5.15.2011

Puta particular*

autor desconhecido

Estou em férias. Após 27 anos de vida profissional, meu médico me disse: ou
você para, ou para seu coração, fígado, pulmão e tudo mais. 90 dias sem nada  para fazer.
Viajei com minha família, fiz tudo que uma pessoa normal faria e só se
passaram 20 dias. Agora, para sair da agitação estou sozinho em meu
apartamento de praia no sul do Brasil, 500 km longe de meus negócios. Esposa
e filhos já estão retornando ao seu ritmo normal de vida ( que inveja). Todo
final de semana virão me visitar.Mas, deixem qu e me apresente. Tenho 51 anos e dois vícios: Trabalho e sexo. Trabalho 15 a 16 horas por dia e só paro se for para uma boa sessão de sexo. Isso me proporciona duas coisas, uma situação financeira estável e muitas, muitas aventuras envolvendo sexo. Li alguns contos na Internet. As pessoas se descrevem. Vou resumir minha descrição, citando uma colunista social de minha cidade, que na epóca de minha formatura em 1978 me definiu como "um belo jovem e fogoso garanhão". A mesma colunista, alguns dias atrás me redefiniu como "um senhor simpático, charmoso e de fino trato" Fazer o que. Coitada. Deve estar esclerosada.
Para passar o tempo, resolvi escrever. Vou narrar 5 ou 6 "causos" e os
publicarei na Internet. Serão muito resumidos, mas onde ficara muito claro
minhas preferências sexuais. Manterei nesse período um e-mail provisório,
euemférias@yahoo.com.br.
Escolhi algumas aventuras que se passaram nos últimos 10 anos.
Abaixo o primeiro, intitulado: PUTA PARTICULAR.
Esses fatos aconteceram no final de 1995. Recebi um telefonema da
imobiliária que administra imóveis de minha propriedade, dando conta que um
inquilino já estava há seis meses com o aluguel atrasado. Como meu contrato
com a imobiliária previa essa situação o aluguel estava sendo pago pela
própria imobiliária, porém eles precisavam de uma procuração para a ação de
despejo. Pedi que me enviassem o documento e dei o assunto por encerrado.
Ao chegar em casa a minha esposa me dá um recado dizendo que uma certa
Carla, ligou, dizendo-se nossa inquilina e que queria falar comigo. Liguei
os fatos e já me preparei para o tradicional lenga-lenga. Pedi que minha
esposa a dispensasse no próximo telefonema, retornando o problema para a
imobiliária. Assim foi feito na manhã seguinte. Após o almoço, retornei, ao
escritório lá pelas 16 horas, havia dois fornecedores me aguardando e uma
loira desconhecida folheando uma revista na recepção. Adentrei minha sala,
logo em seguida veio a secretária me comunicando que teria três reuniões
naquela tarde e uma senhora, D. Carla dizia ter urgência em falar comigo,
mas não adiantara o motivo. Atendi os fornecedores, logo em seguida, como
estava marcado, recebi um antigo sócio, com quem me demorei mais que o
previsto. Lá pelas 19:30, após meu ex-sócio sair, entra minha secretária,
perguntando se iria atender a D. Carla, que até então não quis dizer o
motivo da entrevista. Pelo adiantado da hora, dispensei a secretaria pedindo
que mandasse entrar a tal de D. Carla.
Quando entrou na sala vi que se tratava de uma mulher daquelas que a gente
quer comer na hora. Loira, olhos verdes, seios empinados, um rebolado que
anunciava uma bunda gostosa, enfim de deixar qualquer um de pau duro.
(A partir de agora transcrevo (resumidamente) a conversa, pois na época
gravava todas as conversas por questão de segurança. Hoje o escritório é
filmado)
Boa noite Dr.... Obrigada por me receber e desculpe por vir sem avisar, mas
o assunto é urgente.
Não tem problema. Mas do que se trata?
Meu nome é Carla......alugo seu apartamento no edifício...... e gostaria de
tratar do assunto diretamente com o Senhor.
Mas você deve ter falado com minha esposa. Pedi que ela a atendesse.
De fato, mas apesar dela ter sido muito educada e simpática, não pode me dar
uma solução. Portanto..
Olhe D. Carla, gostaria que isso fosse tratado pela imobiliária, pois tenho
vários outros imóveis que são administrado por eles e não posso ficar me
intrometendo. Já passei uma procuração para eles.
