7.31.2009

No post de hoje , uma transa durante a Copa do Mundo e mais dois contos sobre mènage, sempre muito excitantes...Divirtam-se !!! ..Beijos, G. ------------------------------------------------------------------------
1- UM GRITO DE GOL COM A BOCA CHEIA
(Autor Desconhecido )
" Como sempre fazemos, eu e meus amigos de escritório marcamos de ver os jogos do Brasil na casa de Laura, a mais festeira da turma. Ela mora numa casa superespaçosa e ideal para festas. Além disso, é uma princesinha de olhos verdes e cabelos negros até a cintura, cercada de curvas deliciosas por todos os lados.
Pois bem, o jogo comia solto na França e a turma, com umas cervejas a mais, espantava o nervosismo falando sacanagens que qualquer Zagallo barraria numa roda de conversas. Mas, como não estávamos em campo, valia tudo.
Não demorou muito e Domício e Clarinha, o casal mais afogueado da turma, deixou as jogadas da Seleção de lado e se entocou num dos cômodos da casa de Laura. Foram fazer os gols que estavam faltando em campo.
A retirada estratégica dos dois me encheu de tesão, doido de vontade de fazer a mesma coisa. A droga é que, naqueles dias, estava sozinho, no atraso, e as mulheres reunidas ali estavam mais ou menos casadas com os meus parceiros. Não podia vacilar. E, sabe como é, quando você está no osso não aparece ninguém para oferecer uma carninha.
A exceção era a Laura. E aqueles olhos verdes, no intervalo do jogo, cruzaram com os meus, fulminantes e cheios de vida. Fomos para a beira da piscina conversar um pouco e o que, a princípio, era uma conversa sobre futebol virou um papo mais apimentado.
Ela perguntava pela minha ex-namorada, ao mesmo tempo que dizia que a tal não tinha jeito de ser boa de cama. Falava isso alisando os cabelos do meu peito, provocativa, a língua molhando os lábios. Era muito gostosa, cara!
Não esperei o segundo tempo. Peguei Laura pela mão e fui para a sauna. Nos beijamos eletrizados, um alisando o sexo do outro. Quando cheguei à bundinha, perdi o fôlego.
Nem preciso dizer que, em pouquíssimo tempo, estávamos peladinhos, encaixados como eqüinos. Segurava aquela cabeleira como se fossem rédeas, domando a égua no cio.
Nunca tinha transado com Laura, até porque ela tinha fama de ser dura na queda. Não dava para qualquer um. E pelo visto não dava há algum tempo, tanto era o fogo. Queria tudo na mesma hora. Levou pau na xoxota e, depois, antes que eu gozasse, pegou o microfone e passou a narrar nosso joguinho particular, com dedicação de profissional.
Coincidentemente, na hora em que eu ia gozar, despejando porra quente naquela boca gulosa, o Brasil fez um gol. Foi um gozo especial, duplo, com gosto de festa. Especialmente para Laura, que ficou com o grito de gol entalado, mas com a alma lavada.
Prosseguindo a festa, nos metemos no chuveiro agarradinhos. Nunca pensei que seria tão fácil ter aquele mulherão nos meus braços. O negócio era aproveitar o máximo e começamos ali um novo encaixe, também de pé.
De novo com os cabelos-rédeas nas mãos, levei Laura ao orgasmo, sentindo aquele gozo quente banhar meu pau. Logo depois, foi a minha vez. Aliás, a segunda de uma série que espero não terminar com a Copa."
conto tudo .
