6.25.2016

TRAIÇÃO


No post de hoje e nos seguintes,trazemos alguns contos ,cujo tema é traição. Espero que você goste e colabore com a gente, enviando suas histórias . Meu email é narcisosantos@hotmail.com.

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SE MEU MARIDO SOUBESSE
(by Michele)




Sou uma nissei, casada,  bonita, 25 anos, seios apetitosos e empinados ,uma bunda arrebitadinha e também sou bastante bonita e charmosa: em resumo, o tipo de mulher boazuda, modéstia a parte.. Vocês devem saber (e isso é um detalhe importante), que eu tenho muito bom gosto e sensualidade também no meu trajar. Ainda mais que meu corpo ajuda enormemente. Afinal de contas, adoro andar pelas ruas e ter certeza de que sou cobiçada pelos homens. Isso me faz um bem incrível, principalmente ao meu ego.

 Numa sexta-feira de agosto último, fui ao centro da cidade com uma amiga fazer compras.

Ao entrarmos numa loja, deparamos com um tipão, com mais de 1, 75m de altura, gostosão, moreno, peludo, tipo atlético, parecia ser levemente mestiço, que me devorou com os olhos, após me examinar dos pés à cabeça. Confesso que também o devorei com os olhos, principalmente o pacotão que ele tinha dentro da calça que parecia ser enchimento de tão grande.

Minha amiga não notara que eu já estava ligada nele e me deu um toque, para que eu o olhasse. Disse que certamente ele estava a fim de mim. Eu falei para Fátima, essa colega, que ele deveria estar interessado é nela. Conversa vai, conversa vem, e o sujeito não despregava os olhos da gente. Fátima trai o marido há uns 3 anos.. Ela me conta tudo, e eu também conto tudo para ela.

A Fátima ficava me cutucando, para darmos uma entrada a ele. Tanto insistiu, que cedi e, com um olhar, fiz um sutil sinal de que aceitava ser abordada. Ele veio galante e confiante, sorrindo discretamente. Saudou-nos com respeito e apresentou-se como Eduardo.

A partir dai, minha amiga tomou a direção da coisa, foi respondendo tudo e outra surpresa. Ele conhecia nossos maridos, eram amigos. Fátima chegou até a marcar um churrasco no Domingo na casa dela, comigo e meu marido no meio. Eu tremia e suava, pois não havia imaginado a possibilidade de trair novamente o meu marido, pois casei virgem e ainda estava com esses costumes profundamente enraizados em mim.

Contudo, sentia-me embriagada com essa aventura, pois sentia o desejo dele por mim ; e depois que nos despedimos e voltamos para casa, eu comecei a curtir mais esse lance. Passei um fim-de-semana medíocre como todos, as crianças enchendo o saco, o meu esposo em frente à TV, vendo reprises de partidas de futebol. Tudo isso me motivava mais para o Domingo, que se aproximava.

Foi um churrasco divertido em que os homens como sempre beberam demais, menos o Eduardo, que não bebia e era quase descaradamente cortejado por Fátima. Mas eu percebia que ele não tirava os olhos de mim. Quando eu fui à cozinha buscar mais cerveja para meu já embriagado marido, ele veio atrás de mim e na cozinha me cercou. Fiquei imóvel quando ele me encoxou por trás (eu usava uma mini saia e uma blusinha decotada sem sutien), ele enfiou uma mão por baixo da mini saia e esfregou minha rachinha com sua mão forte e com a outra, se enfiou dentro de minha blusa e apalpou meus seios, senti um tesão tão grande, que molhei toda mão dele com meus sucos e gozei arfando com o coração disparado. Saímos da cozinha, antes que alguém entrasse e nos surpreendesse. Sentei-me um pouco afastada da turma e ele veio e se sentou do meu lado.

 Meu marido já bem alto, contava piadas sujas aos amigos igualmente embriagados que riam e nem percebiam o que já estava rolando. Fátima com certeza percebeu, mas ficou na dela. Ele começou a me cantar abertamente e quis marcar um encontro para o dia seguinte. Eu relutei, apesar do tesão que estava sentindo por esse macho, mas quando escutei meu marido gritando para que eu buscasse outra cerveja, assenti para ele com a cabeça.

Marcamos e depois do churrasco, falei com a Fátima e pedi para ela ir comigo até o lugar do encontro, para me acobertar, ela sorriu maliciosamente para mim e topou na hora. No dia seguinte, saímos de casa cedo e eu não sabia como seria tudo. Quando o avistamos no local combinado, Fátima simplesmente falou: "Vá em frente, Michele, faça tudo que seu coração mandar. Mas faça mesmo! E goze muito! Tchau. " E saiu fora.

Eu me senti totalmente desarvorada, mas fui até ele, cumprimentei-o um pouco friamente e entrei no carro. Ele rumou para um barzinho, onde tomamos uns chopes. Ah, que excelente quebra gelo! No segundo cigarro, conversávamos e ríamos como velhos amigos. Ele aproveitou o momento e atacou. "Vamos para um motel?", perguntou. O que eu podia responder, senão que sim? A coisa já estava acontecendo e não havia como escapulir mais. Pois que fôssemos ver a vaca dar o leite.

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Ao entrarmos no quarto, já éramos íntimos. Resolvemos tomar um banho e, debaixo daquela ducha deliciosa, mil beijinhos e passadas de mão. E as chupetações: o danado me beijou o corpo inteiro, com mais vagar entre meu ventre liso e minha púbis. Ele mordeu os meus pentelhos, puxando-os delicada e deliciosamente. Sugava meu clitóris e enfiava a língua em mim com a experiência de um mestre. Meu tesão era tanto que, gozei despudoradamente na sua cara. Meu primeiro orgasmo oral em 5 anos de casada! Foi uma coisa tão forte que quase desmaiei. Fiz movimentos, com os quadris, que desconhecia em mim.

Eu retribui tudo na cama, onde pude avaliar com mais exatidão o tamanho da sua piroca. Para ser sincera, nunca vi muitos cacetes, mas acredito que como o seu, existem poucos. No mínimo uns 20 cm de comprimento pôr 6, 5 cm de largura. Basta dizer que quase não entrava a cabeça na minha boca. Chupei como nunca chupei na vida. Fazia vaivém seguida e sofregamente. Usava as mãos, os lábios e a língua. Meu macho delirava e eu mais ainda. Quando gozou, foi um jorro violento e quente que bebi gota por gota, ou melhor, esguicho por esguicho, que pareciam nunca terminar.

