2.21.2013

Descobri que sou cadela, vadia e obediente

Conto de Ivana

O tempo todo que tenho livre passo pensando em sexo, não sei porque, mas essa situação começou a causar-me problemas. Na empresa onde trabalho sou supervisora de um dpto onde a maioria são homens, então tenho 9 rapazes ao meu dispor. E sinceramente não gosto disso. Moro sozinha e isso me da muita privacidade, o único problema são as horas que gostaria de conversar com alguém e não há ninguém além das pessoas que encontro na net. Fico sempre imaginando que posso encontrar alguém que tenha vontade de me usar como uma cadela, mas nunca confio nas pessoas, então tudo fica muito difícil. Há 2 meses, mudou-se para o Ap vizinho um homem, de 35 anos, elegante, inteligente, educado e tb sozinho. Várias das vezes que desci pela manhã para a garagem, dividimos o elevador, sempre com o mesmo papo do clima, dos dias passarem rápidos... Há 1 mes, ele me questionou sobre minha família, disse-lhe que não tenho parentes no Estado e que isso é um grande desafio. Na mesma noite meu interfone tocou. - Oi vizinha, quer jantar comigo? Sei que acabou de chegar, ouvi quando abriu a porta. Confesso que estava aguardando. - Nossa me pegou de surpresa, mas claro, só preciso de 20 minutos para um banho. - Eu preciso de 30 para terminar o jantar... estou te aguardando. Fiquei em estado de choque, não sabia como reagir, como me comportar e juro que pensei somente ser um convite amigável de outra pessoa na mesma situação que a minha. Tenho jeito de menina, apesar dos mais de 25 anos e as vezes não percebo quando me visto como tal e, esse foi um desses dias. Coloquei um calcinha de algodão, pequena, mas muito confortável, um sutiã igualmente de algodão, uma capri, uma batinha e uma sandália sem salto, já havia passado o dia todo num salto gigante. Peguei somente a chave do meu Ap, e fui, com os cabelos molhados, soltos, sem maquiagem, ele me fez uma surpresa, teria uma também. - Oi visinho, espero não ter feito esperar. - Espero que coma macarronada. - Claro, quem vive sozinha não tem muitas escolhas. - Entre, por favor. Apenas sorri e entrei, uma sala confortável, aconchegante, tudo muito claro. Jantamos, batemos papo sobre profissoes, familia, lazer na cidade, até que ele me perguntou porque estava sozinha. - Não sei pq estou sozinha, mas acredito que seja porque nenhum homem até hoje conseguiu me entender, é como se todos tivessem me tratado de forma errada. Depois desse discurso abaixei a cabeça. Aquele homem que até então não havia dito uma palavra grosseira, tinha sido até um tanto romantico, me fala: - É pq existem homens que não sabem tratar... uma cadelinha assim como vc, deve ser uma vadia se bem conduzida. Era exatamente aquilo, só não sabia como havia percebido, minha inocencia não permitiu que eu percebesse que há um mes estava sendo analisada. - Sempre muito atenciosa, intelegente e prestativa, porém baixa os olhos quando perguntamos sobre sua opinião, quer sempre que seja a mesma nossa, e não contexta quase nada. Fala de como comanda o dpto, com muito receio de não saber estar fazendo o correto, mas está, não se preocupe e, se não bastasse, veste-se como uma adolescente para provocar os homens, confesso que vc consegue muito bem fazer isso, seus olhos sem maquiagem ficam infinitamente mais belos... Quando eu fui me justificar, dizendo que me vestia daquela forma pq era a meneira como me sentia bem... - Cala a boca, eu estou falando. - Sim Sr, desculpe. - Quero que me diga apenas, se estou errado... - Não Sr, não está. Mas agora eu tenho que ir, preciso trabalhar amanhã, adorei o jantar e espero não ter contrariado suas expectativas. - Vc nunca trabalhou aos sábados, desde que moro aqui... Meu deus, esse homem sabe tudo, me enxerga completamente. - Se não te atraio, se não quer que eu continue, vá pra casa. Vou tirar a mesa. Agora se quer descobrir o que me atraiu em vc, pode escolher um cd e me esperar na sala. Comprei o cd que vc adorar e ouve a noite todos os dias, depois de deitar, antes de dormir. Ouço bem baixinho a batida da música. Na mesinha da sala tb, tem um livro que li essa semana, o mesmo que estava na sua mão, segunda-feira é um belo romance. To estudando vc... se quiser aprender sobre mim, é sua chance. Fiquei preplexa, como ele sabia tanto... como poderia... abaixei a cabeça caminhei até a sala, sentei-me, não ousava levantar a cabeça. Quando ele retornou parou na minha frente com o dedo indicador, levantou meu queixo, me fez olhar nos olhos dele. - Vou entender isso como uma cadela que quer se entregar. - Entenda isso como uma cadela surpresa e curiosa. Não me desafie menina, eu sei que o que está pensando, pq já se entregou a mim, quando abaixou a cabeça pela primeira vez. Me puxou, me colocou em pé e me beijou, senti sua mão correndo por todo meu corpo e um tapa forte em meu rosto acabou com toda aquela sensação, fechei os olhos. Senti uma coleira sendo presa em meu pescoço vi depois um pingente escrito suas iniciais. A guia gelada chegava até perto do meu pé. Abriu minha calça, tirou a devagar, passou as mãos pela minha calcinha. - Minha menina, linda, inocente e desamparada. Sua pau estava duro, tirou minhas sandálias, ficou em pé e abriu minha bata, tirando o cordão cruzado que a fechava na frente. Não falei nada, nem conseguia, cortou as laterais da calcinha e do sutiã, estava nua pra ele. Me conduziu até o quarto onde transou comigo, de forma carinhosa e gozou no meu rosto. Me puxou de volta pela guia, passando por cima de um pergolado decorativo prendeu-a, depois com algemas, prendeu meus braços pra cima, olhei no relógio e era próximo da meia noite, na hora ne minha cabeça veio a frase: "Chegou a hora de deixar de ser uma cinderela"... Meus pés foram afastados e na posição presos, me deixando aberta, meu Sr passava as mãos no meu corpo arrepiado e prendeu presilhas nos meus seios, soltei um gemido, ele sorrio. Logo em seguida uma gag foi colocada na minha boca, e como estava imóvel só pude sentir o toque, quando ele abaixou atras de mim. Um cinto com um 2 consolos pequenos foi colocado em mim. Meu Sr estava com o pau duro e saiu da sala, voltou com um chicote. - Meninas são educadas apanhando... essa é por ter chegado tarde ontem, essa é por não ter percebido meu interesse e essa é para eu sentir prazer em te bater. Verifou as presilhas nos meus seios e colocou uma correntinha em cada um com um pesinho na ponta, a dor novamente me arrepiou e fiquei mais molhada. O consolo anal do cinto foi inflando e alargando meu rabinho, que não era virgem, sentia que estava sendo judiado. O consolo da minha boceta começou a vibrar e eu gozei. - Quem te deixou gozar em vadia? Como castigo mais pesos foram colocados nos meus seios, e tapas neles foram a ação seguinte. Meu Sr começou a retirar meu cinto, o consolo que saiu do meu rabinho estava com mais de 6 cm de diametro, parecia uma bexiga. Meu Sr se posicionou atras de mim, segurou os meus seios e enfiou o pau duro no meu cu de uma vez. - O Sr me permite gozar, por favor? - Goza menina... Eram estocadas firmes e fortes, meu cu foi alagado pela porra dele e eu gozei, tremendamente. Um plug muito grosso foi posto no meu cu, com a recomendação de não expeli-lo, meu Sr tomou banho, voltou e pegou o telefone. Ligou pra um amigo... - Rapaz, minha temporada de caça foi encerrada, encontrei a cadela... está aqui na minha frente, presa, amordaçada, com as tetas sendo puxadas por pesos, um plug no cu e as pernas abertas, eu acabei de enraba-la e ela gozou... Em seguida despediram-se e desligou. Dois tapas na cara e a guia que me segurava vou puxada, minhas pernas separadas e presas assim, agora estava nas pontas dos pés. Fiquei assim por 2 horas, sendo chicoteada 5 vezes a cada 5 minutos e sempre ouvindo que era pro meu bem, o que concordo, meu Sr me elogia muito, sempre me chamando de vagabunda, puta, vadia e me dizendo tudo o que pretende fazer comigo... Quando me soltou, cai no chão de tão cansada, ele me levou pro banheiro, me lavou e me colocou pra dormir com ele. Mas me avisou que cadela em apartamento não pode fazer bagunça e para assegurar que eu não vou ficar fazendo barulho a noite, vou dormir na cage, que esta no canto do quarto. Mas como hoje eu tinha ficado muito cansada, dormiria com ele...

Postado por Ivana

http://contoscomevangelicas.blogspot.com.br/2011/05/descobri-que-sou-cadela-vadia-e.html

2.19.2013

LUCIANA.

conto de Gabriel

Conheci Luciana num jantar em "homenagem" a um dos executivos da empresa, eu fui meio obrigado , porque todo mundo da equipe foi. Era num lugar muito interessante, que tinha vários ambientes : um restaurante,  um bar, uma lanchonete, uma discoteca  - que a molecada hoje chama de balada - e outros ambientes que não cheguei a conhecer.

Das quase 10 pessoas que estavam lá, só eu comecei a beber. Estava entendiado. Minto, ao meu lado estava Luciana, namorada de um dos executivos da empresa. Nós dois começamos a beber tequila e assim o jantar foi ficando suportável, como ela me disse. a gente ficou bebendo e tentando conversar no meio daquele barulho todo. Eu estava deslocado , já estava querendo ir embora, mas adorando ficar proximo dela, era como se nos conhecessemos há muito tempo.

Luciana queria conhecer o ambiente da balada e convidou o namorado. Ele disse bem baixinho pra ela que não podia sair dali. Então ela me puxou e disse pra ele que eu a levaria. Fui, quase obrigado. 
Dançamos muito, quer dizer, ela dançou , eu fiquei apenas ali enrolando, fazendo movimentos ridículos. Louco pra dar um beijo dela. Bebemos mais .

Pouco tempo depois , Luciana já estava meio bebada, o DJ começou a tocar umas músicas que ela gostava, porque ela sorriu muito , ficou muito alegre com aquelas músicas barulhentas.

Dava gritinhos de satistação , rodava e numa hora agarrou no meu pescoço.
Eu a puxei e a beijei, e ela correspondeu, segurando minha cabeça. Nos beijando, fomos para um cantinho mais escuro .

Estávamos perto da parede, então eu  empurrei ela,  até que  subisse em um degrau atrás dela  e ficasse encostada na parede. Começamos um amasso bem gostoso!

Nos beijavamos, eu passava a mão na sua coxa, dava chupões no pescoço. Ela acariciava minha nuca, meus cabelos, se apertando de encontro ao meu corpo, se esfregando no meu pau , cada vez mais duro. Eu apertava a sua bunda ,puxava -a pela bunda pra mais perto do meu pau, enfiando a perna no meio das suas pernas. Ela se esfregava na minha coxa enquanto me beijava loucamente e eu a apertava.

Luciana apalpava meu pau por cima das calças, esfregando rapidamente, quase devorando a minha lingua. Eu beijava o seu pescoço, apalpava seus seios ,  passava a mão por todo seu corpo enquanto ela chupava o meu pescoço e massageava meu pau .

Ficamos nos amassando e nos excitando por um longo tempo, até que ela encostou a boca no meu ouvido e disse : " me come no carro "..

Fomos para o extenso estacionamento que ficava na parte de trás do lugar .
Estava lotado de carros, levei Luciana para o meu, estacionado no fundo, bem longe da entrada.  Abri o carro, mas ela não quis entrar , pediu que eu a abraçasse e nos beijamos demoradamente. Levei a mão até a sua bundinha, peguei nas suas nádegas, apertando-as. Enquanto nos beijavamos, comecei a passar a mão por debaixo da saia 
Encostamo-nos no carro, a brisa estava deliciosa, não se via ninguém, mas também não estavamos olhando. Ela começou a se roçar todinha em mim, eu comecei a acariciar seus seios.

Ela foi indo pra dentro do carro, deitando-se no banco de trás e eu a segui,louco de tesão. Me olhando, ela abaixou o top, desnudando os seios.

Eram lindos, com biquinhos rosados e bem arredondados . Fui chegando a boca  até encostar. De leve, passei a língua rígida na auréola. Lambi e comecei a sugar , ela me agarrou pela nuca, enfiando-o cada vez mais na minha boca.  Sugava os seus seios com fome e tesão, quase engolindo os biquinhos que foram ficando duros ..Ela estava se contorcendo de tesão . Suguei seus peitos como louco, deixando eles inchados de tanto mamar, deixei um rastro molhando em sua barriga,

Olhando na minha cara, com o  olhinho iluminado de tesão, Lu se afastou , levantou a saia até a cintura . Ainda vestia a calcinha mas eu a tirei, com ela levantando os quadris e me ajudando, empurrando a calcinha pra baixo.  Isso deixou tudo mais gostoso ainda porque deu sensação de entrega, de proibido, ... O banco de trás era todo nosso. Ela se encostou na parede do carro e  afastou as pernas.Desci para chupa-la. Passei a língua de baixo pra cima, levantando a pele que cobria seu grelinho.Senti o gosto dela e  isso só me deixou com mais tesão . Ela gemia, gostosamente. .Circulei a língua no grelinho  dela, ela estava com o grelinho inchadinho e bem durinho, como se tivesse gozado, era uma delicia ficar lambendo e chupando, enfiei um pouquinho a lingua, a bucetinha dela estava muito molhada  e ela gemia gostoso, baixinho...Coloquei o grelinho na boca e ela deu um tranco, como se tivesse levado um choque,

Me puxou pra cima dela , abrindo a minha camisa e me abraçando forte.
Sussurei no seu ouvido que ela era muito gostosa ,  a resposta foi  a língua quente dentro da minha boca !!! A gente gemia e se apertava  demais e parecíamos dois animais se pegando !! Quando mais ela gemia mais eu  me esfregava nela, ela se ajeitou embaixo de mim, me puxando pela cintura ..Eu esfregava o pau apertado pelas calças, Nesse instante suas pernas abriram e o quadril se jogou pra frente num convite para entrar.

Abri as calças, tirei o pau duro e pulsando encostei a cabecinha no grelinho e comecei a esfregar..
Ela gemia gostoso ,perguntou se eu tinha camisinha, disse que sim,então ela disse no meu ouvido :' coloca a camisinha e me come.' . 

Tirei as calças e a cueca, coloquei a camisinha e forcei a cabeçona naquela bucetinha quentinha e apertadinha, querendo entrar ,com tesão, . A cabecinha entrou devagarinho enquanto ela me pedia beijos e chupava meu pescoço.  A cabeça deu entrada ao resto do corpo do pau e logo eu estava todo dentro dela . Eu estava comendo aquela garota gostosa, noiva do executivo da empresa, carinhosa como eu gosto. Ela pediu pra eu comer com força, dei uma estocada firme...  Delicia, ela disse, ' humm ..me  come! ".. "Como, safada, eu disse" .   Eu estava louco de tesão, vendo ela toda arreganhada, apertando sua bunda enquanto ela me enlaçava com as pernas, com a buceta totalmente entupida pelo meu pau.

Gostosa, eu dizia e ela contraia a buceta apertando o meu cacete. eu continuei estocando com força.. -' mais fundo' ela pedia, mandava.,provocava. Enlouquecido, comecei a foder com força, batendo no fundo da sua buceta..' toma, toma, eu dizia , gemendo a cada estocada que dava.

Ela pediu então pra sentar no meu colo. Sentou-se de frente pra mim, esfregando os peitinhos durinhos na minha boca. Segurei-a pelos quadris enquanto ela descia , engolindo o meu pau, até que  enfiei tudo de uma vez.  Safada, gostosa, então  mostrou que eu sabia  rebolar, sacudir a bunda... me deixar doido..
-' vai tesão,' ela dizia ,  'você ta doido pra gozar... assim... soca esse pau com força... isso... que tesão... vamos, safado... goza...'

Ela gemia ,dançando na minha rola e eu me descontrolei .. ' -Geme Vadia! Geme!Goza cadelinha! , eu dizia, descontrolado, sentindo Luciana rebolar  na minha rola.. - ' goza, safado ', ela dizia..Ouvindo isso, comecei a bombar mais forte, anunciando o gozo.. ' goza, tesão, ela disse, me enche de porra'..

Foi ficando cada vez mais gostoso, mais gostoso até que não aguentei . Cravei as unhas na sua cintura e comecei um vai e vem alucinado, socando de baixo pra cima. Gozeiiii  .. Enchi a camisinha de porra quase na mesma hora em que ela apertou a minha cabeça e gozou.. se esticando e se contorcendo.

Depois a gente se beijou bastante. Eu fiquei extasiado e disse que foi loucura maravilhosa. Disse que ela era louca e gostosa demais, ela não respondeu, sorriu, me deu um delicioso beijo e voltamos para a balada , primeiro ela, depois eu.  

De longe, vi que seu namorado estava procurando por ela e ela toda sorridente,foi ao seu encontro e o beijou demoradamente.

(narcisosantos@hotmail.com)

2.18.2013

Jejum sexual dá nisso

autor: Curioso na vitrine

Certo dia, enquanto fazia um lanche na pausa do almoço, numa lanchonete perto do meu serviço, encontrei uma amiga acompanhada de outra garota, chamada Estela. Ambas se sentaram na mesinha comigo, pois também iam comer algo. Senti um calor estranho no olhar de Estela, não de paixão, mas de uma atração irresistível, um tanto inexplicável. Para minha alegria, descobri que trabalhávamos a menos de duas quadras um do outro.

Eu e Estela dominávamos a conversa e resolvi arriscar um pouco mais, encostando minha perna na dela. Para minha surpresa, ela não só não retirou a perna, como forçou um pouco mais contra a minha. Comecei a fazer movimentos mais ousados, como subir e descer meu joelho em sua perna até tocar sua coxa, mas ela não recusava. Pelo contrário, olhava para mim e esboçava um delicioso sorriso sempre que isso acontecia.

As duas foram embora, mas antes, Estela deixou seu e-mail para contato. Mal cheguei no serviço e já enviei um texto, dizendo que tinha adorado conhecê-la, principalmente por ela parecer ser uma garota tão desinibida. Para finalizar, disse que tinha adorado ficar perto dela, pois aquilo tinha feito minha imaginação ir muito longe.

Em 15 minutos recebi a resposta, com poucas palavras, mas que dizia: “Porque não me conta onde sua imaginação poderia ir?”. Aproveitei a deixa e devolvi o e-mail, relatando tudo que gostaria de fazer com ela, caso nossa amiga não estivesse por perto e se eu pudesse fechar a porta da lanchonete.

Na sua resposta, ela me disse que tinha adorado tudo que estava escrito e que aquilo tinha mexido com sua cabeça mais “do que precisava”, já que estava sozinha há muito tempo. Foi aí que sugeri que resolvêssemos esse probleminha no dia seguinte, e ela aceitou, apenas respondendo que não teria muito tempo, pois não tinha quem cuidasse sua filha naquele dia, já que era mãe solteira.

Às cinco da tarde, eu a peguei de carro e iria apenas levá-la para sua casa. Ela me pediu para parar três quadras antes. O lugar era bastante ermo, debaixo de frondosa árvore, onde passava poucos carros ou pessoas. Aproximamo-nos e começamos a nos beijar. Beijos com desejo, com tesão, acumulado pela troca de intimidades do dia anterior.

Como ela usava vestido e meia-calça, eu comecei a passar a mão em suas coxas, subindo devagar até estar com meus dedos roçando seu sexo. Alisava, acariciava e tentava apalpar, mas com a calcinha e a meia-calça formando uma barreira grossa de tecido, só conseguia sentir o calor e a umidade nelas. Aliás, eu sentia um líquido viscoso nos meus dedos, tal o estado de excitação dela.

Peguei a mão de Estela e coloquei sobre minha calça. Ela, ao sentir a presença maciça do meu cacete, agarrou-o firmemente ainda sobre o pano como se quisesse arrancar meu pau de dentro, com roupa e tudo. Abri meu zíper e ela enfiou a mão por dentro da cueca, sem o tirar de dentro, entretanto. Foi então que sussurrei em seu ouvido:

– Eu queria sentir esse líquido nos meus dedos, mas sem esse pano todo para atrapalhar.

Ela olhou para todos os lados, olhou para mim e, levantando o quadril, rapidamente tirou a meia-calça e a calcinha. Voltou a me beijar, mas agora sentindo meus dedos invadirem sua xaninha babada. Juro que não me recordo de ter visto ou sentido uma mulher tão melada assim. Enfiei um dedo em sua buceta e o tirei. Havia um líquido grosso, cristalino, deliciosamente lubrificante. Chupei meu dedo na frente dela e voltei a repetir essa operação diversas vezes.

Nisso meu pau já estava em sua mão, apontando para o teto do carro. Às vezes ela movimentava as mãos, mas mais o apertava e segurava firme, como se quisesse certificar-se de que tinha mesmo um pau só para ela. De vez em quando, precisávamos parar para algum pedestre ou veículo que se aproximava. Quando passavam, retomávamos nosso delicioso amasso.

Meio sem jeito, fiquei beijando aquela boca carnuda, enquanto a bolinava e masturbava, até que Estela gemeu, gozou e travou as pernas, prendendo minha mão entre suas coxas.

Quando tentei retomar os movimentos, ela disse:

- Para. Eu já gozei... Não mexe- E sorriu.
- Então eu estou no prejuízo?!
Ela beijou minha boca e começou a me masturbar numa deliciosa cadência, que foi aumentando, acelerando, até que eu não consegui mais me conter e avisei que iria gozar.
– Goza, goza gostoso. - Disse ela.
– Mas eu não quero sujar minha calça, sussurrei sem muitas esperanças.

Foi aí que ela, novamente olhando em todas as direções e certificando-se que ninguém observava, abaixou-se e colocou meu pau inteiro na boca. Ao invés de me masturbar, ela fazia movimentos de vai-e-vem com a boca, fazendo com que minha glande esfregasse gostosamente em sua língua.

– Assim eu vou gozar, alertei, com medo de surpreendê-la com algo indesejado.
Ela acelerou os movimentos, mas, acreditando que ela não tinha ouvido meu alerta, para evitar constrangimento, novamente interrompi:
– Você vai me fazer gozar desse jeito!

Quando ela murmurou um ‘hã-hã’ de aceitação, soltei-me e ejaculei fartamente. Pelos sons que ela emitia, percebi que ela adorava receber toda a carga de esperma na boca, pois sorveu cada golfada de leite que saiu. Quando acabei de gozar, ela ainda fez uma “faxina” em meu pau e, levantando com um sorriso no rosto, disse-me:

– Tá limpinho viu. Não tem nadinha na sua calça.

Então nos beijamos, nos despedimos e ficamos de nos “falar” por e-mail no dia seguinte. Voltei para casa aliviado, doido de vontade de reencontrá-la. Logo pela manhã, nossas caixas postais se encheram de e-mails excitantes e promissores.
Ela me contou que tinha saído de um relacionamento errado, mas que a deixara com uma filha, e que, nos últimos seis meses, só tinha saído uma vez com um homem, mas que tinha sido uma experiência condenável. Convidei-a para sair de noite, mas ela falou que não poderia. Antes que eu desanimasse, falou que, se eu quisesse, a gente poderia sair no horário de almoço.

Passei no mesmo lugar e fomos direto para um motel. Agora, já sem os bancos do carro e o câmbio para atrapalhar, pudemos nos despir enquanto nos beijávamos. Ela tinha um corpo de fazer inveja para muita garotinha nova. Seios médios, mas firmes, com grandes auréolas rosadas. Uma cintura fina, seguida de um quadril que revelava formas deliciosas.

Ainda de pé, voltamos a nos bolinar, cada um alisando o sexo do outro. Então, fiz com que ela se sentasse e, me ajoelhando na sua frente, beijei sua boca, seu pescoço, seios. Até que ela se deitasse na cama.
Entre suas pernas, vislumbrei com clareza o que eu tinha apenas sentido na tarde do dia anterior. Sua linda buceta estava inchada e totalmente ensopada, a ponto de poder ver escorrendo pela polpinha de sua bunda. Os grandes lábios intumesceram de tal forma que dificultavam o acesso à sua entradinha vaginal, mas aquilo me fascinou ainda mais.

O tesão daquela garota era tanto que quanto eu mais chupava, mais saia líquido de dentro dela. Em pouco tempo de lambidas e chupadas, ela gozou sonoramente, com certeza se fazendo ouvir no quarto ao lado.

– Mete em mim. Mete... Enfia...
Num sadismo com seu estado emocional, eu apenas apoiei meu pau sobre sua fenda inchada e, pertinho de seu ouvido, sussurrei:
– Enfia onde?
– Enfia lá... Por favor!
– Lá onde? Não estou entendendo. Me diga onde você quer. - Provoquei.
– Você sabe onde. Enfia vai!
– Me fala onde, me fala onde quer que eu enfie.
Então, num rompante de desejo incontido, ela soltou:
– Enfia seu pau na minha buceta, mete logo.
– Você quer meu pau nessa bucetinha melada? Indaguei segurando no meu pau e
esfregando a cabeça ao longo de toda extensão de seus grandes lábios.
– Mete o caralho, por favor, mete esse caralho em mim, disse ela já em pânico.
Foi aí que me ajeitei, abri os grandes lábios, coloquei apenas a pontinha bem na entrada da vagina e forcei um pouco. Muito pouco, pois a cabeça nem chegou a entrar. Numa demonstração de desespero e ansiedade, ela tentou me puxar com as mãos, mas eu resisti. Travou as pernas e novamente tentou me puxar, avancei nada.
– Sobe um pouco, quero subir na cama também, disse para prolongar seu "sofrimento”

Já sem paciência, ela recuou e eu fui acompanhando seus movimentos, sem tirar a cabeça da entrada. Mal ela se acomodou, implorou novamente:

– Mete esse cacete em mim logo, pois você está me matando.
– É para enfiar? Agora?

Ela ia responder, mas eu a surpreendi, cravando minha lança de uma só vez, estocando fundo, pois literalmente ela estava ensopada e deslizou fácil. Soltou um grito longo e cravou as unhas nas minhas costas. Puxei meu corpo para trás e, de novo, enterrei de uma só vez. Sua buceta inchada parecia engolir meu pau. Deitei-me sobre ela e comecei a estocar, lentamente no começo, mas aumentando o ritmo.

