12.03.2009

OITAVO ANIVERSÁRIO DE CASAMENTO

Autor Desconhecido


 

Era nosso oitavo aniversário de casamento em plena quarta-feira; resolvemos ir ao cinema e depois um drink e só, sem esticadinhas, pois no outro dia teríamos que trabalhar, ainda bem que não muito cedo. ........Fomos ao Shopping Frei Caneca , lotado, saímos e fomos ao Espaço Unibanco, lotado também e como a outra sessão seria muito tarde, desistimos e fomos ao Pão com Manteiga da Haddock Lobo para lanchar e bebericar algo........ Pedimos uma tábua de frios e um vinho, ficamos conversando e sem percebermos a garrafa se esvaziou, pedimos outra e ficamos namorando. E o tempo foi passando. ..........Em uma certa hora, o garçom nos avisou que a cozinha estava fechando e se gostaríamos de mais alguma coisa, notamos que o bar estava quase vazio. .........Pedi a conta e Carla foi ao banheiro, quando voltou colocou algo no bolso da minha jaqueta. Saímos em direção do carro, tínhamos bebido muito e estávamos bastante altos, olhei para o relógio e vi que era mais tarde do que imaginávamos e as ruas estavam quase vazias. ........No meio do caminho algumas prostitutas se exibiam nuas ou quase nuas, excitada e embalada pelo álcool, Carla me falou em tom de ordem: "- Vem comigo que eu vou te mostrar uma coisa que você vai gostar!" ..........Percebi que a situação estava começando a esquentar. Deixei Carla uns dois metros à minha frente para poder observá-la por inteiro, tirei da sacola minha máquina fotográfica (trabalho com fotografia) e a segui........... Carla vestia uma saia preta, curta, de malha; uma blusa com botões na frente; meias 7/8 e sapatos de salto finos. Enquanto andava, ela começou a enrolar a saia na cintura deixando-a com um comprimento indecente, metade de sua bunda ficou à mostra. ............Tirei algumas fotos e Carla foi se exibindo ainda mais, abriu a blusa e começou a imitar as prostitutas que tinham ficado para trás. Seguimos por uma rua pouco iluminada sob a sombra das árvores, Carla tinha se transformado em uma perfeita puta de rua, andando devagar e rebolando sua linda bunda, poucos carros passaram e alguns ocupantes chegaram a mexer com ela que não deu atenção a eles. ............De repente um carro parou e a abordou perguntando o preço do programa. Continuei andando devagar apenas prestando atenção no que falavam. Ela parou, não muito perto da janela do carro deixando sua buceta completamente a mostra para o ocupante do carro (a calcinha ela tinha colocado em meu bolso antes de sairmos do bar) e disse que não estava disponível pois tinha sido contratada e estava indo encontrar seu cliente. O carro seguiu em frente e eu fui ao seu encontro para acalma-la............ Abracei-a e notei que seu coração estava disparado, passei a mão em sua buceta, que estava muito molhada; continuamos a andar mantendo uma distância de alguns passos entre nós. Em frente a uma casa comercial recuada da calçada, Carla parou e sensualmente tirou a blusa, o sutiã, a saia e jogou tudo no chão, ficou só de sapatos e meias e pediu para eu fotografá-la. .......Comecei a disparar a máquina apenas acompanhando seus movimentos: encostada na vitrine; na vaga de estacionamento da loja; deitada na calçada e correndo, atravessando a rua até a outra calçada. ..........Quando Carla atravessava a rua de volta ela parou no meio da rua, na parte mais iluminada e deitou sobre o asfalto, ficou de quatro, de frente, de bruços, todas as posições a que tinha direito, quando eu falei que o filme tinha acabado e que precisava colocar outro ela voltou para o recuo da loja e se vestiu novamente com a blusa e a saia em comprimento normal, aparentando uma mulher fina e recatada, nos beijamos e seguimos abraçados nos afastando do local pois o flash tinha chamado muita atenção sobre nós. ...........Peguei outro filme na sacola enquanto ríamos da loucura que fazíamos, Carla se lembrou que estávamos a menos de duzentos metros da Avenida Paulista e que muitas daquelas