12.16.2009

DIVERSÃO NO VESTIÁRIO

Escrito por Coelhinha - lecutier@hotmail.com

 
 

" Como era véspera de feriado, e a última aula do dia, quase ninguém havia ido à aula de natação, e estávamos somente eu (a única menina no dia), mais três alunos e o instrutor. Éramos colegas há anos, e portanto sempre fomos descontraídos, e permitíamos certas "brincadeiras", repletas de malícia. Eles ficavam observando meu bumbum quando eu ia mergulhar, e ficavam rindo, elogiando de maneira exagerada, sempre inventando apelidos para mim. Eu, é claro, não deixava por menos, e retrucava à altura, e sempre ríamos muito, apesar de todos conhecerem os limites. Mas aquele dia eles estavam atacados. Com excesso de testosterona mesmo. Começaram a comentar sobre os pentelhinhos que saíam pra fora do maiô, me imitavam andando, simulando meus seios médios balançando levemente, e chegaram a dar tapinhas em meu bumbum. Eu é claro, fiquei irritada, mas no fundo apareceu um certo tesão... estando só nós lá naquela piscina enorme estava mesmo excitante... mas eu precisava manter minha compostura, e cortei a brincadeira. Com os ânimos deles esfriados, continuamos a aula de maneira normal. Até o instrutor parou de rir, percebendo minha seriedade. Mas eu continuava com aquele tesãozinho guardado... No fim da aula, eu estava lá, sozinha no vestiário, tomando meu banho. Surgiu uma idéia meio idiota, que logo tentei abandonar, mas o tesão foi mais forte... invadir vestiário deles nua. Dava pra ouvir as risadas deles (de tão alto) e a certo momento ouvi comentarem sobre mim. Talvez imaginassem que eu não ouviria, mas me chamaram de gostosa. E começaram a falar obscenidades... o que fariam comigo. Eu deveria ficar com raiva, mas aquilo me fez ficar com um tesão incontrolável... sabia que se eu fosse lá não prestaria... mas a vontade era enorme... imensa mesmo... imaginava eles me possuindo, e ficava louca. Saindo do banho, me enrolei na toalha, respirei fundo e tomei coragem. Saí do vestiário, pisando descalça naquele chão úmido e frio, só com a toalha, e entrei no vestiário deles. Chegue com cara de poucos amigos, e perguntei o que que eles estavam de mim. Desconcertados, tentaram se esconder, se cobrindo com a toalha. Eu perguntei para o Rafael, o mais velho (e safado) deles, que responde : "Não estávamos falando nada demais.". Respondi porque que eles não falavam na minha frente. Ele disse : "porque o interesse?". "Nada - acrescentei só porque tenho certeza de que não poderiam cumprir metade do que prometem... seus brochas". Aquilo mexeu com ele, porque pude notar sua ereção. Seu pau ficava maior e maior, ele percebeu que eu olhava e disse "gostou, né, safada". Eu respondi acariciando ele por cima da toalha "parece gostoso". Tirei a toalha e comecei a passar a língua na cabecinha rosada dele. Seu pau ficou totalmente ereto, e ele segurou minha cabeça com as mãos. Seu gosto salgado me deixou excitada, e comecei a passear com a língua por ele inteiro, chegando até o saco. Os outros dois começaram a me acariciar, tirando minha toalha, até que fiquei totalmente nua (e com um pouco de frio... mas logo logo iam me esquentar). Forçando minha cabeça, Rafael me fez engolir todo seu pau, o que fiz com prazer, levando-o até minha garganta, indo e voltando, às vezes tirando da boca, lambendo um pouco e abocanhando-o de novo. Tiago logo começou a acariciar meus seios, com os biquinhos já durinhos, e o terceiro, Rodolfo, já queria ir me penetrando de quatro, mas não deixei. Parei de chupar o Rafael e me levantei... disse que ia chupar todos antes de me penetrarem... Rafael se sentou no banco, e pude continuar a chupá-lo, enquanto segurava e masturbava os outros dois mastros. Saber que iria ser rasgada por todos me deixou alucinada, e chupei Rafael com tanta vontade, tanta gula, que ele gozou em minha boca. Lambi tudo o que pude, mas escapou um pouco que escorreu pelos meu rosto. Agora eu chupava o Rodolfo enquanto masturbava Tiago e Rafael me chupava atrás, lambendo meu clitóris e me penetrando com a língua. Comecei a gemer, e quando ele percebeu que eu já não agüentava mais a espera, começou a me penetrar. Arrebitei meu traseiro para facilitar seu trabalho, e fiquei toda arreganhada, como uma verdadeira puta. Ele foi abrindo caminho em mim lentamente, cada vez que se aprofundava em mim eu gemia. Quando entrou tudo, começou a estocar com vigor, e a cada estocada eu dava um gritinho, com o pau teso do Rodolfo todo em minha boca. Quando eu estava prestes a gozar, comecei a chupar rápido e com muita gula, até que Rodolfo gozou em minha boca ao mesmo tempo em que eu alcançava meu primeiro orgasmo. Rafael agora queria comer meu rabinho, e tivemos que mudar de posição... fui sentando em cima de Rodolfo deitado no chão, e quando ele estava todo em mim, Rafael começou a salivar meu traseiro... e enfiou um dedo... eu comecei a chupar Tiago, enquanto Rodolfo, deitado no chão, me comia bem gostoso... atrás eu sentia a saliva e os dedos de Rafael me invadindo... estava uma delícia... Até que ele começou a colocar seu membro, agora duríssimo em mim... doeu bastante, fiquei gritando com o pau de Tiago na boca, mas depois que me acostumei, a sensação era maravilhosa... dois cacetes deslizando dentro de mim, enquanto eu chupava um terceiro... gozei várias vezes... Até que, de repente, Rafael saiu de trás de mim... senti um certo alívio, e ao mesmo tempo um vazio... pensei que ele ia gozar em cima de mim, mas não foi o que aconteceu. Senti algo quente e duro forçando novamente a minha entrada, mas não era Rafael. Era maior. Curiosa, parei de chupar o Tiago e olhei para trás. Era o instrutor! Ele estava com cara de quem queria comer meu rabo, e foi o que fez. Tentei me desvencilhar, mas ele segurou com força meus quadris e foi enfiando tudo, com força... doeu bastante, ele era bem maior do que o Rafael... enquanto eu gemia e gritava, Tiago esfregava seu pau na minha cara, querendo que eu continuasse a chupar... e Rodolfo ainda metia em mim, como se nada acontecesse. Voltei a chupar Tiago, mas por pouco tempo. Quando o instrutor começou a estocar, não aguentei e larguei o Tiago, e fiquei segurando o banco, arranhando ele. A cada estocada, ele arrancava de mim um grito, e sentia que ele ia rasgar meu traseiro todo. Rodolfo gozou em mim, e saiu de baixo... Tiago também se levantou, e eles me deixaram lá, sozinha, sendo judiada sem dó pelo instrutor. Quando ele gozou, senti seu esperma quente inundar meu cuzinho todo... ele ainda deu algumas estocadas me fazendo dar mais alguns gritos, e tirou seu pauzão melecado de dentro de mim. Me senti aliviada, apesar do vazio que sentia. Suada, me levantei e fui tomar banho, lá com eles mesmo. Ainda brincamos mais um pouco no chuveiro, e depois fomos embora, nos despedindo com beijos na boca. Depois dessa tivemos muitas outras brincadeiras. Mas fica pra próxima. Quem quiser se corresponder comigo meu email é lecutier@hotmail.com ...Coelhinha