2- UMA AVENTURA MUITO ESPECIAL
(Conto de Rô - Rê e Rô - casal1000@hotmail.com )
" Tenho muitas amizades graças a Internet. Entre elas, destaco Luciana. Ela é casada, excelente esposa, mãe dedicada e carinhosa, uma mulher inteligente, meiga e, principalmente, muito agradável. No início do nosso relacionomento, enfrentamos alguns incidentes: o extravio de um e-mail, usei pseudônimos diferentes, e a correspondência ficou confusa, e meu excesso de emoção ao escrever atrapalharam a colocação de minhas idéias, meu celular nunca funcionava direito. Enfim, ocorreu uma série de imprevistos, que, porém, não foram suficientes para acabar com nossa vontade de continuar estabelecendo sincera amizade. Combinamos que Luíz, marido de Luciana, não teria nenhuma participação em nossos encontros. Ele estava, desde o início, ciente de tudo e aprovava e incentivava a esposa. Mas só depois de nos conhecermos um pouco mais é que nossas reais intenções foram concretizadas. Resolvi viajar para sua cidade, não longe daquí. Nosso encontro inicial seria no aeroporto. Quando a comissária anunciou a aterrissagem, senti um frio na barriga. Temia não agradar ou ser recebido com indiferença. Apanhei minha bagagem e procurei a saída. Não contive a felicidade quando, após alguns minutos, reconhecida por fotos enviadas, encontrei Luciana, que me recebeu com um largo sorriso. Quando nos abraçamos e trocamos beijos no rosto, o tempo pareceu parar. Cumprimentei Luís, e fomos para o estacionamento. Eles me levaram até o hotel, onde conversamos um pouco. Eu não conseguia disfarçar minha ansiedade. Comecei a divagar. Luciana era um sonho, um tesão de mulher, tudo o que eu queria. Não via a hora de tê-la nos braços. Quase nem notei que Luzs já se despedia da esposa.
- Tome conta dela direitinho - recomendou-me ele.
Finalmente, fiquei a sós com Luciana. Subimos as escadas de mãos dadas. Tive impetos de carregá-la nos braços para dentro do apartamento. Sentia-me em lua-de-mel.
Ajudei-a a tirar a roupa, com muita sensualidade, entre mil carícias. Fiquei encantado e cheio de tesão ao vê-la totalmente nua na minha frente. Parecia uma deusa. Um doce perfume de flores exalava de seus cabelos castanho-claros. Seus seios pequenos cabiam totalmente na minha mão. Os pelos pubianos, bem aparados, convidavam-me para o beijo mais íntimo que um homem pode dar em uma mulher. Logo pude sentir, deliciado, o gosto daquela mulher fluindo para minha boca. Minha língua parecia pequena quando eu queria sugar mais fundo. Luciana acariciava meu rosto e puxava meus cabelos. Minhas mãos procuravam seus seios de menina. Sua boca quente e macia encontrou meu membro retesado, completando um 69 que nos levou ao címax.
Pude, então, com mais serenidade e domínio da situação, contemplar suas coxas perfeitas, que cobri de carícias. Beijei seu corpo todo, sem pressa de chegar ao fim. Demorei mais tempo nos seios, até que ela gemeu e me abraçou forte. Beijou-me novamente e, dessa vez, enfiou a língua na minha boca. Nossos corações batiam acelerados. Nossos corpos vibravam de desejo. Nossas palavras não faziam mais sentido.
