11.27.2009

UM DIA NA PRAIA
Autor Desconhecido

" O dia estava lindo, e realmente não tinha nada de interessante para fazer numa manhã de sábado. Cansada da rotina do trabalho decidi curtir um pouco de sol na praia, uma cerveja, uma paquera. Depois de tomar um delicioso e demorado banho, ainda nua, sentei à mesa e tomei o meu café. Então voltei ao quarto e peguei o único biquini que ainda não tinha usado na praia. Eu o achava um pouco indecente, muito pequeno para falar a verdade, mas confesso que sempre que o colocava, me achava a garota mais sexy do mundo. Tenho um corpinho legal e acho que qualquer roupa, pois mais indecente que fosse, cairia bem em mim. Adoro vestir uma roupa que deixe meu corpo bem sexy e que chame a atenção daqueles que passem por mim. Esse é o único problema que enfrento ao colocar esse tipo de roupa. Às vezes eu nem ligo, mas tenho medo de usar essas roupas em público e ter algum tipo de problema. Mas especificamente nesse sábado estava me sentindo muito putinha e confesso que de uma certa maneira excitada, fiquei até com vontade de voltar ao banho e brincar um pouco antes de ir à praia. Já estava ficando tarde e decidi sair logo. Coloquei o biquini e fui para frente do espelho. Virei de um lado, do outro, ajeitei a calcinha, e percebi que estava praticamente nua. De longe, certamente qualquer um que passasse por mim notaria que sou raspadinha. Não que o biquini fosse transparente, mas o tipo de material do qual ele era feito mostrava quase tudo mesmo. Pronta, coloquei uma canga para não sair só de biquini e pedi a Ronaldo, o meu motorista, que tirasse o carro, pois iríamos à praia. Passados dois minutos o interfone tocou, era Ronaldo avisando que já me esperava no jardim. Nem me dei ao trabalho de avisar Paulo , meu namorado , onde estava indo. Ele dormia como um pedra e acredito que só iria acordar por voltas de duas horas da tarde. Ao sair de casa dei de cara com Ronaldo que veio ao meu encontro. Ao me ver , ele ficou paralisado, parecia que tinha ensgasgado com alguma coisa, não falava nada, foi então que o indaguei se estava pronto, ele gaguejando disse que sim. Ele abriu a porta do carro, entrei e logo saímos. Disse onde queria ir e seguimos. No caminho notei que ele havia regulado o espelho e que não tirava os olhos de mim. Achei muito estranho também o fato de que ele mantinha sua mão direita sobre seu colo. E que de vez em quando ele mexia sua mão de uma maneira semelhante aos movimentos de masturbação. Disfarcei, fingi que não havia percebido nada e continuei quieta. A única coisa que pedi a ele foi que não contasse nada a Paulo sobre minha vinda à praia e que ele, se quisesse poderia ir até uma loja, comprar uma sunga e curtir uma praia também. Pedi para que continuasse com o celular ligado, caso algo acontecesse eu o encontraria com facilidade. Ele adorou a idéia de passar o dia na praia, mas disse que estava sem dinheiro para comprar a sunga. Dei a ele um cheque e ele agradecido foi até a loja que tinha indicado, após ter me deixado na praia. Chegando à praia, que estava lotada, tentei achar um local onde poderia deitar e descansar um pouco. Afinal, acho que estava merecendo pelo menos um dia longe de toda aquela agitação do escritório, que realmente me deixava estressada. Longe também de Paulo, que ultimamente só estava me chateando também. Logo encontrei um lugar onde pudesse ficar sossegada. Por todo lugar que passava percebi que estava sendo paquerada, uma overdose de homens muscolosos. Alguns descaradamente olhavam para minha bundinha, falavam algo, assobiavam, chegavam até a dizer coisas obscenas. Eles nem imaginavam o quanto eu ficava excitada ouvindo todas aquelas besteiras. Mantendo toda minha elegância, me deitei próxima a uma árvore enorme, que fazia uma sombra e que não sei por que, não estava sendo disputada por todos que estavam naquela praia . Por todo lado que olhava havia um homem que me chamava a atenção. Disfarçadamente , e às vezes até descaradamente olhava para cada um deles. Deitei um pouco, e tentei descansar. Até conseguir dormir um pouco, mas não consegui ficar sossegada rodeada por tantos homens, cada um mais lindo que o outro. Alguns passavam ao meu lado, e era inevitável não perceber o volume dentro de suas sungas. Isso me excita muito e não consigo me controlar quando vejo um cara lindo e musculoso trajando uma sunga minúscula, que mostra quase tudo que ele tem para oferecer. Cansada de ficar deitada, decidi me sentar. Ajeitei minha canga sobre a areia e me