5.21.2011

MINHA NINFETINHA ORIENTAL!

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Bem, o nome dela é Paty, japonesa, 18 anos, ex-namorada de um amigo meu. Eu tenho 28 anos, e meu nome é Marcelo. Tudo começou há alguns meses atrás. Meu amigo sempre que vinha a minha casa trazia ela também. Na época, eram namorados ainda, ela era apaixonada por ele, e por isso, nunca deu bola pra mim. As vezes ele vinha à minha casa para usar meu computador que fica no meu quarto, bem ao lado da cama. Ele sentava na cadeira e ela na minha cama.
Ela sempre usava vestidos curtos, deixando sempre à mostra suas coxas grossas e é claro, seus lindos seios. Isso me deixava louco! O tempo foi passando, e a relação entre eles ficava a cada dia pior. Eu adorava, porque sempre fui louco pra deliciar aquele belo corpinho. A culpa também não é minha, meu amigo sempre me contava de como ela era na cama, com riqueza de detalhes, aí não tem quem agüente! Sempre que a via, morria de tesão.

Um belo dia, ela me ligou, desesperada, chorando e dizendo que ele havia terminado com ela. Isso aconteceu várias vezes. E ele me dizia que já não sentia mais nada por ela. Já eu, morria de tesão por ela. Paty vivia me implorando pra eu falar com ele, eu tentava, mas não tinha jeito... Outro dia, ela ligou pra mim dizendo: - Olha, perdi a razão de viver... Tô com uma faca na mào e vou me matar. Eu fiquei desesperado e disse: - Calma, Paty! Não faça isso! Espere, estou indo pra aí agora! Me espera hein! Ela concordou, mas disse que se eu não aparecesse em 20 minutos, seria tarde demais.
Peguei meu carro e cheguei em sua casa em apenas 15 minutos, e lá estava ela, chorando, com a faca na mão. Conversamos por meia-hora e ela se acalmou, tirei a faca de sua mão e disse que tudo ficaria bem. Neste dia não ocorreu nada. O mais estranho foi o que aconteceu no dia seguinte. Ela ligou pra mim, mas desta vez não estava mais chorando, nem reclamando dele. Queria saber sobre mim, como eu estava, etc. Confesso que fiquei surpreso, pois ela sempre ligava pra falar dele. Conversa vai, conversa vem, tudo na maior naturalidade, até que ela começou a falar de sua amiga, que é lésbica. - Ontem à noite fui à chácara da Gisele. Você sabia que ela assumiu para os pais que é lésbica? - Disse Paty. E eu, espantando, retruquei: - Sério! Tá brincando... e os pais dela? - Aceitaram... - Disse ela. Eu aproveitei pra tirar um sarrinho: - Paty, você é amiga dela há muitos anos e ela nunca deu em cima de você? E ela disse: - Nunca! Às vezes eu flagrava ela me olhando, mas nunca passou disso. - Duvido! - Falei pra ela. - Olha aqui, meu negócio é homem, pinto duro, é disso que eu gosto! - Disse ela irritada. - Tem coisa melhor que um pintão enorme, duro e quente dentro da gente? - completou. Na hora eu respondi: - Pra você pode ser, mas pra mim não! - Falei sorrindo - Prefiro uma bucetinha macia e quentinha. Ficamos alguns instantes mudos, sem palavras. Meu pau ficou duro na hora! - Pra você ver como são as coisas; eu aqui, tenho o que você mais gosta, e você tem aí o que eu mais gosto... - Disse, com o coração disparado. E ela respondeu: - É, mas nós somos amigos... vamos mudar de assunto? Meu coração acelerou mais ainda. - Por que? Isso... te... - Comecei a falar gaguejando. - O que? Se me excita? - Perguntou ela. Então respondi: - Não. Na verdade queria saber se você ficou molhadinha com o que falei... Ela meio sem jeito: - Vamos mudar de assunto... - Você tá ou não tá molhadinha? - Perguntei com mais firmeza. E para minha surpresa ela respondeu sussurrando: - Tô... muito... - Então, vamos unir o útil ao agradável, vamos para um motel resolver isso! - Sugeri. E ela: - Ah! Não sei! Você não vai se arrepender depois? Disse isso porque afinal ela era ex de um grande amigo meu. - Não! Não vou! - Respondi, mas com um pouco de remorso. - Então passa aqui agora... mas vem depressa! Ela estava realmente doidinha pra dar pra mim.

Troquei de roupa e em meia-hora estava lá, em frente à sua casa, quando a vi. Ela estava linda, com uma mini-saia preta e uma blusinha bem decotada. Muuuuito sensual. Fiquei de pau duro novamente só de vê-la. Não conversamos nem um pouco até chegarmos ao motel. Chegando lá, ficamos meio sem jeito, pois era uma situação muito constrangedora, pois nunca pensei que um dia poderia saborear aquela delícia de menina. Ela meio sem graça foi direto a uma mesinha que tinha no quarto e começou a olhar o cardápio. Me aproximei dela e disse: - Quer beber alguma coisa? Ela que estava de costas, olhou para trás e respondeu: - Não, não quero nada... Me afastei um pouco e fiquei olhando aquela bundinha, redondinha e é claro, eu secava aquelas lindas pernas. Não resistindo mais, me aproximei novamente e a abracei por trás e fui logo beijando seu pescocinho. Ela gemia e tremia de prazer. Meu pau duro estocava sua bundinha. Ela, sentindo aquele volume, levantou a saia, ainda de costas, e puxou sua calcinha de lado. Baixei meu zíper, tirei meu pau pra fora e penetrei sua linda bucetinha. Era quente, muito quente e apertada. - Ai que delícia! Mete todo esse pauzão, mete... - Disse ela. Fui provocando, apenas com a cabecinha penetrada, mas aos poucos fui colocando centímetro por centímetro, e ela começou a rebolar. Foi divino. Ela empinou mais a bunda e então pude sentir sua grutinha por inteiro. Começamos um estonteante vai-e-vem. Ainda de pé, ela gritava, gemia e rebolava. - Ai... vou gozaar... goza comigo amor! - Disse ela com a voz trêmula. Neste mesmo instante gozei e enchi sua xaninha com o meu esperma quente. - Isso goza, me enche... - disse gemendo e gozando ao mesmo tempo. Após isso, fomos tomar um banho e refazer nossas energias. Saimos do banho e fomos para a cama. - Deixa eu ver direito esse pauzão. - disse ela pegando no meu pau que ainda estava duro. Olhou, massageou e disse: - Nossa! Ele não é muito grande, mas em compesação é bem grosso! - Gostou! - Disse eu com um ar bem sacana. - Adorei! - respondeu ela. Ela deu outra olhada na glande e começou a passar a língua suavemente. Foi beijando, beijando... a essa altura meu pau tava pra explodir quando ela deu a primeira abocanhada, engolindo-o de cima à baixo. Foi um espetáculo sentir aquela linda boquinha subindo e descendo no meu pau. Ela chupou meu pau por mais ou menos 15 minutos. - Agora é a minha vez! - Disse ela olhando para a sua bucetinha. - Claro! Eu só não via a hora de te lamber dos pés à cabeça. - respondi. - Então veeem... - disse ela gemendo. Olhei aquela linda bucetinha quase sem pêlos, percorri minha língua dos tornozelos à sua virilha. Ela gemia. Comecei a passar a língua em volta de sua bucetinha e finalmente passei também em seu clitóris. Ela quase pulou. Vendo sua reação, eu subia e descia a língua com força em toda a extensão de sua vagina. Foi uma loucura! Me deitei na cama e pedi para ela colocar a bucetinha na minha cara. Comecei tudo de novo, fiquei chupando... chupando... até ela gozar. E então ela gozou. Gemia, mas gemia muito. (confesso que minha língua doia muito de tanto lamber). - Nossa! Onde você aprendeu isso? Nunca havia gozado com sexo oral antes! - perguntou ela espantada. - Sei lá... Acho que isso são horas e horas de prática. Um dia a gente tem que aprender, não é? - respondi sorrindo. Por fim acabamos transando mais e mais, foram 5 só naquele dia! Ufa! Até hoje, quando ela ou eu estamos com tesão, ligamos um para outro, sem compromisso, para satisfazermos nossas necessidades sexuais. Tá sendo muito divertido.

5.17.2011

DEPOIS DO EXPEDIENTE!

