11.13.2009

SONHO OU ESTUPRO.

AUTOR DESCONHECIDO


 

" Meu sonho era ter uma transa simulando um estupro.

Eu pedia muito ao meu noivo, mas ele sempre recusava, mas um dia ..

Certa tarde, como todas as outras eu estava vendo um filme na sala que passava na TV, ele chegou com cara de furioso, estava com algum problema, eu nem arrisque perguntar o porque.. Ele estava completamente fora de si e quando me viu, me chamou de puta, vadia e se sentou no meu lado no sofá.

Eu estranhei e fiquei olhando pra ele, nem deu tempo de falar nada ele me pegou pelos braços e me levou pro quarto, me trancou lá e foi buscar uma corda, brutalmente ele me amarrou na cama, braços e pernas de uma forma que se eu me mexesse, machucaria. rasgou minha roupa e lascou um beijo, eu tentei afasta-lo com a cabeça mas era impossível pois ele era muito forte.

Eu fechava a boca mas ele enfiava a língua com tudo. Eu estava odiando aquilo pois nunca havia beijado de uma forma tão bruta eu xinguei muito. Não parava de dizer para ele parar, que não estava afim de fazer hoje.

Ele ouvindo isso se revoltou e me deu um tapa no meu rosto, fiquei meio estonteada e nem percebi que ele já estava completamente nu . Eu não sentia prazer..

Ele se levantou na cama e colocou seu pau perto da minha boca, eu já imaginava o que ele queria mas resisti, ele abriu minha boca e c colocou todo seu pau ele estava querendo comer minha boca ficou tirando e colocando seu pau rápido sentado em cima de mim eu não pensava em ter prazer só pensava em sair daquela enrascada. Tentei morder mas conforme eu mordia, ele soltava gemidos de prazer então fiquei totalmente imóvel e mesmo assim ele gozou soltando muita porra na minha boca.

Cuspi o quanto deu e ele não satisfeito, deu um tapa na minha buceta ardeu muito, começou a chupar com força, enfiando a língua, eu não pude proibir porque ele havia amarrado minhas pernas uma de cada lado da cama, ficando totalmente escancarada. Comecei a me contorcer ate que ele conseguiu me fazer soltar um gemido de prazer, acho que gozei um pouco, ele começou a rir alto enquanto se masturbava. Seu pau estava duro e ele se deitou em cima de mim, colocando seu pau na entrada da minha buceta molhadinha.

Ele sorriu e eu implorei quase chorando para q não fizesse nada comigo pois tinha desistido do sonho. Ele riu muito .e sem dó colocou seu pau na entradinha e enfiou aquela tora de uns 20cm sem dó na minha buceta chorei muito senti prazer e soltei alguns gemidos ele gostou e começou a fazer movimentos fortes e rápidos ele estava completamente fora de si. Não parava gozou muito dentro de mim mas mesmo assim não parava de se mexer eu não agüentava mais de tanto prazer e gozei

Ele começou a dizer palavras grosseiras vendo que havia gozado melando todo seu pau.

Ele viu secreção escorrendo nas minhas pernas e rapidamente levou a língua ate minha perna e lambeu tudo, mordeu minhas pernas, mordeu com força meus seios, na hora senti muita dor e não parava de gritar para parar ele ria muito e tirou as cordas. me senti aliviada pensando que havia terminado mas ele começou a lamber meu cuzinho eu não sei o que senti na hora, era medo misturado com prazer, ele me deixou de quatro, apontou seu pau pro meu cu e segurou minha barriga por trás. começou a roçar aquele pau duro ainda no meu cu forçou a entrada e chorei muito de dor, ele regaçou meu cu com uma estocada até o fundo, senti suas bolas tocando minha bunda e chorei muito ardia muito, sangrou.

Depois disso eu desmaiei e acordei na minha cama, limpinha e com dores no cu .

Ele havia escrito um bilhete dizendo que se alguém tomasse conhecimento do ocorrido, eu seria estuprada pelos amigos dele.

Ele só apareceu no outro dia, agindo como se nada tivesse ocorrido, eu como que continuando o sonho nunca falei sobre o assunto....


 

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SALADA DE FRUTAS BOCETON A LA CUZETTE AVEC PIRROCA

CONTO DE SAFADINHA - safadinha@iamyours.com


 

" Sábado, uma agradável manhã de verão em São Paulo. O sol mostrava seu esplendor, uma luz dourada que abençoava e acariciava a cidade, além de absorver a água da tempestade que despejou toda a ira dos céus na tarde do dia anterior.

Levantei-me cedo para ir à academia. Corpo são, mente sã. Cumprimentava o sol, admirava o que a natureza nos dá de melhor, enquanto degustava o café da manhã no jardim de inverno; suco de laranja, cream cracker, queijo de minas e leite gelado. Feliz estava. Vida é a palavra. Começo a ler as notícias de ontem estampadas no jornal do dia, deixado ainda de madrugada em minha porta. Greve, inflação, assaltos, mortes, injustiças. Muita tristeza, muita tragédia. Desisto. Não quero tirar o sorriso que trago em face. Termino a primeira refeição, faço a minha higiene, pego a sacola da academia e vou malhar este corpo que Deus me deu o qual tento cuidar muito bem.

Lembra de mim? 1.70m, loira, 60kg muito bem distribuídos, seios 44 e uma bunda gostosa num corpo sem estrias e celulites. O professor, talvez de mal com a vida - esta vida que é boa para uns, cruel para outros -, castigava a turma com uma aula extremamente pesada, puxada, deixando muitos com os músculos doloridos, mesmo àqueles acostumados aos exercícios.

A aula parecia não ter mais fim e faltando 15 minutos para terminar, saí e fui tomar uma ducha. Que delícia sentir a água batendo no meu corpo. Suavemente passava o sabonete Dove em todas as partes e dobras, bem devagar, na pele aveludada, macia. Fechei os olhos e imaginava mãos masculinas me apalpando, procurando, vasculhando para descobrir as regiões ocultas cujo contato estimula a excitação. Estava sozinha no banheiro, levantei uma das pernas e passei a massagear o clitóris, balançando um pouco os quadris, dançando conforme os movimentos que dava na minha boceta, totalmente depilada, lisinha. Que sensação gostosa. Quando já pensava em introduzir os dedos nela, o banheiro foi invadido pelas mulheres. A aula havia terminado.

Parei a masturbação, terminei o banho, enrolei-me na toalha para me secar, enquanto algumas entraram nos chuveiros. Corpos lindos, outros nem tanto. Estou muito satisfeita com o meu e nunca pensei mudar absolutamente nada. Já vestida, um vestidinho de viscose amarelo, minha cor favorita, calcinha cor da pele, não cobrindo totalmente a bundinha, penteava os cabelos compridos e pensei em andar por algum shopping antes de voltar para casa.

Ao sair da academia, ao abrir a porta do carro, um rapaz de uma beleza incomum aproximou-se de mim.

"- Safira. Seu nome é Safira?"

Olhei-o atentamente. Parecia familiar, mas não conseguia lembrar-me daquele deus grego.

"- Não lembra de mim? Paulo, o cdf do colégio. Estudamos na mesma sala!"

Não podia acreditar. Era Paulo, o garoto mais esquisito da sala, e a lembrança que tinha dele era de um menino alto, muito magro, feio pelas espinhas no rosto e os horríveis óculos fundo de garrafa e agora estava um GAAATTO, musculoso, corpo perfeito e, com certeza, deixava as mulheres com torcicolo. Abraçamo-nos. Entendo quando dizem que o patinho feio transformou-se num maravilhoso cisne. Paulo foi um patinho feio.

Que coincidência depois de alguns anos estávamos freqüentando a mesma academia na capital paulista. Contou-me que cursou Engenharia Civil e ocupava o cargo de Diretor de uma conceituada empresa na Av. Paulista e se o mundo não é pequeno, mais uma coincidência: éramos vizinhos, na mesma rua, há mais de um ano.