lojas possuíam seguranças noturnos que tinham visto tudo, fora as câmeras de vídeo, mas que não importava pois, sem se tocar, ela tinha chegado ao orgasmo quando se deitou no meio da rua só pela excitação de se exibir para mim. O carro estava parado em uma rua transversal, igualmente arborizada e deserta, colocamos a sacola de fotografia e sua bolsa no porta-malas. ........Carla tirou a saia e a blusa, jogou-os no banco e vestiu um casaco curto que estava no carro. A aventura ainda não tinha terminado............. O novo visual de Carla continuava belíssimo e incrivelmente indecente, mas agora menos vulgar, o casaco cobria sua bunda, mas deixava a renda da parte superior das meias a mostra. .........Carla se afastou do carro e me puxou para uma árvore próxima, ela já foi me agarrando, me beijando e chupando meu pescoço, sua língua entrou em minha boca como uma cobra, minha excitação aumentava e minha vontade era de encostá-la na árvore abrir seu casaco e penetra-la fundo mas como Carla estava no controle da situação e eu sabia que isso estava deixando ela cheia de tesão fiquei só esperando suas ordens. ............Ela parecia descontrolada, abriu minha camisa e minha calça foi abaixada até os meus joelhos, meu cacete duro e completamente babado ficou na altura de seu rosto, ela colocou ele na boca me levando a loucura, tirei toda a calça para ter mais liberdade de movimentos, olhei para sua buceta vi um liquido transparente escorrer como se sua buceta babasse. ..............O cheiro das árvores e da noite na cidade deixava essa nossa transa especial, quase como uma coisa mágica. Puxei-a para cima e me encostei na árvore. Abri seu casaco e olhei seus seios médios e muito empinados, caí de boca e suguei cada peito demoradamente, com muito tesão. ...........Não agüentando mais levantei Carla pela cintura e encaixei meu cacete duro no meio da buceta dela, Carla começou a gemer baixinho dizendo no meu ouvido que eu a estava estuprando, que meu cacete estava maior e mais duro do que de costume e que mesmo lubrificada parecia que ela estava sendo rasgada pelo meio, pedia para que eu a chamasse de putinha, cadela e vagabunda. .........Depois de alguns minutos bombando, tirei meu pênis de sua buceta, me abaixei e fiquei acariciando os lábios depilados de sua xana, sem nenhum pentelhinho para atrapalhar, passei devagar minha língua em seu clitóris para provoca-la e deixa-la ainda mais louca para receber novamente meu pênis duro em sua buceta. Carla se contorcia toda, e gemia. ...........Enquanto eu chupava sua buceta, metia o dedo em seu rabinho apertado, o que aumenta seu prazer e acelerava seu orgasmo, quando Carla gozou, ela não se controlou e começou a gemer mais alto, tive então que colocar minha mão em sua boca para que parasse de gritar, ela mordeu meus dedos e apertou minhas bolas puxando o meu cacete para dentro de sua buceta, com isso, meu pênis que já estava grande aumentou ainda mais de tamanho mas acabou entrando facilmente devido lubrificação interna, coloquei Carla de costas para a árvore e comecei a fazer penetra-la de maneira ritmada, socando minha pélvis contra a sua. ..........Com toda essa excitação quase nos esquecemos de onde nós estávamos por isso nem percebemos a aproximação de um carro que passou em baixa velocidade buzinando, assustado tirei meu cacete de dentro de Carla para poder reagir caso ele parasse, não parou. ...........Pude observar que era um carro com uns quatro ou cinco adolescentes, sendo que duas ou três eram garotas, fiquei mais tranqüilo e resolvi continuar o que eu estava fazendo. Tirei o casaco de Carla que ficou somente com os sapatos e meias, sua pele branca sob a luz de mercúrio dava um ar de filme dos anos 50, coloquei meu cacete que continuou duro, apesar do susto, em sua buceta e Carla cruzou as pernas em minhas costas fazendo movimentos para cima e para baixo. ..........Quando percebi que o gozo estava chegando, caminhei encaixado em Carla até o meio