10.31.2016

O TESÃO ME FAZ IMAGINAR COISAS

Tudo começou quando a menina bonita do nono andar,me desejou bom dia ,no elevador,com um sorriso encantador. O nome dela era Eduarda ,ela... era casada,   aparentava ter uns 30  anos  , era        morena cabelos curtos, olhos castanhos  , deliciosamente  gordinha, com   maravilhosos  seios grandes.

Ela morava no predio a uns 8 meses, eu sempre enco trava com ela no elevador, na portaria,  e logo começamos a conversar.

Desde a primeira vez que a vi, senti desejo por ela, e a olhava de um jeito que esperasse que ela percebesse, e aquele bom dia, dito daquele jeito, me fez imaginar coisas.

 Ela morava no  quinto andar e  eu,no nono... Desciamos juntos até a garagem e eu a levava até o carro dela. Ela se despedia de mim,sempre com um sorrisinho cheio de promessas, ao menos, era o que eu imaginava.

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Com o tempo, meu tesâo me fez imaginar mais coisas: comecei a imaginar que ela também sentia alguma coisa por mim e estava querendo  demonstrar,me provocando...

 Num sabado, à noite, já por volta das 11 horas, passei pelo salão de festas e vi Eduarda lá dentro, arrumando . Pelo visto, tinha tido alguma  festa e ela estava colocando as coisas em ordem.


Nesse  dia, ela estava  com um vestido colorido, até os joelhos, que revelava uns joelhos gordinhos e sedutores e  generosamente decotado, revelando   seios fartos,eu nunca a tinha visto de vestido, ela estava um tesão, eu não consegui esconder o meu desejo e enquanto perguntava se ela precisava de ajuda, acariciava todo o seu corpo, com o olhar,

Ela aceitou minha ajuda e me fez entrar no salão . Enquanto ia começando a falar comigo, percebi que ela fechou a porta do salão. Ficamos ali sozinhos, e me excitou aquela situação. Eu estava sozinho com aquela gordinha deliciosa, sorrindo prá mim e me provocando. Ela explicou que fizeram uma festinha para os sobrinhos,depois todo mundo foi embora, o marido dela ficou cansado, subiu para o apartamento e ela ficou sozinha, organizando tudo. Agradeceu a minha ajuda,com aqueles olhares maliciosos dela.

Ou era o meu tesão imaginando coisas ?

Eu a ajudei e conversamos um pouco durante o trabalho e novamente me senti provocado,   com o costumeiro olhar sedutor dela, seus sorrisos e alguns sinais bem sutis : ela  colocou um doce na minha boca, depois  limpou um dos cantos da boca com seus dedos, chupou um pirulito bem devagarinho, lambendo, como se estivesse chupando um pau, e me olhando maliciosamente.  

Foi quando eu a elogiei,disse que ela estava linda e sexy.

Meu olhar se alternava entre seu rostinho redondo e lisinho, sua boca bem vermelha e seu decote  generoso .Eu encarava o seu decote, imaginando minha boca naquele   colo. Ela percebeu que eu estava olhando,  e então nossos olhares se cruzaram.

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Meu tesao continuava a me fazer imaginar besteira.
  . Eduarda  ,me agradeceu, me olhou fixamente e disse ..."obrigada",...mas,na minha mente pervertida,seu olhar tava dizendo muito mais que um simples .."obrigada."..imaginei Eduarda me  dizendo com o olhar : " me beija, me fode, tira a minha roupa ,chupa meus peitões, chupa a minha buceta, me faz gozar na sua boca e me fode !! Me fode de um jeito que eu nunca fui fudida antes. Quero o seu pauzão na minha boca,fode a minha boca, goza na minha boca, fode o meu cú,eu  sou sua, sempre fui sua gordinha safada, sempre sorri prá você,na esperança de que me comesse, dou a buceta pro meu marido pensando em você, tô molhadinha, tô louca de tesão por você, me pega a força,vem.."
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Estavamos perto da pia, ela estava com uma pequena pilha de pratos,na mâo.  Eu estava empilhando as cadeiras, e nessa movimentação,  acabamos    ficando perigosamente proximo,quase colados. Ficamos nos olhando fixamente,por um bom tempo.

Coloquei a palma da mão no rosto dela e a beijei, a principio suavemente, e aumentando de intensidade.  Eduarda correspondeu ao meu beijo de olhos  fechados.Tirei os pratos das mãos dela  e a puxei  para mim, pegando.a pela cintura,,

To louco por voce, eu disse ,e voltei a  beijar Eduarda novamente,um beijo de lingua,cheio de tesão. Na minha imaginação,eu tinha certeza que ela estava gostando, que ela me desejava também. Meu tesão me fazia imaginar Eduarda correspondendo loucamente e eu me senti dono da situação .

Estavamos  num cantinho estratégico, então comecei a beijar o pescoço dela e a dizer que ela era linda,gostosa,cheirosa e que  sentia tesâo por ela desde aqueles sorrisos no elevador. E ia beijando o pescoço dela,de um lado e de outro, e puxando ela pela cintura, prá que sentisse o volume em minhas calças pressionando sua xaninha. " ela deve estar molhadinha" eu pensava. Enquanto a beijava e acariciava,minha imaginação voava.