Sem perceber, ficamos 40 minutos na calçada da academia. Sugeriu que saíssemos dali. Como a minha intenção era ir ao shopping, o convidei para me acompanhar. E assim foi.

Ele num reluzente Audi preto e eu no meu lindo e maravilhoso "fode K".

Emparelhamos os nossos xodós e entramos no shopping. Olhamos vitrines, conversamos. Com sua memória de elefante fazia-me rir de todos os bons e maus momentos que aconteceram conosco na escola. Sempre na dele, deixava de ir ao recreio para ir à biblioteca e estudar. Criticado por alguns, debochado por outros, era um menino calado e arrisco a dizer que inseguro.

Quem pensaria que aquele Paulo era o mesmo garoto que estava à minha frente. Que homem, que voz, que tórax! Deixou escapar que sempre teve uma queda por mim e não se aproximava por timidez, por eu estar sempre cercada por garotos boas-pintas, segundo ele. Correndo o tempo, lembro que olhava muito para mim e sempre que precisava de alguma ajuda, em qualquer matéria, era a ele quem eu recorria.

Pensa até hoje que foi a sua ajuda que me levou às boas notas em Matemática.

Se soubesse o que o professor e eu fazíamos nas aulas de reforço...

O papo foi ficando mais quente, queríamos saber se tínhamos alguém e nossos pescoços mentiram dizendo "não". Insatisfeitos, mais uma mentira e de nossas bocas cada um deu um "não" como resposta. Ele livre, eu também.

Na verdade, ele tinha uma namorada e eu o meu par. Paulo teve que despedir-se a contragosto havia um compromisso. Trocamos os nossos telefones, trabalho e residência, e ficamos de marcar alguma coisa, um jantar, uma boite. Nos comunicávamos por telefone quase que diariamente e tentávamos marcar um almoço. Os compromissos de ambos eram tantos que um dos dois sugeria para deixar o encontro para outra ocasião.

Apesar de não ter um horário fixo para ir à academia, era impossível encontrá-lo e sábado era um dia perfeito para os dois. E finalmente nos encontramos depois de uma semana.

Lado a lado, na mesma sala de ginástica, transpirávamos juntos. Os grandes espelhos, a barra, as roupas molhadas de suor coladas ao corpo e certos exercícios faziam que prestássemos mais atenção um ao outro, sexualmente falando. Convidou-me para ir à sua casa e fomos após a ducha na academia.

Uma cobertura maravilhosa, finamente decorada, com uma pequena piscina. Para um homem solteiro era uma mansão. Não posso reclamar do meu apartamento, também espaçoso, mas o de Paulo era espetacular. Estávamos em um dos três ambientes da sala, a de TV e som. Sentada no sofá e Paulo em uma poltrona. Música suave.

Ao cruzar as pernas, o vestido subia ainda mais.. Paulo ofereceu-me um suco. Aceitei. Ao voltar da cozinha, sentou-se ao meu lado. Era suco de abacaxi, uma delícia.

"- Gosta de frutas, Safira?" Sou tarada por frutas. Adoro todas as frutas, sem exceção. Maça, pêra, banana, caju, pêssego, manga, morango... Tenho tesão quando como uma manga porque lambuzo-me todinha, o suco escorrendo pela boca que vai caindo pelo queixo, passando a língua em volta da boca, os dedinhos todos melecados e os chupo um a um. Com o pêssego, sinto o mesmo quando está macio e com bastante caldo. Adoro ficar com o caroço na boca e chupá-lo como uma bala. As frutas além de fazerem bem à saúde, algumas são afrodisíacas e quem está lendo este conto deve saber quais. Quem já não comeu morangos e tomou uma taça de champanhe? Abrir um figo ao meio, de frente ao seu parceiro, com certeza o deixará louco de tesão.

Mal contava a Paulo como gostava de comer uma manga e roubou-me um beijo e não ofereci qualquer resistência. Acariciava e beijava o ombro que acabara de descobrir, mergulhando no decote, puxando lentamente o zíper. Fiquei apenas de sutiã e calcinha. Murmurava palavras doces no meu ouvido. Não fazia o mesmo com ele, mas mordiscava o lóbulo e com a língua subia ao longo de toda a sua orelha como se quisesse desenhar algo. Com movimentos circulares enfiava a língua no orifício. Paulo estava embebriado.

Nossos corpos estremeceram. Desnudou apenas um dos meus seios deixando o outro prudentemente escondido no sutiã.

Com sopros roçava os lábios no meu pescoço suave depois passava a língua com doçura até alcançar o queixo. Levantava os meus cabelos e acariciava a minha nuca.

As suas carícias causavam-me tanto efeito que ávida e feliz já me oferecia inteira permitindo que me provasse por inteiro. Começou a cuidar da calcinha. Puxou-a na parte traseira, à altura do rego da bunda, para cima, a fim de esfregar o meu sexo. Acariciava-me a boceta através do fino pedaço de tecido, excitando o clitóris fazendo-o aparecer e desaparecer sob o pano. O Mr. M do sexo.

Sem se preocupar com a calcinha, enfiava os dedos na boceta, sempre em movimento de vaivém. Estava molhada. Paulo retirou a minha calcinha delicadamente, fazendo-a deslizar ao longo das pernas e depois a levou até o rosto. Cheirou a calcinha, beijou, sorriu.

O meu cheiro é muito bom o que me torna única e inesquecível. Não demorou para tirar as roupas dele. Estávamos deliciosamente nus. Fomos à varanda, fechada por vasos de plantas, algumas pareciam árvores, e prontos para nos entregarmos ao prazer.

Abriu a geladeira, ao lado da piscina, e tirou uma louça em cristal, belíssima, e dentro havia uma gostosa salada de frutas. Também pegou algumas frutas como uvas e morangos, caldas diversas, chantilly e sorvetes de vários sabores. Estava doida para pertencer a ele, amá-lo, por um dia que fosse. Abriu um champanhe, sentou-se e me chamou para nos roçarmos um pouco apreciando a bebida. Fiz melhor, o deitei por completo e derramei um pouco de champanhe no umbigo e o bebi com o esmero de uma gata lambendo um pires de leite, renovando a experiência enquanto tinha sede. Paulo vibrou.

Ao terminar, pediu-me para deitar e levantar a bunda. Colocou duas almofadas por baixo e derramou champanhe sobre o clitóris, os lábios e dentro da boceta. Estremeci. Levantei-me e pedi para deitar-se novamente. Deslizava um cacho de uvas sobre o seu corpo fazendo cócegas em seus mamilos e no pau. Foi assim também com os morangos. Depois introduzia a fruta escolhida na minha boca e pedia para vir buscá-la. Foi um jogo de língua e se apressava em lamber as gotas que me corriam pelo pescoço para desaparecer entre os seios. Arrepiávamo-nos. Beijos, carícias sem fim. Tirou-me para dançar, agarrados, embalados na música gostosa e lenta, me fez sentir e apreciar todo o ardor do seu membro, cuja ereção não deixou qualquer dúvida quanto à natureza do seu tesão. Paulo brincava com o pau esfregando a ponta nas minhas coxas e fui me deitando e ele o guiando para os meus mamilos, na cavidade do umbigo, no clitóris. O pau estava quente e as gotas do líquido umedeciam levemente aquela pele sensível e Paulo o colocou na minha boca.

Com o pau do meu amante, passei um pouco de sorvete de flocos, chantily e farofa de biscoitos. O seu sexo estava todo coberto e comecei a lambê-lo até o desaparecimento completo em minha boca gulosa. Passamos a um 69. Paulo examinava, admirava a minha boceta. Louca para sentir a sua língua, pedi que me penetrasse com ela.

