11.13.2009

SONHO OU ESTUPRO.

AUTOR DESCONHECIDO


 

" Meu sonho era ter uma transa simulando um estupro.

Eu pedia muito ao meu noivo, mas ele sempre recusava, mas um dia ..

Certa tarde, como todas as outras eu estava vendo um filme na sala que passava na TV, ele chegou com cara de furioso, estava com algum problema, eu nem arrisque perguntar o porque.. Ele estava completamente fora de si e quando me viu, me chamou de puta, vadia e se sentou no meu lado no sofá.

Eu estranhei e fiquei olhando pra ele, nem deu tempo de falar nada ele me pegou pelos braços e me levou pro quarto, me trancou lá e foi buscar uma corda, brutalmente ele me amarrou na cama, braços e pernas de uma forma que se eu me mexesse, machucaria. rasgou minha roupa e lascou um beijo, eu tentei afasta-lo com a cabeça mas era impossível pois ele era muito forte.

Eu fechava a boca mas ele enfiava a língua com tudo. Eu estava odiando aquilo pois nunca havia beijado de uma forma tão bruta eu xinguei muito. Não parava de dizer para ele parar, que não estava afim de fazer hoje.

Ele ouvindo isso se revoltou e me deu um tapa no meu rosto, fiquei meio estonteada e nem percebi que ele já estava completamente nu . Eu não sentia prazer..

Ele se levantou na cama e colocou seu pau perto da minha boca, eu já imaginava o que ele queria mas resisti, ele abriu minha boca e c colocou todo seu pau ele estava querendo comer minha boca ficou tirando e colocando seu pau rápido sentado em cima de mim eu não pensava em ter prazer só pensava em sair daquela enrascada. Tentei morder mas conforme eu mordia, ele soltava gemidos de prazer então fiquei totalmente imóvel e mesmo assim ele gozou soltando muita porra na minha boca.

Cuspi o quanto deu e ele não satisfeito, deu um tapa na minha buceta ardeu muito, começou a chupar com força, enfiando a língua, eu não pude proibir porque ele havia amarrado minhas pernas uma de cada lado da cama, ficando totalmente escancarada. Comecei a me contorcer ate que ele conseguiu me fazer soltar um gemido de prazer, acho que gozei um pouco, ele começou a rir alto enquanto se masturbava. Seu pau estava duro e ele se deitou em cima de mim, colocando seu pau na entrada da minha buceta molhadinha.

Ele sorriu e eu implorei quase chorando para q não fizesse nada comigo pois tinha desistido do sonho. Ele riu muito .e sem dó colocou seu pau na entradinha e enfiou aquela tora de uns 20cm sem dó na minha buceta chorei muito senti prazer e soltei alguns gemidos ele gostou e começou a fazer movimentos fortes e rápidos ele estava completamente fora de si. Não parava gozou muito dentro de mim mas mesmo assim não parava de se mexer eu não agüentava mais de tanto prazer e gozei

Ele começou a dizer palavras grosseiras vendo que havia gozado melando todo seu pau.

Ele viu secreção escorrendo nas minhas pernas e rapidamente levou a língua ate minha perna e lambeu tudo, mordeu minhas pernas, mordeu com força meus seios, na hora senti muita dor e não parava de gritar para parar ele ria muito e tirou as cordas. me senti aliviada pensando que havia terminado mas ele começou a lamber meu cuzinho eu não sei o que senti na hora, era medo misturado com prazer, ele me deixou de quatro, apontou seu pau pro meu cu e segurou minha barriga por trás. começou a roçar aquele pau duro ainda no meu cu forçou a entrada e chorei muito de dor, ele regaçou meu cu com uma estocada até o fundo, senti suas bolas tocando minha bunda e chorei muito ardia muito, sangrou.

Depois disso eu desmaiei e acordei na minha cama, limpinha e com dores no cu .

Ele havia escrito um bilhete dizendo que se alguém tomasse conhecimento do ocorrido, eu seria estuprada pelos amigos dele.

Ele só apareceu no outro dia, agindo como se nada tivesse ocorrido, eu como que continuando o sonho nunca falei sobre o assunto....


 

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SALADA DE FRUTAS BOCETON A LA CUZETTE AVEC PIRROCA

CONTO DE SAFADINHA - safadinha@iamyours.com


 

" Sábado, uma agradável manhã de verão em São Paulo. O sol mostrava seu esplendor, uma luz dourada que abençoava e acariciava a cidade, além de absorver a água da tempestade que despejou toda a ira dos céus na tarde do dia anterior.