 

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DOIS CASAIS E SACANAGEM EM DOBRO

AUTOR DESCONHECIDO

 
 

" Somos casados há oito anos e a nossa relação surgiu de uma paixão superapimentada.

No início, freqüentávamos motéis e cada trepada era um tremendo tesão. Num determinado momento, começamos a incluir uns filmes pornôs nas nossas farras, o que conseguiu manter o tesão em um nível bastante satisfatório. Adorávamos principalmente os clássicos, como Atrás da Porta Verde, Taboo e Garganta Profunda. Ou seja, percebemos que gostávamos de sexo com classe, qualidade e principalmente sacanagem. 

Embora fôssemos bastante liberais quanto ao sexo, não tinha coragem de propor à minha mulher um relacionamento com outros casais, do tipo suingue. Nos amamos muito e eu tinha medo de propor um relacionamento de troca de casais e, com isto, prejudicar definitivamente um casamento tão gostoso. 

Descobri na Internet os endereços dos clubes americanos de suingue, que promovem diversos eventos entre casais. Inclusive viagens turísticas ao Caribe, que pelo crescimento do número de participantes parecia ser uma solução legal. 

Comecei a tentar contato com casais que anunciam seus desejos no Correio. Consegui escolher um que me pareceu muito sério e pude conhecê-lo numa viagem a serviço, pois não moram na nossa cidade. Marquei um encontro num bar da cidade. Eles eram muito simpáticos, educados e experientes. Ela era uma coroa enxuta, que me deixou com tesão só de pensar no que viria a acontecer. Ele era uma pessoa de alto nível cultural e de bom humor. 

Combinamos um encontro casual, que aconteceria numa viagem de turismo, num feriado prolongado. Eu e minha mulher iríamos passear na cidade deles. 

No primeiro dia, num restaurante, na hora do almoço, aconteceu o encontro e, por sorte, houve simpatia mútua entre as mulheres. Marcamos um encontro à noite para dançarmos numa casa de shows. Após alguns drinques, a Júlia, mulher do Leopoldo, começou a conversar mais intimamente com Sheila e, num determinado momento, explicou para ela o tipo de experiência que viviam há muito tempo e o quanto tinha sido excelente para o casal. 

Sheila, a princípio, pelo que pude perceber por suas feições, pois eu conversava com o Leopoldo, se surpreendeu mas ficou curiosa. Começou a perguntar e ficar cada vez mais interessada no assunto. Para encerrar a noite, a Júlia me convidou para uma dança e o Leopoldo a Sheila. Na pista, ela me explicou que a Sheila ficara muito curiosa e tinham marcado uma nova noitada para o dia seguinte. Até o final da dança, tinha ficado de pau duro e percebi o quanto ela sabia aproveitar a situação. Não consegui observar o outro casal. No final, nos deixaram no hotel. 

No hotel, não conseguimos pregar no sono e Sheila me confidenciou a conversa com Júlia, dizendo que tinha marcado o programa do dia seguinte devido à curiosidade. No final do papo, transamos com um tesão que não sentíamos há meses. 

Durante o dia seguinte, percebi uma ansiedade muito grande em Sheila, o que não era normal. Tudo estava muito bem encaminhado. Para sair à noite, a preparação foi demorada e caprichada. Eles nos vieram buscar e fomos para um lugar excelente, mas que estava muito cheio. Júlia, então, nos convidou para a sua casa, pois queria que nós conhecêssemos algumas especialidades suas e poderíamos conversar à vontade, já que os filhos estavam na casa dos avós. 