coloquei numa posição bem comfortável. Fiquei pouco tempo sentada, e logo percebi que estava sendo observada por um cara que estava sentado à minha frente. Achei muito estranho pois ele estava diretamente olhando para mim. Ele não tirava o olho por nem um segundo. Era um cara bem simpático, mas tinha cara de ser bem safado. Era moreno, corpo bonito, peludo e muito gostoso. Ele estava com um calção preto, bem largo. E por estar com as pernas abertas deu para ver que ele estava com uma sunga azul por baixo. Mesmo estando um pouco longe, eu pude ver o volume do seu saco dentro daquela sunga. Isso já estava me deixando muito excitada e ele percebendo que eu não tirava os olhos, de um jeito bem sacana passou sua mão sobre o volume dentro do seu calção. Na hora perdi o sentido e não sabia para onde olhar. Suas pernas eram bem peludas e junto a seu saco um monte de pêlos saia pelo lado da sunga. Ele com uma cara de bem safado continuava a tocar seu saco e pôr várias vezes puxou seu calção um pouco de lado deixando uma de suas bolas, ainda dentro da sunga a mostra. Eu safada como sou, não perdi tempo e também comecei a me tocar. Alisava minha xotinha com muito fervor e não tirava os olhos de cima do que para mim agora parecia ser um pau enorme e bem duro. Ele esticou suas pernas e afastou as bem, me proporcionando uma visão fantástica do que mais me excitava nele. Seus movimentos que se iniciaram apenas com um toque no seu saco agora já pareciam tomar a forma de uma masturbação, percebi que ele fazia isso com um pouco de precaução, pois a praia estava lotada e estávamos rodeados de pessoas por todos os lados. Sem o mínimo pudor estávamos nos exibindo, um para o outro e confesso que já me sentia toda molhada. Esquecendo mais ainda o meu pudor, pelo lado da minha calcinha enfiei o dedo na minha bucetinha que já estava úmida e fervendo. Tirei o dedo, todo melado, levei à boca e chupei gostoso com se fosse um pau. Percebi então que ele parecia que ia se levantar e ir embora, fiquei assustada, por que a principio até achei que ele estava curtindo tudo isso. Mas realmente estava certa, ele havia se levantado apenas para tirar aquele calção. Ele fez isso muito rápido e logo voltou a sentar-se na areia. Desta vez sentou-se um pouco mais próximo, porém ainda mantendo uma certa distância. Eu, excitada ao extremo, não conseguia desviar meu olhar , e percebia que ele também com muita malícia e safadeza não tirava os olhos de minhas pernas. Percebi também que ele não conseguia tirar os olhos dos meus seios que estavam praticamente de fora. O volume dentro de sua sunga mostrava que seu pau estava enorme e latejava de tanto tesão. Sempre com um cara de safado, ele fazia de tudo para me deixar excitada. Em nossas cabeças passavam os mais impuros dos pensamentos, eu definitivamente só pensava em ter aquele pedaço de carne duro e enorme em minha garganta, me fodendo bem gostoso a boquinha. Eu num ritmo mais acelerado e bem quente comecei a enfiar e tirar o dedinho da minha xotinha. Eu sentia que estava cada vez mais excitada. A umidade facilitava muito a entrada do meu dedinho na minha bucetinha, me proporcionando as sensações mais deliciosas. Minha respiração cada vez mais forte, meu coração batendo cada vez mais rápido, mostrava a ele o quanto eu estava excitada. Novamente ele se levantou, e virou de lado. Foi então quando pude realmente ver o tamanho da pica que ele tinha. Não sei como ele fez isso, e ele não imagina o que me fez sentir quando ele enfiou o dedo pelo elástico da sua sunga abrindo um pouco e mostrando um saco delicioso. Após fazer isso, com a mesma cara de safado enfiou a mão dentro de sua sunga e ajeitou sua pica que pelo visto estava muito dura. Isso parecia mais um convite, pareceu que ele estava me oferecendo o que tinha dentro de sua sunga. Tomei seu jeito como um sinal e com uma cara de muito putinha pisquei e logo após disfarcei, fingindo que nada havia acontecido. Ainda sentada e sempre o provocando , puxei toda a calcinha do meu biquini para o centro e deixei minha xotinha nua . Meus lábios ficaram divididos pelo tecido macio que me cobria. Ele fazia movimentos com sua língua, mostrando seu interesse em roçar sua língua safada na minha gruta. Ao virar de frente percebi que sua sunga tinha uma mancha redonda enorme, possivelmente onde encontrava a cabeça do seu pau. Não aguentando mais ele foi se aproximando. Quando ele estava bem próximo, olhei nos seus olhos e fiz um sinal para que ele visse que estava agora com toda minha bucetinha