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Ela não dizia nada mas eu imaginava que ela estava apenas assustada ,mas louca de  tesão,como eu, esperando que eu tomasse alguma atitude. Foi aí que eu comecei a me sentir dono da  situação,ao ve-la totalmente   entregue aos  meus caprichos,  calada, parada, praticamente sem ação,

Então  continuei a beijar Eduarda, a  beijar o pescoço dela e fui descendo e mordiscando os ombros dela, por cima da alça do vestido . Ela parecia totalmente sem ação, submissa, entregue,mas quando eu desci uma das alças do seu vestido e comecei a me deliciar com seus ombros largos, ela reagiu de forma inesperada : Eduarda se afastou de mim e me afastou dela, me empurrando delicadamente prá longe. Murmurou alguma coisa, como " pára !, não posso fazer isso,!! não !!!", e me olhou ,confusa e assustada.

Logo correu para a porta, abriu e saiu rapidamente.
Quem ficou confuso ,fui eu e só mais tarde, fui compreender que a minha imaginação, meu tesão, ou minha intuição tinham me enganado.

A partir desse dia,Eduarda se afastou de mim : evitava ficar sozinha comigo, e não quis ouvir minhas explicações ou minhas desculpas. Mais do que nunca entendi que o tesão me fez imaginar coisas..

7.01.2016

TRAIÇÃO

No post de hoje,continuamos com contos,cujo tema é traição.Hoje trago um conto escrito pela Luciana,do blog Casal Ninfogosa.Divirtam-se..
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O CRUZEIRO. Por ela.
Versão escrita pela Luciana (Ninfogosa)
reblogado do site http://ninfogosa.blogspot.com.br/
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Desde cedo sempre tive um fascínio pelas fardas. Não as verdes e nem as fardas marrons, mas sim as brancas. Meu encantamento sempre foi por homens vestidos de branco, ou seja, com fardas da marinha. Talvez estimulada por Tom Cruise nos filmes Top Gun e Questão de Honra.

Aquela roupa sempre impecável demonstrava a que o rigor militar fazia jus. Quando comecei a viajar em navios de cruzeiros, esse poder de sedução da farda branca retornou. Eram tantos tripulantes circulando que eu ficava meio zonza mais eram os oficiais italianos; que comandavam o navio, que me deixavam mais estonteada; pois eram másculos e extremamente sedutores. Naturalmente lindos. E ainda aquele sotaque italiano... aiaiai... sempre muito solícitos atendendo aos diversos pedidos das passageiras brasileiras.

Sempre que podia fazia questão de tirar alguma selfie com um desses tripulantes italianos bonitões. Nunca perdi uma foto no coquetel de gala com o comandante. No meu subconsciente ficava imaginando como eles seriam dentre quatro paredes e confesso já tive alguns sonhos eróticos em que algum tripulante já visto fazia parte.

Era uma fantasia. Não tinha a pretensão de que acontecesse, mas imaginava que se um dia acontecesse, poderia ser bom. Até que esse dia chegou...

Tudo começou mais ou menos assim. Embarquei no navio ... e já no primeiro dia quando fui a varanda percebi que estávamos muito próximos da ponte de comando. E dali dava pra ver perfeitamente os oficiais que auxiliavam o comandante. Até aí tudo corria tranquilamente, porém, meu marido me avisou de que “o que gostaria de ver acabava de chegar por ali”.

Não perdi tempo e fui conferir. De fato, ali estava um rapaz de farda branca, cabelos pretos e usando óculos escuros, estilo Rayban. Não posso negar que fiquei alguns segundos com o olhar fixo nele. Mas mesmo estando de óculos ele percebeu e retribuiu o olhar com um breve aceno.

Passamos nossa primeira tarde de cruzeiro assim. Flertando. Eu na varanda da cabine e ele na ponte de comando. Até que ele começou a me indicar números com as mãos. Primeiro eu pensei que ele queria dizer a hora que sairia ou o número da minha cabine rsrs. Mas foi uma sequência de 5 números e ele mostrou o telefone. Sim aquele era o número dele na ponte de comando. Corri ao telefone e disquei os números 45614 e do outro lado da linha uma voz italiana me disse: “- Oi tudo bom com você?”

Ele já sabia falar português muito bem, mas ainda com sotaque. Perguntou meu nome. De onde eu era e se podia me encontrar mais tarde num dos bares do navio. Eu disse que sim, pois sabia que meu marido estava de acordo.

Acontece que se encontrar com um tripulante de navio era um tanto arriscado pra mim e para ele. Mesmo assim, escolhemos um local discreto para o nosso primeiro contato. Por volta das 21 horas, eu e meu marido saímos da cabine e fomos ao encontro do Paolo. Como meu marido sabia que aquela era uma fantasia minha; deixou-me ir sozinha até a mesa do tal tripulante e ficou apenas nos observando, numa distância de uns 20 metros.

Aquela era a noite do jantar de gala do comandante, e por conta disso eu vesti um tubinho preto e justo de paetê; que valorizava ainda mais a minha silhueta. Salto alto, Maquiagem e perfume completaram o meu visual. Quando cheguei percebi que o tal tripulante era uns 10 anos mais novo que eu. O que me instigou ainda mais pela virilidade.

Conversamos rapidamente e, após identificarmos os interesses comuns; perguntei se ele poderia ir até minha cabine ele disse que era impossível por ser proibido, mas que ele poderia me mostrar aonde era a dele (o que também não era permitido, mas segundo ele todos faziam).

Passamos pela mesa do meu marido e sem que o Paolo soubesse que aquele homem era o meu esposo, rapidamente avisei à ele que iria ver aonde era a cabine do italiano. Descemos para o deck 6 e o italiano me mostrou o caminho que eu teria que percorrer mais tarde, caso resolvesse ir até sua cabine (área identificada como “only crew” ou seja, restrita aos hospedes).