Mas é para despejo. E eu gostaria de explicar o que está acontecendo.
E eu gostaria de resolver isso o mais rápido possível, sem me envolver.
Olha Dr..... meu marido foi para a Espanha há 8 meses, parou de mandar
dinheiro, sei que está junto com outra e me deixou aqui com um filho de dois
anos sem recursos. Quem podia me ajudar já o fez. Não tenho mais a quem
recorrer.
Lamento, mas proponha uma rolagem dessa divida, faça uma proposta para a
imobiliária, visto que o aluguel é garantido por eles, portanto, até o
momento você não me deve nada.
(Isso ela não sabia. A essa altura eu de pau mais que duro, tava tarado
naquela boca sensual, só via meu pau ali dentro. Ela estava agitada e
sentada em um sofá na minha frente, cruzava e descruzava as pernas me
deixando doido. Mas até o momento eu só sabia que ia foder aquela potranca,
como fazer, comecei a pensar só nisso a partir desse momento)
Ela continuou: eu não sabia, eu pensava que....
Olhe D. Carla se você tiver uma proposta concreta diga, ou me explique o
motivo de sua insistência em falar comigo.
Eu.......ia...... pedir que o senhor me deixasse ficar morando no
apartamento e quando eu arranjar um emprego eu lhe pago tudo.
Mas que emprego e quando você vai arranjar.
Sou formada em administração, deixei meu currículo em várias empresas, mas
como não tenho experiência, demora um pouco. Não posso sair do apartamento
pois, meu endereço nos currículos é de lá. Meu telefone está para ser
cortado. Se eu mudar ninguém vai me achar. Além disso não tenho para onde
ir.
Não pode ir morar com seus pais?
Eles moram em uma cidade pequena, tenho um filho de dois anos que é
asmático, precisa de cuidados médicos constantes e meu pai tem muito pouco,
quase não dá nem para eles.
É complicado, disse eu. E se você não arranjar emprego?
Vou trabalhar de doméstica, limpar banheiro, sei lá, vou fazer qualquer
coisa.
Mas aí que você não vai conseguir pagar esse aluguel nunca e nem os
atrasados. (Achei o caminho para a boceta dela)
(Ela ficou vermelha, quase tapou o rosto com as mãos e disse)
Se nada der certo vou me prostituir.
(Quase caí da cadeira, jamais esperava por uma resposta dessas)
Como? Prostituir?
(Sem me olhar, e com o rosto mais vermelho que tomate maduro )
Tenho uma amiga que conhece uma cafetina( antigo nome das agenciadoras), ela
ganha um bom dinheiro. Se eu não resolver essa situação, amanhã ela vai me
apresentar para essa mulher. Não tenho mais saída.
D. Carla vamos resolver essa situação já. Tire a roupa.
Como.Eu......não.......O que o Sr. Quer?
Olhe, ou você tira a roupa agora ou paramos por aqui. Quero vê-la nua, pois
gosto de ver o que vou comer.
Mas eu....não......
Ou tira ou sai.Agora
(Nunca vi uma pessoa tão constrangida como ela estava)- Aqui paro com a
transcrição e volto a narrar.
Virou-se costa, abriu o zíper do vestido e lentamente deixou-o escorregar,
estava sem sutiã e de calcinha tipo tanga preta. Ordenei-lhe que deixasse o
vestido cair ao chão e se virasse para mim. Assim ela o fez, porem com as
mãos tapando os simplesmente ma-ra-vi-lho-sos seios. Já tinha ficado com
água na boca vendo suas curvas. Mandei que tirasse as mãos. A contragosto
ela tirou. Quase gozei. Eram duros, redondos e empinados, tudo isso
emoldurado por uma pele branquinha e lisinha. Sem contar os mamilos rosadas,
já eriçados que pareciam pedirem para serem chupados Mandei que tirasse a
calcinha, após breve hesitação ela tirou mas ficou com as mão tapando a tão
desejada boceta. Mandei que tirasse as mãos e ficasse de pé com as pernas
entreabertas, Acho que gozei ao ver aquela visão. Era toda depiladinha,
rósea , carnuda e macia. Mandei que se virasse, e já pulando por cima da
minha mesa sonhava em conhecer aquele cuzinho dentro de tão perfeita bunda.
