4.16.2013

OLHOS DE TARADA

revistasfree.com-105 Paulo Mohylovski

Tudo aconteceu num segundo. Eu estava dentro do ônibus quando a vi. Ela se levantou, deu sinal e esperou seu ponto. Eu estava distraído, mas quando ela se levantou, vi que era uma potranca. Até aí, tudo bem. Vejo milhares de garotas gostosas quando volto do trabalho, no ônibus, nas ruas. Só que ela tinha algo mágico. Ela me olhou de uma maneira maliciosa. Mordeu os lábios e fez uma cara de tesão. Pronto! Bastou este olhar pra eu não demorar mais que um segundo pra decidir: vou atrás desta mulher.

Ela desceu do ônibus e não percebeu que eu estava atrás dela. Ela conseguiu se esgueirar no meio da multidão que se comprimia no ponto de ônibus. Esperou alguns segundos esperando o farol se abrir. Eu me grudei atrás dela. Senti seu perfume, quase toquei nos seus cabelos. Me encostei um pouco no seu corpo, na sua bunda. O farol se abriu e ela atravessou a rua apressada.

Fui atrás dela. Eu olhava pra aquela bunda rebolando pra lá e pra cá. Que loucura que eu estava fazendo? Indo atrás de uma desconhecida. Eu parecia um tarado. Nunca tinha feito isto na minha vida. Estava sentindo um certo nervosismo. Continuei acompanhando a desconhecida. Alguns homens que cruzam com ela, olhavam pra trás, olhavam pra aquela bunda magnífica.

Ela parou mais uma vez. Estava diante de uma grande avenida. Não havia muitas pessoas ao seu lado. Ela estava com o ar distraído. Fiquei atrás dela. Eu fui me encostando até que nossos corpos se grudaram. Meu sexo ficou endurecido. Encostei-o com força no seu traseiro. Ela olhou para trás, assustada. Depois a sua fisionomia relaxou. Talvez tivesse me reconhecido. Cutuquei seu traseiro com mais força. Para a minha surpresa, ela jogou o corpo para trás e deu uma rebolada fantástica. Mal pude acreditar. Puxei-a pela cintura e sussurrei no seu ouvido: "Quero te comer". Ela sorriu e de repente, atravessou a avenida correndo.

Tive que esperar os carros passarem. Saí correndo atrás dela. A mulher se afastava cada vez mais rápido. Eu já não me importava com mais nada. Eu só queria aquela fêmea tesuda. Ela continuou andando apressada. De repente, ela dobrou uma rua. Acelerei ainda mais a minha corrida. Dobrei logo em seguida. Ela já estava bem a frente de mim. A rua estava deserta. Corri como um louco, parecia que estava numa maratona. Finalmente, eu a alcancei. Fiquei ao seu lado. Ela sorriu, olhou para o meio das minhas pernas. "Você tá nervoso, hein?", ela disse, apontando para o meu sexo intumescido.

Eu a segurei pelo braço. "Sua safada!", eu murmurei. Depois a puxei com força para perto de mim. Ela tentou reagir. Coloquei a minha língua dentro da sua boca. Ela desviou o rosto. Peguei-a novamente com força. Coloquei outra vez a língua no meio da sua boca. Ela não fugiu. Me beijou com fúria e depois se jogou nos meus braços: "Estou molhada", ela disse. Coloquei a mão no meio das suas coxas. Estava queimando. Afastei a calcinha e tentei colocar um dedo no meio da sua buceta. Ela deu uma rebolada: "Aqui, não". Depois se desvencilhou e saiu correndo.

"Louca", pensei comigo. Voltei a persegui-la. Eu não estava mais preocupado com nada. Eu a alcancei mais uma vez. Segurei seu braço. "Eu quero você", eu disse. Ela parou, olhou para os lados. "Eu moro ali, naquele prédio", ela disse. Olhei para o prédio. "Vamos até lá", sugeri. "Não, eu sou casada", ela respondeu.

Fiquei desanimado. Ela me olhou com um olhar malicioso, depois me agarrou pela mão: "Tem uma praça aqui perto. Tá de noite, não vai ter ninguém".

Andamos apressados. A noite estava cada vez mais escura. Chegamos na praça. Não havia mesmo ninguém. "Ali, naquelas árvores", ela disse apontando para um grupo de árvores.

No meio das sombras das árvores, a gente se agarrou mais uma vez. Eu sentia a pulsação do corpo dela. Estava quente. Parecia um animal que acabou de ser capturado. Desta vez, ela me beijou ardentemente. Era uma tremenda de uma gostosa. Eu não estava acreditando no que estava acontecendo comigo. Meu coração batia acelerado. Sentia o meu corpo também pegando fogo. A noite estava esfriando, mas eu estava com um calor insuportável.

Ela tirou os seios pra fora. Eram peitos deliciosos. Comecei a chupar um de cada vez. Eu sabia que não tinha muito tempo. Beijei os bicos, chupei, lambi. Apertei um deles. Ela jogou a cabeça para trás. Enfiei a mão no meio das suas pernas. A calcinha estava encharcada de tanto tesão. Afastei o tecido e enfiei meu dedo no meio das coxas. Movimentei o dedo com rapidez. Ela sufocava os gemidos. Parecia enlouquecida. Mesmo assim, ainda teve sangue frio pra abrir o zíper da minha calça. Os seus olhos estavam brilhantes, pareciam olhos de tarada.

Quando viu meu sexo empinado, ela não acreditou. Olhou para os lados e depois se abaixou. Começou a me chupar. Chupava com violência. Estava querendo sugar todo meu caralho até embaixo. Eu não estava acreditando. Eu me encostei numa das árvores. Ela continuava chupando. Não parava nem pra respirar. Eu a puxei de volta: "Eu quero te comer, agora".

Ela sacudiu a cabeça de um lado pro outro: "Não, eu não quero fazer sexo. Me chupa, só isso", ela falou. Foi a minha vez de me ajoelhar no meio das suas pernas. Ela se encostou na árvore e afastou as pernas. Puxei a calcinha até embaixo. Ela passou os pés por cima da calcinha, que ficou no chão. Com as duas mãos, afastei a sua moita de pêlos. Os lábios estavam úmidos e brilhantes. Passei a língua por eles e depois a enfiei até o fundo das suas entranhas. Ela me segurou pelos cabelos e deu um gemido profundo. Continuei chupando, mexendo a minha língua de uma maneira enlouquecida. Fiquei alguns minutos chupando sem parar. Eu também não parei nenhum segundo, nem mesmo pra respirar.

Depois eu me levantei, enfiei meus dedos no meio da sua buceta. Ela pegou meu pau e começou a movimentá-lo pra cima e pra baixo. Ficamos nos olhando nos olhos. Os movimentos eram parecidos. Comecei a aumentar a velocidade. Ela também. Eu sentia a umidade dela ficando cada vez maior, até se tornar um chiado impressionante. Eu fechei os olhos e senti que estava explodindo de prazer. Senti a sua boca quente me chupando, bem na hora que eu estava gozando.

Ela ficou ofegante, encostada na árvore. A boca estava melada. Ela se limpou e depois saiu correndo. Fiquei um tempo, me recuperando. Olhei para o chão e vi a calcinha negra. Peguei-a e a coloquei dentro do bolso da minha calça.

Depois de recuperado, fiz o caminho volta. Ainda tinha muito chão até chegar em casa...