Chegando lá, conhecemos o apartamento, que era decorado com bom gosto, e passamos a beber champanha com alguns canapés e pêras. Depois de algum tempo, o astral estava ótimo e começamos a dançar. Os pares começaram devagar e Sheila ficava me observando com Júlia, que com muito talento e humor conseguia levar a coisa. Continuamos dançando e o pau cresceu de novo. Provocante, Júlia sabia tirar um sarro e Leopoldo também era bom no papo. 

Como tínhamos combinado, Júlia provocaria o clima, mas só avançaríamos se Leopoldo conseguisse criar o clima de tesão necessário em Sheila. O que aconteceu em forma de sarro, deixando a Júlia superacesa. 

Como previsto, saímos da sala para deixar os dois à vontade e fomos para o quarto do casal. Este era o momento crítico, em que tudo poderia reverter. Demos alguns minutos apenas nos bolinando e partimos para os finalmentes. 

Júlia é uma morena balzaquiana sensacional. Comecei a tirar a roupa dela devagar e a gata foi revelando todo o seu corpo. Mas o melhor era o tesão que sentia. Comecei a passar a língua em todo o seu corpo, parando nos lugares em que sentia as maiores reações. Quando mal cheguei na xoxota, ela teve um orgasmo. Se afastou e procurou o meu cacete, que brilhava na pouca luz que existia. Segundos depois, estávamos num meia-nove que durou pouco tempo, pois gozei na sua boca e ela ficou sugando até a última gota.  

Nos beijamos, paramos um pouco e, como não fomos interrompidos, sentimos que tudo havia dado certo. Apagamos a luz do corredor e fomos observar o outro casal. Estavam mais atrasados: Leopoldo beijava os peitinhos de Sheila, que se contorcia de prazer. Júlia segurou no meu cacete, que ficou logo duro e retornamos para o quarto. Ela me deitou, veio por cima e mostrou tudo o que sabia. Após gozarmos, acabamos cedendo aos efeitos do champanha e desmaiamos. 

Acordamos pela manhã com Sheila e Leopoldo no quarto nos observando dormindo nus abraçados, e nos convidaram para o café da manhã que haviam preparado. Fomos para a mesa em trajes menores. demonstrando uma rápida intimidade. Era uma pena que precisássemos retornar à nossa cidade naquele dia, mas ainda deu para uma enrabada maravilhosa na Júlia, que se revelou uma mestre nesta arte. 

Voltamos para nossa rotina, que foi alterada apenas no tesão, o que fez melhorar muito o nosso relacionamento.

Durante dois anos, mantivemos nos feriados e férias encontros com Júlia e Leopoldo, consolidando uma amizade excelente, de bons momentos e aventuras, como aquele em que realizamos um bacanal a quatro como se estivéssemos incluídos na orgia do Atrás da Porta Verde, que rolava no vídeo enquanto estávamos em ação."


 


 

