5.21.2011

MINHA NINFETINHA ORIENTAL!

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Bem, o nome dela é Paty, japonesa, 18 anos, ex-namorada de um amigo meu. Eu tenho 28 anos, e meu nome é Marcelo. Tudo começou há alguns meses atrás. Meu amigo sempre que vinha a minha casa trazia ela também. Na época, eram namorados ainda, ela era apaixonada por ele, e por isso, nunca deu bola pra mim. As vezes ele vinha à minha casa para usar meu computador que fica no meu quarto, bem ao lado da cama. Ele sentava na cadeira e ela na minha cama.
Ela sempre usava vestidos curtos, deixando sempre à mostra suas coxas grossas e é claro, seus lindos seios. Isso me deixava louco! O tempo foi passando, e a relação entre eles ficava a cada dia pior. Eu adorava, porque sempre fui louco pra deliciar aquele belo corpinho. A culpa também não é minha, meu amigo sempre me contava de como ela era na cama, com riqueza de detalhes, aí não tem quem agüente! Sempre que a via, morria de tesão.

Um belo dia, ela me ligou, desesperada, chorando e dizendo que ele havia terminado com ela. Isso aconteceu várias vezes. E ele me dizia que já não sentia mais nada por ela. Já eu, morria de tesão por ela. Paty vivia me implorando pra eu falar com ele, eu tentava, mas não tinha jeito... Outro dia, ela ligou pra mim dizendo: - Olha, perdi a razão de viver... Tô com uma faca na mào e vou me matar. Eu fiquei desesperado e disse: - Calma, Paty! Não faça isso! Espere, estou indo pra aí agora! Me espera hein! Ela concordou, mas disse que se eu não aparecesse em 20 minutos, seria tarde demais.
Peguei meu carro e cheguei em sua casa em apenas 15 minutos, e lá estava ela, chorando, com a faca na mão. Conversamos por meia-hora e ela se acalmou, tirei a faca de sua mão e disse que tudo ficaria bem. Neste dia não ocorreu nada. O mais estranho foi o que aconteceu no dia seguinte. Ela ligou pra mim, mas desta vez não estava mais chorando, nem reclamando dele. Queria saber sobre mim, como eu estava, etc. Confesso que fiquei surpreso, pois ela sempre ligava pra falar dele. Conversa vai, conversa vem, tudo na maior naturalidade, até que ela começou a falar de sua amiga, que é lésbica. - Ontem à noite fui à chácara da Gisele. Você sabia que ela assumiu para os pais que é lésbica? - Disse Paty. E eu, espantando, retruquei: - Sério! Tá brincando... e os pais dela? - Aceitaram... - Disse ela. Eu aproveitei pra tirar um sarrinho: - Paty, você é amiga dela há muitos anos e ela nunca deu em cima de você? E ela disse: - Nunca! Às vezes eu flagrava ela me olhando, mas nunca passou disso. - Duvido! - Falei pra ela. - Olha aqui, meu negócio é homem, pinto duro, é disso que eu gosto! - Disse ela irritada. - Tem coisa melhor que um pintão enorme, duro e quente dentro da gente? - completou. Na hora eu respondi: - Pra você pode ser, mas pra mim não! - Falei sorrindo - Prefiro uma bucetinha macia e quentinha. Ficamos alguns instantes mudos, sem palavras. Meu pau ficou duro na hora! - Pra você ver como são as coisas; eu aqui, tenho o que você mais gosta, e você tem aí o que eu mais gosto... - Disse, com o coração disparado. E ela respondeu: - É, mas nós somos amigos... vamos mudar de assunto? Meu coração acelerou mais ainda. - Por que? Isso... te... - Comecei a falar gaguejando. - O que? Se me excita? - Perguntou ela. Então respondi: - Não. Na verdade queria saber se você ficou molhadinha com o que falei... Ela meio sem jeito: - Vamos mudar de assunto... - Você tá ou não tá molhadinha? - Perguntei com mais firmeza. E para minha surpresa ela respondeu sussurrando: - Tô... muito... - Então, vamos unir o útil ao agradável, vamos para um motel resolver isso! - Sugeri. E ela: - Ah! Não sei! Você não vai se arrepender depois? Disse isso porque afinal ela era ex de um grande amigo meu. - Não! Não vou! - Respondi, mas com um pouco de remorso. - Então passa aqui agora... mas vem depressa! Ela estava realmente doidinha pra dar pra mim.