Levantei-me cedo para ir à academia. Corpo são, mente sã. Cumprimentava o sol, admirava o que a natureza nos dá de melhor, enquanto degustava o café da manhã no jardim de inverno; suco de laranja, cream cracker, queijo de minas e leite gelado. Feliz estava. Vida é a palavra. Começo a ler as notícias de ontem estampadas no jornal do dia, deixado ainda de madrugada em minha porta. Greve, inflação, assaltos, mortes, injustiças. Muita tristeza, muita tragédia. Desisto. Não quero tirar o sorriso que trago em face. Termino a primeira refeição, faço a minha higiene, pego a sacola da academia e vou malhar este corpo que Deus me deu o qual tento cuidar muito bem.

Lembra de mim? 1.70m, loira, 60kg muito bem distribuídos, seios 44 e uma bunda gostosa num corpo sem estrias e celulites. O professor, talvez de mal com a vida - esta vida que é boa para uns, cruel para outros -, castigava a turma com uma aula extremamente pesada, puxada, deixando muitos com os músculos doloridos, mesmo àqueles acostumados aos exercícios.

A aula parecia não ter mais fim e faltando 15 minutos para terminar, saí e fui tomar uma ducha. Que delícia sentir a água batendo no meu corpo. Suavemente passava o sabonete Dove em todas as partes e dobras, bem devagar, na pele aveludada, macia. Fechei os olhos e imaginava mãos masculinas me apalpando, procurando, vasculhando para descobrir as regiões ocultas cujo contato estimula a excitação. Estava sozinha no banheiro, levantei uma das pernas e passei a massagear o clitóris, balançando um pouco os quadris, dançando conforme os movimentos que dava na minha boceta, totalmente depilada, lisinha. Que sensação gostosa. Quando já pensava em introduzir os dedos nela, o banheiro foi invadido pelas mulheres. A aula havia terminado.

Parei a masturbação, terminei o banho, enrolei-me na toalha para me secar, enquanto algumas entraram nos chuveiros. Corpos lindos, outros nem tanto. Estou muito satisfeita com o meu e nunca pensei mudar absolutamente nada. Já vestida, um vestidinho de viscose amarelo, minha cor favorita, calcinha cor da pele, não cobrindo totalmente a bundinha, penteava os cabelos compridos e pensei em andar por algum shopping antes de voltar para casa.

Ao sair da academia, ao abrir a porta do carro, um rapaz de uma beleza incomum aproximou-se de mim.

"- Safira. Seu nome é Safira?"

Olhei-o atentamente. Parecia familiar, mas não conseguia lembrar-me daquele deus grego.

"- Não lembra de mim? Paulo, o cdf do colégio. Estudamos na mesma sala!"

Não podia acreditar. Era Paulo, o garoto mais esquisito da sala, e a lembrança que tinha dele era de um menino alto, muito magro, feio pelas espinhas no rosto e os horríveis óculos fundo de garrafa e agora estava um GAAATTO, musculoso, corpo perfeito e, com certeza, deixava as mulheres com torcicolo. Abraçamo-nos. Entendo quando dizem que o patinho feio transformou-se num maravilhoso cisne. Paulo foi um patinho feio.

Que coincidência depois de alguns anos estávamos freqüentando a mesma academia na capital paulista. Contou-me que cursou Engenharia Civil e ocupava o cargo de Diretor de uma conceituada empresa na Av. Paulista e se o mundo não é pequeno, mais uma coincidência: éramos vizinhos, na mesma rua, há mais de um ano.

Sem perceber, ficamos 40 minutos na calçada da academia. Sugeriu que saíssemos dali. Como a minha intenção era ir ao shopping, o convidei para me acompanhar. E assim foi.

Ele num reluzente Audi preto e eu no meu lindo e maravilhoso "fode K".

Emparelhamos os nossos xodós e entramos no shopping. Olhamos vitrines, conversamos. Com sua memória de elefante fazia-me rir de todos os bons e maus momentos que aconteceram conosco na escola. Sempre na dele, deixava de ir ao recreio para ir à biblioteca e estudar. Criticado por alguns, debochado por outros, era um menino calado e arrisco a dizer que inseguro.

Quem pensaria que aquele Paulo era o mesmo garoto que estava à minha frente. Que homem, que voz, que tórax! Deixou escapar que sempre teve uma queda por mim e não se aproximava por timidez, por eu estar sempre cercada por garotos boas-pintas, segundo ele. Correndo o tempo, lembro que olhava muito para mim e sempre que precisava de alguma ajuda, em qualquer matéria, era a ele quem eu recorria.

Pensa até hoje que foi a sua ajuda que me levou às boas notas em Matemática.

Se soubesse o que o professor e eu fazíamos nas aulas de reforço...

O papo foi ficando mais quente, queríamos saber se tínhamos alguém e nossos pescoços mentiram dizendo "não". Insatisfeitos, mais uma mentira e de nossas bocas cada um deu um "não" como resposta. Ele livre, eu também.