Começou a acariciar suavemente com o nariz, os lábios, de baixo para cima e de cima para baixo. Lambia a boceta, com a língua toda. O calor de Paulo provocava uma sensação inteiramente deliciosa. Bastante umedecida, passou a ocupar-se mais de perto com o clitóris. Inicialmente pequenos toques com a língua, depois com mais demora e força. Gemia, me remexia, suspirava. Paulo continuava a lamber a minha bocetinha e esfregava o meu clitóris ardente. Não agüentava mais. Ninguém me havia chupado como ele, tão deliciosamente ao ponto de perder os sentidos. Paulo tirou uma banana do cacho, ainda não tão maduro o que a deixava irresistivelmente dura.

Deitada ainda à beira da piscina e sem descascá-la, passou pelos meus mamilos, descendo ao umbigo, passando pela boceta, escorregando até o cuzinho e enfiou o cabinho da banana. Pensei que fosse introduzir a fruta no buraquinho quando, novamente, foi passando a banana pelo meu corpo, delicadamente. Retirou a casca e a introduziu na boceta fazendo movimento de vaivém, variando a velocidade e a pressão. Deixou a banana enterrada. Pegou uma outra, passou mel de abelha em toda a extensão para um contato mais suave, mais quente, mais sensual e foi enfiando no meu cuzinho. Passou a comer a banana que estava na boceta, saboreando cada pedaço. Ao pegar o último pedacinho e sussurrou: "Vou te foder!". Foi introduzindo o pau na minha bocetinha e em pouco tempo chegamos ao orgasmo.

A fruta enterrada no cuzinho, ele a tirou, descascou e comemos juntos. Paulo usou a salada de frutas cobrindo as pontas dos meus seios e a entrada da bocetinha. Passava a língua para lamber a calda gelada que escorregava pelos meus seios e boceta e degustava cada pedacinho de fruta estrategicamente depositado em meu corpo. Fiquei de quatro.

Mergulhou o pau na salada de frutas e enfiou na minha boceta de novo. Nossa loucura chegou ao ponto de pegarmos todas as guloseimas em cima da mesa para cobrir nossos corpos. Lambuzados, nos saboreamos e fodemos em várias posições.

Estávamos excitados e fizemos também sexo anal. "Me fode mais fundo, mais rápido", gritava para Paulo. Ele atendeu. "Ah... Mais... Mais fundo... Dê-me toda a tua porra, me encha com o teu leite". Estava adorando sentir a pica comprida, forte, dura, entrando e saindo do meu cuzinho todo lambuzado de calda de chocolate, chantily, os sorvetes, etc, etc. Aumentamos a velocidade dos movimentos e por fim o meu cdf teve o orgasmo de alta intensidade. Ainda ficamos um bom tempo nos alisando.

Tomamos um banho com a mangueira que servia para molhar as plantas e entramos na piscina e lá ficamos por horas, nos admirando, nos amando de novo.

Infelizmente, Deus o levou meses depois, um trágico acidente quando ia para o litoral, e outro homem como ele jamais irei encontrar.

Excelente pessoa, excelente amigo, excelente amante. Paulo sabia como foder uma mulher.

11.11.2009




SEDUÇÃO E DOMÍNIO



Autor : Francisco - fcisco62@hotmail.com






" Quem durante a vida, de uma forma ou de outra, não cometeu algum pecado? De grandes pecados a pequenos deslizes a verdade é que todos nós de uma forma ou de outra vivemos em pecado. Dentro desta realidade, passo a narrar a vocês nas linhas abaixo o maior de meus pecados, que na verdade não é um só pecado, mais vários, que vão se multiplicando a cada nova ação e a cada dia me da mais prazer"



Sou casado há vários anos, um casamento feliz em todos os sentidos, eu e minha esposa sempre nos entendemos muito bem, e sempre fui uma pessoa caseira, recatada e muito discreta, do tipo da pessoa que mora a muito tempo num local e nem conhece o vizinho do lado.



Tudo começou a mudar quando conheci Débora, uma moça muito bonita de 20 anos, cabelos pretos, lisos e longos, rosto angelical, seios médios, nem magra, nem gorda, na medida, recém-casada, evangélica, tímida e meiga e para completar descobri que havia se mudado para um apartamento que ficava dois andares abaixo do meu, moro no 6o. andar. Desde que a vi, quando subimos juntos o elevador, não a tirei mais da cabeça, era incrivel como aquela mulher mexeu comigo, e nós nem fomos apresentados, foi só de ve-la, para depois aos poucos e com muito jeito ir conseguindo informações sobre ela e sua vida. Soube por exemplo, que ela e o marido moravam sós no apartamento, ainda não tinham filhos, eram muito reservados, não tinham amizade com quase ninguém no prédio. Fiquei imaginando uma maneira de me aproximar dos dois, de fazer amizade, ganhar a confiança, essas coisas.



Por também ser muito caladão e na minha, comecei a achar que o caminho até uma possivel aproximação seria longo. Até que o destino começou a me ajudar.



Um dia, eu estava chegando do trabalho, hávia estacionado o carro na minha vaga na garagem e me dirigia ao elevador, quando notei uma mulher que saia do carro e estava toda enrolada para segurar vários pacotes de supermercado, me aproximo com o intuito de ajudar e para minha surpresa e satisfação era Débora, que toda desajeitada, tentava fechar o carro e equilibrar os pacotes, me aproximei e perguntei se poderia ajuda-la, ela se virou para mim e com um sorriso agradeceu. Peguei dois pacotes e nos dirigimos para o elevador, entramos e sem trocarmos uma só palavra Débora apertou o botão para o quarto andar.



Rapidamente chegamos e então nos dirigimos para a porta do seu apê. Ela abriu a porta, pediu que eu entrasse e que colocasse os pacotes em cima da mesa da sala. Logo depois ela se aproximou de mim e com um sorriso se apresentou me estendendo sua mão macia, eu também me apresentei lhe dizendo que me chamo Breno, e que sou seu vizinho do 6o. andar. Ela muito gentil e agradecida, perguntou se não aceitaria um cafezinho que ela tinha feito antes de ir ao supermercado, eu prontamente aceitei e ela me convidou para sentar no sofá da sala enquanto ela iria até a cozinha buscar o café.



Enquanto tomavamos o café com uns biscoitinhos, começamos a conversar, foi então que ela me disse que estava morando a pouco no prédio, que era casada a pouco mais de dois anos, que seu marido era missionário e estudava para se tornar pastor, que resolveram não ter filhos por enquanto e essas coisas.



Eu por minha vez, também falei de algumas coisas sobre minha vida, e disse que ela deveria conhecer minha esposa, pois apesar de já morarmos a mais de 5 anos no prédio, tinhamos pouquissimas amizades, e que ela e o esposo seriam muito bem vindos lá em casa, ela agradeceu e também se disse solitária com o marido, aproveitei para convida-los a almoçar no domingo lá em casa, ela ficou de combinar com o marido e dar uma resposta, dei então o número do meu telefone e do apartamento caso ela quisesse dar a resposta pessoalmente ou mesmo fazer uma visita. Nos despedimos.



Depois deste contato é que não tirava mais Débora da cabeça mesmo, sonhava com ela, pensava nela quando estava só, quando não estava também, no trabalho, em casa, enfim, aquela mulher estava se tornando uma obsessão. Passou-se o domingo e ela não deu sinal de vida, para mim foi uma decepção, procurei não demonstrar para não levantar suspeitas em minha mulher.