da rua, deitei no asfalto com Carla sobre mim e com meu pênis ainda dentro dela, Carla ficou cavalgando no meu pau até gozar novamente. ...........Quando gozei soltei um gemido muito alto e enchi sua buceta de porra, Carla se levantou com as meias todas desfiadas no joelho e andou uns 10 metros rodopiando pelo meio da rua totalmente satisfeita, e como última loucura pediu-me para recolher seu casaco e seus sapatos, entrar no carro e apanhá-la mais a frente na rua enquanto ela caminhava nua, foi o que eu fiz mas antes ainda tirei mais umas 20 fotos em seqüência dessa última caminhada da noite

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MINHA NINFETINHA

Conto escrito por Gato Gostoso


 

A História que vou contar é verídica, e ocorreu aqui em Sampa; e tenho 34 anos, cabelos e olhos castanhos, conheci a Jú em um chatt do Uol, em uma sala de encontros ocasionais, eu estava sem sono, e já eram duas horas da manhã de sábado para domingo, ela chegou e pediu para teclar comigo, e como estava teclando com mais duas meninas, já fui logo dizendo que eu estava a procura de uma cadelinha, uma gatinha bem putinha, que pudesse realizar a minha fantasia de ser chupado no carro em plena av. 23 de maio...e para minha surpresa ela falou que esta era a maior fantasia dela, a maior loucura que ela poderia realizar, e que adoraria ser a minha putinha. Imediatamente larguei as outras duas falando sozinha,, coloquei no só receber mensagens dela, e comecei a deixa-la maluquinha, teclando tudo que eu queria fazer com ela...e tudo que eu queria que ela fizesse comigo...eu deixei ela maluquinha...tanto que ela pediu o meu telefone, o que dei imediatamente, as 04:50 ela me ligou dizendo que estava se masturbando loucamente imaginando tudo que eu tinha escrito para ela...depois de uns 30 minutos de papo, ela disse que iria dormir, e que queira me encontrar na segunda feira depois do trabalho de qualquer maneira, ela trabalhava próximo a av. paulista e marcamos que eu pegaria ela em frente a uma loja do Mc Donald's, e como ela não teria desculpas para ir trabalhar toda arrumadinha, pois ela queria ir de mini saia, uma micro calcinha, e uma blusinha de alcinha. Naquele domingo, ela me mandou um e-mail apimentado e eu devolvi com outro mais forte ainda...onde eu descrevia com todos os permenores tudo que iria fazer com ela, mas tinha um probleminha, ela tinha só 17 anos, e não poderia leva-la a um motel, mas eu tinha outros planos. Na segunda feira, tomei um banho caprichado pela manhã, e desmarquei todos os compromissos que eu tinha na rua, pois não queria chegar a encontra-la com cheiro de suor...a noite demorou a chegar, as 18:30 sai do escritório e fui correndo para a av. onde havíamos marcado de nos encontrar, lá chegando, tive uma surpresa ela estava sentadinha na mureta em frente a loja, estava maravilhosa, e era lindinha, 1,65, 58 kg, cabelos e olhos castanhos bem escuros, seios médios durinhos, uma bundinha arrebitadinha, e uma boca carnuda...uma delicia de ninfetinha estava vestida como ela disse que iria, fiz a volta, e parei o carro em frente a ela...ela me olhou, abri o vidro e a chamei pelo nome, ela veio toda alegre...entrou me deu um beijinho no canto da boca, quase tocando meus lábios, e sai dali apressadamente, pois conforme combinamos, iríamos conversar um pouco antes para ver como seria o nosso entrosamento, pois afinal ela era virgem e queria sentir muito prazer, e realizar as suas fantasias sem perder a virgindade, sai dali indo em direção ao bairro em que ela disse que morava, conversamos bastante, mas não falamos nem um minuto em qq sacanagem, até que as 20:30 cheguei ao bairro onde ela morava e ao parar em um farol, perguntei o que ela tinha achado de mim...ela me olhou bem no fundo dos olhos e me deu um beijo de tirar o fôlego, quando a primeira buzina soou e tive que arrancar com o carro, ela jogou a cabeça no meu ombro e disse...respondido??....imediatamente comecei a alisar suas coxas