3.03.2015

Alteração do blog da Cléia

A  excelente Cléia Fialho, acabou de exportar seu blog para a plataforma:
http :// sensualidadeaflordapoesia .blogs. sapo.pt

Vale a pena conferir

2.26.2015

Política de conteúdo adulto no Blogger

Olá!!

tudo indica que breve não vamos poder mais nos encontrar por aqui.Vou abrir o blog em outra plataforma e comunico brevemente prá vocês..

Sejam felizes..

A partir de 23 março de 2015, não será mais possível compartilhar publicamente imagens e vídeos que sejam sexualmente explícitos ou mostrem nudez de forma ostensiva no Blogger. Observação: a nudez ainda será permitida se o conteúdo oferecer um benefício público importante, por exemplo, em contexto artístico, educacional, científico ou de documentário. As alterações que você verá em seus blogs Se seu blog já existente não tem nenhuma imagem ou vídeo de sexo explícito ou nudez ostensiva, você não notará nenhuma alteração. Mas se ele tiver, passará a ser privado a partir de 23 de março de 2015. Nenhum conteúdo será excluído, mas o conteúdo privado só pode ser visto pelo proprietário, por administradores do blog e pelas pessoas com quem o proprietário compartilhou o blog.

1.15.2015

CONTOS

Oi,gente...no post de hoje,alguns contos que recebi por email. Espero que vocês gostem..Tem p´ra todos os gostos: tem uma transa entre quase irmãos, um conto de sado masoquismo ligth e um de zoofilia. Meu email vocês conhecem: narcisosantos@hotmail.com.. Aguardo críticas e sugestões

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Um conto quase incestuoso.

Tem algum tempo tenho vontade de escrever para essa página e compartilhar

essa deliciosa história com vocês. A uns 10 anos atras tinha uma mulher que

trabalhava aqui em casa, essa mulher tinha uma filha que tem aproximadamente a mesma idade do que a minha hoje com 25 anos. Por a mulher que trabalhava aqui em casa morar longe a filha dela sempre ficava aqui em casa, e mora até hoje. Foram anos de convivência e já nos tratavamos como verdadeiros irmãos.

Meus pais viajam todo verão, e por motivo de trabalho, nem eu nem minha "irmazinha" tiamos que ficar em casa.

Num belo dia eu e ela estavamos deitados em meu quarto

assistindo TV, quando ela começou a me fazer um carinho no cabelo, e

logicamente, como sou um rapaz muito carinhoso retribui o carinho alisando

seus braços. Essa troca de carinhos foi nos aproximando, até que, sem

trocarmos uma única palavra nos beijamos intensamente.

Aquilo foi aumentando o tesão que em apenas 2 minutos passamos

de irmãos para amantes. Só que ela tendo o último fio de juizo, falou que

aquilo era errado e que deveriamos parar. Eu com o meu pau já em ponto de

bala falamos que nossa vontade de fazermos amor seria maior do que tudo.

Ela me venceu e conseguiu ir para o seu quarto, jogando um

balde de água fira. Puto da vida resolvi sair a noite para ver se arrumava

alguém para apagar o meu fogo quejá estava ardente com a situação.

Chegando em casa sem conseguir nada fui para o quarto

de meus pais por possuirem uma cama de casal onde tinha muito espaço para

dormir. Qual não foi a minha surpresa a minha deliciosa "irmãzinha" estava

dormindo no quarto com uma camisola linda e bem transparente. Tratrei de

entrar para debaixo da coberta e me juntar a ela. Qual no foi minha

surpresa, na hora que me deitei ela me disse: Porque vc demorou tanto?

Estava quase indo dormir...

Nos beijamos muito, e tiramos aquele comecei a beija-la.

desci minha linha até sua bocetinha mais do que meladinha e fiz ela

gozar como nunca (palavras da boca dela). Não aguentando mais de tesão,

enfiei o meu pau naquela bocetinha linda e melada, em movimentos bem

lentos para matar aquela gostosa de tesão... Fizemos amor a noite inteira.

E nos tornamos verdadeiros amantes. Em breve contarei novas histórias com a

minha deliciosa "irmazinha"

Espero que vocês tenham gostado da minha historia, e queria me

corresponder com mulheres que gostassem de sexo bem feito.

bernardo-es@bol.com.br

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Bonitinha mas porém ordinária

Ele: Nosso relacionamento era morno, sem grandes lances. Mas pelas pistas

que eu ia colhendo ao longo do caminho eu sabia que ela tinha uma certa

vocação e cabia a mim desperta-la.

Ela: Ele me deixava confusa. Fazia-me pensar em coisas em que eu não

pensava com outros homens. Ele me levou para este caminho que agora sigo. A

ele sou grata. A ele devo isso.

Ele: Eu alongaria demais o relato se fosse descrever os detalhes de como

chegamos àquele momento culminante em que de fato ela assumiu seu caminho.

Deixarei isso para uma outra oportunidade. Por hora vamos ao xis da

questão.

Ela: Vou relatar como tudo aconteceu naquele dia.

Ele: Ficou acertado que eu a raptaria em sua casa e que ela não

facilitaria necessariamente as coisas para mim. Combinamos que eu chegaria logo após a meia noite, que ela atenderia a porta como se fosse uma situação normal e então começaria o jogo. Mas um jogo desse tipo não tem graça se as regras forem seguidas a risca. Deu meia

noite e eu não apareci. Deixei o tempo passar. Eu sabia

que ela estava lá aguardando ansiosa. E quanto mais ansiosa melhor.

