3.03.2009

CÚMPLICES







CÚMPLICES





Autor : Gabriel - e-mail : narcisosantos@hotmail.com






Eu já tinha saído com Janaina, tivemos uma pequena transa no prédio. Dessa vez eu a levei prá dançar..



Quando soou uma música mais lenta, ela me puxou. Apertei-a de encontro ao meu corpo. Moviamo-nos lentamente,ela sentiu minha ereção e sorriu. Alisei sua bunda pequena e firme. Logo depois estávamos sentados à mesa, nos beijando , ela esfregando o volume na minha calça e eu alisando suas coxas.



Foi então que vi Janete, aquela morena provocante, abusada e gostosa, com quem mantenho uma relação de amor e ódio. Beijei Janaina para que Janete me visse com aquela mulher bonita . Com o rabo do olho, percebi que Janete me olhava, mas não demonstrou ter se importado. Sorriu ironicamente e foi para a pista de dança.



Fiquei um pouco frustrado, mas me concentrei no meu tesão por aquela loirinha deliciosa que tinha nas mãos. Nos beijamos, nos acariciamos e saímos quase correndo dali, loucos de desejo.



Quando chegamos ao meu apartamento eu a puxei pela mão, tesudo e a encostei na parede, beijando e me esfregando nela. Ela colocou a mão por baixo da minha camisa, arranhando minhas costas, me deixando arrepiado.



- " to molhadinha, " ela disse.



Levantei sua saia e alisei sua xoxota por cima da calcinha.. estava molhadinha... Rápida, sôfrega, ela abriu minha calça, tirando-a , alisando o monte, visível na cueca. Alisou, lambeu e mordiscou meu pau por cima da cueca, me deixando louco. Tirou a cueca, libertando o pau ereto de veias grossas.



Janaina pegou-o na mão, correndo a mão ao longo da ereção , enquanto chupava minha língua, ruidosamente.A cabecinha pulsou quando ela tocou..






Doido de tesão , tirei seu vestido, beijando, cheirando, lambendo, cada pedaço de carne que aparecia. Meu coração batia como um tambor, ela gemia.. Lambi os mamilos inchados , toquei com dedos e unhas a penugem loira.



- "me come, to quase gozando só de você me tocar " . ela disse.



Sentei –me no sofá e a puxei pela cintura, ficando com a xoxota dela quase na minha cara.



Puxando –a para meus lábios, estiquei a língua serpenteando pela extensão dela, lambendo sua racha de cima a baixo. jANA gemeu ruidosamente quando minha língua insistente e sedenta encontrou o grelinho. Ela gemeu, gritou ,se contorceu e inundou minha boca com o mel do seu gozo.mantive ainda a língua na xaninha que pulsava, sentindo suas contrações. Ela apertou minha cabeça entre suas pernas, ofegante..



- "isso, tesão, me come, come sua vagabunda ! " disse ela..



De repente, lembrei – me de Janete, pareceu-me ouvi-la, era o que ela gosta de dizer, senti uma súbita raiva por Janete não ter se importado e ao mesmo tempo um grande tesão.. Puxei Janaina pelos cabelos e a coloquei de joelhos, em frente ao pau duro..



- " você sabe o que fazer, putinha, me faz gozar ! " eu ordenei." Chupa seu macho "



A cabecinha do meu pau foi deslizando para sua boca.,enquanto ela alisava meu saco com as mãos,puxava a glande, engolia, me olhava com cara de safada, engolia, lambia, sugava. Eu movia os quadris pra frente e pra trás, empurrando o cacete para dentro de sua boca macia. Ela chupava violentamente, barulhenta. ,enquanto eu me arrepiava, de olhos fechados.






II






Subitamente, Janaina foi tirada de mim por uma mão forte, e lá estava ela, morena, gostosa, forte e poderosa, a minha amada/odiada Janete..



- "sai daí , sua vaca " ela disse "ele é meu ! " .



.. E Janete se grudou em mim, sugando minha boca. :dizia : - "só eu posso ser a sua putinha, não é , amor ? "



Passada a surpresa, raivoso, eu a empurrei, sentindo novamente aquele misto de raiva e tesão . E a vi no chão, sentada, ofegante, me olhando, atrevida, os cabelos negros no rosto, os seios pequenos e firmes arfando numa blusa apertada, as coxas grossas na calça apertada. Sorriu, cínica , atrevida :



- " pensou que sua putinha fosse deixar você comer qualquer vagabunda ? "



- "Sua vaca ! "eu xinguei, indo ao encontro dela..