e levantar a sua saia, pois ela tinha me dito que iria depilar a bucetinha inteirinha para facilitar o trabalho da minha língua...quando cheguei na calcinha ela já estava recostada inteira no banco com as pernas abertas, e eu dirigindo com um olho no transito e outro naquela ninfeta que estava morrendo de tesão, fui dirigindo para a Marginal Tietê e quando consegui chegar a calcinha para o lado e sentir nos meus dedos aquela bucetinha depiladinha não agüentei, tirei meu pau para fora da calça e falei...vem cá minha cadelinha...vem chupar o teu macho vem, ela não se fez de rogada, tirou o cinto e caiu de boca no meu pau, chupando como uma putinha profissional, hum...como estava gostoso, aproveitei e enquanto ela chupava, levantei a sua saia até a cintura, e soltei as alças da sua blusinha...ela me chupava e eu acariciava o seu rabinho...a sua bucetinha, entrei com o carro na marginal e ela se ajeitava melhor para os meus dedos explorarem mais e mais sua bucetinha virgem e seu rabinho gostoso...segui com o carro em direção a Guarulhos...e ela sempre com a boca no meu pau, começamos a passar ao lado dos caminhões na marginal e eu só dizia...isto minha putinha...chupa o teu macho....rebola esta bundinha gostosa que tem um caminhão ao nosso lado, e ela cada vez mais enlouquecida de tesão me chupava mais e mais, rebolando aquela bundinha durinha na minha mão. Eu não estava agüentando mais, aquela boca gostosa no meu pau, e pedi para ela parar e tirar a calcinha, ela arrumou-se no banco, tirou a calcinha e quando estava sentando a blusa sem as alças desceu até a cintura, deixando aqueles seios com os mamilos durinhos aparecendo, como eram lindos, médios, durinhos, gostosos, com os mamilos rosinha bem clarinho...lindos mesmo...ela começou a punhetar o meu pau e perguntou se a minha putinha estava aprovada...eu disse que pelo boquete que ela tinha feito até que já estava, mas que eu queria ela para minha putinha inteirinha, e que queria ver ela engolir a minha porra e depois empinar a bundinha para o meu pau entrar naquele rabinho virgem, ela imediatamente veio para cima de mim, me chupando nov/e e mandando eu encher a sua boquinha, como já estava quase em Guarulhos, resolvi voltar, pois ela tinha que estar em casa até as 22:30, peguei a primeira ponte e retornei para Sampa, com ela me chupando sempre, eu rodava na pista da direita e ela com a boca cheia no meu pau, eu passei saliva na mão, e comecei a tentar enfiar um dedinho no seu cuzinho que já estava piscando de tesão pelo meu pau, eu a chamava de minha cadela, de minha puta, de vadia, mandava ela chupar mais forte, mais fraco, mandava chupar s bolas, e ela bem cadelinha fazia tudo que eu mandava, até que eu comecei a colocar a ponta do dedo na bucetinha e outro forçava forte no cuzinho relaxado, mandava ela empinar a bunda, e numa das empinadinhas, meu dedo médio entrou inteirinho na sua bundinha, ela deu um gemido contido pelo meu pau na sua boca e começou a rebolar no meu dedo, mandava eu colocar mais, mandava eu colocar mais um pouco do dedinho na bucetinha (tinha que me conter um pouco pois ela era virgem) mas fazia tudo que ela pedia tb, quando vi já estava com 3 dedos naquele cuzinho e ela gemia alto no carro, nem sei como conseguia dirigir, foi quando senti que iria gozar logo e parei o carro em um dos acostamentos da marginal, e quando parei imediatamente a peguei pelos cabelos com a mão esquerda fazendo um vai e vem gostoso no meu pau, enquanto minha mão direita doía muito pela posição que estava, mas eu continuava a socar meu dedos naquela bunda gostosa, e um dedinho estava quase por inteiro na sua bucetinha, ela se contorcia como uma cobra e como o local não era apropriado e eu queria encher a sua boquinha, comecei a foder a sua boquinha forte, e ela gemia cada vez mais, até que aumentou o rebolado já de joelhos no banco, e começou a chupar furiosamente, e gritou que iria gozar enfiando meu pau inteirinho na boca, não agüentei e comecei