Ela: Eu passei o dia todo ansiosa e, confesso, excitada. Bem antes da

meia-noite comecei a me preparar para o que tínhamos combinado. A todo

momento me vinha o impulso de desistir. Eu não o conhecia direito. Ele era

um tanto estranho e eu não sabia exatamente onde

tudo podia terminar. Mas eu não conseguia fazer nada, como se fosse

destino. Tomei um banho especial, me perfumei toda, pus uma lingirie muito

sexy, que havia comprado no dia anterior seguindo a determinação dele, que

me queria do jeito que ele ordenasse. Por volta da

meia noite eu já estava na lingirie preta com o coração na boca,

supostamente pronta para ir para a cama. Mas e aflita. O tempo passava e

nada. Fiquei aguardando até as duas horas e

ele não deu sinal. O telefone no apartamento dele caia na secretária

eletrônica. Fiquei preocupada, fiquei com raiva. Por fim decidi dormir.

Aquela excitação toda

tinha me deixado exausta. Deitei na cama pensando nas loucuras que

deveriam estar ocorrendo naquele momento mas que graças ao caloteiro

ficariam adiadas para outro dia. Dormi e sonhei com o safado.

Ele: As três horas da manhã entrei em ação. Foi fácil abrir a janela do quarto dela. Se

eu fosse de fato um ladrão, ela estaria perdida. Ela dormia de bruços com

uma perna esticada e outra encolhida. A paisagem era convidativa. A

calcinha entrando na bundinha me deixou

louco, mas era hora de agir.

Ela: Eu acordei e logo entrei em pânico, mas

não foi possível nenhum escândalo. Minhas mãos estavam algemadas nas

costas e um mascarado estava sobre meu corpo me imobilizando. Com uma mão

ele tapava minha boca e com a outra encostava uma faca em meu pescoço. Ele

não disse uma palavra, apenas fez um sinal ordenando silêncio. Amordaçou-me

e em seguida vendou- me. Tudo foi tão rápido e confuso que eu nem tinha

certeza se o mascarado era quem devia ser. As coisas estavam acontecendo

diferente do combinado. Fiquei assustada. Vendada eu sentia o frio metal

correndo por meu corpo. Ele me acariciava com a ponta da faca. Em seguida

algemou meus pés e me pôs no ombro. Fui

carregada como um estivador carrega um saco de farinha.

Ele: Coloquei-a no porta-malas do carro e disse: Você pediu, você terá..

Dirigi até o sítio que estava reservado para nosso jogo. Chegamos lá próximo

da alvorada. Estacionei diante do velho galpão e fui buscar a corda. Em

seguida abri o porta-malas.

Ela: Na hora em que fui jogada dentro do

porta-malas veio-me a vontade de desistir e dizer a ele para pararmos pois

eu não estava preparada para isso, que ele não estava seguindo o combinado e

era uma loucura

muito grande. Mas dizer como se eu estava amordaçada e ele grunhidos.

Fiquei na mais completa escuridão. O porta-malas era desconfortável e frio.

Eu acompanhava a viagem pelos solavancos e ruídos do carro. Ele ligou o

rádio e o alto falante tocava música suave acima da minha cabeça enquanto eu

sacolejava para todo lado. Foram momentos difíceis e eu comecei a pensar no

que ainda viria.

Fiquei confusa. Eu não estava pronta para aquilo. Nunca tinha feito nada

igual. Por que diabos fui me meter naquela fria? Fiquei com vontade de

chorar e chorei muito.

Ele: Quando abri o porta malas ela estava soluçando.

Ajudei-a a sair do carro. Ela ficou em pé e eu tirei- lhe a venda. Ela olhou

à sua roda curiosa. A luz a ofuscava. Então eu disse: Podemos parar agora se

você

quiser. Ela ficou muda e cabisbaixa. Tirei-lhe a mordaça e disse: Aqui você

pode gritar que ninguém vai ouvir.

Ela: A partir daquele momento ficou claro para mim que as coisas

aconteceriam até o fim. Ele estava se apossando de mim e eu não conseguia

fazer nada contra.

Eu estava muito cansada, precisava de repouso, mas ele removeu as algemas

dos meus pés e disse para eu correr ou algo muito ruim iria acontecer. E eu,

simplesmente corri, como ele havia mandado. Corri pelo caminho que levava à

entrada do sítio.

Ele: Quando ela começou a correr preparei o laço.

Queria testar meu talento de laçador. Quando ela estava já a uma distância

considerável fiz o arremesso. Peguei- a em cheio e o laço envolveu-lhe o

tórax. Dei um puxão e a novilha caiu. Calmamente me aproximei dela que

estava no chão e disse-lhe: Isso é o que acontece com

as novilhas fujonas. Ordenei-lhe que levantasse e a puxei pela corda até o

galpão. Ela veio toda emburrada e resistindo.

Ela: Ele me humilhou tratando-me como sua rês mas no fundo eu não me

importava pois começava a me sentir: uma propriedade dele. Ele me puxou até

o galpão. Lá dentro havia muito feno. Nas paredes estavam pendurados

arreios, correntes, chicotes. Das vigas de madeira no

alto pendiam roldanas. Ele pegou uma cor os num dos pés direitos do galpão

e disse:

Você fica aqui. Quando eu estiver pronto para te usar voltarei para começar

o teu treinamento.