 Como ele não perdesse a ereção eu estava com minha rachinha pegando fogo, pedi que ele me varasse com seu mastro. Ele atendeu carinhosamente. Ele foi pondo centímetro por centímetro, alargando meu canal como eu nunca havia sentido antes, estava quase entrando o saco. Gente, estava tão gostoso, Tão apertado, que me realizei como mulher da maneira que sonhara para a noite de lua-de-mel. Eu gemia e gritava, quase atirava meu macho para fora, tão forte era o meu frenesi e delírio. Ele sabia meter com uma rapidez impressionante. Eu delirava e gritava. Meu grande sonho se tornava realidade, eu era uma mulher totalmente preenchida. Eu quase chorava de tanto prazer e os orgasmos vinham sucessivamente um mais forte que o outro. Isso nunca seria possível com meu marido, uma vez que o pintinho dele é de criança saciada.

Quando ele gozou dentro de mim, me senti inundada até a garganta e como ele não parava, senti a porra começar a espirrar para fora de minha fenda pulsante. Tanto minha vulva, quanto meu cuzinho, piscavam incessantemente, de maneira que levei a mão dele até meu cuzinho . Ele percebeu minha intenção, lambuzando com saliva a ponta da verga grossa, me puxou pelo quadril e foi cravando e rasgando meu ânus rosado. Estava muito gostoso, confundindo gozo e sofrimento, tesão e amor. Ele ficou não sei quanto tempo arremetendo dentro de mim, enquanto meu gozo vinha em ondas tão fortes que desfaleci por uns momentos e pude sentir depois de um tempo que me pareceu horas sua porra abundante ser despejada em minhas entranhas. Ah, como me realizou o homem que me fez gozar.


Agora dá para aguentar a vida de mal-casada, pois tenho um macho troncudo que, duas ou três vezes por semana me come toda e me faz mulher por inteira. Além de um corno em casa para me dar de tudo, e achar que tem a esposa mais fiel do mundo. De vez em quando saio procurando outros machos pauzudos para variar, pois só mesmo um belo chifre para fazer o milagre de salvar um casamento. 

4.27.2016

MAS,EXISTE KOMBI VOADORA ?


Reblogando do site
http://contosdahora.zip.net/blog_arquivos/contos_eroticos_01.htm

Meu breve histórico. Sou nascida e criada em São Paulo, próximo à Estação Jabaquara do Metrô, mais exatamente na divisa entre a Vila Guarani e a Cidade Vargas. Tenho um irmão mais velho e dois mais novos e todos nós recebemos uma educação pautada pelos bons costumes, pela moral, e tudo o mais que contribui para me tornar uma moça com muito recato.


Claro que tive meus namoricos, meus pegas mais entusiasmados com um e com outro menino, mas tudo dentro da normalidade, ali pelas imediações da E.E. Salvador Moya, onde estudei até ir para a faculdade.

E claro também que como toda boa menina sempre tive minhas fantasias eróticas, bem inocentes quando novinha, um pouco menos inocentes conforme fui crescendo, mas fantasias apenas, do tipo em que é sempre o menino quem me conduz, por bem ou por mal, isentando-me de qualquer culpa, como li num livro sobre fantasias eróticas da mulher.

E claro ainda que antes mesmo de ir para a faculdade conheci o garoto dos meus sonhos com quem logo engatei um namoro e algum tempo depois ele engatou outra coisa em mim. Mas tudo dentro da normalidade e cinco anos de namoro depois, já quase para me formar, até falamos em casamento.



O que parece não ter sido normal ou que não ficou muito claro foram alguns acontecimentos que vivi nos últimos tempos ou, mais exatamente, no cair de uma certa noite.

Meu namorado, que não mora muito longe da minha casa, sempre vai me apanhar na Estação Jabaquara à noite, quando eu volto da faculdade. Se não vai ele, vai o meu irmão mais velho ou o meu pai. Um me pega de moto, o outro de carro e o terceiro à pé. Sempre gostei de caminhar pelas ruas conversando alegremente com o meu pai, menos nos dias de chuva, quando prefiro que seja o meu irmão, de carro.

Mas numa certa noite, que mal começava, não foi nenhum dos três. Chovia de assustar, ventava, trovejava, parecia que o mundo ia acabar. Fui para a faculdade, mas voltei logo em seguida, pois o temporal causou falta de energia e as aulas, claro, foram suspensas. Foi então que misturou tudo. Eu já estava um tanto cansada por conta do meu trabalho durante o dia, com a encheção do meu chefe e outros estresses mais, que aumentaram por causa do temporal e do medo de cair uma árvore na cabeça, pisar num fio de eletricidade...
Só me senti segura quando entrei na estação Luz do metrô e embarquei num vagão mais ou menos vazio, o que me fez pensar que dava até para tirar um cochilo, que eu bem precisava.


Mas nem tive tempo de cochilar ou, talvez, até cochilei, nem sei.
É que logo sentou um chato do meu lado, me reconheceu, puxou conversa, e não parou mais de falar e fazer perguntas.
Era o Neco, que eu nem conhecia, mas que se apresentou e me conhecia, sabia o meu nome e dizia que tinha uma oficina na mesma rua onde moro, um pouco mais abaixo. E falava o nome dos meus irmãos, do meu pai, da minha mãe.

Oras... se ele era conhecido da minha família, por que não aceitar uma carona com ele quando chegamos na estação Jabaquara. Mesmo porque o temporal havia piorado?
O relógio da plataforma da estação marcava 20h:35m.

- Vim trazer um freguês meu que deixou um carro lá para eu arrumar e aproveitei para ir até a Florêncio de Abreu para ver o preço de uma ferramenta, depois encontrei um amigo, ficamos tomando uma cerveja... mas foi até bom, não é, pois assim encontrei você, posso te dar uma carona... – ele foi explicando, falando sem parar, enquanto meio que corríamos até o veículo estacionado numa ruazinha ao lado do terminal de ônibus.