12.15.2009


A DEBUTANTE INSACIÁVEL
Autor Desconhecido

 
  " Somos três amigos inseparáveis, totalmente machos e gostamos de aventuras sexuais com adolescentes, tendo em vista que temos mais de trinta anos e, como dizem por aí, "burro velho gosta mesmo de capim novo". Concordamos plenamente com o ditado.
Outro dia estávamos no aniversário de uma debutante e notamos que a maravilhosa ninfeta estava usando um minivestido vermelho, com um decote em V que quase fazia pular fora seus deliciosos seios que, de tão suculentos, mais pareciam duas saborosas pêras, prontinhas para serem saboreadas. 
Enquanto conversávamos, pudemos observar que ela nos olhava, não a um de nós apenas, mas aos três, o que nos fazia vibrar de prazer e encerrava a disputa natural do macho pelo olhar da fêmea. Vez por outra aquela beldade ainda despendia um sorriso gostoso e sacana, o que nos deixava bastante excitados. 
A casa tinha um jardim enorme, com piscina e tudo mais que se possa imaginar. Nós fomos para o jardim e fizemos com que ela notasse que estávamos saindo. Ela nos viu e, para nossa surpresa e contentamento - na verdade já era mesmo o esperado -, a jovem nos seguiu. 
No jardim, ela se aproximou, aproveitamos para parabenizar a moça (e não era apenas pelo aniversário, mas também por ser deliciosa) e conversamos apenas um pouco para quebrar o gelo. Logo Ricardo, o mais atrevido de nós, começou a acariciar as coxas grossas e roliças da jovem gostosa. E para nossa surpresa completa, ela apalpou o membro de Ricardo. Ficamos olhando com um tesão que já se tornava insuportável e, quando nos aproximamos mais, ela, com um olhar safado, pediu para que subíssemos até o quarto. 
Rapidamente, com alguma discrição, subimos e por alguns segundos, que mais pareceram uma eternidade, de tanto tesão que já nos dominava àquela altura do campeonato, ficamos esperando-a cheios de ansiedade. Não tardou e lá estava ela, com um sorriso de quem queria ser devorada por três leões sedentos de sexo. Ela percebeu nosso estado de delírio e aproveitou para nos provocar ainda mais, demorando em cada gesto, esbanjando charme e sensualidade a cada movimento. Ricardo, como sempre, foi o mais ousado e tomou a iniciativa. Num ímpeto de loucura, arrancou seu vestido, deixando aparecer aquele corpinho delicioso e bem moldado pela natureza. Peitinhos médios e empinados, cinturinha fina que deixava se destacar as ancas largas e o bumbum arrebitado - como se chamasse para ser enrabado. 
Eu (Marcelo) e Maurício passamos a alisar as coxas e o corpo da ninfeta, enquanto Ricardo sugava seus seios. Começamos a despi-la das roupas íntimas e notamos que seus pêlos pubianos eram negros e abundantes, cobrindo uma bocetinha que já exalava um perfume delicioso e excitante. Uma morena de dar água na boca. Comecei a chupar seu rabinho enquanto Maurício chupava a vagina. Juliana se contorcia e sussurrava para tomarmos cuidado, alegando, sabem o que? Que ainda era virgem. Ficamos completamente tarados, só de pensar que aquela preciosidade iria tomar ferro pela primeira vez por este trio safado de companheiros de farra. Ricardo, que era o mais bem-dotado, logo pediu para que ela fizesse uma chupeta enquanto eu me deliciava com seu cuzinho e Maurício tentava penetrá-la. O tesão de Juliana era tanto que não suportou por muito tempo e gozou abundantemente. Não conte! nte pediu que a possuíssemos. 
Como entre nós funciona a democracia, o sorteio para definir o grande felizardo foi através do par ou ímpar. Ricardo foi o premiado com a magnífica virgindade. Com certo jeito, foi possuindo devagarinho aquela coisa gostosa e tesuda que se contorcia de dor e prazer, proporcionando cenas de puro deleite. Para espanto de todos nós, em dado momento, ela me chamou e implorou para que a enrabasse. Logo me ajeitei para cima daquele corpo delicioso e a penetrei sem pudor. Fazíamos um verdadeiro sanduíche com seu corpo ardente e macio, enquanto ela chupava o caralho de Maurício até gozarmos os quatro ao mesmo tempo, entre gritos e gemidos de êxtase completo.... 
Ficamos de sacanagem por algumas horas, quando nossa debuntante demonstrava perícia sobre sexo oral. Até que Maurício resolveu experimentar todo sabor de Juliana e trocamos de posição deixando a gata de quatro, bem estufadinha, de forma que ele pudesse escolher bem à vontade o buraco a ser penetrado. Maurício preferiu a bundinha, enfiando de uma só vez o pau, já que ela estava de quatro e isto facilitava a penetração. Ao mesmo tempo, fazíamos as maiores sacanagens com a princesa. Lambíamos, chupávamos e apertávamos o corpo sensacional e escultural da nossa companheira, fazendo com que ela gritasse que não agüentava mais e que iria explodir de tanto prazer. Não dávamos trégua à menina, que na verdade queria cada vez mais, o que ficava bem claro pela cara de felicidade que ela deixava transparecer a cada estocada! e linguada. Quando Maurício acabou, mal deixei ela respirar. Passei a acariciá-la e comecei a chupar os maravilhosos seios, o que excitou novamente Juliana. Logo depois, já estava possuindo a tesuda, colocando-a sentada em meu cacete como se estivesse em um trono. Ela sangrava de tesão e de tanto tomar na xota. 
Continuamos nos revezando em todos os seus buraquinhos, o que levava a safadinha às nuvens. A certa hora, a ninfeta sugeriu que ficássemos à sua volta, para reproduzirmos uma cena de vídeo pornô que ela havia visto recentemente. A despudorada começou a acariciar e depois a lamber os cacetes dos três, com destreza e sofreguidão, o que muito nos excitou. Mesmo cansado de tanta sacanagem, nós encontramos forças para continuar aquele joguinho maravilhoso, principalmente porque a debutante era uma especialista mesmo em sexo oral. 
Durante alguns minutos, provamos os prazeres proporcionados por sua boquinha quente e ágil, com lambidas e sucções de nos levarem à loucura. Enquanto ela nos chupava, acariciávamos suas nádegas, seus seios, suas costas lisas e aveludadas. Ricardo enfiou o dedo em seu cuzinho e isto só aumentou a intensidade das chupadas que a gata nos dava. Sua língua acariciava meu saco e de repente subia decidida até a glande, passando deliciosamente pelo mastro já em ponto de bala. O dedo de Ricardo sumia e emergia daquele buraquinho rosado, enquanto outro dedo, o de Maurício, começava a explorar aquela grutinha recém-descoberta. Juliana gemia despudoradamente, quase urrando de prazer, e todos alcançamos o ápice do gozo. Eu esguichei em sua boca, Maurício em sua mão e Ricardo ejaculou sobre sua bundinha, enquanto ela atingia um supergorgasmo. 
De repente ouvimos passos e tivemos que parar. Viramos convidados especiais na casa de Juliana desde então.

 
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A SANTINHA QUE VIROU CHINA:
Autor Desconhecido