de fora, e que ele poderia se deliciar com o que via entre minhas pernas. Para deixar bem claro sua intenção ele puxou seu pau bem de lado, expondo a coisa mais linda e gostosa que já tinha visto em minha vida. A cabeça do seu pau, enorme, vermelha e melada estava quase toda de fora. Olhei bem e logo o cumprimentei com um simples oi, ele sentou-se, me cumprimentou também e começamos a conversar. Quase não conseguíamos falar nada, tomados por tanta excitação, com muita dificuldade, trocamos algumas palavras. Perguntou de mim, perguntou se estava sozinha, se namorava, falou um pouco de si. Respondi a ele que estava ali sozinha pois meu namorado não curtia muita praia e preferiu ficar dormindo em casa. Trocamos uns elogios e logo me fez um convite, que realmente não puder negar. Era realmente algo que me deixou de boca aberta, aberta o suficiente para agasalhar toda aquela pica que ele alisava com muita malícia e lascívia. Me convidou também para que fossemos até uma daquelas barracas que haviam na praia para tomar um cerveja. Bem próximo, percebi que sua sunga estava molhadinha, parecia que ele já tinha gozado. Cheguei até a comentar sobre a mancha que ele tinha na sunga, muito sacana, também disse que seu pau deveria estar super melado. Ele me respondeu dizendo que se eu quisesse poderíamos tomar algo, conversar um pouco e então ir até seu carro, que estava estacionado um pouco afastado dali. Quanto ao comentário que fiz de que seu pau possivelmente estaria melado, ele respondeu que logo poderia ter tudo aquilo dentro da minha boca. Eu, sem conseguir tirar os olhos daquela rola dura que ele guardava dentro da sua sunga, aproveitei a oportunidade e com muita coragem, que não sei de onde tirei o convidei para que fossemos atrás de umas pedras que haviam ali na praia. Ele logo de cara aceitou meu convite e tomando minha mão caminhamos por uns cinco minutos até as pedras. Tudo lá parecia deserto. Ele procurou um pedra e se sentou. Olhou para mim e disse: "Vem minha putinha! Aproveita que esse cacete agora é só seu!" Eu, me abaixei, me coloquei entre suas pernas, e apoiando minhas mãos em suas coxas peludas, comecei a esfregar meu rostinho angelical, naquela tora dura que ele tinha na sunga. Fazia isso com uma fúria animal, como se fosse comer tudo o que ele me oferecia. Ele excitado e gemendo disse: "Você sabe que isso me dá muito tesão? Vou gozar juntinho com você! Te encher a boca com minha porra quente enquanto seu namorado está em casa dormindo!" Eu mantendo sempre meu rosto colado na sua sunga me esfregava como doida naquela pica. Por baixo do elástico, enfiei minha mão dentro da sua sunga e logo senti meus dedos tocarem seus ovos, que estavam melados de suor. Tomada de muita excitação, e com uma voz que soava desejos, e tesão perguntei seu nome. Ele esfregando sua rola com sua mão direita e sem parar o que fazia, me disse que seu nome era Carlos. Disse a ele que meu nome era Michelle e que ele era muito gostoso. Ele olhou firme no meus olhos e com uma voz que me deixou mais excitada disse: "Você que é gostosa, minha putinha! Você parece que sabe muito bem o que está fazendo. Pensa no quanto você é putinha fazendo isso comigo, enquanto seu namorado está na sua casa dormindo!" Sem me afastar de sua pica, tirei minha mão de dentro de sua sunga e por cima enfiei três dedos e senti a cabeça de seu pau toda melada. Sem tirar sua sunga , puxei a cabeça da sua pica um pouco para cima e deixei que minha língua tocasse a pele macia que ainda cobria toda aquela delícia. "Michelle, minha pica está que não aguenta mais. Vou acabar gozando dentro da sunga. Mama gostoso, minha putinha! Mama essa pica!" Ouvindo Carlos dizer isso, sentia como se fosse gozar. Comecei então a provocá-lo com lambidinhas bem safadas na cabecinha de sua rola que parecia que iria rasgar sua sunga. Num só movimento, Carlos tirou sua sunga e disse: "Michelle, minha putinha safada! Eu não aguento mais! Assim vou te dar um banho de porra! Sua depravadinha! Eu vou gozar!" "Você ainda não viu nada, meu amor!" disse isso enquanto minha língua quente percorria toda a cabeça do seu pau que pulsava de tanto tesão. "Vou te mamar a pica, meu amor! Te sugar com muito tesão!" Ele gemendo cada vez mais respondeu: "Então faça pra valer, meu amor! Mama tudo! Suga como se fosse um sorvete! Suga, que você vai sentir todo meu leite de macho jorrar com força na sua garganta!" Então abri bem a minha boca e suguei toda aquela rola dura e quente. Bem devagar deixei meus lábios quentes e