O veículo era um Kombi igual a qualquer outras tantas Kombi que já vi, até que bem arrumadinha. Por fora era uma Kombi normal, mas quando ele abriu a porta e entrei do lado do passageiro, logo vi que aquele não era um veículo qualquer, a começar pelo painel, que mais parecia de uma nave extraterrestre (ou como eu imagino que seja uma nave extraterrestre), todo cheio de luzes e mostradores, passando para os bancos, que eram um luxo só e também cheio de controles, e terminando pelos vidros e pelas janelas, que não pareciam vidros ou janelas normais.

- Isso é uma Kombi ou uma nave espacial intergaláctica? – perguntei, brincando, querendo elogiar o trabalho que ele teve para fazer toda aquela transformação.
- Não é intergaláctica, mas é espacial. – ele disse.
- Especial, você quer dizer.
- Não. É espacial, mesmo. Quer dar uma chegadinha até a Lua antes de eu te deixar em casa.
- Você é maluco ou está só treinando? – perguntei, meio brincando, meio nervosa, já acreditando que havia entrado numa aventura perigosa.
- Não sou maluco, não. Pode ficar sossegada. – ele respondeu, como se tivesse adivinhado meus pensamentos. – Na verdade ainda não é possível ir até a Lua com ela, mas depois que adaptar o sincronizador pulsativo de empuxe bilateral... aí posso ir até Marte, Júpiter... e você pode ir junto, se quiser.
- Fala sério! – eu disse, mais nervosa que qualquer outra coisa.
- Não está acreditando, não é? Mas vou te provar. Olhe só!

Ele mexeu uns botões, puxou uma alavanca, grudou os olhos num mostrador que girava sem parar e então sumiu tudo. A calçada ao lado sumiu, a rua sumiu, a cerca do terreno sumiu, as árvores, tudo... Só ficaram os pingos de chuva que batiam nos vidros e escorriam, mas esses também logo iriam sumir.
- O que você fez? – perguntei, já sem saber se estava assustada ou admirada com aquela mágica. – Cadê a rua, as casas?
- Aqui em cima não tem rua nem casas. – ele falou.
- Aqui cima? Aqui em cima aonde? Onde estamos?
- Calma. Estamos a 60 metros de altura apenas. Não posso ir mais alto nessa região por causa dos aviões de Congonhas... se bem que com esse temporal não parece estar havendo nem pouso nem decolagem. Mas vamos para outro lugar que vou subir mais um pouco para você ver.
- Ver o quê? Me leve pra casa. Me deixe descer... por favor.
- Calma menina! Já te falei que não sou maluco. Consegue ver a mata do zoológico ali embaixo? E as luzes da cidade mais à frente?
E o pior é que eu via. Mesmo com aquela chuva toda, a cada relâmpago eu via que estávamos sobre a mata e também podia perceber a rodovia dos Imigrantes, as torres de televisão piscando lá na Avenida Paulista...
- Que maluquice é essa, meu Deus? Aquilo ali está parecendo Santos, Praia Grande...

Eu já começava a fazer minhas preces e a temer pela minha vida.

- Mas é Santos, Praia Grande, Guarujá... Quer dar uma chegadinha no Rio de Janeiro? Lá não está chovendo e...
E nem tive tempo de falar não, pois logo passou um bocado de luzes como um flash pelo pára-brisa e depois apareceu uma cidade que fui reconhecendo como o Rio de Janeiro, suas luzes, suas torres, o Cristo Redentor.
- Eu quero minha mãe! – quase gritei, e sentindo que em breve eu teria um descontrole urinário... se não ocorresse o pior. - Meus pais estão preocupados comigo. Preciso ir para casa. – gritei.
- Liga pra eles. Fala que está comigo e que logo te deixarei no portão.
- Mas ligar daqui do Rio... e quem é você?
- Pode ligar que pega... alcança. E eu sou o Etevalson.
- Etevalson? – quase ri.

Só não ri porque logo apertei o número de casa e minha mãe atendeu. A ligação estava horrível, mas consegui falar que logo estaria em casa.

– Mas você não falou que seu nome era Neco? Ou será que não falou...?
- Dá tempo da gente ir até Salvador. Que tal? – ele sugeriu, sem responder à minha pergunta.
- Para com isso! Quero ir pra casa. Ou me leva ou deixa que vou a pé. Onde que abre essa droga de porta?
- Mas que modo de falar! Eu com as melhores das intenções e você chama a Kokô de droga...
- Desculpa! Falei sem querer. Mas quem é a Kokô? (Sei que é assim que escreve porque havia uma plaquinha no painel). E se você está com as melhores das intenções então me leva para casa, por favor. – eu falava, enquanto percebia que a cidade ia ficando cada vez mais lá embaixo, mais miúda. – Como que eu abro essa porta?
- Nem pense abrir a porta agora. Vai despressurizar a Kokô e vamos ficar sem ar e morrer congelados, o que ocorrer primeiro. Estamos a quinze mil metros de altitude, olhe só!

Havia um painel digital marcando Altitude 15.0 m e mais nada... quer dizer, abaixo de nós, fora da Kombi, a única coisa que eu via eram nuvens e mais nuvens... todas muito abaixo de nós. Estávamos acima das nuvens.

- Eu estou sonhando, estou num pesadelo, não estou?
- Está não. Essa é a maior altitude que posso atingir com a Kokô antes de instalar o sincronizador pulsativo de empuxe bilateral. Comprei um da China, mas parece que ficou retido na alfândega e...
- Eu não estou louca! Eu não estou louca! Eu não estou louca!
- Por que está repetindo isso? Sei que você não é louca. E sei também que você é a menina mais bonita da rua, do bairro, da cidade... E sei mais ainda; sei que estou apaixonado por você desde o primeiro dia que te vi, quando você era ainda uma garotinha e chupava chupeta. Você chupou chupeta até os onze anos...

Claro que eu estava perdida! Era a única coisa na qual eu podia acreditar. Estava perdida junto a um maníaco maluco ou um verdadeiro ET, e tudo o que eu podia fazer era torcer para que ele não fosse um maníaco agressivo e que não me jogasse daquela altura... quinze quilômetros.