Ele: Deixei-a no galpão e fui descansar na casa do sítio. Tinha sido uma

noite cheia. Eu precisava ficar em forma para dar-lhe o treinamento devido

mais tarde. Eu sabia que enquanto descansava ela ficaria lá no galpão

ansiosa e a longa espera a deixaria no ponto certo para mim.

Ela: Eu o vi se afastando na direção da casa. Gritei para ele que eu estava

com fome mas ele nem se voltou para me ouvir. O tempo passava e eu não tinha

outra coisa a fazer senão olhar para paredes, feno, arreios, correntes,

chicotes. É difícil dizer exatamente o que eu senti naquela hora. Aconteceu

tudo misturado, o desconforto da corrente, a expectativa de quando ele

voltaria, o feno. Pensei em nós dois no feno. Olhei para o chicote na

parede. Fiquei arrepiada. Eu sentia

frio. A lingerie era apenas calcinha, sutiã e um pegnoir transparente. A

corrente era muito curta e eu não conseguia me mover mais que um metro em

volta do pé direito. A fome aumentava, a ansiedade aumentava, a corrente

apertava, eu não podia sequer urinar. Eu já estava toda melada, pensando no

que aconteceria entre nós quando ele voltasse, mas ele não voltava. Foi um

dia em que os minutos valeram por horas.

Ele: Eu tirei uma soneca à tarde e ao final do dia voltei ao galpão. Ela

estava ajoelhada, com a cabeça no feno e as mãos para trás esticadas pela

corrente. Nem percebeu minha chegada. Com todo cuidado me aproximei e

dei-lhe uma lambada de chicotinho na bunda exposta. Ela

saltou assustada e então eu disse: Não te avisei que queria você pronta

para mim?

Ela: Eu levei o maior susto. Ergui-me rápido e o encontrei diante de mim.

Rapidamente eu me postei do modo que ele exigia: de joelhos, com as pernas

abertas, a bundinha empinada, o peito arfando e a boca entreaberta. Agora

tudo ia acontecer e eu estava com o coração disparado. Ele ordenou que eu me

levantasse eis queria inspecionar a sua nova escrava. Mandou-me abrir e

esticar as pernas. Eu sentia sua respiração na minha nuca enquanto ele

apalpava meus seios. Depois alisou minhas coxas e enfiou a mão por dentro da

calcinha. Bolinou minha xotinha que estava completamente ensopada a estas

alturas. Depois pegou pelas laterais da calcinha e

puxou, fazendo-me ficar na ponta dos dedos dos pés com a calcinha enterrada

entre os lábios. Nessa hora ele disse que iria me usar e se gostasse de mim

me compraria. Pôs a mão no meio do meu rego e bolinou o meu ânus. Em seguida

ordenou-me que ficasse novamente de joelhos.

Ele: Ela ajoelhou-se diante de mim. Eu soltei a corrente e disse a ela que

despisse minha calça e meus sapatos. Ela fez tudo com muito cuidado,

compenetrada. Aí eu disse-lhe para beijar meus pés e ela fez com muito

respeito. E foi beijando e lambendo meus pés, minhas pernas, subindo

lentamente até chegar nas coxas. Ela lambia minhas coxas como uma cadelinha.

Chegou na

virilha e eu mandei parar. Ordenei que fechasse os olhos para tirar minha

cueca. Ela fechou os olhos e baixou minha cueca. Com as mãos tateou e se

agarrou ao meu pau.. Implorou que eu deixasse ela abrir os olhos mas eu

disse que não, pois, ela ainda não tinha o direito de servi-lo. Ela sabia

segurar um cacete. Eu via que seus lábios se lambiam por ele. Disse a ela

que abrisse a boca e deixasse a língua para fora. Ela: Eu estava louca para

sentir o pau dele na boca e ele não deixava. Eu abri a boca de olhos

fechados e ele ficou batendo com a cabeça do pau na minha língua,

perguntando se eu queria, se eu iria engolir ele todo. Eu balançava a

cabeça dizendo que sim e tentava lambe- lo com a língua toda vez que ele a

tocava. Ele ordenou que eu fizesse um biquinho para recebe-lo com a boca bem

fechada.. E ordenou que eu resistisse à penetração.

Eu segurei o que pude enquanto ele tentava penetrar a minha boca puxando

meus cabelos. Por fim ele venceu e encheu a minha boca com aquele cace

vomitei. Ele fazia vai e vem na minha boca e me esbofeteava dizendo para

apertar mais e chupar mais. Eu o chupava como uma louca. Então, ele parou de

movimentar e ordenou que o seguisse de joelhos segurando o pau todo na boca.

Ele: Eu queria que ela caminhasse de joelhos com meu pau na boca. Disse a

ela que se ela o perdesse seria castigada. Fui até a parede e peguei uma

corda que tinha a ponta presa à roldana no teto. Ordenei que ela deitasse

de bruços e comecei a amarra-la. Primeiro as mãos nas costas, depois os pés.

Tomei os cuidados para não machuca-la quando a içasse. Ela: Eu pensei que

ele queria algo comigo amarrada no chão. Eu ainda estava com o gosto do pau

dele na boca

quando repentinamente ele começou a me içar de ponta cabeça pela roldana.

Nessa hora realmente fiquei com medo, muito medo. Pensei que era o meu fim.

Ele me içou até que minha cabeça ficasse na altura do seu pau e então me fez

chupa-lo.

