10.05.2009

COITADINHA DE MIM !!

AUTOR DESCONHECIDO

Coitadinha mesmo. Bem que dizem que a curiosidade matou o gato. Mas, vamos do começo...

Sou uma garota de corpo fino, 1,68m, 50 kg e, pelo que dizem, muito sexy.

Tenho cabelos pretos e pele bem clara, 21 anos, estudo comunicação e minha turma é super legal e unida. Fazemos muitos programas juntos e costumamos ir a um barzinho próximo da faculdade para papear. Muitas vezes o tema descamba para sacanagem e, um belo dia, o tema foi o tamanho do pênis. Foi um colega nosso que perguntou à queima roupa a todas as garotas do grupo se achávamos isso importante. Umas disseram que não, aquele papo de importante é ser competente, enquanto outras diziam que volume era muito bom, inclusive eu, apesar de não ser tão experiente assim. Meu noivo, aliás, não é muito bem dotado, assim como os poucos que o precederam, e eu sempre morri de curiosidade e desejo em saber como seria transar com um pau bem grande.....................Renato disse que mesmo as gulosas do grupo correriam do seu primo, que tinha uma coisa enorme, entre 25 a 30 cm, além de ser tala larga. Quase engasguei ao ouvir isso e, entre gargalhadas e exclamações de espanto, todas pularam fora.......................O papo acabou, mas aquilo ficou na minha cabeça, pois desde garota tinha sonhos eróticos envolvendo superdotados.


 

Quase um mês depois, estávamos só eu e Renato conversando, quando tomei coragem e perguntei a ele como ia seu primão. Ele sorriu e perguntou se tinha ficado curiosa. Gaguejei, mas disse que sim, que nunca tinha visto um muito grande e morria de vontade de pelo menos ver. Renato achou graça e disse que poderia arranjar uma maneira daquilo acontecer sem me comprometer ou ao meu noivado...................... Fiquei logo excitada com a idéia e passei a ouvir o seu plano, que concordei imediatamente.


 

No sábado seguinte, disse ao meu noivo que faria um trabalho com colegas pela manhã e fui para a casa do Renato buscar um livro. Coloquei uma roupa super sensual e, cúmulo da ousadia, dispensei as peças íntimas, apesar de não planejar fazer nada além de ver.

Eram 9:00 horas da manhã quando cheguei e encontrei os dois de calção, voltando da praia. Renato foi tomar banho e disse para eu ficar à vontade, pois depois me daria o livro. Danilo era muito bonito e amável e, enquanto me fazia companhia, notei que ele se deliciava com minha blusa, que por ser super cavada, deixava ver parte dos meus seios. Vi que ele foi ficando

excitado, mas logo Renato o chamou. Ele foi tomar banho e Renato apareceu secando os cabelos apenas com uma bermuda larga.

Ficamos conversando e estávamos ambos visivelmente excitados. Foi quando reparei no volume bastante grande na sua bermuda e ele, meio sem graça percebendo meu olhar, perguntou se eu queria ver. Engoli em seco e disse que sim. Renato abaixou a bermuda que foi ao chão e eu me deparei com algo enorme e lindo. O danado falava do primo, mas o seu pênis tinha uns 23 cm contra uns 16 do meu noivo.


 

Fiquei maravilhada com aquilo e, com a permissão do dono, resolvi segurá-lo. Sentia sua consistência rija e macia e seu calor nas minhas mãos. Coloquei as duas mãos em volta da coisa e ainda assim sobrava pau pra muita coisa.

Puxei a pele para trás, liberando a cabeçona brilhante e convidativa, e comecei a masturbá-lo, quando apareceu Danilo. Eu e ele ficamos sem jeito, mas Renato o chamou, dizendo que eu estava apenas fazendo uma pesquisa científica e disse que eu precisava de mais material. Danilo riu muito e se aproximou, deixando cair a toalha. Quase tive um troço, aquilo era maior do

que podia imaginar. Minha curiosidade me colocara frente a frente com dois superdotados, sendo que o segundo caralho tinha 28,5 cm, além de super grosso. Era muito maior do que eu poderia imaginar e pensava se seria possível ter aquilo tudo dentro da bocetinha. Eu manipulava ao mesmo tempo aquelas duas picas com carinho e me senti simplesmente poderosa ao constatar

que eu os tinha sob meu poder de fêmea.