Passados uns dois dias, resolvi criar coragem e ir até o apartamento de Débora. Lá chegando ainda exitei em tocar a campainha, afinal o que eu diria, nós mal nos conheciamos. Resolvi ariscar. Passados alguns segundos, Débora surgiu, linda como sempre, com uma saia abaixo do joelho, com sempre usava e uma blusa muito discreta que nada deixava a mostra, quando me viu, entre espantada e ansiosa, perguntou se não queria entrar. Entrei rapidamente e fui logo perguntando porque ela não fora almoçar em minha casa, ela disse que havia falado ao marido, porém ele não quis ir, alegando que não iria na casa de uma pessoa que ele nem conhecia, muito menos para almoçar, ela pediu que não eu ficasse chateado, que o marido era assim mesmo, arredio, de poucas palavras e muito compenetrado, na missão de se tornar pastor, eu disse a ela que não tinha problema, que eu entendia, mas disse também que independente de qualquer coisa, se ela quisesse poderia ir a minha casa, conhecer minha esposa, que eu tinha certeza que as duas se dariam bem, ela agradeceu e disse que na primeira aportunidade iria sim, pois estava mesmo precisando ter contato com outras pessoas, que não fossem unicamente da igreja que frequentava com o marido. Aproveitou para me oferecer um outro café com biscoitos, o que aceitei prontamente, afinal era uma oportunidade a mais para nos conhecermos melhor e conversarmos mais sobre nós e de estar perto daquela belesura. Conversamos muito e sobre vários assuntos, inclusive religião, aproveitei para dizer a ela que sou católico não praticante, que não me ligo em igreja e acredito em Deus sem precisar viver numa igreja, ela me disse que era crente desde pequena, que os país já o eram, que ela conheceu o marido na igreja, que se apaixonou e que a familia fez muito gosto na união, entre namoro e casamento foram quatro anos, ele fôra seu primeiro e único namorado, disse que teve como não poderia deixar de ser uma educação rigida, dentro dos preceitos religiosos, que o marido sempre a respeitou.



Fiquei até espantado, com a forma que ela se abria para mim, quer dizer de repente ela estava me falando sobre coisas que talvez só fosse falar quando nós já nos conhecessemos a muito tempo, exatamente pelo fato de ser uma pessoa muito recatada. Aproveitei o embalo para perguntar se ela nunca havia pensado em ser diferente, quer dizer se quando solteira, ela não pesanva em ter uma vida mais animada, indo a festas, conhecer outras pessoa, estas coisas da juventude. Ela me disse que não, pois desde cedo ela só havia conhecido este modo de vida, e que gostava que fosse assim, sempre dedicada a familia e a religião, e agora ao marido também, principalmente pelo fato dele querer ser pastor, o que exigia por parte dela uma dedicação bem maior.



Saí da casa da Débora com uma certeza, eu teria que mostrar a ela outras coisas da vida, só não sabia ainda como faria isto. Teria que mostrar a ela que havia um outro lado da moeda e fiquei maquinando uma forma de conquistar aquela mulher que tanto me fascinava.



Cheguei em casa cansado por mais um dia de trabalho e ao abrir a porta uma surpresa, Débora e minha esposa conversavam animadamente na sala, me aproximei e minha esposa me disse: "Olhaí Breno, finalmente conheci a Débora, ela criou coragem e resolveu me fazer uma visita." . Olhei para Débora, que sorria animadamente e me senti feliz pela aproximação e por ela ter vindo expontaneamente até minha casa. Ficamos os três conversando animadamente por um bom tempo, até que Débora olhando para o relógio disse que precisava ir pois seu marido estava pra chegar e não gostaria que ele não a encontrasse em casa. Nos despedimos.



Porém Débora prometera que na primeira oportunidade viria novamente bater papo com minha mulher. Passaram-se alguns dias e nada de eu avistar a Débora, então mais uma vez resolvi agir, antes de ir para o trabalho, resolvi passar pelo seu apartamento para saber se estava tudo bem, toquei a campainha e ela apareceu. Perguntei se tava tudo bem, já que ela havia sumido, ela disse que sim, e perguntou se não queria entrar um pouco, agradeci e me sentei no sofá, ela disse que o marido havia viajado a três dias, para uma missão evangélica em outro estado e que só voltaria daqui a uma semana, e ela preferiu não sair, indo apenas a igreja e a casa da sogra vez por outra. Disse a ela que ela poderia ir lá em casa a qualquer hora, para não ficar tão solitária que isto não era bom, e que eu e minha esposa, estariamos sempre a disposição para um bom papo. Ela sorriu, agradeceu e como das outras vezes perguntou se não aceitaria um cafezinho, eu aceitei. Ela foi até a cozinha e logo em seguida voltou dizendo que iria demorar só um pouquinho pois ela iria fazer um novo e voltou a cozinha. Imediatamente, comecei a sentir um desejo louco por aquela mulher, algo estranho e gostoso, afinal estavamos os dois a sós, não haveria perigo do marido aparecer e minha esposa achava que eu estaria no trabalho, porém me lembrei de um detalhe: o carro na garagem.



Quando minha esposa saisse para o trabalho fatalmente veria meu carro estacionado. Imediatamente me dirigi a porta da cozinha e falei para Débora que iria dar uma saida mais já voltava, ela não deve ter entendido nada, mas de qualquer forma disse que pelo menos quando eu voltasse o café estaria pronto. Mais do que depressa, desci pelas escadas, peguei o carro na garagem e fui até um estacionamento que fica a duas quadras da minha casa.



Lá deixei o carro e voltei a pé para o prédio onde moro, entrei e o porteiro não me viu, subi rapidamente as escadas e estava de novo na porta de Débora, ela abriu a porta e espantada disse: "Nossa, parece que você estava correndo? ", apenas sorri e entrei. Ela fechou a porta e se dirigindo para a cozinha disse que já voltava. Eu imediatamente fui até a porta e fechei de chave, tirando a chave e colocando sobre a mesa, em seguida me dirigi para a cozinha, onde encontrei Débora de costas entertida no fogão. Sem dizer uma palavra, fui me chegando até ficar a um passo de suas costas. Respirei fundo, criei coragem e então ataquei. Dei um passo a frente e me encostei em suas costas, imediatamente passe as mão em volta de seu corpo e a abracei por trás, ao mesmo tempo minha boca alcançava seu pescoço que passei a beijar. Ela, entre assustada e incrédula, fez um movimento brusco tentando se soltar e se afastar de mim, e com desespero na voz, me perguntava o que era aquilo, se eu estava doido, que aquilo era um absurdo, que ela iria gritar por socorro.



Eu como que tomado por uma força estranha, não me abalava e com mais coragem ainda, tendo ela presa por um dos meus braços e permanecendo de costas para mim, comecei com a outra mão a rasgar sua blusa, arrebentando com os botões e deixando-a pouco a pouco desnuda. Ela continuava brigando, deu um grito, imediatamente tapei sua boca com a mão, ela se debatia. Eu sem falar uma palavra mais com uma incrivel determinação arranque-lhe o sutien, fazendo com que os conchetes se arrebentassem e seus lindo seus ficassem livres, ela instintivamente colocou os braços sobre os peitos, eu agora ensandecido, desci uma mão por suas coxas, chegando a sua buceta que agarrei por cima da saia, ela se desesperou mais ainda tentando agora se disvencilhar com mais força. De nada adiantava seu esforço, porque eu muito mais forte do que ela a mantinha sob o meu domínio tampando sua boca com uma das mãos, apertando-a contra meu corpo com o braço e com a outra mão esfregava já com certa força sua xoxota, e minha boca, chupava sua nuca e seu pescoço por entre seus longos cabelos.



De repente de-lhe uma mordida no pecoço, ela reagiu tirando as mão do peito e tentando acertar minha cabeça, eu então subi a mão que estava entre suas pernas para seus seios que passei a acariciar, ela continuava desesperada, tentando se disvencilhar do meu corpo de qualquer maneira. Meu pinto já durissimo, acariciava sua bunda sem pudor.



Foi quando minha mão que acariciava seus peitinhos atingiu o biquinho de um dos seis e resolvi apeta-lo com força ao mesmo tempo em que minha boca malhava sua nuca e seu pescocinho, foi o suficiente para ela soltar um suspiro profundo. Apertei com mais força e um gemido quase me fez gozar alí mesmo de tão delicioso. Senti que a estava dominando e que sua força começava a se esvair, para não perder o pique, puxei sua boca para perto da minha e beijei seus lábios que agora permaneciam cerrados, dei então um novo aperto no biquinho e ela suspirou de novo, enquanto minha boca colava na dela e minha lingua a invadia vitoriosa, no mesmo momento minha mão agora livre de sua boca correu para o meio de suas pernas, que ela num último relance de resistencia tentou fechar, dificultando minha ação.