- O que você quer comigo? – perguntei, me espremendo contra a lateral da porta da Kombi.
- Nada que você também não queira. – ele disse
- Eu quero ir para a casa. Isso é tudo o que eu quero. – falei, com uma certa expectativa de que essa revelação fosse causar alguma sensibilidade nele.
- Eu vou te levar pra casa. Mas não pode ser depois?
- Depois do quê?

E de repente, num momento só, quatro garras prenderam meus braços e minhas pernas, enquanto os bancos, meu e dele, se deitavam até ficamos totalmente na horizontal.

- Pelo amor de Deus, homem. O que você vai fazer comigo?
- Calma, meu anjo! Não vou fazer nada que você não queira que eu faça.
- Mas eu não quero fazer nada com você nem que você faça comigo.... me leve embora, deixa eu ir embora, me solta, abra a porta...
- Você vai embora a pé, daqui de cima?
Fez-se um silêncio, ele ficou me olhando, continuou me olhando...  e então alguma coisa aconteceu comigo.
- Você está querendo transar comigo, não é? – perguntei.

Mas não perguntei apenas por perguntar ou para implorar em seguida que ele não me fizesse mal. Perguntei porque a coisa que me deu foi uma vontade louca de transar. Estamos aqui em cima. – pensei. – longe de tudo e de todos, ele até que é bonito, parece gostoso... Por que não realizar ao menos uma das minhas fantasias - muito embora eu nunca tenha fantasiado uma transa no espaço?
- Se você me soltar eu transo com você. – falei, quebrando então o silêncio e aquele seu olhar penetrante que não desviava dos meus.
- Você não está presa. – ele disse.

E não estava mesmo, pois aquelas garras logo se soltaram e no lugar delas se aproximaram as mãos do Neco... ou do Etevalson, não sei.
E junto com as mãos veio também a boa.
E junto com as mãos e a boca veio também um certo perfume que nunca consegui identificar o que era, mas que simplesmente me deixou excitada, excitadíssima.

Não foram suas mãos, não foi sua boca nem foi ele quem tirou a minha roupa, toda a minha roupa. Em poucos segundos eu já estava empurrado a calcinha pelas pontas dos pés, e nem me lembro como e por onde eu havia começado a me despir.
Será que aquele perfume vinha do espaço? Será que a atmosfera rarefeita estava afetando a minha libido?

- Quer perfume é esse? – perguntei. – É aguma substância que você espalhou para me fazer indefesa?
- Não espalhei substância alguma. Este perfume é o cheiro do cio... você está no cio... quer transar...
- Transar eu quero, mas não estou no cio, não sou nenhuma...
- Nenhuma o quê?
- Nada. Eu ia falar que não sou nenhuma vaca, mas sou sim. Sou uma vaca, a sua vaca, e você é meu boi, meu touro, meu garanhão, me dá seu pinto gostoso, me dá.

Eu nem acreditava no que estava falando, nunca havia falado daquela maneira com o meu noivo, nunca havia me soltado tanto, mas naquele momento, a partir daquele momento, já não era mais eu quem estava ali... quer dizer, era eu, mas eu havia me transformado em sexo... eu todinha era somente sexo.
Eu era uma vagina, uma vulva, uma xana, uma boceta...
Se usamos camisinhas ou não não, nem me lembro.
Se transamos três vezes, quatro vezes, cinco vezes, mais vezes, não me lembro.
Só lembro que fiquei por baixo, por cima, de lado, de quatro, com os pés presos naquelas argolas de segurar com a mão...
Não me lembro se transamos em todas as posições possíveis e imagináveis, mas acho que transamos, tenho certeza que transamos.
Não sei se antes de mim alguma mulher astronauta já havia transado no espaço, mas se transou, com certeza foi uma... ou foram muitas transas que ela nunca mais vai esquecer.

Mas precisávamos voltar à terra. Apesar de não querer mais sair de lá de cima eu estava preocupada com o horário, com a minha família, o meu namorado.

- O cavalheiro pode me conduzir até o portão da minha casa? – perguntei, enquanto vestia e ajeitava a calcinha no corpo.
- Levo sim. Mas antes de iniciar a descida a mocinha pode me responder se aceitaria um novo encontro comigo aqui nas alturas?
- Não sei. Realmente eu não sei. Foi tudo muito maravilho, mas você sabe que tenho namorado, que gosto dele, que... Onde estamos?
Incrível! Mas de repente estávamos na mesma rua ao lado do terminal, ainda chovia forte, as pessoas circulavam, os carros...
- Desculpa. – ele disse. – Mas enquanto eu não instalar o sincronizador pulsativo de empuxe bilateral tenho sempre de voltar ao lugar de origem com a Kokô. Daqui até a sua casa temos de ir como uma Kombi normal, pelo chão.

Ele deu partida e rodamos os quarteirões que nos separavam da minha casa. Fui deixada no portão. Entrei pelo corredor lateral imaginando que já devia ser meia noite ou mais e que todo o meu pessoal já estava desesperado à minha procura.

Mas os pais viam televisão, os manos estavam cada um em seu quarto, seus computadores. O relógio da cozinha marcava 20h56m. Sentenciei que devia trocar as pilhas no dia seguinte.
E só então me deu como que um desespero, pois na sala ainda passava o jornal, não era meia noite, não fazia nem meia hora que eu havia deixado a estação com o Neco ou Etevalson, que eu havia entrado na Kombi...
Será que eu estava louca?
Fui ter com o meu irmão mais velho, no quarto dele.

- O pessoal chamam ele de Etevalson por gozação. – falou o meu irmão. – Ele é mecânico de carros, mas gosta muito de eletrônica... inventa cada coisa! Imagine que ele tem uma Kombi com umas telas nos vidros que projeta imagens de tudo quanto é lugar, qualquer cidade... faz até parecer que está na Lua, no fundo do mar, e...

Tudo bem, entendi o segredo da Kombi, da mata do zoológico, do Rio de Janeiro, das nuvens abaixo de nós. Entendi que ficamos o tempo todo no mesmo lugar, que transamos ali mesmo, no meio da rua, ao lado do terminal.

Só não entendi o lapso de tempo, pois acho que ficamos ali por bem mais de duas horas e cheguei em casa pouco mais de vinte minutos depois de haver desembarcado do metrô.

