1.15.2015

CONTOS

Oi,gente...no post de hoje,alguns contos que recebi por email. Espero que vocês gostem..Tem p´ra todos os gostos: tem uma transa entre quase irmãos, um conto de sado masoquismo ligth e um de zoofilia. Meu email vocês conhecem: narcisosantos@hotmail.com.. Aguardo críticas e sugestões

100_0401 (2)

Um conto quase incestuoso.

Tem algum tempo tenho vontade de escrever para essa página e compartilhar

essa deliciosa história com vocês. A uns 10 anos atras tinha uma mulher que

trabalhava aqui em casa, essa mulher tinha uma filha que tem aproximadamente a mesma idade do que a minha hoje com 25 anos. Por a mulher que trabalhava aqui em casa morar longe a filha dela sempre ficava aqui em casa, e mora até hoje. Foram anos de convivência e já nos tratavamos como verdadeiros irmãos.

Meus pais viajam todo verão, e por motivo de trabalho, nem eu nem minha "irmazinha" tiamos que ficar em casa.

Num belo dia eu e ela estavamos deitados em meu quarto

assistindo TV, quando ela começou a me fazer um carinho no cabelo, e

logicamente, como sou um rapaz muito carinhoso retribui o carinho alisando

seus braços. Essa troca de carinhos foi nos aproximando, até que, sem

trocarmos uma única palavra nos beijamos intensamente.

Aquilo foi aumentando o tesão que em apenas 2 minutos passamos

de irmãos para amantes. Só que ela tendo o último fio de juizo, falou que

aquilo era errado e que deveriamos parar. Eu com o meu pau já em ponto de

bala falamos que nossa vontade de fazermos amor seria maior do que tudo.

Ela me venceu e conseguiu ir para o seu quarto, jogando um

balde de água fira. Puto da vida resolvi sair a noite para ver se arrumava

alguém para apagar o meu fogo quejá estava ardente com a situação.

Chegando em casa sem conseguir nada fui para o quarto

de meus pais por possuirem uma cama de casal onde tinha muito espaço para

dormir. Qual não foi a minha surpresa a minha deliciosa "irmãzinha" estava

dormindo no quarto com uma camisola linda e bem transparente. Tratrei de

entrar para debaixo da coberta e me juntar a ela. Qual no foi minha

surpresa, na hora que me deitei ela me disse: Porque vc demorou tanto?

Estava quase indo dormir...

Nos beijamos muito, e tiramos aquele comecei a beija-la.

desci minha linha até sua bocetinha mais do que meladinha e fiz ela

gozar como nunca (palavras da boca dela). Não aguentando mais de tesão,

enfiei o meu pau naquela bocetinha linda e melada, em movimentos bem

lentos para matar aquela gostosa de tesão... Fizemos amor a noite inteira.

E nos tornamos verdadeiros amantes. Em breve contarei novas histórias com a

minha deliciosa "irmazinha"

Espero que vocês tenham gostado da minha historia, e queria me

corresponder com mulheres que gostassem de sexo bem feito.

bernardo-es@bol.com.br

--------------------

100_2871

Bonitinha mas porém ordinária

Ele: Nosso relacionamento era morno, sem grandes lances. Mas pelas pistas

que eu ia colhendo ao longo do caminho eu sabia que ela tinha uma certa

vocação e cabia a mim desperta-la.

Ela: Ele me deixava confusa. Fazia-me pensar em coisas em que eu não

pensava com outros homens. Ele me levou para este caminho que agora sigo. A

ele sou grata. A ele devo isso.

Ele: Eu alongaria demais o relato se fosse descrever os detalhes de como

chegamos àquele momento culminante em que de fato ela assumiu seu caminho.

Deixarei isso para uma outra oportunidade. Por hora vamos ao xis da

questão.

Ela: Vou relatar como tudo aconteceu naquele dia.

Ele: Ficou acertado que eu a raptaria em sua casa e que ela não

facilitaria necessariamente as coisas para mim. Combinamos que eu chegaria logo após a meia noite, que ela atenderia a porta como se fosse uma situação normal e então começaria o jogo. Mas um jogo desse tipo não tem graça se as regras forem seguidas a risca. Deu meia

noite e eu não apareci. Deixei o tempo passar. Eu sabia

que ela estava lá aguardando ansiosa. E quanto mais ansiosa melhor.

Ela: Eu passei o dia todo ansiosa e, confesso, excitada. Bem antes da

meia-noite comecei a me preparar para o que tínhamos combinado. A todo

momento me vinha o impulso de desistir. Eu não o conhecia direito. Ele era

um tanto estranho e eu não sabia exatamente onde

tudo podia terminar. Mas eu não conseguia fazer nada, como se fosse

destino. Tomei um banho especial, me perfumei toda, pus uma lingirie muito

sexy, que havia comprado no dia anterior seguindo a determinação dele, que

me queria do jeito que ele ordenasse. Por volta da

meia noite eu já estava na lingirie preta com o coração na boca,

supostamente pronta para ir para a cama. Mas e aflita. O tempo passava e

nada. Fiquei aguardando até as duas horas e

ele não deu sinal. O telefone no apartamento dele caia na secretária

eletrônica. Fiquei preocupada, fiquei com raiva. Por fim decidi dormir.

Aquela excitação toda

tinha me deixado exausta. Deitei na cama pensando nas loucuras que

deveriam estar ocorrendo naquele momento mas que graças ao caloteiro

ficariam adiadas para outro dia. Dormi e sonhei com o safado.

Ele: As três horas da manhã entrei em ação. Foi fácil abrir a janela do quarto dela. Se

eu fosse de fato um ladrão, ela estaria perdida. Ela dormia de bruços com

uma perna esticada e outra encolhida. A paisagem era convidativa. A

calcinha entrando na bundinha me deixou

louco, mas era hora de agir.

Ela: Eu acordei e logo entrei em pânico, mas

não foi possível nenhum escândalo. Minhas mãos estavam algemadas nas

costas e um mascarado estava sobre meu corpo me imobilizando. Com uma mão

ele tapava minha boca e com a outra encostava uma faca em meu pescoço. Ele

não disse uma palavra, apenas fez um sinal ordenando silêncio. Amordaçou-me

e em seguida vendou- me. Tudo foi tão rápido e confuso que eu nem tinha

certeza se o mascarado era quem devia ser. As coisas estavam acontecendo

diferente do combinado. Fiquei assustada. Vendada eu sentia o frio metal

correndo por meu corpo. Ele me acariciava com a ponta da faca. Em seguida

algemou meus pés e me pôs no ombro. Fui

carregada como um estivador carrega um saco de farinha.

Ele: Coloquei-a no porta-malas do carro e disse: Você pediu, você terá..

Dirigi até o sítio que estava reservado para nosso jogo. Chegamos lá próximo

da alvorada. Estacionei diante do velho galpão e fui buscar a corda. Em

seguida abri o porta-malas.

Ela: Na hora em que fui jogada dentro do

porta-malas veio-me a vontade de desistir e dizer a ele para pararmos pois

eu não estava preparada para isso, que ele não estava seguindo o combinado e

era uma loucura

muito grande. Mas dizer como se eu estava amordaçada e ele grunhidos.

Fiquei na mais completa escuridão. O porta-malas era desconfortável e frio.

Eu acompanhava a viagem pelos solavancos e ruídos do carro. Ele ligou o

rádio e o alto falante tocava música suave acima da minha cabeça enquanto eu

sacolejava para todo lado. Foram momentos difíceis e eu comecei a pensar no

que ainda viria.

Fiquei confusa. Eu não estava pronta para aquilo. Nunca tinha feito nada

igual. Por que diabos fui me meter naquela fria? Fiquei com vontade de

chorar e chorei muito.

Ele: Quando abri o porta malas ela estava soluçando.