Na verdade, ele tinha uma namorada e eu o meu par. Paulo teve que despedir-se a contragosto havia um compromisso. Trocamos os nossos telefones, trabalho e residência, e ficamos de marcar alguma coisa, um jantar, uma boite. Nos comunicávamos por telefone quase que diariamente e tentávamos marcar um almoço. Os compromissos de ambos eram tantos que um dos dois sugeria para deixar o encontro para outra ocasião.

Apesar de não ter um horário fixo para ir à academia, era impossível encontrá-lo e sábado era um dia perfeito para os dois. E finalmente nos encontramos depois de uma semana.

Lado a lado, na mesma sala de ginástica, transpirávamos juntos. Os grandes espelhos, a barra, as roupas molhadas de suor coladas ao corpo e certos exercícios faziam que prestássemos mais atenção um ao outro, sexualmente falando. Convidou-me para ir à sua casa e fomos após a ducha na academia.

Uma cobertura maravilhosa, finamente decorada, com uma pequena piscina. Para um homem solteiro era uma mansão. Não posso reclamar do meu apartamento, também espaçoso, mas o de Paulo era espetacular. Estávamos em um dos três ambientes da sala, a de TV e som. Sentada no sofá e Paulo em uma poltrona. Música suave.

Ao cruzar as pernas, o vestido subia ainda mais.. Paulo ofereceu-me um suco. Aceitei. Ao voltar da cozinha, sentou-se ao meu lado. Era suco de abacaxi, uma delícia.

"- Gosta de frutas, Safira?" Sou tarada por frutas. Adoro todas as frutas, sem exceção. Maça, pêra, banana, caju, pêssego, manga, morango... Tenho tesão quando como uma manga porque lambuzo-me todinha, o suco escorrendo pela boca que vai caindo pelo queixo, passando a língua em volta da boca, os dedinhos todos melecados e os chupo um a um. Com o pêssego, sinto o mesmo quando está macio e com bastante caldo. Adoro ficar com o caroço na boca e chupá-lo como uma bala. As frutas além de fazerem bem à saúde, algumas são afrodisíacas e quem está lendo este conto deve saber quais. Quem já não comeu morangos e tomou uma taça de champanhe? Abrir um figo ao meio, de frente ao seu parceiro, com certeza o deixará louco de tesão.

Mal contava a Paulo como gostava de comer uma manga e roubou-me um beijo e não ofereci qualquer resistência. Acariciava e beijava o ombro que acabara de descobrir, mergulhando no decote, puxando lentamente o zíper. Fiquei apenas de sutiã e calcinha. Murmurava palavras doces no meu ouvido. Não fazia o mesmo com ele, mas mordiscava o lóbulo e com a língua subia ao longo de toda a sua orelha como se quisesse desenhar algo. Com movimentos circulares enfiava a língua no orifício. Paulo estava embebriado.

Nossos corpos estremeceram. Desnudou apenas um dos meus seios deixando o outro prudentemente escondido no sutiã.

Com sopros roçava os lábios no meu pescoço suave depois passava a língua com doçura até alcançar o queixo. Levantava os meus cabelos e acariciava a minha nuca.

As suas carícias causavam-me tanto efeito que ávida e feliz já me oferecia inteira permitindo que me provasse por inteiro. Começou a cuidar da calcinha. Puxou-a na parte traseira, à altura do rego da bunda, para cima, a fim de esfregar o meu sexo. Acariciava-me a boceta através do fino pedaço de tecido, excitando o clitóris fazendo-o aparecer e desaparecer sob o pano. O Mr. M do sexo.

Sem se preocupar com a calcinha, enfiava os dedos na boceta, sempre em movimento de vaivém. Estava molhada. Paulo retirou a minha calcinha delicadamente, fazendo-a deslizar ao longo das pernas e depois a levou até o rosto. Cheirou a calcinha, beijou, sorriu.

O meu cheiro é muito bom o que me torna única e inesquecível. Não demorou para tirar as roupas dele. Estávamos deliciosamente nus. Fomos à varanda, fechada por vasos de plantas, algumas pareciam árvores, e prontos para nos entregarmos ao prazer.

Abriu a geladeira, ao lado da piscina, e tirou uma louça em cristal, belíssima, e dentro havia uma gostosa salada de frutas. Também pegou algumas frutas como uvas e morangos, caldas diversas, chantilly e sorvetes de vários sabores. Estava doida para pertencer a ele, amá-lo, por um dia que fosse. Abriu um champanhe, sentou-se e me chamou para nos roçarmos um pouco apreciando a bebida. Fiz melhor, o deitei por completo e derramei um pouco de champanhe no umbigo e o bebi com o esmero de uma gata lambendo um pires de leite, renovando a experiência enquanto tinha sede. Paulo vibrou.