Julguei que podia fazer o que quisesse e abocanhei Danilo, que mau cabia em minha boca. Troquei para Renato e mamava os dois, um pouquinho de cada vez. Se me deixassem, ficaria

mamando a manhã inteira, mas Renato ficou de pernas bambas e se sentou no sofá, o que me obrigou a ficar de quatro para continuar mamando. Ele puxou minha blusa, soltando meus seios, enquanto Danilo levantava minha sainha e manipulava minha bunda macia. Ficamos nisso um bom tempo, até que me percebi toda nua. Senti Danilo manipulando meu clitóris e minha xaninha, até que, com um dedo, foi me penetrando, depois dois, até que um terceiro me penetrou. Sabia eu, para me preparar para o que eu já não negaria, dado ao meu grau de tesão e curiosidade.


 

Senti a cabeçona me alargando toda e passando, depois veio aquela coisa grossa, imensa, lentamente abrindo espaço e me invadindo, numa foda magnífica. Eu já não chupava, só gemia e me contorcia pedindo piedade e cuidado. Estava toda entupida de pica, que entrava e saia lentamente para não me machucar muito. Quando Danilo gozou, quase tive um troço, sentindo as

esguichadas no meu útero. Ele se retirou e botou seu pintão na minha boca para eu lavá-lo na base da chupada, enquanto Renato rapidamente tomou seu lugar.

Renato reclamou do primo que tinha me alargado e que aquilo estava um pântano e tomou outro caminho, dizendo que queria algo mais apertado. Ele aproveitou que eu estava com a boceta e a bunda toda lambrecada e enfiou o dedo no meu ânus. Como já fazia sexo anal com meu noivo e simplesmente adorava isso, resolvi deixá-lo aproveitar, já que não era o gigante, e foi o que ele fez. Mesmo assim doeu bastante quando entrou, afinal era bem maior do que o que eu estava acostumada, mas fui acomodando e curtindo aquela gostosa enrabada, enquanto o caralhão de Danilo já endurecia em minha boca de novo. Danilo me puxava para cima dele e eu fui sentando na sua verga sem tirar o pau de Renato do meu cu. Foi uma loucura. Os dois metiam com força e

eu me sentia uma puta sendo estuprada. Eles me chamavam de puta, cadela e perguntavam como é que eu agüentava aquilo com um sorriso na cara. Gozava sem parar e estava tonta... tão tonta e enlouquecida de tesão que resolvi fazer a loucura suprema e completar minhas fantasias, dizendo simplesmente:

- Troquem de lugar!!!


 

Danilo não acreditou e disse que eu não agüentaria, que nem com puta ele tinha conseguido fazer sexo anal na vida. Disse que queria pelo menos tentar, que eu me esforçaria e que queria lhe dar essa primeira vez, já que ele tinha feito o favor de realizar meus desejos. Renato tirou de mim lentamente e, depois de alguns preparativos, pensando na melhor forma de acolher aquela picona, colocamos dois travesseiros sobre a cama onde me deitei de bruços, colocando-os sob a bunda. Apesar de estar melada, Renato pegou vaselina, colocou um bom tanto nos dedos e enfiou no meu cuzinho, que já estava alargado por ele. Ainda passou bastante por fora do cu e deu uma enfiada funda e forte com o próprio cacete... preparatória para o bruto que viria. Aí veio Danilo. Ele esfregava, tentava e eu sentia a ponta da cabeça me alargando o traseiro. Eu relaxava, ouvindo palavras doces e sendo acariciada por Renato e, de repente, senti a cabeça entrando naquele terreno pantanoso. Juro que vi estrelas e tentei desistir, mas Danilo foi mais

rápido e disse: " Agora que cheguei até aqui sua puta, eu vou comer sua bunda gostosa até

rasgar o teu cu! "

Dizendo isso, me segurou pelos ossos da bacia, me imobilizando, e meteu aqueles metros de pica no meu rabo, me encaixando e impedindo minha fuga.