Agilmente ela se pôs de pé recebendo meu tapa no braço. - "assim que eu gosto do meu macho ! " disse.



- "agora você vai ver quem manda, sua puta ! " eu gritei, alterado.,



A raiva que eu sentia sempre por Janete despertou um enorme tesão que eu tinha em dar palmadas nela.



- "mostra, tesão, mostra que você manda, mostra, meu macho " .. E Janete se debruçou na cama, de costas, empinando a bunda grande com a calça apertadinha que marcava a calcinha. Ela sabia me provocar, a filha da puta !



Dei um tapa forte na sua bunda, ela gemeu. Desceu a calça rapidamente, exibindo a bunda bem feita apenas com uma minúscula calcinha enfiada. Percebi que colocou a mão por dentro da calcinha, se tocando .



" – vem, castiga sua puta atrevida ! "



Bati de novo, sentindo na palma da mão sua pele macia, marcando as nádegas.



" – Safada ! Vadia !



" – ai, que tesão, xinga mais ! Bate mais forte ! "



Quando ela desceu a calcinha e começou a requebrar suavemente, se tocando, explodi de raiva e tesão. Antes que a estapeasse de novo, senti um zunido bem próximo do ouvido. Alguma coisa passou zunindo por mim e deixou um vergão na bunda de Janete. Ela se contorceu , gemendo. Novamente o estalido, o zumbido, o vergão . Janete tocava freneticamente o grelinho, de bunda pra cima, rebolando a cada toque que sentia .



- "isso, isso, mais... mais.. ! "



Só então percebi Janaina com o olhar alterado, brilhando, as faces vermelhas, os cabelos louros revoltos, o rosto transtornado de raiva. Com o meu cinto na mão , batia na bunda de Janete.



Mais uma lambada, outro vergão, a bunda se contraindo.



Janete gemia de dor e prazer enquanto se masturbava rapidamente ...



- "assim que eu gosto, mais , tesão ! "



Eu estava tonto de tesão, comecei a me masturbar , vendo a cena. Só se ouviam os ruídos do cinto sobre a pele e os gemidos de Janete.. Zipt, slapt, ahhhhhh ! humm ! . Estalos nas costas, na bunda, nas coxas, o rosto alterado de Janaina. Zipt ! Slapt ! ahhhhhh !



- "tô inundada, não pára ! " Janaina não parou, intensificou as cintadas, alucinada...



Slapt ! Slapt ! Slapt ! mais rápido e mais forte..



Ó dedos de Janete voavam em cima do grelinho , entravam e saiam rapidamente da xoxota dela, eu me tocava velozmente, socando meu pau..



O corpo de Janete se contorceu involuntariamente , ela gritou, se retesou e gozou profundamente. Zipt ! Slapt !. Janaina não parou e momentos depois, Janete gozou novamente e novamente, berrando.



Janaina parou de bater, soltou o cinto. A bunda de Janete estava vermelha e inchada e tinha vergões vermelhos e assimétricos também nas coxas e costas. Se estirou na cama, cansada, coma mão sobre a xoxota, as coxas úmidas.



- "Delícia de gozada ! " disse.






III






Então olhei para Janaina , . Seus seios estavam com os mamilos empedrados de tão duros. Ela olhou para o meu pau. Grudou no meu pescoço e abraçou minha cintura com as pernas, quase me desequilibrando.



- "me fode, me fode ! "gemeu no meu ouvido.



Entrei nela com um estalo, freneticamente, de uma estocada só, invadindo-a, golpeando fundo, mantendo –a suspensa segurando suas nádegas, batendo o cacete no fundo de sua buceta. Empurrei- a para a cama e movi – me rapidamente, loucamente, ambos respirando ruidosamente, gemendo, obcenos . eu saltava sobre ela, como um animal.



Quando enfiei um dedo no seu cuzinho, os músculos de sua buceta se contraíram apertando meu pau , e ela gozou, se contraindo, urrando. Parei de me mover, sentindo suas contrações me apertando e soltando. Movi-me rapidamente e explodi intensamente dentro dela, inundando sua buceta com jatos de minha porra.



Ficamos um tempo assim, sentindo nossas contrações, suados, ofegantes. Meu coração parecia querer sair pela boca e eu sugava sua língua.