 
  " Meu nome é Felipe, moro em uma cidade do interior do RS, vou relatar o que aconteceu comigo numa noite de farra. No dia do meu aniversário, fiz uma festa e tomamos bastante... Lá pelas 2:00 horas da madrugada o pessoal resolveu ir para a boate da cidade, e eu não podia perder a festa... Chegando lá começei a agitar mais ainda, pois não sabia que uma grande surpresa estava para me acontecer.
Quando vi Andréia, uma garota com que já havia ficado a algumas semanas atrás...Nesta ocasião eu havia botado a mão na bundinha dela e ela tirou minha mão de lá e disse que não era garota daquilo. Eu pensei comigo mesmo: posso tentar arrumar alguma pra comer, se não vou ficar só no beijinho mesmo com a Andréia. Passa tempo e eu não arrumei nada, então fui ao encontro de Andréia, que também estava só, conversa vai conversa vem fui me aproximando e lasquei um beijo naquela menininha. Ele retribuio muito bem e eu começei os amaços...
Fui descendo e coloquei a mão na bundinha dela... E para minha surpresa não houve nenhuma resistência, e para aumentar o meu tesão ela falou: Hoje quero te dar um presente!
Que felicidade a minha! Estava com um tesão enorme, então pedi para que fossemos para fora pegar um ar, ela com uma risadinha disse que sim... Ao entrarmos no meu carro, ela começou a me beijar loucamente, eu estava a fim de parar e comer ela ali mesmo no carro! Ela me apertava, me beliscava, me torturava! Eu não aguentei e parei o carro na torre ("matel" da cidade) e fomos para o meio do mato.
Eu como já esperava que me acontecesse uma coisa do estilo e tinha levado uns cobertores... Estendi no chão e me deitei... A garota veio por sima de mim e me beijou novamente, e foi baixando, me lambendo até chegar no meu pau. Ela dava umas mordidinhas uns toques de leve uma loucura!
Eu já não aguentando mais disse pra ela ficar de 4. Ela ficou! Se arreganhou todae ficava falando palavrões do tipo: Eu sou uma cadela! Uma puta! Você tem o maior pau da face da terra! (não chega a tanto mas impõe respeito os meus "21 de comprimento por 7 de largura) Ela dava com prazer! Eu metendo naquela boceta, e olhando aquele cusinho... Eu sem falar nada tirei da boceta dela e coloquei ele no seu cú, ela já tinha gosado umas 3 vezes, e eu ainda não tinha. Ela começou a rebolar muito!
Dizia que doia mas tava adorando! A minha pica entrou dificil... Até doeu... Meti tanto que gosei naquele cuzinho apertado. A minha santinha virou puta e eu a comia quase todo final de semana, como é bom dar uma fodida! Principalmente no dia do seu aniversário.

 

12.14.2009

A PRISIONEIRA

Autor Desconhecido


 

Efetivamente R. surpreendeu-se um pouco quando uma voz masculina anônima procurou-a no telefone da firma onde trabalhava.

De regra os convites p/ as entrevistas de trabalho eram enviados pelo correio e uma carta teria servido como indício para localizar, se não o cativeiro, pelo menos o sequestrador.

Ela devia saber que era perigoso ir para um lugar tão afastado, na casa de um desconhecido que lhe propunha um novo emprego com a possibilidade de viajar. e ela gostava tanto de viajar!

Foi talvéz por isso, ou por um incônscio e obscuro dejedo de enfrentar algo de misterioso, que R. deixou de lado as regras básicas de segurança, pegou o seu carro e saiu da cidade.

Agora, enquanto se encontrava nua e acorrentada nas mãos de um sádico torturador, lembrou-se que devia ter informado os colegas sobre a entrevista, mas ele tinha sido esperto em lhe recomendar de não falar nada com outras pessoas pois, de uma certa forma, ele estava \"roubando\" aos concorrentes os funcionários mais experientes. R. acatou o conselho, pois o raciocínio do seu sequestrador tinha, efetivamente, uma certa lógica, sem contar que, caso a entrevista não tivesse dado certo, ia ser melhor que seus chefes nada soubessem do encontro... Lembrou-se de como tinha chegado cheia de esperança naquela casa isolada, cercada por um muro alto, que a tornava pareciada a um castelo medieval.

Lembrou-se da sensação de solidade que emanava do jardim e das paredes cinzentas da fachada, mas não podia imaginar que, ao entrar no átrio, seria logo narcotizada, despida e atada! Onde estava agora o seu carro?

Com certeza fora queimado e jogado num precipício junto com seus documentos e seu celular, assim, caso um dia alguém o tivesse descoberto, os investigadores iriam pensar num trágico acidente de trânsito. Mas afinal quem devia acionar a polìcia?

Ao sair da firma, R. não falou p/ ninguém onde estava se dirigindo. Em casa morava sozinha e os vizinhos sabiam que ela tinha o hábito de ficar pelo mundo afora sem se comunicar por semanas e semanas. Quanto aos amigos, já estavam acostumados com seus estranhos silêncios, com suas viagens repentinas. Sim, agora R. estava lentamente percebendo que ninguém a procuraria, que era como morta para o mundo: uma morta viva.

Naquela sala abafada, seus olhos vendados procuravam om raio de luz; seus pés, fortemente acorrentados, tateavam o chão como se aquele piso vetusto e coberto de pó pudesse lhe dar uma resposta aos interrogativos que a atormentavam. Sentia seus braços e suas mãos presos sem a menor chance de se livrar e lembrou-se de uns filmes que tinha assistido e de reportagem que tinha lido. agora sabia o que sentia uma desaparecida nos porões da ditadura. E lembrou-se de como o homem tivesse insistido sobre a oportunidade que lhe oferecia de viajar.

Com efeito, agora estava prestes a começar uma \"viagem\" realmente diferente: uma viagem no mundo da submissão total, onde a sua vontande não tinha algum valor, onde o seu corpo teria sido tratado como um mero objeto de prazer, como uma cobaia utilizada para experimentar formas requintadas de tortura física e psicológica!

Passou um certo tempo. Não ouvindo o menor barulho, pensou que o seu carcereiro devia ter se retirado e tentou explorar aquele espaço procurando, quem sabe, uma porta, uma janela, um telefone. (mas mesmo que os tivesse encontrados, como podia fazer p/ chamar socorro se estava de olhos vendados e as mãos estavam acorrentadas atrás das costas e presas a um cinto de couro que cingia a sua cintura?). Mesmo assim começou a se locomover, mas o carcereiro havia atado também suas coxas com dois cintos de couro, bem à altura dos joelhos que, dessa maneira, nem podiam se dobrar.