Troquei de roupa e em meia-hora estava lá, em frente à sua casa, quando a vi. Ela estava linda, com uma mini-saia preta e uma blusinha bem decotada. Muuuuito sensual. Fiquei de pau duro novamente só de vê-la. Não conversamos nem um pouco até chegarmos ao motel. Chegando lá, ficamos meio sem jeito, pois era uma situação muito constrangedora, pois nunca pensei que um dia poderia saborear aquela delícia de menina. Ela meio sem graça foi direto a uma mesinha que tinha no quarto e começou a olhar o cardápio. Me aproximei dela e disse: - Quer beber alguma coisa? Ela que estava de costas, olhou para trás e respondeu: - Não, não quero nada... Me afastei um pouco e fiquei olhando aquela bundinha, redondinha e é claro, eu secava aquelas lindas pernas. Não resistindo mais, me aproximei novamente e a abracei por trás e fui logo beijando seu pescocinho. Ela gemia e tremia de prazer. Meu pau duro estocava sua bundinha. Ela, sentindo aquele volume, levantou a saia, ainda de costas, e puxou sua calcinha de lado. Baixei meu zíper, tirei meu pau pra fora e penetrei sua linda bucetinha. Era quente, muito quente e apertada. - Ai que delícia! Mete todo esse pauzão, mete... - Disse ela. Fui provocando, apenas com a cabecinha penetrada, mas aos poucos fui colocando centímetro por centímetro, e ela começou a rebolar. Foi divino. Ela empinou mais a bunda e então pude sentir sua grutinha por inteiro. Começamos um estonteante vai-e-vem. Ainda de pé, ela gritava, gemia e rebolava. - Ai... vou gozaar... goza comigo amor! - Disse ela com a voz trêmula. Neste mesmo instante gozei e enchi sua xaninha com o meu esperma quente. - Isso goza, me enche... - disse gemendo e gozando ao mesmo tempo. Após isso, fomos tomar um banho e refazer nossas energias. Saimos do banho e fomos para a cama. - Deixa eu ver direito esse pauzão. - disse ela pegando no meu pau que ainda estava duro. Olhou, massageou e disse: - Nossa! Ele não é muito grande, mas em compesação é bem grosso! - Gostou! - Disse eu com um ar bem sacana. - Adorei! - respondeu ela. Ela deu outra olhada na glande e começou a passar a língua suavemente. Foi beijando, beijando... a essa altura meu pau tava pra explodir quando ela deu a primeira abocanhada, engolindo-o de cima à baixo. Foi um espetáculo sentir aquela linda boquinha subindo e descendo no meu pau. Ela chupou meu pau por mais ou menos 15 minutos. - Agora é a minha vez! - Disse ela olhando para a sua bucetinha. - Claro! Eu só não via a hora de te lamber dos pés à cabeça. - respondi. - Então veeem... - disse ela gemendo. Olhei aquela linda bucetinha quase sem pêlos, percorri minha língua dos tornozelos à sua virilha. Ela gemia. Comecei a passar a língua em volta de sua bucetinha e finalmente passei também em seu clitóris. Ela quase pulou. Vendo sua reação, eu subia e descia a língua com força em toda a extensão de sua vagina. Foi uma loucura! Me deitei na cama e pedi para ela colocar a bucetinha na minha cara. Comecei tudo de novo, fiquei chupando... chupando... até ela gozar. E então ela gozou. Gemia, mas gemia muito. (confesso que minha língua doia muito de tanto lamber). - Nossa! Onde você aprendeu isso? Nunca havia gozado com sexo oral antes! - perguntou ela espantada. - Sei lá... Acho que isso são horas e horas de prática. Um dia a gente tem que aprender, não é? - respondi sorrindo. Por fim acabamos transando mais e mais, foram 5 só naquele dia! Ufa! Até hoje, quando ela ou eu estamos com tesão, ligamos um para outro, sem compromisso, para satisfazermos nossas necessidades sexuais. Tá sendo muito divertido.

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