Sinceramente, de tudo eu só entendi as transas... maravilhosas transas.

4.10.2016

AQUELA ,A TAL....

Beattrice Tales








aqui está ela:
nem puta, nem donzela
aquela...
a tal...
sem igual!

sem denominação
perdição!
a que ri e chora
no H da hora
na hora H

a que goza.
pelo prazer em gozar,
instigar,
guardar em si,
extasiar.

ela...
a sem rótulo.
sem redoma.
sem limites.
que vaga livre, entre céu e terra

aquela...
que se perde,
se acha e encaixa,
entre coxas, lábios, quadris...
deles e delas .

a que geme sorrindo,
implora miando,
a que umedece, em ebulição,
o outro implorando
exatamente, o que odeia amar

ela, aquela
a bela
que sozinha clama companhia
numa verdade nua e crua
em sua eterna cama vazia

http://literaticeseroticas.blogspot.com.br/


12.02.2015

GIFS DE DAR TESÃO ,

  GIFS ROUBADOS DO BLOG  - http://bucetasbemmolhadas.blogspot.com.br/

GIFS DE DAR TESÃO # 3

SEGUINDO COM A SÉRIE DE GIFS TESUDOS. AGUARDO COMETÁRIOS E MANDEM SEU MATERIAL QUE POSTAMOS AQUI.
















GIFS DE DAR TESÃO # 2

ESSES GIFS EU TENHO CERTEZA QUE DÃO TESÃO.




















10.13.2015

NOVINHA VIDEO AMADOR

http://www.ninfetasgratis.net/videos/amadoras/novinha-russa-amadora-mamadora.html

3.03.2015

Alteração do blog da Cléia

A  excelente Cléia Fialho, acabou de exportar seu blog para a plataforma:
http :// sensualidadeaflordapoesia .blogs. sapo.pt

Vale a pena conferir

2.26.2015

Política de conteúdo adulto no Blogger

Olá!!

tudo indica que breve não vamos poder mais nos encontrar por aqui.Vou abrir o blog em outra plataforma e comunico brevemente prá vocês..

Sejam felizes..

A partir de 23 março de 2015, não será mais possível compartilhar publicamente imagens e vídeos que sejam sexualmente explícitos ou mostrem nudez de forma ostensiva no Blogger. Observação: a nudez ainda será permitida se o conteúdo oferecer um benefício público importante, por exemplo, em contexto artístico, educacional, científico ou de documentário. As alterações que você verá em seus blogs Se seu blog já existente não tem nenhuma imagem ou vídeo de sexo explícito ou nudez ostensiva, você não notará nenhuma alteração. Mas se ele tiver, passará a ser privado a partir de 23 de março de 2015. Nenhum conteúdo será excluído, mas o conteúdo privado só pode ser visto pelo proprietário, por administradores do blog e pelas pessoas com quem o proprietário compartilhou o blog.

1.15.2015

CONTOS

Oi,gente...no post de hoje,alguns contos que recebi por email. Espero que vocês gostem..Tem p´ra todos os gostos: tem uma transa entre quase irmãos, um conto de sado masoquismo ligth e um de zoofilia. Meu email vocês conhecem: narcisosantos@hotmail.com.. Aguardo críticas e sugestões

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Um conto quase incestuoso.

Tem algum tempo tenho vontade de escrever para essa página e compartilhar

essa deliciosa história com vocês. A uns 10 anos atras tinha uma mulher que

trabalhava aqui em casa, essa mulher tinha uma filha que tem aproximadamente a mesma idade do que a minha hoje com 25 anos. Por a mulher que trabalhava aqui em casa morar longe a filha dela sempre ficava aqui em casa, e mora até hoje. Foram anos de convivência e já nos tratavamos como verdadeiros irmãos.

Meus pais viajam todo verão, e por motivo de trabalho, nem eu nem minha "irmazinha" tiamos que ficar em casa.

Num belo dia eu e ela estavamos deitados em meu quarto

assistindo TV, quando ela começou a me fazer um carinho no cabelo, e

logicamente, como sou um rapaz muito carinhoso retribui o carinho alisando

seus braços. Essa troca de carinhos foi nos aproximando, até que, sem

trocarmos uma única palavra nos beijamos intensamente.

Aquilo foi aumentando o tesão que em apenas 2 minutos passamos

de irmãos para amantes. Só que ela tendo o último fio de juizo, falou que

aquilo era errado e que deveriamos parar. Eu com o meu pau já em ponto de

bala falamos que nossa vontade de fazermos amor seria maior do que tudo.

Ela me venceu e conseguiu ir para o seu quarto, jogando um

balde de água fira. Puto da vida resolvi sair a noite para ver se arrumava

alguém para apagar o meu fogo quejá estava ardente com a situação.

Chegando em casa sem conseguir nada fui para o quarto

de meus pais por possuirem uma cama de casal onde tinha muito espaço para

dormir. Qual não foi a minha surpresa a minha deliciosa "irmãzinha" estava

dormindo no quarto com uma camisola linda e bem transparente. Tratrei de

entrar para debaixo da coberta e me juntar a ela. Qual no foi minha

surpresa, na hora que me deitei ela me disse: Porque vc demorou tanto?

Estava quase indo dormir...

Nos beijamos muito, e tiramos aquele comecei a beija-la.

desci minha linha até sua bocetinha mais do que meladinha e fiz ela

gozar como nunca (palavras da boca dela). Não aguentando mais de tesão,

enfiei o meu pau naquela bocetinha linda e melada, em movimentos bem

lentos para matar aquela gostosa de tesão... Fizemos amor a noite inteira.

E nos tornamos verdadeiros amantes. Em breve contarei novas histórias com a

minha deliciosa "irmazinha"

Espero que vocês tenham gostado da minha historia, e queria me

corresponder com mulheres que gostassem de sexo bem feito.

bernardo-es@bol.com.br

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Bonitinha mas porém ordinária

Ele: Nosso relacionamento era morno, sem grandes lances. Mas pelas pistas

que eu ia colhendo ao longo do caminho eu sabia que ela tinha uma certa

vocação e cabia a mim desperta-la.

