7.27.2012

INESQUECIVEL CARNAVAL

 

0152

conto de Ednalva

Oi, gente, este foi o melhor carnaval de minha vida! Uuuuuuiiii! Que loucura Necessito muito contar esta coisa deliciosa que me aconteceu, nesse carnaval, e que adorei. Foi algo que me deixou realmente muito feliz.

Quero antes esclarecer, que estou contando aqui exatamente o que e como aconteceu, sem aumentar ou diminuir nenhuma vírgula, sequer. Eu me chamo Edna, tenho 42 anos, pelo menos até chegar o dia 22 de maio deste ano. Olhem aí, gente, vou querer ganhar presentes, viu? Rsssss! Ah, deixa isso pra lá. Quero contar uma coisa bem mais interessante.

Sou separada de um casamento que se desgastou totalmente e acabou antes de completar nove anos, simplesmente porque tenho problemas de infertilidade e não posso ter filhos. Quatro anos após ter-me separado, aconteceu o pior de tudo, perdi também meu emprego, este fato me deixou desesperadamente perdida. Talvez para minha sorte, surgiu o Raimundo, um ficante que eu tinha, um cearense muito gente fina, e que sempre fora apaixonado por mim, tanto que faria qualquer coisa que eu precisasse ou lhe pedisse. Desde que nos conhecemos, ele sempre quis que eu fosse morar com ele, mas eu sempre recusei. Primeiro porque eu queria viver minha liberdade sem me prender a ninguém, até porque sempre fui uma mulher muito foguenta, não sei se pelo fato da descendência nordestina, meus pais são do maranhão, mas a verdade é que adoro sexo, e quanto mais, melhor. Adoro homens dotados, tarados, com pegadas.

Desde o finalzinho do meu casamento, comecei a aproveitar melhor a minha vida, afim de encontrar alguém que me realizasse nesse sentido, fato este que acelerou a minha decisão de separação do casamento.foi neste período, que surgiu o Raimundo, que é funcionário, responsável pela segurança noturna da empresa onde eu antes trabalhava. Conheci o Raimundo numa fase que eu buscava conhecer pessoas, fazer novas amizades e até sair com alguns, porém o Raimundo é aquele tipo de homem sistemático, típico cearense de criação rígida, cabeça fechada... Bem diferente do que eu almejava para mim.

Com a realidade do meu desemprego, contudo, me veio aquele lampejo de “salve-se como puder”, ou seja, o lado racional me mostrava que o Raimundo não era o tipo de homem que me atraia, mas poderia ser a minha salvação. Além de estar sempre me salvando dos apertos financeiros, tinha um emprego garantido e ganhava razoavelmente bem, possuía seu apartamento próprio, onde ele praticamente implorava para que eu fosse morar. Então chamei o Raimundo e propus a ele que aceitaria morar com ele, desde que respeitasse um acordo de não ficar me pegando no pé, nem me policiando em tudo que eu fizesse, pois esta fora uma das principais razões que me fizeram separar do meu ex-marido. Ele concordou de imediato, o que me proporcionou um pouco de alívio, porque eu estaria garantida quanto onde morar, comer e beber, até achar outro emprego.

Depois disso, aproximadamente por uns dois anos, fiz alguns bicos até surgir um emprego definitivo numa loja de venda de colchões, de propriedade de um árabe. Um detalhe: a dica deste emprego surgiu por intermédio do Raimundo, que pediu a um amigo seu, chamado Fábio, que já trabalhava como vendedor nesta loja, pra que ele me indicasse lá. Logo que conheci o Fábio, já o identifiquei de imediato como um tremendo safadão, mas que colaborou muito para que tudo se acertasse pra mim naquele emprego. Fui efetivada no emprego, o que foi ótimo para mim. Aliás, foi muito bom para todos nós. Para mim e para o Fábio porque durante estes quatro anos que trabalho lá, vivemos histórias deliciosas. E, ironicamente, bom para o Raimundo também, porque se não fosse o acontecimento deste trabalho com o Fábio na loja de colchões, eu já não estaria mais com ele, há bastante tempo.