Ajudei-a a sair do carro. Ela ficou em pé e eu tirei- lhe a venda. Ela olhou

à sua roda curiosa. A luz a ofuscava. Então eu disse: Podemos parar agora se

você

quiser. Ela ficou muda e cabisbaixa. Tirei-lhe a mordaça e disse: Aqui você

pode gritar que ninguém vai ouvir.

Ela: A partir daquele momento ficou claro para mim que as coisas

aconteceriam até o fim. Ele estava se apossando de mim e eu não conseguia

fazer nada contra.

Eu estava muito cansada, precisava de repouso, mas ele removeu as algemas

dos meus pés e disse para eu correr ou algo muito ruim iria acontecer. E eu,

simplesmente corri, como ele havia mandado. Corri pelo caminho que levava à

entrada do sítio.

Ele: Quando ela começou a correr preparei o laço.

Queria testar meu talento de laçador. Quando ela estava já a uma distância

considerável fiz o arremesso. Peguei- a em cheio e o laço envolveu-lhe o

tórax. Dei um puxão e a novilha caiu. Calmamente me aproximei dela que

estava no chão e disse-lhe: Isso é o que acontece com

as novilhas fujonas. Ordenei-lhe que levantasse e a puxei pela corda até o

galpão. Ela veio toda emburrada e resistindo.

Ela: Ele me humilhou tratando-me como sua rês mas no fundo eu não me

importava pois começava a me sentir: uma propriedade dele. Ele me puxou até

o galpão. Lá dentro havia muito feno. Nas paredes estavam pendurados

arreios, correntes, chicotes. Das vigas de madeira no

alto pendiam roldanas. Ele pegou uma cor os num dos pés direitos do galpão

e disse:

Você fica aqui. Quando eu estiver pronto para te usar voltarei para começar

o teu treinamento.

Ele: Deixei-a no galpão e fui descansar na casa do sítio. Tinha sido uma

noite cheia. Eu precisava ficar em forma para dar-lhe o treinamento devido

mais tarde. Eu sabia que enquanto descansava ela ficaria lá no galpão

ansiosa e a longa espera a deixaria no ponto certo para mim.

Ela: Eu o vi se afastando na direção da casa. Gritei para ele que eu estava

com fome mas ele nem se voltou para me ouvir. O tempo passava e eu não tinha

outra coisa a fazer senão olhar para paredes, feno, arreios, correntes,

chicotes. É difícil dizer exatamente o que eu senti naquela hora. Aconteceu

tudo misturado, o desconforto da corrente, a expectativa de quando ele

voltaria, o feno. Pensei em nós dois no feno. Olhei para o chicote na

parede. Fiquei arrepiada. Eu sentia

frio. A lingerie era apenas calcinha, sutiã e um pegnoir transparente. A

corrente era muito curta e eu não conseguia me mover mais que um metro em

volta do pé direito. A fome aumentava, a ansiedade aumentava, a corrente

apertava, eu não podia sequer urinar. Eu já estava toda melada, pensando no

que aconteceria entre nós quando ele voltasse, mas ele não voltava. Foi um

dia em que os minutos valeram por horas.

Ele: Eu tirei uma soneca à tarde e ao final do dia voltei ao galpão. Ela

estava ajoelhada, com a cabeça no feno e as mãos para trás esticadas pela

corrente. Nem percebeu minha chegada. Com todo cuidado me aproximei e

dei-lhe uma lambada de chicotinho na bunda exposta. Ela

saltou assustada e então eu disse: Não te avisei que queria você pronta

para mim?

Ela: Eu levei o maior susto. Ergui-me rápido e o encontrei diante de mim.

Rapidamente eu me postei do modo que ele exigia: de joelhos, com as pernas

abertas, a bundinha empinada, o peito arfando e a boca entreaberta. Agora

tudo ia acontecer e eu estava com o coração disparado. Ele ordenou que eu me

levantasse eis queria inspecionar a sua nova escrava. Mandou-me abrir e

esticar as pernas. Eu sentia sua respiração na minha nuca enquanto ele

apalpava meus seios. Depois alisou minhas coxas e enfiou a mão por dentro da

calcinha. Bolinou minha xotinha que estava completamente ensopada a estas

alturas. Depois pegou pelas laterais da calcinha e

puxou, fazendo-me ficar na ponta dos dedos dos pés com a calcinha enterrada

entre os lábios. Nessa hora ele disse que iria me usar e se gostasse de mim

me compraria. Pôs a mão no meio do meu rego e bolinou o meu ânus. Em seguida

ordenou-me que ficasse novamente de joelhos.

Ele: Ela ajoelhou-se diante de mim. Eu soltei a corrente e disse a ela que

despisse minha calça e meus sapatos. Ela fez tudo com muito cuidado,

compenetrada. Aí eu disse-lhe para beijar meus pés e ela fez com muito

respeito. E foi beijando e lambendo meus pés, minhas pernas, subindo

lentamente até chegar nas coxas. Ela lambia minhas coxas como uma cadelinha.

Chegou na

virilha e eu mandei parar. Ordenei que fechasse os olhos para tirar minha

cueca. Ela fechou os olhos e baixou minha cueca. Com as mãos tateou e se

agarrou ao meu pau.. Implorou que eu deixasse ela abrir os olhos mas eu

disse que não, pois, ela ainda não tinha o direito de servi-lo. Ela sabia

segurar um cacete. Eu via que seus lábios se lambiam por ele. Disse a ela

que abrisse a boca e deixasse a língua para fora. Ela: Eu estava louca para

sentir o pau dele na boca e ele não deixava. Eu abri a boca de olhos

fechados e ele ficou batendo com a cabeça do pau na minha língua,

perguntando se eu queria, se eu iria engolir ele todo. Eu balançava a

cabeça dizendo que sim e tentava lambe- lo com a língua toda vez que ele a

tocava. Ele ordenou que eu fizesse um biquinho para recebe-lo com a boca bem

fechada.. E ordenou que eu resistisse à penetração.

Eu segurei o que pude enquanto ele tentava penetrar a minha boca puxando

meus cabelos. Por fim ele venceu e encheu a minha boca com aquele cace

vomitei. Ele fazia vai e vem na minha boca e me esbofeteava dizendo para

apertar mais e chupar mais. Eu o chupava como uma louca. Então, ele parou de

movimentar e ordenou que o seguisse de joelhos segurando o pau todo na boca.

Ele: Eu queria que ela caminhasse de joelhos com meu pau na boca. Disse a

ela que se ela o perdesse seria castigada. Fui até a parede e peguei uma

corda que tinha a ponta presa à roldana no teto. Ordenei que ela deitasse

de bruços e comecei a amarra-la. Primeiro as mãos nas costas, depois os pés.

Tomei os cuidados para não machuca-la quando a içasse. Ela: Eu pensei que

ele queria algo comigo amarrada no chão. Eu ainda estava com o gosto do pau

dele na boca

quando repentinamente ele começou a me içar de ponta cabeça pela roldana.

Nessa hora realmente fiquei com medo, muito medo. Pensei que era o meu fim.

Ele me içou até que minha cabeça ficasse na altura do seu pau e então me fez

chupa-lo.

Ele: Ela me chupou loucamente. Tive que ordenar-lhe para parar

porque eu já estava para gozar e ainda não tinha feito tudo. Então peguei o

chicote de couro da parede e disse-lhe que era hora do castigo. Coloquei-me

em posição e ordenei a ela que contasse e agradecesse cada lambada na sua

bunda linda.

Ela: Ele começou a me chicotear na bunda e eu tinha que contar as

chicotadas e dizer obrigada a cada lambada. E ele batia cada vez mais forte.

Não sei como resisti. Minha cabeça doía com o sangue que descia sobre ela.