Ela: Ele me deixava confusa. Fazia-me pensar em coisas em que eu não

pensava com outros homens. Ele me levou para este caminho que agora sigo. A

ele sou grata. A ele devo isso.

Ele: Eu alongaria demais o relato se fosse descrever os detalhes de como

chegamos àquele momento culminante em que de fato ela assumiu seu caminho.

Deixarei isso para uma outra oportunidade. Por hora vamos ao xis da

questão.

Ela: Vou relatar como tudo aconteceu naquele dia.

Ele: Ficou acertado que eu a raptaria em sua casa e que ela não

facilitaria necessariamente as coisas para mim. Combinamos que eu chegaria logo após a meia noite, que ela atenderia a porta como se fosse uma situação normal e então começaria o jogo. Mas um jogo desse tipo não tem graça se as regras forem seguidas a risca. Deu meia

noite e eu não apareci. Deixei o tempo passar. Eu sabia

que ela estava lá aguardando ansiosa. E quanto mais ansiosa melhor.

Ela: Eu passei o dia todo ansiosa e, confesso, excitada. Bem antes da

meia-noite comecei a me preparar para o que tínhamos combinado. A todo

momento me vinha o impulso de desistir. Eu não o conhecia direito. Ele era

um tanto estranho e eu não sabia exatamente onde

tudo podia terminar. Mas eu não conseguia fazer nada, como se fosse

destino. Tomei um banho especial, me perfumei toda, pus uma lingirie muito

sexy, que havia comprado no dia anterior seguindo a determinação dele, que

me queria do jeito que ele ordenasse. Por volta da

meia noite eu já estava na lingirie preta com o coração na boca,

supostamente pronta para ir para a cama. Mas e aflita. O tempo passava e

nada. Fiquei aguardando até as duas horas e

ele não deu sinal. O telefone no apartamento dele caia na secretária

eletrônica. Fiquei preocupada, fiquei com raiva. Por fim decidi dormir.

Aquela excitação toda

tinha me deixado exausta. Deitei na cama pensando nas loucuras que

deveriam estar ocorrendo naquele momento mas que graças ao caloteiro

ficariam adiadas para outro dia. Dormi e sonhei com o safado.

Ele: As três horas da manhã entrei em ação. Foi fácil abrir a janela do quarto dela. Se

eu fosse de fato um ladrão, ela estaria perdida. Ela dormia de bruços com

uma perna esticada e outra encolhida. A paisagem era convidativa. A

calcinha entrando na bundinha me deixou

louco, mas era hora de agir.

Ela: Eu acordei e logo entrei em pânico, mas

não foi possível nenhum escândalo. Minhas mãos estavam algemadas nas

costas e um mascarado estava sobre meu corpo me imobilizando. Com uma mão

ele tapava minha boca e com a outra encostava uma faca em meu pescoço. Ele

não disse uma palavra, apenas fez um sinal ordenando silêncio. Amordaçou-me

e em seguida vendou- me. Tudo foi tão rápido e confuso que eu nem tinha

certeza se o mascarado era quem devia ser. As coisas estavam acontecendo

diferente do combinado. Fiquei assustada. Vendada eu sentia o frio metal

correndo por meu corpo. Ele me acariciava com a ponta da faca. Em seguida

algemou meus pés e me pôs no ombro. Fui

carregada como um estivador carrega um saco de farinha.

Ele: Coloquei-a no porta-malas do carro e disse: Você pediu, você terá..

Dirigi até o sítio que estava reservado para nosso jogo. Chegamos lá próximo

da alvorada. Estacionei diante do velho galpão e fui buscar a corda. Em

seguida abri o porta-malas.

Ela: Na hora em que fui jogada dentro do

porta-malas veio-me a vontade de desistir e dizer a ele para pararmos pois

eu não estava preparada para isso, que ele não estava seguindo o combinado e

era uma loucura

muito grande. Mas dizer como se eu estava amordaçada e ele grunhidos.

Fiquei na mais completa escuridão. O porta-malas era desconfortável e frio.

Eu acompanhava a viagem pelos solavancos e ruídos do carro. Ele ligou o

rádio e o alto falante tocava música suave acima da minha cabeça enquanto eu

sacolejava para todo lado. Foram momentos difíceis e eu comecei a pensar no

que ainda viria.

Fiquei confusa. Eu não estava pronta para aquilo. Nunca tinha feito nada

igual. Por que diabos fui me meter naquela fria? Fiquei com vontade de

chorar e chorei muito.

Ele: Quando abri o porta malas ela estava soluçando.

Ajudei-a a sair do carro. Ela ficou em pé e eu tirei- lhe a venda. Ela olhou

à sua roda curiosa. A luz a ofuscava. Então eu disse: Podemos parar agora se

você

quiser. Ela ficou muda e cabisbaixa. Tirei-lhe a mordaça e disse: Aqui você

pode gritar que ninguém vai ouvir.

Ela: A partir daquele momento ficou claro para mim que as coisas

aconteceriam até o fim. Ele estava se apossando de mim e eu não conseguia

fazer nada contra.

Eu estava muito cansada, precisava de repouso, mas ele removeu as algemas

dos meus pés e disse para eu correr ou algo muito ruim iria acontecer. E eu,

simplesmente corri, como ele havia mandado. Corri pelo caminho que levava à

entrada do sítio.

Ele: Quando ela começou a correr preparei o laço.

Queria testar meu talento de laçador. Quando ela estava já a uma distância

considerável fiz o arremesso. Peguei- a em cheio e o laço envolveu-lhe o

tórax. Dei um puxão e a novilha caiu. Calmamente me aproximei dela que

estava no chão e disse-lhe: Isso é o que acontece com

as novilhas fujonas. Ordenei-lhe que levantasse e a puxei pela corda até o

galpão. Ela veio toda emburrada e resistindo.

Ela: Ele me humilhou tratando-me como sua rês mas no fundo eu não me

importava pois começava a me sentir: uma propriedade dele. Ele me puxou até

o galpão. Lá dentro havia muito feno. Nas paredes estavam pendurados

arreios, correntes, chicotes. Das vigas de madeira no

alto pendiam roldanas. Ele pegou uma cor os num dos pés direitos do galpão

e disse:

Você fica aqui. Quando eu estiver pronto para te usar voltarei para começar

o teu treinamento.

