11.09.2009


 

SEXO NO CAFÉ DA MANHÃ

AUTOR DESCONHECIDO


 

" Deise não conseguia se concentrar no trabalho na cozinha. As lembranças da tarde junto com Pedro não saiam de sua cabeça. Apenas ele aliviava o inferno que era viver naquela casa com a megera D. Ana, onde morava desde que tinha vindo do interior com apenas 18 anos. Ele fazia serviços de jardinagem na casa.

Ela antigamente o observava trabalhando, mas ficavam apenas no flerte distante. A troca de olhares foi se tornando mais intensa, até o dia em que se encontraram na casa de ferramentas no fundo do quintal.

Ela havia levado uma limonada para ele, e depois de trocarem apenas algumas palavras o clima de sensualidade que os envolvia finalmente se concretizou em um beijo ardente.

Ele respeitou a pouca idade e a inexperiência dela, 18 anos, mas explorou completa e gentilmente todo seu corpo.

Ele a tocou, lambeu, beijou e chupou em lugares que ela jamais imaginou que pudessem ser tão sensíveis.

Seu pensamento voou enquanto ela lembrava de sua primeira vez. Em sua mente surgiam lembranças da língua ágil de Pedro entre suas pernas, e ela podia sentir os lábios de sua buceta pulsarem de desejo.

Desde a primeira vez algumas semanas antes, eles se arriscaram várias vezes em encontros furtivos durante a noite. Ele passava a noite em seu quarto, e quando o sono chegava, era o feliz adormecer embalado pela exaustão sexual.

O seu medo é que fossem descobertos por D. Ana.

Ela era muito grossa e mandona, e frequentemente falava sem demonstrar respeito pelos empregados. Deise, a mais novinha, já tinha sido várias vezes humilhada na frente de visitas e de outros funcionários da casa.

Ela não conseguia entender como Pedro não sentia pela coroa a mesma raiva que ela.

O barulho do sininho ressoou na cozinha, interrompendo os pensamentos de Deise.

A coroa parecia saber quando ela estava feliz, envolvida em suas lembranças e sem querer ser interrompida! Ela olhou o relógio e perdeu a respiração, ela estava mais de 20 minutos atrasada com o café da manhã da patroa! As torradas já estavam quase esfriando! Desesperada, ela colocou tudo na bandeja e subiu correndo.

Certamente levaria uma grande bronca pelo atraso...

A porta do quarto estava fechada, como sempre. Deise bateu, e de trás da porta veio o latido da mulher: "Entre!" Ela esperava encontrar a patroa ainda deitada em sua grande cama cercada de travesseiros.

Ao invés disso, D. Ana estava de pé, no centro do quarto, mãos na cintura e pernas ligeiramente afastadas. Sua altura tornava a figura ainda mais ameaçadora. Ela vestia apenas um robie, que deixava à mostra os seus seios grandes, firmes e brancos.

E o mais estranho, tinha preso por um cinto ao quadril um pinto de borracha enorme, muito maior do que aquele que a menina conhecia. A expressão calma da mulher assustava a empregada. Ela masturbava a ferramenta como se fizesse parte de seu corpo. A palma de sua mão deslizava para cima e para baixo lentamente, cada movimento mais firme que o anterior. A garota engoliu em seco. - Desculpe por estar tão atrasada, madame. Me perdoe.

D. Ana apenas deu um sorriso de canto de boca, dizendo: "Eu não perdôo maus serviçais. Nunca." Uma longa e lenta punheta no consolo parecia enfatizar sua frase. "Mas eu garanto que eles nunca esqueçam suas falhas". Deise tremeu.

A patroa continuou: "Você gosta de homens, não é, meu bem? Um cacete duro e grande?"

As lágrimas escorriam dos olhos assustados da jovem.

Ela, confusa, confirmou com um pequeno movimento da cabeça. "Mas você é muito jovem, não é? Eu diria uns 18 anos". Ela confirmou novamente. "E você já sentiu um caralho duro enterrado em seu traseiro?"

A bandeja, que ela ainda segurava, tremia. "Põe essa bandeja na mesa, sua menina estúpida!! E vem aqui e chupa meu pau."

O grosso consolo tinha um leve gosto de borracha, ao qual ela logo se acostumou. Ela se engasgava quando D. Ana a forçava a engolir tudo. Deise podia sentir o aroma quente e acre que emanava do meio das pernas de sua senhora.

Ela nunca havia cheirado outra mulher e ficou pensando se sua buceta também cheirava assim.

Sua divagação foi abruptamente interrompida quando a coroa agarrou seus cabelos e puxando sua cabeça para trás, falou em tom ameaçador: "Agora vamos ver se seu cuzinho é tão suave quanto sua boca.