autor desconhecido

Roberta era uma garota de 17 anos. Resultado da mistura de raças, a qual o Brasil é um privilegiado, Roberta era da cor de canela. Cabelos negros e compridos, rosto retângulas, olhos pretos, corpo escultural, seios pequenos, pernas compridas, tornando-a bem alta. O que chamava a atenção nela não era sua beleza; mas o corpo escultural como um todo e o seu jeito de ser. Ela era uma garota alegre, sorridente e inteligente; uma pessoa com a qual a conversa se torna agradável; uma garota que atrai um homem tanto sexualmente quanto intelectualmente. Gustavo era um homem bem mais velho. Pele clara, cabelos pretos, olhos grandes e castanhos escuros, rosto redondo destacando o nariz, estatura um pouco abaixo da média nacional. Era do tipo que não despertava o interesse feminino. Talvez o que destacava nele fosse sua maneira tranqüila de ser, sua visão otimista, seu bom humor e sua inteligência aguçada. Não havia praticamente quase nada em comum entre Roberta e Gustavo; a não ser que trabalhavam no mesmo lugar - na mesma sala - e estão sempre em contato um com o outro. Ele já trabalha ali há algum tempo, mas ela faz apenas alguns poucos meses. Já se conheciam anteriormente, pois ela era filha de uma empregada doméstica que trabalhou na casa ao lado a que ele morava. Então acontecia de se encontrarem esporadicamente. E Gustavo começou a reparar nela assim que a conheceu. Ela devia ter uns 14 anos naquela época, quando seu corpo começava a tomar forma de mulher. Certo dia aconteceu de pegarem o mesmo ônibus. Foram conversando durante o trajeto. Havia apenas um banco desocupado, ela se sentou e ele ficou de pé na frente dela. Ela usava um vestido longo de alças. Ao olhar para baixo, viu os pequeninos seios da menina por baixo do vestido. Ficou desconsertado, porque um forte desejo de toca-los e mordisca-los foi tomando conta dela. Ficou tenso e não conseguia desviar os olhos de tão bela imagem. Contudo, a viagem terminou e ele desceu com aquela visão em sua cabeça. Quando voltou para casa ainda estava excitado e com os pensamentos nos belos e pequeninos seios da menina. Trancou-se no banheiro e masturbou-se possuindo Roberta em pensamentos. Contudo, o tempo passou e sempre que ele via Roberta ficava imaginando os seios da menina; seios esses que já havia crescido. Não só os seios, mas o corpo ia ficando escultural e tomando forma de mulher. Gustavo ficou surpreso quando chegou ao escritório e encontrou Roberta. Indagou curiosamente sobre o que ela estava fazendo ali e acabou por descobrir que havia sido contratada. Cumprimentou-a e lhe deu boas vindas ao novo emprego, desejou-lhe muita sorte e se ofereceu para ajuda-la no que fosse possível. Ela agradeceu tamanha gentileza e assim passou a trabalhar numa mesa próxima à que ele trabalhava. Sempre que precisava de alguma ajuda recorria a ele. O tempo foi passando e se tornaram bons amigos. Gustavo, porém, não conseguia tirar aquela menina dos pensamentos. Não que a amasse; nada disso. Sentia tão somente um desejo ardente de possui-la algum dia. Sabia que os seios dela não eram mais dois botões de rosa. Pela beleza talvez fosse desejada por muitos homens e era bem provável que algum sortudo a tivesse deflorado. Mas isso tudo não o interessava. Simplesmente não conseguia livrar-se do desejo de possui-la. E por isso mesmo a tratava com a maior afabilidade, com muito donaire. Naquela sexta-feira Gustavo precisava ficar até mais tarde no escritório. Os colegas foram saindo um por um e Roberta sentiu pena de deixar Gustavo sozinho e resolveu fazer-lhe companhia. Não estava com pressa de ir para casa. -- Você não vai embora? - perguntou ele -- Já terminei, mas vou ficar aqui mais um pouco te fazendo companhia. -- Não precisa. Se quiser pode ir para casa - disse ele. A bem da verdade estava lisonjeado com o gesto dela. - Já estou quase terminando. Daqui a pouco vou embora. -- Não tenho nada para fazer em casa. -- Então, fique a vontade. Roberta sentou na cadeira próxima a que ele estava sentado e ficou vendo ele terminar suas anotações. De repente Gustavo teve uma idéia. Não sabia se daria certo, mas não custava nada tentar. Abriu a gaveta e retirou uma edição da revista Caros Amigos e uma pequena brochura contendo um conto erótico; colocou-o dentro da revista sem que ela visse. Em seguida, ofereceu a revista para ela ler. -- Toma! Fique dando uma olhada enquanto eu termino - disse ele. -- Obrigada. - Roberta pegou a revista. Roberto continuou com suas anotações. Ele, porém, não conseguia fazer o trabalho com a mesma atenção dantes. Ela não dava tento, ele prestava mais atenção nela folheando a revista do que nos seus afazeres. Aguardava ansiosamente que ela encontrasse o conto e começasse a lê-lo. E foi o que aconteceu seguidamente. Roberta virou e página e a pequena brochura escorregou. Ela pegou e o olhou e leu o título. Era um conto escrito por ele mesmo. O nome do conto era "A Primeira Vez". Narrava com todos os detalhes o defloramento duma menina de 13 anos por um rapaz de 25 anos. A sensualidade com que o conto descrevia o ato, deixava qualquer leitor excitadíssimo. Ela interessou-se pelo conteúdo e fechou a revista, e colocou sobre as pernas cruzadas, e começou a lê-lo. Gustavo percebeu que a narrativa prendia a atenção dela. Pensou no que ela ia achar de encontrar um conto tão pornográfico como aquele em suas coisas. "Acho que ela está caindo na minha armadilha... Ainda bem que estou usando um pseudônimo e ela não vai descobrir que fui eu quem o escreveu...", pensou ele pouco depois. Naquele dia, Roberta calçava tênis, usava calça jeans apertada e blusa com botões na frente. Os dois primeiros botões estavam desabotoados deixando a mostra as rendas do sutiã cor de rosa. Tal qual ela, ele também usava calça jeans, calçava um sapato marrom e vestia uma camisa cinza com detalhes. Passou-se alguns instantes. Nesse ínterim Gustavo arrumou os papeis sobre a mesa, aproximou-se de Roberta e, pondo as mãos carinhosamente sobre os ombros dela, perguntou: -- Aposto como você já está excitada? - Alisou delicadamente o pescoço dela com uma das mãos. -- Que safadeza! - exclamou ela. Imediatamente ela sentiu um calafrio. -- Eh! Isso responde a minha pergunta - opinou ele. Roberta estava lendo a última página do conto. -- Esse aí deve ter aprendido comigo a fazer amor com uma garota. -- Por quê? - inquiriu ela. -- Porque uma boa parcela dos homens não sabem dar prazer a uma mulher. Pensam que é só deitar com a parceira na cama, fazer algumas carícias, enfiar a pica e gozar. -- Isso lá é verdade - concordou ela. Aquelas palavras induziram Gustavo a acreditar que ela já havia passado por essa experiência. "Pra ela falar isso só pode já ter acontecido com ela", pensou ele. -- Não sabem que muitas mulheres levam mais tempo para ficarem excitadas, para chegarem ao orgasmo. Não sabem que elas precisam de muita carícia para que isso aconteça. -- É mesmo - disse ela, terminando de ler o conto. - Principalmente os garotos. Nisso ela sentiu os lábios dele na sua orelha direita, os braços em volta dos seus ombros e a ponta dum dedo alisando as bordas do sutiã. Novamente um calafrio percorreu-lhe todo o corpo e os bicos dos seios se enrijeceram. -- Deixa eu te mostrar como dar prazer a uma mulher? - sugeriu ele, sussurrando bem baixinho no ouvido dela e mordicando-lhe a orelha em seguida. Ela hesitou por alguns instantes. -- E se chegar alguém? - quis saber. -- Não vai chegar ninguém - afirmou ele categoricamente. - Todos já foram embora e eu vou trancar a porta, minha gata. - Os olhos deles se cruzaram e Gustavo foi abaixando lentamente a cabeça até que os lábios dele tocaram aos dela. Então ele fechou os olhos e se beijaram intensamente. Gustavo se sentiu um Betinho beijando Capitu diante do espelho, quando ela estava se penteando. Um desejo tão intenso tão intenso brotou de dentro dele que não era mais capaz de pensar em outra coisa a não ser em possuir aquela mocinha tão desejada em outros tempos. Enquanto se beijavam, a mão de Gustavo escorregou por dentro da roupa dela até encontrar o hirto seio. Como se fosse comandada por um impulso elétrico, a mão dele fechou e abriu apalpando o delicado monte. E Gustavo sentiu toda a rigidez do mamilo dela. Roberta envolveu o pescoço dele com seus braços e apertou ainda mais seus lábios contra os dele. Foi um beijo longo e ardente. -- Vem cá! - chamou ele, puxando-a pelo braço. - Levanta! -- Tranca a porta - pediu ela mais uma vez. Levantou-se, encostou de costas na mesa e ficou olhando-o trancar a porta. Ao voltar, parou de frente para ela, encostou-se seu corpo no dela, levou as mãos aos botões da blusa e foi desabotoando um por um. Sentiu que o desejo ardia-lhe por dentro como uma fogueira. Seus olhos pareciam que iriam saltar em direção aos seios arfantes dela. Seu coração, assim como o dela, batia aceleradamente provocando um calor intenso. "Ela deve estar toda molhadinha..., doidinha para sentir minha pica dentro dela... Vou enfiar tudinho... Vou fazer ela gozar até não agüentar mais... Ela não