a gozar alucinadamente, acho que nunca tinha sentido aquilo tudo, talvez pelo lugar, pela sua boca, nem sei mas gozei e ela quase que engasgou, pois começou a gozar junto comigo e a minha esporrada tinha sido muito forte, tanto que ela não conseguiu engolir tudo e um pouco escorria pelo canto dos seus lábios, e um pouco escorreu na minha calça, ela limpou a boca com os dedos e eu peguei a sua mão e a fiz colocar aquele resto de porra a boca, chupando o dedo, eu tirei meu dedos lentamente do seu rabinho e da sua bucetinha, e ela sentou no banco, com as pernas tremendo, só dizia que tinha sido demais, que nunca tinha imaginado que poderia ser tão gostoso, sai dali imediatamente pois era meio perigoso, enquanto dirigia a caminho de um drive-in, puxei sua cabeça para o meu ombro, e ela só murmurava o quanto eu era gostoso, já pegando nov/e no meu pau que estava duríssimo, sai da marginal e em frente ao campo de marte entrei no primeiro drive que conhecia, e mal parei o carro no box já fui jogando o banco para trás e baixando o encosto, metendo um beijo naquela boca gostosa que estava até com um gostinho de porra ainda, mas estava muito bom, fui tirando a sua roupa todinha, deixei-a nuazinha, e cai de boca naquela bucetinha linda, há, como chupei enquanto chupava ia metendo um, dois, três dedinhos naquele cuzinho guloso, ela rebolava na minha boca, prendia minha cabeça com as mãos, como querendo enfiar minha língua mais para dentro ainda, ela começou a gozar descontroladamente, e me soltou, pois estava totalmente mole, eu fui virando o seu corpo, para deixar aquela bundinha virada para mim, mas dentro do carro era apertado, abri a porta e sai, fazendo a volta no carro, abri a sua porta e a puxei para fora, hum...que delicia aquela ninfetinha nua ao lado do meu carro, a empurrei contra o banco e fiquei lambendo os seios, brincando com a bucetinha, alisando o cuzinho, ela pegava meu pau com vontade, e gemendo dizia que me queria inteirinho dentro dela, eu a virei e roçava meu pau no seu rabinho, ela rebolava, eu beijava e mordia o pescoçinho, e ela pedia...mete na tua putinha, mete...eu só dizia que putinha era para ser fodida quando o macho queria, e mandava ela implorar pelo meu pau, ela pedia, pedia, virou para mim, e escorada no carro pegou o meu pau e roçava na bucetinha depiladinha...estava delicioso, peguei uma camisinha no porta luva, e voltei a carga, com meu pau protegido, comecei a pincelar aquela buceta gostosa e virgem, mas o nosso combinado era de que eu tiraria a virgindade do rabinho, e lembrando disto, a virei com a bunda para mim, mas ela percebendo minhas intenções já foi logo dizendo que queria tudo naquela noite, queria meu pau em todos os seus buracos, eu me debrucei nas suas costas e perguntei se tinha certeza disto, ela virou o rosto e me deu um beijo cheio de tesão, dizendo que tinha mais que certeza, me abaixei ao seu lado e abrindo a bundinha coloquei minha língua direto bem no meio do cuzinho, ela estremeceu, rebolou, e gritou...me come meu macho...aquilo foi mais que uma ordem, cuspi na mão e enxarquei aquele cuzinho, pois não queria que ela sentisse nada mais do que prazer, encostei a cabeça do pau no cuzinho e fui forçando lentamente, com as mãos eu abria a bundinha para facilitar ainda mais a penetração, ela ia rebolando lentamente para me ajudar, gente quando passou a cabeça ela deu um gemido alto e perguntei se estava doendo, ela disse que estava doendo mas que o prazer estava maior, foi quando alcancei a bucetinha e comecei a acariciar lentamente o clitóris que estava inchadinho de tanto tesão, quando o pincei com os dedos, ela deu uma abridinha na bunda e enfiei mais um pouco, estava uma batalha para entrar, mas estava entrando lentamente, bem lentamente, e ela suspirava, gemia...eu só sussurava no ouvidinho dela...esta gostando minha putinha, heim minha cadelinha, esta gostando?? Rebola para o teu macho vai...para que, foi falar isto e ela empurrou a bunda para