IV






Lembrei-me de Janete, que estava na cama, quase ao meu lado, de bruços . Olhei seu rosto lindo, pensei : "adoro essa safada ! " . Beijei e lambi suas nádegas quentes e inchadas, sentindo sua pele febril. Lambi e beijei sua bunda, coxas e costas. Ela começou a gemer baixinho. Eu a lambia calmamente, ela sabia o que esperar de mim, que depois da dor, ou antes, ou concomitantemente, viriam os carinhos. Janaina foi até o frigo bar e trouxe gelo, espalhando-o pelo corpo de Janete. Depois, começou a lambe-la seguindo cada movimento meu. Enquanto eu lambia a nuca, Janaina lambia e beijava as coxas e assim pelo corpo todo, nos alternando. Beijei o rosto e a boca de Janete, o pescoço, os seios, mantendo o mamilo já durinho entre meus dentes e língua, depois sugando-os. Enquanto sugava um seio de Janete, Janaina beijava sua boca. Janete se contorcia, gemendo, tesuda de novo.



" – hum.. quero de novo, que delicia !"



Janaina acariciava um seio de Janete com a língua enquanto eu sugava o outro. Depois descemos juntos pela barriga nela, os quadris, a parte externa das coxas. Eu desci com a língua para as pernas e pés, enquanto Janaina deslizava a boca pelas pernas bronzeadas, tocando a parte interna de suas coxas com beijos molhados, até chegar à xoxotinha úmida.



- "hum,, que tesão, "ela gemeu, emitindo um som fechado entre os dentes.



Janaina alternava dedo e língua dentro dela, esfregando a boca em seu clitóris.



Coloquei-a de lado, subindo com a boca e língua pelas pernas, coxas e bunda.Subi para as costas de Janete, a nuca, enquanto meu pau encostava em seu cuzinho.



- "assim vocês matam a putinha de vocês " disse Janete..



Levantei a perna dela, abrindo-a e entrei nela, firme e devagar, saboreando seu cuzinho aos poucos.,enquanto Janaina engolia seu clitóris com dois dedos mexendo dentro da xaninha dela. Janete se contorcia, gemia, gritava e eu também.



- "ai,que tesão, que tesão ", dissemos, quase ao mesmo tempo..



Conosco assim, sentindo meu saco batendo na sua bunda , Janete gozou na boca de minha vizinha . Demos outro orgasmo a ela, deixando-a cansada, esgotada, molhada.



Janaina então levantou-se, olhou-me, estava com os lábios e o queixo úmidos, os olhos brilhando. Beijou-me longamente, foi um beijo delicioso..



E sem nos falarmos, sem combinarmos, cúmplices, eu peguei o cinto e ela se virou, arrebitando a bunda branca, macia, tentadora..









*

CULPADO OU INOCENTE

Escrito por Sérginho (enviado por email)






" Quando tinha dezenove anos, casei-me com uma mulher de trinta e dois, de nome Kátia, conservadíssima apesar de ser mais velha do que eu, desquitada, tinha uma filha de nome Priscila com dez anos, fruto do seu primeiro casamento. No princípio, a menina me travava muito mal, pois não queria que sua mãe tivesse outro homem, com esperança de reconciliação entre seus pais, mas com o tempo ela se acostumou com a idéia e nos tornamos bons amigos. Hoje tenho 24, Kátia 37 e Priscila 15. Priscila se tornou o retrato da mãe, linda mas com 22 anos a menos.



Há alguns meses atrás, aconteceu-me algo que me deixa com um sentimento de culpa e ao mesmo tempo muito feliz, veja porque.



Estava eu deitado em meu quarto aproveitando meus últimos dias de férias, semi-nu assistindo um desfile da Garota Davene na Bandeirantes, tomava algumas cervejas e acariciava meu pau, quando que de repente, Priscila entra no quarto, acho que meu susto foi maior que o dela, pois eu imaginava que ela estava na aula de aeróbica. Ela olhou o volume entre minhas pernas que minha zorba mal conseguia esconder. Estático não sabia o que falar, apenas observava seus olhos subindo pelo meu corpo lentamente, sentia que ela saboreava a visão, até que seus olhos pararam fixos nos meus.



Calada fechou a porta, meu coração disparou, não sabia o que fazer. Fiquei ali parado imaginando se deveria pedir ou não desculpas, pelo meu descuido.



Como não encontrava uma solução, resolvi tirar a água do joelho, pois já havia tomado cervejas demais. Atrás da porta do banheiro percebi que o chuveiro estava ligado, mas como eu estava muito apertado e a porta estava entre-aberta, resolvi entrar. Pelo vidro do boxe, via as curvas daquela criança que se tornou moça tão rápido. Ela deixava a água escorrer em seu corpo como se ela estivesse acariciando suas curvas perfeitas. Levantei a tampa do vaso, com cuidado prá que não fizesse barulho. Nisso Priscila abre a porta do boxe, ela não demonstrou nenhum espanto, apenas me olhou fundo nos olhos e fechou a porta vagarosamente até que a porta cobriu sua visão. Voltei pro quarto sem saber o que pensar, milhares de coisas passavam por minha cabeça, deitei fechei os olhos e resolvi não pensar em nada.