Tire sua calcinha e fique de joelhos". Chorando, a menina obedecia às ordens. Tão logo seu delicioso traseiro se posicionou na direção da mulher ela enfiou um dedo na bucetinha quente e iniciou vigorosos movimentos de entra-e-sai.

Aquilo rapidamente a excitou. "Ah! Sua xoxotinha já está molhada! Você realmente gosta de um cacete, né?!"

A observação da patroa era inegavelmente verdadeira...

D. Ana deslizava rapidamente o dedo em vai-e-vem na grutinha lubrificada, fodendo ela com a mão enquanto massageava o clítoris intumescido. Deise gemia. - Ah, vagabunda! Eu sabia que você iria gostar, sua piranhazinha! Espere só até meu cacete arrombar seu cuzinho, aí você vai ver. Ela enfiava quatro dedos na fenda da menina, cobrindo-os com o viscoso e perfumado suco de sua jovem vagina. O aroma de sexo dominava o ambiente.

Deise sentiu um líquido sendo derramado no meio de sua bunda. Não se atreveu a olhar, mas já imaginou o que a aguardava. Amigas suas já haviam lhe dito que dar a bunda era horrível e doloroso.

Certamente a intenção de sua patroa era puní-la fodendo-a pelo cú.

Ela estava tão assustada que não conseguia nem chorar. Sentia tanto tesão com os dedos de D. Ana na sua buceta que era difícil imaginar que uma experiência horrível viria a seguir. Os dedos deixaram sua rachinha melada e foram enterrados em seu anelzinho, um após o outro, até três dedos a alargarem a cada estocada.

Ela se perguntava se os líquidos de sua buceta haviam tornado tão suave a penetração em seu buraquinho virgem, até que se deu conta de que a coroa deveria ter passado alguma coisa na mão, pois ela sentia alguma parecida com manteiga em seu traseiro. Deise escutava seus próprios gemidos. A sensação da penetração e dos dedos da madame a tocando por dentro embaralhavam seu cérebro. Ela não deveria estar gostando disso, dizia para si mesma.

O que Pedro diria se a visse assim curtindo ser penetrada por outra mulher, sua patroa?!

Se a intenção de D. Ana era puní-la, esta humilhação deveria ser asquerosa.

Mas, inconscientemente, ela balançava seu traseiro em sincronia com o dedo habilidoso da coroa entrando e saindo de dentro dela. Deise sentia como se tivesse um pistão pulsando em seu cuzinho.

E como era gostoso! Ela se espantava por estar gostando disto ainda mais do que sentir os dedos de D. Ana em sua buceta. Os movimentos com o dedo pararam abruptamente e Deise sentiu um vazio em sua bunda, e quis protestar.

De repente sentiu sua bunda sendo alargada. O consolo de borracha invadia violentamente seu buraquinho vazio e faminto, fazendo-a gritar de dor. - Toma, sua puta! Toma meu caralho! Deise queria desmaiar de dor, mas o medo a manteve firme. A tora tinha penetrado apenas metade. Nem a abundante quantidade de lubrificante podia aliviar o tamanho daquele cacete monstruoso que a arrombava. D. Ana agarrou seus quadris com força e enfiou o gigante ainda mais fundo.

Ela estava sendo rasgada ao meio? Gritou mais uma vez, quase cega de dor.

Quando ela não conseguia mais suportar a intensidade da dor provocada por aquele pauzão de borracha, seu corpo entrou em um estado de dormência. Ela era uma completa mistura de um turbilhão de sensações que pareciam sem origem ou destino. E então, no exato momento em que ela ia sucumbir à dor, seu anelzinho relaxou e aceitou a enorme grossura e o comprimento anormal do seu invasor. O resto de seu corpo atingiu um estado de sublime prazer quando a ferramenta seguia caminho adentro pelo seu ânus. D. Ana bombava enfiando o cacete mais fundo a cada estocada.

O corpo de Deise começou a tremer como se atingido por milhares de descargas orgásmicas. Com um apetite que surgiu em algum lugar bem no seu âmago, seu cuzinho arrrombado engoliu vorazmente a pica dura.

Ela nunca se sentira tão faminta por qualquer outra coisa em toda sua vida.

- O Pedro já fez isso com você, benzinho?

- D. Ana perguntou enquanto metia.

- Não! Não!

- Deise respondeu perdendo o ar, incapaz de parar de jogar seu rabo de encontro ao consolo. - Bem, então ele vai fazer agora. Vem cá Pedro, vem foder o cuzinho da sua queridinha. Deise entrou em parafuso. Pedro estava lá?

D. Ana tirou o pau de sua bunda enquanto ela olhava agitada para todos os cantos do quarto.

- Fode o cuzinho dela como você tem feito comigo todos estes anos! Ele se posicionou atrás da garota, que ainda estava de quatro na beirada da cama, e começou a massagear sua bundinha morna.