Perdi o fôlego enquanto ele afundava mais e mais, e me surpreendi quando descobri que atrás, ao contrario da bocetinha, era possível enterrar tudo, já que cu não tem fundo. Depois de me comer um bocado e satisfazer seus anos de secura, ele me colocou de quatro e Renato entrou por baixo de mim, para meter na minha boceta ao mesmo tempo, comprimindo ainda mais os meus dutos internos. Deram início ao bombardeio, que foi impiedosamente cumprido pelos

dois tarados até que, entre jorros de porra, me largaram prostrada na cama.

Nunca tinha gozado tanto na minha vida. Eles, bestificados e saciados, diziam que nunca imaginaram também que uma mulher pudesse suportar o que agüentei e que aquilo tudo era superior a qualquer filme de putaria já visto pelos dois.


 

Quando me levantei, estava quebrada, com o corpo literalmente moído e a bunda em frangalhos, mas morta de felicidade. Tomei um banho, onde pude analisar o tamanho do estrago no meu traseiro e nos despedimos.

Nem é preciso dizer que retornei outras vezes ao apartamento de Renato, inclusive levando outra colega muito curiosa para quem, sigilosamente, contei o lance e que tive o enorme prazer de assistir sendo dilacerada pelos monstros, antes de me submeter também aos seus caprichos.

Hoje sou uma mulher realizada, pois tenho a sorte de poder aplacar minha

fome sempre que tenho vontade.


 


 


 

A NOVA PROFESSORA

AUTOR DESCONHECIDO


 

Meu nome é Leslie. Sou muito tímida e nunca havia me relacionado com ninguém. Estava na 8ºsérie e todos na classe me achavam uma tonta. Tenho olhos azuis, cabelos castanhos e sou muito pequenininha. .................Minha nova professora era muito Bonita. Quase 45 anos, mas era Daquelas mulheres gotosonas, com cabelos curtos e uma bunda redondinha, linda...........Ela era muito mandona e Autoritaria, Achava que ela me olhava esquisito , como se me desejasse.....

Um dia ela disse que precisava falar comigo depois da aula, sobre um trabalho. Fui um pouco contrariada, já que o uniforme da escola, uma minúscula saia e uma blusa branca quase transparente, que parecia deixar meus pequenos seios a mostra, já que eu não costumava usar sutiã,fazia com que a professora me comesse com os olhos......................A aula terminou e eu fiquei sentada em minha carteira esperando. Todos saíram e a professora trancou a porta, pediu para que eu fosse ate sua carteira. Ia me dar as instruções para que fizesse meu trabalho de novo. ..................Sentei em sua mesa, mas ela mandou eu me levantar e sentou, pedindo que me sentasse no colo dela. Fiquei um pouco assustada, mas ela me puxou Delicadamente para seu colo e disse que ia ditar umas regras para mim..............Enquanto ela ditava as palavras levemente no meu ouvido, pude sentir sua mãos entrando pelas fendas da blusa e acariciando meus seios, dando voltinhas com as mãos. Fiquei vermelha. Ela, sorrindo, disse que adorava garotas com seios pequenos e delicados. Ela segurava o bico do peito com a