Desci então a mão por baixo de sua saia e fui subindo até seu monte de vênus, que comecei a acariciar sobre a calcinha, enquanto o dedo medio fugia para entre suas pernas a procura da paraíso. Notei logo que sua gruta já estava encharcada e comecei um vai e vem com meu dedo ainda sobre a calcinha, com a outra mão acariciava os dois seios quase ao mesmo tempo, e minha boca continuava a beija-la, no que seguramente foi o beijo mais longo que já dei na vida, ela já sem reação correspondia ao beijo ao mesmo tempo que discratamente começava a acompanhar o vai e vem do meu dedo com os quadris enquanto eu esfregava mais e mais o pau na sua bunda. Neste ritmo, sua respiração foi ficando cada vez mais ofegante, entrecortada por gemidos e dali a pouco ela gozou de uma forma animalesca, selvagem, jogando seu corpo de encontro ao meu que quase cai com a força que ela fez. A seguei com força para que não caisse. Peguei-a nos braços e a levei para o quarto, sem que ela esboçasse reação.



A deitei na cama, tirei a camisa, a calça, a cueca e as meias, sempre olhando fixamente para ela, que deitada de olhos semi-cerrados, continuava sem reação. Subi na cama e levantei sua saia, deixando sua calcinha branca a mostra, pude então ver seu monte de vênus ainda sob a calcinha, era lindo, bem pentelhudo, abri suas pernas ao máximo e aproximei minha boca de suas coxas, ela tentou fechar as pernas, mas com as mãos as mantive escancaradas, lambi suas coxas completamente, dando mordidinhas nas partes internas, fui subindo até chegar na xoxota, que passei a lamber por cima da calcinha, morder, chupar, engolir com minha boca, ela ficou inquieta num primeiro momento, mas logo estava gemendo baixinho, eu continuava como doido, explorando aquela xoxota maravilhosa ainda por cima da calcinha que já estava toda ensopada tanto por minha saliva quanto por seus sucos, ela começou a puxar minha cabeça com a mão, como que querendo que todo o meu rosto entrasse na sua buceta, arranquei sua calcinha com minha boca, puxando por suas pernas até tirar por seus pés, aproveitei para chupar seus dedos da perna, e fui subindo pelo tornozelo, coxas e voltei novamente a sua mata, e como era cabeluda, agora livre a calcinha passei a explora-la com mais sofreguidão, levantei suas pernas ao máximo, deixando na posição de frango assado, completamente exposta, e chupei mais e mais sua buceta alternando com descidas até seus ânus que passou a ser explorado por minha boca, com a maior das intimidades.



Nestas alturas a temperatura naquela cama já estava nos 50 graus. Débora, completamente dominada, se entregava mais e mais, se contorcendo, gemendo e quase gritando de prazer, meu pau estava tão duro que parecia que as veias iriam saltar para fora.



Me detive então no seu grelo, que estava super inchado e vermelho e praticamente o engolia entre chupadas e mordidas, não aguentando mais o tesão Débora explodiu num gozo maravilhoso, gemendo alto e falando palavras desconexas e se arreganhando inteira a minha sanha de macho, que continuava impassivel a chupa-la, fazendo-a desmaiar entre espamos e espamos de gozo.



Tranquilamente enxuguei meu rosto com o lençol e me deitei ao lado de Débora, que começava a se recuperar, assim que abriu os olhos a beijei, enquanto a beijava pousei sua mão sobre o meu pau, ela tirou a mão e parou de me beijar, ficou me olhando com cara de incrédula, eu sem perda de tempo coloquei de novo sua mão em volta do meu pau e comecei a fazer um vai e vem com a mão dela, ela continuava a me olhar, então resolvi atacar outra vez.



Me ajoelhei com a rola dura perto do seu rosto e disse: "Faltou eu gozer meu amor. Bota esta boquinha aqui na minha rola e me chupa bem gostoso." Ela tentou argumentar que nunca havia feito aquilo, que não sabia como fazer e que não queria, era pecado e estas babozeiras todas, eu sem me abalar aproximei ainda mais o meu ferro de sua boqueinha, peguei sua cabeça com as duas mãos, encostei a cabecinha do meu pau em seus lábios e disse bem sério: "Abre a boca cadela e chupa o meu pau como se fosse o mais gostoso dos sorvetes, lambe ele todinho, chupa as bolas e depois enterra ele nessa tua boca que eu quero fuder ela bem gostoso, agora faz isto bem rápido porque eu já estou perdendo a paciencia com você sua puta.", e puxei a sua cabeça mais ainda enterrando seu rosto nos meus pentelhos, ela bem devagar passou a ponta da lingua bem de eleve nas minhas bolas, eu forçando mais ainda sua cabeça, depois passou a lingua pelo corpo do meu pau e foi subindo até a glande, onde passou a pontinha da lingua, voltando e dando lambidas até o chegar ao saco.



Eu ordei: "Chupa as bolas, piranha! ". Ela obedeceu, chupando uma e depois a outra, subiu de novo entre lambidas até a glande e então encostou os lábios na cabecinha da minha rola dando um leve beijinho. Eu então dono da situação dei nova ordem: "Bota todinho na boca, minha escrava. ".



Mais uma vez Débora não reagiu, apenas abriu a boquinha o suficiente para ir engolindo a cabeça da minha rola que foi pouco a pouco sendo devorada por sua boquinha sedenta. Comecei a apertar sua cabeça e a puxa-la fazendo com que ela ficasse indo e vindo ao meu comando, num vai e vem delicioso, Débora no inicio estranhou um pouco, mas aos poucos foi se acostumando com aquela nova forma -para ela- de invasão. Fiquei um tempão naquela massagem gostosa, de vez em quando esticava as mãos e apertava os peitinhos da minha amante, que gemia entrecortado pela rola implacável.



Depois de um bom tempo nesta gostosura, resolvi acelerar os movimentos e passei a entrar e sair daquela boquinha cada vez mais rápido até que não aguentado mais comecei a gozar em jatos fortes, que saiam em profusão, Débora tentou tirar a boca mas eu não deixei apertando sua cabeça contra a minha rola com mais força e disse arfante: "Engole minha puta, engole o gozo do teu macho, deixa a minha rola bem limpinha até a última gota em quero na sua garganta." Débora então sem saída e até para se livrar mais rápido começou a engolir meu semem, até o fim. Nào aguentando mais desabei exausto ao seu lado. Ela largou o meu pau e também se deitou cansada.



Dei um tempo e me aproximei outra vez do seu rosto, dando-lhe um beijo na face. Ela como que tivesse acordando de um sono profundo perguntou: "O que está acontecendo? " Eu imediatamente respondi: "Você ainda não sabe? " e continuei: "Pois eu vou lhe dizer, você está sendo possuída, dominada e escravizada por um macho que a partir de hoje vai fazer tudo com você e cada vez com mais intensidade, você se tornou a partir de hoje minha puta, minha fêmea, minha escrava, que vai ser submissa a mim enquanto eu quiser."



Enquanto falava estas coisas percebi meu pau dando sinal de vida e Débora ficando ruborizada e os bicos dos peitinhos ficando durinhos. Então continuei: "Você descobriu a partir de hoje algo novo e nunca mais você vai se livrar deste tesão, minha cadela, onde você estiver vai ficar molhadinha quando se lembrar das loucuras que ainda vamos fazer, vais ser minha puta em todos os sentidos, em todas as posições e de todas as formas possíveis." Enquanto falava, passei a sugar os seis do meu amor que ficaram inchados de tanto tesão, minha mão correu seu corpo parando na xoxota que mais uma vez passei a dedilhar, só que desta vez com vários dedos, e continuava com o falatorio, num tom de voz mais baixo: "E não adianta você querer fugir desta sua nova realidade, porque vou lhe viciar em todos os sentidos do sexo, e você fará tudo como o seu amo mandar, ouviu minha escrava? " E mordia seu biquinho eriçado e ela gemia.