Ele: Deixei-a no galpão e fui descansar na casa do sítio. Tinha sido uma

noite cheia. Eu precisava ficar em forma para dar-lhe o treinamento devido

mais tarde. Eu sabia que enquanto descansava ela ficaria lá no galpão

ansiosa e a longa espera a deixaria no ponto certo para mim.

Ela: Eu o vi se afastando na direção da casa. Gritei para ele que eu estava

com fome mas ele nem se voltou para me ouvir. O tempo passava e eu não tinha

outra coisa a fazer senão olhar para paredes, feno, arreios, correntes,

chicotes. É difícil dizer exatamente o que eu senti naquela hora. Aconteceu

tudo misturado, o desconforto da corrente, a expectativa de quando ele

voltaria, o feno. Pensei em nós dois no feno. Olhei para o chicote na

parede. Fiquei arrepiada. Eu sentia

frio. A lingerie era apenas calcinha, sutiã e um pegnoir transparente. A

corrente era muito curta e eu não conseguia me mover mais que um metro em

volta do pé direito. A fome aumentava, a ansiedade aumentava, a corrente

apertava, eu não podia sequer urinar. Eu já estava toda melada, pensando no

que aconteceria entre nós quando ele voltasse, mas ele não voltava. Foi um

dia em que os minutos valeram por horas.

Ele: Eu tirei uma soneca à tarde e ao final do dia voltei ao galpão. Ela

estava ajoelhada, com a cabeça no feno e as mãos para trás esticadas pela

corrente. Nem percebeu minha chegada. Com todo cuidado me aproximei e

dei-lhe uma lambada de chicotinho na bunda exposta. Ela

saltou assustada e então eu disse: Não te avisei que queria você pronta

para mim?

Ela: Eu levei o maior susto. Ergui-me rápido e o encontrei diante de mim.

Rapidamente eu me postei do modo que ele exigia: de joelhos, com as pernas

abertas, a bundinha empinada, o peito arfando e a boca entreaberta. Agora

tudo ia acontecer e eu estava com o coração disparado. Ele ordenou que eu me

levantasse eis queria inspecionar a sua nova escrava. Mandou-me abrir e

esticar as pernas. Eu sentia sua respiração na minha nuca enquanto ele

apalpava meus seios. Depois alisou minhas coxas e enfiou a mão por dentro da

calcinha. Bolinou minha xotinha que estava completamente ensopada a estas

alturas. Depois pegou pelas laterais da calcinha e

puxou, fazendo-me ficar na ponta dos dedos dos pés com a calcinha enterrada

entre os lábios. Nessa hora ele disse que iria me usar e se gostasse de mim

me compraria. Pôs a mão no meio do meu rego e bolinou o meu ânus. Em seguida

ordenou-me que ficasse novamente de joelhos.

Ele: Ela ajoelhou-se diante de mim. Eu soltei a corrente e disse a ela que

despisse minha calça e meus sapatos. Ela fez tudo com muito cuidado,

compenetrada. Aí eu disse-lhe para beijar meus pés e ela fez com muito

respeito. E foi beijando e lambendo meus pés, minhas pernas, subindo

lentamente até chegar nas coxas. Ela lambia minhas coxas como uma cadelinha.

Chegou na

virilha e eu mandei parar. Ordenei que fechasse os olhos para tirar minha

cueca. Ela fechou os olhos e baixou minha cueca. Com as mãos tateou e se

agarrou ao meu pau.. Implorou que eu deixasse ela abrir os olhos mas eu

disse que não, pois, ela ainda não tinha o direito de servi-lo. Ela sabia

segurar um cacete. Eu via que seus lábios se lambiam por ele. Disse a ela

que abrisse a boca e deixasse a língua para fora. Ela: Eu estava louca para

sentir o pau dele na boca e ele não deixava. Eu abri a boca de olhos

fechados e ele ficou batendo com a cabeça do pau na minha língua,

perguntando se eu queria, se eu iria engolir ele todo. Eu balançava a

cabeça dizendo que sim e tentava lambe- lo com a língua toda vez que ele a

tocava. Ele ordenou que eu fizesse um biquinho para recebe-lo com a boca bem

fechada.. E ordenou que eu resistisse à penetração.

Eu segurei o que pude enquanto ele tentava penetrar a minha boca puxando

meus cabelos. Por fim ele venceu e encheu a minha boca com aquele cace

vomitei. Ele fazia vai e vem na minha boca e me esbofeteava dizendo para

apertar mais e chupar mais. Eu o chupava como uma louca. Então, ele parou de

movimentar e ordenou que o seguisse de joelhos segurando o pau todo na boca.

Ele: Eu queria que ela caminhasse de joelhos com meu pau na boca. Disse a

ela que se ela o perdesse seria castigada. Fui até a parede e peguei uma

corda que tinha a ponta presa à roldana no teto. Ordenei que ela deitasse

de bruços e comecei a amarra-la. Primeiro as mãos nas costas, depois os pés.

Tomei os cuidados para não machuca-la quando a içasse. Ela: Eu pensei que

ele queria algo comigo amarrada no chão. Eu ainda estava com o gosto do pau

dele na boca

quando repentinamente ele começou a me içar de ponta cabeça pela roldana.

Nessa hora realmente fiquei com medo, muito medo. Pensei que era o meu fim.

Ele me içou até que minha cabeça ficasse na altura do seu pau e então me fez

chupa-lo.

Ele: Ela me chupou loucamente. Tive que ordenar-lhe para parar

porque eu já estava para gozar e ainda não tinha feito tudo. Então peguei o

chicote de couro da parede e disse-lhe que era hora do castigo. Coloquei-me

em posição e ordenei a ela que contasse e agradecesse cada lambada na sua

bunda linda.

Ela: Ele começou a me chicotear na bunda e eu tinha que contar as

chicotadas e dizer obrigada a cada lambada. E ele batia cada vez mais forte.

Não sei como resisti. Minha cabeça doía com o sangue que descia sobre ela.

Minhas pernas doíam, minha bunda queimava com as chicotadas. Eu não sabia

até quando agüentaria mas agüentei firme. Eu estava louca de excitação.

