10.01.2009

A Exibida

Autor Desconhecido


 

"Aquela semana estava sendo muito difícil, impossível conciliar as coisas, a viagem se aproximava, tinha tanto que fazer para participar bem da

convenção! Seriam cinco dias de trabalho duro, mas muito compensador, embora os preparativos estivessem me cansando demais. Até que chegou o dia da partida, e já no aeroporto, um pouco mais relaxada, me desculpei com meu marido, que agüentara toda minha irritação com muita calma...


 

Afinal, durante todos aqueles dias, nadinha de sexo, nem um amassinho gostoso,nenhuma gozadinha relaxante... era mesmo demais para mim! Ele sorriu, cúmplice e amigo, prometeu maravilhas após meu retorno! Bom, a viagem foi normal, me hospedei no hotel combinado, tudo pronto e no dia seguinte, começou a convenção... da manhã até a noite, com uma pequena parada para o almoço, quando eu aproveitava e caminhava pela quadra ao redor, vendo lojinhas e vitrines, mas ao término das palestras, depois das 18 horas, eu estava mesmo era moída de cansaço, e só queria dormir...


 

A dificuldade era pegar no sono! Ligava a TV no Sexy Channel e ficava vendo aquelas delicias e aqueles delírios... só dormia mesmo porque a canseira era grande!!! Na quinta feira, não estava mais agüentando de "tanta vontade" represada... precisava fazer alguma coisa, e não seria "batendo uminha" que iria resolver o tesão reprimido... precisava algo "dentro", duro, preenchendo! Fazer como?...


 

Tomei uma decisão, e depois da palestra, a noitinha, fui ao quarteirão oposto onde ficava o hotel... Ali já tinha visto, caminhando outro dia, um Sexy Shop... era tudo ou nada e protegida pelo anonimato de uma cidade grande, hesitei muito em entrar... .mas, não foi possível resistir... estava "carente e necessitada" !!! Nem sei como me comportei, sem dúvida muito nervosa, mas a vendedora, educada e sutil, me indicou os cremes, os modelos, as cores, os tamanhos, fiz as escolhas que mais me agradaram, colocamos as pilhas... paguei e voltei rapidinho para o hotel, mal me contendo de ansiedade.


 

Já no quarto, fiquei a vontade com os "meus presentes" e me preparei para recebê-los, fui me despindo, ficando peladinha defronte ao espelho. Acariciei os seios com uma mão, estavam cheios, os mamilos durinhos, e a outra mão eu desci para o ventre, afaguei a barriga, fui mais para baixo, no montinho de pelos, poucos e bem macios, corri o dedo para o meio dos "lábios" e os encontrei úmidos e mornos, pedindo mais coisas, querendo muito mais do que o um dedinho fino e travesso...


 

Atendi a vontade da xoxota, passei um pouco de creme na rachinha, e fui para a cama... os presentes estavam sobre a colcha, me esperando... liguei o som, uma musica suave e envolvente... estava preparada! Peguei um deles, o "maiorzão"... lubrifiquei, liguei, o ruído me excitou, estava cometendo um

"adultério" diferente, sem testemunhas, e de joelhos o coloquei na entradinha, bem devagar e fui movendo os quadris, em movimentos circulares,

descendo o corpo para baixo, sentindo a penetração daquele imenso e saboroso cacete de silicone... o prazer era tão grande que meu líquido vaginal

escorreu para fora, descendo pelas coxas... Fiquei mais um pouco assim, estava delicioso, me rebolando vagarosamente só na pontinha, colocava e

tirava, mais um tanto e saia, subia e descia... .até que procurando uma posição mais confortável e excitada como estava, atirei a colcha para longe,