Só podia avançar arrastando os pés no chão, mas apenas por um ou dois decímetros por vez de tanto que a corrente que juntava as tornozeleiras era curta. Deu vários passos numa direção qualquer mas, a um certo ponto, algo de rijo bloqueou sua marcha grotesca. Percebeu que, além das grossas tornozeleiras, o carcereiro tinha preso cada tornozelo com uma argola de ferro e que as argolas ficavam à extremidade de uma outra corrente relativamente comprida que a segurava ao piso: desesperada, deu-se conta que seus pés estavam duplamente acorrentados!

Sentiu-se perdida, sentiu-se como uma escrava presa numa masmorra medieval: tudo era silênco, um silêncio terrível, quebrado apenas pelo barulho metálico e frio das correntes e pela esfrega das solas no piso de pedra. Dois ruídos de natureza oposta e contrastante: um áspero e duro (como a voz imperiosa do sultão), o outro suave, feminino, submisso. (como a voz meiga de Sheerazade). Apesar de tudo tinha uma certa harmonia naqueles sons, uma certa complementaridade entre a rigidez absoluta e irrevogável das tornozeleiraz e a fragilidade viva dos tornozelos e dos pés: R. percebeu claramente esse detalhe e, apesar do medo, sentiu um friozinho gostoso na barriga, sentiu que talvez, no fundo daquele túnel obscuro, podia encontrar uma maneira diferente de existir, uma dimensão que até aquele momento lhe era desconhecida. Como um animal cego, continuava explorando o piso mas, em qualquer direção se dirigisse, sempre o limite imposto pela corrente lhe impedia de proceder.

Desconhecia as dimensões de seu cativeiro. Resolveu, então, ir na direção oposta à força que a bloqueava: deu uma meia-volta e, acompanhando com os dedos dos pés a corrente estendida no pavimento, tentou lentamente alcançar o ponto onde devia ter sido fixada ao chão. Depois de ter percorrido cerca de quatro metros, percebeu a presença de uma esteira de junco: imaginou, justamente, que tivesse sido colocada para ela se deitar.

Sentou-se, ou melhor, caiu em cima dela, pois os cintos e as correntes tornavam muito dificultoso qualquer movimento. Permaneceu sentada por cerca de uma hora tentando se livrar, forçando alternativamente as ataduras dos braços e das pernas, percebendo todavia que, à medida que ela se enfraquecia, os atilhos não cediam de um só milímetro. Esperneou, gemeu, chorou, mas não gritou para não chamar a atenção do sequestrador que talvez estivesse por perto. Enfim, exausta e vencida, deixou que o seu corpo se afrouxasse em cima da esteira. As correntes que seguravam seus pulsos machucavam suas costas, teve que deitar-se de bruços e logo entrou num sono pesado e povoado de sonhos esquisitos.

Um barulho de chaves, de trincos abertos e novamente fechados, de passos que se aproximavam acordou-a. Agora o carcereiro estava perto dela! As mãos do homem a ajudaram a se levantar e R. ficou ajoelhada em cima da esteira.

Os dedos do desconhecido palparam seu pescoço. Logo sentiu o contato com o couro frio de uma coleira e ouviu o som metálico e seco de um pequeno cadeado que estava sendo fechado. Sentiu-se como se sente uma cadela e teve vergonha de estar nua e impotente diante do seu sequestrador. Baixou a cabeça enquanto o homem começou a tocar seus peitos, a caricià-los voluptuosamente: instintivamente R. levantou a cabeça procurando encontrar os olhos do indivíduo, mas a venda não lhe permetia de enxergar nada. Mesmo assim o senhor interpretou esse gesto como um desafio, como uma grave forma de insubordinação. Despeitado, apertou com a mão os peitos e os mamilos, pegou uma correntinha (segurando-a na argola dianteira da coleira) que terminava com dois prendedores cuja pressão podia ser regulada com um parafuso.

Os prendedores foram colocados nos mamilos e os parafusos apertados progressivamente para o deleite do carcereiro. R. gemia profundamente, mas o homem não se importou e apertou até que os mamilos ficaram bem presos. Ajudou a moça a se levantar e, puxando-a pela correntinha, acompanhou-a até um vão onde estava um sanitário. R. teve que urinar diante do homem: ficou morta de vergonha, mas era uma escrava, um animal: não tinha direito nem sequer à menor privacidade.

O carcereiro enxaugou a vagina da mulher que era totalmente depilada. cariciou os lábios vaginais, o clitóris e a parte interna das coxas. R. ficou excitada e envergonhada de ter ficado excitada. O homem percebeu que os mamilos de R. tinham ficado durinhos e aproveitou para apertar mais ainda os parafusos. A moça sentiu dor mas, contra a sua própria vontade, ficou molhada. Voltaram perto da esteira. O carcereiro deu umas mordidinhas nas orelhas e no pescoço de R. Ela ficou toda arrepiada. Quando o homem começou a cariciar as costas, a bunda, a barriga e as pernas, ela estremeceu mal segurando suspiros de desejo. Sentiu-se sem vontade própria, como se fosse um simples pedaço de carne, mas carne viva, com todo seus hormónios e seus nervos! Agora estava em pé: nua e atada diante do seu senhor. Ele começou a beijá-la na boca, mordendo os lábios e os ombros, chupando a parte de pescoço livre da coleira. R. sentiu uma onda de calor invadir todas suas fibras. Nunca tinha sido beijada com tanta ousadia, com tanto ardor e, principalmente, nunca tinha experimentado as ataduras. Ela, que sempre tinha encarado com ironia os relacionamentos sadomaso, estava ensaiando pela primeira vez um prazer que lhe era desconhecido.