mão e dava apertadinhas. Estava assustada, mas confesso que estava molhadinha e delirante. Ela foi descendo as mãos, entrou pela minha calcinha e foi explorando minha vagina com seus dedos ásperos. Chegou a lamber os dedos. Me levantou e pediu que eu tirasse a roupa e deitasse sobre a mesa. ................Obedeci e ela ficou passando a mão pelo meu corpo. Abriu minha vagina com as mão e lambeu meu clitóris ardorosamente. Como eu estava praticamente imóvel, ela pediu que eu acariciasse seus seios. Peguei, mas achei-os flácidos, por isso preferi que ela me explorasse. Ela parecia adorar cada canto do meu corpo. Experimentou um prazer enorme, como nunca tinha sentido. ................Depois desta aula de prazer, ela pediu que eu me vestisse.Mas, me fez um pedido: que lhe desse minha calcinha molhadinha de presente, para que ela pudesse se lembrar de mim. Eu já solta, mas com o mesmo ar de menininha ingênua, peguei sua mão grande e coloquei entre minhas pernas. Ela me explorou mais um pouco. Segurou meu peitinho, enquanto dizia que seu continuasse assim, ganharia 10 em todos os trabalhos............E assim foi, até que ela enjoou de mim e começou a molestar a menina nova da classe, que tinha os seios tão pequenos quanto os meus , me deixando aqui carente e tirando notas baixas.


 


 

PINTO AMIGO

AUTOR DESCONHECIDO


 


 

" A história que passo a contar é um caso verídico envolvendo minha esposa, uma amigo e eu. Ele teve início numa Sexta Feira Santa, quando minha mulher e sua amiga foram acompanhar a procissão. Arlindo, o marido dessa amiga, e eu permanecemos em casa bebendo e conversando. Como conheço Arlindo desde pequeno, tenho uma conversa muito franca e aberta com ele. Ele sabia de todos os meus problemas, menos de um, que decidi contar para ele naquele dia. Disse ao Arlindo que minha mulher e eu não estávamos nos dando muito bem em nossas relações sexuais e que o problema era meu, pois considerava o meu pinto muito o pequeno.


 

Arlindo só ficou ouvindo, sem dizer nada. Eu fui além, dizendo a ele que cheguei a perguntar para minha mulher se ela não gostaria de transar com outro homem. Um que tivesse a pica maior que a minha, mais grosso e comprido. Esse trecho da conversa despertou maior interesse do Arlindo, que perguntou apressadamente: "E ela respondeu o quê? " Disse a ele, então, que minha mulher achava isso tudo uma bobagem, que eu estava falando tudo aquilo da boca para fora, pois se ela quisesse mesmo outro homem eu não deixaria. Arlindo se mostrava cada vez mais ansioso e curioso em saber o que eu realmente pensava a respeito disso. Expliquei-lhe que entre minha mulher e eu sempre rolou um papo aberto e que, por isso, não estava falando apenas da boca para fora, como estava supondo. Reafirmei minha disposição de permitir que minha esposa transasse com outro homem, desde que eu o conhecesse bem. "E você j! á tem idéia de quem poderia ser esse homem?....", perguntou Alindo, sem disfarçar o tesão.


 

Embora nada dissesse, Arlindo já se considerava o escolhido. Pedi a ele que mostrasse seu cacete, pois queria conferir se era maior que o meu. Arlindo ficou meio constrangido, disse que atenderia ao meu desejo, mas pediu desculpas por um motivou que fui entender em seguida: seu pinto parecia uma barra de ferro de tão duro que estava. Ele tirou a pica para fora da cueca e quase não acreditei no que vi. Além de comprido, era tão grosso que fiquei imaginando como uma mulher seria capaz de agüentar aquela ferramenta atolada na boceta. Mas fiquei bastante feliz, porque finalmente sabia que minha esposa teria com quem gozar até ficar totalmente satisfeita e saciada. "Arlindo, se você quiser e puder fazer isso por nós eu ficarei muito grato....", disse que a ele, esclarecendo que antes conversaria com minha mulher para ver se ela toparia uma foda extraconjugal. Mas, como tinha certeza de que ela iria a! ceitar, acertei antecipadamente com o Arlindo que ele poderia aparecer em casa no dia seguinte, ás l0 da noite.