vai esquecer dessa foda nunca mais...", pensou ele. Não era somente ele que se perdia em pensamentos libidinosos. Ela também estava envolvida por tais pensamentos. "Que homem mais afoito... Se ele for que nem o cara da história vai me deixar louca... Já estou ficando encharcada... Ah!, como eu quero o pau dele dentro de mim!...", também pensava ela. Gustavo retirou-lhe a blusa e a jogou para o lado. Em seguida, beijou-lhe o seio, onde o sutiã não cobria, passou lentamente a língua pela borda do fino vestuário e foi descendo em direção ao umbigo. Ela contraiu a barriga, afagou-lhe o cabelo e deu um longo suspiro quando a ponta da língua penetrou a redonda cicatriz. Instantes depois, ele voltou a subir repetindo o mesmo ritual. Suas inquietas mãos procuraram as alças do branco sutiã e as puxou para baixo fazendo-as cair pelos braços. Não satisfeitas, elas saíram em busca da abotoadura, envolvendo aquele corpo tão belo e jovial. Mesmo não tendo olhos, as mãos dele encontraram o que procuravam e com destreza, feito experiente desatador de nós, desprenderam a atadura. O sutiã se soltou, escorregou e ficou pendido pelos braços dela. Imediatamente os olhos dele se esbugalharam aos ver tão belos e esculpidos seios descobertos. Por dentro de suas vestes, sua masculinidade estremeceu feito um terremoto. Um terremoto provocado pelas visões daquelas íngremes e redondas montanhas. Montanhas essas, tão belas, tão perfeitas que nem mesmo a morada de Zeus se igualava à tamanha perfeição. Talvez fosse exagero fazer tal comparação; contudo, ele jamais havia visto escultura tão bem moldada como aqueles seios. Então ele salivou feito um cão faminto e tomando por uma atração invisível e sobre-humana, sem que pudesse se conter, aproximou os lábios do mamilo esquerdo e o sugou. Ela o apertou fortemente contra seu corpo e gemeu num grande enlevo. Aquilo o incentivou a continuar. Então começou a contornar o seio com os lábios e a lhe perpassar a língua umedecida e passou a mordiscar suavemente o mamilo. A outra mão imediatamente encontrou o que fazer e tratou logo de envolver o outro seio e a aperta-lo feito mão de padeiro. Naquele momento, ela estava sentindo tanto desejo quanto ele. Ela suspirava, gemia e balbuciava palavras incompreensíveis. Suas mãos espremiam a cabeça dele contra seus seios como se ela quisesse introduzi-los por inteiro na boca dele. Não fazia mais que um minuto que sentia os lábios e a mão dele neles. Ela já não agüentava mais de exaltação. Nunca um homem havia lhe provocado tamanho deleite. O momento não permitia que ela pensasse no que havia dito com relação ao conto, mas ele estava realmente mostrando que não havia mentido. Gustavo mordeu-lhe os peitos várias vezes, e mesmo assim ela pedia mais; queria que ele continuasse mordendo. Ele também não tinha vontade de parar. Seus lábios nunca haviam tocado seios tão perfeitos e delicados. Além do mais, ele não queria só transar com ela; queria excita-la ao máximo; queria fazer sentir prazer como nunca; queria faze-la descobrir a sensualidade e o êxtase de uma relação sexual; e principalmente, queria mostrar-lhe que o mais importante era o jogo de sedução e as carícias preliminares. O ato em si era, tão somente, a consumação de todo aquele jogo. Se ela compreendesse isso, seria fatalmente uma mulher que enlouqueceria qualquer homem na cama. E quanto mais lhe mordia o pequeno e duro seio, mais excitado ele ficava. Parou de acaricia-la por alguns instantes. Tempo suficiente para tirar sua camiseta e desabotoar a calça dela. Suas mãos tremiam de desejos. Abriu o zíper e com a ajuda dela foi abaixando a calça. Seus negros olhos faiscavam ao vê-la meneando os quadris para que a veste soltasse com mais facilidade e lentamente ir surgindo a calcinha cor de rosa. Desatou o cadarço do tênis do pé esquerdo. Ela dobrou levemente a perna e ele retirou o calçado e a branca meia. A seguir, repetiram-se os mesmos gestos para retirar o outro calçado. Então Gustavo acabou de livra-la da calça jeans. Jogou-a sobre a mesa sem a menor preocupação onde iria cair, pois seus olhos estavam paralisados no meio das pernas dela. Foi assim que ele viu que ela estava molhada no centro, como se brotasse água daquela fenda. Instantaneamente um leve cheiro penetrou em suas narinas, atiçando ainda mais seu instinto animalesco. Roberta também estava por demais excitada com aquele jogo de sedução. E sentiu seu desejo aumentar deveras quando viu Gustavo desabotoar a calça dele, puxar o zíper para baixo e algo se tornar mais volumoso por dentro da peça íntima. Viu também que ele estava molhando, pois uma mancha escura na parte mais íngreme da veste dele. Estava muito curiosa, queria saber o tamanho, o formato, a espessura e a cor daquele objeto de desejos. Já havia saído com outros rapazes, mas todos da sua idade e nenhum com um falo tão desenvolvido como aquele parecia ser. E o desejo temperado a curiosidade fez com que ela tomasse a iniciativa e levasse suas mãos à borda da única peça de roupa que ainda restava nele e a empurrasse para baixo. Quando viu aquele mastro enorme diante de seus olhos não resistiu. Levou-lhe a mão e o acariciou delicadamente, fazendo suaves movimentos para trás e para frente. "Que pau mais lindo... é de enlouquecer qualquer mulher...", pensou ela. -- Que pau grande! - exclamou ela. -- Não exagere. Ele não é tão grande assim. Tem o tamanho normal. -- É que nunca experimentei um assim - disse ela com a maior naturalidade. -- Pois você vai poder fazer de tudo com esse, sua safada! -- Então eu quero que você me enfie ele todinho na minha xoxotinha. Quero que me foda todinha, meu tesão gostoso... - disse ela, apertando fortemente o órgão dele. -- Calma, meu amor! Vamos brincar um pouquinho mais. -- Mas eu não estou agüentando! - implorou ela. - estou pegando fogo. Quero sentir ele se mexendo dentro de mim... Quero ser tua. Gustavo, mais que rapidamente, levou as mãos à borda da calcinha dela e a foi empurrando lentamente para baixo. Ela escorregou suavemente pernas abaixo até o tornozelo. Roberta apoiou uma das mãos na mesa e levantou a perna para que ele acabasse de retirar a fina peça de roupa, em seguida fez o mesmo com a outra e então ela estava inteiramente despida. Ainda agachado de joelhos, ele ergueu um pouco a cabeça e fitou maravilhado aquele triângulo negro que partia do meio das pernas dela. Como ficou encantado com aquela pradaria, cuja vegetação era formada por um único tipo de arbusto. Seus olhos, porém, logo em seguida, prenderam-se na grande fenda que havia um pouco mais em baixo. Era dali que minava um liquido viscoso e incolor e o qual exalava um aroma afrodisíaco. E a beleza daqueles campos e o perfume daquela fenda o atraíram feito ímã puxando um pedaço de metal. Então seus sedentos lábios tocaram aqueles pelos e foi escorregando em direção à úmida fenda. Quando eles chegaram no início dela tiveram que parar porque não conseguiram avançar mais. O rosto dele havia encontrado o bloqueio das coxas dela. Na ânsia de querer chegar ao seu destino, sua língua escorregou para fora e penetrou na grande greta, feito tatu em sua toca. Roberta sentiu a áspera língua lhe penetrar. Levou as mãos à cabeça dele e abrir as pernas para que ele pudesse avançar mais, ir mais fundo. E ele foi. A posição, aliás, era por demais incômoda para ambos. Então ele se afastou e disse: -- Deita aqui na minha mesa. - Ele se levantou. Rapidamente juntou de forma desordeira os papeis e os colocou de qualquer jeito na outra mesa. - Vou te chupar todinha, minha xoxotinha gostosa! Roberta sentou-se à mesa e foi deitando lentamente. Ele a ajudou a se deitar com cuidado. Em seguida ela dobrou as pernas apoiando os pés sobre a mesa e abriu as pernas feito um leque. Ele ficou vendo com os olhos quase a se soltar a grande fenda se abrir, os grandes lábios vermelhos escuro se afastarem e revelar a caverna mais fantástica que já tinha visto. Foi uma visão mágica, magnífica, uma visão que não poderia ser descrita. Não podendo resistir àquele encanto ele levou um braço a cada perna dela, as abraçou, aproximou sua boca faminta daqueles lábios e sua inquieta língua tocou o clitóris dela. Aquela jovem tão bela e provocante se contorceu de prazer. -- Me chupa mais... mais... Aaaaiiiii... não tô agüentando mais... - sussurrou ela, acariciando os próprios seios com suas mãos. Ela os apertava e movimentava os mamilos para todos os lados. Para lhe dar mais prazer, ele mordeu-lhe suavemente os grandes lábios. Ela gemia e gemia aspirando sons lânguidos. Isso o fazia perpassar cada vez com mais rapidez a língua pela protuberância dela, o que a levava a gemer e respirar em intervalos cada vez menores. Sem que ela notasse, ele levou a mão à ensopada vulva dela, umedeceu o dedo médio e o introduziu lentamente na bocetinha daquela menina. Ela se contornava de prazer e uivava. Gustavo percebeu que estava conseguindo atingir seus objetivos: fazer aquela jovem sentir prazer como nunca tinha sentido em toda a sua vida. A seguir, depois de movimentar o dedo inúmeras vezes para frente