trás, fazendo com que meu pau entrasse inteirinho naquela bundinha durinha...ela gemeu alto e caiu sobre o capô do carro, fiquei parado para ela acostumar com o volume do meu pau no rabinho, sempre acariciando o clitóris, ela dava pequenas apertadas no meu pau com os músculos da bunda, nossa estava muito gostoso...quando empalmei sua bucetinha inteirinha, enfiando um dedo quase inteiro ela levantou, colocando as duas mãos no capô olhou para mim, e disse...vem meu macho...fode a sua putinha...nem precisou falar duas vezes, comecei um lento movimento de vai e vem, e ela começou a gritar, a gemer, pois meus dedos na sua bucetinha e no clitóris a estavam deixando louquinha...enfiei fundo, fazendo meus pentelhos grudarem na sua bunda, bem na hora em que ela empinava a bunda....ela estremeceu, pensei que iria cair, a imprensei contra o carro e fui metendo cada vez mais fundo e forte, ela disse, vai meu gostoso, mete que vou gozar, ai, mete que estou gozando, fui o mais fundo que podia, e a putinha começou a rebolar no meu pau feito uma louca, gemia, gozava, gritava, empurrava a bunda para mim, até que gozou forte pela segunda vez com o meu pau dentro do rabinho e caiu sobre o carro, eu parei de meter, e deixando meu pau no seu rabinho, me debrucei nas suas costas e perguntei se estava tudo bem...ela disse....esta maravilhoso, meu cuzinho esta queimando de tanto meter, de tanto tesão, mas quero ver vc gozar nele, vai meu gatinho...goza em mim, me arromba inteirinha...nem precisou dizer isto, coloquei sua mão na bucetinha e disse para ela...brinca aqui para o teu macho ver, vai minha putinha, faz como vc faz no banho, ela começou a masturbar a bucetinha, e eu peguei aquela bunda e comecei a meter furiosamente, meu suor escorria do rosto, mas estava delicioso meter naquele rabinho, ela rebolava feito uma vadia, feito uma cadela, e eu metia e metia, cada vez mais forte, seu gemidos e gritos acho que eram ouvidos por todo o drive-in, mas eu nem ligava, eu a peguei e virei, invertendo fiquei escorado no carro, segurando na sua cintura e falei, agora rebola no meu pau que o teu macho quer gozar, mas quero gozar junto com vc,...vai putinha rebola....gente ela me deu uma bundada tão forte que rompeu suas últimas préguinhas, estava todo enfiado naquele cuzinho, e estava adorando ela rebolava, gemia, disse que iria gozar e intensifiquei as metidas, a posição era incomoda, mas eu metia fundo e forte, peguei a sua bucetinha pela frente e quanto enfiei um pouco de dois dedos, senti ela estremecer e dizer no meu ouvido, me fode que estou gozando, vai meu puto, vem meu macho...meti fundo, enterrando meu pau inteirinho e senti ela estremecendo de gozo, acelerei as metidas e gozei quase junto com ela, gozei tanto que minhas pernas tremiam, fiquei assim engatado uns cinco minutos, esperando o pau amolecer um pouco para poder tirar se machuca-la, ela descansava com o pau no rabo encostada em mim, suas pernas tremiam, fui tirando o pau e quando saiu inteiro, ela simplesmente caiu sobre mim, virou e me abraçou, me dando um beijo maravilhoso, segurando firme a levei para dentro do carro, ela estava completamente suada, molhada mesmo, com olheiras, e já estava perto da hora de leva-la para casa, ela ficou uns minutos se recobrando e pegando no meu pau, tirou lentamente a camisinha para mim, o pau todo melado, e ela olhando, eu disse, vem minha cadelinha, deixa ele limpinho, deixa...ela jogou a camisinha no chão, e pegando meu pau pela base, enfiou-o inteirinho na boca...imediatamente ele deu sinal de vida, e ela lambendo ele inteirinho só me dizia, depois eu quero ele na minha bucetinha, quero ele inteirinho dentro de mim....Mas esta parte eu conto no próximo conto, pois somente pude realizar a sua vontade no dia seguinte, pois seus pais a esperavam em casa.... ..Ainda ficamos juntos durante mais três meses, onde explorei todos os lugares daquele corpinho gostoso.


 

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