 

Minha esposa enlouqueceu de tesão quando contei a ela o que havia combinado com o Arlindo. Ela me abraçou, me beijou, não se continha de contentamento, quis até foder comigo naquela noite, mas recomendei que seria melhor guardar as energias para o Arlindo. Fomos dormir e esperar a noite seguinte.


 

Nesse dia, pela manhã, liguei para o Arlindo e confirmei que estava tudo acertado. Eu e minha esposa cuidamos da arrumação da casa e, principalmente, do quarto. Estávamos muito ansiosos, contamos os minutos para que o dia passasse rapidamente. Quando a noite chegou e se aproximava o horário da chegada dele, disse a minha mulher que iria esperar pelo Arlindo no portão. Mas o que eu queria mesmo era ficar escondido e deixar que ele entrasse sozinho. Minha maior tara, naquele momento, era saber que os dois estariam metendo alucinadamente.


 

Escondi-me atrás de um carro e esperei a chegada dele. Arlindo entrou pelo portãozinho de casa e bateu à porta. Meu coração disparou quando a porta se abriu e Arlindo foi recebido pela minha esposa, que estava vestida de forma insinuante para a visita do amante. Ele recepcionou-o com um beijinho e o convidou para entrar. Minha mulher ainda lançou uma olhadinha rápida na rua para ver se me localizava e fechou a porta. Decidi permanecer na rua por mais um tempo, antes de voltar para casa. Aproximei-me da porte e vi que os dois estavam na sala. Assim que entrei na sala, passei a ouvir gemidos e sussurros que vinham do quarto. Fiquei excitado, meu cacete já estava durinho. Abri com cuidado a porta, apenas o suficiente para ver a cama em que eles estavam.


 

A visão que tive foi a mais incrível e excitante. Arlindo e minha mulher estavam nus. Ele, deitado na cama com a máquina gigante de prazer completamente dura, era chupado por minha querida esposa. Ela lambia da cabeça ao saco, engolia todo o caralho e o punhetava com os lábios. Às vezes interrompia a mamada para dizer que ele era gostoso demais, que tinha o maior pinto que já viu na vida e queria ser arrombada por ele. Ao ouvir aquelas palavras, Arlindo colocou minha mulher de quatro e penetrou-lhe a boceta por trás, num só golpe. Minha esposa reagiu com um grito de dor à invasão daquele trabucão. Arlindo no entanto, sabia que ela queria aquilo mesmo e não deu muita atenção para os gritos dela. Ele passou a estocar sua vara grossa e grande até o fundo, fazendo a boceta ficar completamente alargada.


 

O tesão tomou conta de mim também. Abaixei minha calça e iniciei uma punheta ali mesmo, enquanto os dois trocavam de posição a todo momento. Aquilo era um show se sexo de primeira qualidade. Minha mulher levou ferro de quatro, de frente, de lado, em pé, tudo o que era possível e imaginável. Ao sentir que o gozo de Arlindo se aproximava, minha esposa pediu a ele que soltasse a porra em sua cara.


 

Arlindo colocou-a sentada na beirada da cama e, em pé, na frente dela, bateu uma punheta enquanto ela chupava a cabeçorra, até que jorraram jatos fortes e contínuos de porra do meu amigo, que irrigaram o corpo tesudo da minha esposa, ela ficou lambuzada nos peitos, na cara, nos cabelos. E, com as mãos e os dedos, ela esparramava a porra na boca, lambendo aquele líquido pastoso com muita vontade e prazer.


 

O meu gozo também chegou forte. Para não sujar o chão, aparei a porra com as mãos e fui ao banheiro, para um banho relaxante. Vesti minha roupa e, quando saí do banheiro, os dois já estavam conversando na sala. Assim que me viu, minha mulher correu para meus braços e me beijou carinhosamente, dizendo que me amava e estava muito feliz. Cumprimentei o Arlindo e lhe agradeci pela ajuda, dizendo que minha esposa estaria disponível outras vezes. Era só um questão de interesse e oportunidade. Ele deu um sorriso e se comprometeu a atender qualquer pedido meu ou de minha esposa