmo extrapolar. 7

Sai andando apressada pra perto do palco, onde uma banda de amigos tocava músicas agitadas de um rock sujo que misturava metal e algo de punk. Eu pulava, gritava e batia cabeça de olhos fechados, afugentando os pensamentos. Quando reparei que havia um integrante novo na banda. Ou seria uma integrante nova? Aquilo me intrigou. A pessoa que comandava a guitarra parecia ao mesmo tempo homem e mulher. Já havia visto alguns indivíduos assim, mas era fácil definir depois de alguns minutos olhando.

Porém, lá estava eu, parada em frente ao palco, sendo empurrada em alguns momentos, encarando o/a guitarrista. E não só por conta da curiosidade. Tinha me instigado bastante. Cabelos curtos e modernos, alguns piercings e alargadores discretos, umas tattoos nos braços, lineares, simples e lindas. Uma calça skinny preta com alguns ilhós e uma camisa de botão vermelha aberta por cima da camiseta branca do Judas Priest. Usava ainda um coturno simples, que me deixava mais na dúvida. Parecia ter bem pouca idade, no máximo uns 18 anos. Mas eu adorava a segurança com que tocava. Suas caras e bocas estavam quase me fazendo gritar feito tiete. Sem contar que me surpreendia a cada investida nas cordas. Parecia ter anos de experiência. Eu a fitei do momento em que cheguei à frente do palco, até o fim do show, que demorou mais umas oito músicas.

Ao fim do show fui cumprimentar a banda, de quem era amiga há anos. E questionar pro frontband quem era aquela coisa, e se era homem ou mulher. Estava disposta a investir mesmo que fosse um rapaz. Dada à fascinação que me causava. Meu amigo olhou pra mim quase gargalhando devido a meu entusiasmo.

- Bem! Sony vem aqui! – Disse ele acenando para que viesse ao nosso encontro.

Corei um pouco. Principalmente por não saber ainda se tratar de um rapaz ou moça. E qual a idade da criatura.

- Essa é a Valquíria, minha grande amiga. Valquíria, Sony! – Ao falar isso, se afastou nos deixando sós em silêncio.

Uma voz meio rouca saiu de seus lábios, num rosto de semblante sério e tímido, nem parecia quem estava arrebentando o instrumento no palco.

- Prazer Valquíria!- Mordeu os lábios no final, não de jeito intencional, mas num sinal claro de nervosismo.

Amadoras-lesbicas-gostosas-16 E eu, a essa altura, estava quase aceitando que seria mesmo um homem. Meu amigo me sacaneara me apresentando sem definir seu sexo. Agora eu teria que tomar cuidado e descobrir antes de pagar algum mico. Precisava saber sua idade também. Então fui logo puxando conversa.

- Nossa você manda muito bem no palco! – O ser em minha frente corou instantaneamente.
- Valeu! Eu me esforço… Lá me sinto livre pra fazer o que quiser.
- Deveria ser assim sempre. Há quanto tempo você toca?
- Há uns nove anos. Comecei com treze. – Bem, estava aí sua idade. Vinte e dois anos, isso era ótimo! Nossa diferença de idade nem era tanta, apenas quatro anos. Praticamente era só correr pro beijo.
- Poxa, precoce você. E como se deu essa paixão? – Perguntei curiosa.
- Meu pai é músico. Toca sax numa banda de jazz desde bem jovem. Ele sempre quis que eu pegasse um instrumento, e eu escolhi a guitarra. Gosto de blues, jazz… Mas minha coisa é por músicas mais extremas.
- Entendo perfeitamente!

Em resposta deu um sorrisinho nervoso, enfiando as mãos nos bolsos.

- Mas, Sony, não é?
- Isso!
- O que houve com a Renata que tocava antes de você na banda?
- Você não soube? Ela engravidou de um cara com quem tava ficando. E deu a louca na guria, eles casaram.
- Como é que é?! – Falei quase gritando, com os olhos arregalados. Eu estava realmente surpresa. A Renata era bem masculina. Tínhamos nos pegado algumas vezes na adolescência. Nunca a vi com homem, nem falava de homem. Se bem que estranhara a mudança de estilo nos últimos anos. Mesmo assim, não preveria aquilo de forma alguma.
- Pois é! Não sei como não ficou sabendo disso. Mês passado ela era assunto em toda roda.

Eu sabia por que não tinha ouvido falar nessa historia. Estava trancada em casa sofrendo pela traição, pelo rompimento. Só trabalhava e dormia, basicamente. Havia começado a sair há menos de uma semana.