agora me ajeitando melhor sobre os lençóis macios e sedosos, quase sem me controlar, forcei o peso do corpo para baixo, até entrar tudo dentro de mim, até não sobrar nada para fora daquele "amante" maravilhoso e secreto! Fiquei sobre ele, arfando , me penetrando, rebolando a bundinha... . Estava como que em transe, gemendo, movendo os quadris bem depressa, indo e vindo, extasiada, com o vibrador entalado em minhas entranhas, eu "me comia", me "deixava fazer", como em uma transa real e libidinosa... .parecia que iria morrer de tanto tesão.. nem sequer percebi que quase uma hora já havia se passado, e eu com "ele" dentro de mim, não resistindo mais, precisando acabar, gozar, explodir... .nem atinava mais qual o nome "daquilo" que estava procurando, com aquele pênis me possuindo... Senti que ia gozar ,mudei a posição, e deitada na cama, com as pernas bem abertas, apanhei o "menorzinho", pequeno porém muito mais rápido que o outro grandão, passei gel nele, carinhosamente e ao colocar dentro de mim, quase desmaiei de tanto prazer! A sensação era demais, o corpo todo reagiu , começou em baixo, na xotinha, depois foi subindo, subindo, pela barriga, pelos peitinhos, passou pela boca, explodiu na cabeça, intenso , forte , em espasmos, gritos, gemidos, suspiros e meu coração disparou, os batimentos se repetindo em minha fronte, uma delicia indescritível!!! Acho que durou minutos, horas...não parava nunca aquela doce maluquice, eu ouvia minha voz tremendo , rouca: - Estou gozando... gozando muito... faz mais, meu amor... faz mais...assim, assim... faz... faz... .meu amor... to gooozaanndo... Na minha memória, passavam imagens de homens me possuindo, me penetrando, paus imensos, retos, curvos, grossos, finos, negros, brancos... A todos me entregava numa doce piração e fantasia... e eles me fodiam e me faziam gozar... .até que, finalmente, fui me acalmando, relaxada, molinha, pelos

espasmos intensos que acabara de sentir... .


 

Fiquei ali mesmo, inerte e largada. Devo ter dormido profundamente, pois quando acordei, já era de manhã, o sol se infiltrando pela cortina , clareando tudo e me trazendo de volta, sem dúvida alguma, um outro dia muito mais tranqüilo que os anteriores... afinal, tinha resolvido com um presentão, a vontade que estava reprimida... .fiquei sorrindo quando os arrumei em um cantinho da mala, bem no meio das tanguinhas de seda, lugar certo para amantes tão fogosos e insaciáveis... Pensei : o que será que meu marido irá pensar vendo tudo isto? Estas coisas, será que são feitas por uma linda mulher?... Então, acabei sorrindo ainda mais, ele tinha me prometido tantas maravilhas!!!"


 

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NO Onibus

(Autor Desconhecido )


 

Olá amigos, vou narrar para vocês a realização da minha maior fantasia.. .Aconteceu em agosto/99, estava eu em viagem a serviço da firma em que trabalho. Era segunda-feira e ia pegar o ônibus em Sampa, às 20:00 horas, com destino à minha cidade, no interior do estado. Estava na plataforma do

terminal Barra Funda, quando vi um cara lindo, moreno bronzeado, corpo bem modelado, com uma calça justa que tirava o fôlego de qualquer um (delirei!).

Pensei: "que bom seria se este deus grego fosse no mesmo ônibus". E, para minha surpresa, ele se dirigiu para o mesmo ônibus. Sentei-me na poltrona 15 e, quando ele passou, foi mais para o fundo. O veículo começou sua viagem e fiquei hiper feliz, pois só tinha 7 passageiros e todos se aglomeraram na frente do carro, com exceção, do deus grego.


 

Antes de sair da cidade, já me movimentei e fui sentar duas poltronas à frente dele. Comecei a olhar para ele insistentemente, foi quando ele se

levantou e foi duas cadeiras para trás. Fiquei aflito. Pronto, estraguei tudo. Mas, logo chegou no posto-restaurante e, lógico, fui ao banheiro para

ver se conseguia analisar o "material". Para minha alegria, consegui, e que pau gostoso ele tinha!!! Ocasionalmente, tomávamos suco no mesmo balcão e ele entabulou uma conversa legal. Fiquei sabendo que ele iria em uma cidade antes da minha. Poxa, como a sorte estava do meu lado! Não podia deixar escapar aquela oportunidade.

De volta à viagem, sentamo-nos nos mesmos bancos e eu, aflito, fui ao banheiro. Na volta, parei para comentar do calor e coisa e tal. Disse que

estava sem sono e ele também. O papo seguiu, até tocar no assunto: sexo.

Disse a ele: - Minha fantasia é transar em um ônibus.

Mas aqui não tem nenhuma mina. Disse ele.

Percebi que o seu mastro se avolumava na calça apertada, então pedi para me sentar ao lado dele. Ele disse que deveria ser emocionante transar num

ônibus.

- Pô, cara, deve ser muito bom! Adrenalina mil! Mas, como disse, não tem mina aqui, acho que vamos ficar querendo.