Ele: Ela me chupou loucamente. Tive que ordenar-lhe para parar

porque eu já estava para gozar e ainda não tinha feito tudo. Então peguei o

chicote de couro da parede e disse-lhe que era hora do castigo. Coloquei-me

em posição e ordenei a ela que contasse e agradecesse cada lambada na sua

bunda linda.

Ela: Ele começou a me chicotear na bunda e eu tinha que contar as

chicotadas e dizer obrigada a cada lambada. E ele batia cada vez mais forte.

Não sei como resisti. Minha cabeça doía com o sangue que descia sobre ela.

Minhas pernas doíam, minha bunda queimava com as chicotadas. Eu não sabia

até quando agüentaria mas agüentei firme. Eu estava louca de excitação.

Minha

xotinha escorria. Ele: As chicotadas me cansaram. Achei que era hora de

gozar. Coloquei um cavalete debaixo dela e desci a corda. Coloquei-a sobre o

cavalete., apoiada no quadril e com a bunda empinada para cima.

Ela: Eu

fiquei de bruços sobre o cavalete com a cabeça para baixo e os pés sem tocar

no chão. Concluí que ele ia me arrombar. Eu não o via. Ele estava atrás de

mim.

Ele beijou minha bunda nos locais onde tinha chicoteado e de repente sem

aviso cravou o pau na minha bucetinha encharcada. Eu gritei de susto. Ele

começou a enfiar com vigor e não precisou muito para eu gozar gemendo como

uma cadela. Mas ele não tinha gozado ainda e tirou

o pau da minha xotinha e lubrificou meu rabinho com saliva.

Ele: Aquela

bunda empinada exposta era de enlouquecer qualquer um. E o rabinho rosado

dela estava piscando para mim, pedindo para ser arrombado. Lubrifiquei bem

antes de entrar. Ela: Ele me ordenou que contraísse o rabinho para o pau

dele e foi me penetrando como um bárbaro. Eu sentia que me rasgavam por

dentro. O pau dele arrombou meu cuzinho e se instalou todo dentro dele. Eu

estava sem fôlego

mas aí ele começou a mexer e eu enlouqueci de tesão. Eu contraía e soltava

o rabinho como ele havia ordenado. As suas metidas no meu cuzinho fizeram

que eu gozasse novamente, um gozo que me consumiu as forças. Eu gozei e ele

também, como um animal selvagem. Eu sentia as

gotas do suor dele caindo sobre minhas costas.

Ele: Gozei nela como nunca

tinha gozado. Fiquei com as pernas bambas, curvado sobre o corpo dela, com o

pau todo enterrado na sua bunda. Depois que consegui recuperar o fôlego,

dei-lhe um beijo na nuca.

Ela: Ele me soltou e me levou para a casa do

sítio. Pude tomar um banho e me alimentar. Ele foi muito carinhoso comigo.

Serviu-me um belo jantar. Conversamos muito e nos beijamos. Mas depois do

jantar ele ordenou

que eu voltasse ao galpão. Ele acorrentou-me novamente e começou com novas

loucuras que ainda precisam ser contadas. Foi um final de semana

inesquecível.

- 138059

Seduzida por pastor

Inicialmente, sem me delongar em descrições inúteis, gostaria de dizer

apenas que sou uma mulher bonita. A narração começa quando me sentia muito

estressada com o dia-a-dia, os afazeres, as responsabilidades. Numa

sexta-feira, depois de sair do tribunal, às 14h00, resolvi que ia relaxar e

somente me religar ao mundo na segunda-feira. Peguei o meu carro e fui até

um sítio, que tem alguns lagos e rios nele. Foi o começo de uma deliciosa

experiência que me marcou, principalmente minha vida sexual. No sítio, tem

muitos animais e alguns cães, que guardam a propriedade, alguns cavalos,

bois e outros bichos da fauna local, pois estamos na Amazônia, é muito

isolado, além dos bichos, só fica o caseiro, sua mulher e seus filhos

adolescentes. Passou-se o resto de sexta-feira e o sábado. Nestes dias

fiquei tomando banho de sol totalmente nua à beira de um lago, pois pedi

privacidade para relaxar, o que fui bem atendida. No domingo, por volta de

16h00, percebi que no lago estavam alguns bichos. Pensei que só estavam ali

por causa de ninguém me incomodar. Repentinamente chega até mim um cão

pastor e fica por ali. Quando estava lendo um livro, notei que o animal

estava prestando bastante atenção em mim. Chamei-o e fiz-lhe um carinho e,

depois, resolvi brincar com ele massageando o seu pênis. Parei e continuei a

leitura. O cão começou a querer penetrar minha perna que pendia fora da

cadeira de praia. De um instante para outro, subiu-me um calor, uma

sensação, não sei o que, mas sabia que tinha que ser a fêmea daquele macho.