E perguntava outra vez: "Você não ouviu cadela, responda a seu mestre, dono e senhor, quando ele perguntar? " E já gozando completamente entregue, Débora entre gemidos disse: "Entendi meu feitor, eu sou sua, totalmente sua, me possua, que eu serei sua escrava para sempre. " E gozou abundantemente.



Eu já não aguentando mais abri as pernas de minha amada me posicionei entre elas, coloquei a cabeça da rola na porta de sua xoxota totalmente entregue e fui enfiando até o fim de uma vez, quando senti seus pentelhos no meu, passei minha mão em volta de sua nuca e dirigi sua boca para minha e a beijei loucamente iniciando um delirante vai e vem, ela enlaçou as pernas nas minhas costas e se entregou totalmente, ficamos nos esfregando em indas e vindas intermináveis e até que um bom tempo depois gozei, gozei e gozei até urrar, urrei e logo em seguida ela também não resistiu e gozou me mordendo o pescoço com a vontade de uma louca.



Depois veio a paz e o silencio na cama, durante longos minutos ficamos inpassiveis nos recuperando, daquela que foi sem dúvida a melhor trepada da minha vida, passado este tempo, voltamos a nos encarar.



Ela sorriu e me disse: "Sou tua. Você é o homem que realmente me fez sentir mulher, tudo aquilo que você me disse é verdade. Agora tenho certeza que vou me viciar e vou querer sempre e cada vez mais loucamente, e quer saber, vou passar por cima de tudo, princípios, religião, fidelidade, mas jamais irei abrir mão de ter você perto de mim, você será o meu homem sempre." .



Nos beijamos, aquelas palavras só me fizeram ficar com mais tesão e apesar de tudo eu queria te-la logo por completo para que meu domínio fosse total e irrefutável, então recomecei as caricias que agora ela aceitou e também participou massageando a minha rola com tesão.



Num gesto brusco a virei de bruços, levantei seus longos cabelos e passei a lamber, beijar e chupar sua nuca, seus ombros, seus costas e fui descendo até chegar ao meu objetivo maior, suas nádegas, que passei a morder e dar tapinhas, Débora imediatamente começou a gemer ofegante, abri sua nádegas e lambi, beijei e chupei seu ânus, Débora em transe começou a rebolar na minha cara, enquanto eu colocava ela de quatro.



Enfei o dedo indicador no cuzinho de minha amada que começou a piscar, enquanto chupava suas nádegas como louco, Débora não parava de rebolar, então enfiei um segundo dedo, ela gemeu mais alto ainda, comecei a ir e vir com meus dedos bem fundos em seu cú, enquanto cobria o seu corpo com o meu e começava a chupar sua nuca, Débora já rebola desesperada, então resolvi que era o momento.



Tirei meus dedos de seu cuzinho, me posicionei bem atrás de sua bunda, mirei a cabeça da rola para seu cuzinho piscante e fui forçando bem devargar, para doer pouco. A cabeça foi entrando lentamente, quando chegava no meio eu voltava e depois repetia para que meu amor se acostumasse bem com a minha chapeleta. Aproveitava para dar uns tapinhas nas nádegas de minha puta, ela gemia. Empurrei mais um pouco e a cabeça entrou. Ela gemeu mais alto. Resolvi enfiar o resto de uma vez, e foi o que fiz, enterrando, até sentir os meus pentelhos encostarem naquela bunda deliciosa, Débora, fungava e ufava.



Desci a mão para o meio de sua xoxota molhada e comecei a massagear seu grelinho, a outra foi direto para os peitinhos da minha pirainha, minha boca tomou conta de sua costa, nuca, ombros e pescoço e minha pica começou um potente vai e vem, que fiz questão durasse o máximo possivel. Débora, depois de uns momentos levando no cú, voltou a rebolar e jogar a bunda mais e mais para mim, eu a tendo completamente dominada, massageava cada vez com mais força seu grelo, seus peitos e mordia de deixar marcas, a nuca e as costas. Nesse ritmo chegamos ao extremo do extremo do gozo não aguentando mais ambos nos derretemos em um orgamo louco, inebriante, total. Gozei até a alma naquela bunda e minha Debi, gritou como uma cadela no cio até o último momento de sua lucidez.



Os dois caimos quase desmaidos, sem forças, sem escrúpulos.



Continuamos nossas vidas de casados e de pessoas discretas, como se nada tivesse acontecido, continuo meu casamento feliz, com minha esposa perfeita que nada desconfia, e Débora continua devotada ao marido, evangélica ferrenha e recatada aos preceitos.



Isto para todo mundo, porém quando estamos a sós nos transformamos ela passa a ser minha escrava, submissa, amante disposta a tudo para agradar ao macho e eu sou seu amo, senhor e feitor, que a submeto aos meus caprichos, a domino e a possuo da forma e na hora que quero.



Jamais pensamos em mudar nossas vidas pois somos muito felizes assim, e pretendemos continuar por muito tempo, pois isto é só o começo.

11.09.2009


 

SEXO NO CAFÉ DA MANHÃ

AUTOR DESCONHECIDO


 

" Deise não conseguia se concentrar no trabalho na cozinha. As lembranças da tarde junto com Pedro não saiam de sua cabeça. Apenas ele aliviava o inferno que era viver naquela casa com a megera D. Ana, onde morava desde que tinha vindo do interior com apenas 18 anos. Ele fazia serviços de jardinagem na casa.

Ela antigamente o observava trabalhando, mas ficavam apenas no flerte distante. A troca de olhares foi se tornando mais intensa, até o dia em que se encontraram na casa de ferramentas no fundo do quintal.

Ela havia levado uma limonada para ele, e depois de trocarem apenas algumas palavras o clima de sensualidade que os envolvia finalmente se concretizou em um beijo ardente.

Ele respeitou a pouca idade e a inexperiência dela, 18 anos, mas explorou completa e gentilmente todo seu corpo.

Ele a tocou, lambeu, beijou e chupou em lugares que ela jamais imaginou que pudessem ser tão sensíveis.

Seu pensamento voou enquanto ela lembrava de sua primeira vez. Em sua mente surgiam lembranças da língua ágil de Pedro entre suas pernas, e ela podia sentir os lábios de sua buceta pulsarem de desejo.

Desde a primeira vez algumas semanas antes, eles se arriscaram várias vezes em encontros furtivos durante a noite. Ele passava a noite em seu quarto, e quando o sono chegava, era o feliz adormecer embalado pela exaustão sexual.

O seu medo é que fossem descobertos por D. Ana.

Ela era muito grossa e mandona, e frequentemente falava sem demonstrar respeito pelos empregados. Deise, a mais novinha, já tinha sido várias vezes humilhada na frente de visitas e de outros funcionários da casa.

Ela não conseguia entender como Pedro não sentia pela coroa a mesma raiva que ela.

O barulho do sininho ressoou na cozinha, interrompendo os pensamentos de Deise.

A coroa parecia saber quando ela estava feliz, envolvida em suas lembranças e sem querer ser interrompida! Ela olhou o relógio e perdeu a respiração, ela estava mais de 20 minutos atrasada com o café da manhã da patroa! As torradas já estavam quase esfriando! Desesperada, ela colocou tudo na bandeja e subiu correndo.

Certamente levaria uma grande bronca pelo atraso...

A porta do quarto estava fechada, como sempre. Deise bateu, e de trás da porta veio o latido da mulher: "Entre!" Ela esperava encontrar a patroa ainda deitada em sua grande cama cercada de travesseiros.

Ao invés disso, D. Ana estava de pé, no centro do quarto, mãos na cintura e pernas ligeiramente afastadas. Sua altura tornava a figura ainda mais ameaçadora. Ela vestia apenas um robie, que deixava à mostra os seus seios grandes, firmes e brancos.