O que tem compensado eu ainda estar morando com o Raimundo, é o fato de que em todas as semanas, sempre que temos uma boa oportunidade, lá estamos eu e o Fábio aprontando coisas bem gostosas, sempre dentro da loja mesmo. É só a gente ficar sozinhos, aproveitamos para transar gostoso. Em todas semanas, segunda-feira e quinta-feira, meu patrão sua esposa e filha, têm compromisso com sua religião e saem mais cedo para irem para sinagoga deles, e ficamos só nós dois para fecharmos a loja, dias estes que aproveitamos muito bem. E isto desde que comecei a trabalhar lá. Enquanto o Raimundo é aquele cara meio seco, ceará quadradão, sem romantismo nenhum, e de péssima pegada; o Fábio é maravilhoso, safado, quente, tem uma pegada que deixa qualquer mulher tarada... Além de possuir um pau maravilhoso, só de me lembrar já deixa molhada.

Pra sorte minha, o fato do Raimundo trabalhar todas as noites, enquanto eu, durante o dia, faz com que a gente tenha pouca oportunidade de ficar juntos, a não ser no seu dia de folga, que é somente uma a cada semana. Ainda bem! Devo confessar que estes quatro anos de trabalho com o Fábio me fizeram ficar viciada em trasar e gozar gostoso com ele, pelo menos 2 vezes por semana. E durante todo este tempo, ele e o Raimundo continuam bons amigos, sem nenhum tipo de desconfiança. Além disso, ninguém da loja sabe o que acontece porque tomamos sempre cuidados para não sermos descobertos, principalmente por Raimundo e Fábio serem amigos.

(507)

Neste sábado de carnaval, a loja deu expediente normal, como todas as lojas do shopping, o diferente foi que, exatamente neste sábado, meu patrão, sua esposa e filha, resolveram sair bem mais cedo, logo por volta das 15hs, talvez porque o dia estivesse meio feio, e o movimento bem parado, e deixou-nos sozinhos. Aproveitamos para brincarmos um pouco, e o Fábio gozou bem gostoso na minha boca, como sempre que tinha oportunidade, fazia. Neste ínterim, um pouco antes das 18hs, o patrão ligou para que fechássemos a loja, e, por ser carnaval, pudéssemos sair mais cedo também, – normalmente, a loja fecha às 20hs. Neste dia o Raimundo estava de folga, e bem na hora em que eu estava dando um trato no Fábio, ligou na loja, falando que ia passar lá pra me pegar, eu lhe disse que já estávamos fechando, ele me mandou que lhe encontrasse no Carrefour. O Fábio me deu uma carona até lá, e após encontrá-lo e ajudá-lo a pegar umas coisas, fomos embora.

Chegando em casa, o Raimundo nem deu tempo pra nada, já estava excitadão, queria me pegar ali mesmo. Bem, até pra evitar desconfiança, deixei que rolasse como ele queria, embora o meu pensamento estivesse o tempo todo no Fábio, após terminarmos, ficamos um pouco em repouso, até ele pular da cama e foi tomar banho, quando ele estava no banheiro, o telefone de casa tocou até cair a linha, ele pediu para eu atender, mas antes de eu pegar o telefone a ligação caiu. Enquanto o Raimundo ainda estava no banheiro qdo observei que meu celular chamava, no vibracall, era ligação do Fábio, querendo fazer piadinhas, perguntando se o Raimundo tava com toda aquela pressa pra sentir o gosto da mulher dele já comida, aí eu falei que tínhamos acabado de transar, mas eu estava pensando nele.