Como já estava nua, abri as pernas e ele veio direto ao meu sexo e lambeu,

lambia tão gostoso que me levou às alturas. Súbito, já não mais sabia o que

fazia, estava totalmente entregue ao animal e aos meus instintos. Como que

estivesse sendo ordenada fiquei de quatro e ele veio... Ao sentir que ele

montava sobre minhas costas foi o máximo, quase tive um orgasmo só pela

sensação. Ele movimentava e sentia o seu membro bater mas não entrava. De

repente, como se me quisesse maltratar, ele enfiou tudo em minha vagina! Dei

um grito tão enorme quanto o prazer que senti. Foi uns dez minutos de

estocadas, que me deixaram mole. Percebi que havia algo grande dentro de

mim, aquela bola que cresce no pênis de meu amante, e ficamos grudados por

um tempo. Depois, não aguentei e deitei-me sobre uma toalha estendida sobre

a grama sentido os sumos de meu amante escorrerem de dentro de mim. Não sei

quanto tempo se passou, mas foi rápido, e senti novamente ele empurrando seu

focinho atrás de mim, sabia que ele me queria ainda mais, empurrava-me com

força: atendi! Fiquei novamente na minha posição submissa e ele rapidamente

veio e me montou, só que dessa vez ele já tinha aprendido o caminho, mas não

sem me surpreender: em uma só forte e maravilhosa estocada, penetrou meu

ânus, que até aquele instante nunca fôra de niguém! Não sei explicar a

sensação, mas foi ainda mais maravilhosa que a outra. Aquele cão estava

adestrando sua dona maravilhosamente. Sentia entrar e sair, às vezes, mais

rápido, às vezes, bem lento - ele sabe satisfazer uma mulher bem melhor que

muitos homens -. Sentia o membor do meu amante crescer cada vez mais, até

quase não mais o suportar dentro de mim. Perdi a noção do tempo, o quanto

fui usada, mas foi a melhor coisa que me podia ter acontecido naquela semana

atribulada. Voltei, quando já estava anoitecendo mais do que satisfeita.

Ainda fui mais uma vez usada em meu quarto, antes de voltar para a cidade.

Se você quizer trocar experiências e fotos o e-mail é: zoonat@yahoo.com.br

9.03.2014

LESBICAS TÊM MAIS ORGASMOS DIZ PESQUISA

Pesquisadores do Instituto Kinsey para Pesquisa sobre Sexo, Gênero e Reprodução da Universidade de Indiana, em Bloomington (EUA), descobriram que lésbicas têm orgasmos mais frequentemente que mulheres heterossexuais.

Eles analisaram as respostas de 2.850 solteiros estadunidenses em questionários online. Os homens, tanto homo quanto heterossexuais, foram os que relataram chegarem ao êxtase mais vezes. A pesquisa foi patrocinada pela empresa de namoro online Match.com, embora os participantes não sejam necessariamente usuários do site.

Os participantes tinham idades entre 21 e mais de 80 anos. Os homens relataram ter um orgasmo durante o sexo com um parceiro familiarizado com 22,2% mais freqüência do que as mulheres. Porém, mulheres lésbicas disseram ter alcançado o clímax durante o sexo com 13,1% mais freqüência do que as heterossexuais. Os resultados foram publicados no “Journal of Sexual Medicine”.

“Orgasmos femininos são menos previsíveis do que os de homens, e eles variam de acordo com orientação sexual, enquanto os dos homens, não”, diz o principal autor do pesquisa, Justin Garcia, professor de estudos de gênero da Universidade de Indiana.

Em 1966, Masters e Johnson, pioneiros da pesquisa sobre sexo, sugeriram que os homens heterossexuais poderiam aprender muito sobre fazer suas parceiras chegarem ao orgasmo com as lésbicas. Por isso, explica Garcia, a descoberta de seu estudo não foi nenhuma surpresa. “Ainda há padrões sexuais muito fortes nos Estados Unidos e eles chegam à cama”, disse ele, referindo-se à diferença do tabu da sexualidade quando comparados os diferentes gêneros e orientações sexuais.

Nicole Prause, que estuda o comportamento sexual humano na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, concorda que a duplicidade de critérios sexuais que favorecem o prazer masculino continuam a prevalecer. Porém, a cientista questionou a validade dos dados do estudo atual, pois acredita que as mulheres muitas vezes pensam que estão tendo um orgasmo quando, na verdade, não estão.

“Eu ficaria chocada se elas não estivessem fazendo uma contagem exagerada”, garantiu Prause, que não estava envolvida no estudo. “Eu não acho que elas estão mentindo”, pondera. “Acho que realmente acreditam que estão tendo um orgasmo. Se elas estão se divertindo, continuem se divertindo. Mas há uma questão científica que não foi abordada”.

Quando homens e mulheres atingem o orgasmo, têm de oito a 12 contrações mensuráveis​​, explica a pesquisadora. Mas este fator não foi mensurado pelos autores. “Como é que as mulheres aprendem o que é um orgasmo? Seus pais não falam com você sobre isso. Onde é que você aprendeu? Eu não sei. Talvez elas estejam relatando orgasmos quando estão apenas tendo uma sensação de prazer”.

Os autores do estudo atual dizem que há uma escassez de dados sobre as taxas de orgasmo com base em orientações sexuais. No novo estudo, homens solteiros relataram ter orgasmo durante o sexo com um parceiro conhecido, em média, 85,1% das vezes, enquanto para as mulheres os números foram de 62,9%. As respostas excluem “ficadas” com desconhecidos.

“Sabemos que, em ficadas, quando homens e mulheres não conhecem os seus parceiros, as taxas de orgasmo são menores”, diz Garcia, acrescentando que as taxas de orgasmo são maiores em homens e mulheres em relacionamentos sérios.

Seus dados mostraram quase nenhuma diferença entre a freqüência do orgasmo relatado por homens heterossexuais e homossexuais – 85,5% e 84,7%, respectivamente. Já as mulheres heterossexuais disseram passarem pela experiência 61,6% das vezes, enquanto os números das mulheres homossexuais chegam a 74,7%.