úmidos deslizar na sua pica, até que senti aquela cabeça gorda tocar minha garganta. Pressionando levemente meus lábios contra sua pica pude sentir todas veias que cobriam sua rola. Chupava com grande maestria. Carlos então começou a foder minha boca, iniciou com movimentos frenéticos. Sua pica deslizava, entrando e saindo de minha boca. Me fodendo cada vez mais gostoso ele solta um sorriso bem maroto e diz que estava adorando estar ali rolando comigo nessa putaria enquanto a praia estava lotada de gente. Abraçando minha cabeça por trás ele movimentava como se estivesse fodendo minha buceta. Puxava minha cabeça para seu pau, guiando me nessa chupeta deliciosa, fazendo um vai e vem gostoso na minha boca. Quando percebeu que estava próximo a gozar, sugeriu que fossemos até seu carro onde poderíamos ficar mais a vontade. Falou me de sua intenções e disse que queria me foder no carro. Chegando ao carro, ele abaixou o banco e pediu que eu entrasse. Entrei e deitei. Então ele passou suas pernas sobre meu corpo me oferecendo novamente sua pica, que parecia estar em brasa de tão quente. Pedi a ele que brincasse com os meu mamilos que estavam durinhos, enquanto eu chupava seu pau. Chupava e passava seu pau no meu peitinho, enquanto ele com uma mão apertava meus seios. Seu tesão era cada vez maior, gemendo e respirando forte ele me disse: "Michelle, eu quero meter por trás nesse seu rabinho lindo! Senta gostoso em cima do meu pau?" Me levantei, sai do carro e ele tomou meu lugar no banco, segurando sua pica em minha mão, fui lentamente sentando sobre seu mastro duro. Lentamente senti sua pica me rasgando e invadindo minha bundinha. Sentindo que ele tinha enterrado toda sua verga no meu cuzinho, comecei a rebolar gostoso, subindo e descendo. Carlos ligou o rádio e começamos a foder no ritmo delicioso da música que tocava. Tomei seu saco em minha mão e comecei a massagear suas bolas, sentindo que sua rola ia cada vez mais fundo no meu cuzinho. Sentia a cabeça do seu pau tocar fundo no meu rabinho apertado, sempre arregaçando a pele que cobria a cabeça enorme que me invadia. Socando fundo senti que ele não ia aguentar mais. Metendo toda sua pica em mim, senti sua cabeça arregaçar toda dentro de mim, e em poucos segundos senti jatos de uma porra grossa e quente jorrarem fundo em minhas entranhas. Ele ficou parado por alguns minutos e novamente começou a me foder o cuzinho. Senti que sua porra começou a escorregar, saindo do meu cuzinho apertado. Levei minha mão até seu saco e tomei a porra que havia descido do meu cuzinho. Tomei em meus dedos uma grande quantidade de porra grossa e levei até minha boca. Ele continuou me fodendo por mais um tempo, até que decidir sair de cima de seu pau e sugar o restante da porra que ainda cobria toda extensão de sua pica. Tomei seu pau que quente pulsava nas minhas mãos macias e suguei com força. Após sugar toda porra de seu pau ele pediu, para que virasse minha bundinha pois ele queria botar sua pica no meu rabinho novamente. Estava um pouco tensa e com medo de que alguém estivesse nos observando. Carlos virou e disse que isso seria muito excitante se estivéssemos sendo observados por alguém. Tentei me relaxar e deitei sobre o carro. Me abraçando por trás ele começou a socar sua pica em mim. De uma maneira muito sensual ele socava sua pica bem fundo e me beijava, chupando meu pescoço. Acariciando meu peitinho conseguimos entrar num ritmo frenético, fodíamos como animais. Ele dava estocadas profundas no meu rabinho, metendo tudo e deixando apenas seu saco de fora. Ele enfiava sua rola com força e malícia, enquanto me chamava de putinha. Ele em cima de mim parecia um garanhão fodendo sua égua. Realmente me senti uma potranca sendo coberta por aquele macho quente e de pica enorme. Eu rebolando gostoso, apertava sua pica no meu cuzinho. Pedi a ele para que me tocasse a xotinha enquanto me fodia o rabinho. Ele realmente fez isso de uma maneira muito especial, estava quase gozando, e minha bucetinha estava encharcada. Enfiando tudo no meu rabinho sentia o calor que vinha do colo desse macho ardente. Então pedi a ele que tirasse a enorme rola que rasgava meu cuzinho e que então deitaria de costas sobre o carro. Levantei, virei e deitei novamente. Carlos estava numa punheta deliciosa, sua mão deslizava por toda sua pica que estava dura e melada. Deitei, abri bem minhas pernas, e ele tocando um punheta bem deliciosa se aproximou de mim, encostou seu pau na minha xotinha e esfregou a cabeça enorme da sua pica contra