Mais do que depressa, passei a mão na perna dele, mas ele tirou. Disse que não curtia, que a praia dele era mulher e coisa tal. Fiquei estarrecido. E

agora? Disse então:

- Bicho, nós não vamos nos ver mais, você vai para uma cidade e eu para outra. Vamos lá, quem sabe você gosta! Te garanto que, se não gostar no

início, eu paro. E coloquei a mão sobre seu volume. Ele ficou quieto.

Comecei a massagear e aquela rola ficou duríssima.

- Viu, como você queria, está tão dura...

Desafivelei seu cinto, desabotoei a calça e abri o zíper. Ele usava uma cueca Mash, azul claro. Não resisti e comecei a lamber sua cueca, sentindo

todo o calor de sua rola. Sentia cada veia pulsando por sobre a cueca.

Estávamos bem no fundo do ônibus, ninguém nos via, pois estavam todos na frente e provavelmente dormiam. Puxei a sua cueca com os dentes e sua rola saltou. Linda e exuberante! Abaixei sua calça e cueca até o tornozelo (sempre verificando as pessoas), lambi suas bolas e percorri a extensão do

pau com a língua, até chegar na cabeçona. Ele gemia baixinho. Enfiei a pontinha da língua no buraquinho da rola e fiz biquinho, sugando aquela

cabeçorra vermelha. Ele se contorcia no banco. Fui deslizando aquela rola para dentro da minha boca, até chegar na garganta. Forcei um pouco, ela

rompeu e entrou tudo. Meu queixo bateu no seu saco e meu nariz cheirava seus pentelhos. Comecei um vai-e-vem, sua rola entrava e saía da minha boca, engolia tudo, depois tirava bem devagar e, quando estava só a pontinha da cabeça na boca, enterra tudo de uma vez. Ele uivava baixinho, não agüentou e gozou na minha boca. Que leite quente, delicioso!


 

Levantei-me fui ao banheiro, enxagüei a boca e voltei. Para minha surpresa,ele continuava com o pau duro, aquela rola brilhava dentro do ônibus escuro

e que rola! Devia ter uns 21x6cm, era bonita e vistosa. Então ele pediu:

- Me chupa mais, você fez isso muito bem.

Delirei e corri para cumprir o solicitado, só que agora, enquanto eu o chupava, ele começou a tentar enfiar um dedo no meu cuzinho. Brincava na

portinha do cu, enquanto eu sugava aquela tora. Foi quando ele falou que queria me comer ali, naquele momento. Tremi inteiro! Não tinha pensado nessa hipótese, mas adorei. Puxei minha manta de dentro da mala, para nos encobrir, peguei uma camisinha e fui colocando naquela tora. Desenrolava a camisinha com a boca, até encapar todinho o danado. Ele mandou-me ficar de lado e obedeci. Senti aquela jeba esfregar meu rego em busca do buraquinho rosado, até que sua cabeçona afoita encontrou e começou a forçar.

- Hummmmmmmm, vai devagar, a sua rola é muito grande!

- Quieto, que você agüenta tudo, quietinho!

- Vai, tesão, me arromba com sua tora, meu garanhão!

A sua rola começou a entrar. Entrou a cabeçorra e doeu pacas. Tive que morder o banco para não gritar. Tive medo dos outros passageiros perceberem. .....Quis sair, pedi pra ele parar, mas ele não quis. E enterrou de uma vez aquela tora em mim. Meus olhos lacrimejaram.

- Calma, entrou tudinho! Sente minha rola no seu cu. Espera que já já fica bom.

E começou um vai vem bem devagar. Realmente a dor passou e ficou o prazer de sentir aquela rola me arrobando dentro de um ônibus.

- Rebola na minha vara, minha puta! Sente a rola de seu macho te arrombando.

- Ai, tesão! Que delícia de rola! Que delícia sentir seu saco batendo em minha bunda. Mete tudo, me arromba, seu cavalão!

Ficamos assim uns 40 minutos, então ele disse que ia gozar e, mesmo estando de camisinha, sentia as golfadas dentro de mim. Quando ele tirou o pau de dentro de mim, arranquei a camisinha e lambi a rolona, para deixá-la limpinha, limpinha. Ele disse que adorou e não sabia que era tão bom, mas

que era casado e não podia se prejudicar. Disse pra ficar tranqüilo, e ele desceu na próxima cidade.


 

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