e para trás, ele retirou o dedo banhado pelas secreções dela, escorregou-o até o outro orifício um pouco mais embaixo e passou a unta-lo. Suas intenções estava claras, iria introduzi-lo no anus dela. E aquele escorregar do dedo dele provocou novas sensações de prazer nela. -- Aaaiii!!!!... não tô agüentando mais... - balbuciou ela, mexendo seu corpo de forma que ele parecia formar uma onda. - Por favor, me foda..., me coma todinha..., sou tua putinha... vem... Gustavo levantou um pouco a cabeça e olhou para a face dela. Viu-lhe a expressão de volúpia estampados nos olhos. Era como se fosse uma verdadeira puta em abstinência sexual. Então resolveu perguntar: -- Não está agüentando mais não, putinha safada? - Seu dedo voltou escorregar-se entre os grandes lábios das entranhas dela. -- Não!... Me faça gozar... -- Ainda quero quer você implore mais - ele afirmou. Novamente seu dedo escorregou de volta para baixo até encontrar a abertura do pequeno orifício. - Você gosta dele passando assim no seu cuzinho? -- Aaaiiiii, adoro!... -- Então experimenta isso. Antes mesmo de ouvir ele terminar de dizer a frase, ela sentiu o teso dedo forçar a entrada. Os músculos daquela abertura se expandiram e a parte da mão dele deslizou suavemente para dentro. A sensação de ter um corpo estranho dentro de si fez com que aquele apertado orifício reagisse espremendo aquele corpo como se quisesse expulsá-lo. Contudo, os movimentos circulares e de vai-e-vem que Gustavo fazia com o dedo e o roçar da língua áspera dele em seu sensível clitóris, causaram tanto prazer à Roberta que sua respiração se tornou mais rápida, os movimentos de seu corpo se tornaram mais bruscos e os gemidos mais intensos. De repente, ela apertou fortemente a cabeça dele contra seu sexo, como se fosse introduzi-la dentro de si, e então explodiu: -- Vou gozar... Com as contrações dos músculos pélvicos dela e o êxtase do orgasmo, ele sentiu uma grande quantidade de secreções escorrer abundantemente até sua boca. Então ele sorveu aquele liquido gostoso, como se estivesse sorvendo o mais fino e raro dos licores produzidos até então. E aquilo também era demais para ele. Era querer demais dele vê-la extasiada e não querer procurar o seu próprio gozo. Ele também queria sentir as sensações que ela estava sentindo. Por isso ele levantou a cabeça e disse: -- Essa só foi a primeira. Agora vou te fazer gozar no meu pau. -- Então faz, meu gostoso, que eu quero mais... -- Vou te fazer sentir o poder desse mastro - falou ele, levantando-se. Agora você vai sentar em cima dele. -- Sento. Faço o que você quiser. -- Então vem cá - chamou ele, ajeitando uma cadeira. Depois pegou na mão dela e a puxou para ajuda-la a se levantar. Roberta sentou sobre a mesa, desceu, ficou de pé e olhou para o mastro ereto de Gustavo e pensou: "Que pau delicioso!... Vou enterrar ele todinho dentro de mim... Também vou fazer ele sentir muito prazer...". Gustavo sentou na cadeira e acariciou seu pênis com a mão direita. O efeito daquilo foi como atirar álcool a uma fogueira. O fogo subiu pelas veias dela como se estivesse sendo queimada pela Santa Inquisição. Então ela se aproximou de frente para ele. -- Senta aqui, putinha gostosa! Sem dizer palavra alguma ela se aproximou do lado direito dele, apoiou-lhe as mãos sobre o ombro e abriu as pernas fazendo com que sua perna direita passasse por cima das dele até o outro lado. Ele a segurou pelos quadris para que ela não perdesse o equilíbrio. -- Vou te enfiar ele até o talo. -- Devagar que dói - disse ela, levando a mão ao o teso falo e ajeitando-o na entrada da grelha dela. Contudo, ao invés de acabar de sentar para que ele entrasse, ela o balançou para frente e para trás, como se quisesse brincar com ele entre os lábios da úmida e ardente vulva. Na verdade, ela só queria sentir a glande acariciando o seu clitóris. Sabia o quanto isso era prazeroso, já que estava com o controle da situação, não perdeu a chance. Além do mais era um motivo a mais para deixa-lo mais úmido do que já estava. Aquela brincadeira com o seu falo, deixou Gustavo doido de desejos. Isso fez com que ele avançasse como um cão raivoso nos rígidos seios dela e os mordesse com certa força; aliás, era isso que ele queria mesmo, morde-la, faze-la sentir dor como forma de vingança por está-lo deixando tão ardentemente louco de volúpias. -- Aí!, não morde com força - reclamou ela. -- Então senta logo, sua vaca safada - mandou ele, com expressão de raiva. Mas ele não estava com raiva, só queria possui-la e não agüentava mais. Ela obedeceu. Roberta empurrou o pênis dele um pouquinho para trás e foi soltando levemente seu corpo. E o peso do corpo dela fez com que o teso e nervoso órgão dele fosse escorregando para dentro de si. Aquilo provocou uma sensação maravilhosa tanto nela quanto no parceiro. E naquele instante, apesar de todas as diferenças possíveis entre eles, estavam sentindo o mesmo prazer. Ele o prazer de adentrar por uma caverna tão deliciosa como nunca havia experimentado; e ela o prazer de estar sendo penetrada por um instrumento tão grande, capaz de leva-la a loucura. Naquele momento nem mesmo o medo de que aquele instrumento fosse grande demais e lhe causasse dor passou pela cabeça dela. Estava muito quente naquela sala toda fechada. E Roberta estava com o corpo todo banhado de suor. Para um macho, o corpo todo molhado da fêmea tende a atiçar ainda mais os instintos do macho. E com Gustavo estava acontecendo justamente isso. Ao sentir aquele corpo todo molhado, como se ela estivesse acabado de sair do banho, em cima de si, com aqueles seios úmidos e brilhando, ele não seria capaz de resistir por muito tempo. Ainda mais quando se sentiu inteiramente dentro dela, com aqueles grandes lábios apoiados em sua virilha. -- Mete, putinha safada, no teu macho... Soca tua bocetinha gostosa na minha pica... Vou te deixar arrombada, piranhazinha, sua cadelazinha no cio - murmurou ele, empurrando os quadris dela para baixo e depois puxando para cima. -- Vou meter mesmo!... Vou esfolar esse teu pau todo... - disse ela, levantando e socando seu corpo contra o dele. De repente, uma das mãos dele escorregou até o seio direito dela e principiou a aperta-lo e a amassa-lo feito um padeiro amassando sua massa. Sua mão apertada deslizava freneticamente no seio molhado dela, enquanto sua boca tomava conta do outro. Ora Gustavo mordia-lhe o mamilo, ora perpassava a ponta da língua contornando a circunferência do seio e do mamilo; e ora mordia com mais pressão as bordas do seio, deixando pequenas marcas avermelhadas que não tardariam desaparecer. Pouco tempo depois, não resistindo, ele escorregou a outra mão até as nádegas dela e começou a dar leves tapas. -- Me soca com mais força, minha putinha, senão vai apanhar mais... - disse ele, dando-lhe mais tapinhas nas nádegas. E ela fez o que ele pediu: levantava e socava seu corpo sobre o dele com toda a sua força. Isso fazia com que fosse penetrada profundamente causando uma sensação de prazer inefável. De repente seu corpo começou a ficar cada vez mais quente, sua respiração ofegante se tornou mais rápida, os batimentos de seu coração aumentaram e novamente algo explodiu em seu cérebro. Ela deu outro gemido de êxtase quando atingiu o clímax. Estava tendo o segundo orgasmo. Aqueles movimentos do corpo dela provocaram as mesmas sensações no corpo dele. Os gritos de prazer dela não lhe passaram despercebido, apesar dele estar tão compenetrado em atingir o seu também. Pelo contrário, ao ouvi-los as reações também lhe aconteceram em seu corpo, e instantes depois ele soltou seus gritos, como se aquilo estivesse preso dentro de si por milhares de anos; gritos esses de desespero, de imensurável prazer; gritos que foram acompanhado de movimentos bruscos em seu desesperado falo, que resultaram em longos jatos nas profundezas da caverna dela. Foi como expulsar uma força maligna de seus corpos. Pouco depois ambos jaziam sem forças sobre a cadeira. Roberta ainda permanecia sentada sobre o companheiro e ouvia-se tão somente a respiração ofegante deles e o balé arfante dos seios dela. Balé este que ele só não achava mais belo, porque jazia ali saciado, sem forças. Não saciado de completo, mas já não possuía mais aqueles desejos de minutos atrás. Passou-se alguns minutos. Foi tempo suficiente para que ele percebesse de que ainda queria mais. Lembrou-se da promessa que fizera antes de tudo começar, que iria lhe dar prazer como ela jamais tinha sentido. A bem da verdade, já havia cumprido o prometido, porque ela se sentia realizada; mas ele não sabia disso, pensava que ainda precisava fazer mais alguma coisa. Então ele inquiriu: -- Está cansadinha? -- Estou. -- Eh!? Mas ainda não acabou. -- Mas eu já não agüento mais. -- Agüenta sim! - afirmou ele, categoricamente. - Sabe o que vou fazer com você agora? -- Não! O quê? - quis saber ela. -- Levanta. Roberta se levantou. -- O que você pretende fazer seu safado, tarado? - quis saber ela de novo. -- Vire de frente para a mesa e segure nela - explicou ele, levantando-se da cadeira. - O resto deixa