Minhas pernas doíam, minha bunda queimava com as chicotadas. Eu não sabia

até quando agüentaria mas agüentei firme. Eu estava louca de excitação.

Minha

xotinha escorria. Ele: As chicotadas me cansaram. Achei que era hora de

gozar. Coloquei um cavalete debaixo dela e desci a corda. Coloquei-a sobre o

cavalete., apoiada no quadril e com a bunda empinada para cima.

Ela: Eu

fiquei de bruços sobre o cavalete com a cabeça para baixo e os pés sem tocar

no chão. Concluí que ele ia me arrombar. Eu não o via. Ele estava atrás de

mim.

Ele beijou minha bunda nos locais onde tinha chicoteado e de repente sem

aviso cravou o pau na minha bucetinha encharcada. Eu gritei de susto. Ele

começou a enfiar com vigor e não precisou muito para eu gozar gemendo como

uma cadela. Mas ele não tinha gozado ainda e tirou

o pau da minha xotinha e lubrificou meu rabinho com saliva.

Ele: Aquela

bunda empinada exposta era de enlouquecer qualquer um. E o rabinho rosado

dela estava piscando para mim, pedindo para ser arrombado. Lubrifiquei bem

antes de entrar. Ela: Ele me ordenou que contraísse o rabinho para o pau

dele e foi me penetrando como um bárbaro. Eu sentia que me rasgavam por

dentro. O pau dele arrombou meu cuzinho e se instalou todo dentro dele. Eu

estava sem fôlego

mas aí ele começou a mexer e eu enlouqueci de tesão. Eu contraía e soltava

o rabinho como ele havia ordenado. As suas metidas no meu cuzinho fizeram

que eu gozasse novamente, um gozo que me consumiu as forças. Eu gozei e ele

também, como um animal selvagem. Eu sentia as

gotas do suor dele caindo sobre minhas costas.

Ele: Gozei nela como nunca

tinha gozado. Fiquei com as pernas bambas, curvado sobre o corpo dela, com o

pau todo enterrado na sua bunda. Depois que consegui recuperar o fôlego,

dei-lhe um beijo na nuca.

Ela: Ele me soltou e me levou para a casa do

sítio. Pude tomar um banho e me alimentar. Ele foi muito carinhoso comigo.

Serviu-me um belo jantar. Conversamos muito e nos beijamos. Mas depois do

jantar ele ordenou

que eu voltasse ao galpão. Ele acorrentou-me novamente e começou com novas

loucuras que ainda precisam ser contadas. Foi um final de semana

inesquecível.

- 138059

Seduzida por pastor

Inicialmente, sem me delongar em descrições inúteis, gostaria de dizer

apenas que sou uma mulher bonita. A narração começa quando me sentia muito

estressada com o dia-a-dia, os afazeres, as responsabilidades. Numa

sexta-feira, depois de sair do tribunal, às 14h00, resolvi que ia relaxar e

somente me religar ao mundo na segunda-feira. Peguei o meu carro e fui até

um sítio, que tem alguns lagos e rios nele. Foi o começo de uma deliciosa

experiência que me marcou, principalmente minha vida sexual. No sítio, tem

muitos animais e alguns cães, que guardam a propriedade, alguns cavalos,

bois e outros bichos da fauna local, pois estamos na Amazônia, é muito

isolado, além dos bichos, só fica o caseiro, sua mulher e seus filhos

adolescentes. Passou-se o resto de sexta-feira e o sábado. Nestes dias

fiquei tomando banho de sol totalmente nua à beira de um lago, pois pedi

privacidade para relaxar, o que fui bem atendida. No domingo, por volta de

16h00, percebi que no lago estavam alguns bichos. Pensei que só estavam ali

por causa de ninguém me incomodar. Repentinamente chega até mim um cão

pastor e fica por ali. Quando estava lendo um livro, notei que o animal

estava prestando bastante atenção em mim. Chamei-o e fiz-lhe um carinho e,

depois, resolvi brincar com ele massageando o seu pênis. Parei e continuei a

leitura. O cão começou a querer penetrar minha perna que pendia fora da

cadeira de praia. De um instante para outro, subiu-me um calor, uma

sensação, não sei o que, mas sabia que tinha que ser a fêmea daquele macho.

Como já estava nua, abri as pernas e ele veio direto ao meu sexo e lambeu,

lambia tão gostoso que me levou às alturas. Súbito, já não mais sabia o que

fazia, estava totalmente entregue ao animal e aos meus instintos. Como que

estivesse sendo ordenada fiquei de quatro e ele veio... Ao sentir que ele

montava sobre minhas costas foi o máximo, quase tive um orgasmo só pela

sensação. Ele movimentava e sentia o seu membro bater mas não entrava. De

repente, como se me quisesse maltratar, ele enfiou tudo em minha vagina! Dei

um grito tão enorme quanto o prazer que senti. Foi uns dez minutos de

estocadas, que me deixaram mole. Percebi que havia algo grande dentro de

mim, aquela bola que cresce no pênis de meu amante, e ficamos grudados por

um tempo. Depois, não aguentei e deitei-me sobre uma toalha estendida sobre

a grama sentido os sumos de meu amante escorrerem de dentro de mim. Não sei

quanto tempo se passou, mas foi rápido, e senti novamente ele empurrando seu

focinho atrás de mim, sabia que ele me queria ainda mais, empurrava-me com

força: atendi! Fiquei novamente na minha posição submissa e ele rapidamente

veio e me montou, só que dessa vez ele já tinha aprendido o caminho, mas não

sem me surpreender: em uma só forte e maravilhosa estocada, penetrou meu

ânus, que até aquele instante nunca fôra de niguém! Não sei explicar a

sensação, mas foi ainda mais maravilhosa que a outra. Aquele cão estava

adestrando sua dona maravilhosamente. Sentia entrar e sair, às vezes, mais

rápido, às vezes, bem lento - ele sabe satisfazer uma mulher bem melhor que

muitos homens -. Sentia o membor do meu amante crescer cada vez mais, até

quase não mais o suportar dentro de mim. Perdi a noção do tempo, o quanto

fui usada, mas foi a melhor coisa que me podia ter acontecido naquela semana

atribulada. Voltei, quando já estava anoitecendo mais do que satisfeita.

Ainda fui mais uma vez usada em meu quarto, antes de voltar para a cidade.

Se você quizer trocar experiências e fotos o e-mail é: zoonat@yahoo.com.br

9.03.2014

LESBICAS TÊM MAIS ORGASMOS DIZ PESQUISA

Pesquisadores do Instituto Kinsey para Pesquisa sobre Sexo, Gênero e Reprodução da Universidade de Indiana, em Bloomington (EUA), descobriram que lésbicas têm orgasmos mais frequentemente que mulheres heterossexuais.

Eles analisaram as respostas de 2.850 solteiros estadunidenses em questionários online. Os homens, tanto homo quanto heterossexuais, foram os que relataram chegarem ao êxtase mais vezes. A pesquisa foi patrocinada pela empresa de namoro online Match.com, embora os participantes não sejam necessariamente usuários do site.

Os participantes tinham idades entre 21 e mais de 80 anos. Os homens relataram ter um orgasmo durante o sexo com um parceiro familiarizado com 22,2% mais freqüência do que as mulheres. Porém, mulheres lésbicas disseram ter alcançado o clímax durante o sexo com 13,1% mais freqüência do que as heterossexuais. Os resultados foram publicados no “Journal of Sexual Medicine”.

“Orgasmos femininos são menos previsíveis do que os de homens, e eles variam de acordo com orientação sexual, enquanto os dos homens, não”, diz o principal autor do pesquisa, Justin Garcia, professor de estudos de gênero da Universidade de Indiana.