Minha

xotinha escorria. Ele: As chicotadas me cansaram. Achei que era hora de

gozar. Coloquei um cavalete debaixo dela e desci a corda. Coloquei-a sobre o

cavalete., apoiada no quadril e com a bunda empinada para cima.

Ela: Eu

fiquei de bruços sobre o cavalete com a cabeça para baixo e os pés sem tocar

no chão. Concluí que ele ia me arrombar. Eu não o via. Ele estava atrás de

mim.

Ele beijou minha bunda nos locais onde tinha chicoteado e de repente sem

aviso cravou o pau na minha bucetinha encharcada. Eu gritei de susto. Ele

começou a enfiar com vigor e não precisou muito para eu gozar gemendo como

uma cadela. Mas ele não tinha gozado ainda e tirou

o pau da minha xotinha e lubrificou meu rabinho com saliva.

Ele: Aquela

bunda empinada exposta era de enlouquecer qualquer um. E o rabinho rosado

dela estava piscando para mim, pedindo para ser arrombado. Lubrifiquei bem

antes de entrar. Ela: Ele me ordenou que contraísse o rabinho para o pau

dele e foi me penetrando como um bárbaro. Eu sentia que me rasgavam por

dentro. O pau dele arrombou meu cuzinho e se instalou todo dentro dele. Eu

estava sem fôlego

mas aí ele começou a mexer e eu enlouqueci de tesão. Eu contraía e soltava

o rabinho como ele havia ordenado. As suas metidas no meu cuzinho fizeram

que eu gozasse novamente, um gozo que me consumiu as forças. Eu gozei e ele

também, como um animal selvagem. Eu sentia as

gotas do suor dele caindo sobre minhas costas.

Ele: Gozei nela como nunca

tinha gozado. Fiquei com as pernas bambas, curvado sobre o corpo dela, com o

pau todo enterrado na sua bunda. Depois que consegui recuperar o fôlego,

dei-lhe um beijo na nuca.

Ela: Ele me soltou e me levou para a casa do

sítio. Pude tomar um banho e me alimentar. Ele foi muito carinhoso comigo.

Serviu-me um belo jantar. Conversamos muito e nos beijamos. Mas depois do

jantar ele ordenou

que eu voltasse ao galpão. Ele acorrentou-me novamente e começou com novas

loucuras que ainda precisam ser contadas. Foi um final de semana

inesquecível.

- 138059

Seduzida por pastor

Inicialmente, sem me delongar em descrições inúteis, gostaria de dizer

apenas que sou uma mulher bonita. A narração começa quando me sentia muito

estressada com o dia-a-dia, os afazeres, as responsabilidades. Numa

sexta-feira, depois de sair do tribunal, às 14h00, resolvi que ia relaxar e

somente me religar ao mundo na segunda-feira. Peguei o meu carro e fui até

um sítio, que tem alguns lagos e rios nele. Foi o começo de uma deliciosa

experiência que me marcou, principalmente minha vida sexual. No sítio, tem

muitos animais e alguns cães, que guardam a propriedade, alguns cavalos,

bois e outros bichos da fauna local, pois estamos na Amazônia, é muito

isolado, além dos bichos, só fica o caseiro, sua mulher e seus filhos

adolescentes. Passou-se o resto de sexta-feira e o sábado. Nestes dias

fiquei tomando banho de sol totalmente nua à beira de um lago, pois pedi

privacidade para relaxar, o que fui bem atendida. No domingo, por volta de

16h00, percebi que no lago estavam alguns bichos. Pensei que só estavam ali

por causa de ninguém me incomodar. Repentinamente chega até mim um cão

pastor e fica por ali. Quando estava lendo um livro, notei que o animal

estava prestando bastante atenção em mim. Chamei-o e fiz-lhe um carinho e,

depois, resolvi brincar com ele massageando o seu pênis. Parei e continuei a

leitura. O cão começou a querer penetrar minha perna que pendia fora da

cadeira de praia. De um instante para outro, subiu-me um calor, uma

sensação, não sei o que, mas sabia que tinha que ser a fêmea daquele macho.

Como já estava nua, abri as pernas e ele veio direto ao meu sexo e lambeu,

lambia tão gostoso que me levou às alturas. Súbito, já não mais sabia o que

fazia, estava totalmente entregue ao animal e aos meus instintos. Como que

estivesse sendo ordenada fiquei de quatro e ele veio... Ao sentir que ele

montava sobre minhas costas foi o máximo, quase tive um orgasmo só pela

sensação. Ele movimentava e sentia o seu membro bater mas não entrava. De

repente, como se me quisesse maltratar, ele enfiou tudo em minha vagina! Dei

um grito tão enorme quanto o prazer que senti. Foi uns dez minutos de

estocadas, que me deixaram mole. Percebi que havia algo grande dentro de

mim, aquela bola que cresce no pênis de meu amante, e ficamos grudados por

um tempo. Depois, não aguentei e deitei-me sobre uma toalha estendida sobre

a grama sentido os sumos de meu amante escorrerem de dentro de mim. Não sei

quanto tempo se passou, mas foi rápido, e senti novamente ele empurrando seu

focinho atrás de mim, sabia que ele me queria ainda mais, empurrava-me com

força: atendi! Fiquei novamente na minha posição submissa e ele rapidamente

veio e me montou, só que dessa vez ele já tinha aprendido o caminho, mas não

sem me surpreender: em uma só forte e maravilhosa estocada, penetrou meu

ânus, que até aquele instante nunca fôra de niguém! Não sei explicar a

sensação, mas foi ainda mais maravilhosa que a outra. Aquele cão estava

adestrando sua dona maravilhosamente. Sentia entrar e sair, às vezes, mais

rápido, às vezes, bem lento - ele sabe satisfazer uma mulher bem melhor que

muitos homens -. Sentia o membor do meu amante crescer cada vez mais, até

quase não mais o suportar dentro de mim. Perdi a noção do tempo, o quanto

fui usada, mas foi a melhor coisa que me podia ter acontecido naquela semana

atribulada. Voltei, quando já estava anoitecendo mais do que satisfeita.

Ainda fui mais uma vez usada em meu quarto, antes de voltar para a cidade.

Se você quizer trocar experiências e fotos o e-mail é: zoonat@yahoo.com.br