Cinco minutos depois, vejo a porta se abrir, Priscila embrulhada apenas numa toalha, caminhou lentamente em minha direção, parou ao lado da cama sem dizer nada, deixou a toalha cair, vi um corpo que confesso nunca havia visto antes, curvas perfeitas em uma pele morena com fortes marcas de biquíni, seus pelos pubianos eram ralos, fios dourados que podia se contar um a um. Me sentei a beira da cama e a abracei, senti seu corpo ainda molhado e seus seios, digo seios duros, roçavam minha cabeça. Ela levantou meu rosto e me beijou, seus lábios macios e finos, me excitaram de tal forma que não suportei mais, puxei-a para a cama, não me preocupando com nada. Beijei seus seios com seus bicos rosados, fui descendo em direção ao seu umbigo, fundo como seu olhar observando minha jornada, cheguei então em sua bocetinha, não acreditei, um lacre que pude sentir na ponta da língua, chupei seu grelinho, até que ela gozasse.



Ela então me puxou de volta e me deitou por debaixo dela, ela seguiu os mesmos passos que eu, lentamente foi descendo me beijando até que vi sua boquinha linda em torno do meu pau, parecia que ela estava com uma maça na boca, me chupando sem jeito, sua inexperiência me excitava ainda mais, eu olhei aquele rosto lindo com seus olhinhos azuis entre seu cabelos loiros, não resisti e gozei como nunca, ela apenas fechou seus olhos e deixou que a porra escorresse em seu rosto.



Ela limpou a porra do seu rosto com a toalha que estava no chão e voltou a me beijar, não demorou muito e meu pau já estava duro outra vez, ela então deu um beijinho na pontinha dele e sentou por cima dele vagarosamente, ela com os olhos fechados, uma nítida expressão de dor. Comecei então a chupar seus peitinhos e suas orelhas, senti ela toda molhada, foi quando senti seu lacre estourar, apenas a cabeça entrou, mas a dor era tanta que ela não aguentou e desceu de mim. Deitada comecei novamente a chupá-la, queria aproveitar cada segundo, como sua bocetinha era pequena precisei molhá-la mais com minha saliva, tive dúvidas em tentar novamente a introdução, mas resolvi tentar de novo.



Ela fechou os olhos esperando a dor e eu lentamente fui colocando, a cada passo tirava o pau de dentro e lambrecava-o de saliva para que sua dor não fosse insuportável, e quando ela percebeu eu já estava todo dentro dela, podia sentir os cabelinhos da sua bocetinha relar nos cabelos do meu pau, comecei a entrar e sair de dentro dela, laceando para que ela não sentisse dor, e pudesse gozar junto comigo, e valeu a pena, ela gozou junto comigo num momento mágico, podia sentir o céu cair sobre mim, queria virar minha porra prá morrer dentro dela, transamos mais duas vezes e ela gozou todas junto comigo, algo que confesso nunca havia vivido. Ela desmaiou em meus braços de tão cansada e eu dormi vendo seu rosto de felicidade.



Acordei vendo Kátia chorando, arrumando as malas, olhei pro lado e Priscila ainda estava na cama.



Irada , Kátia gritou o nome de Priscila, que acordou escondendo seus seios com o lençol. Priscila também arrumou as malas e partiu com a mãe. Achei que iria morrer de remorsos e ao mesmo tempo de saudades daquele corpinho lindo, eu que nunca havia me apaixonado antes agora estava louco por minha quase filha, bebia dia e noite tentando esquecer, só vi Kátia outra vez no fórum prá assinar o desquite.



Mas um dia escuto a campanhia tocar, olho pelo olho mágico, só vejo um monte de malas, abro a porta e vejo Priscila mais linda do que nunca, olho mas não vejo sua mãe.



Priscila pula em meus braços me perguntando se queria casar-me com ela. Antes que terminasse, disse que sim. Colocando as malas para dentro ela me pediu para ligar para sua mãe, avisar que estava tudo bem, mas ainda não deu tempo, porque fazem quatro dias que ela chegou e nos ainda estamos matando as saudades.






*



Obs: Mande seu conto prá narcisosantos@hotmail.com que eu publico aqui no blog .

Nenhum comentário: