10.09.2009

OS PEZINHOS MARAVILHOSOS DE LIZ




Conto de Gabriel – narcisosantos@hotmail.com




Fui visitar um casal de amigos e foi lá, no laptop de minha amiga que vi uma foto de uns pés maravilhosos, simétricos, lisinhos, cruzados, pousando um pé sobre o outro, perfeitos como uma escultura. Minha amiga percebeu minha admiração e me disse que aquela foto era dos pés da Liz , uma amiga dela, que morava em outro estado.. e me disse que gostaria de ter aqueles pés prá ela, que todo mundo tinha a mesma reação que eu .




Disse, que por coincidencia, ela viria visitá-los durante um fim de semana e poderia nos apresentar..




No fim de semana esperado por mim ardentemente, André e Valéria, os meus amigos, convidaram uns amigos para uma pequena reunião no apartamento deles. Eu já estava lá quando foram chegando todos. Liz chegou por último e sua presença altiva iluminou a sala..Era gordinha, branquinha, porte médio, cabelos encaracolados ,mas ,linda de porte majestoso, seios fartos , olhos castanhos, boca sensual.. Estava com um vestido simples, que deixava os joelhos à mostra e calçava um par de sandálias prateadas, de salto alto, constrastando com as unhas vermelhas que me deixaram hipnotizado,.. naqueles pés bronzeados e calcanhares bem feitinhos... Quase não conseguia tirar os olhos daqueles pezinhos perfeitos, emoldurados por uma fina tornozeleira de ouro.




Liz era muito simpática e deu atenção a todos, indiscriminadamente. Naquela noite, durante a pequena reunião, conversamos todos uns com os outros, nos divertimos, bebemos, cantamos, mas eu não tive oportunidade de ficar a sós com ela.. Queria pedir seu número de telefone, ou convidá-la prá sair, mas fiquei com vergonha...Acreditem...é verdade...


Como se diz : deixei passar a oportunidade.




No dia seguinte, voltei à casa de meus amigos . André me recebeu e explicou que Valéria tinha saido com Liz, e me convidou prá tomar uma cerveja...Sai p´ra beber com André e voltamos quase à noitinha..




Liz e Valéria tinham chegado um pouco antes...Tinham ido almoçar e fazer compras .Disseram que beberam muito vinho. Tanto Valéria como Liz já estavam rindo por qualquer motivo. Ambas se sentiram um pouco altinhas,...


André e eu, nos sentamos no chão, em frente à Tv, porque o sofá estava lotado com pacotes de compras.




Liz se sentou no chão ao meu lado e me confidenciou que estava com os pés doendo de tanto andar.. Nesse dia estava com uma sandália branca de salto alto ,com as mesmas unhas vermelhas estonteantes .. com o coração aos pulos eu me ofereci prá fazer uma massagem nos seus pés majestosos..Ela sorriu, disse, aceito colocando os pés no meu colo..




Comecei a massagear um dos pés, lentamente, mas firme, contemplando aquela visão divina, aquelas unhas vermelhas como o pecado. Minha mão acariciava com tesão os seus dedinhos , eu apertava os dedos na sola lisinha como nuvem. Eu fui ficando com o pau duro. Massageei um pé, depois o outro e decidi falar o que sentia por ela, quando percebi que ela adormecera. Olhei em volta. André, que também tinha bebido bastante,cochilava sentado no chão, em frente à tv. Valéria não estava na sala, provavelmente também adormecera em um dos quartos...




Meu tesão era incontrolável. Ergui um dos pés daquela deusa, cheirei-o e calmamente aproximei minha boca. Beijei muito suavemente seus dedinhos, passei a lingua por todo o dedão, quase sem tocá-lo. Beijei delicadamente seus pés diversas vezes: o peito do pé, os calcanhares, os tornozelos, os dedos. Beijiava e lambia alternadamente cada um dos pezinhos da princesa enquanto pressionva o outro sobre o meu pau, esfregando-o mesmo por cima das calças.




Durante vários minutos me deliciei, meu tesão era demais. Liz nem dava sinal de vida. André tinha deitado no chão, de costas prá mim. Eu não aguentava de tesão...Abri o zíper da calça e o pau saltou , duro como pedra. Coloquei a lingua nos dedinhos de um pé e deslizei o cacetão pelo outro. Passei o penis pelo tornozelo, no calcanhar redondinho e muito liso. Eu estava extasiado, lambendo os pés de Liz com seus dedos quase dentro da minha boca, enquanto me masturbava devagar... O toque era tão delicado prá não acordá-la que cheguei a babar em seu pé... Estava quase gozando...Mas eu queria mais, queria beijar seu corpo todo...




Ela estava deitada de barriga prá cima, com as mãos sobre o peito, sua saia que ia até o joelho tinha subido até o meio das coxas, e eu comecei a beijar levemente sua perna, subindo até os joelhos bronzeados e finalmente alcancei as coxas firmes e lisinhas.




Ela estava molinha e eu ergui devagar o tronco dela e levantei seu vestido, e e pude então beijar levemente suas coxas, ao entorno da calcinha e então, louco de tesão, retirei a pecinha com sutileza, como uma carícia. Ela continuava de olhos fechados, respirando calmamente. Devagar, encostei o rosto, mais precisamente o nariz e o queixo na xoxotinha,


Afastando um pouco as pernas, fiquei admirando aquela bucetinha, enquanto me tocava. Meu rosto estava a uns cinco centimentros do seu clitóris com se fosse uma pitanguinha prestes a explodir. Vermelho e pulsante. Eu corri a ponta do dedo afastando os pequenos lábios ..Hiptonizado por aquela bucetinha, enfiei a ponta do indicador nela ,enquanto esticava a lingua para o seu grelinho...A carícia suave do vaivém do dedo fez com que ela gemesse sem querer..Só então percebi que ela tinha despertado. Talvez tivesse acordada a algum tempo e fingindo dormir...o fato é que começou a gemer e me pediu para não parar..."não para, não para," ela disse.




Tesudissimo, comecei a lamber a sua xoxotinha aberta, vermelha e ensopada..


Introduzi completamente o dedo, fazendo movimentos irregulares dentro dela...Ela puxou o meu cabelo, se contorcendo..Rapidamente, retirei o dedo e penetrei-a novamente, agora com dois. Ele gemeu surdamente, apertando a boca na mão..Vendo que ela estava gostando das minhas carícias, eu enlouqueci: esqueci onde estava e quem era, mergulhei rapidamente a boca na sua xoxota e comecei velozmente uma caricia alucinante no seu clitóris, enquanto os dedos encharcados eram enterrados na sua buceta.. Não parei um instante o vaivém na sua xoxota totalmente molhada e enquanto sugava seu grelinho, passando a lingua sobre o badalinho. Sua xoxota jorrou naquele instante, ela gemeu e apertou minha cabeça entre suas pernas, numa sequência fulminante..Sentia suas vibrações na lingua..Ela pirou de vez e começou numa sucessão de orgasmos sem fim, que culminaram com seu esfincter se soltando e um jorro de xixi molhou meu dedos, mãos, boca e queixo...E o carpete, é claro..Ela esticou-se no chão e deixou-se ficar ali, prostrada e sem forças, olhando para meu rosto, repousado no seu peito, enquanto sua respiração voltava ao normal..


Só então nos demos conta de onde estavamos ,como se estivessemos até então fora do mundo e só agora retornassemos.




Ela levantou-se do chão acarpetado e me puxou pela mão : " vem me foder," ela disse, me arrastando em direção a um dos quartos...




Essa foi a primeira parte de uma das fodas mais gratificantes da minha vida, graças aos pezinhos maravilhosos de Liz..

10.06.2009

PULANDO A CERCA EM FLORIPA

AUTOR DESCONHECIDO

" O fato que vou lhes contar aconteceu comigo no final de 95 quando eu,minha mulher e mais um casal de amigos viajamos para Florianópolis nas férias de fim de ano. Meu nome é Marco,tenho 35, moreno claro,1,72.Minha mulher,Sílvia é uma morena de de 32 e 1,68 de puro tesão.Sou gerente num banco e ela professora universitária.Passamos quase o dia inteiro fora e vínhamos planejando uma viagem para o litoral há algum tempo.Decidimos,então convidar um velho casal de amigos, Carlos e Raquel,ele,37, mais ou menos de mesma altura que eu ,moreno,porém bem gordo.Ela,uma gauchinha,mais velha,40, de aproximadamente 1,65,um corpinho de delirar,toda clarinha,pernas grossas,lisinhas,seios fartos e empinados. Combinamos tudo;alugamos uma bela casa em frente à praia e fomos os quatro,cada um em seu carro. Chegamos à noite mortos de cansaço,arrumamos os quartos e fomos fazer compras.Estava calor e Raquel usava um shortinho jeans que arrancava muitos olhares dos homens,inclusive eu,que tentava disfarçar... No dia seguinte fomos à praia...minha mulher,linda como sempre,mas Raquel estava impossível...usava um biquini pequeníssimo,deixando mostrar todo aquele rabão e aquele par de melões parecendo querer sair.Ficava maluco vendo aquele mulherão , às vezes até deixando ela perceber. Aproveitávamos bastante e a temporada ia chegando ao fim ;na penúltima noite bebemos bastante e no dia seguinte dormi até tarde;minha mulher,ao contrário levantou cedo e foi até o mercado comprar roupas.Ficamos os três,eu ainda na cama,nossos amigos na sala,conversando.Ele insistia para que ela o acompanhasse para andar de jet ski,porém disse estar cansada e ficou. Agora éramos só nós dois.Tomei coragem e levantei da cama,lá estava ela ,deitada no sofá,de blusinha e shortinho.Conversamos durante uma meia hora e eu sempre jogando olhares e insinuações,ela resistindo...por fim levantou alegando estar cansada e subiu pro quarto.Resolvi partir pro tudo ou nada.Fui atrás e antes de fechar a porta disse que tinha uma coisa pra lhe dizer,aproximei,encostei-a na parede,minhas mãos foram tomando sua cintura,abaixando até suas coxas,ela limitando-se a falar pára,pára...eu já beijava seu pescoço ,levantando sua blusinha,abaixando até abocanhar seus seios fartos,ela,então,soltou um longo suspiro,passando a me beijar loucamente.Ia tirando agora seu short,sua calcinha,sentindo seu grelinho molhado.Raquel ia me despindo também.Já estávamos completamente nus quando tomei-a no colo e joguei-a na cama ; fui direto metendo a boca naquela xoxotinha deliciosa ,arrancando suspiros da loiraça, que, já bem desinibida, me pedia para por.Peguei-a no tradicional "papai-mamãe" e experimentei aquele mulherão,ia no vaivém chupando-a toda,ela gemendo bastante,me mordendo...tirei,e pedi para ficar de quatro ; novamente penetrei aquele grelinho,agora mais devagar, beijando seu pescocinho , minha mão massageando seu clitóris...eu, quase gozando;tirei novamente e fui beirando seu rabinho, que pedi para experimentar...ela disse que não,que nunca tinha feito,mas fui colocando bem devagarinho,até por tudo naquele buraquinho apertadíssimo ...ela me chamava de safado,chorando de dor enquanto eu tirava o cabaço daquele rabo virgem.Já não aguentava segurar e gozei tudo lá dentro...estávamos exaustosdei-lhe um longo beijo,então,ela me pediu para manter tudo aquilo em segredo e que ficasse tudo por ali ;concordei e fui pro meu quarto. Meia hora depois chegaria seu marido e logo depois minha mulher,que me vendo até aquela hora na cama disse não conhecer ninguém tão preguiçoso como eu. Ah,se ela soubesse... O resto da viagem foi normal e Raquel e eu não tocamos mais no assunto . Continuamos os amigos de sempre e até viajamos outra vez, mais não tive mais a oportunidade de enrabar aquela gauchinha novamente

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PELAS ESTRADAS DA VIDA

Conto de Gustavo - gustavopopo@yahoo.com


 

" Meu plano era chegar até Belém para conhecer um pouco da Amazônia e então ir ao Maranhão para descer toda a costa do Nordeste, visitando suas praias paradisíacas. Porém, mais do que tudo essa viagem era pra mim uma oportunidade de me assumir e quem sabe viver umas aventuras legais e sem preocupação, longe dos meus pais e em lugares onde era um completo desconhecido. Viajei com a desculpa de esfriar a cabeça após o término de um longo namoro com uma garota de quem nunca gostei de verdade mas que serviu de disfarce para a sociedade e por algum tempo até para mim mesmo. Eu sempre soube que era gay mas é muito difícil assumir. Não tenho jeito afeminado e nem gosto de frescuras, mas desde garoto nunca senti muito tesão por garotas. Minha família nunca iria aceitar essa situação e eu sou muito tímido para brigar contra tudo e contra todos e enfrentar o preconceito. Assim, segui fingindo desde os meus 18 anos até os atuais 20. Por isso era fácil entender a minha excitação com a viagem sozinho. Após muitas horas na estrada resolvi parar para tomar banho e encontrar um lugar para comer e dormir. Já era tarde da noite e eu estava no Estado do Tocantins, onde as opções na estrada são poucas, quase todos estabelecimentos que abrigam apenas caminhoneiros. Parei em um posto que apesar de rústico era decente e aparentemente limpo. No local estavam pouco mais de 10 homens, todos motoristas de caminhão ou funcionários da casa. Por um pequena quantia você podia usar os chuveiros. Foi um dos melhores banhos da minha vida, a água gelada caía sobre o meu corpo e levava embora todo meu cansaço e minhas preocupações. Saí da cabine para me enxugar e um senhor que se barbeava após o banho puxou papo. Ele disse ter quase 50 anos, 30 dos quais passou na estrada. Ele me contava como era dura a vida, ficar longe da família, e segundo ele o pior era em cada lugar ter que arrumar alguém diferente para "aliviar" seu tesão. Disse que normalmente pagava uma piranha mas às vezes "comia um viadinho" também. "Eu até prefiro, normalmente as putas não deixam a gente fuder o rabo delas e um cuzinho apertado é mais gostoso que uma buceta!", disse no seu jeito alegre. Aquele papo começou a me deixar de pau duro e me apressei em vestir a bermuda. Olhei melhor para o Jonas (esse era o seu nome) e vi que ele era um tipo interessante. Não aparentava a idade, tinha um rosto marcado pela vida dura mas um sorriso e olhos bem bonitos. Deveria ter por volta de 1,70m e era atarracado, de braços fortes e pele morena. Eu sempre fui muito tímido mas naquela noite me sentia diferente. Perguntei há quanto tempo ele "não dava uma" e ele me contou que a última trepada tinha sido em Goiânia uns dias antes. Falou pegando no pau (já ligeiramente duro) por cima da calça e balançando: "Tô doido para achar uma carne macia pra me agalhasar..." Ele percebeu minhas intenções pelo meu olhar guloso e um clima elétrico ficou no ar. Fui direto ao ponto: "E uma chupetinha você iria gostar?" Nem podia acreditar que eu estava agindo daquele jeito, mas eu sentia um tesão incontrolável. Ele me olhou direto nos olhos, com a cara séria de repente. Meu coração batia descompassadamente. Abrindo o ziper ele sussurrou manhoso: "Vem cá". Ajoelhei na frente dele, que se encostou na parede e empinou o quadril para frente apontando seu mastro na minha direção. Segurei no cacete com as duas mãos e esfreguei a cabeça nos meus lábios, que estavam molhados de saliva. Seu pinto era cheiroso e macio, duro feito uma barra de ferro. Ajudei ele a descer a calça e a cueca e comecei a chupá-lo de leve. Eu esfregava a rola no meu rosto e passava na ponta da minha língua sentindo o gostinho salgado. Ele gemia baixinho. "Chupa, ahhh...", pedia. Eu sentia meu pau latejar apertado pela cueca, com tesão de sentir aquela pica quente nas minhas mãos e ao mesmo tempo com medo de ser apanhado no flagra. Parei de embromação e comecei a mamá-lo com vontade. Primeiro eu o engolia por inteiro e ele fudia minha boca tocando no fundo da minha garganta. Depois eu parava só na cabeça e sugava todos os seus líquidos, que depois de misturar com minha saliva derramava sobre sua pica deixando-a ainda mais gostosa de chupar. Era o pau mais gostoso que eu já tinha provado em toda a minha vida. Na verdade eu era ainda bem inexperiente, pois como não frequentava bares gays tive poucas oportunidades de transar com outros carinhas. Para ser preciso eu só tinha dado a bunda para 3 caras e chupado mais uns 5, contando os troca-trocas da adolescência. Eu chupava em um estado de total abandono, mordiscando a cabeça, lambendo o saco e babando de tesão. Quando ele sentiu que não poderia mais suportar me levantou pelos cabelos. Subi passando a língua por seu abdomên e parei um pouco para lamber e chupar seus mamilos, que responderam ficando rijos. "Agora você vai me dar seu cuzinho", ele informou, me virando de costas para a parede e tirando minha bermuda. Abri bem as pernas e joguei o traseiro para trás, o anelzinho piscando querendo atenção. O Jonas apenas cuspiu na sua mão e lubrificou meu buraquinho. Segurou no pau e ficou passando no meu rego para me deixar mais melado. A sensação era ótima e a cada pincelada eu tentava encaixar sua ferramenta no meu cuzinho ou pelo menos sentir o contato da sua pele. Numa dessas reboladas ele forçou a ponta e meteu me fazendo gemer. Como ele era mais baixo do que eu a posição era ótima para ele me enrabar. Ele não teve dó e foi enfiando até eu sentir seus pentelhos na minha bunda. Me segurando pelos quadris ele me fazia ir e vir sobre sua tora, tirando quase até a cabeça e metendo tudo até o talo. Esse homem sabia fuder um rabinho! Eu sentia seu pau duríssimo me preenchendo e rebolava para sentir sua rigidez. Ele só comandava baixinho: "Mexe essa bundinha gostosa, rebola no meu pau. Isso, assim, vem, tá gostando? Eu tô adorando, esse cuzinho apertadinho, como é quente!" Acho que ele ficou com muito tesão e me agarrou pela cintura, entrelaçando os dois braços na minha barriga e socando sua vara completamente em meu traseiro. Agora ele mexia, rapidinho em movimentos curtos e vigorosos, me fudendo como uma cadelinha. Coloquei seu dedo em minha boca e chupei com força, sentindo que ele estava prestes a explodir. Então, gozou entre gemidos e urros, fazendo a porra escorrer por minhas coxas. Continuou lá, fudendo devagarzinho e curtindo o restinho do seu orgasmo. Eu encostei a cabeça na parede, suando por todos os poros e concentrado nas sensações provocadas pelo movimento do membro atolado no meu traseiro. "E aí Jonas, comeu gostoso?", escutei uma voz atrás de nós. Era um amigo dele, que nos olhava transando enquanto se masturbava. Nem escutamos ele entrar, tão entretidos que estávamos fudendo com paixão. Ele só olhou para o amigo e sorriu, confirmando que realmente tinha comido muito gostoso. Eu pelo menos tinha adorado. O amigo, Carlos, veio se aproximando como quem também queria tirar uma casquinha. Por que não, pensei eu? Eu sentia meu corpo vibrar de tesão e queria mais. Peguei seu pau com a mão e comecei a acariciá-lo de leve. Com a mão esquerda eu fazia um carinho nas bolas enormes. Seu cacete era pequeno mas muito, muito grosso. "Deve ser uma delícia para chupar", pensei alto. De joelhos fui direto ao ponto e engoli aquela jeba, chupando com força, apertando com a língua dentro da boca. Quando fui tirar a mão do seu saco ele protestou: "Não pára não. Puta merda, como você mama gostoso..." Assim, continuei massagenado seus ovos enquanto chupava e lambia toda a extensão do caralho. Em pouco mais de um minuto, senti seu saco ferver e sabia que ele ia gozar. Segurando minha cabeça para me forçar a engolir tudo, derramou sua gala cremosa e quente na minha garganta, gemendo "Ahn, isssh, chupa, engole minha porra, viadinho gostoso...". Os dois saíram e entrei para novo banho, onde bati uma punheta maravilhosa sentindo ainda o gosto de porra na boca. Saí do banheiro e pedi um sanduiche pra comer. Me sentia feliz, mas não ainda realizado. O tesão ainda tomava conta de mim. Eu bebia uma coca quando Carlos me chamou para sentar na mesa com eles. Junto com os dois estava um terceiro caminhoneiro, um gordão barbado, sem camisa. Eu não sabia se eles tinham contado o lance do banheiro até que o cara começou a passar a mão na minha coxa e dizer "Garoto, até que você é bonitinho". Aquela mão enorme e áspera na minha perna despertou meu pau. "E você é bonitão!", respondi apertando seu pau. Era um cacete duro que na hora me deu vontade de provar. Puxei ele para fora do short e deu pra ver que ele tinha proporções admiráveis. Bati uma punhetinha e perguntei "Posso chupar?". Ele afastou a cadeira da mesa e puxou minha cabeça para baixo, me fazendo ajoelhar no meio das suas pernas e abocanhar o seu pauzão. Chupei com estardalhaço, gemendo e fazendo o cara gemer, chamando a atenção de todos no bar. As risadas e os comentários me deixavam mais excitados ainda e eu caprichava mais ainda no boquete. Seu tarugo me sufocava mas eu não me importava, queria engolir a espada e fazê-lo despejar seu creme na minha boca. Chupando e punhetando logo arranquei o gozo dele, que me puxou para cima pelos cabelos e esporrou na minha cara. Eu sentia o líquido espesso escorrendo por minha bochecha e meu queixo e tentava lamber tudo. Suguei seu pau e lambi até deixá-lo limpinho. Levantei debaixo de aplausos. Um grandão se aproximou e tirou minha camiseta. Me pegou pela cintura e me pôs sentado em uma mesa vazia. Deitei para trás enquanto ele arrancava minha bermuda, me ameaçando "Agora vou arrombar seu brioquinho! Não vai sobrar uma prega, bichinha safada!" Levantei as pernas e segurei com os braços, deixando meu buraquinho rosado totalmente exposto. "Então vem e me fode gostoso! Mostra que você é macho e me come com esse pauzão duro", falei enquanto ele passava a mão cheia de manteiga no meu rabo. Ele abaixou as calças e começou a meter, deslizando para dentro de mim. Sentir sua pica entrando me levou aos céus. Ele dava estocadas gostosas, batendo o saco nas minhas nádegas. Era uma delícia, mas faltava algo. Um criolão se aproximou pelo lado e pôs a sua tora na minha boca. Agora eu me sentia completo, um cacete em cada extremidade e livre da minha introversão, dando como uma piranha na frente de todos. O dono do bar cerrou as portas e todos me cercaram. Eu via alguns batendo punheta e outros só apertando o pau. Todos gritavam e estimulavam, fazendo o cara me fuder ainda mais forte. Eu não sentia dor, só prazer. Sua vara entrava e saí, deslizando. A pica preta na minha boca também ia e vinha, me enlouquecendo. Ele gozou primeiro, me deixando engolir seu licor, mas foi seguido de perto pelo que me enrabava, que tirou o pau pra fora e gozou no meu saco e na minha barriga. Nem bem eu levantei e já fui puxado para sentar no colo de um rapaz, que me empalou com seu ferro duro. Apoiei a mão nos joelhos e rebolei gostoso fazendo ele delirar e me xingar de todos os nomes. Chupei mais dois paus enquanto cavalgava aquela ferramenta poderosa. Ele gozou sem tirar e deixou seu pau amolecer dentro de mim, comigo sentado em seu colo e batendo uma punheta que me fez gozar alguns segundos depois. A noite prosseguiu assim, num desvairio coletivo. Ao longo de 3 horas dei para mais de 10 caras e também provei a porra de todos eles. Fui comido de quatro, de franguinho assado, de bruços, de pé e até por duas picas que se alternavam em meu cuzinho. Chupei gulosamente, até o fim, todos os tipos de pau, grossos, compridos, violentos, cheio de veias, negros, macios, rosados, cabeçudos. Fiquei com porra sobre todo meu corpo, nos cabelos, no peito, nas coxas, na barriga, mas principalmente na cara e no rabo. Era o paraíso, me senti livre de todas as amarras que me impediam de aproveitar a vida e queria tirar todo o atraso. Dormi com Jonas em seu caminhão. Estava todo ardido e arrombado, mas no outro dia antes dele ir ainda pude provar seu delicioso pau pela última vez. Sempre serei grato ao meu libertador. Nesse dia não consegui dirigir mais do que 3 horas, pois mal podia ficar sentado. Mas eu sabia que tinha valido a pena. A viagem prometia. (gustavopopo@yahoo.com - Me escreva dizendo se você gostou... )

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PELAS ESTRADAS DA VIDA II

Conto de Gustavo - gustavopopo@yahoo.com


 

" Depois da aventura no posto segui viagem para Belém. Resolvi ligar da estrada para o César, um amigo de infância que agora morava por aquelas bandas. Ele estava casado e tinhamos perdido contato, não nos falávamos há uns 5 anos. Ele ficou surpreso com minha ligação e insistiu para que eu ficasse hospedado em sua casa. No início relutei um pouco mas acabei aceitando. Ele me deu todas as indicações pra chegar a sua casa e disse que sua esposa iria preparar um jantar especial para me receber. Enquanto dirigia fui me lembrando do nosso tempo de infância e adolescência. Ele era um garoto lindo e foi quem comeu meu cuzinho pela primeira vez. Ele era loiro e bastante queimado de sol, pois praticava windsurf, o que deixou o seu corpo magro bem modelado. Éramos vizinhos e sempre brincamos juntos, apesar de ele ser dois anos mais velho do que eu. Tudo aconteceu quando eu tinha doze anos. Ele estava sozinho em casa e me chamou para nadar na sua piscina. Brincávamos de tentar dar caldo um no outro e ele, muito maior e mais forte do que eu, sempre me dominava. Em determinado momento me agarrou por trás e ficou dizendo que ia me comer, que eu tinha uma bundinha gostosinha, esse tipo de sacanagem. Embora lá no fundo eu estivesse achando gostoso sentir seu pau duro me encoxando, fiquei puto e tentei em vão me desvencilhar, me debatendo. Ele me dava caldos, minando minha resistência. Conseguiu abaixar um pouco meu short e agarrou minha bunda, passando a mão no meu reguinho. Protestei muito e ele me soltou, enquanto eu o xingava até a última geração. Um pouco depois fomos para a sauna, onde como de costume começamos a bater punheta. Seu pau já tinha um tamanho considerável e era coberto de pentelhos, enquanto o meu ainda era o de uma criança. Ele perguntou se já estava esporrando e respondi que ainda não. Fiquei curioso para saber o que ele sentia. Ele falou que era muito gostoso e que o pau todo tremia. Me chamou para segurar seu peru e sentir. Motivado pela curiosidade me sentei do lado dele e timidamente peguei no seu cacete. Ele apertou minha mão e começou a movimentar, me fazendo bater uma punhetinha para ele. Fiquei impressionado com o volume, da última vez que o havia visto seu pinto ainda não era daquele tamanho. Depois de algum tempo ele começou a arfar, seu orgasmo se aproximando. "Isso, não pára, presta atenção que eu vou gozar. Uhnn, mexe assim, mais rápido, isso, não pára, não pára, ahhhhhhhhhhh!" Seu pau inchou na minha mão, ele contraiu os músculos da perna e gozou, lançando um jato do outro lado da sauna. Segurou minha mão para eu continuar mexendo e senti sua gala escorrendo pela minha mão. Ele mandou eu provar o gosto mas eu não queria, senti nojo. Ele me disse que era gostoso e chupou um dedo provando sua própria porra. Provei também e achei esquisito, mas não ruim. "Vem cá me fazer uma chupetinha", pediu. Eu protestei um pouco, mas ele insistiu e me convenceu. Segurei seu pau meio mole e lambi do saco até a cabeça, como se fosse um pirulito. Ele espremeu a cabeça fazendo surgir uma gota de porra no buraquinho, que lambi fazendo seu caralho crescer e endurecer novamente. Fiquei chupando a cabecinha um tempo como se estivesse chupando um dedo. Ele começou a movimenar os quadris, me obrigando a engolir toda a sua jeba. Porém, achei desagradável porque me sufocava e parei. Voltamos para a piscina como se nada tivesse acontecido. Na água ele me abraçou por trás e sentou na escada puxando meu corpo para o seu colo. Achei gostoso ele me aquecendo e passando a mão na minha barriga enquanto roçava de leve o pinto duro na minha bundinha. Saímos da piscina e entramos para tomar banho. Depois ficamos deitados na cama só de short vendo umas revistas de mulher pelada e lendo contos eróticos. Ele me contou que já tinha comido duas meninas e que era bom demais. Com o clima de tesão no ar ele pediu: "Deixa eu comer sua bundinha, só uma vezinha, vai?" Eu não queria, falava que iria doer demais, que o pau dele era muito grande. Ele tentou me convencer mostrando um conto onde a mulher relatava como era bom levar na bunda, mas eu continuei relutante. Ele me fez pegar de novo no pau dele enquanto insistia. Dei mais uma chupadinha, mas não queria liberar o rabinho. Até que ele disse que então não ia por dentro, só queria esfregar fora. "Assim eu deixo." Ele pegou um pote de creme no quarto da mãe e lubrificou o pau duro e o meio da minha bunda. Forçou a pontinha dos dedos e eu achei gostoso. Deitei de bruços com a bundinha branca virada pra cima e ele deitou sobre mim, encaixando a piroca no meu rego. A sensação era gostosa e eu curtia sentir seu corpo quente contra o meu e ele gemendo no meu ouvido. Instintivamente eu abria as pernas para sentir ele tocar no meu anel. "Deixa eu por só a cabecinha, vai?" "Tá bom, mas devagar. Se doer você pára!" "Tá, quando você mandar eu paro.", disse baixinho, já forçando a ponta da chapeleta. Eu estava com medo e apertava a rosquinha, ficando muito apertado para ele entrar. "Ai, pára, tá doendo" "Não, só um pouquinho, relaxa pô. Não aperta o cu senão eu não consigo, porra" "Pára, caramba, tá doendo muito." "Então peraí que eu vou passar mais um pouquinho de creme." Ele mergulhou o dedo no pote e melecou todo o meu cú. Era gostoso sentir o creme geladinho e seu dedo circulando meu ânus. Ele foi forçando o dedo até que entrou inteiro, sem machucar muito. "Viu, cara, é só você deixar que entra.", disse enquanto fazia movimentos circulares para relaxar minhas pregas. Depois me mandou ficar de quatro e encaixou a cabecinha, que desta vez entrou com pouco esforço. Doía, mas eu ficava calado, ouvindo ele respirar fundo enquanto fodia meu rabinho. "Viu como não dói? Tá gostando de sentir meu pinto na sua bundinha?" "Tô, pode meter..." Eu não percebi, mas naquele instante eu já sabia que meu negócio era dar a bunda... Ele continuou fudendo até que gozou no meu cú. Quando tirou o pau a porra escorreu pela minha perna e ele ficou espalhando na minha bunda. Só fiquei deitado sentindo aquela mão melada passando pelas minhas nádegas... Quando percebi, enquanto dirigia já estava apertando meu pau lembrando das transas de infância. Depois dessa vez ainda dei pro César mais algumas outras vezes, mas ele nunca contou pra ninguém. Quando cheguei na casa dele fui recebido por sua bela esposa, uma moreninha baixinha de apenas 19 anos, que usava somente um vestidinho de alça que mal cobria suas coxas. O decote dava uma visão de seus peitinhos duros. "Oi, você deve ser o Tavinho. Eu sou a Aninha.", disse com seu jeito expansivo e sorridente e me puxando para um abraço apertado. Me ajudou a levar as coisas pra dentro e me encaminhou para a cozinha, onde estava César. Ele estava lindo: loiro, olhos claros, sem camisas mostrando o abdômen malhado, um deus. Nos abraçamos demoradamente. A noite foi ótima, nos divertimos bastante e demos muita risada. Eu já estava íntimo da Aninha, parecia que nos conhecíamos desde crianças também. Dançamos lambada, ela me abraçava, conversava passando a mão na minha coxa. Lá pela uma da madrugada, embalado pelo calor de Belém e pelos muitos copos de caipirinha, o papo descambou para sexo. Os dois me contavam que se davam muito bem e que o segredo era dar um pouco de liberdade ao outro e também não esconder nunca suas fantasias. Os detalhes picantes de algumas aventuras me deixaram visivelmente excitado, o que procava a risada dos dois. Em determinado momento estava eu de pé, dançando um pagodinho com a mulher do meu amigo, quando ela me falou: "O César me contou as brincadeiras que vocês faziam na sauna quando eram crianças." Inicialmente fiquei um pouco encabulado, mas seguindo a minha proposta de me liberar mais resolvi escancarar: "É? O que você achou?" "Fiquei morrendo de tesão!", disse me olhando nos olhos e depois sorrindo para o marido. "Minha tara é ver ele com outro homem", me declarou ao mesmo tempo em que palmeava meu cacete duro por sobre a calça. Ele se levantou e se aproximou por trás. "Eu estou morrendo de saudades", dei a deixa. César me agarrou por trás encostando seu mastro rijo em minha bunda. Ficamos os 3 dançando assim, eu beijando Aninha na boca enquanto ele me lambia a nuca, me provocando arrepios. Ela abriu meu ziper e puxou meu pinto para fora, que ficou segurando com sua mão macia enquanto dançávamos. Quando a música acabou ela se ajoelhou e tirou minha calça, abocanhando meu cacete. O César me ajudou a tirar a camiseta e também se ajoelhou, caindo de boca no meio das minhas nádegas e lambendo minha rosquinha que piscava a cada linguada. Ela chupava com a boca muito macia e ele me provocava arrepios. Os dois também tiraram a roupa e César se levantou, oferecendo o caralho para a esposa chupar. Ela chupava os dois alternadamente enquanto eu e ele nos entregávamos em um beijo apaixonado. Ele mordia minhas orelhas, lambia meus mamilos, me desorientava. Peguei no seu pau e só então percebi que ele estava bem maior do que nosso tempo de criança, era um pintão maravilhoso, duro, rosado e com o saco coberto pela mata loira. Senti uma vontade louca de provar novamente o seu gosto e me juntei a Aninha em um boquete duplo que o fez delirar. Enquanto eu mamava gulosamente ela brincava com suas bolas na boca. Ás vezes os dois esticavam a língua para lamber toda a extensão da ferramenta e nos encontrávamos em um beijo com a cabecinha no meio do duelo entre nossas línguas. "Vem cá que eu quero meter nesse cuzinho que eu descabacei!", disse me puxando para o seu colo. Ele se sentou em uma cadeira e me posicionou como se estivesse dançando a dança da bundinha: "Põe a mão no joelho, dá uma abaixadinha, vai mexendo gostoso, balançando a bundinha", cantava enquanto me fazia engolir aquela tora grossa. Mostrei para ele o quanto tinha evoluído e fiz o vaivém até sentir seus pentelhos me tocarem a bunda. "Isso, porra, mexe essa bundinha. Vai seu viadinho, vem sentir meu pau duro no seu rabo!" A Aninha batia uma siririca rapidinha e gemia alto me deixando ainda mais excitado. "Era isso que você queria, ver seu macho comendo minha bundinha?! Pois olha bem, ele tem uma pica deliciosa, eu não vou sair daqui nunca mais, vou fazer ele gozar como você nunca fez!" O César caprichava nas bombadas, me fazendo soltar gritinhos a cada enfiada. Sentei no colo dele fazendo ele meter até o talo e fiquei rebolando com ele enfiado. "Puta que o pariu, que cuzinho gostoso! Rebola que eu vou encher teu cú de porra! Ai Tavinho, Tavinho, tesão!" Começamos a mexer juntos, em movimentos curtos e rápidos, e eu senti que ele não poderia aguentar muito tempo. Ele começou a beliscar meus peitinhos ao mesmo tempo em que a Aninha engolia meu caralho com sua boca de veludo. Ela chupava com vontade e continuava massageando seu grelinho. Quando eu subia e descia sobre o ferro do meu loiro eu fudia sem dó a boquinha dela. Ela foi a primeira a gozar, sugando meu pau para abafar os gemidos. Seu corpo todo tremia, era um espetáculo, a mulher gozava como um vulcão. Quando senti a porra quente do meu amigo me inundando o rabo não aguentei e gozei na boca dela. "Ai caralho, que tesão, goza no meu cú, ai, chupa assim, puta que o pariu, vocês são um tesão!" O orgasmo parecia interminável. Por fim, deitamos os três no sofá rindo e curtindo aquela amizade. Fiquei com eles dois dias. Transamos bastante, provei novamente o sabor do licor do cacete do César e acabei fudendo a Aninha pela bucetinha enquanto o marido a comia por trás. Já deixamos combinado que vamos nos encontrar novamente para nova farra, mas eu tinha que partir para novas aventuras, agora eu estava disposto a aproveitar ao máximo o que a vida tem a oferecer. (gustavopopo@yahoo.com )

10.05.2009

COITADINHA DE MIM !!

AUTOR DESCONHECIDO

Coitadinha mesmo. Bem que dizem que a curiosidade matou o gato. Mas, vamos do começo...

Sou uma garota de corpo fino, 1,68m, 50 kg e, pelo que dizem, muito sexy.

Tenho cabelos pretos e pele bem clara, 21 anos, estudo comunicação e minha turma é super legal e unida. Fazemos muitos programas juntos e costumamos ir a um barzinho próximo da faculdade para papear. Muitas vezes o tema descamba para sacanagem e, um belo dia, o tema foi o tamanho do pênis. Foi um colega nosso que perguntou à queima roupa a todas as garotas do grupo se achávamos isso importante. Umas disseram que não, aquele papo de importante é ser competente, enquanto outras diziam que volume era muito bom, inclusive eu, apesar de não ser tão experiente assim. Meu noivo, aliás, não é muito bem dotado, assim como os poucos que o precederam, e eu sempre morri de curiosidade e desejo em saber como seria transar com um pau bem grande.....................Renato disse que mesmo as gulosas do grupo correriam do seu primo, que tinha uma coisa enorme, entre 25 a 30 cm, além de ser tala larga. Quase engasguei ao ouvir isso e, entre gargalhadas e exclamações de espanto, todas pularam fora.......................O papo acabou, mas aquilo ficou na minha cabeça, pois desde garota tinha sonhos eróticos envolvendo superdotados.


 

Quase um mês depois, estávamos só eu e Renato conversando, quando tomei coragem e perguntei a ele como ia seu primão. Ele sorriu e perguntou se tinha ficado curiosa. Gaguejei, mas disse que sim, que nunca tinha visto um muito grande e morria de vontade de pelo menos ver. Renato achou graça e disse que poderia arranjar uma maneira daquilo acontecer sem me comprometer ou ao meu noivado...................... Fiquei logo excitada com a idéia e passei a ouvir o seu plano, que concordei imediatamente.


 

No sábado seguinte, disse ao meu noivo que faria um trabalho com colegas pela manhã e fui para a casa do Renato buscar um livro. Coloquei uma roupa super sensual e, cúmulo da ousadia, dispensei as peças íntimas, apesar de não planejar fazer nada além de ver.

Eram 9:00 horas da manhã quando cheguei e encontrei os dois de calção, voltando da praia. Renato foi tomar banho e disse para eu ficar à vontade, pois depois me daria o livro. Danilo era muito bonito e amável e, enquanto me fazia companhia, notei que ele se deliciava com minha blusa, que por ser super cavada, deixava ver parte dos meus seios. Vi que ele foi ficando

excitado, mas logo Renato o chamou. Ele foi tomar banho e Renato apareceu secando os cabelos apenas com uma bermuda larga.

Ficamos conversando e estávamos ambos visivelmente excitados. Foi quando reparei no volume bastante grande na sua bermuda e ele, meio sem graça percebendo meu olhar, perguntou se eu queria ver. Engoli em seco e disse que sim. Renato abaixou a bermuda que foi ao chão e eu me deparei com algo enorme e lindo. O danado falava do primo, mas o seu pênis tinha uns 23 cm contra uns 16 do meu noivo.


 

Fiquei maravilhada com aquilo e, com a permissão do dono, resolvi segurá-lo. Sentia sua consistência rija e macia e seu calor nas minhas mãos. Coloquei as duas mãos em volta da coisa e ainda assim sobrava pau pra muita coisa.

Puxei a pele para trás, liberando a cabeçona brilhante e convidativa, e comecei a masturbá-lo, quando apareceu Danilo. Eu e ele ficamos sem jeito, mas Renato o chamou, dizendo que eu estava apenas fazendo uma pesquisa científica e disse que eu precisava de mais material. Danilo riu muito e se aproximou, deixando cair a toalha. Quase tive um troço, aquilo era maior do

que podia imaginar. Minha curiosidade me colocara frente a frente com dois superdotados, sendo que o segundo caralho tinha 28,5 cm, além de super grosso. Era muito maior do que eu poderia imaginar e pensava se seria possível ter aquilo tudo dentro da bocetinha. Eu manipulava ao mesmo tempo aquelas duas picas com carinho e me senti simplesmente poderosa ao constatar

que eu os tinha sob meu poder de fêmea.

Julguei que podia fazer o que quisesse e abocanhei Danilo, que mau cabia em minha boca. Troquei para Renato e mamava os dois, um pouquinho de cada vez. Se me deixassem, ficaria

mamando a manhã inteira, mas Renato ficou de pernas bambas e se sentou no sofá, o que me obrigou a ficar de quatro para continuar mamando. Ele puxou minha blusa, soltando meus seios, enquanto Danilo levantava minha sainha e manipulava minha bunda macia. Ficamos nisso um bom tempo, até que me percebi toda nua. Senti Danilo manipulando meu clitóris e minha xaninha, até que, com um dedo, foi me penetrando, depois dois, até que um terceiro me penetrou. Sabia eu, para me preparar para o que eu já não negaria, dado ao meu grau de tesão e curiosidade.


 

Senti a cabeçona me alargando toda e passando, depois veio aquela coisa grossa, imensa, lentamente abrindo espaço e me invadindo, numa foda magnífica. Eu já não chupava, só gemia e me contorcia pedindo piedade e cuidado. Estava toda entupida de pica, que entrava e saia lentamente para não me machucar muito. Quando Danilo gozou, quase tive um troço, sentindo as

esguichadas no meu útero. Ele se retirou e botou seu pintão na minha boca para eu lavá-lo na base da chupada, enquanto Renato rapidamente tomou seu lugar.

Renato reclamou do primo que tinha me alargado e que aquilo estava um pântano e tomou outro caminho, dizendo que queria algo mais apertado. Ele aproveitou que eu estava com a boceta e a bunda toda lambrecada e enfiou o dedo no meu ânus. Como já fazia sexo anal com meu noivo e simplesmente adorava isso, resolvi deixá-lo aproveitar, já que não era o gigante, e foi o que ele fez. Mesmo assim doeu bastante quando entrou, afinal era bem maior do que o que eu estava acostumada, mas fui acomodando e curtindo aquela gostosa enrabada, enquanto o caralhão de Danilo já endurecia em minha boca de novo. Danilo me puxava para cima dele e eu fui sentando na sua verga sem tirar o pau de Renato do meu cu. Foi uma loucura. Os dois metiam com força e

eu me sentia uma puta sendo estuprada. Eles me chamavam de puta, cadela e perguntavam como é que eu agüentava aquilo com um sorriso na cara. Gozava sem parar e estava tonta... tão tonta e enlouquecida de tesão que resolvi fazer a loucura suprema e completar minhas fantasias, dizendo simplesmente:

- Troquem de lugar!!!


 

Danilo não acreditou e disse que eu não agüentaria, que nem com puta ele tinha conseguido fazer sexo anal na vida. Disse que queria pelo menos tentar, que eu me esforçaria e que queria lhe dar essa primeira vez, já que ele tinha feito o favor de realizar meus desejos. Renato tirou de mim lentamente e, depois de alguns preparativos, pensando na melhor forma de acolher aquela picona, colocamos dois travesseiros sobre a cama onde me deitei de bruços, colocando-os sob a bunda. Apesar de estar melada, Renato pegou vaselina, colocou um bom tanto nos dedos e enfiou no meu cuzinho, que já estava alargado por ele. Ainda passou bastante por fora do cu e deu uma enfiada funda e forte com o próprio cacete... preparatória para o bruto que viria. Aí veio Danilo. Ele esfregava, tentava e eu sentia a ponta da cabeça me alargando o traseiro. Eu relaxava, ouvindo palavras doces e sendo acariciada por Renato e, de repente, senti a cabeça entrando naquele terreno pantanoso. Juro que vi estrelas e tentei desistir, mas Danilo foi mais

rápido e disse: " Agora que cheguei até aqui sua puta, eu vou comer sua bunda gostosa até

rasgar o teu cu! "

Dizendo isso, me segurou pelos ossos da bacia, me imobilizando, e meteu aqueles metros de pica no meu rabo, me encaixando e impedindo minha fuga.

Perdi o fôlego enquanto ele afundava mais e mais, e me surpreendi quando descobri que atrás, ao contrario da bocetinha, era possível enterrar tudo, já que cu não tem fundo. Depois de me comer um bocado e satisfazer seus anos de secura, ele me colocou de quatro e Renato entrou por baixo de mim, para meter na minha boceta ao mesmo tempo, comprimindo ainda mais os meus dutos internos. Deram início ao bombardeio, que foi impiedosamente cumprido pelos

dois tarados até que, entre jorros de porra, me largaram prostrada na cama.

Nunca tinha gozado tanto na minha vida. Eles, bestificados e saciados, diziam que nunca imaginaram também que uma mulher pudesse suportar o que agüentei e que aquilo tudo era superior a qualquer filme de putaria já visto pelos dois.


 

Quando me levantei, estava quebrada, com o corpo literalmente moído e a bunda em frangalhos, mas morta de felicidade. Tomei um banho, onde pude analisar o tamanho do estrago no meu traseiro e nos despedimos.

Nem é preciso dizer que retornei outras vezes ao apartamento de Renato, inclusive levando outra colega muito curiosa para quem, sigilosamente, contei o lance e que tive o enorme prazer de assistir sendo dilacerada pelos monstros, antes de me submeter também aos seus caprichos.

Hoje sou uma mulher realizada, pois tenho a sorte de poder aplacar minha

fome sempre que tenho vontade.


 


 


 

A NOVA PROFESSORA

AUTOR DESCONHECIDO


 

Meu nome é Leslie. Sou muito tímida e nunca havia me relacionado com ninguém. Estava na 8ºsérie e todos na classe me achavam uma tonta. Tenho olhos azuis, cabelos castanhos e sou muito pequenininha. .................Minha nova professora era muito Bonita. Quase 45 anos, mas era Daquelas mulheres gotosonas, com cabelos curtos e uma bunda redondinha, linda...........Ela era muito mandona e Autoritaria, Achava que ela me olhava esquisito , como se me desejasse.....

Um dia ela disse que precisava falar comigo depois da aula, sobre um trabalho. Fui um pouco contrariada, já que o uniforme da escola, uma minúscula saia e uma blusa branca quase transparente, que parecia deixar meus pequenos seios a mostra, já que eu não costumava usar sutiã,fazia com que a professora me comesse com os olhos......................A aula terminou e eu fiquei sentada em minha carteira esperando. Todos saíram e a professora trancou a porta, pediu para que eu fosse ate sua carteira. Ia me dar as instruções para que fizesse meu trabalho de novo. ..................Sentei em sua mesa, mas ela mandou eu me levantar e sentou, pedindo que me sentasse no colo dela. Fiquei um pouco assustada, mas ela me puxou Delicadamente para seu colo e disse que ia ditar umas regras para mim..............Enquanto ela ditava as palavras levemente no meu ouvido, pude sentir sua mãos entrando pelas fendas da blusa e acariciando meus seios, dando voltinhas com as mãos. Fiquei vermelha. Ela, sorrindo, disse que adorava garotas com seios pequenos e delicados. Ela segurava o bico do peito com a

mão e dava apertadinhas. Estava assustada, mas confesso que estava molhadinha e delirante. Ela foi descendo as mãos, entrou pela minha calcinha e foi explorando minha vagina com seus dedos ásperos. Chegou a lamber os dedos. Me levantou e pediu que eu tirasse a roupa e deitasse sobre a mesa. ................Obedeci e ela ficou passando a mão pelo meu corpo. Abriu minha vagina com as mão e lambeu meu clitóris ardorosamente. Como eu estava praticamente imóvel, ela pediu que eu acariciasse seus seios. Peguei, mas achei-os flácidos, por isso preferi que ela me explorasse. Ela parecia adorar cada canto do meu corpo. Experimentou um prazer enorme, como nunca tinha sentido. ................Depois desta aula de prazer, ela pediu que eu me vestisse.Mas, me fez um pedido: que lhe desse minha calcinha molhadinha de presente, para que ela pudesse se lembrar de mim. Eu já solta, mas com o mesmo ar de menininha ingênua, peguei sua mão grande e coloquei entre minhas pernas. Ela me explorou mais um pouco. Segurou meu peitinho, enquanto dizia que seu continuasse assim, ganharia 10 em todos os trabalhos............E assim foi, até que ela enjoou de mim e começou a molestar a menina nova da classe, que tinha os seios tão pequenos quanto os meus , me deixando aqui carente e tirando notas baixas.


 


 

PINTO AMIGO

AUTOR DESCONHECIDO


 


 

" A história que passo a contar é um caso verídico envolvendo minha esposa, uma amigo e eu. Ele teve início numa Sexta Feira Santa, quando minha mulher e sua amiga foram acompanhar a procissão. Arlindo, o marido dessa amiga, e eu permanecemos em casa bebendo e conversando. Como conheço Arlindo desde pequeno, tenho uma conversa muito franca e aberta com ele. Ele sabia de todos os meus problemas, menos de um, que decidi contar para ele naquele dia. Disse ao Arlindo que minha mulher e eu não estávamos nos dando muito bem em nossas relações sexuais e que o problema era meu, pois considerava o meu pinto muito o pequeno.


 

Arlindo só ficou ouvindo, sem dizer nada. Eu fui além, dizendo a ele que cheguei a perguntar para minha mulher se ela não gostaria de transar com outro homem. Um que tivesse a pica maior que a minha, mais grosso e comprido. Esse trecho da conversa despertou maior interesse do Arlindo, que perguntou apressadamente: "E ela respondeu o quê? " Disse a ele, então, que minha mulher achava isso tudo uma bobagem, que eu estava falando tudo aquilo da boca para fora, pois se ela quisesse mesmo outro homem eu não deixaria. Arlindo se mostrava cada vez mais ansioso e curioso em saber o que eu realmente pensava a respeito disso. Expliquei-lhe que entre minha mulher e eu sempre rolou um papo aberto e que, por isso, não estava falando apenas da boca para fora, como estava supondo. Reafirmei minha disposição de permitir que minha esposa transasse com outro homem, desde que eu o conhecesse bem. "E você j! á tem idéia de quem poderia ser esse homem?....", perguntou Alindo, sem disfarçar o tesão.


 

Embora nada dissesse, Arlindo já se considerava o escolhido. Pedi a ele que mostrasse seu cacete, pois queria conferir se era maior que o meu. Arlindo ficou meio constrangido, disse que atenderia ao meu desejo, mas pediu desculpas por um motivou que fui entender em seguida: seu pinto parecia uma barra de ferro de tão duro que estava. Ele tirou a pica para fora da cueca e quase não acreditei no que vi. Além de comprido, era tão grosso que fiquei imaginando como uma mulher seria capaz de agüentar aquela ferramenta atolada na boceta. Mas fiquei bastante feliz, porque finalmente sabia que minha esposa teria com quem gozar até ficar totalmente satisfeita e saciada. "Arlindo, se você quiser e puder fazer isso por nós eu ficarei muito grato....", disse que a ele, esclarecendo que antes conversaria com minha mulher para ver se ela toparia uma foda extraconjugal. Mas, como tinha certeza de que ela iria a! ceitar, acertei antecipadamente com o Arlindo que ele poderia aparecer em casa no dia seguinte, ás l0 da noite.


 

Minha esposa enlouqueceu de tesão quando contei a ela o que havia combinado com o Arlindo. Ela me abraçou, me beijou, não se continha de contentamento, quis até foder comigo naquela noite, mas recomendei que seria melhor guardar as energias para o Arlindo. Fomos dormir e esperar a noite seguinte.


 

Nesse dia, pela manhã, liguei para o Arlindo e confirmei que estava tudo acertado. Eu e minha esposa cuidamos da arrumação da casa e, principalmente, do quarto. Estávamos muito ansiosos, contamos os minutos para que o dia passasse rapidamente. Quando a noite chegou e se aproximava o horário da chegada dele, disse a minha mulher que iria esperar pelo Arlindo no portão. Mas o que eu queria mesmo era ficar escondido e deixar que ele entrasse sozinho. Minha maior tara, naquele momento, era saber que os dois estariam metendo alucinadamente.


 

Escondi-me atrás de um carro e esperei a chegada dele. Arlindo entrou pelo portãozinho de casa e bateu à porta. Meu coração disparou quando a porta se abriu e Arlindo foi recebido pela minha esposa, que estava vestida de forma insinuante para a visita do amante. Ele recepcionou-o com um beijinho e o convidou para entrar. Minha mulher ainda lançou uma olhadinha rápida na rua para ver se me localizava e fechou a porta. Decidi permanecer na rua por mais um tempo, antes de voltar para casa. Aproximei-me da porte e vi que os dois estavam na sala. Assim que entrei na sala, passei a ouvir gemidos e sussurros que vinham do quarto. Fiquei excitado, meu cacete já estava durinho. Abri com cuidado a porta, apenas o suficiente para ver a cama em que eles estavam.


 

A visão que tive foi a mais incrível e excitante. Arlindo e minha mulher estavam nus. Ele, deitado na cama com a máquina gigante de prazer completamente dura, era chupado por minha querida esposa. Ela lambia da cabeça ao saco, engolia todo o caralho e o punhetava com os lábios. Às vezes interrompia a mamada para dizer que ele era gostoso demais, que tinha o maior pinto que já viu na vida e queria ser arrombada por ele. Ao ouvir aquelas palavras, Arlindo colocou minha mulher de quatro e penetrou-lhe a boceta por trás, num só golpe. Minha esposa reagiu com um grito de dor à invasão daquele trabucão. Arlindo no entanto, sabia que ela queria aquilo mesmo e não deu muita atenção para os gritos dela. Ele passou a estocar sua vara grossa e grande até o fundo, fazendo a boceta ficar completamente alargada.


 

O tesão tomou conta de mim também. Abaixei minha calça e iniciei uma punheta ali mesmo, enquanto os dois trocavam de posição a todo momento. Aquilo era um show se sexo de primeira qualidade. Minha mulher levou ferro de quatro, de frente, de lado, em pé, tudo o que era possível e imaginável. Ao sentir que o gozo de Arlindo se aproximava, minha esposa pediu a ele que soltasse a porra em sua cara.


 

Arlindo colocou-a sentada na beirada da cama e, em pé, na frente dela, bateu uma punheta enquanto ela chupava a cabeçorra, até que jorraram jatos fortes e contínuos de porra do meu amigo, que irrigaram o corpo tesudo da minha esposa, ela ficou lambuzada nos peitos, na cara, nos cabelos. E, com as mãos e os dedos, ela esparramava a porra na boca, lambendo aquele líquido pastoso com muita vontade e prazer.


 

O meu gozo também chegou forte. Para não sujar o chão, aparei a porra com as mãos e fui ao banheiro, para um banho relaxante. Vesti minha roupa e, quando saí do banheiro, os dois já estavam conversando na sala. Assim que me viu, minha mulher correu para meus braços e me beijou carinhosamente, dizendo que me amava e estava muito feliz. Cumprimentei o Arlindo e lhe agradeci pela ajuda, dizendo que minha esposa estaria disponível outras vezes. Era só um questão de interesse e oportunidade. Ele deu um sorriso e se comprometeu a atender qualquer pedido meu ou de minha esposa