meu grelinho que duro, vibrava de tesão. "Me dá essa tora toda, quero sentir ela meladinha dentro de mim." Carlos passava sua pica no meu grelinho e depois na minha xotinha, eu excitada gemia de tanto tesão. Com uma única estocada senti sua rola toda dentro de mim, preenchendo toda minha xotinha, que melada se abriu toda. Enquanto metia gostoso em um ritmo acelerado ele apertava meu grelinho e chupava meu peitinho. Ele penetrava cada vez mais fundo. Minha buceta que estava úmida facilitou sua penetração. Ele foi fundo, bem fundo e então senti seu saco coladinho na minha bundinha que rebolava gostoso. Pedi a ele que me pegasse no colo e continuasse a me foder. Ele me puxou, me pegou no colo e continuou a socar cada vez mais fundo. Sentia cada milímetro da sua pica dentro de mim, me rasgando toda. Fodemos gostoso por pouco tempo quando ele novamente sentiu que iria encher minha grutinha melada com tua sua porra fervendo. Eu sentindo que logo ele estaria gozando dentro de mim comecei a rebolar mais e mais sentada na sua rola. Ele me segurou firme pela cintura e começou a soltar toda sua porra dentro de mim, senti jatos e jatos do seu leite quente de macho me invadindo toda. Ele bombeava gostoso e sua porra jorrava em litros. Me chamando de sua putinha e com um sorriso sacana estampado no seu rosto ele me puxava cada vez mais para cima de sua pica. Ele de maneira alguma escondia o prazer de ter depositado todo seu leite precioso na minha grutinha úmida. Então disse a ele que queria provar tua porra. Fiquei de joelhos a sua frente, tomei seu pau e levei direto a minha boca, saboreando aquela delícia que cobria seu pau. Eu passa aquele pau lindo e melado na minha cara, no meu nariz, lambia aquela cabeça enorme e arregaçada, beijava toda extensão daquele pau enorme que pulsava entre minhas mãos macias. Senti aquele momento como se fosse eterno e não queria sair dali de jeito nenhum. Chupei seu pau por um bom tempo, engolindo toda a porra que o cobria. Chupei gostoso até que senti ele amolecer. Com seu pau todo em minha boca, eu massageava seu saco. O sorriso no meu rosto mostrava prazer e satisfação. Levantei e sem soltar do seu pau, beijei gostoso sua boca. Chupei sua língua como seu fosse o pau que havia acabado de tirar da boca. Ali, nos despedimos, trocamos telefones e decidimos que certamente teríamos que nos encontrar novamente. Peguei minha roupa e liguei para meu motorista que estava a espera pronto para ir embora. Pedi a Carlos que me ligasse e fui embora. No carro, no caminho para casa fui indagada por Roberto sobre a possibilidade de novamente vir à praia comigo, pois de maneira alguma ele poderia deixar de me ver novamente liberando meus desejos mais profundos num lugar tão excitante. Foi então que percebi que durante toda minha transa com Carlos, ele estava nos observando. Estendendo sua mão, ele me passou sua sunga que estava ainda melada da sua porra. Peguei sua sunga e levei até minha boca, sentindo na minha língua o sabor da sua porra que grossa ainda se via no tecido daquela sunga minúscula e sacana que ele havia comprado. Se você gostou desse meu conto, me escreva que teria o maior prazer de responder a seu e-mail. Me escreva e conte suas fantasias, pois eu adoraria dividir as minhas com você. mailto:mcsanders@zipmail.com.br

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MÃOS A OBRA
Escrito por Mimoso - mimoso@especial.com.br


" Confesso que sempre fui muito mais passivo do que ativo em meus relacionamentos. Sou bem másculo, mas tenho um tesão no cu desgraçado. De uns tempos pra ca, comecei a perceber que esse tesão estava mudando: uma rola convencional não me satisfazia mais. Meu rabo estava ficando mais guloso do que eu esperava. Um dia, movido pela minha curiosidade, resolvi entrar numa sex-shop, pra ver de perto aqueles acessórios todos. Me surpreendi com toda aquela variedade enorme de consolos e vibradores, de todas as cores, formatos e tamanhos. Fiquei excitado com a hipótese de levar alguns daqueles no rabo e decidi levar dois para casa. Como morava sozinho, podia usar aquilo a vontade, e deixar guardado sem o medo de que alguém fosse encontra-los. Voltando da sexshop, no caminho ja fui imaginando as sensações que teria ao enfiar aquelas toras de borracha dentro do meu cu. Havia comprado um avermelhado, de tamanho grande e grossura razoável. 