Estela estava tão encharcada que os pelos em volta do meu pau ficaram babados, fazendo um barulho característico cada vez que meu membro entrava e saía de dentro dela. A mulher não cabia em si de contentamento, talvez fruto de seu jejum sexual de quase seis meses. Em pouco tempo, sempre gritando feito uma puta, ela gozou, literalmente quase ejaculando com sua buceta que escorria.

Ela parecia uma máquina de fazer sexo. Queria ser metida, fudida, penetrada. Fome de pau. Enquanto enterrava minha vara naquela xana sedenta, alisava seu cu, que não oferecia resistência quando eu o penetrava com o dedo.

Foi então que resolvi arriscar. Tirei meu pau de sua vagina e fiquei passando na entrada do orifício anal. Rindo da minha tentativa, ela falou que poderia enfiar, se fosse devagarinho. Nem preciso lembrar que sua bunda estava totalmente lubrificada com seus próprios sumos, que, naquela altura, tinham melado até o lençol.

Fiz com que ela ficasse de quatro e voltei a lamber sua buceta. Era estranho tanto líquido dela, pois dava mais a impressão de eu ter gozado nela, de tão abundante que estava. Lambi seu cuzinho e me posicionei.

No começo, houve alguma dificuldade. A cabeça começava a entrar, mas ela afastava o
corpo, suava, gemia e voltávamos à estaca zero. Mas, insistindo cada vez mais, ela relaxou e recebeu a cabeça no seu cu. Esperei um pouco e recomecei a enfiar. Meu pau foi sumindo até que ela me segurou, oferecendo aquele limite para penetrá-la.

Comi aquela bunda gostosa por 20 ou 30 minutos, ouvindo os seus urros e gritos histéricos como eu nunca tinha presenciado. Sem mais se conter, Estela gozou só com a penetração anal duas vezes, e aí pediu para eu parar, pois estava começando a doer. Foi minha vez de deitar na cama, com ela vindo por cima.

Ela segurou meu pau e se ajeitou, para então se afundar nele. Alternando reboladas sensuais, cavalgadas ritmadas e pulos que mostravam sua vontade de engolir uma vara até o estômago, gozou novamente, enquanto eu sugava seus seios que não paravam de balançar na minha frente. Fazendo com que ela ficasse parada, eu comecei a estocar para cima numa velocidade crescente, avisando a ela que estava prestes a gozar.

Então, ela saiu rapidamente de cima de mim e foi dar um delicioso boquete. Meu cacete ainda estava melado com seu líquido, mas isso não fez diferença para ela. Chupava e me masturbava ao mesmo tempo, por vezes engolindo meu pau até quase sumir em sua garganta. Quando percebeu que eu estava me retesando, ela aumentou a velocidade da mão e soltou um grito de tesão quando o primeiro jato de creme saiu, caindo na minha barriga.

As golfadas seguintes escorreram pelo meu pau e entre seus dedos, que não paravam de me masturbar, enquanto ela apenas assistia minha farta ejaculação. Ela praticamente me ordenhava. Enlaçava a base do pênis com o polegar e indicador e subia comprimindo-o, para se divertir com as últimas gotas que ela conseguia tirar.
Quando acabei finalmente de gozar, para minha surpresa, ela fez uma coisa que poucas mulheres fazem: deu um delicioso banho de língua. Lambia a porra de seus dedos ou a que escorria do meu pau. Chupava e sugava cada resquício de caldo branco ao longo de todo meu membro, girava a língua sobre a glande e lambeu, inclusive, a porra que estava na minha barriga. Então, sorrindo ela disse:

– Tá limpinho de novo!
Nos beijamos e fomos para a ducha, afinal, tínhamos que retornar para o trabalho.

Curioso na vitrine

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