Para Garcia, a descoberta surpreendente está entre os homens e mulheres bissexuais. Em comparação com outros homens, homens bissexuais relataram uma taxa de orgasmo menor, embora não de forma significativa, de 77,6%. Mulheres bissexuais também relataram uma taxa mais baixa – 58% – do que outras mulheres. A razão para tais índices “permanece incerta”, afirma Garcia. Segundo ele, os dados reforçam a necessidade de obter mais informações sobre a saúde de minorias sexuais. [Reuters]

8.21.2014

AO PRÓXIMO AMOR: INFORMAÇÕES BÁSICAS

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cada gozo
me requer horas
de pele a pele
nesse tempo
as palavras me seduzirão
mais que o toque
não, não fiques em silêncio
(senão em poucos dias especiais)
pois cada palavra certeira
me molha ao êxtase
e do clímax
também
me trará de volta a tua voz

as palavras

dentro do tempo
definirão o tempo
de minha pequena morte

(e definirão se ela existirá)

então

meu próximo amor
tuas palavras

serão o nosso tempo


(Curiosa)

 

Texto de 'Curiosa' - postado no blog - Intimidades da Curiosa - http://www.intimidadesdeumacuriosa.com/2013/03/porque-escrevente-precisa-de-palavras.html#ixzz3B3siNEQY
direitos reservados
Under Creative Commons License:
Attribution Non-Commercial No Derivatives

5.23.2014

LÉSBICAS FAZENDO AMOR

TESÃO PELO FILHO DO PATRÃO

Conto de Kátia Ramos

100_0401 (2) Eu era uma mulher de principios e moral das mais severas e serias. Criada em um ambiente rigido, embora pobre, nunca Eu tive liberdade, ate me casar com um homem ligado a igreja que frequento e ser ainda mais presa a esses principios que sao impostos a gente desde criança. Por um acaso do destino nossa vida financeira regrediu muito e caimos em dividas que nao conseguiamos pagar. Meu marido ficou doente, eu nao conseguia emprego na area de escola, e mesmo porque estava ha anos sem lecionar. Me candidatei em uma empresa de domesticas, e esperei ser chamada. Nos so temos uma filha, que passou a estudar em escola publica, vedemos a casa, e fomos morar de favor com minha mae e meu padastro, com quem nao me dava muito bem.

Ate que um dia fui chamada para um entrevista numa residencia num bairro muito bom da cidade. Me arumei toda, eu sou morena bem clarinha, cabelos lisos, um leve tom pra jambo a minha pele é lisa e apesar de roupas largas, ja recebi cantadas na rua. Me acham bonita de rosto e corpo. Nunca tinha ligado pra isso. A casa era muito grande, e haviam mais dois empregados, uma lavadeira e um motorista jardineiro. Eu faria as arrumaçoes internas, preparar roupas pra lavar, cuidar dos guarda-roupas, alem de administrar a dispensa, na compra e reposiçao de mantimentos. Era um casal, e dois filhos, um rapaz de 20 anos e uma garota de 18.

Acertamos tudo, inicialmente eu iria e voltaria todos os dias. Na apresentaçao me trataram muito bem, e me deixaram muito a vontade, alem do salario ser compensador. A Igreja internou meu marido, que recebia cuidados da familia dele, eu precisava trabalhar e nesse ponto todos me apoiaram. Com o passar dos dias, meu patrao me ofereceu a edicula ao fundo da casa, era um quarto cozinha e banheiro, pra ficar la direto mais dias e vir embora so nos finais da semana, ou quando precisasse. Todos concordamos e me mudei parcialmente pra la. Vamos la, era o Sr. Paulo, dona Renata, o Junior e Fatima, dois caes enormes, formavam a familia. Seu Paulo era homem bonito, alto forte, Dona Renata uma mulher linda tambem, loura, olhos azuis, o Junior um rapaz que fazia esportes e Fatima uma menina mimada, que so fazia academia, e estudava.

Junior nao era de sair muito de casa e estava sempre por perto, eu tinha mais amizade com ele, porque ficavamos conversando por longas horas quase todos os dias. Tudo comçou quando Junior se machucou num jogo de basquete, e ficou engessado de uma perna. Meio carente de cuidados sobrou pra mim cuidar dele tambem. Eram dias quentes, eu tambem nao suportava aquela roupa de empregada. A lavadeira ia duas vezes por semana, e o motorista ficava na guarita a maior parte do tempo ou saia com Seu Paulo e so voltava com ele a noite. Eu passava agora o dia todo dentro de casa com Junior. Numa tarde ele me pediu um suco, eu levei, e ele me pediu pra sentar ao seu lado. Me sentei, começamos a falar coisas sem sentido, e sua mao tocou minha perna, eu tirei, ele voltou a me tocar, entao me levantei e ele passou a mao no meu traseiro por baixo da saia, tocando minha calcinha. Fiquei chocada, e sai dali correndo e fui chorar no meu quartinho. Pensei em ir embora naquela hora.

Eu nunca tinha tido outro homem alem do meu marido, nunca fiz nada alem de sexo papai e mamae, e nunca sequer me passou pela cabeça outro homem, jamais.

Depois Junior me chamou novamente, eu fui com medo e fiquei longe dele. Entao ele começou a me alogiar, dizendo que eu era uma mulher bonita de rosto, de corpo, que tinha uma bela bunda. Aquelas palavras me enchiam de alegria, mas de medo ao mesmo tempo. Aos poucos e falando coisas sobre mim e pedindo desculpas, me cativou, eu o perdoei e fui trabalhar. Pela primeira vez eu me via tentada por outro homem, e a oportunidade era unica.