Ao terminar, pediu-me para deitar e levantar a bunda. Colocou duas almofadas por baixo e derramou champanhe sobre o clitóris, os lábios e dentro da boceta. Estremeci. Levantei-me e pedi para deitar-se novamente. Deslizava um cacho de uvas sobre o seu corpo fazendo cócegas em seus mamilos e no pau. Foi assim também com os morangos. Depois introduzia a fruta escolhida na minha boca e pedia para vir buscá-la. Foi um jogo de língua e se apressava em lamber as gotas que me corriam pelo pescoço para desaparecer entre os seios. Arrepiávamo-nos. Beijos, carícias sem fim. Tirou-me para dançar, agarrados, embalados na música gostosa e lenta, me fez sentir e apreciar todo o ardor do seu membro, cuja ereção não deixou qualquer dúvida quanto à natureza do seu tesão. Paulo brincava com o pau esfregando a ponta nas minhas coxas e fui me deitando e ele o guiando para os meus mamilos, na cavidade do umbigo, no clitóris. O pau estava quente e as gotas do líquido umedeciam levemente aquela pele sensível e Paulo o colocou na minha boca.

Com o pau do meu amante, passei um pouco de sorvete de flocos, chantily e farofa de biscoitos. O seu sexo estava todo coberto e comecei a lambê-lo até o desaparecimento completo em minha boca gulosa. Passamos a um 69. Paulo examinava, admirava a minha boceta. Louca para sentir a sua língua, pedi que me penetrasse com ela.

Começou a acariciar suavemente com o nariz, os lábios, de baixo para cima e de cima para baixo. Lambia a boceta, com a língua toda. O calor de Paulo provocava uma sensação inteiramente deliciosa. Bastante umedecida, passou a ocupar-se mais de perto com o clitóris. Inicialmente pequenos toques com a língua, depois com mais demora e força. Gemia, me remexia, suspirava. Paulo continuava a lamber a minha bocetinha e esfregava o meu clitóris ardente. Não agüentava mais. Ninguém me havia chupado como ele, tão deliciosamente ao ponto de perder os sentidos. Paulo tirou uma banana do cacho, ainda não tão maduro o que a deixava irresistivelmente dura.

Deitada ainda à beira da piscina e sem descascá-la, passou pelos meus mamilos, descendo ao umbigo, passando pela boceta, escorregando até o cuzinho e enfiou o cabinho da banana. Pensei que fosse introduzir a fruta no buraquinho quando, novamente, foi passando a banana pelo meu corpo, delicadamente. Retirou a casca e a introduziu na boceta fazendo movimento de vaivém, variando a velocidade e a pressão. Deixou a banana enterrada. Pegou uma outra, passou mel de abelha em toda a extensão para um contato mais suave, mais quente, mais sensual e foi enfiando no meu cuzinho. Passou a comer a banana que estava na boceta, saboreando cada pedaço. Ao pegar o último pedacinho e sussurrou: "Vou te foder!". Foi introduzindo o pau na minha bocetinha e em pouco tempo chegamos ao orgasmo.

A fruta enterrada no cuzinho, ele a tirou, descascou e comemos juntos. Paulo usou a salada de frutas cobrindo as pontas dos meus seios e a entrada da bocetinha. Passava a língua para lamber a calda gelada que escorregava pelos meus seios e boceta e degustava cada pedacinho de fruta estrategicamente depositado em meu corpo. Fiquei de quatro.

Mergulhou o pau na salada de frutas e enfiou na minha boceta de novo. Nossa loucura chegou ao ponto de pegarmos todas as guloseimas em cima da mesa para cobrir nossos corpos. Lambuzados, nos saboreamos e fodemos em várias posições.

Estávamos excitados e fizemos também sexo anal. "Me fode mais fundo, mais rápido", gritava para Paulo. Ele atendeu. "Ah... Mais... Mais fundo... Dê-me toda a tua porra, me encha com o teu leite". Estava adorando sentir a pica comprida, forte, dura, entrando e saindo do meu cuzinho todo lambuzado de calda de chocolate, chantily, os sorvetes, etc, etc. Aumentamos a velocidade dos movimentos e por fim o meu cdf teve o orgasmo de alta intensidade. Ainda ficamos um bom tempo nos alisando.

Tomamos um banho com a mangueira que servia para molhar as plantas e entramos na piscina e lá ficamos por horas, nos admirando, nos amando de novo.

Infelizmente, Deus o levou meses depois, um trágico acidente quando ia para o litoral, e outro homem como ele jamais irei encontrar.

Excelente pessoa, excelente amigo, excelente amante. Paulo sabia como foder uma mulher.

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