- Nossa, que loucura! Eu andei meio ocupada. Mas é incrível o que se perde em poucos dias né?
- Oh se é! Fiquei até com medo quando soube que ela estava grávida, achei que o filho fosse meu. – E ao falar isso gargalhou feito criança. Como se tivesse feito piada. Não entendi bem. Mas aí, tive certeza que se tratava de um homem. Ficou meio sem graça, e tentou mudar de assunto.lesbicas-asiaticas
- Mas, então… Gostou do repertório da banda? Nós adicionamos umas músicas novas e tal…
- Ah, tá show! Vocês estão trabalhando algo novo. Vão gravar alguma coisa?—Assim que fiz a pergunta o DJ começou a tocar, e nossa conversa naquele ambiente não era mais viável.
- Vamos pra aquele lado. Tá mais tranquilo!
- Bora! – Já estudando a possibilidade de agarrar aquele rapazote entre as árvores que permeavam o clube onde a festa acontecia. Pegamos umas bebidas, e caminhamos na direção oposta ao barulho.

Ao chegar num canto onde estava mais escuro, e continuar a conversa de um jeito mais leve enquanto todos se distraiam na pista dançando, eu não pude resistir por mais tempo. Tomei uns goles da bebida gelada, olhando diretamente naqueles olhos pequenos e acanhados, insinuando que a próxima coisa que colocaria na boca era ele.

E então, larguei o copo quase vazio, o puxei contra meu corpo e beijei torridamente. No começo parecia assustado, quase caiu se recostando na parede com um baque. O beijo continuou mais violento. Eu o sentia parado, sem reação no início. Com o tempo, uma mão na minha cintura, outra em meus cabelos me puxava com vontade em direção a seu corpo e rosto. Ele tinha um cheiro maravilhoso de algum perfume masculino que eu conhecia, mas não recordava o nome. O olfato me instigava tanto quanto os outros sentidos. Estava sensível, e só de ser levemente tocada já me arrepiava e gemia sem querer.

XFOTOS-FOTOS-DE-SEXO-ANAL-AMADORAS-ORAL-caiu-na-net-namorados-lesbicas-5 Após alguns minutos de beijo, meu ventre sentia falta de algo. Um volume que o pressionasse, denunciando desejo. Eu forçava meu quadril contra sua virilha, e não importa o que fizesse, nada sentia. Parei o beijo, bastante ofegante, mas um pouco preocupada de não estar agradando. Mesmo que fosse gay, a essa altura estaria, ao menos, um pouco excitado. Ele, que era muito branquinho, estava vermelho, os olhos meio fechados, mordendo os lábios. Suas mãos não saiam de meu corpo. O peito num sobe e desce frenético. Estava visivelmente excitado. Então, o que havia de errado? No tempo que passei sem ficar com homens eles tinham perdido o poder da ereção?

Ao ver que olhava confusa para ele. Mudou de expressão, ficando sério com ares preocupados.

- O que foi?
- Nada… Você tá gostando? – Perguntei reticente.
- Se eu to gostando? Acho que nunca fiquei tão molhada…

Eu havia ouvido direito? “Tão molhada”! Era mulher, como não fui capaz de perceber antes? Sentia-me envergonhada. Sem graça comecei a rir.

- O que foi?
- Você vai ficar brava se eu te contar uma coisa?
- Sei lá, diz!
- Eu achei que você fosse homem! – Falei rindo muito. Ela também riu sem jeito.
- Acontece de vez em quando… Então, isso é tão ruim assim?
- Se é ruim? Isso é muito melhor que se fosse homem. — E voltei a beijá-la, só que agora ainda com mais fome que antes.

Em dado momento eu não conseguia mais me segurar. Estava com tanto tesão. Agora eu passava a mão nela inteira. Era magrinha, seios bem pequenos que agora eu podia sentir, pois havia colocado a mão por baixo da camiseta. Uma pele macia que pedia por meus lábios, língua, dentes…

Falei baixinho ao seu ouvido:
- Vamos ao banheiro, não suporto mais. Isso é tortura! XFOTOS-FOTOS-DE-SEXO-ANAL-AMADORAS-ORAL-caiu-na-net-namorados-lesbicas-10

Ela nem respondeu, sacudiu a cabeça positivamente enquanto segurava minha mão me puxando em direção ao banheiro feminino. Algumas pessoas nos encararam quando entramos meio afoitas. Talvez por acharem que se tratava de um casal hetero. Trancamos a porta atrás de nós, e ficamos encostadas nela por por um instante. Eu já tinha levantado sua blusa e lambido seus pequenos mamilos. Ela tateava meus seios por cima do vestido, procurando um jeito de tirá-lo e tocá-los apropriadamente. Achamos melhor naquele momento, nos movermos para um dos boxes.

Trancamo-nos num box, e lá pudemos facilitar os toques. Eu baixei o zíper do meu vestido, pra que ela tivesse livre acesso aos meus seios. Ela parecia uma criança ao vê-los, começou a chupá-los, com tanta vontade que eu sentia ímpeto de gritar de tanto desejo. Segurava os dois, juntando-os e passava de um para o outro, como pra que os dois tivessem a mesma atenção. Eu abria um pouco o zíper de sua calça, e com alguma dificuldade consegui baixa-la até o meio de suas coxas, comecei a passar os dedos sobre sua roupa de baixo, ela usava cuecas, e estava mesmo muito molhada.