Pela primeira vez eu senti falta de sexo, e as coisas que ele me disse me tocaram muito, os elogios e da maneira como falava do meu corpo. Fui para o banheiro e me olhei, agora como mulher, e vi uma bela mulher de verdade. Seios ainda firmes, pouca barriga, bunda firme, bonita sim, e minha vagina coberta de pelos. Minhas pernas longas e lisas bem feitas e bem torneadas. Percebi estar excitada, e ao me tocar estava umida por baixo. Meu ego, lutava agora com a minha razao. Meu marido doente, eu sem nada ha quase 2 meses, como fazer???...Nunca consegui me masturbar, tinha nojo e medo e preconceitos sobre isso.

Junior fazia me despertar para uma coisa que nao queria, desejo, excitaçao. A noite eu ficava inquieta na cama, passava a mexer em meu sexo e ja conseguia sentir prazer nisso. As vezes acordava nua, pois durante a noite eu me mexia muito, mexia em mim e tirava minha roupa dormindo.

Numa manha desci, estava tensa, e Junior me chamou logo cedo para ajuda-lo, ele estava ainda de pijamas, e precisava se trocar, me pediu ajuda. Levei a roupa e ele me pediu para ajuda-lo a tirar o pijama e colocar outra roupa, mas antes queria se banhar. Nao sabia como ele fazia, entao ele me pediu pra tirar a calça do pijamas. Quando tiramos ele so de cueca percebi a sua excitaçao, ele ja estava assim ha mais de 10 dias, e sob a cueca percebiuma coisa que me deixou maluca na hora. Ele percebeu que eu olhava sem parar. Pegou minha mao e colocou sobre aquele volume. Eu quis tirar ele me segurou e dizia que eu queria aquilo. Como ele adivinhou, nao sei...Segurei, sem jeito e apalpei, era grande. Aos poucos me desprendi com carinhos que ele me fazia no rosto e nos meus cabelos, e minhamao ali grudada. Ate que ele puxou a cuecae e me fez tocar no seu membro, duro, quente, pulsando...nao sei, me arrepiei e desejei aquilo como nunca. Era diferente, era uma coisa viva mexendo comigo e me excitando cada vez mais. Alisei e brinquei com ele, que ficava maior e mais duro a cada instante. Junior me pediu... - beija ele!!!...eu beijei dos lados, me lembrei de um  filme, abri a boca sem jeito e coloquei dentro, fechei mas nao mexia a lingua. Junior com paciencia me ensinou a lamber e chupar e o fiz com muita sabedoria em meia hora, minha boca doia de tanto chupar aquele membro. Junior disse que poderia gozar, se nao me importasse, gozaria na minha boca. Bem...pensei nunca experimentei, eu vi no filme tinha sentido nojo, mas agora estava ali na minha frente para gozar ali dentro da minha boca. Eu disse baixinho que tudo bem, e o deixei soltar os jatos dentro da minha boca. Inicialmente me assustei, era quente, sem sabor definido, sem cheiro, e aos poucos foi enchendo minha boca. Dei um gole, e senti prazer de ter dado esse prazer pra ele, e engoli tudo.

Feito isso ja na intimidade o levei pra tomar banho, me fez tirar a minha roupa tambem, e pela primeira vez eu semi nua so de calcinha na frente de outro homem. Junior era muito paciente, passou a me beijar enquanto eu o lavava, e ao passar a mao sobre seu membro, ja meio duro, tirou minha calcinha e foi me levando a sentar sobre seu sexo. Eu quis fugir dali na hora, mas era tarde, meu desejo era maior. Com ele sentado na cadeira e sob o chuveiro, me sentei sobre ele, e o deixei colocar seu membro todinho dentro da minha vagina. Ele enfiou com carinho mas doeu um pouco. Era maior que meu marido, e faziam dois meses que eu nao tinha nenhum tipo de relaçao sexual. Senti entrar quente, e pulsando me deixando mole o corpo e minha cabeça sem pensar, apenas sentindo aquilo dentro de mim, me levando a gozos multiplos, sentindo-me uma mulher de verdade, e gozando como nunca gozei em toda minha vida.

Nos enxugamos e o levei para seu quarto a pedido dele, e la ele me fez deitar e com a perna ainda engessada, mesmo assim, ele veio por cima de mim e me penetrou novamente, e agora me levando mesmo a loucura. O que eu nao contava era que a irma dele tinha chegado e nos nao vimos, estava ali vendo tudo. Eu gelei, chorei e pedi perdao, ele ria e ela apenas me olhava. Quando estava colocando minhas roupas, ela me deteve, eu nao entendi... beijou meu rosto, e chupou meus seios, me deitou de novo na cama e sob o olhar do irmao brincou comigo ate sentir um orgasmo, eu percebi. Fiquei sem entender, e Junior me disse que ela gostava de mulher tambem, e eu a tinha atraido desde o inicio, e que foi bom ela ter nos visto, agora era nossa amiga. A garota se vestiu e saiu, nos deixando ali conversando, e sem dizer uma so palavra, e foi embora.

Fiquei com medo de perder meu emprego, mas Junior me tranquilizou, dizendo que nao ia acontecer nada disso. Aquela noite foi tranquila e dormi como anjo, de tao cansada e satisfeita.