Coloquei-a, de bruços sobre o braço do sofá e não resistindo enfiei-lhe um
dedo na boceta. Tentou reagir, mas segurei-a firme e disse-lhe. Você não
queria ser puta, portanto agora você vai ser puta e das boas. Após apreciar
meu dedo entrar e sair da boceta, tentei enfiar no cuzinho dela, mas pela
reação vi que ainda não era hora. Coloquei-a de joelhos na minha frente e
mandei que tirasse meu pau pra fora e o chupasse. Muito desajeitada e até
com um pouco de nojo tirou meu pau para fora e ficou olhando sem saber o que
fazer. Disse-lhe: Essa chupada pode resolver muitos problemas para você, se
eu gostar vou te ajudar. Acabou a hesitação. Finalmente meu pau entrava
naquela boca sensual, ela chupava e olhava para mim quase me perguntando se
estava bom, após alguns minutos mandei que ficasse novamente de bruços sobre
o braço do sofá, assim que ela se abriu inteira lembrei-me da camisinha. Não
tinha, aí me lembrei que um filho da puta de um funcionário andava comendo
minha secretária e sempre tinha algumas em sua mesa. Fui até lá, segurando
as calças, e rezando para não encontrar nenhum guarda ou faxineira pelo
corredor. Deu tudo certo. Voltei já com a camisinha vestida, me posicionei
atrás dela, com uma bruta dúvida. Cú ou boceta. Optei pela boceta. Acariciei
seu clitóris, sem notar qualquer reação. Estava tensa. Comecei a penetrá-la,
nenhuma reação, aumentei os movimentos e ela imóvel. Quando estava para
gozar, lembrei-me de seu cuzinho. Tirei da boceta, comecei a enfiar um dedo
naquele buraco cobiçado, ela protestou, fechou as pernas eu lhe disse...abra
imediatamente e fique a minha disposição. Falei com tanta convicção que
imediatamente se abriu, enfiei um dedo, alargando um pouco. Era muito
apertada, comecei a forçar com o pau. Não ia. Ela choramingava.Cuspi na
entrada e forcei novamente, ela soluçou, gemeu e se mexeu. Consegui enfiar a
cabeça. Acho que não dei 4 ou 5 bombadas explodi em um gozo tão forte, que
da camisinha não sobrou nada. Tirei o pau do cu dela e começou a escorrer
pelas suas coxas uma mistura de porra e um filete de sangue. Mandei que
fosse se limpar no banheiro. Momentos depois ela retorna já vestida e
recomposta. Ninguém diria que aquela mulher acabara de ser estrupada.
Limpei-me também e ela calada. Perguntei se ela queria ir embora. Ela me
disse que agora queria resolver a situação dela. Acalmei-a deixando um
bilhete na mesa da secretária cancelando a procuração para o despejo dela.
Foi a primeira vez que a vi sorrir.
Ofereci-lhe carona e ela tentou recusar, mas como já era tarde e o apto dela
ficava longe e não tinha dinheiro sequer para ônibus, meio a contragosto
aceitou. Perguntei-lhe se tinha comida para ela e o filho em casa. Respondeu
que havia deixado o filho com uma vizinha e com certeza ela o havia
alimentado. E você? Perguntei. Reponde que estava vivendo a base de macarrão
instantâneo(ARGH), que era a única coisa que seu orçamento permitia. Parei
em uma loja de conveniências e disse para comprar o que fosse possível nesse
tipo de loja para se fazer uma refeição decente para ela e o filho. Muito
envergonhada levou algumas coisas. Retornando ao carro, perguntei-lhe sobre
o filho. Era asmático e estava tendo dificuldades em conseguir os
medicamentos adequados, visto que dependia do serviço publico de saúde.
Parei em uma farmácia e pedi-lhe que levasse todos os medicamentos que
estavam faltando. Vi alguma luz em sua face tensa. Pediu-me, se podia levar
absorvente higiênico para ela, pois devido sua situação estava usando panos
e papel higiênico quando menstruada.
Ao chegar no prédio, dei-lhe um pouco de dinheiro e disse-lhe: Volto aqui
amanhã às 19 horas. Compre uma calcinha bonita e você vai me fazer uma
exibição do seu corpo. Se você me agradar, posso até te arrumar um emprego
em sua área profissional e você resolve todos os seus problemas. Ela me
fixou firmemente dizendo. Pode vir você vai encontrar a melhor puta do mundo
a sua disposição. Vou me esforçar bastante.
No outro dia lá estava eu, de pau duro, chegando ao apartamento dela (meu).
Engraçado que eu nunca havia entrado naquele imóvel. A porta estava
entreaberta e a encontrei sentada na mesa da sala. Após um leve sorriso,
falou-me: o que quer que eu faça. Mandei que desfilasse para mim, pois
queria vê-la vestida. Estava com um vestido branco, tipo tubinho. Via-se que
era um vestido antigo, pois seu corpo mal cabia dentro. Estava apertado e
marcava seu corpo. Sua bunda e peitos pareciam querer explodir aquele
tecido. Já fiquei tarado em ver a marca da calcinha, que notadamente entrava
naquela bunda gostosa.
Ela rebolou meio sem jeito, desfilou pela sala, quando estava no centro da
sala, mandei que tirasse o vestido. Teve alguma dificuldade, pois além da
vergonha e tremedeira ainda o vestido estava realmente apertado. Quando o
vestido começou a deslizar foi aparecendo aquela beleza de seios, aí eu já
queria cair de boca. Quando o vestido foi ao chão mostrou uma calcinha
vermelha minúscula que deixava os lábios da boceta para fora, mandei que me
mostrasse a bunda. Foi difícil se segurar diante daquela bunda branquinha
com um fiozinho vermelho entrando no rego. Mandei-a desfilar novamente,
dessa vez aumentando o rebolado. Que tesão os peitos se movimentavam
harmoniosamente com a bela bunda. Fui até ela tirei-lhe a calcinha, enfiei
um dedo na boceta dela, dei algumas dedadas e mandei que se mostrasse para
mim, que ficasse de quatro, abrisse a bunda, mostrasse o cu, a boceta enfim
que se exibisse. E tudo isso, sempre se masturbando. Por uns belos 5 minutos
ela parecia uma contorcionista de circo. Por fim mandei que colocasse dois
dedos na boceta e depois os chupasse. Obedeceu. Não gostou, mas fez. Levei-a
para cama, tirei a roupa e deitado fiz com que chupasse meu pau e fui
ensinado-a como eu gosto de ser chupado. Já a ponto de bala, peguei um
lubrificante e mandei que ficasse de quatro, pois iria comer seu cu. Ela
implorou que não fizesse anal nela naquele dia. Disse que havia sangrado
pelo ânus, pois eu a havia arrombado na noite anterior. Jurou que iria se
acostumar a ser penetrada por trás, pediu, implorou para que nos próximos 3
ou 4 dias a poupasse. Concordei, mas disse-lhe que foderia sua boceta e na
hora de gozar, faria na boca dela e ela teria que engolir tudo. Ela só me
disse, já meio enojada: Faça o que quiser. Deitei-a e comecei a bombar na
sua boceta, aquilo estava muito bom, quando estava para gozar tirei meu pau,
coloquei-a de joelhos em cima da cama enfiei meu pau praticamente na
garganta dela, que quase vomitou, tirei, deixei-a respirar e coloquei só a
cabeça do pau na boca dela e gozei fartamente dizendo, engole, vai
engolindo. Quando acabei ela fez menção de ir ao banheiro lavar a boca,
segurei-a pelos cabelos fiz com que engolisse o resto da porra que escorria
pelos cantos da boca e fiz com que ela limpasse meu pau com a língua.
Foda terminada voltamos para a sala, ela ainda nua, sentei-a no sofá e
sentei-me em uma cadeira na sua frente, fiz com que apoiasse os pés no sofá
mantendo as pernas abertas com a boceta completamente exposta.
Vamos tratar da sua situação. Amanhã você começa a trabalhar na minha
empresa. Você terá um emprego relacionado com sua profissão. Devido aos
problemas de saúde de seu filho seu plano de saúde será de nível gerencial.
Seu salário será adequado ao seu cargo. Você irá se mudar daqui, o problema
com a imobiliária já esta resolvido. Irá morar em uma quitinete, que minha
esposa não sabe que tenho. È menor que esse apartamento, mas é mais central,
discreto e muito bem mobiliado. Sua principal função será ...Ser minha puta
particular. Algo a dizer?
Obrigada.....Muito obrigada, disse chorando que dava pena.
Ela continuou. E desculpe, pensei que você só ia fazer sexo comigo e depois
não cumpriria nada disso. É mesmo verdade?
Tanto é que vou te deixar uma boa quantia em dinheiro para você saldar suas
dividas. Você também irá a um bom cabeleireiro, fará uma limpeza de pele
(ela estava meio relaxada). Tudo isso aconteceu. Passou-se algum tempo, ela
mostrava-se uma boa funcionaria, aprendia e entendia as coisas rapidamente.
Como puta também melhorava. Visitava-a no mínimo uma vez por semana,
comprei-lhe um vídeo cassete e várias fitas pornográficas. Também vários
brinquedos eróticos, ppmente vibradores, com os quais me divertia com ela.
Ensinei-a me satisfazer.Permiti e a incentivei a ter uma vida social. Podia
paquerar, namorar, se fosse sério, mas em hipótese alguma transar com outro.
E devia me manter informado. Quando a encontrava na empresa, ou em qualquer
outro lugar, que não fosse minha sala, pois lá tudo é gravado ela devia se
oferecer para mim. Ela sempre inventava uma frase nova, tipo: Quer ver minha
calcinha nova? Quer me usar?Quer que eu te chupe? Quer enfiar o dedo no meu
cu? Posso te servir minha boceta? Aceita uma mamada? E assim foi por mais de
um ano. Era impressionante a competência profissional dela. Tinha arranjado
uma boa funcionaria e uma excelente puta.
Era tão eficiente, que quando houve a criação de um novo departamento que
englobaria a administração de todas as empresas ela foi escolhida. Não por
mim.Estava no exterior e havia deixado isso ao encargo do RH. Quando
retornei vi que a "cagada" estava feita, pois a função dela, agora
englobaria, entre outras, a administração da Clinica de Psicologia da minha
esposa, que andava meio bagunçada. Mas não desfiz nada. Não haveria
explicação convincente.
Minha esposa, certo dia comentou: A Carla é tão eficiente, arrumou toda a
bagunça lá na clinica, mas acho-a meio esquisita. Quando ela passa na
clinica, nunca vai à minha sala dizer um "oi" ou um "tchau". Porque será?
Deve ser por vergonha daquele problema do aluguel, acho eu, já encerrando o
assunto.
Algum tempo depois, precisávamos ir a Porto alegre. Minha esposa havia
recebido alguns imóveis como herança de uma tia-avó. Como não tínhamos
interesse em manter os imóveis, colocamos a venda e iríamos lá assinar a
papelada da venda, de inventário e de toda a burocracia. Minha esposa teria
que ir, pois ela era a beneficiária. Planejara ir em uma quinta feira de
manhã para retornar na sexta. Falei para minha esposa que se ela me ajudasse
a buscar certidões, laudos e etc.. em dois faríamos tudo.. De cara já disse
que não. Não iria ficar correndo atrás de burocracia pois não era afeita a
isso e que queria passar o fim de semana em Gramado( quando ela diz: eu
quero, não tem capeta que a faça desistir ). Argumentei que não conseguiria
fazer tudo sozinho. Apresentou-me a solução. Leve a Carla junto. Ela tem
prática nessas coisas e é função dela. Ela te ajuda. Ai.Ai,Ai, pensei
comigo: Como é difícil ter amante nos dias de hoje.
Na quinta feira pegamos o primeiro vôo para Porto Alegre. No avião eu e
Carla tensos, minha esposa feliz com o final de semana em Gramado. Chegamos,
começamos a mexer na papelada, minha esposa assinou o que precisava. Fomos
para o hotel. Na Sexta logo de manhã minha esposa foi para Gramado, eu iria
no final do dia, após deixar Carla no aeroporto, para retornar a nossa
cidade. Corremos o dia inteiro atrás da papelada. Lá pelas 16 horas, tudo
pronto. Aluguei um carro, iria levar Carla ao aeroporto e de lá iria
encontrar minha esposa. Chovia forte em todo sul do Brasil. Vôos cancelados,
aeroportos sem teto para pousos e decolagens. Previsão de partida só no
outro dia lá pelo meio-dia, se tudo corresse bem. Liguei para a amada esposa
e lá veio ela com suas solução simples e práticas. Traga a Carla junto com
você. Estou em um chalé, tem dois quartos, ficaremos confortáveis.
Engasguei, argumentei, mas me controlei. Não adiantava discutir. Carla ficou
mais branca que um fantasma. Disse que adoraria conhecer Gramado, mas a
situação ia ficar difícil, melhor não arriscar, além disso só tinha levado
roupa para um dia. Controlar uma mulher já é difícil, duas é praticamente
impossível.Então ordenei. Você vai e vai se comportar de forma natural. Como
chovia forte e a estrada para a serra é muito perigosa ficamos de ir no dia
seguinte(sábado). Minha esposa não estranhou, pois quase sempre que viajo a
negócios levo uma assistente junto.
Bem, aquela altura eu já tinha certeza que a casa ia cair, e então vamos
aproveitar. Voltamos para o hotel, após um belo banho comuniquei a Carla que
iríamos a um clube de swing. Foi um pandemônio. Não vou, não quero, não
gosto, nem roupa trouxe para isso. Resultado. Fomos. Para sorte dela, no
dito clube tinha poucos casais.
Concluí que não compensava trocar minha putinha gostosinha e cheirosinha por
nenhuma daquelas "barangas" que estavam lá. Teria que ser uma gauchinha
muito da gostosa. Voltamos ao hotel. Fudi-lhe a bundinha. E fomos dormir.
Não queria nem pensar no dia seguinte.
E lá estávamos nós em Gramado. Chegamos próximo ao almoço, fomos ao bar do
hotel, tomamos alguns aperitivos. Esposa contente, amante apavorada.
Almoçamos e fomos acompanhar minha esposa em sua peregrinação pelo comércio(
é viciada em compras, principalmente roupas e sapatos). Lá pelas tantas, em
uma loja chiquérrima, sabendo que Carla não havia levado roupas, escolheu
para ela um pijama de flanela um robe e..... dois conjuntos de calcinha e
sutiã. Ainda me chama para opinar se a lingerie ficaria bem na Carla. Só
respondi que achava que na Carla tudo ficaria bem e caí fora. Vi que Carla
fazia "luxinho" não querendo aceitar, mas seus olhos estavam fixos naquelas
roupas e brilhavam de alegria.
Voltamos ao chalé, tomamos banho, fomos jantar em um restaurante colonial.
Minha esposa adora vinho e mandou ver. Carla começou a acompanhá-la, mas em
determinado momento falei-lhe para parar de beber, visto que a situação era
complicada. Entendeu e diminuiu. Estranharam que eu não estava bebendo nada.
Quase falei: Não sou doido. Quero e preciso manter o equilíbrio. Só disse
que estava cansado.
Retornamos ao chalé nos preparamos para dormir. Carla não parava de se
apreciar com seu novo robe. Aproveitei que minha esposa estava no banho e
mandei abaixar a calça do pijama pois queria ver sua calcinha nova,
rapidamente o fez. Enfiei um dedo na sua boceta e outro no cu. Senti que a
cadelinha, estava no cio. Saí de perto. Ali não dava. Carla e minha esposa
foram para a sala de estar assistir TV. Como não tenho paciência para TV,
fui fumar um charuto numa espécie de jardim de inferno, quase na frente da
saleta. Minha esposa continuava no vinho, Carla de quando em quando
bebericava. Vi que estavam entretidas no filme e fui lá ver do que se
tratava.
Era uma estória de uma líder reacionária, que era lésbica. Morava com uma
namorada e apareciam cenas de sexo entre as duas. Fui me servir de um
conhaque, mais para diminuir a tensão quando escuto o seguinte dialogo.
Você já beijou mulher na boca, Carla.
Eu.........bem........sim.............não..............quer dizer quando
tinha 15 ou 16 anos beijei uma prima.
Abro aqui um parênteses para dizer que já tinha feito Carla transar com
outras mulheres junto comigo, não digo que ela gostava, mas gozava. E quanto
à prima, Carla perdeu a virgindade no dedo dela, já havia me contado essa
história era uma siriricagem só.
Quanto a minha esposa, também já havia experimentado. Nos tempos que éramos
namorados, por curiosidade transou com uma colega de universidade e a melhor
amiga dela até hoje me chama de "nosso marido". Fecho parênteses.
Minha esposa continuou: Ora Carla isso é normal. Atendo várias mulheres na
clinica que ainda se constrangem com esse tipo de relacionamento, mas que
procuram se libertar e curtir. Nisso entrei na sala, minha esposa estava de
costas para mim. Carla, abraçada a ela, olhou-me, como perguntando: O que
faço? Estava mais assustada que eu. Fiz-lhe um sinal afirmativo e saí da
sala. Pouco depois, minha esposa veio até mim e disse: Você não se importa,
não é? Claro que não, respondi, desde que ela aceite. Tudo bem me respondeu,
ela resistiu um pouco mas já está "molhadinha". Você quer participar? Não,
disse eu, prefiro não. Mas você gosta disso e já está de pau duro. Transe
com a gente ou assista. Não gosto desse tipo de envolvimento com
funcionarias, e ainda vou deixá-la pouco à vontade. Leve-a para nosso quarto
e aproveite. Ela me responde: querido, por isso gosto tanto de você. Sempre
tão equilibrado e responsável. Quase ri. Continuaram se acariciar na frente
da Tv. Dei uma olhada, Carla já estava com a calça do pijama no meio das
coxas. Foram agarradinhas para a cama. A partir daqui vou ser egoísta.
Guardo os detalhes e lembranças só para mim. Posso lhes dizer que foi uma
das coisas mais excitantes que já vi. Qual homem teve a felicidade de ver
sua gostosa amante em uma transa louca com a não menos gostosa esposa?
Tive que bater duas punhetas antes de dormir sozinho na cama da Carla.
Estava quase rindo pra não chorar. Eu com duas mulheres a minha disposição e
indo dormir sozinho e ainda bater punheta.
Acordei no dia seguinte, estava me barbeando, quando minha esposa acordou e
veio ao banheiro falar comigo. Carla acorda nesse momento e corre para o
quarto dela, ainda sem calcinha e se tranca. Minha esposa me pergunta. Sem
problemas? Respondo-lhe: eu que te pergunto isso, a moça parece bem
assustada. Ela me diz: Vá tomar seu café, já nos encontramos lá. Deixe-me
falar com Carla a sós. Fui.. Folheei alguns jornais, fiz umas ligações,
estava começando a tomar meu café, quando as duas entram no salão. Pela cara
da Carla vi que estava tudo bem. Alivio.Sentaram-se à mesa e minha esposa
disse: Ontem a noite não aconteceu nada. Esqueçamos e delete-se. Sua palavra
era ordem. Amém.
Retornamos a nossa cidade e ávida continuava. Olhava para Carla e não
acreditava que havia transformado uma dona de casa caipira , que apesar do
curso universitário que possuía, falava de forma errada, se vestia mal, sem
classe alguma, naquele mulherão chique e fina e muito, mas muito boa de
cama.
Passaram-se uns 4 meses e Carla me liga e pede para ir ao seu apartamento.
Lá chegando, ela cheia de rodeios, querendo falar alguma coisa, mas sem
saber como. Disse-lhe: Fale logo Carla, não enrola. È meu marido, disse,
está no Brasil, falou com meus pais, jura que se arrependeu, abandonou a
outra e agora quer reatar e quer que eu vá para Espanha com ele. E o que
você quer? Perguntei. Ela me disse que há mais de 10 dias está vivendo esse
drama, e que seu a liberasse ela iria. E enfatizou que seria por um único
motivo: seu filho. Agora já completamente curado, mas sentindo falta da
companhia masculina, da figura do pai. Disse-me então: Prefiro que meu filho
me veja como uma péssima esposa do que como uma boa puta. Entendi,
incentivei e a liberei. 30 dias após, pouco antes de embarcar para Espanha,
ligou do aeroporto de Cumbica e disse: Estou chorando por não ter-me
despedido de você, mas sei que você não gosta e eu choraria muito. Vá até o
apartamento. Deixei uma carta e uma lembrança para você. E foi-se.
No apartamento encontrei uma carta muito emocionada e uma calcinha nova com
um bilhete que dizia: Não pude te mostrar essa calcinha, se você sentir
saudades me chame, que virei correndo vesti-la para me exibir a você.
Por uns três ou quatro anos recebia com freqüência alguns cartões postais,
dizia estar bem com o marido e feliz.
Perdemos contato. Ainda guardo a calcinha. Se voltar a encontrá-la e ainda
estiver gostosa( deve estar hoje com 35 anos). Vou fazê-la vestir a
calcinha( se ainda servir) e enrabá-la novamente. Com toda a certeza.

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