"Você vai gostar, você vai ver."

Possuída pelo ciúmes de saber que Pedro trepava com a patroa, ela protestou: "Ela já fez comigo! Por que você está aqui?!" D. Ana ria histericamente. "O que foi meu docinho? Ficou chateada em saber que eu estava melhor assessorada do que você?!"

A coroa puxou a menina pelo cabelo e falou: "Você parece não acreditar, garotinha. Então você vai olhar enquanto ele fode meu cú. Daí você vai entender porque uma menininha como você nunca iria satisfazer um homem desse. Senta lá perto do armário e presta atenção!" Deise sentia sua bucetinha incrivelmente úmida e estava surpresa com seu desapontamento por não poder participar. O pau duro de Pedro a deixava com muito tesão, ela não queria olhar, ela queria dar pra ele. No entanto, ela sentou no chão conforme ordenada. D. Ana tirou o robie e ficou de quatro, apontando traseiro bem para o alto. Olhando fixamente para Deise, ela lambeu seu indicador e enfiou de uma só estocada em seu cuzinho. Ela deslizava o dedo em vai-e-vem como havia feito com a menina minutos antes. Pedro se aproximou por trás com o pau duro como pedra.

A garota então observou Pedro, o seu Pedro, metendo com facilidade sua pica deliciosa no rabo de sua patroa. Eles bombavam um ao outro como dois animais, gritando de tesão, preenchendo o quarto com o odor pungen

te de sexo. O caralho do rapaz parecia para Deise maior do que ela lembrava. Ele não prestava a menor atenção nela enquanto fodia sem dó o traseiro a sua frente, agarrando com uma das mãos o quadril enquanto com a outra apertava as tetas que balançavam. D. Ana também estava completamente compenetrada.

Ela jogava sua bunda para trás, levando todo seu peso contra o dele a cada metida que dava. Os sons que emergiam de sua garganta não pareciam emanar de uma fonte humana. Enquanto seu cú faminto devorava o mastro do jardineiro, sua mão massageava furiosamente seu grelo. O corpo da mulher parecia percorrido por ondas de gozo, intensificado pela siririca que ela própria batia. Ela então pegou o consolo sobre a cama e socou em sua buceta molhada.

Seus olhos viravam quando ela alternava as metidas na buceta com o do cacete em seu rabo. O coração de Deise disparou ao imaginar como deveria ser delicioso ser fodida pelos dois buracos.

Tendo experimentado o êxtase do sexo anal, pensar no prazer reforçado por um grande pau em sua buceta era inacreditavelmente excitante.

Olhando a patroa fudendo com seu namorado e massageando seu próprio grelo, a menina começou a se tocar também. Ela sentou com as pernas bem abertas e puxou a saia para cima. Sua vulva pingando de tesão, enquanto seus dedos faziam movimentos circulares no clítoris melado.

Quando D. Ana gemia em seu terceiro orgasmo, Deise silenciosamente tremia gozando também.

Pedro viu ela gozar e passou a língua sobre os lábios, dando a entender que gostaria de estar chupando a sua rachinha.

Em resposta, ela começou a beliscar seus mamilos e puxá-los. A preocupação de D. Ana com seu próprio prazer permitia que essa troca passasse desapercebida.

Finalmente, o orgasmo de Pedro veio também. Seu corpo ficou teso e ele atirou sua carga de porra no buraco fervente da patroa. Eles dois gritaram em uníssono, e então desmontaram na cama.

Deise se recompôs lentamente e levantou-se para vestir sua calcinha.

D. Ana virou a cabeça em sua direção e perguntou: "A que horas o café deve ser servido, Deise?"

"Oito horas, madame" "Exato. Você viu o que acontece quando se atrasa."

A empregada deixou o quarto, tentando decidir se havia recebido realmente uma punição.

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SEXO ORAL NA VOLTA DO TRABALHO

Por Patty

molhadinha_pr@hotmail.com


 

Sou VICIADA nesse blog .todos os dias quando chego cansadinha do trabalho eu enquanto leio os contos eu sento com uma perninha apoiada no braço da cadeira e fico mexendo no meu grelinho, sentindo ele inchar na minha mão até que eu goze..

.Sempre esperei um dia que tivesse uma boa história para contar, uma história que fosse realmente verdadeira e recheada de detalhes.

Assim, outras pessoas poderiam desfrutar do prazer que eu sinto quando leio algum conto realmente bem escrito.

Bom, meu dia chegou e eu voltei para casa feliz da vida e querendo muito dividir essa deliciosa aventura com vocês.

O meu trabalho oferece Vans para nos levar em casa, posso assim deixar o carro em casa e aproveitar a companhia dos meus amigos de trabalho ao invés de me preocupar com engarrafamentos.