0 outro, cor da pele, tinha um formato bem fora do normal, enorme e bem grosso. Ora, se uma rola não estava mais me satisfazendo, não iria ser um consolo pequeno que daria jeito. Mal cheguei em casa, ja fui para o banheiro tomar um banho e me preparar para enfiar aquilo tudo no rabo. Quanto mais a minha ansiedade aumentava, mais excitado eu ficava. Passei o banho todo com o pau duro. Só não bati uma porque eu pretendia gozar quando um deles estivesse la dentro. Sai do banho, estiquei a tolha em cima da cama e ja fui levantando as pernas. Passei um pouco de lubrificante no primeiro consolo, de material meio transparente e coloração vermelha, e no meu buraquinho. Encostei o cacete de borracha no meu cuzinho. Era gelado, o que fez meu buraquinho contrair, como se reclamasse. Aos poucos fui forçando. Como o consolo era bem liso, ele foi escorregando para dentro com relativa facilidade. Depois da primeira espetada dolorida, fui atolando tudo, sentindo uma dorzinha na portinha, e depois mais la dentro, pois o negocio era bem comprido. Quando notei que havia colocado tudo, deitei-me por inteiro e fiquei curtindo um pouco a sensação de estar com aquele caralho la dentro. Comecei a rebolar, para sentir o acessório se mexer e cutucar minhas entranhas. Como era gostoso aquilo! Meu pau pulava o tempo todo. Fui tirando e pondo o consolo com a mão até sentir que meu cu estava bem alargado, pedindo mais. Lubrifiquei o segundo, que era bem mais realista, parecia um pinto mesmo. Uma verdadeira rola, muito grossa e comprida. A embalagem dizia que o molde tinha sido tirado do pau de algum ator pornô americano famoso. Aquilo pesava na minha mão e eu arfava de tesão, antecipando o momento de te-lo arrombando meu ånus faminto. Tirei o primeiro e encostei o segundo. A ponta da cabecinha até que entrou fácil, mas a chapeleta engordava no meio e ai travou um pouco. Percebi que ia ser mais difícil. Respirei fundo e continuei forçando. A cabeça passou inteira e eu deixei escapar um grito. No desespero daquela dor lancinante, cheguei a pensar em desistir, mas o desafio me deixava maluco. Fui fazendo força com o rabo, tentando sugar o cafetão pra dentro. Aos poucos, ele foi escorregando. Minha respiração começou a aumentar e comecei a transpirar. Meu cu doía cada vez mais. Eu empurrava um pouco mais e parava, com medo de me rasgar inteiro. Depois de um tempão e muita dor, percebi que o consolo ia deslizar mais fácil, apesar da cabeça causar bastante estrago la dentro. Senti as bolas dele encostarem na minha bunda. Que tesão! Havia enterrado tudo! Só que dessa vez tive que esperar um pouco mais antes de começar a move-lo pra fora e pra dentro, como havia feito com o primeiro. A dor era muito mais intensa. Fiquei deitado, com meu pau ja amolecido. Comecei a me masturbar para endurecer minha pica novamente. Cada vez que meu pau latejava, meu cu contraia. Eu batia punheta cada vez mais forte e sentia que minha porra parecia estar entalada nas minhas entranhas, impedida por aquela tora. 0 tesão era incontrolavel, pois estava fazendo força com todo o corpo, com o objetivo de jogar minha porra pra fora do meu saco. Mas era inútil. So aumentava o meu tesão, e não saia nada. Ja doido de prazer, resolvi ligar para aquele tele-amizade, para falar sacanagens e ouvir besteiras de alguém. Queria contar para a pessoa que eu estava falando com um consolo enterrado no cu. Liguei e, depois de umas três ou quatro tentativas, encontrei alguém disposto a me escutar. 0 cara tinha uma voz grossa, apesar de parecer ser novo. Começamos a falar baixarias. Depois de um certo tempo, para ficarmos mais a vontade e sair mais barato, resolvi dar meu telefone para ele. Ele me ligou logo em seguida e continuamos o papo, que ja estava animado. Eu estava contando a ele o que gostava de fazer na cama, e ele retrucando o que faria comigo. Quando contei a ele que estava pelado e com um consolo enterrado no cu, ele não acreditou. Senti que sua voz começou a ficar ofegante. Ele dizia insistentemente: - Cara, eu daria tudo pra ta ai, vendo esse seu cu latejar com esse pau de borracha. - Você curte isso? - perguntei, mais excitado. - Curto, cara, curto. Primeiro comecei a ver nos filmes. Gozava vendo os carinhas enfiando uns consolos animais no rabo, o cuzinho deles abrindo e fechando como um olho... - respondeu, cada vez mais excitado. - Tem uns caras que enfiam a mão inteira no cu do outro... - É mesmo? E você? Ja enfiou a mão no rabo de um cara? - perguntei, alucinado. Ja tinha visto em certos filmes também, mas nunca havia encontrado alguém com quem pudesse comentar essas coisas. - Algumas vezes - retrucou - Por que? Ta a fim de sentir um punho girando