Ela, que costumava mangar de uma amiga submissa, estava agora constatando que seu desejo sexual -desejo de escrava- alcançava intensidades inimagináveis. Ainda tinha vontade de fugir, de correr, mas não eram só as correntes que lhe impediam de si livrar. Uma força obscura, prepotente, avassaladora surgia das partes mais íntimas do seu corpo e se espalhava enfraquecendo os múscolos, os nervos, o cérebro.

Pensou que se não tivesse sido tão fortemente atada, suas carnes teriam se desmanchado como uma geléia: de uma certa forma eram os cintos e as correntes que a sustentavam. O desconhecido, sem parar de beijá-la e de explorar seu corpo com a lingua, começou a brincar com seu clitóris apertando-o e esfregando-o com os dedos. O desejo alcançou um limite insuportável. Para melhor oferecer a boca aos beijos do carcereiro -que era alto- R. levantou-se na ponta dos pés: nesta posição os grilhões apertavam mais ainda os tornozelos fazendo com que ela percebesse com intensidade maior a sua condição de escrava.

Quando o homem introduziu também um dedo no ânus massageando a sensível mucosa, a moça teve um orgasmo tão intenso que quase desfaleceu. O seu corpo, molhado de suor, de saliva e de humor sexual, foi abandonado em cima da esteira.

Por enquanto o seu dono (assim R. percebia agora o sequestrador) estava satisfeito de tê-la dominada psicologicamente, mas este era apenas o prólogo de um longo caminho de submissão que devia incluir etapas bem mais doloridas. R. sabia disso, mesmo assim adormeceu satisfeita, sem se importar com as torturas vindouras. O sono de R. foi interrompido bruscamente. Uma dor viva e cortante dilacerou suas nádegas. Estava sendo chicoteada sem ter a menor possibilidade de reagir! Os golpes caiam na bunda e nas coxas com regularidade: um em cada três segundos. O senhor sabia o que fazia, sabia como castigar uma escrava até quebrar a vontade dela, até domá-la e subjugá-la totalmente. Ele não tinha pressa e nem batia com muita força, pois o objetivo era de prolongar ao máximo o castigo sem todavia machucar excessivamente o corpo da moça. Nesse sentido era realmente um mestre. Os golpes eram dados com perícia, perpendicularmente ao corpo de R., começando da parte mais alta das nádegas até os cintos de couro que prendiam os joelhos. Nunca um golpe era repetido no mesmo ponto.

A escrava sentia dor, mas era uma dor prazerosa que renovava seu desejo de orgasmo, principalmente quando o homem mudou a direção dos golpes que agora caiam paralelos ao corpo, castigando o lado interno das coxas e o rego das nádegas. Em certos momentos a dor se tornava mais intensa, quase insuportável. Era evidente que aquele castigo era fonte de um imenso deleite para o seu dono e que portanto R. não passava de um mero objeto de prazer nas mãos de um senhor absoluto e implacável. Nada podia fazer, a não ser gemer (às vezes de dor, às vezes de prazer). Enfim a tortura terminou. Ou pelo menos foi isso que ela pensou. O carcereiro pegou os tornozelos da prisioneira e colocou um cadeado nas argolas dos grilhões: dessa forma os pés de R. ficaram totalmente presos, sem a menor possibilidade de movimento.

O mestre começou a cariciar e beijar o dorso e os dedos dos pés, a massagear as plantas, demonstrando um interesse descomunal para as extremidades da sua escrava. Objetivamente R. tinha muito orgulho de seus pés, pequenos, branquinhos, esteticamente perfeitos. Lembrou-se de como inúmeras vezes tinha-os usado como instrumento de sedução. Sempre saia descalça para ir fazer compras nas lojinhas perto de casa. Via, satisfeita, os homens sentados nas mesinhas do bar, babando, os olhos cheios de desejo. Saia de casa descalça, mesmo nos dias de chuva ou no inverno, bem maquiada e elegante para demonstrar que a falta de calçados não era devida à preça, e sim uma opção pessoal.

Os homens ficavam loucos. Só agora se lembrou que nas últimas duas ou três semanas um carro escuro, importado, dos mais caros e exclusivos, estacionava frequentemente perto da sua casa: dentro um homem elegante, grisalho, de óculos escuros a observava com interesse e ela, com instinto tipicamente feminino, demorava propositalmente para oferecer ao desconhecido a visão sublime de seus pés maravilhosos. Ela sorria para ele, mas era um sorriso de escárnio, pois gostava de assanhar um homem que, como idade poderia ter sido seu pai. Agora estava arrependida, pois tinha certeza que seus belos pés estavam em poder daquele homem misterioso! Deitada na esteira, sentiu que seus tornozelos estavam sendo amarrados a suas mãos da tal forma que as canelas ficaram perpendiculares ao chão e as solas expostas à qualquer tipo de violência. Em seguida o mestre pegou um chicote bem flexível e iniciou a bater as plantas, começando pelos calcanhares e descendo até os dedos. repetidamente. Instintivamente R. tentou proteger uma sola com a outra, mas o senhor pegou dois aneis de ferro que, mediante um pequeno cadeado, bloquearam os polegares dos pés.

Não tinha absolutamente como se defender dos golpes que, também dessa vez, caiam ritmados e impiedosos. Sentiu dor, mas era uma dor estranha, diferente daquela que tinha experimentado na bunda. talvez mais profunda mas, ao mesmo tempo, mais prazerosa. Era como se os impulsos nervosos alcançassem diretamente o cérebro, como se tivesse sido estimulada a parte mais íntima e sensível de seu corpo. Uma perfeita mistura de dor e de prazer, uma manifestação de submissão total e incondicionada. Percebeu -orgulhosa- a excitação do seu senhor, o respiro acelerado dele: mais uma vez seus pés haviam funcionado como um instrumento de sedução.

Chegou perto do orgasmo, mas o homem não permitiu que ela alcançasse o topo do prazer. Ele guardou o chicote flexível, pegou outro cuja ponta terminava com três bolinhas de ferro e bateu energicamente nas plantas de R. Dessa vez a dor foi grande, assim como foi grande o desespero da moça. Ela chorou e implorou que a tortura parasse e. a tortura parou, mas não devido suas súplicas. apenas porque o seu dono não queria arruinar aquelas solas lindas e aveludadas, fonte de seu desvairado prazer!! Foi deixada naquela posição por horas e horas! A pele da bunda e das coxas ardia, as plantas pareciam ter sido queimadas com fogo, os prendedores apertavam impiedosamente seus mamilos e, ainda por cima, o senhor, antes de sair, colocara um consolo em sua vagina. As horas passavam lentas.

O corpo de R. tremia de febre e de dor mas, a medida que a dor ia diminuindo um pouco, voltava uma excitação paradoxal, uma necessidade imperiosa de ter um orgasmo que a compensasse de tantos sofrimentos. Tentou mexer os quadris para alcançar o prazer, mas estava tão atada, tão imobilizada que os movimentos eram milimétricos... Mentalmente contou os cadeados que a prendiam: um na coleira, dois nos braços, dois nos pulsos, um no cinturão, dois nos joelhos, quatro nos tornozelos mais um que segurava os quatro e enfim um nos polegares dos pés.

Em tudo quatorze cadeados. Duas vezes sete, que é o número perfeito: portanto ela era uma escrava duplamente perfeita! E sete eram também os pontos do corpo de R. que tinham sido atados: o pescoço, os braços, as mãos, a cintura, as coxas, os tornozelos e os polegares dos pés! E pensar que sempre tinha gostado do número sete, achando-o o número da sabedoria (efetivamente, nesse caso, era expressão da sabedoria do seu senhor!). Agora cabava de aprender que sete simbolizava também a perfeição da dominação. Certos momentos adormecia um pouco, outros meditava sobre a sua condição de escrava: em menos de doze horas tinha passado de uma condição de liberdade total a outra absolutamente oposta.

Tinha sido despida, atada, acorrentada, exposta, chicoteada, torturada, privada de sua personalidade e dignidade; sentiu-se inferior até a um animal, pouco mais que um objeto cuja função era de proporcionar prazer a um senhor desconhecido e cruel. Mas, ao mesmo tempo, compreendeu que, apesar das aparências, ela mesma estava exercendo um poder subterrâneo, telúrico sobre o seu carcereiro. Se ele era o sol, R. era a lua, pois seu instinto lhe indicava -sem a menor possibilidade de engano- que o homem necessitava dela, do seu corpo, da sua mente, da sua alma. Ele a dominava fisicamente, mas ela era a dona absoluta dos pensamentos, dos desejos e dos sonhos de seu mestre-amante. Pouco antes do amanhecer, ele entrou de novo, tirou a corda que juntava os pulsos com os tornozelos e o corpo de R. ficou de novo esticado em cima da esteira. Rapidamente o homem passou um creme em torno do ânus da moça e começou a penetração. Não era a primeira vez que R. tinha um amplexo anal, pois gostava dos dois lados. Mas dessa vez entendeu que não era admissível outro tipo de relacionamento sexual: só assim podia ser concebida a relação entre um dominador e uma escrava!!

Também nessa circumstância o sequestrador soube demonstrar uma notável competência e um profundo conhecimento da sensibilidade feminina. Agindo sem pressa, com determinação temperada, soube proporcionar um prazer desumano à prisioneira que chegou a gozar uma, duas, três vezes antes de desmaiar definitivamente. E o carcereiro? Como foi o sono dele agora que o objeto de seus desejos mais secretos estava em seu poder? O que R. ainda não sabia é que o Senhor era também o proprietário da firma onde ela trabalhava.

Como todos os demais funcionários R. conhecia apenas o gerente, mas nunca tinha visto o dono. Ele frequentava a firma disfarçado de homem de negócios, indo direto para a diretoria, sem nunca tirar seus óculos escuros, sem nunca olhar para ninguém, com a clara intenção de proteger a sua verídica identidade. Aparentemente nem olhava para os funcionários, mas via e observava tudo e várias vezes teve a oportunidade de notar aquela moça que, além de bonita, charmosa e elegante, parecia possuir uma inteligência viva e uma curiosidade única.

Ficou logo apaixonado e poderia ter aproveitado da posição social para conquistá-la, mas. não queria apenas uma amante (já estava farto de amantes): o que queria era uma escrava. O melhor, queria uma mulher que o amasse e que se deixasse amar como uma escrava, e o comportamento de R. indicava que tinha nascido para ser escrava, mesmo que nunca tivesse imaginado essa sua vocação secreta. Raptando-a, tratando-a como uma sequestrada e vendo a reação da moça, o Senhor teve a confirmação que R. ia ser a perfeita companheira, a mulher que desde sempre ele tinha procurado. sabia que a partir daquele momento eles teriam sido duas pessoas diferentes. Na obscuridão de uma masmorra tinham encontrado o que todo ser humano procura: felicidade.