Em 1966, Masters e Johnson, pioneiros da pesquisa sobre sexo, sugeriram que os homens heterossexuais poderiam aprender muito sobre fazer suas parceiras chegarem ao orgasmo com as lésbicas. Por isso, explica Garcia, a descoberta de seu estudo não foi nenhuma surpresa. “Ainda há padrões sexuais muito fortes nos Estados Unidos e eles chegam à cama”, disse ele, referindo-se à diferença do tabu da sexualidade quando comparados os diferentes gêneros e orientações sexuais.

Nicole Prause, que estuda o comportamento sexual humano na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, concorda que a duplicidade de critérios sexuais que favorecem o prazer masculino continuam a prevalecer. Porém, a cientista questionou a validade dos dados do estudo atual, pois acredita que as mulheres muitas vezes pensam que estão tendo um orgasmo quando, na verdade, não estão.

“Eu ficaria chocada se elas não estivessem fazendo uma contagem exagerada”, garantiu Prause, que não estava envolvida no estudo. “Eu não acho que elas estão mentindo”, pondera. “Acho que realmente acreditam que estão tendo um orgasmo. Se elas estão se divertindo, continuem se divertindo. Mas há uma questão científica que não foi abordada”.

Quando homens e mulheres atingem o orgasmo, têm de oito a 12 contrações mensuráveis​​, explica a pesquisadora. Mas este fator não foi mensurado pelos autores. “Como é que as mulheres aprendem o que é um orgasmo? Seus pais não falam com você sobre isso. Onde é que você aprendeu? Eu não sei. Talvez elas estejam relatando orgasmos quando estão apenas tendo uma sensação de prazer”.

Os autores do estudo atual dizem que há uma escassez de dados sobre as taxas de orgasmo com base em orientações sexuais. No novo estudo, homens solteiros relataram ter orgasmo durante o sexo com um parceiro conhecido, em média, 85,1% das vezes, enquanto para as mulheres os números foram de 62,9%. As respostas excluem “ficadas” com desconhecidos.

“Sabemos que, em ficadas, quando homens e mulheres não conhecem os seus parceiros, as taxas de orgasmo são menores”, diz Garcia, acrescentando que as taxas de orgasmo são maiores em homens e mulheres em relacionamentos sérios.

Seus dados mostraram quase nenhuma diferença entre a freqüência do orgasmo relatado por homens heterossexuais e homossexuais – 85,5% e 84,7%, respectivamente. Já as mulheres heterossexuais disseram passarem pela experiência 61,6% das vezes, enquanto os números das mulheres homossexuais chegam a 74,7%.

Para Garcia, a descoberta surpreendente está entre os homens e mulheres bissexuais. Em comparação com outros homens, homens bissexuais relataram uma taxa de orgasmo menor, embora não de forma significativa, de 77,6%. Mulheres bissexuais também relataram uma taxa mais baixa – 58% – do que outras mulheres. A razão para tais índices “permanece incerta”, afirma Garcia. Segundo ele, os dados reforçam a necessidade de obter mais informações sobre a saúde de minorias sexuais. [Reuters]

8.21.2014

AO PRÓXIMO AMOR: INFORMAÇÕES BÁSICAS

AK44XN_YP_PT_

cada gozo
me requer horas
de pele a pele
nesse tempo
as palavras me seduzirão
mais que o toque
não, não fiques em silêncio
(senão em poucos dias especiais)
pois cada palavra certeira
me molha ao êxtase
e do clímax
também
me trará de volta a tua voz

as palavras

dentro do tempo
definirão o tempo
de minha pequena morte

(e definirão se ela existirá)

então

meu próximo amor
tuas palavras

serão o nosso tempo


(Curiosa)

 

Texto de 'Curiosa' - postado no blog - Intimidades da Curiosa - http://www.intimidadesdeumacuriosa.com/2013/03/porque-escrevente-precisa-de-palavras.html#ixzz3B3siNEQY
direitos reservados
Under Creative Commons License:
Attribution Non-Commercial No Derivatives

5.23.2014

LÉSBICAS FAZENDO AMOR

TESÃO PELO FILHO DO PATRÃO

Conto de Kátia Ramos

100_0401 (2) Eu era uma mulher de principios e moral das mais severas e serias. Criada em um ambiente rigido, embora pobre, nunca Eu tive liberdade, ate me casar com um homem ligado a igreja que frequento e ser ainda mais presa a esses principios que sao impostos a gente desde criança. Por um acaso do destino nossa vida financeira regrediu muito e caimos em dividas que nao conseguiamos pagar. Meu marido ficou doente, eu nao conseguia emprego na area de escola, e mesmo porque estava ha anos sem lecionar. Me candidatei em uma empresa de domesticas, e esperei ser chamada. Nos so temos uma filha, que passou a estudar em escola publica, vedemos a casa, e fomos morar de favor com minha mae e meu padastro, com quem nao me dava muito bem.

Ate que um dia fui chamada para um entrevista numa residencia num bairro muito bom da cidade. Me arumei toda, eu sou morena bem clarinha, cabelos lisos, um leve tom pra jambo a minha pele é lisa e apesar de roupas largas, ja recebi cantadas na rua. Me acham bonita de rosto e corpo. Nunca tinha ligado pra isso. A casa era muito grande, e haviam mais dois empregados, uma lavadeira e um motorista jardineiro. Eu faria as arrumaçoes internas, preparar roupas pra lavar, cuidar dos guarda-roupas, alem de administrar a dispensa, na compra e reposiçao de mantimentos. Era um casal, e dois filhos, um rapaz de 20 anos e uma garota de 18.

Acertamos tudo, inicialmente eu iria e voltaria todos os dias. Na apresentaçao me trataram muito bem, e me deixaram muito a vontade, alem do salario ser compensador. A Igreja internou meu marido, que recebia cuidados da familia dele, eu precisava trabalhar e nesse ponto todos me apoiaram. Com o passar dos dias, meu patrao me ofereceu a edicula ao fundo da casa, era um quarto cozinha e banheiro, pra ficar la direto mais dias e vir embora so nos finais da semana, ou quando precisasse. Todos concordamos e me mudei parcialmente pra la. Vamos la, era o Sr. Paulo, dona Renata, o Junior e Fatima, dois caes enormes, formavam a familia. Seu Paulo era homem bonito, alto forte, Dona Renata uma mulher linda tambem, loura, olhos azuis, o Junior um rapaz que fazia esportes e Fatima uma menina mimada, que so fazia academia, e estudava.

Junior nao era de sair muito de casa e estava sempre por perto, eu tinha mais amizade com ele, porque ficavamos conversando por longas horas quase todos os dias. Tudo comçou quando Junior se machucou num jogo de basquete, e ficou engessado de uma perna. Meio carente de cuidados sobrou pra mim cuidar dele tambem. Eram dias quentes, eu tambem nao suportava aquela roupa de empregada. A lavadeira ia duas vezes por semana, e o motorista ficava na guarita a maior parte do tempo ou saia com Seu Paulo e so voltava com ele a noite. Eu passava agora o dia todo dentro de casa com Junior. Numa tarde ele me pediu um suco, eu levei, e ele me pediu pra sentar ao seu lado. Me sentei, começamos a falar coisas sem sentido, e sua mao tocou minha perna, eu tirei, ele voltou a me tocar, entao me levantei e ele passou a mao no meu traseiro por baixo da saia, tocando minha calcinha. Fiquei chocada, e sai dali correndo e fui chorar no meu quartinho. Pensei em ir embora naquela hora.

Eu nunca tinha tido outro homem alem do meu marido, nunca fiz nada alem de sexo papai e mamae, e nunca sequer me passou pela cabeça outro homem, jamais.

Depois Junior me chamou novamente, eu fui com medo e fiquei longe dele. Entao ele começou a me alogiar, dizendo que eu era uma mulher bonita de rosto, de corpo, que tinha uma bela bunda. Aquelas palavras me enchiam de alegria, mas de medo ao mesmo tempo. Aos poucos e falando coisas sobre mim e pedindo desculpas, me cativou, eu o perdoei e fui trabalhar. Pela primeira vez eu me via tentada por outro homem, e a oportunidade era unica.

Pela primeira vez eu senti falta de sexo, e as coisas que ele me disse me tocaram muito, os elogios e da maneira como falava do meu corpo. Fui para o banheiro e me olhei, agora como mulher, e vi uma bela mulher de verdade. Seios ainda firmes, pouca barriga, bunda firme, bonita sim, e minha vagina coberta de pelos. Minhas pernas longas e lisas bem feitas e bem torneadas. Percebi estar excitada, e ao me tocar estava umida por baixo. Meu ego, lutava agora com a minha razao. Meu marido doente, eu sem nada ha quase 2 meses, como fazer???...Nunca consegui me masturbar, tinha nojo e medo e preconceitos sobre isso.

Junior fazia me despertar para uma coisa que nao queria, desejo, excitaçao. A noite eu ficava inquieta na cama, passava a mexer em meu sexo e ja conseguia sentir prazer nisso. As vezes acordava nua, pois durante a noite eu me mexia muito, mexia em mim e tirava minha roupa dormindo.

Numa manha desci, estava tensa, e Junior me chamou logo cedo para ajuda-lo, ele estava ainda de pijamas, e precisava se trocar, me pediu ajuda. Levei a roupa e ele me pediu para ajuda-lo a tirar o pijama e colocar outra roupa, mas antes queria se banhar. Nao sabia como ele fazia, entao ele me pediu pra tirar a calça do pijamas. Quando tiramos ele so de cueca percebi a sua excitaçao, ele ja estava assim ha mais de 10 dias, e sob a cueca percebiuma coisa que me deixou maluca na hora. Ele percebeu que eu olhava sem parar. Pegou minha mao e colocou sobre aquele volume. Eu quis tirar ele me segurou e dizia que eu queria aquilo. Como ele adivinhou, nao sei...Segurei, sem jeito e apalpei, era grande. Aos poucos me desprendi com carinhos que ele me fazia no rosto e nos meus cabelos, e minhamao ali grudada. Ate que ele puxou a cuecae e me fez tocar no seu membro, duro, quente, pulsando...nao sei, me arrepiei e desejei aquilo como nunca. Era diferente, era uma coisa viva mexendo comigo e me excitando cada vez mais. Alisei e brinquei com ele, que ficava maior e mais duro a cada instante. Junior me pediu... - beija ele!!!...eu beijei dos lados, me lembrei de um  filme, abri a boca sem jeito e coloquei dentro, fechei mas nao mexia a lingua. Junior com paciencia me ensinou a lamber e chupar e o fiz com muita sabedoria em meia hora, minha boca doia de tanto chupar aquele membro. Junior disse que poderia gozar, se nao me importasse, gozaria na minha boca. Bem...pensei nunca experimentei, eu vi no filme tinha sentido nojo, mas agora estava ali na minha frente para gozar ali dentro da minha boca. Eu disse baixinho que tudo bem, e o deixei soltar os jatos dentro da minha boca. Inicialmente me assustei, era quente, sem sabor definido, sem cheiro, e aos poucos foi enchendo minha boca. Dei um gole, e senti prazer de ter dado esse prazer pra ele, e engoli tudo.

Feito isso ja na intimidade o levei pra tomar banho, me fez tirar a minha roupa tambem, e pela primeira vez eu semi nua so de calcinha na frente de outro homem. Junior era muito paciente, passou a me beijar enquanto eu o lavava, e ao passar a mao sobre seu membro, ja meio duro, tirou minha calcinha e foi me levando a sentar sobre seu sexo. Eu quis fugir dali na hora, mas era tarde, meu desejo era maior. Com ele sentado na cadeira e sob o chuveiro, me sentei sobre ele, e o deixei colocar seu membro todinho dentro da minha vagina. Ele enfiou com carinho mas doeu um pouco. Era maior que meu marido, e faziam dois meses que eu nao tinha nenhum tipo de relaçao sexual. Senti entrar quente, e pulsando me deixando mole o corpo e minha cabeça sem pensar, apenas sentindo aquilo dentro de mim, me levando a gozos multiplos, sentindo-me uma mulher de verdade, e gozando como nunca gozei em toda minha vida.

Nos enxugamos e o levei para seu quarto a pedido dele, e la ele me fez deitar e com a perna ainda engessada, mesmo assim, ele veio por cima de mim e me penetrou novamente, e agora me levando mesmo a loucura. O que eu nao contava era que a irma dele tinha chegado e nos nao vimos, estava ali vendo tudo. Eu gelei, chorei e pedi perdao, ele ria e ela apenas me olhava. Quando estava colocando minhas roupas, ela me deteve, eu nao entendi... beijou meu rosto, e chupou meus seios, me deitou de novo na cama e sob o olhar do irmao brincou comigo ate sentir um orgasmo, eu percebi. Fiquei sem entender, e Junior me disse que ela gostava de mulher tambem, e eu a tinha atraido desde o inicio, e que foi bom ela ter nos visto, agora era nossa amiga. A garota se vestiu e saiu, nos deixando ali conversando, e sem dizer uma so palavra, e foi embora.

Fiquei com medo de perder meu emprego, mas Junior me tranquilizou, dizendo que nao ia acontecer nada disso. Aquela noite foi tranquila e dormi como anjo, de tao cansada e satisfeita.

Na noite seguinte, eu servi o Sr. Paulo na sala, junior estava no seu quarto e Fatima nao estava. Dona Renata estava tomando banho. Ao servir o Sr. Paulo e me virar, senti sua mao por baixo da minha saia percorrer minhas pernas e minhas coxas. Nao fiz nenhum gesto brusco, mas quis sair dali e ele nao deixou. Ai eu disse , Senhor cuidado com sua esposa...!!! ele disse que ela ia demorar e me pediu pra sentar ao seu lado. Eu obedeci, e Seu Paulo, me abraçou e alisou minhas pernas, e tocou meu sexo por cima da calcinha. Me ascendeu, e me excitou aquele homem, cheiroso, lindo, me fazendo aqueles carinhos. Eu tinha medo da sua mulher, ele sempre dizendo que nao devia temer, ela ia demorar-se ainda mais. Sr. Paulo me beijou na boca, eume entreguei totalmente, ao mesmo tempo do beijo, ele tocava meus seios e minha vagina, todinha molhada. Eu fiquei de pe, ele tirou a minha calcinha e me virou de costas pra ele. Abriu minha bundinha e lambeu meu reguinho deixando ele todinho molhadinho e parou no meu anus, perguntando se eu gostava disso, eu nada dizia, apenas abria mais minhas nadegas, deixando ele viajar com sua boca e sua lingua por toda a extensao da minha bundinha, e do meu reguinho e do meu anus. Quando em um momento ele parou nele, e chupava, mordia dos ladinhos, me tirando gemidos de prazer e de tesao imaginavel. Aos poucos, enfiava um dedo, as vezes dois e dilatava aos poucos meu anus. Ele sentando, me puxou para si e colocou seu penis no meu anus, direto. Eu nem sei explicar o tesao que me deu, e deixei ele ir colocando aos poucos, ardia um pouco, mas era delicioso, seu membro nao era muito grande, mas era uma delicia. Sr. Paulo começou a mexer, e depois que entrou tudo, me segurou pela cintura, e arrumou por cima a minha saia, quando de repente sua mulher entrou na sala, eu gemi de dor, de medo, e cheguei fazer xixi.

O que fazer, comigo sentada no colo dele, e ainda mais com seu membro dentro de mim...minha nossa...eu pensava ela vai me matar...!!!! mas eu so pensei, D. Renata, sentou-se ao nosso lado, e levantou a minha saia, e ainda disse, - amor, cuidado nao vai machucar a menina,. - ta doendo meu anjo ??? - nao eu disse... - ainda bem......e se pos em minha frente e começou a lamber minha vagina, ai eu sem entender mais nada, me larguei...ela me chupava tanto e tao forte, e seu marido me possuindo por tras, acho que devo ter tido uns 4 orgasmos so naquele momento. Ate que ele gozou dentro de mim, tirou, ela me levou para a suite do seu quarto, e no banheiro me lavou todinha, depois me levou pra cama dela. Nos duas nuas, ela me ensinou o que queria, me mandou chupar seus seios, sua bunda e sua vagina, sugar seu clitoris, e a fazer gozar em minha boca.

Nesse Momento Sr. Paulo entrou, fechou a porta, e nu, veio pra cima de nos. Ele se deitou e me fez subir no seu membro e enfiar tudo dentro da minha vagina, ele vinha por tras na minha bundinha e lambia e me chupava e fazia gestos de trepar em mim. Ficamos muito tempo assim brincando ate que o Sr. Paulo Gozou, e sua mulher tambem. Aquela noite eu dormi entre eles e trepamos a noite toda.

No outro dia servi ao Junior novamente minha boca e meu rabinho, depois a sua irma a noite servi na vagina tudo o que ela queria, inclusive lhe enfiar um consolo enorme de borracha que ela trouxe, e tambem me fez experimentar. Eu preferia o Junior e o Pai dela, de carne era bem melhor.

Nossa intimidade cresceu a tal ponto que todos ja sabiam de tudo, e ninguem se importava mais com isso. Eu servia de pilar pra todos eles, individual ou as vezes coletivos de dois em dois. As vezes o casal na sala, O Sr. Paulo, me chamava so pra chupar o membro dele e gozar na minha boca e ia embora, ou chupar a mulher dele com ele vendo televisao, ou entao dar pra ele ou dar pra ela. As vezes dormia com Junior a noite toda, as vezes com a irma, as vezes com o casal, ou so com ele e as vezes so com a patroa. Ganhei muito dinheiro, carinho e admiraçao por todos eles...e nunca na minha vida tinha transado tanto como naqueles meses que passei naquela casa.

Depois que meu marido sarou e as coisas melhoraram eu tive que sair de la, muito contragosto deles. Mas combinamos que eu iria uma ou duas vezes por mes pra fazer uma limpeza geral. Como o dinheiro compensava, meu marido nao se importava, e duas ou tres vezes por mes, eu vou a casa deles e passo o dia todo transando com eles todos. Geralmente vou aos sabados, e fico ate o anoitecer quando Junior me leva ate em casa. Sempre estao nos agradando e dando coisas, o Sr. Paulo ate ajuda na igreja do meu marido, e nossa amizade se fortaleu muito.

Eu de nada me arrependo, apenas de nunca antes ter feito o que faço agora, e descobri que adoro sexo, gosto e curto...nao devia ter ficado tanto tempo como fiquei. Ate hoje somos amigos, empregada e patroes, e nos damos maravilhosamente bem. espero que tenham gostado, eu adoro...beijos (

©Kátia Ramos – ramos_katia@hotmail.com )

1.21.2014

PROMESSAS DE PRAZER

duq-29

L.C. BAÇAN

Ele se sentiu um guerreiro preste a batalhar sem a certeza da vitória, mas disposto a não a não aceitar a derrota que, por existir simplesmente, o fazia entrar na luta com forças redobradas. Apertou a campainha. Havia silêncio no apartamento.

Tim percebeu seus sentimentos aguçados. Pôde ouvir passos macios sobre um tapete. O trinco girou, o rosto sedutor e sorridente da garota o encarou. Tim baixou os olhos para melhor admirar aquele corpo.

As roupas simples e descontraídas davam a Kay o aspecto jovem e maroto de uma colegial. Ela não se esquecera de nenhum detalhe. Dos cabelos soltos livremente ao tênis desbotado, tudo nela se harmonizava num conjunto de perfeição da formas, beleza e juventude.

-- Que tal estou? -- indagou ela, envaidecida com o olhar intenso com que ele a brindou.
-- Maravilhosa! -- sorriu ele, parado à porta e Kay aproveitou o instante de silêncio para mais uma vez examinar o homem à sua frente.

Tim Wilson beirava os trinta anos, mas, naquele momento, ninguém lhe daria mais o que vinte e cinco. Fez um gesto, convidando-o a entrar. Ele examinou com atenção os detalhes do apartamento. Tudo parecia muito confortável e aconchegante.

-- Você tem um belo apartamento -- elogiou ele. -- Muito feminino e intimo.

-- Aceita uma bebida? Eu não vou me demorar. Preciso apenas completar a maquilagem.

Ele não respondeu e se aproximou lentamente da garota. Sua mão se levantou num gesto teatral e estudado que fez Kay se emocionar.

Com um leve toque de emoção, os dedos dele tocaram o rosto da garota.

Os olhos de Kay ficaram úmidos e brilhantes.

-- Por favor, você não precisa de maquilagem nenhuma. É tão linda assim mesmo -- disse ele, acariciando-a no rosto e, no momento seguinte, subjugada, ela estava nos braços dele.

-- Sua beleza é agressivamente natural. Retocá-la seria violar a perfeição da natureza -- murmurou insistiu ele, convincente.

Infelizmente havia luzes demais acesas para que o ambiente parecesse perfeito. A penumbra fatalmente faria de Kay uma garota vencida, antecipando a realização dos sonhos de Tim, que desejou que, naquele momento, as luzes todas da cidade se apagassem.

-- Você sabe como tocar uma mulher, Tim -- disse ela.

-- Não simplesmente uma mulher, mas a mulher, Kay. Você é especial -- falou ele, deixando que suas mãos dominassem os ombros da garota e lentamente caminhassem para as costas dela.

Kay foi atraída lentamente, pela suave pressão das mãos de Tim e pela intensidade do olhar dele. Havia silêncio em torno dele, como se de repente as buzinas, barulhos e conversas magicamente houvessem cessado.

O calor do corpo dela gradativamente foi aumentando para Tim mansamente ela se deixou envolver pelos braços dele. Seus cabelos louros e perfumados chegaram ao alcance dos lábios dele.

Estrategicamente ele a beijou na testa, depois nos cabelos, enquanto suas mãos mais e mais pressionavam o corpo feminino, quente, ardente ao encontro do seu.

Ela deixou a cabeça pender para trás. Seus cabelos oscilaram provocadoramente. Seus lábios se ofereceram. Nada mais havia a duvidar. Uma recusa seria a loucura. Aqueles lábios palpitavam levemente, úmidos pela ponta da língua da garota, num movimento que transtornou Tim. Seus lábios pousaram sobre os dela com uma lentidão calculada para, em seguida, aumentarem a pressão e a sucção num beijo que os deixou sem fôlego.

As mãos de Tim escorregaram pelas costas de Kay, buscando os contornos alucinantes de seus quadris. Por momentos Tim teve sob suas mãos aquelas carnes macias e cheias de uma promessa de delícias incomensuráveis. Foi como se a espera se resumisse num instante e a concretização chegasse, maravilhosa e cheia de espanto, quase assustando-o.

Tudo era tão maravilhosamente real, que Tim mal podia acreditar em suas próprias sensações. Suas mãos resvalaram para as nádegas de Kay e isso foi o fim do sonho. Com suavidade, mas decisão, ela pôs suas mãos no peito de Tim e o empurrou para trás.

-- Volto já -- disse ela, cortando-o e se livrando daquelas mão s possessivas que dominavam seus ombros.

Kay o deixou ali, parado no meio da sala e foi para seu quarto.

Fechou a porta e se encostou nela. Sua respiração era apressada e irregular. Era como se a garota estivesse reprimindo dentro dela alguma coisa. Como se fugisse a algo que desejava e a atormentava ao mesmo tempo. Tim ainda parado no centro da sala, se sentiu ridículo e imbecil. Suas mãos vazias se estendiam ao lado do corpo, ainda sem entender o que houvera.

-- Idiota! É isso que eu sou -- recriminou-se ele, num sussurro inaudível -- Eu a assustei. Eu a tive em minhas mãos e a assustei.

Acho que agora preciso de uma bebida -- concluiu ele, caminhando até um pequeno armário onde havia algumas garrafas e copos.

Não mediu a quantidade de uísque servido nem desejou gelo ou soda. Um gole quente escorregou por sua garganta, reanimando-o despertando-o daquele doloroso momento.

-- Idiota! Sim, idiota! -- resmungou ele, indo se sentar no amplo sofá.

Seus olhos se fixaram na porta fechada. Ele não soube o que poderia fazer para remediar aquilo que julgava irremediável perdido. Concluiu que jogara fora, num instante apenas de loucura, toda uma espera alucinante de dias e dias. Preocupou-se, então, com o julgamento que a garota faria a respeito dele. Exagerava nas medidas, aumentava detalhes, antevia a derrota definitiva.

Kay retornou logo em seguida, deixando-o abobalhado e trêmulo de tesão, enrolada numa toalha, com os cabelos ainda úmidos, a pele fresca e perfumada. Sorriu provocantemente, olhando-o com olhos de malícia e de provocação.

-- Jamais me verá tão sem maquilagem como estou agora -- falou ela e, num gesto quase teatral, soltou a toalha e exibiu seu corpo escultural.

Os seios pontudos e perfeitos apontavam para frente. A cintura era afunilada e os quadris, proporcionais. Coxas sedutoras lhe davam movimentos felinos. Ela caminhou ao seu encontro. Tim a devorou com os olhos, das coxas aos lábios carnudos, passando pelos seios e pelo ventre, descendo, acompanhando o triângulo peludo que descia rumo a sua vulva. Tudo nela era desejável e tentador.

-- Jamais alguém me disse algo tão bonito assim -- murmurou ela, passando a língua pelos lábios, tornando-os brilhantes e tentadores.

As mãos subiram pelo próprio corpo, deslizando cintura acima, até juntarem-se sobre os seios. Sua pele estava arrepiada. Os biquinhos estavam durinhos, demonstrando como ela estava excitada.

-- Isso me deixou tão cheia de tesão que mal posso esperar... -- acrescentou.

Tim abriu os braços para recebê-la e apertá-la com força, fazendo-a sentir todo o seu tesão. Beijou seu rosto e seus lábios carnudos, enquanto suas mãos deslizavam pelo corpo dela, tocando a pele macia, descendo pelas costas e indo apertar com luxúria a bunda empinada e tentadora.

Despiu-se rapidamente, enquanto ela se deitava no sofá. Suas línguas se encontraram, trocando carícias loucas. Deitou-se ao lado dela, puxando-a para si, enfiando a pica entre suas coxas, sentindo o calor e a umidade de sua chana.

-- Você é tão gostoso! -- disse ela, enquanto ele a apertava e sugava seus lábios. Como é delicioso estar aqui com você -- acrescentou, debruçando-se sobre Tim.

Ele girou o corpo no sofá e ela subiu nele. Estava molhada ao extremo e não deu tempo dele perceber o que acontecia. Sua buceta esfomeada engoliu o caralho dele rapidamente. Ela gemeu, contraindo a xoxota apertada, enquanto ele se sentia no paraíso. Continuou a contrair a chana daquela forma, enquanto Tim iniciava seus vigorosos movimentos de macho, sentindo seu corpo estremecer seguidamente. Os tremores foram aumentando de intensidade. Um calor intenso brotou em seu ventre, concentrando-se em seu pênis, que inchou ainda mais.

Ele acelerou seus movimentos. A jovem estava transfigurada de tanto tesão.

-- Estou gozando! -- gemeu ela, totalmente alucinada.

Ele enrijeceu o corpo, percorrido por espasmos. Sua respiração interrompeu-se, depois ele gemeu, sentindo o esperma jorrar dentro de sua buceta, em jatos ritmados.

Ela continuou mexendo os quadris, fazendo o cacete roçar fortemente seu clitóris. Ainda gemendo de prazer, Tim continuou golpeando o corpo dela com estocadas viris e profundas, beijando-a e acariciando suas tetinhas.

Suspirado e gemendo, ela chegou ao clímax, agarrando-se a ele com frenesi, beijando-o, arranhando-o o mordendo-o. Eles rolaram na cama, até que ela ficou sentada na pica dele, rebolando os quadris e retirando daquele pinto ainda duro um resto de prazer.

-- Eu quase me acabei de tanto gozar -- disse ele, estremecendo continuamente.

Ela continuou movendo o corpo, subindo e descendo. Não parava.

Continuava inquieta, ardendo de tesão, pois o fogo que a droga acendera nela não se apagava tão facilmente.

-- É muito tesão -- murmurou ela, enquanto continuava movendo os quadris para cima e para baixo, com as mãos alisando o ventre e o peito dele.

Tim estremecia e apertava os seios dela, que continuou naqueles movimentos por um longo tempo, depois foi aumentando o ritmo. A pica dele se mantinha em pé, deslizando com facilidade na buceta lubrificada.

-- Quero gozar mais -- falou ela.

-- Goze tudo que quiser, querida?

-- Quero na bunda também -- disse ela, com a voz trêmula de tesão, guiando o caralho para o meio das nádegas. -- Quero tomar no cu agora -- acrescentou, com a voz rouca de desejo.

Tim virou-a de bruços e a segurou pelos quadris, fazendo-a erguer a bunda. Posicionou o cacete entre as nádegas dela. Puxou-a ao encontro de seu membro lenta e firmemente. A garota foi relaxando o esfíncter e facilitando-lhe o trabalho.

Tim sentiu as preguinhas se dilatando e a glande se comprimindo toda para encontrar o caminho e avançar. Ela gingava as nádegas de um lado para outro, movendo o tronco, enquanto fazia o membro invadir seu buraco apertado e ardente.

A cabeça entrou, depois o resto do membro foi deslizando para dentro dela. Continuou rebolando. Tim sentia um tesão enorme, com o pênis sendo sugado para dentro daquele cu faminto.

-- Está gostando? -- indagou ela.

-- Oh, sim! É uma loucura!

-- Põe tudo dentro de mim! -- falou ela, movendo os quadris, até que a pica dele estivesse toda enterrada em seu ânus.

-- É demais! -- ofegou ele, sentindo a pica inteirinha dentro dela.

Suas mãos avançaram pelo corpo da garota, indo bolinar suas tetinhas durinhas e empinadas. Ela continuou rebolando. Ele foi aumentando aos poucos o ritmo.

-- Sinta meu cuzinho! Sinta como ele é gostoso! -- sussurrou ela, a voz entrecortada de gozo.

Ele se arrepiou todo, coordenando seus movimentos aos dela, entrando e saindo do cuzinho apertado, esfregando, sentindo seu ventre entrar em ebulição.

Ela gemeu, suspirando, acelerando ainda mais os movimentos. Tim jamais vira uma mulher incendiar-se tanto com uma rola no meio da bunda.

Ela gemia, enquanto o corpo mantinha aquele balanço erótico e alucinante. Gemidos e murmúrios escapavam de suas gargantas. A excitação dela aumentava vertiginosamente. Tim sentia a fome e o desejo daquela mulher contagiando-o. Queria acariciá-la por inteiro, tocando seus peitos, alisando sua pele, massageando suas coxas e fodendo seu rabo.

-- Sim! Isso! Não pare! Enfie com força -- pediu ela.

Ele jogava seu quadril contra a bunda dela, enfiando profundamente seu caralho no orifício delicioso. A garota gemeu mais forte, com aquele caralho acariciando-a por dentro, enchendo-a de calor e levando-a à loucura.

-- Ah, eu estou gozando! Estou gozando! Não paro de gozar! -- ficou repetindo ela, enquanto todo o seu corpo se arrepiava continuamente, abalando-se em espasmos de puro prazer.

Ele acelerou ainda mais seus movimentos, sentindo próximo o próprio orgasmo. Ela se acabava sob ele. No auge do prazer, Tim gemeu profundamente, depois generosamente, enchendo o cu dela de porra quente. Ela tombou para o lado, ofegando, e ficou estendida, olhando para ele com uma expressão de satisfação e alegria no rosto feliz.

Tim se debruçou sobre ela, acariciando seu corpo jovem, suas formas rijas e bem delineadas. Ela fechou os olhos e ficou apenas sentindo o toque sutil e suave daquelas mãos.

Ficaram algum tempo imóveis, depois foram tomar um banho. Ainda molhados, caíram na cama da garota, abraçando-se e beijando-se.

Kay se mostrou insaciável, pois girou o corpo na cama foi se instalar entre os joelhos dele, ao mesmo tempo em que oferecia a ele sua buceta ainda molhada, cheirando a pentelho molhado.

Tim ofegou, cheio de tesão, olhando aquele rosto cheio de malícia e provocação. Ela afastou um pouco mais as pernas e o perfume de sua chana chegou até ele, espicaçando-o.

-- Kay, você é surpreendente! -- falou ele, abraçando-a pelas coxas, apertando sua bunda e trazendo para junto de seu rosto a região peluda e perfumada.

Ele a chupou de imediato, enfiando a língua na buceta dela. Kay sentiu-a resvalar pelos lábios vaginais, depois enterrar-se profundamente, buscando seu ponto G.

Ela gemeu, sentindo tremores no corpo. Seus seios ficaram sensíveis e os biquinhos, duros e enrugados. Ela vibrou, gemendo de novo, enquanto a língua dele continuava aquela massagem especial, roçando seu ponto G.

Ela se inclinou tocou o caralho dele. Segurou e brindou-o com movimentos de mão, até que a glande se tornasse inflada. Ele esfregava com gosto o rosto nos pêlos fartos, estendendo a língua para lamber a pele perfumada.

Ela estremecia de gozo. Seus joelhos fraquejavam. Ela foi se ajoelhando lentamente diante dele. Segurou, então, o cacete entre seus dedos delicados. Inclinou a cabeça. Estendeu a língua e lambeu-a. Tim a empurrou para trás e montou nela, fazendo um sessenta e nove, enterrando sua língua na chana dela.

O corpo de Kay estremeceu, sentindo a língua dele mover-se atrevida e experiente, dentro de seu ponto mais sensível. Ele apertava suas nádegas, deslizando os dedos sobre a pele suave e aveludada, percorrendo o reguinho tentador, passando sobre o estreito buraquinho de seu cu.

Ansiosa, ela buscou, com os lábios ansiosos, o caralho intumescido. A língua dele continuava dentro dela, fazendo-a arfar e tremer continuamente. Ela deixou o caralho dele enterrar-se em sua boca. A língua alisou-o. Ela mamou e mascou aquela coisa grossa e quente entre seus lábios.

-- Oh, Kay! Que boca!

Ele a deixou sugar, retribuindo com lambidas em sua xoxota, até que ambos estivessem em brasas. Ele pediu para ela se sentar sobre ele. Ela fez o que ele pedia e Tim guiou seu caralho direto ao ânus dela. Ao sentí-lo, ela rebolou. Ele esfregou o pau. Ela gostou e ficou brincando de esfregar a bunda naquele mastro quente e duro.

-- Ah, vem, põe seu caralho no meu rabo de novo! -- murmurou ela, abaixando a bunda sobre o caralho.

A glande foi se amoldando ao formato do orifício dela e entrando.
Ela suspirou, quando a cabeça do pau entrou toda em seu rabo.
Ficou imóvel, então, respirando forte, sentindo o tesão.

-- Está bom? -- indagou ele.

-- Estou me sentindo enlouquecida de tesão -- sussurrou ela, soltando o peso do corpo sobre ele.

-- Que tesão de rabo você tem, querida -- murmurou, enlaçando-a pela cintura, subindo uma das mãos para massagear seus seios e descendo a outra em busca de seu clitóris para masturbá-la.

-- Que gostoso! É demais -- confessou ela, soltando o corpo.

A pica foi se enterrando lentamente em seu cu apertado e ardente.

-- É bom! -- murmurou ela, com a voz entrecortada.

-- Fique quieta só um pouquinho agora -- pediu ele, beijando seu pescoço, alisando seus seios e massageando seu clitóris, antes de buscar de novo o ponto G para um toque sutil e perturbador.

Kay contraiu o esfíncter, apertando ainda mais o pau enterrado em seu cu. Gemeu e suspirou, depois começou a rebolar. O membro esfregava-se em suas pregas.

O calor era intenso, envolvente, alucinante. Ela dobrou o corpo para frente e começou a subir e a descer os quadris, fazendo o pau entrar e sair de sua bunda.

O membro se enterrava todo, até seus pêlos colarem-no na bunda dela. Kay gemia e rebolava. Ele golpeava virilmente, atacando seu cu com golpes alucinantes.

-- Mais! Quero tudo! Com força! Assim! -- exclamava ela, com a voz entrecortada a cada nova estocada.

Começou a estremecer, em espasmos convulsos. Seus gemidos eram sufocados, mas intensos e seu desejo era gritar todo o seu prazer.

Ela remexia a bunda, enquanto ele a fodia com gosto. Ela gozava mais e mais, arrepiando-se toda.

Ele vibrava também. Nunca havia sentido seu caralho tão duro e tão inflado como dentro daquele cu.

-- Continue! Não pare! Estou gozando -- murmurou ela, movendo-se de um lado para outro, rebolando, jogando os quadris contra os dele.

-- Ah, que tesão! Que gostoso é o seu rabo! Que tesão de cu você tem!

-- Então me foda! Foda meu rabo!

-- Se é isso que quer, vai ter -- prometeu ele, acariciando freneticamente os seios dela, beijando e mordendo sua nuca e seus ombros.

Uma das mãos se mantinha junto ao clitóris dela, esfregando. A garota acariciava o próprio corpo. Punha suas mãos sobre as dele e imprimia mais vigor às carícias, enquanto gemia e suspirava, completamente alucinada pelo prazer.

-- Vou gozar! Vou gozar no seu rabo! -- avisou ele, acelerando ainda mais seus movimentos.

-- Oh, sim! Goze! Goze, que eu já estou gozando há muito tempo!

Estou me derretendo! -- repetia ela.

Ela se desfazia em gozo. Ele amassava seus seios com frenesi e volúpia, sentindo seu ventre arder em fogo. Ela estava entregue, quando ele deu as últimas estocadas e, gemendo profundamente, fez uma torrente de esperma quase arrebentar a camisinha e inundar o ânus dela.

Ambos gozaram interminavelmente.

Trecho do livro “PROMESSAS DE PRAZER - L. P. BAÇAN ”

11.26.2013

SAFADEZA..

599170_631168790243070_1646526763_n

 

1813_627404837286132_1233287404_n 

---

2501_627929383900344_477985504_n

-

72620_627190100640939_2027016983_n

-74398_627188993974383_1667992296_n

480304_621216851238264_1759024314_n

483810_627183660641583_1696702391_n

522477_627191220640827_933095754_n

599170_631168790243070_1646526763_n

 

Estou esperando uma foto bem sacana sua.. Do que você gosta ? O que te dá tesão ?