no teu cuzinho arrombado, cara? - Nunca fiz, mas queria muito experimentar. Sera que eu agiiento? - Claro que agiienta, cara. É so fazer direitinho. Se quiser, a gente marca uma ponta no final de semana e eu faço bem gostoso em você. Aposto que vai virar fregues. Terminamos o telefonema batendo punheta. Gozamos os dois, ele de um lado ouvindo minhas besteiras, e eu do outro, com aquele delicioso consolo enfiado no cu. No sabado seguinte, dia do encontro, acordei morto de ansiedade. Tomei aquele banho e fiz uma puta limpeza interna, para ficar pronto para receber tudo que aquele safado quisesse me enfiar no cu. Logo apos o meio-dia, fui para o local marcado, uma lanchonete numa avenida famosa daqui, esperar pelo cara, que se chamava Régis. Nos reconhecemos pela descriçao fisica e pela roupa que combinamos estar usando. Nossa, como ele era gostoso! Nesses tele-amiza de, eu sempre achava umas coisas meio fubangas. Mas dessa vez parecia que tudo estava para dar certo. Ele era meio fortinho, com cabelos pretos e olhos verdes, pele bronzeada e o corpo todo peludo. Dava para ver os pelos saindo pra fora da camiseta. Entramos na lanchonete e conversamos um pouco, enquanto tomavamos alguma coisa. Nisso, ja fomos trocando algumas idéias do que ia acontecer dali a pouco. Não via a hora de levar, ele para casa. Saimos de la e rumamos para o meu apartamento, onde iria acontecer a sessao. No caminho, meu cuzinho latejava como uma planta carnivora. Ao entrar no apartamento, ele ja foi tirando a roupa. Tirou tudo, e ficou so de cuecas, onde dava para ver que um caralho muito peludo e grosso ja tomava forma. Devia ser daqueles pintos grossos e cabequdos. Peguei meus consolos e joguei na cama. Ele olhava maravilhado, ja imaginando aquelas coisas entrando em mim. Pegou um por um e foi apertando-os, para sentir seu material e sua grossura. Mandou que eu deitasse com a barriga para cima e levantasse as pernas. Para eu não me cansar tanto, colocou uma almofada embaixo de mim pra apoiar as costas. - Passa os braços por baixo do joelho - sugeriu - e segura uma mão na outra. Assim não cansa tanto as pernas. Levantei minhas pernas e deixei exposto meu cuzinho, ja todo raspado, que piscava insistentemente. Ele tirou sua cueca, de onde pulou seu cacete ja duro feito pedra. Olhou para o meu buraquinho e come~u a espalhar lubrificante com a ponta dos dedos. Ah, e que dedos ele tinha!'Fechei os olhos e só fiquei sentindo aqueles dedos subindo e descendo pelo meu buraco, pela minha bunda toda. Quando ja estava tudo bem melecado, ele começou a introduzir a ponta de um dedo, so para me atiçar. Meu cu respondia prontamente. Senti seus dedos pararem e logo a ponta de um dos consolos encostou. Ele ia girando a ponta do pau de borracha na minha portinha, como a broca de uma furadeira. Estava esperando eu abrir para ele entrar. Quase que involuntariamente, meu buraco se abriu, e comecei a sentir aquele consolo escorregar para dentro. Régis era tão delicado que o consolo parecia aliviar aquela vontade que eu tinha de ter algo no rabo. Não sentia dor nenhuma, apenas um prazer intenso, vindo de dentro para fora. Senti o fim do cacete encostar na minha bunda. Régis começou a gira-lo la dentro. A cabeça rodava nas minhas entranhas, alargando-as. Bem devagarinho, Régis começou a puxar o consolo para fora, para ver meu buraco aberto. Vi quando ele se abaixou para poder ver meu cuzinho mais de perto. Tirou todo o consolo, e eu senti meu cu contrair, fechando totalmente. Régis pediu para eu contrair de novo. Eu obedeci. Contrai varias vezes. Reparei na sua cara de satisfaçao. Seu pau pulava cada vez que Régis via meu cu contrair. Mais uma vez o consolo entrou, dessa vez com mais velocidade. Ficamos nisso um tempao. Ele punha e tirava, punha e tirava, inumeras vezes, só para ver meu cuzinho contrair. Para me deixar mais doido, ficava esfregando seu imenso pau na minha coxa, para eu saber o quanto ele estava excitado. Depois de alargar bem meu esfincter com o consolo menor, pegou o cacete de borracha mais grosso e foi colocando sem dó. Como meu cu ja estava bem acostumado, aquela tora entrou gostoso, sem causar nenhuma dor mais forte. Régis foi me fodendo até eu ficar coberto de suor. Movia-o pra frente e para tras com uma velocidade imensa. Parecia que meu cu estava sendo comido por uma maquina. Pude sentir meu cu inchando, ficando beiqudo. Num determinado momento, Régis largou o consolo la dentro e foi pegar algo na mochila que havia trazido. Olhei para o lado e vi ele