E o mais estranho, tinha preso por um cinto ao quadril um pinto de borracha enorme, muito maior do que aquele que a menina conhecia. A expressão calma da mulher assustava a empregada. Ela masturbava a ferramenta como se fizesse parte de seu corpo. A palma de sua mão deslizava para cima e para baixo lentamente, cada movimento mais firme que o anterior. A garota engoliu em seco. - Desculpe por estar tão atrasada, madame. Me perdoe.

D. Ana apenas deu um sorriso de canto de boca, dizendo: "Eu não perdôo maus serviçais. Nunca." Uma longa e lenta punheta no consolo parecia enfatizar sua frase. "Mas eu garanto que eles nunca esqueçam suas falhas". Deise tremeu.

A patroa continuou: "Você gosta de homens, não é, meu bem? Um cacete duro e grande?"

As lágrimas escorriam dos olhos assustados da jovem.

Ela, confusa, confirmou com um pequeno movimento da cabeça. "Mas você é muito jovem, não é? Eu diria uns 18 anos". Ela confirmou novamente. "E você já sentiu um caralho duro enterrado em seu traseiro?"

A bandeja, que ela ainda segurava, tremia. "Põe essa bandeja na mesa, sua menina estúpida!! E vem aqui e chupa meu pau."

O grosso consolo tinha um leve gosto de borracha, ao qual ela logo se acostumou. Ela se engasgava quando D. Ana a forçava a engolir tudo. Deise podia sentir o aroma quente e acre que emanava do meio das pernas de sua senhora.

Ela nunca havia cheirado outra mulher e ficou pensando se sua buceta também cheirava assim.

Sua divagação foi abruptamente interrompida quando a coroa agarrou seus cabelos e puxando sua cabeça para trás, falou em tom ameaçador: "Agora vamos ver se seu cuzinho é tão suave quanto sua boca.

Tire sua calcinha e fique de joelhos". Chorando, a menina obedecia às ordens. Tão logo seu delicioso traseiro se posicionou na direção da mulher ela enfiou um dedo na bucetinha quente e iniciou vigorosos movimentos de entra-e-sai.

Aquilo rapidamente a excitou. "Ah! Sua xoxotinha já está molhada! Você realmente gosta de um cacete, né?!"

A observação da patroa era inegavelmente verdadeira...

D. Ana deslizava rapidamente o dedo em vai-e-vem na grutinha lubrificada, fodendo ela com a mão enquanto massageava o clítoris intumescido. Deise gemia. - Ah, vagabunda! Eu sabia que você iria gostar, sua piranhazinha! Espere só até meu cacete arrombar seu cuzinho, aí você vai ver. Ela enfiava quatro dedos na fenda da menina, cobrindo-os com o viscoso e perfumado suco de sua jovem vagina. O aroma de sexo dominava o ambiente.

Deise sentiu um líquido sendo derramado no meio de sua bunda. Não se atreveu a olhar, mas já imaginou o que a aguardava. Amigas suas já haviam lhe dito que dar a bunda era horrível e doloroso.

Certamente a intenção de sua patroa era puní-la fodendo-a pelo cú.

Ela estava tão assustada que não conseguia nem chorar. Sentia tanto tesão com os dedos de D. Ana na sua buceta que era difícil imaginar que uma experiência horrível viria a seguir. Os dedos deixaram sua rachinha melada e foram enterrados em seu anelzinho, um após o outro, até três dedos a alargarem a cada estocada.

Ela se perguntava se os líquidos de sua buceta haviam tornado tão suave a penetração em seu buraquinho virgem, até que se deu conta de que a coroa deveria ter passado alguma coisa na mão, pois ela sentia alguma parecida com manteiga em seu traseiro. Deise escutava seus próprios gemidos. A sensação da penetração e dos dedos da madame a tocando por dentro embaralhavam seu cérebro. Ela não deveria estar gostando disso, dizia para si mesma.

O que Pedro diria se a visse assim curtindo ser penetrada por outra mulher, sua patroa?!

Se a intenção de D. Ana era puní-la, esta humilhação deveria ser asquerosa.

Mas, inconscientemente, ela balançava seu traseiro em sincronia com o dedo habilidoso da coroa entrando e saindo de dentro dela. Deise sentia como se tivesse um pistão pulsando em seu cuzinho.

E como era gostoso! Ela se espantava por estar gostando disto ainda mais do que sentir os dedos de D. Ana em sua buceta. Os movimentos com o dedo pararam abruptamente e Deise sentiu um vazio em sua bunda, e quis protestar.

De repente sentiu sua bunda sendo alargada. O consolo de borracha invadia violentamente seu buraquinho vazio e faminto, fazendo-a gritar de dor. - Toma, sua puta! Toma meu caralho! Deise queria desmaiar de dor, mas o medo a manteve firme. A tora tinha penetrado apenas metade. Nem a abundante quantidade de lubrificante podia aliviar o tamanho daquele cacete monstruoso que a arrombava. D. Ana agarrou seus quadris com força e enfiou o gigante ainda mais fundo.

Ela estava sendo rasgada ao meio? Gritou mais uma vez, quase cega de dor.

Quando ela não conseguia mais suportar a intensidade da dor provocada por aquele pauzão de borracha, seu corpo entrou em um estado de dormência. Ela era uma completa mistura de um turbilhão de sensações que pareciam sem origem ou destino. E então, no exato momento em que ela ia sucumbir à dor, seu anelzinho relaxou e aceitou a enorme grossura e o comprimento anormal do seu invasor. O resto de seu corpo atingiu um estado de sublime prazer quando a ferramenta seguia caminho adentro pelo seu ânus. D. Ana bombava enfiando o cacete mais fundo a cada estocada.

O corpo de Deise começou a tremer como se atingido por milhares de descargas orgásmicas. Com um apetite que surgiu em algum lugar bem no seu âmago, seu cuzinho arrrombado engoliu vorazmente a pica dura.

Ela nunca se sentira tão faminta por qualquer outra coisa em toda sua vida.

- O Pedro já fez isso com você, benzinho?

- D. Ana perguntou enquanto metia.

- Não! Não!

- Deise respondeu perdendo o ar, incapaz de parar de jogar seu rabo de encontro ao consolo. - Bem, então ele vai fazer agora. Vem cá Pedro, vem foder o cuzinho da sua queridinha. Deise entrou em parafuso. Pedro estava lá?

D. Ana tirou o pau de sua bunda enquanto ela olhava agitada para todos os cantos do quarto.

- Fode o cuzinho dela como você tem feito comigo todos estes anos! Ele se posicionou atrás da garota, que ainda estava de quatro na beirada da cama, e começou a massagear sua bundinha morna.

"Você vai gostar, você vai ver."

Possuída pelo ciúmes de saber que Pedro trepava com a patroa, ela protestou: "Ela já fez comigo! Por que você está aqui?!" D. Ana ria histericamente. "O que foi meu docinho? Ficou chateada em saber que eu estava melhor assessorada do que você?!"

A coroa puxou a menina pelo cabelo e falou: "Você parece não acreditar, garotinha. Então você vai olhar enquanto ele fode meu cú. Daí você vai entender porque uma menininha como você nunca iria satisfazer um homem desse. Senta lá perto do armário e presta atenção!" Deise sentia sua bucetinha incrivelmente úmida e estava surpresa com seu desapontamento por não poder participar. O pau duro de Pedro a deixava com muito tesão, ela não queria olhar, ela queria dar pra ele. No entanto, ela sentou no chão conforme ordenada. D. Ana tirou o robie e ficou de quatro, apontando traseiro bem para o alto. Olhando fixamente para Deise, ela lambeu seu indicador e enfiou de uma só estocada em seu cuzinho. Ela deslizava o dedo em vai-e-vem como havia feito com a menina minutos antes. Pedro se aproximou por trás com o pau duro como pedra.