Na noite seguinte, eu servi o Sr. Paulo na sala, junior estava no seu quarto e Fatima nao estava. Dona Renata estava tomando banho. Ao servir o Sr. Paulo e me virar, senti sua mao por baixo da minha saia percorrer minhas pernas e minhas coxas. Nao fiz nenhum gesto brusco, mas quis sair dali e ele nao deixou. Ai eu disse , Senhor cuidado com sua esposa...!!! ele disse que ela ia demorar e me pediu pra sentar ao seu lado. Eu obedeci, e Seu Paulo, me abraçou e alisou minhas pernas, e tocou meu sexo por cima da calcinha. Me ascendeu, e me excitou aquele homem, cheiroso, lindo, me fazendo aqueles carinhos. Eu tinha medo da sua mulher, ele sempre dizendo que nao devia temer, ela ia demorar-se ainda mais. Sr. Paulo me beijou na boca, eume entreguei totalmente, ao mesmo tempo do beijo, ele tocava meus seios e minha vagina, todinha molhada. Eu fiquei de pe, ele tirou a minha calcinha e me virou de costas pra ele. Abriu minha bundinha e lambeu meu reguinho deixando ele todinho molhadinho e parou no meu anus, perguntando se eu gostava disso, eu nada dizia, apenas abria mais minhas nadegas, deixando ele viajar com sua boca e sua lingua por toda a extensao da minha bundinha, e do meu reguinho e do meu anus. Quando em um momento ele parou nele, e chupava, mordia dos ladinhos, me tirando gemidos de prazer e de tesao imaginavel. Aos poucos, enfiava um dedo, as vezes dois e dilatava aos poucos meu anus. Ele sentando, me puxou para si e colocou seu penis no meu anus, direto. Eu nem sei explicar o tesao que me deu, e deixei ele ir colocando aos poucos, ardia um pouco, mas era delicioso, seu membro nao era muito grande, mas era uma delicia. Sr. Paulo começou a mexer, e depois que entrou tudo, me segurou pela cintura, e arrumou por cima a minha saia, quando de repente sua mulher entrou na sala, eu gemi de dor, de medo, e cheguei fazer xixi.

O que fazer, comigo sentada no colo dele, e ainda mais com seu membro dentro de mim...minha nossa...eu pensava ela vai me matar...!!!! mas eu so pensei, D. Renata, sentou-se ao nosso lado, e levantou a minha saia, e ainda disse, - amor, cuidado nao vai machucar a menina,. - ta doendo meu anjo ??? - nao eu disse... - ainda bem......e se pos em minha frente e começou a lamber minha vagina, ai eu sem entender mais nada, me larguei...ela me chupava tanto e tao forte, e seu marido me possuindo por tras, acho que devo ter tido uns 4 orgasmos so naquele momento. Ate que ele gozou dentro de mim, tirou, ela me levou para a suite do seu quarto, e no banheiro me lavou todinha, depois me levou pra cama dela. Nos duas nuas, ela me ensinou o que queria, me mandou chupar seus seios, sua bunda e sua vagina, sugar seu clitoris, e a fazer gozar em minha boca.

Nesse Momento Sr. Paulo entrou, fechou a porta, e nu, veio pra cima de nos. Ele se deitou e me fez subir no seu membro e enfiar tudo dentro da minha vagina, ele vinha por tras na minha bundinha e lambia e me chupava e fazia gestos de trepar em mim. Ficamos muito tempo assim brincando ate que o Sr. Paulo Gozou, e sua mulher tambem. Aquela noite eu dormi entre eles e trepamos a noite toda.

No outro dia servi ao Junior novamente minha boca e meu rabinho, depois a sua irma a noite servi na vagina tudo o que ela queria, inclusive lhe enfiar um consolo enorme de borracha que ela trouxe, e tambem me fez experimentar. Eu preferia o Junior e o Pai dela, de carne era bem melhor.

Nossa intimidade cresceu a tal ponto que todos ja sabiam de tudo, e ninguem se importava mais com isso. Eu servia de pilar pra todos eles, individual ou as vezes coletivos de dois em dois. As vezes o casal na sala, O Sr. Paulo, me chamava so pra chupar o membro dele e gozar na minha boca e ia embora, ou chupar a mulher dele com ele vendo televisao, ou entao dar pra ele ou dar pra ela. As vezes dormia com Junior a noite toda, as vezes com a irma, as vezes com o casal, ou so com ele e as vezes so com a patroa. Ganhei muito dinheiro, carinho e admiraçao por todos eles...e nunca na minha vida tinha transado tanto como naqueles meses que passei naquela casa.

Depois que meu marido sarou e as coisas melhoraram eu tive que sair de la, muito contragosto deles. Mas combinamos que eu iria uma ou duas vezes por mes pra fazer uma limpeza geral. Como o dinheiro compensava, meu marido nao se importava, e duas ou tres vezes por mes, eu vou a casa deles e passo o dia todo transando com eles todos. Geralmente vou aos sabados, e fico ate o anoitecer quando Junior me leva ate em casa. Sempre estao nos agradando e dando coisas, o Sr. Paulo ate ajuda na igreja do meu marido, e nossa amizade se fortaleu muito.

Eu de nada me arrependo, apenas de nunca antes ter feito o que faço agora, e descobri que adoro sexo, gosto e curto...nao devia ter ficado tanto tempo como fiquei. Ate hoje somos amigos, empregada e patroes, e nos damos maravilhosamente bem. espero que tenham gostado, eu adoro...beijos (

©Kátia Ramos – ramos_katia@hotmail.com )