Dali, seguimos em frente e passamos por duas portas; chegando numa área aberta bem na frente do navio e logo abaixo da ponte de comando. Estava totalmente escuro. Só havia a luz da lua. E que lua...

O italiano pegou na minha mão e me puxou. Nessa hora, lembrei que não havia combinado isso com o meu marido. Então a culpa caiu sobre mim e num primeiro impulso eu disse não, mesmo querendo dizer sim eu recuei. Ficamos ali parados. Nos olhando. Mas parecia que não seria por muito tempo assim.

De repente, Paolo me pegou pela cintura e me puxou de um jeito que eu não pude resistir e me deu um beijo. Logo senti seu membro duro encostado em mim. Como eu estava de vestido ele acariciou levemente meu bumbum o que me deu ainda mais tesão.

O vento tentava apagar o fogo. Mas eu precisava voltar pro meu marido e falei: “- Que pena, mas eu não posso agora tenho que ir jantar com meu marido e alguns amigos”. Paolo disse: “- Se você vier comigo, será muito melhor do que seu jantar.” Eu sorri e me despedi dizendo: “- Mais tarde a gente continua...”

Genaro tinha uma jornada de trabalho dura. Acabamos perdendo o horário da folga dele que era das 22hs até a meia noite. Depois que jantei, liguei para ele e marquei de encontra-lo novamente, na ponte 06, só que às 04 da manhã; após o término do seu turno.

04:10 liguei para o italiano e ele disse que já estava a minha espera, no local combinado. No final do corredor do deck 6; rumo a proa, passei pela placa que dizia “only crew”. Estava bem escuro. Desci uma escada pela área externa e então ele percebeu meu vulto e iluminou o caminho com a luz do seu telefone. Quando cheguei próximo à ele, o italiano me segurou pela mão para me ajudar a descer os degraus que faltavam. Não perdemos tempo. Descemos até o corredor onde ficavam as cabines dos oficiais. Ele entrou primeiro e destravou a porta da cabine e fez sinal para que eu entrasse.

Assim que entrei, ele fechou a porta e rapidamente me puxou pela cintura e me beijou no pescoço. Começou a acariciar os meus seios e o meu bumbum. Suavemente retirou meu vestido. Me deitou na cama, afastou minha lingerie (body) e começou a me devorar por baixo sugando meus lábios e chupando minha buceta.

Enquanto ele me chupava, lambia e sugava; eu gemia baixinho com receio de que alguém nos pudesse ouvir. Ele me olhava e continuava ali embaixo me consumindo e me deixando molhada em tão pouco tempo. Tanto que eu decidi inverter de posição a fim de evitar que eu gozasse antes da hora.

Então ele ficou de pé e eu ajoelhei em sua frente e comecei a acariciar o pênis dele que já estava duro e para fora da calça. Cai de boca naquele pênis italiano. E assim fiquei por um tempo. Subindo e descendo. Acariciando e chupando suas bolas.

Mamei o de tal forma, que deixei o italiano excitadíssimo. Ele me levantou e me virou de costas e me fez ajoelhar em uma cadeira enquanto ele vestia a camisinha e em seguida. passou a meter na minha buceta. Metia e gemia com muita vontade.

Dizia algumas palavras em italiano que na hora eu não pude compreender. E metia com força e depois diminuía; depois entrava e saía lentamente e assim ia... aumentava o ritmo e depois continuava lentamente até que de repente seu pênis escorregou e ele tentou entrar no meu cuzinho; mas eu escapei de ser enrabada e ele soltou: “ – Ah, eu gosto tanto...”.

Mesmo assim, fiz sinal de que não queria dar o rabinho pra ele. Saímos da cadeira para o sofá e ali ele passou a bombar freneticamente em minha bucetinha parecia que estava quase chegando ao auge. Porém, antes de gozar, enquanto ele metia e me acariciava os seios; pediu novamente para comer o meu cú. Daí eu liberei. Apenas disse para mudarmos de posição.

Fomos para a cama e lhe entreguei o gel lubrificante que havia trazido em minha bolsa. prevendo que algo do tipo pudesse acontecer. Ele lambuzou o meu cuzinho e lentamente me possuiu por trás e após algumas estocadas e gemidos ele soltou um gemido de satisfação.

Ele confidenciou que havia acabado de gozar e que tinha adorado me conhecer. Foi até o banheiro se lavar e depois me entregou uma toalha branca. Antes de ir embora, ainda conversamos um pouco e ele me contou sobre suas aventuras com as brasileiras durante as temporadas de cruzeiros em nosso litoral.

Como seu navio tinha acabado de chegar da travessia da Europa para o Brasil, ele contou que tinha dado uns pegas numa tripulante e que em cruzeiros curtos ele pegava 1 mulher só é em outros mais longos duas ou três.

Mal sabia ele que o que tinha acabado de acontecer entre nos fazia parte de uma das minhas mais antigas fantasias eróticas. Subi para minha cabine dando risada e fui dar um trato no maridão.

(Ninfogosa: Dama na sociedade; puta na cama. As aventuras reais de uma mulher muito bem casada, sofisticada, elegante, bonita e gostosa. CRS: 46075. Contato: ninfogosa@hotmail.com)

6.25.2016

TRAIÇÃO


No post de hoje e nos seguintes,trazemos alguns contos ,cujo tema é traição. Espero que você goste e colabore com a gente, enviando suas histórias . Meu email é narcisosantos@hotmail.com.