A garota então observou Pedro, o seu Pedro, metendo com facilidade sua pica deliciosa no rabo de sua patroa. Eles bombavam um ao outro como dois animais, gritando de tesão, preenchendo o quarto com o odor pungen

te de sexo. O caralho do rapaz parecia para Deise maior do que ela lembrava. Ele não prestava a menor atenção nela enquanto fodia sem dó o traseiro a sua frente, agarrando com uma das mãos o quadril enquanto com a outra apertava as tetas que balançavam. D. Ana também estava completamente compenetrada.

Ela jogava sua bunda para trás, levando todo seu peso contra o dele a cada metida que dava. Os sons que emergiam de sua garganta não pareciam emanar de uma fonte humana. Enquanto seu cú faminto devorava o mastro do jardineiro, sua mão massageava furiosamente seu grelo. O corpo da mulher parecia percorrido por ondas de gozo, intensificado pela siririca que ela própria batia. Ela então pegou o consolo sobre a cama e socou em sua buceta molhada.

Seus olhos viravam quando ela alternava as metidas na buceta com o do cacete em seu rabo. O coração de Deise disparou ao imaginar como deveria ser delicioso ser fodida pelos dois buracos.

Tendo experimentado o êxtase do sexo anal, pensar no prazer reforçado por um grande pau em sua buceta era inacreditavelmente excitante.

Olhando a patroa fudendo com seu namorado e massageando seu próprio grelo, a menina começou a se tocar também. Ela sentou com as pernas bem abertas e puxou a saia para cima. Sua vulva pingando de tesão, enquanto seus dedos faziam movimentos circulares no clítoris melado.

Quando D. Ana gemia em seu terceiro orgasmo, Deise silenciosamente tremia gozando também.

Pedro viu ela gozar e passou a língua sobre os lábios, dando a entender que gostaria de estar chupando a sua rachinha.

Em resposta, ela começou a beliscar seus mamilos e puxá-los. A preocupação de D. Ana com seu próprio prazer permitia que essa troca passasse desapercebida.

Finalmente, o orgasmo de Pedro veio também. Seu corpo ficou teso e ele atirou sua carga de porra no buraco fervente da patroa. Eles dois gritaram em uníssono, e então desmontaram na cama.

Deise se recompôs lentamente e levantou-se para vestir sua calcinha.

D. Ana virou a cabeça em sua direção e perguntou: "A que horas o café deve ser servido, Deise?"

"Oito horas, madame" "Exato. Você viu o que acontece quando se atrasa."

A empregada deixou o quarto, tentando decidir se havia recebido realmente uma punição.

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SEXO ORAL NA VOLTA DO TRABALHO

Por Patty

molhadinha_pr@hotmail.com


 

Sou VICIADA nesse blog .todos os dias quando chego cansadinha do trabalho eu enquanto leio os contos eu sento com uma perninha apoiada no braço da cadeira e fico mexendo no meu grelinho, sentindo ele inchar na minha mão até que eu goze..

.Sempre esperei um dia que tivesse uma boa história para contar, uma história que fosse realmente verdadeira e recheada de detalhes.

Assim, outras pessoas poderiam desfrutar do prazer que eu sinto quando leio algum conto realmente bem escrito.

Bom, meu dia chegou e eu voltei para casa feliz da vida e querendo muito dividir essa deliciosa aventura com vocês.

O meu trabalho oferece Vans para nos levar em casa, posso assim deixar o carro em casa e aproveitar a companhia dos meus amigos de trabalho ao invés de me preocupar com engarrafamentos.

Na última quinta feira eu entrei na van e um rapaz (que eu nunca tinha encontrado) sentou no banco da frente...todos desceram.

Ficamos eu, o rapaz e o motorista...Não sei o que aconteceu, eu tinha uma vontade enorme de tocar uma siririca bem gostosa, minha xaninha pulsava e quando eu vi eu estava com a mão entre as minhas pernas, por debaixo da saia (rasguei minha meia calça na altura da calcinha) e com meu blazer por cima...

Comecei a sentir meus dedos percorrerem toda a minha xaninha...as pare'des dos lábios, vermelhinas e molhadinhas, meu grelinho que me deixa cheia de tezão quando encosto nele...e minha grutinha apertadinha e gostosa...

A van parou do lado de um ônibus e eu tirei a mão da xaninha para que ninguém visse...O rapaz da frente que estava com a mão no encosto de cabeça da poltrona virou para mim e somente olhou ( depois ele diria que sentira cheiro da minha xana)...teria ficado só no olhar se eu não tivesse tido um impulso louco e incontrolável de pegar a mão dele e chupar seu dedo do meio...que tezão, sentir uma pele que não é minha na boca me estimulou.

Ele ainda assustado mas já cheio de tezão, pulou para o banco de trás...

Minha boca foi direto para os seus lábios carnudos e gostosos e minha lingua se mexia dentro de sua boca com um tezão que nunca senti, mordidinhas no pescoço, no lábio e senti sua lingua no minha orelha me arrepiando toda...

Minha mão sentiu todo o volume que me aguardava, comecei (ainda por cima da calça) a fazer movimentos bem lentos de vai e vem...as suas mãos por debaixo da minha blusa, sentiam meus seios, quentes, pontudos e gostosos, senti ele mamando cada um dos meus seios com carinho alternados com tezão...sentia sua lingua fazendo movimentos de sucção no meu biquinho , enquanto sua mão preparava o outro biquinho pra receber sua boca, de repente ele mordia meu bico e puxava com ele entre os dentes... Só de lembrar começo a sentir-me molhadinha e não resisto e coloco o dedinho em movimentos circulares no meu grelinho..sinto uma dormencia gostosa....ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

Voltando, comecei a arrastar meus lábios molhados pelo torax dele e mordi seu biquinho com carinho...enquanto minhas mãos abriam o zipper da sua calça....as mãos dele agiam rápido...logo, logo senti sua mão mexendo na minha xaninha, eram três dedos no grelinho mexendo...depois um dedo dele entrou na minha grutinha enquanto eu punhetava ele já com a cueca abaixada, mexia devagar e de repente acelerava e passava meu polegar na cabecinha ...ele ia a loucura...então ele abaixou no chão da van, minha saia já estava na cintura e arrancou minha meia e minha calcinha, pôs no bolso do casaco e falou "essa eu levo pra casa"...ajoelhado ele começou a passar a lingua quente na virilha, onde fica o elastico da calcinha...eu tava entregue a ele...ele mordiscou minha xaninha e sem abrir ela com as mãos como "eles" fazem, enfiou a lingua até alcançar o grelinho...e ficou ali com as duas mãos nos meus seios, mexendo, apertando, brincando com os biquinhos enquanto eu punhetava ele com os pés...a sua linguinha mexia tão gostoso que ia lá do iniciozinho até a entrada da grutinha...eu mexia meus quadris como se ele estivesse me penetrando...e estava...derepente ele colocou enfiou um dedinho dentro da minha xaninha e começou a lambuzar o dedo da outra mão no meu tezão, ele simplismente enfiou o dedo no meu cuzinho e coordenava os dedos nos meus buraquinhos e a lingua no meu grelo...

Senti que ele havia enlouquecido de tezão, quando ele começou a morder meu grelo...chupava como quem toma refrigerante no canudinho...com força. Gozei! Tremia meu corpo todo...minhas pernas tremiam....e eu mordia minha mão para não gritar...

Outro beijo delicioso na boca e eu estava perto da minha casa...terminei de punhetar ele com a boca...enfiava seu pau quente, gostoso, e grossinho dentro da minha boca escorregando pela lingua e o céu da boca, na volta trancava o pau dele entre meus dentes bem levinho e chegava até a cabecinha onde brincava com minha lingua...quando senti que ele gozaria, ao invés de aumentar o ritmo eu diminui e ele ficou louco..quando estava se acostumando com a velocidade da minha punhetinha eu acelerei e ele gozou tão forte que até eu me assustei...

O motorista chegou na porta da minha casa e deu desci da van ainda com as pernas bambas e uma vontade enorme de sentir um caralho invadir minha bucetinha.....mas isso já é outra história....