tirando duas luvas de borracha, que calçou em cada mão. Não estava acreditando que aquele cara ia enfiar suas duas mãos em mim. - Agora você vai ver o que é sentir tesão - avisou ele, atolando as mãos num pote com uma substancia lubrificante qualquer e espalhando bastante no meu rabo latejante. Um dedo entrou com facilidade, o segundo também. Logo veio o terceiro, e até mesmo o quarto. Ele girava os dedos no meu cu como se estivesse cavando um buraco na areia. Revezava entre giros e vaivéns. Eu ja estava tonto de tesão. Ele tirava os dedos e dava tapas gostosos no meu cu, para ve-lo piscar. - Se prepara e relaxa bastante, que agora vai entrar o resto - avisou novamente. Ele colocou os quatro dedos bem fundo. Sentia que ele mexia o polegar, tentando posiciona-lo melhor. A sensação era mesmo indescritivel. Senti meu cu alargando, mas sem dor alguma. Minha respiraçao acelerou como se eu estivesse fazendo um exercicio. Eu queria contrair os músculos do rabo mas não conseguia. A mão dele forçava para dentro, e a cada movimento que fazia, parecia que todas as minhas entranhas se moviam junto. Senti uma estocada mais forte e meu cu pareceu contrair um pouco. - Pronto, rapaz. Minha mão ja esta toda la dentro. Sente meu pulso no teu cu, cara! Meu reto parecia inchado, sentia que algo o recheava. Senti quando seu braço começou a girar e meu ventre começou a se movimentar. A tontura aumentou, minha visao escureceu e eu fechei os olhos para sentir aquilo melhor. Meu cu não contraia mais, pelo contrario, parecia ficar cada vez mais aberto, para deixar entrar cada vez mais fundo. Aquela mão girando la dentro fazia com que eu transpirasse, gemesse; eu tinha vontade de chorar de tesão. Régis, para minha surpresa, pegou sua outra mão, também com a luva, segurou meu pau meio mole e começou a passar o polegar pela cabeça, bem rapido. Eu pensei que ia enlouquecer. Meu pau sendo massageado na ponta e meu cu sendo lasseado por aquela mão faziam com que sensaçoes viessem de toda a parte do corpo. Eu gemia, urrava, parecia que eu ia explodir por inteiro. Ele resolveu tirar a mão. Senti minhas entranhas se acomodarem e ficarem vazias. Meu cu contraiu de uma forma tão espantosa que pensei que nunca mais voltaria ao normal. Régis espalhou mais lubrificante na sua mão, e enfiou os quatro dedos, paralelos. Tirou e enfiou os quatro'da outra. E assim foi. Passou um bom tempo revezando entre os quatro dedos de uma mão e de outra, que entravam com tamanha facilidade. Parecia que meu cu tinha se transformado em uma boceta arrombada. Em certo momento, enfiou os quatro e os outros quatro, juntos. Meu cu estava recheado novamente. Seus polegares foram se movimentando, para ocupar os espaços vazios. Não ia acreditar se ele enfiasse as duas mãos ali. Aquela força para dentro recomeçou e pude sentir os músculos se esticando novamente. Régis movimentava os dedos de um lado para outro enquanto iam entrando, para eu não parar de senti-los. - É... acho que as duas mãos não vai dar pra enfiar, ainda. Tirou uma das mãos e ficou apenas colocando a outra. Enfiava até a metade da mão e tirava novamente. Com a outra, começou a me masturbar. - Me avisa quando for gozar - pediu. Com meu cu sendo fodido por aquela mão e a outra me punhetando, não demorou muito. Meu pau deu aquela travada final e eu rosnei que ia gozar. Régis enfiou a mão inteira para dentro e minha porra começou a escorrer, apertando sua mão e seu pulso com toda a força. Parecia que eu estava gozando cimento de tão grossa e espessa que estava minha porra. Ela foi escorrendo pelos seus dedos até minha barriga. Eu gritava. Ao ver meu desespero de tesão, Régis largou meu pau, ja todo gozado, ergueu o corpo e, sem tirar a outra mão do meu cu, esporrou sobre mim, acertando minha cara, meus cabelos, a cama, tudo o que tinha pela frente. Sua porra jorrava como uma pistola d'agua, em jatos fortes e compridos. Sua mão finalmente abandonou meu reto, deixando uma sensação oca. Régis, exausto, deitou-se em cima de mim e ficamos por um bom tempo assim, recuperando o folego. Depois, tomamos banho juntos e demos outra gozada, afinal, uma só não dava para tanto tesão. Combinamos uma proxima sessão, pois o objetivo de Régis era enfiar as duas mãos juntas no meu rabo. E eu não queria decepciona-lo. Comprei uns consolos novos e maiores e ja estou treinando para o proximo encontro. Quando ele conseguir enfiar as duas, eu escrevo novamente para contar como foi. mimoso@especial.com.br

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