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SE MEU MARIDO SOUBESSE
(by Michele)




Sou uma nissei, casada,  bonita, 25 anos, seios apetitosos e empinados ,uma bunda arrebitadinha e também sou bastante bonita e charmosa: em resumo, o tipo de mulher boazuda, modéstia a parte.. Vocês devem saber (e isso é um detalhe importante), que eu tenho muito bom gosto e sensualidade também no meu trajar. Ainda mais que meu corpo ajuda enormemente. Afinal de contas, adoro andar pelas ruas e ter certeza de que sou cobiçada pelos homens. Isso me faz um bem incrível, principalmente ao meu ego.

 Numa sexta-feira de agosto último, fui ao centro da cidade com uma amiga fazer compras.

Ao entrarmos numa loja, deparamos com um tipão, com mais de 1, 75m de altura, gostosão, moreno, peludo, tipo atlético, parecia ser levemente mestiço, que me devorou com os olhos, após me examinar dos pés à cabeça. Confesso que também o devorei com os olhos, principalmente o pacotão que ele tinha dentro da calça que parecia ser enchimento de tão grande.

Minha amiga não notara que eu já estava ligada nele e me deu um toque, para que eu o olhasse. Disse que certamente ele estava a fim de mim. Eu falei para Fátima, essa colega, que ele deveria estar interessado é nela. Conversa vai, conversa vem, e o sujeito não despregava os olhos da gente. Fátima trai o marido há uns 3 anos.. Ela me conta tudo, e eu também conto tudo para ela.

A Fátima ficava me cutucando, para darmos uma entrada a ele. Tanto insistiu, que cedi e, com um olhar, fiz um sutil sinal de que aceitava ser abordada. Ele veio galante e confiante, sorrindo discretamente. Saudou-nos com respeito e apresentou-se como Eduardo.

A partir dai, minha amiga tomou a direção da coisa, foi respondendo tudo e outra surpresa. Ele conhecia nossos maridos, eram amigos. Fátima chegou até a marcar um churrasco no Domingo na casa dela, comigo e meu marido no meio. Eu tremia e suava, pois não havia imaginado a possibilidade de trair novamente o meu marido, pois casei virgem e ainda estava com esses costumes profundamente enraizados em mim.

Contudo, sentia-me embriagada com essa aventura, pois sentia o desejo dele por mim ; e depois que nos despedimos e voltamos para casa, eu comecei a curtir mais esse lance. Passei um fim-de-semana medíocre como todos, as crianças enchendo o saco, o meu esposo em frente à TV, vendo reprises de partidas de futebol. Tudo isso me motivava mais para o Domingo, que se aproximava.

Foi um churrasco divertido em que os homens como sempre beberam demais, menos o Eduardo, que não bebia e era quase descaradamente cortejado por Fátima. Mas eu percebia que ele não tirava os olhos de mim. Quando eu fui à cozinha buscar mais cerveja para meu já embriagado marido, ele veio atrás de mim e na cozinha me cercou. Fiquei imóvel quando ele me encoxou por trás (eu usava uma mini saia e uma blusinha decotada sem sutien), ele enfiou uma mão por baixo da mini saia e esfregou minha rachinha com sua mão forte e com a outra, se enfiou dentro de minha blusa e apalpou meus seios, senti um tesão tão grande, que molhei toda mão dele com meus sucos e gozei arfando com o coração disparado. Saímos da cozinha, antes que alguém entrasse e nos surpreendesse. Sentei-me um pouco afastada da turma e ele veio e se sentou do meu lado.

 Meu marido já bem alto, contava piadas sujas aos amigos igualmente embriagados que riam e nem percebiam o que já estava rolando. Fátima com certeza percebeu, mas ficou na dela. Ele começou a me cantar abertamente e quis marcar um encontro para o dia seguinte. Eu relutei, apesar do tesão que estava sentindo por esse macho, mas quando escutei meu marido gritando para que eu buscasse outra cerveja, assenti para ele com a cabeça.

Marcamos e depois do churrasco, falei com a Fátima e pedi para ela ir comigo até o lugar do encontro, para me acobertar, ela sorriu maliciosamente para mim e topou na hora. No dia seguinte, saímos de casa cedo e eu não sabia como seria tudo. Quando o avistamos no local combinado, Fátima simplesmente falou: "Vá em frente, Michele, faça tudo que seu coração mandar. Mas faça mesmo! E goze muito! Tchau. " E saiu fora.

Eu me senti totalmente desarvorada, mas fui até ele, cumprimentei-o um pouco friamente e entrei no carro. Ele rumou para um barzinho, onde tomamos uns chopes. Ah, que excelente quebra gelo! No segundo cigarro, conversávamos e ríamos como velhos amigos. Ele aproveitou o momento e atacou. "Vamos para um motel?", perguntou. O que eu podia responder, senão que sim? A coisa já estava acontecendo e não havia como escapulir mais. Pois que fôssemos ver a vaca dar o leite.

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Ao entrarmos no quarto, já éramos íntimos. Resolvemos tomar um banho e, debaixo daquela ducha deliciosa, mil beijinhos e passadas de mão. E as chupetações: o danado me beijou o corpo inteiro, com mais vagar entre meu ventre liso e minha púbis. Ele mordeu os meus pentelhos, puxando-os delicada e deliciosamente. Sugava meu clitóris e enfiava a língua em mim com a experiência de um mestre. Meu tesão era tanto que, gozei despudoradamente na sua cara. Meu primeiro orgasmo oral em 5 anos de casada! Foi uma coisa tão forte que quase desmaiei. Fiz movimentos, com os quadris, que desconhecia em mim.

Eu retribui tudo na cama, onde pude avaliar com mais exatidão o tamanho da sua piroca. Para ser sincera, nunca vi muitos cacetes, mas acredito que como o seu, existem poucos. No mínimo uns 20 cm de comprimento pôr 6, 5 cm de largura. Basta dizer que quase não entrava a cabeça na minha boca. Chupei como nunca chupei na vida. Fazia vaivém seguida e sofregamente. Usava as mãos, os lábios e a língua. Meu macho delirava e eu mais ainda. Quando gozou, foi um jorro violento e quente que bebi gota por gota, ou melhor, esguicho por esguicho, que pareciam nunca terminar.

 Como ele não perdesse a ereção eu estava com minha rachinha pegando fogo, pedi que ele me varasse com seu mastro. Ele atendeu carinhosamente. Ele foi pondo centímetro por centímetro, alargando meu canal como eu nunca havia sentido antes, estava quase entrando o saco. Gente, estava tão gostoso, Tão apertado, que me realizei como mulher da maneira que sonhara para a noite de lua-de-mel. Eu gemia e gritava, quase atirava meu macho para fora, tão forte era o meu frenesi e delírio. Ele sabia meter com uma rapidez impressionante. Eu delirava e gritava. Meu grande sonho se tornava realidade, eu era uma mulher totalmente preenchida. Eu quase chorava de tanto prazer e os orgasmos vinham sucessivamente um mais forte que o outro. Isso nunca seria possível com meu marido, uma vez que o pintinho dele é de criança saciada.

Quando ele gozou dentro de mim, me senti inundada até a garganta e como ele não parava, senti a porra começar a espirrar para fora de minha fenda pulsante. Tanto minha vulva, quanto meu cuzinho, piscavam incessantemente, de maneira que levei a mão dele até meu cuzinho . Ele percebeu minha intenção, lambuzando com saliva a ponta da verga grossa, me puxou pelo quadril e foi cravando e rasgando meu ânus rosado. Estava muito gostoso, confundindo gozo e sofrimento, tesão e amor. Ele ficou não sei quanto tempo arremetendo dentro de mim, enquanto meu gozo vinha em ondas tão fortes que desfaleci por uns momentos e pude sentir depois de um tempo que me pareceu horas sua porra abundante ser despejada em minhas entranhas. Ah, como me realizou o homem que me fez gozar.


Agora dá para aguentar a vida de mal-casada, pois tenho um macho troncudo que, duas ou três vezes por semana me come toda e me faz mulher por inteira. Além de um corno em casa para me dar de tudo, e achar que tem a esposa mais fiel do mundo. De vez em quando saio procurando outros machos pauzudos para variar, pois só mesmo um belo chifre para fazer o milagre de salvar um casamento. 

4.27.2016

MAS,EXISTE KOMBI VOADORA ?


Reblogando do site
http://contosdahora.zip.net/blog_arquivos/contos_eroticos_01.htm

Meu breve histórico. Sou nascida e criada em São Paulo, próximo à Estação Jabaquara do Metrô, mais exatamente na divisa entre a Vila Guarani e a Cidade Vargas. Tenho um irmão mais velho e dois mais novos e todos nós recebemos uma educação pautada pelos bons costumes, pela moral, e tudo o mais que contribui para me tornar uma moça com muito recato.


Claro que tive meus namoricos, meus pegas mais entusiasmados com um e com outro menino, mas tudo dentro da normalidade, ali pelas imediações da E.E. Salvador Moya, onde estudei até ir para a faculdade.

E claro também que como toda boa menina sempre tive minhas fantasias eróticas, bem inocentes quando novinha, um pouco menos inocentes conforme fui crescendo, mas fantasias apenas, do tipo em que é sempre o menino quem me conduz, por bem ou por mal, isentando-me de qualquer culpa, como li num livro sobre fantasias eróticas da mulher.

E claro ainda que antes mesmo de ir para a faculdade conheci o garoto dos meus sonhos com quem logo engatei um namoro e algum tempo depois ele engatou outra coisa em mim. Mas tudo dentro da normalidade e cinco anos de namoro depois, já quase para me formar, até falamos em casamento.



O que parece não ter sido normal ou que não ficou muito claro foram alguns acontecimentos que vivi nos últimos tempos ou, mais exatamente, no cair de uma certa noite.

Meu namorado, que não mora muito longe da minha casa, sempre vai me apanhar na Estação Jabaquara à noite, quando eu volto da faculdade. Se não vai ele, vai o meu irmão mais velho ou o meu pai. Um me pega de moto, o outro de carro e o terceiro à pé. Sempre gostei de caminhar pelas ruas conversando alegremente com o meu pai, menos nos dias de chuva, quando prefiro que seja o meu irmão, de carro.

Mas numa certa noite, que mal começava, não foi nenhum dos três. Chovia de assustar, ventava, trovejava, parecia que o mundo ia acabar. Fui para a faculdade, mas voltei logo em seguida, pois o temporal causou falta de energia e as aulas, claro, foram suspensas. Foi então que misturou tudo. Eu já estava um tanto cansada por conta do meu trabalho durante o dia, com a encheção do meu chefe e outros estresses mais, que aumentaram por causa do temporal e do medo de cair uma árvore na cabeça, pisar num fio de eletricidade...
Só me senti segura quando entrei na estação Luz do metrô e embarquei num vagão mais ou menos vazio, o que me fez pensar que dava até para tirar um cochilo, que eu bem precisava.


Mas nem tive tempo de cochilar ou, talvez, até cochilei, nem sei.
É que logo sentou um chato do meu lado, me reconheceu, puxou conversa, e não parou mais de falar e fazer perguntas.
Era o Neco, que eu nem conhecia, mas que se apresentou e me conhecia, sabia o meu nome e dizia que tinha uma oficina na mesma rua onde moro, um pouco mais abaixo. E falava o nome dos meus irmãos, do meu pai, da minha mãe.

Oras... se ele era conhecido da minha família, por que não aceitar uma carona com ele quando chegamos na estação Jabaquara. Mesmo porque o temporal havia piorado?
O relógio da plataforma da estação marcava 20h:35m.

- Vim trazer um freguês meu que deixou um carro lá para eu arrumar e aproveitei para ir até a Florêncio de Abreu para ver o preço de uma ferramenta, depois encontrei um amigo, ficamos tomando uma cerveja... mas foi até bom, não é, pois assim encontrei você, posso te dar uma carona... – ele foi explicando, falando sem parar, enquanto meio que corríamos até o veículo estacionado numa ruazinha ao lado do terminal de ônibus.

O veículo era um Kombi igual a qualquer outras tantas Kombi que já vi, até que bem arrumadinha. Por fora era uma Kombi normal, mas quando ele abriu a porta e entrei do lado do passageiro, logo vi que aquele não era um veículo qualquer, a começar pelo painel, que mais parecia de uma nave extraterrestre (ou como eu imagino que seja uma nave extraterrestre), todo cheio de luzes e mostradores, passando para os bancos, que eram um luxo só e também cheio de controles, e terminando pelos vidros e pelas janelas, que não pareciam vidros ou janelas normais.

- Isso é uma Kombi ou uma nave espacial intergaláctica? – perguntei, brincando, querendo elogiar o trabalho que ele teve para fazer toda aquela transformação.
- Não é intergaláctica, mas é espacial. – ele disse.
- Especial, você quer dizer.
- Não. É espacial, mesmo. Quer dar uma chegadinha até a Lua antes de eu te deixar em casa.
- Você é maluco ou está só treinando? – perguntei, meio brincando, meio nervosa, já acreditando que havia entrado numa aventura perigosa.
- Não sou maluco, não. Pode ficar sossegada. – ele respondeu, como se tivesse adivinhado meus pensamentos. – Na verdade ainda não é possível ir até a Lua com ela, mas depois que adaptar o sincronizador pulsativo de empuxe bilateral... aí posso ir até Marte, Júpiter... e você pode ir junto, se quiser.
- Fala sério! – eu disse, mais nervosa que qualquer outra coisa.
- Não está acreditando, não é? Mas vou te provar. Olhe só!

Ele mexeu uns botões, puxou uma alavanca, grudou os olhos num mostrador que girava sem parar e então sumiu tudo. A calçada ao lado sumiu, a rua sumiu, a cerca do terreno sumiu, as árvores, tudo... Só ficaram os pingos de chuva que batiam nos vidros e escorriam, mas esses também logo iriam sumir.
- O que você fez? – perguntei, já sem saber se estava assustada ou admirada com aquela mágica. – Cadê a rua, as casas?
- Aqui em cima não tem rua nem casas. – ele falou.
- Aqui cima? Aqui em cima aonde? Onde estamos?
- Calma. Estamos a 60 metros de altura apenas. Não posso ir mais alto nessa região por causa dos aviões de Congonhas... se bem que com esse temporal não parece estar havendo nem pouso nem decolagem. Mas vamos para outro lugar que vou subir mais um pouco para você ver.
- Ver o quê? Me leve pra casa. Me deixe descer... por favor.
- Calma menina! Já te falei que não sou maluco. Consegue ver a mata do zoológico ali embaixo? E as luzes da cidade mais à frente?
E o pior é que eu via. Mesmo com aquela chuva toda, a cada relâmpago eu via que estávamos sobre a mata e também podia perceber a rodovia dos Imigrantes, as torres de televisão piscando lá na Avenida Paulista...
- Que maluquice é essa, meu Deus? Aquilo ali está parecendo Santos, Praia Grande...

Eu já começava a fazer minhas preces e a temer pela minha vida.

- Mas é Santos, Praia Grande, Guarujá... Quer dar uma chegadinha no Rio de Janeiro? Lá não está chovendo e...
E nem tive tempo de falar não, pois logo passou um bocado de luzes como um flash pelo pára-brisa e depois apareceu uma cidade que fui reconhecendo como o Rio de Janeiro, suas luzes, suas torres, o Cristo Redentor.
- Eu quero minha mãe! – quase gritei, e sentindo que em breve eu teria um descontrole urinário... se não ocorresse o pior. - Meus pais estão preocupados comigo. Preciso ir para casa. – gritei.
- Liga pra eles. Fala que está comigo e que logo te deixarei no portão.
- Mas ligar daqui do Rio... e quem é você?
- Pode ligar que pega... alcança. E eu sou o Etevalson.
- Etevalson? – quase ri.

Só não ri porque logo apertei o número de casa e minha mãe atendeu. A ligação estava horrível, mas consegui falar que logo estaria em casa.

– Mas você não falou que seu nome era Neco? Ou será que não falou...?
- Dá tempo da gente ir até Salvador. Que tal? – ele sugeriu, sem responder à minha pergunta.
- Para com isso! Quero ir pra casa. Ou me leva ou deixa que vou a pé. Onde que abre essa droga de porta?
- Mas que modo de falar! Eu com as melhores das intenções e você chama a Kokô de droga...
- Desculpa! Falei sem querer. Mas quem é a Kokô? (Sei que é assim que escreve porque havia uma plaquinha no painel). E se você está com as melhores das intenções então me leva para casa, por favor. – eu falava, enquanto percebia que a cidade ia ficando cada vez mais lá embaixo, mais miúda. – Como que eu abro essa porta?
- Nem pense abrir a porta agora. Vai despressurizar a Kokô e vamos ficar sem ar e morrer congelados, o que ocorrer primeiro. Estamos a quinze mil metros de altitude, olhe só!

Havia um painel digital marcando Altitude 15.0 m e mais nada... quer dizer, abaixo de nós, fora da Kombi, a única coisa que eu via eram nuvens e mais nuvens... todas muito abaixo de nós. Estávamos acima das nuvens.

- Eu estou sonhando, estou num pesadelo, não estou?
- Está não. Essa é a maior altitude que posso atingir com a Kokô antes de instalar o sincronizador pulsativo de empuxe bilateral. Comprei um da China, mas parece que ficou retido na alfândega e...
- Eu não estou louca! Eu não estou louca! Eu não estou louca!
- Por que está repetindo isso? Sei que você não é louca. E sei também que você é a menina mais bonita da rua, do bairro, da cidade... E sei mais ainda; sei que estou apaixonado por você desde o primeiro dia que te vi, quando você era ainda uma garotinha e chupava chupeta. Você chupou chupeta até os onze anos...

Claro que eu estava perdida! Era a única coisa na qual eu podia acreditar. Estava perdida junto a um maníaco maluco ou um verdadeiro ET, e tudo o que eu podia fazer era torcer para que ele não fosse um maníaco agressivo e que não me jogasse daquela altura... quinze quilômetros.

- O que você quer comigo? – perguntei, me espremendo contra a lateral da porta da Kombi.
- Nada que você também não queira. – ele disse
- Eu quero ir para a casa. Isso é tudo o que eu quero. – falei, com uma certa expectativa de que essa revelação fosse causar alguma sensibilidade nele.
- Eu vou te levar pra casa. Mas não pode ser depois?
- Depois do quê?

E de repente, num momento só, quatro garras prenderam meus braços e minhas pernas, enquanto os bancos, meu e dele, se deitavam até ficamos totalmente na horizontal.

- Pelo amor de Deus, homem. O que você vai fazer comigo?
- Calma, meu anjo! Não vou fazer nada que você não queira que eu faça.
- Mas eu não quero fazer nada com você nem que você faça comigo.... me leve embora, deixa eu ir embora, me solta, abra a porta...
- Você vai embora a pé, daqui de cima?
Fez-se um silêncio, ele ficou me olhando, continuou me olhando...  e então alguma coisa aconteceu comigo.
- Você está querendo transar comigo, não é? – perguntei.

Mas não perguntei apenas por perguntar ou para implorar em seguida que ele não me fizesse mal. Perguntei porque a coisa que me deu foi uma vontade louca de transar. Estamos aqui em cima. – pensei. – longe de tudo e de todos, ele até que é bonito, parece gostoso... Por que não realizar ao menos uma das minhas fantasias - muito embora eu nunca tenha fantasiado uma transa no espaço?
- Se você me soltar eu transo com você. – falei, quebrando então o silêncio e aquele seu olhar penetrante que não desviava dos meus.
- Você não está presa. – ele disse.

E não estava mesmo, pois aquelas garras logo se soltaram e no lugar delas se aproximaram as mãos do Neco... ou do Etevalson, não sei.
E junto com as mãos veio também a boa.
E junto com as mãos e a boca veio também um certo perfume que nunca consegui identificar o que era, mas que simplesmente me deixou excitada, excitadíssima.

Não foram suas mãos, não foi sua boca nem foi ele quem tirou a minha roupa, toda a minha roupa. Em poucos segundos eu já estava empurrado a calcinha pelas pontas dos pés, e nem me lembro como e por onde eu havia começado a me despir.
Será que aquele perfume vinha do espaço? Será que a atmosfera rarefeita estava afetando a minha libido?

- Quer perfume é esse? – perguntei. – É aguma substância que você espalhou para me fazer indefesa?
- Não espalhei substância alguma. Este perfume é o cheiro do cio... você está no cio... quer transar...
- Transar eu quero, mas não estou no cio, não sou nenhuma...
- Nenhuma o quê?
- Nada. Eu ia falar que não sou nenhuma vaca, mas sou sim. Sou uma vaca, a sua vaca, e você é meu boi, meu touro, meu garanhão, me dá seu pinto gostoso, me dá.

Eu nem acreditava no que estava falando, nunca havia falado daquela maneira com o meu noivo, nunca havia me soltado tanto, mas naquele momento, a partir daquele momento, já não era mais eu quem estava ali... quer dizer, era eu, mas eu havia me transformado em sexo... eu todinha era somente sexo.
Eu era uma vagina, uma vulva, uma xana, uma boceta...
Se usamos camisinhas ou não não, nem me lembro.
Se transamos três vezes, quatro vezes, cinco vezes, mais vezes, não me lembro.
Só lembro que fiquei por baixo, por cima, de lado, de quatro, com os pés presos naquelas argolas de segurar com a mão...
Não me lembro se transamos em todas as posições possíveis e imagináveis, mas acho que transamos, tenho certeza que transamos.
Não sei se antes de mim alguma mulher astronauta já havia transado no espaço, mas se transou, com certeza foi uma... ou foram muitas transas que ela nunca mais vai esquecer.

Mas precisávamos voltar à terra. Apesar de não querer mais sair de lá de cima eu estava preocupada com o horário, com a minha família, o meu namorado.

- O cavalheiro pode me conduzir até o portão da minha casa? – perguntei, enquanto vestia e ajeitava a calcinha no corpo.
- Levo sim. Mas antes de iniciar a descida a mocinha pode me responder se aceitaria um novo encontro comigo aqui nas alturas?
- Não sei. Realmente eu não sei. Foi tudo muito maravilho, mas você sabe que tenho namorado, que gosto dele, que... Onde estamos?
Incrível! Mas de repente estávamos na mesma rua ao lado do terminal, ainda chovia forte, as pessoas circulavam, os carros...
- Desculpa. – ele disse. – Mas enquanto eu não instalar o sincronizador pulsativo de empuxe bilateral tenho sempre de voltar ao lugar de origem com a Kokô. Daqui até a sua casa temos de ir como uma Kombi normal, pelo chão.

Ele deu partida e rodamos os quarteirões que nos separavam da minha casa. Fui deixada no portão. Entrei pelo corredor lateral imaginando que já devia ser meia noite ou mais e que todo o meu pessoal já estava desesperado à minha procura.

Mas os pais viam televisão, os manos estavam cada um em seu quarto, seus computadores. O relógio da cozinha marcava 20h56m. Sentenciei que devia trocar as pilhas no dia seguinte.
E só então me deu como que um desespero, pois na sala ainda passava o jornal, não era meia noite, não fazia nem meia hora que eu havia deixado a estação com o Neco ou Etevalson, que eu havia entrado na Kombi...
Será que eu estava louca?
Fui ter com o meu irmão mais velho, no quarto dele.

- O pessoal chamam ele de Etevalson por gozação. – falou o meu irmão. – Ele é mecânico de carros, mas gosta muito de eletrônica... inventa cada coisa! Imagine que ele tem uma Kombi com umas telas nos vidros que projeta imagens de tudo quanto é lugar, qualquer cidade... faz até parecer que está na Lua, no fundo do mar, e...

Tudo bem, entendi o segredo da Kombi, da mata do zoológico, do Rio de Janeiro, das nuvens abaixo de nós. Entendi que ficamos o tempo todo no mesmo lugar, que transamos ali mesmo, no meio da rua, ao lado do terminal.

Só não entendi o lapso de tempo, pois acho que ficamos ali por bem mais de duas horas e cheguei em casa pouco mais de vinte minutos depois de haver desembarcado do metrô.

Sinceramente, de tudo eu só entendi as transas... maravilhosas transas.

4.10.2016

AQUELA ,A TAL....

Beattrice Tales








aqui está ela:
nem puta, nem donzela
aquela...
a tal...
sem igual!

sem denominação
perdição!
a que ri e chora
no H da hora
na hora H

a que goza.
pelo prazer em gozar,
instigar,
guardar em si,
extasiar.

ela...
a sem rótulo.
sem redoma.
sem limites.
que vaga livre, entre céu e terra

aquela...
que se perde,
se acha e encaixa,
entre coxas, lábios, quadris...
deles e delas .

a que geme sorrindo,
implora miando,
a que umedece, em ebulição,
o outro implorando
exatamente, o que odeia amar

ela, aquela
a bela
que sozinha clama companhia
numa verdade nua e crua
em sua eterna cama vazia

http://literaticeseroticas.blogspot.com.br/


12.02.2015

GIFS DE DAR TESÃO ,

  GIFS ROUBADOS DO BLOG  - http://bucetasbemmolhadas.blogspot.com.br/

GIFS DE DAR TESÃO # 3

SEGUINDO COM A SÉRIE DE GIFS TESUDOS. AGUARDO COMETÁRIOS E MANDEM SEU MATERIAL QUE POSTAMOS AQUI.
















GIFS DE DAR TESÃO # 2

ESSES GIFS EU TENHO CERTEZA QUE DÃO TESÃO.




















10.13.2015

NOVINHA VIDEO AMADOR

http://www.ninfetasgratis.net/videos/amadoras/novinha-russa-amadora-mamadora.html

3.03.2015

Alteração do blog da Cléia

A  excelente Cléia Fialho, acabou de exportar seu blog para a plataforma:
http :// sensualidadeaflordapoesia .blogs. sapo.pt

Vale a pena conferir

2.26.2015

Política de conteúdo adulto no Blogger

Olá!!

tudo indica que breve não vamos poder mais nos encontrar por aqui.Vou abrir o blog em outra plataforma e comunico brevemente prá vocês..

Sejam felizes..

A partir de 23 março de 2015, não será mais possível compartilhar publicamente imagens e vídeos que sejam sexualmente explícitos ou mostrem nudez de forma ostensiva no Blogger. Observação: a nudez ainda será permitida se o conteúdo oferecer um benefício público importante, por exemplo, em contexto artístico, educacional, científico ou de documentário. As alterações que você verá em seus blogs Se seu blog já existente não tem nenhuma imagem ou vídeo de sexo explícito ou nudez ostensiva, você não notará nenhuma alteração. Mas se ele tiver, passará a ser privado a partir de 23 de março de 2015. Nenhum conteúdo será excluído, mas o conteúdo privado só pode ser visto pelo proprietário, por administradores do blog e pelas pessoas com quem o proprietário compartilhou o blog.