Nossa! O Fábio pareceu ficar doido, e pedindo pra eu confirmar se era mesmo verdade o que eu estava dizendo; aí pediu a todo preço que, antes de eu tomar banho, eu descesse para lhe encontrar, pois ele queria muito me ver assim. Que eu apenas vestisse uma saia ou um vestido. E que ele já estava chegando frente ao nosso prédio. Ah, e que eu descesse logo, do jeito que estava, apenas colocasse a saia ou vestido... Tentei demovê-lo dessa idéia lhe dizendo que era perigoso, por causa do Raimundo, que eu nem sabia o que explicar pra ele, mas mesmo assim, ele continuou insistindo e ameaçou se eu não descesse, ele iria subir, e aí sim, poderia ser pior. Nem sei explicar o porquê, mas aquela situação estava me despertando um tesão bem especial...

Sem saber o que fazer, dando uma de louca, ainda toda melada de porra, pus uma calcinha rapidamente, e um vestidinho, falei da porta do banheiro pro Raimundo que eu iria descer na vizinha, dentro do prédio mesmo, e que logo estaria de volta. Quando eu estava saindo do AP, o telefone tocou navamente, era ele dizendo que decesse ao estacionamento que ele estava lá. Acho que por ser carnaval, estava tudo meio abandonado. Qdo cheguei no estacionamento e avistei o carro dele, fui até lá, ele já com a porta aberta, mandou que eu entrasse. Assim que entrei no carro, ele me tascou um beijo – E, nossa! Que beijo!- Eu falei: menino, vc ta louco? O que deu em vc? Ele respondeu: não sei. Só sei que fiquei com um puta tesao depois que vc me falou aquilo. E já foi enfiando as mãos dentro das minhas coxas e pedindo, - mostra sua buceta pra mim, to louco pra ver sua xota. E falou: olha como estou, levantou a camisa e me mostrou seu cacete duríssimo, já pra fora das calças, que ele disse estar se masturbando enquanto me esperava, parecia um tarado. Ai, aquilo tudo estava me deixando doida de tesão, abaixei em seu colo e chupei bem gostoso aquele pau cheio de tesao e delicioso. Então abrir minhas cochas um pouco e puxei a calcinha pro lado deixando bem amostra minha xana. Ele parecia ipinotizado, com o que via, masturbando seu pau com a mão esquerda, e com sua Mão direita delicadamente abria minha xota, passando com carinho os dedos em volta, enquanto ainda escorria um pouco da porra do Raimundo. Aí ele falou, que buceta lida e gostosa, não to agüentando de tesão, quero meter nela agora, Eu falei: menino que tara doida é esta? Vc não já gozou gostoso lá na loja, agora há pouco? Ele respondeu: sim, mas to louco pra gozar novamente. Deixa eu também gozar nesta buceta tezuda, deixa? Olha, só sei dizer que com tudo aquilo eu tambem já estava louca de tesão, e morrendo de vontade de fazer aquele pau gostoso gozar todo seu creminho ali bem encima do outro. Pra eu sentir minha buceta ainda mais melada de porra...

Com os bancos deitados, ele só se enfiou no meio de minhas cochas, sem nenhum trabalho, posicionou a cabeça do seu pau, na entradinha da minha xota que já estava toda lubrificada, enterrou todo, com o puta tesao louco que ele estava, deu umas três socadas e já começamos a gozar, os dois, ao mesmo tempo, com uma intensidade que até então, eu ainda não havia experimentado. Loucura total. Muito gostoso. Impossível de explicar. MARAVILHOSO.

Aí, despertamos, e falei pra ele: preciso subir logo. Acho que você e eu estamos os dois loucos. Me compus como pude, e sai correndo. Cheguei em casa, o Raimundo estava no quarto ainda se vestindo, fui direto para o banheiro, ainda sem saber como encarar o Raimundo naquele momento...

Mas, resumindo, acabou tudo bem, o resto seguiu-se normal... Por tudo isso, adorei muito este carnaval, bem mais do que qualquer outro... (07-março-2011)

Se alguém que ler este acontecimento, já lhe tiver acontecido algo semelhante, deixe recado para mim. Quem sabe a gente troque experiências... Meu email: Ednalva-santos88@bol.com.br ( do site Swing Privê - http://www.swingprive.com/principal.htm )

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