O tecido leve da peça estava todo encharcado. Dava pra sentir a anatomia de seu sexo por cima dela, quase nada de pelos, tinha pouco volume ali. Coloquei a mão por dentro de sua cueca pra tocar-lhe. Ela largou o mamilo que mordiscava e soltou um gemidinho. Meus dedos mal entraram em contato com sua pele e escorregaram pro meio de sua carne. Sua bocetinha era estreita, e naquela posição, os apertava mais ainda. Ela não conseguia manter o mesmo ritmo nos meus seios enquanto eu a tocava. Então, encostou-se na porta retirou a camisa e a camiseta, revelando curvas inesperadas por conta da magreza. Puxou minha cabeça contra seus seios, pegou minha mão desocupada e começou a chupar meus dedos com força.

Aquilo me era bastante excitante! Sentia como se tivesse um pau, e ela estava a estimulá-lo, tanto com sua boca, quanto com seu sexo. Ela lambia cada milímetro de minha pele com sua língua quente, e oscilava entre firme e mole. Eu mordiscava e lambia seus pequenos seios. Ela levantou o corpo ficando de ponta de pé, e abrindo um pouco mais as pernas voltando-se para mim. Comecei a socar forte, deslizava fácil pra dentro dela. Ela largou meus dedos e levou meu rosto pra um beijo. E enquanto me beijava, começou a gemer baixinho, tremendo. Sentia sua carne se comprimir, suas pernas fraquejarem devido a posição que se encontrava. Seus sons eram abafados dentro de minha boca, e eu nunca tinha experimentado um beijo tão instigante. Soava desesperado e maravilhoso, era seu gozo!

Era a minha vez! Mal se recuperara e seus olhos denunciavam isso. Ajoelhou-se, levantou meu vestido até acima do umbigo, desceu minha calcinha e começou a lamber minha pele enquanto me explorava com dedos bastante ágeis e sua mão firme ao mesmo tempo que delicada. Apoiei um dos pés no vaso, estava entregue a ela. Apertava e massageava meus próprios seios olhando o que ela fazia lá embaixo. Ela passava a língua na coxa que estava afastada, depois voltou-se pro meu sexo. Parou por um instante pra encará-lo. Ao contrário da dela, minha buceta era carnuda, e estava bastante inchada. Eu já estava a ponto de gozar, e ela sabia disso.

XFOTOS-FOTOS-DE-SEXO-ANAL-AMADORAS-ORAL-caiu-na-net-namorados-lesbicas-11 Então, só provocava soprando frio nela. Enfiou dois dedos em mim. Iniciou então, de leve, um conjunto de lambidas e suaves chupadas nos pequenos lábios. Eu não demorei muito a ficar prestes a gozar. Foi quando ela rapidamente me tirou daquela posição, me pondo de costas. Não entendi nada, até que a senti chupar meu cuzinho, enquanto tinha dedos em mim. Eu gritava tanto, que a música, alta lá fora, não era suficiente pra abafar. Era a primeira vez que me faziam aquilo. E a sensação era a melhor possível. Era uma descoberta que me surpreendia. Não queria que ela parasse nada, queria adiar o orgasmo iminente. Mas não dava pra evitar. Eu sentia que estava cada vez mais perto. Como um turbilhão, minha cabeça parecia ferver. Eu tentei ainda conter o grito derradeiro. Mordia a mão bem forte enquanto ela aumentava a velocidade das lambidas molhadas, e das estocadas. Suor, misturado a sua saliva e meu liquido escorria pelas minhas pernas que vibravam junto com todo o meu corpo enquanto eu tinha o melhor orgasmo de minha vida.

Ela parou, me deu alguns beijos na bunda, subindo até as costas, enquanto eu rebolava com ela ainda dentro de mim. Eu sorria feita menina satisfeita. Ela beijou meu pescoço, mordiscou e lambeu minha orelha, e veio devagar me oferecendo seus lábios. Sua boca toda molhada, e eu a beijei com ainda maior intensidade que antes. A gente gemia alto enquanto eu ainda sentia prazer com ela enfiada em minha carne. A música parou de repente, e todos começaram a contar: 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1… O ano novo havia chegado. E nós naquele banheiro, se despedindo dos últimos orgasmos do ano velho e saudando mais novos orgasmos no ano novo. Só saímos do banheiro pra pegar um táxi e ir direto pra minha casa. E aquele ano não poderia ter começado melhor!

Anonima -  Uma mulher misteriosa e anônima... Querendo compartilhar os segredos íntimos de sua vida...