por minha conta. Roberta ainda sentia as pernas meio bambas, mas estava curiosa para saber o que ele ia lhe fazer. Então se aproximou da mesa, curvou o tronco e apoiou as mãos nas beiradas laterais da mesa. "No mínimo ele vai querer foder a minha bocetinha por trás", pensou ela. Gustavo aproximou-se, agachou atrás dela, levou-lhe as mãos às nádegas e as afastou. Rapidamente, aproximou os sedentos lábios bem no meio das duas partes, e começou a acariciar o pequeno anus dela. Aqueles movimentos com a língua reacenderam o desejo nela. Como aquilo era gostoso, como lhe dava prazer. E seu prazer aumentou quando ele ajeitou a ponta da língua bem no meiozinho e a forçou para dentro, fazendo com que ela entrasse um pouquinho. Aquele lugar ainda era feito uma caverna inexplorada. Jamais algum explorador havia penetrado por aquele local. Alguns até que tentaram, mas Roberta temerosa, jamais permitiu. Mas naquele instante, sentindo a língua dele roçar-lhe a portinha tão docilmente, tão carinhosamente, provocando-lhe um tipo de sensação que ela ainda não havia sentindo, não seria capaz de lhe negar a tentativa, se realmente Gustavo assim desejasse. -- Nossa! Que Delícia! - exclamou ela, pouco depois. -- Está gostoso, está? - perguntou ele, se levantando. -- Está - respondeu ela, balançando a cabeça. - Faz mais, continua! - suplicou ela. Gustavo não deu importância as súplicas dela. Pegou seu membro que ainda permanecia ereto e aproximou dos grandes lábios dela e o introduziu lentamente na encharcada vagina. Fez dois movimentos para trás e para frente, retirou-o e o colocou bem na entrada do orifício dela, onde havia introduzido a ponta da língua instante antes. Roberta compreendeu as intenções dele e ficou com um pouco de medo. Isso era perfeitamente natural, afinal de contas nunca havia feito aquilo e sempre ouviu dizer que a introdução era dolorida. A lembrança da mãe recomendando que a filha nunca devia deixar que homem algum fizesse aquilo com ela, porque iria machuca-la e ela ia ficar com o bumbum arreganhado e não ia conseguir se segurar quando tivesse vontade de ir ao banheiro. Ela sabia que a mãe havia exagerado, mas mesmo assim estava com medo. Lentamente ele forçou para frente. Ela levou se corpo para frente como se estivesse com medo de ser penetrada, mas ele a segurou pelos quadris. -- Devagar que dói. Nunca fiz isso - disse ela, sentindo a glande forçar seus músculos para abrir passagem. -- Pode deixar. Não vou te machucar. O momento mais dolorido da penetração anal era exatamente quando a glande abria a passagem e avançava lentamente. Não só porque era ela a responsável por esticar os músculos dela e aumentar o diâmetro do orifício, mas também porque a expectativa e o medo inicial da dor. Passado esse primeiro momento, a dor dava lugar a uma grande sensação de prazer. Prazer este que muitas vezes levava ao orgasmo anal. Orgasmo que alguns dizem ser mais intenso que o vaginal. De pouco em pouco, a glande foi rompendo as barreiras e avançando vagamente, sem pressa, feito uma escavadeira. A cada pequeno avanço dele, Roberta sentia um pouco de dor, semicerrava os olhos e contraia os músculos da face e enrijecia as paredes do estreito túnel. Gustavo sentiu a pressão em seu falo, contudo, não estava com pressa e aguardou até que ela voltou a relaxar. -- Está doendo? - perguntou -- Está! - respondeu ela -, só um pouco. -- Quer que eu pare? -- Não! Já está passando. Gustavo moveu os quadris para trás e retirou o órgão de dentro dela. Posteriormente o lubrificou novamente introduzindo-o na vagina dela. E novamente voltou a introduzi-lo no orifício agora com mais de facilidade. Roberta sentiu as pequenas pontadas de seus músculos sendo alargado. A dor, porém, não era tão intensa como da outra vez. Pouco a pouco ela sentia aquele objeto misterioso deslizar para dentro de si. De súbito, ela sentiu os pêlos pubianos dele roçarem em suas nádegas. E aquilo lhe deu prazer. E o prazer aumentou ainda mais quando ela deu conta de que a pelve dele encostou e espremeu suas redondas nádegas. Ele a havia penetrado profundamente. Imediatamente isso a fez esquecer a sensação dolorida. Esta foi lentamente sendo substituída, a cada movimento dos quadris dele para frente e para trás, por uma sensação de deleite. Então ela já não queria mais que ele parasse e nem que fosse tão delicado. Queria que ele segurasse fortemente seus quadris e socasse violentamente seu corpo contra o dela. E foi isso que aconteceu. -- Isso! Faz com mais força! - ordenou ela, segurando-se fortemente na mesa que vez ou outra era arrastada para frente ou para trás, acompanhado o movimento dos corpos deles. -- Eu faço, minha putinha; eu faço - disse ele, socando-a com mais força, como se ela fosse um grande pilão. Ele levou uma das mãos ao meio das pernas dela, introduziu-o entre os inchados lábios e passou a acariciar a pequena saliência. -- Me ama com vontade, meu macho gostoso! - murmurou ela, soltando gemidos de prazer. -- Ah! Que delícia!... Que cuzinho mais apertadinho e delicioso!... - falou ele, movimentando cada vez mais rápidos seus quadris para frente e para trás. -- É todo seu!... Aaiiii!.... Não estou agüentando mais!... Me arregaça todinha!... - implorava ela, em tom de desespero. - Soca tua pica todinha no meu cuzinho!... -- Hummm... Humm... Sinta ele te arrombando todinha, minha puta gostosa. - Gustavo gemia de prazer. Sabia que estava chegando ao ápice e não tardaria em explodir dento daquela menina. -- Sou tua putinha... Hããã... Humm... Vou gozaaarrr... - disse ela, e explodiu num gozo maravilhoso, como nunca havia experimentado antes. Aquela sensação dela gozando, dos músculos anais dela contraindo e relaxando em descompasso fez com que ele também explodisse. Socou com o que ainda restava de suas forças seus corpo quase a rasgando ao meio. Seu pênis entrou profundo, como ainda não havia penetrado e esguichou o liquido branco nas profundezas dela. Ele gemeu de prazer e subitamente caiu por cima dela com as pernas bambas. -- Que loucura! - exclamou. Seu corpo ofegava abundantemente. -- Nunca senti prazer assim em toda a minha vida - disse ela, quieta e ainda segurando-se na mesa. Gustavo levantou seu corpo e o moveu para trás, soltando-se de dentro dela. -- Eu não disse que ia te dar tanto prazer quando o cara daquele conto - comentou ele, sentando-se na cadeira que haviam usado minutos antes. - Não tenho forças para mais nada. Roberta levantou o dorso e exausta, sem forças, procurou uma cadeira para se sentar. -- E conseguiu. Nunca imaginei que um cara baixinho e tão comportado assim como você fosse capaz de enlouquecer uma mulher desse jeito. -- Qual nada! Não sou tudo isso. É você quem me fez ficar assim. Se você não fosse tão gostosa e não fizesse amor tão bem não teria conseguido. Ficaram conversando ali por mais alguns instantes. Pouco depois Roberta sentiu que algo saia do meio de suas nádegas e resolveu ir até o banheiro. - Vou me limpar que está escorrendo tudo aqui. Senão vou acabar melando a cadeira. - E se levantou. -- Também vou. E assim foram os dois ao banheiro se limparem. Alguns minutos mais tarde vestiram suas roupas e saíram. Aquele encontro acabou por despertar novos sentimentos entre eles. Uma vontade de se verem e ficar juntos foi lentamente se abatendo sobre eles. Quando chegava o fim de semana sentiam falta um do outro. Não tardou para que arrumassem uma desculpara para se falarem ao telefone. Um mês depois já estavam namorando. Casaram-se um ano e dois meses depois daquele dia.     

5.15.2011

Puta particular*

autor desconhecido

Estou em férias. Após 27 anos de vida profissional, meu médico me disse: ou
você para, ou para seu coração, fígado, pulmão e tudo mais. 90 dias sem nada  para fazer.
Viajei com minha família, fiz tudo que uma pessoa normal faria e só se
passaram 20 dias. Agora, para sair da agitação estou sozinho em meu
apartamento de praia no sul do Brasil, 500 km longe de meus negócios. Esposa
e filhos já estão retornando ao seu ritmo normal de vida ( que inveja). Todo
final de semana virão me visitar.Mas, deixem qu e me apresente. Tenho 51 anos e dois vícios: Trabalho e sexo. Trabalho 15 a 16 horas por dia e só paro se for para uma boa sessão de sexo. Isso me proporciona duas coisas, uma situação financeira estável e muitas, muitas aventuras envolvendo sexo. Li alguns contos na Internet. As pessoas se descrevem. Vou resumir minha descrição, citando uma colunista social de minha cidade, que na epóca de minha formatura em 1978 me definiu como "um belo jovem e fogoso garanhão". A mesma colunista, alguns dias atrás me redefiniu como "um senhor simpático, charmoso e de fino trato" Fazer o que. Coitada. Deve estar esclerosada.
Para passar o tempo, resolvi escrever. Vou narrar 5 ou 6 "causos" e os
publicarei na Internet. Serão muito resumidos, mas onde ficara muito claro
minhas preferências sexuais. Manterei nesse período um e-mail provisório,
euemférias@yahoo.com.br.
Escolhi algumas aventuras que se passaram nos últimos 10 anos.
Abaixo o primeiro, intitulado: PUTA PARTICULAR.