Na última quinta feira eu entrei na van e um rapaz (que eu nunca tinha encontrado) sentou no banco da frente...todos desceram.

Ficamos eu, o rapaz e o motorista...Não sei o que aconteceu, eu tinha uma vontade enorme de tocar uma siririca bem gostosa, minha xaninha pulsava e quando eu vi eu estava com a mão entre as minhas pernas, por debaixo da saia (rasguei minha meia calça na altura da calcinha) e com meu blazer por cima...

Comecei a sentir meus dedos percorrerem toda a minha xaninha...as pare'des dos lábios, vermelhinas e molhadinhas, meu grelinho que me deixa cheia de tezão quando encosto nele...e minha grutinha apertadinha e gostosa...

A van parou do lado de um ônibus e eu tirei a mão da xaninha para que ninguém visse...O rapaz da frente que estava com a mão no encosto de cabeça da poltrona virou para mim e somente olhou ( depois ele diria que sentira cheiro da minha xana)...teria ficado só no olhar se eu não tivesse tido um impulso louco e incontrolável de pegar a mão dele e chupar seu dedo do meio...que tezão, sentir uma pele que não é minha na boca me estimulou.

Ele ainda assustado mas já cheio de tezão, pulou para o banco de trás...

Minha boca foi direto para os seus lábios carnudos e gostosos e minha lingua se mexia dentro de sua boca com um tezão que nunca senti, mordidinhas no pescoço, no lábio e senti sua lingua no minha orelha me arrepiando toda...

Minha mão sentiu todo o volume que me aguardava, comecei (ainda por cima da calça) a fazer movimentos bem lentos de vai e vem...as suas mãos por debaixo da minha blusa, sentiam meus seios, quentes, pontudos e gostosos, senti ele mamando cada um dos meus seios com carinho alternados com tezão...sentia sua lingua fazendo movimentos de sucção no meu biquinho , enquanto sua mão preparava o outro biquinho pra receber sua boca, de repente ele mordia meu bico e puxava com ele entre os dentes... Só de lembrar começo a sentir-me molhadinha e não resisto e coloco o dedinho em movimentos circulares no meu grelinho..sinto uma dormencia gostosa....ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

Voltando, comecei a arrastar meus lábios molhados pelo torax dele e mordi seu biquinho com carinho...enquanto minhas mãos abriam o zipper da sua calça....as mãos dele agiam rápido...logo, logo senti sua mão mexendo na minha xaninha, eram três dedos no grelinho mexendo...depois um dedo dele entrou na minha grutinha enquanto eu punhetava ele já com a cueca abaixada, mexia devagar e de repente acelerava e passava meu polegar na cabecinha ...ele ia a loucura...então ele abaixou no chão da van, minha saia já estava na cintura e arrancou minha meia e minha calcinha, pôs no bolso do casaco e falou "essa eu levo pra casa"...ajoelhado ele começou a passar a lingua quente na virilha, onde fica o elastico da calcinha...eu tava entregue a ele...ele mordiscou minha xaninha e sem abrir ela com as mãos como "eles" fazem, enfiou a lingua até alcançar o grelinho...e ficou ali com as duas mãos nos meus seios, mexendo, apertando, brincando com os biquinhos enquanto eu punhetava ele com os pés...a sua linguinha mexia tão gostoso que ia lá do iniciozinho até a entrada da grutinha...eu mexia meus quadris como se ele estivesse me penetrando...e estava...derepente ele colocou enfiou um dedinho dentro da minha xaninha e começou a lambuzar o dedo da outra mão no meu tezão, ele simplismente enfiou o dedo no meu cuzinho e coordenava os dedos nos meus buraquinhos e a lingua no meu grelo...

Senti que ele havia enlouquecido de tezão, quando ele começou a morder meu grelo...chupava como quem toma refrigerante no canudinho...com força. Gozei! Tremia meu corpo todo...minhas pernas tremiam....e eu mordia minha mão para não gritar...

Outro beijo delicioso na boca e eu estava perto da minha casa...terminei de punhetar ele com a boca...enfiava seu pau quente, gostoso, e grossinho dentro da minha boca escorregando pela lingua e o céu da boca, na volta trancava o pau dele entre meus dentes bem levinho e chegava até a cabecinha onde brincava com minha lingua...quando senti que ele gozaria, ao invés de aumentar o ritmo eu diminui e ele ficou louco..quando estava se acostumando com a velocidade da minha punhetinha eu acelerei e ele gozou tão forte que até eu me assustei...

O motorista chegou na porta da minha casa e deu desci da van ainda com as pernas bambas e uma vontade enorme de sentir um caralho invadir minha bucetinha.....mas isso já é outra história....

Um comentário:

Claudio Elias Do Nascimento disse...

Jesus Cristo Esta Voltando!!!