Esses fatos aconteceram no final de 1995. Recebi um telefonema da
imobiliária que administra imóveis de minha propriedade, dando conta que um
inquilino já estava há seis meses com o aluguel atrasado. Como meu contrato
com a imobiliária previa essa situação o aluguel estava sendo pago pela
própria imobiliária, porém eles precisavam de uma procuração para a ação de
despejo. Pedi que me enviassem o documento e dei o assunto por encerrado.
Ao chegar em casa a minha esposa me dá um recado dizendo que uma certa
Carla, ligou, dizendo-se nossa inquilina e que queria falar comigo. Liguei
os fatos e já me preparei para o tradicional lenga-lenga. Pedi que minha
esposa a dispensasse no próximo telefonema, retornando o problema para a
imobiliária. Assim foi feito na manhã seguinte. Após o almoço, retornei, ao
escritório lá pelas 16 horas, havia dois fornecedores me aguardando e uma
loira desconhecida folheando uma revista na recepção. Adentrei minha sala,
logo em seguida veio a secretária me comunicando que teria três reuniões
naquela tarde e uma senhora, D. Carla dizia ter urgência em falar comigo,
mas não adiantara o motivo. Atendi os fornecedores, logo em seguida, como
estava marcado, recebi um antigo sócio, com quem me demorei mais que o
previsto. Lá pelas 19:30, após meu ex-sócio sair, entra minha secretária,
perguntando se iria atender a D. Carla, que até então não quis dizer o
motivo da entrevista. Pelo adiantado da hora, dispensei a secretaria pedindo
que mandasse entrar a tal de D. Carla.
Quando entrou na sala vi que se tratava de uma mulher daquelas que a gente
quer comer na hora. Loira, olhos verdes, seios empinados, um rebolado que
anunciava uma bunda gostosa, enfim de deixar qualquer um de pau duro.
(A partir de agora transcrevo (resumidamente) a conversa, pois na época
gravava todas as conversas por questão de segurança. Hoje o escritório é
filmado)
Boa noite Dr.... Obrigada por me receber e desculpe por vir sem avisar, mas
o assunto é urgente.
Não tem problema. Mas do que se trata?
Meu nome é Carla......alugo seu apartamento no edifício...... e gostaria de
tratar do assunto diretamente com o Senhor.
Mas você deve ter falado com minha esposa. Pedi que ela a atendesse.
De fato, mas apesar dela ter sido muito educada e simpática, não pode me dar
uma solução. Portanto..
Olhe D. Carla, gostaria que isso fosse tratado pela imobiliária, pois tenho
vários outros imóveis que são administrado por eles e não posso ficar me
intrometendo. Já passei uma procuração para eles.
Mas é para despejo. E eu gostaria de explicar o que está acontecendo.
E eu gostaria de resolver isso o mais rápido possível, sem me envolver.
Olha Dr..... meu marido foi para a Espanha há 8 meses, parou de mandar
dinheiro, sei que está junto com outra e me deixou aqui com um filho de dois
anos sem recursos. Quem podia me ajudar já o fez. Não tenho mais a quem
recorrer.
Lamento, mas proponha uma rolagem dessa divida, faça uma proposta para a
imobiliária, visto que o aluguel é garantido por eles, portanto, até o
momento você não me deve nada.
(Isso ela não sabia. A essa altura eu de pau mais que duro, tava tarado
naquela boca sensual, só via meu pau ali dentro. Ela estava agitada e
sentada em um sofá na minha frente, cruzava e descruzava as pernas me
deixando doido. Mas até o momento eu só sabia que ia foder aquela potranca,
como fazer, comecei a pensar só nisso a partir desse momento)
Ela continuou: eu não sabia, eu pensava que....
Olhe D. Carla se você tiver uma proposta concreta diga, ou me explique o
motivo de sua insistência em falar comigo.
Eu.......ia...... pedir que o senhor me deixasse ficar morando no
apartamento e quando eu arranjar um emprego eu lhe pago tudo.
Mas que emprego e quando você vai arranjar.
Sou formada em administração, deixei meu currículo em várias empresas, mas
como não tenho experiência, demora um pouco. Não posso sair do apartamento
pois, meu endereço nos currículos é de lá. Meu telefone está para ser
cortado. Se eu mudar ninguém vai me achar. Além disso não tenho para onde
ir.
Não pode ir morar com seus pais?
Eles moram em uma cidade pequena, tenho um filho de dois anos que é
asmático, precisa de cuidados médicos constantes e meu pai tem muito pouco,
quase não dá nem para eles.
É complicado, disse eu. E se você não arranjar emprego?
Vou trabalhar de doméstica, limpar banheiro, sei lá, vou fazer qualquer
coisa.
Mas aí que você não vai conseguir pagar esse aluguel nunca e nem os
atrasados. (Achei o caminho para a boceta dela)
(Ela ficou vermelha, quase tapou o rosto com as mãos e disse)
Se nada der certo vou me prostituir.
(Quase caí da cadeira, jamais esperava por uma resposta dessas)
Como? Prostituir?
(Sem me olhar, e com o rosto mais vermelho que tomate maduro )
Tenho uma amiga que conhece uma cafetina( antigo nome das agenciadoras), ela
ganha um bom dinheiro. Se eu não resolver essa situação, amanhã ela vai me
apresentar para essa mulher. Não tenho mais saída.
D. Carla vamos resolver essa situação já. Tire a roupa.
Como.Eu......não.......O que o Sr. Quer?
Olhe, ou você tira a roupa agora ou paramos por aqui. Quero vê-la nua, pois
gosto de ver o que vou comer.
Mas eu....não......
Ou tira ou sai.Agora
(Nunca vi uma pessoa tão constrangida como ela estava)- Aqui paro com a
transcrição e volto a narrar.
Virou-se costa, abriu o zíper do vestido e lentamente deixou-o escorregar,
estava sem sutiã e de calcinha tipo tanga preta. Ordenei-lhe que deixasse o
vestido cair ao chão e se virasse para mim. Assim ela o fez, porem com as
mãos tapando os simplesmente ma-ra-vi-lho-sos seios. Já tinha ficado com
água na boca vendo suas curvas. Mandei que tirasse as mãos. A contragosto
ela tirou. Quase gozei. Eram duros, redondos e empinados, tudo isso
emoldurado por uma pele branquinha e lisinha. Sem contar os mamilos rosadas,
já eriçados que pareciam pedirem para serem chupados Mandei que tirasse a
calcinha, após breve hesitação ela tirou mas ficou com as mão tapando a tão
desejada boceta. Mandei que tirasse as mãos e ficasse de pé com as pernas
entreabertas, Acho que gozei ao ver aquela visão. Era toda depiladinha,
rósea , carnuda e macia. Mandei que se virasse, e já pulando por cima da
minha mesa sonhava em conhecer aquele cuzinho dentro de tão perfeita bunda.
Coloquei-a, de bruços sobre o braço do sofá e não resistindo enfiei-lhe um
dedo na boceta. Tentou reagir, mas segurei-a firme e disse-lhe. Você não
queria ser puta, portanto agora você vai ser puta e das boas. Após apreciar
meu dedo entrar e sair da boceta, tentei enfiar no cuzinho dela, mas pela
reação vi que ainda não era hora. Coloquei-a de joelhos na minha frente e
mandei que tirasse meu pau pra fora e o chupasse. Muito desajeitada e até
com um pouco de nojo tirou meu pau para fora e ficou olhando sem saber o que
fazer. Disse-lhe: Essa chupada pode resolver muitos problemas para você, se
eu gostar vou te ajudar. Acabou a hesitação. Finalmente meu pau entrava
naquela boca sensual, ela chupava e olhava para mim quase me perguntando se
estava bom, após alguns minutos mandei que ficasse novamente de bruços sobre
o braço do sofá, assim que ela se abriu inteira lembrei-me da camisinha. Não
tinha, aí me lembrei que um filho da puta de um funcionário andava comendo
minha secretária e sempre tinha algumas em sua mesa. Fui até lá, segurando
as calças, e rezando para não encontrar nenhum guarda ou faxineira pelo
corredor. Deu tudo certo. Voltei já com a camisinha vestida, me posicionei
atrás dela, com uma bruta dúvida. Cú ou boceta. Optei pela boceta. Acariciei
seu clitóris, sem notar qualquer reação. Estava tensa. Comecei a penetrá-la,
nenhuma reação, aumentei os movimentos e ela imóvel. Quando estava para
gozar, lembrei-me de seu cuzinho. Tirei da boceta, comecei a enfiar um dedo
naquele buraco cobiçado, ela protestou, fechou as pernas eu lhe disse...abra
imediatamente e fique a minha disposição. Falei com tanta convicção que
imediatamente se abriu, enfiei um dedo, alargando um pouco. Era muito
apertada, comecei a forçar com o pau. Não ia. Ela choramingava.Cuspi na
entrada e forcei novamente, ela soluçou, gemeu e se mexeu. Consegui enfiar a
cabeça. Acho que não dei 4 ou 5 bombadas explodi em um gozo tão forte, que
da camisinha não sobrou nada. Tirei o pau do cu dela e começou a escorrer
pelas suas coxas uma mistura de porra e um filete de sangue. Mandei que
fosse se limpar no banheiro. Momentos depois ela retorna já vestida e
recomposta. Ninguém diria que aquela mulher acabara de ser estrupada.
Limpei-me também e ela calada. Perguntei se ela queria ir embora. Ela me
disse que agora queria resolver a situação dela. Acalmei-a deixando um
bilhete na mesa da secretária cancelando a procuração para o despejo dela.
Foi a primeira vez que a vi sorrir.
Ofereci-lhe carona e ela tentou recusar, mas como já era tarde e o apto dela
ficava longe e não tinha dinheiro sequer para ônibus, meio a contragosto
aceitou. Perguntei-lhe se tinha comida para ela e o filho em casa. Respondeu
que havia deixado o filho com uma vizinha e com certeza ela o havia
alimentado. E você? Perguntei. Reponde que estava vivendo a base de macarrão
instantâneo(ARGH), que era a única coisa que seu orçamento permitia. Parei
em uma loja de conveniências e disse para comprar o que fosse possível nesse
tipo de loja para se fazer uma refeição decente para ela e o filho. Muito
envergonhada levou algumas coisas. Retornando ao carro, perguntei-lhe sobre
o filho. Era asmático e estava tendo dificuldades em conseguir os
medicamentos adequados, visto que dependia do serviço publico de saúde.
Parei em uma farmácia e pedi-lhe que levasse todos os medicamentos que
estavam faltando. Vi alguma luz em sua face tensa. Pediu-me, se podia levar
absorvente higiênico para ela, pois devido sua situação estava usando panos
e papel higiênico quando menstruada.
Ao chegar no prédio, dei-lhe um pouco de dinheiro e disse-lhe: Volto aqui
amanhã às 19 horas. Compre uma calcinha bonita e você vai me fazer uma
exibição do seu corpo. Se você me agradar, posso até te arrumar um emprego
em sua área profissional e você resolve todos os seus problemas. Ela me
fixou firmemente dizendo. Pode vir você vai encontrar a melhor puta do mundo
a sua disposição. Vou me esforçar bastante.
No outro dia lá estava eu, de pau duro, chegando ao apartamento dela (meu).
Engraçado que eu nunca havia entrado naquele imóvel. A porta estava
entreaberta e a encontrei sentada na mesa da sala. Após um leve sorriso,
falou-me: o que quer que eu faça. Mandei que desfilasse para mim, pois
queria vê-la vestida. Estava com um vestido branco, tipo tubinho. Via-se que
era um vestido antigo, pois seu corpo mal cabia dentro. Estava apertado e
marcava seu corpo. Sua bunda e peitos pareciam querer explodir aquele
tecido. Já fiquei tarado em ver a marca da calcinha, que notadamente entrava
naquela bunda gostosa.
Ela rebolou meio sem jeito, desfilou pela sala, quando estava no centro da
sala, mandei que tirasse o vestido. Teve alguma dificuldade, pois além da
vergonha e tremedeira ainda o vestido estava realmente apertado. Quando o
vestido começou a deslizar foi aparecendo aquela beleza de seios, aí eu já
queria cair de boca. Quando o vestido foi ao chão mostrou uma calcinha
vermelha minúscula que deixava os lábios da boceta para fora, mandei que me
mostrasse a bunda. Foi difícil se segurar diante daquela bunda branquinha
com um fiozinho vermelho entrando no rego. Mandei-a desfilar novamente,
dessa vez aumentando o rebolado. Que tesão os peitos se movimentavam
harmoniosamente com a bela bunda. Fui até ela tirei-lhe a calcinha, enfiei
um dedo na boceta dela, dei algumas dedadas e mandei que se mostrasse para
mim, que ficasse de quatro, abrisse a bunda, mostrasse o cu, a boceta enfim
que se exibisse. E tudo isso, sempre se masturbando. Por uns belos 5 minutos
ela parecia uma contorcionista de circo. Por fim mandei que colocasse dois
dedos na boceta e depois os chupasse. Obedeceu. Não gostou, mas fez. Levei-a
para cama, tirei a roupa e deitado fiz com que chupasse meu pau e fui
ensinado-a como eu gosto de ser chupado. Já a ponto de bala, peguei um
lubrificante e mandei que ficasse de quatro, pois iria comer seu cu. Ela
implorou que não fizesse anal nela naquele dia. Disse que havia sangrado
pelo ânus, pois eu a havia arrombado na noite anterior. Jurou que iria se
acostumar a ser penetrada por trás, pediu, implorou para que nos próximos 3
ou 4 dias a poupasse. Concordei, mas disse-lhe que foderia sua boceta e na
hora de gozar, faria na boca dela e ela teria que engolir tudo. Ela só me
disse, já meio enojada: Faça o que quiser. Deitei-a e comecei a bombar na
sua boceta, aquilo estava muito bom, quando estava para gozar tirei meu pau,
coloquei-a de joelhos em cima da cama enfiei meu pau praticamente na
garganta dela, que quase vomitou, tirei, deixei-a respirar e coloquei só a
cabeça do pau na boca dela e gozei fartamente dizendo, engole, vai
engolindo. Quando acabei ela fez menção de ir ao banheiro lavar a boca,
segurei-a pelos cabelos fiz com que engolisse o resto da porra que escorria
pelos cantos da boca e fiz com que ela limpasse meu pau com a língua.
Foda terminada voltamos para a sala, ela ainda nua, sentei-a no sofá e
sentei-me em uma cadeira na sua frente, fiz com que apoiasse os pés no sofá
mantendo as pernas abertas com a boceta completamente exposta.
Vamos tratar da sua situação. Amanhã você começa a trabalhar na minha
empresa. Você terá um emprego relacionado com sua profissão. Devido aos
problemas de saúde de seu filho seu plano de saúde será de nível gerencial.
Seu salário será adequado ao seu cargo. Você irá se mudar daqui, o problema
com a imobiliária já esta resolvido. Irá morar em uma quitinete, que minha
esposa não sabe que tenho. È menor que esse apartamento, mas é mais central,
discreto e muito bem mobiliado. Sua principal função será ...Ser minha puta
particular. Algo a dizer?
Obrigada.....Muito obrigada, disse chorando que dava pena.
Ela continuou. E desculpe, pensei que você só ia fazer sexo comigo e depois
não cumpriria nada disso. É mesmo verdade?
Tanto é que vou te deixar uma boa quantia em dinheiro para você saldar suas
dividas. Você também irá a um bom cabeleireiro, fará uma limpeza de pele
(ela estava meio relaxada). Tudo isso aconteceu. Passou-se algum tempo, ela
mostrava-se uma boa funcionaria, aprendia e entendia as coisas rapidamente.
Como puta também melhorava. Visitava-a no mínimo uma vez por semana,
comprei-lhe um vídeo cassete e várias fitas pornográficas. Também vários
brinquedos eróticos, ppmente vibradores, com os quais me divertia com ela.
Ensinei-a me satisfazer.Permiti e a incentivei a ter uma vida social. Podia
paquerar, namorar, se fosse sério, mas em hipótese alguma transar com outro.
E devia me manter informado. Quando a encontrava na empresa, ou em qualquer
outro lugar, que não fosse minha sala, pois lá tudo é gravado ela devia se
oferecer para mim. Ela sempre inventava uma frase nova, tipo: Quer ver minha
calcinha nova? Quer me usar?Quer que eu te chupe? Quer enfiar o dedo no meu
cu? Posso te servir minha boceta? Aceita uma mamada? E assim foi por mais de
um ano. Era impressionante a competência profissional dela. Tinha arranjado
uma boa funcionaria e uma excelente puta.
Era tão eficiente, que quando houve a criação de um novo departamento que
englobaria a administração de todas as empresas ela foi escolhida. Não por
mim.Estava no exterior e havia deixado isso ao encargo do RH. Quando
retornei vi que a "cagada" estava feita, pois a função dela, agora
englobaria, entre outras, a administração da Clinica de Psicologia da minha
esposa, que andava meio bagunçada. Mas não desfiz nada. Não haveria
explicação convincente.
Minha esposa, certo dia comentou: A Carla é tão eficiente, arrumou toda a
bagunça lá na clinica, mas acho-a meio esquisita. Quando ela passa na
clinica, nunca vai à minha sala dizer um "oi" ou um "tchau". Porque será?
Deve ser por vergonha daquele problema do aluguel, acho eu, já encerrando o
assunto.
Algum tempo depois, precisávamos ir a Porto alegre. Minha esposa havia
recebido alguns imóveis como herança de uma tia-avó. Como não tínhamos
interesse em manter os imóveis, colocamos a venda e iríamos lá assinar a
papelada da venda, de inventário e de toda a burocracia. Minha esposa teria
que ir, pois ela era a beneficiária. Planejara ir em uma quinta feira de
manhã para retornar na sexta. Falei para minha esposa que se ela me ajudasse
a buscar certidões, laudos e etc.. em dois faríamos tudo.. De cara já disse
que não. Não iria ficar correndo atrás de burocracia pois não era afeita a
isso e que queria passar o fim de semana em Gramado( quando ela diz: eu
quero, não tem capeta que a faça desistir ). Argumentei que não conseguiria
fazer tudo sozinho. Apresentou-me a solução. Leve a Carla junto. Ela tem
prática nessas coisas e é função dela. Ela te ajuda. Ai.Ai,Ai, pensei
comigo: Como é difícil ter amante nos dias de hoje.
Na quinta feira pegamos o primeiro vôo para Porto Alegre. No avião eu e
Carla tensos, minha esposa feliz com o final de semana em Gramado. Chegamos,
começamos a mexer na papelada, minha esposa assinou o que precisava. Fomos
para o hotel. Na Sexta logo de manhã minha esposa foi para Gramado, eu iria
no final do dia, após deixar Carla no aeroporto, para retornar a nossa
cidade. Corremos o dia inteiro atrás da papelada. Lá pelas 16 horas, tudo
pronto. Aluguei um carro, iria levar Carla ao aeroporto e de lá iria
encontrar minha esposa. Chovia forte em todo sul do Brasil. Vôos cancelados,
aeroportos sem teto para pousos e decolagens. Previsão de partida só no
outro dia lá pelo meio-dia, se tudo corresse bem. Liguei para a amada esposa
e lá veio ela com suas solução simples e práticas. Traga a Carla junto com
você. Estou em um chalé, tem dois quartos, ficaremos confortáveis.
Engasguei, argumentei, mas me controlei. Não adiantava discutir. Carla ficou
mais branca que um fantasma. Disse que adoraria conhecer Gramado, mas a
situação ia ficar difícil, melhor não arriscar, além disso só tinha levado
roupa para um dia. Controlar uma mulher já é difícil, duas é praticamente
impossível.Então ordenei. Você vai e vai se comportar de forma natural. Como
chovia forte e a estrada para a serra é muito perigosa ficamos de ir no dia
seguinte(sábado). Minha esposa não estranhou, pois quase sempre que viajo a
negócios levo uma assistente junto.
Bem, aquela altura eu já tinha certeza que a casa ia cair, e então vamos
aproveitar. Voltamos para o hotel, após um belo banho comuniquei a Carla que
iríamos a um clube de swing. Foi um pandemônio. Não vou, não quero, não
gosto, nem roupa trouxe para isso. Resultado. Fomos. Para sorte dela, no
dito clube tinha poucos casais.
Concluí que não compensava trocar minha putinha gostosinha e cheirosinha por
nenhuma daquelas "barangas" que estavam lá. Teria que ser uma gauchinha
muito da gostosa. Voltamos ao hotel. Fudi-lhe a bundinha. E fomos dormir.
Não queria nem pensar no dia seguinte.
E lá estávamos nós em Gramado. Chegamos próximo ao almoço, fomos ao bar do
hotel, tomamos alguns aperitivos. Esposa contente, amante apavorada.
Almoçamos e fomos acompanhar minha esposa em sua peregrinação pelo comércio(
é viciada em compras, principalmente roupas e sapatos). Lá pelas tantas, em
uma loja chiquérrima, sabendo que Carla não havia levado roupas, escolheu
para ela um pijama de flanela um robe e..... dois conjuntos de calcinha e
sutiã. Ainda me chama para opinar se a lingerie ficaria bem na Carla. Só
respondi que achava que na Carla tudo ficaria bem e caí fora. Vi que Carla
fazia "luxinho" não querendo aceitar, mas seus olhos estavam fixos naquelas
roupas e brilhavam de alegria.
Voltamos ao chalé, tomamos banho, fomos jantar em um restaurante colonial.
Minha esposa adora vinho e mandou ver. Carla começou a acompanhá-la, mas em
determinado momento falei-lhe para parar de beber, visto que a situação era
complicada. Entendeu e diminuiu. Estranharam que eu não estava bebendo nada.
Quase falei: Não sou doido. Quero e preciso manter o equilíbrio. Só disse
que estava cansado.
Retornamos ao chalé nos preparamos para dormir. Carla não parava de se
apreciar com seu novo robe. Aproveitei que minha esposa estava no banho e
mandei abaixar a calça do pijama pois queria ver sua calcinha nova,
rapidamente o fez. Enfiei um dedo na sua boceta e outro no cu. Senti que a
cadelinha, estava no cio. Saí de perto. Ali não dava. Carla e minha esposa
foram para a sala de estar assistir TV. Como não tenho paciência para TV,
fui fumar um charuto numa espécie de jardim de inferno, quase na frente da
saleta. Minha esposa continuava no vinho, Carla de quando em quando
bebericava. Vi que estavam entretidas no filme e fui lá ver do que se
tratava.
Era uma estória de uma líder reacionária, que era lésbica. Morava com uma
namorada e apareciam cenas de sexo entre as duas. Fui me servir de um
conhaque, mais para diminuir a tensão quando escuto o seguinte dialogo.
Você já beijou mulher na boca, Carla.
Eu.........bem........sim.............não..............quer dizer quando
tinha 15 ou 16 anos beijei uma prima.
Abro aqui um parênteses para dizer que já tinha feito Carla transar com
outras mulheres junto comigo, não digo que ela gostava, mas gozava. E quanto
à prima, Carla perdeu a virgindade no dedo dela, já havia me contado essa
história era uma siriricagem só.
Quanto a minha esposa, também já havia experimentado. Nos tempos que éramos
namorados, por curiosidade transou com uma colega de universidade e a melhor
amiga dela até hoje me chama de "nosso marido". Fecho parênteses.
Minha esposa continuou: Ora Carla isso é normal. Atendo várias mulheres na
clinica que ainda se constrangem com esse tipo de relacionamento, mas que
procuram se libertar e curtir. Nisso entrei na sala, minha esposa estava de
costas para mim. Carla, abraçada a ela, olhou-me, como perguntando: O que
faço? Estava mais assustada que eu. Fiz-lhe um sinal afirmativo e saí da
sala. Pouco depois, minha esposa veio até mim e disse: Você não se importa,
não é? Claro que não, respondi, desde que ela aceite. Tudo bem me respondeu,
ela resistiu um pouco mas já está "molhadinha". Você quer participar? Não,
disse eu, prefiro não. Mas você gosta disso e já está de pau duro. Transe
com a gente ou assista. Não gosto desse tipo de envolvimento com
funcionarias, e ainda vou deixá-la pouco à vontade. Leve-a para nosso quarto
e aproveite. Ela me responde: querido, por isso gosto tanto de você. Sempre
tão equilibrado e responsável. Quase ri. Continuaram se acariciar na frente
da Tv. Dei uma olhada, Carla já estava com a calça do pijama no meio das
coxas. Foram agarradinhas para a cama. A partir daqui vou ser egoísta.
Guardo os detalhes e lembranças só para mim. Posso lhes dizer que foi uma
das coisas mais excitantes que já vi. Qual homem teve a felicidade de ver
sua gostosa amante em uma transa louca com a não menos gostosa esposa?
Tive que bater duas punhetas antes de dormir sozinho na cama da Carla.
Estava quase rindo pra não chorar. Eu com duas mulheres a minha disposição e
indo dormir sozinho e ainda bater punheta.
Acordei no dia seguinte, estava me barbeando, quando minha esposa acordou e
veio ao banheiro falar comigo. Carla acorda nesse momento e corre para o
quarto dela, ainda sem calcinha e se tranca. Minha esposa me pergunta. Sem
problemas? Respondo-lhe: eu que te pergunto isso, a moça parece bem
assustada. Ela me diz: Vá tomar seu café, já nos encontramos lá. Deixe-me
falar com Carla a sós. Fui.. Folheei alguns jornais, fiz umas ligações,
estava começando a tomar meu café, quando as duas entram no salão. Pela cara
da Carla vi que estava tudo bem. Alivio.Sentaram-se à mesa e minha esposa
disse: Ontem a noite não aconteceu nada. Esqueçamos e delete-se. Sua palavra
era ordem. Amém.
Retornamos a nossa cidade e ávida continuava. Olhava para Carla e não
acreditava que havia transformado uma dona de casa caipira , que apesar do
curso universitário que possuía, falava de forma errada, se vestia mal, sem
classe alguma, naquele mulherão chique e fina e muito, mas muito boa de
cama.
Passaram-se uns 4 meses e Carla me liga e pede para ir ao seu apartamento.
Lá chegando, ela cheia de rodeios, querendo falar alguma coisa, mas sem
saber como. Disse-lhe: Fale logo Carla, não enrola. È meu marido, disse,
está no Brasil, falou com meus pais, jura que se arrependeu, abandonou a
outra e agora quer reatar e quer que eu vá para Espanha com ele. E o que
você quer? Perguntei. Ela me disse que há mais de 10 dias está vivendo esse
drama, e que seu a liberasse ela iria. E enfatizou que seria por um único
motivo: seu filho. Agora já completamente curado, mas sentindo falta da
companhia masculina, da figura do pai. Disse-me então: Prefiro que meu filho
me veja como uma péssima esposa do que como uma boa puta. Entendi,
incentivei e a liberei. 30 dias após, pouco antes de embarcar para Espanha,
ligou do aeroporto de Cumbica e disse: Estou chorando por não ter-me
despedido de você, mas sei que você não gosta e eu choraria muito. Vá até o
apartamento. Deixei uma carta e uma lembrança para você. E foi-se.
No apartamento encontrei uma carta muito emocionada e uma calcinha nova com
um bilhete que dizia: Não pude te mostrar essa calcinha, se você sentir
saudades me chame, que virei correndo vesti-la para me exibir a você.
Por uns três ou quatro anos recebia com freqüência alguns cartões postais,
dizia estar bem com o marido e feliz.
Perdemos contato. Ainda guardo a calcinha. Se voltar a encontrá-la e ainda
estiver gostosa( deve estar hoje com 35 anos). Vou fazê-la vestir a
calcinha( se ainda servir) e enrabá-la novamente. Com toda a certeza.