Sem perceber, eu já estava penetrando Luciana. Com as pernas abertas e os joelhos levantados, ela recebeu-me com aflição. Provoquei ainda mais sua ansiedade enfiando apenas a glande. Depois, fui me perdendo no descompasso de um vaivém louco, alternando estocadas curtas com estocadas profundas. Claro que não era tudo perfeito. Muitas vezes, errei, ela também. Queria beijá-la, mas Luciana mordia meus mamilos e meu pescoço. Ela me chamou de Luiz duas vezes, mas não me incomodei. Fodiamos com tanto vigor que as vezes Luciana ficava prestes a escorregar da cama, e eu tinha de puxá-la de volta para o meio. A gente fazia tudo isso rindo, sem parar de amar. Consegui controlar a ejaculação, adorando sentir meu membro envolvido pelo néctar daquela bela mulher. Cada orgasmo seu provocava-me mais tesão. Deu-me uma vontade louca. Levei Luciana para a mesa redonda que havia no centro da suíte. Coloquei travesseiros e lençóis, para que ficasse bem confortável. A lâmpada do lustre em forma de cone projetava sua luz exatamente sobre o ventre e a vagina de Luciana. Como era aconchegante aquela gruta de prazer! Os lábios eram como pétalas de rosa. Admirei-a e beijei-a com sofreguidão antes de penetrá-la novamente. Levei um tempão bolinando, massageando e estocando a vagina de Luciana, que começou a contorcer-se e a gemer descontroladamente, sussurrando-me palavras obscenas. A visão do meu pau entrando e saindo de sua xoxota me deixou tonto, o cheiro do seu sexo me embriagou, o contato dos nossos corpos suados me eletrizou. - Estou gozando!, - anunciei. Luciana puxou-me para si e beijou-me. Permanecemos muito tempo abraçados, nos beijando e acariciando com muito amor e tesão. Aproveitei a meia dureza do páu para iniciar um leve vaivém. Luciana bateu palmas, agarrou-me com força e sussurrou no meu ouvido: - Te adoro, sabe? Valeu a pena te amar... Depois, pulou da mesa e disse que se lembraria para sempre desse dia. Estava admirada por a gente ter se dado tão bem logo na primeira vez. Expliquei que era porque nós dois tínhamos muita energia, muito amor, muita vontade de sermos felizes. Durante uma semana inteira, encontramo-nos, saímos, jantamos, passeamos, conversamos bastante. E medida que nos conhecíamos mais, mais nos encantávamos um com o outro. Fizemos muito sexo e fomos muito felizes.
Você, solteira ou casada, ou comprometida com alguém que quer o seu bem e deseja vê-la realizada e feliz, escreva-me.
Sou um homem simples, viril, másculo, afetuoso, que deseja amar você com intensidade. Mande foto ou fone para agilizar nosso contato. E como já leram em outras histórias, tanto minha como da Rê, somos liberais, tanto um como o outro. E nesta, a Rê não participou, mas me incentivou. E tem também as que ela participou sozinha com todo meu incentivo e também fizemos juntos. Talvez quem sabe um dia poderemos contar nossa história a seis mãos, concorda???
Ficaremos felizes ao receber notícias de alguém tão especial como você.
Grande abraço. Rô -( Rê e Rô - email :casal1000@hotmail.com )
-----------------------------------------------

3- UM VOUYER PARA UM CASAL
(Conto de Voyer : Voyersp@hotmail.com )
" Eu já conhecia o Paulo e a Andréa na faculdade a algum tempo. Nós éramos muito amigos e sempre falávamos muitas besteiras entre nós, e mesmo sobre sexo tínhamos uma certa liberdade um com o outro. Mas sempre com muita brincadeira. Andréa começou a namorar com Paulo e depois de uns seis meses mais ou menos, nós estavamos num bar perto da faculdade, como de costume, tomando cerveja e falando besteira quando surgiu uma aposta sobre quem teria mais auto controle. Eu bati o pé e apostei uma caixa de cerveja. Paulo olhou para Andréa com ar de sacana e topou a aposta com duas condições: eu teria que fazer tudo que eles mandassem sem pestanejar. Como nós já estavamos " meio alto" com a cerveja, topei. Saímos do bar e fomos pegar o carro. Paulo estava cochichando com Andréa, mas não pude ouvir. No carro ele me explicou o que tinha planejado. Nós três iríamos para um motel e ele faria a André me provocar. Eu teria que agüentar sem tocá-la e sem fazer nada. Achei engraçado e excitante pois Andréa era bonita e gostosa. (pelas roupas que usava, marcando o corpo, e pelos momentos de descuido do decote eu imaginava que ela teria um belo corpo). Logo de cara achei que perderia a aposta. Chegando no motel, tomamos algumas bebidas e começamos a brincadeira. Nós já sabíamos as regras. Eu teria que apenas "passar vontade". Andrea, devido a bebida, começou com um strip tease suave. Eu e Paulo assistiamos sentados na cama e bebendo. O strip tease foi ficando mais intenso a medida que ela bebia mais. Era lindo ver aquele corpo tão sensual se desnudando ao som da musica. Quando ela estava só de calcinha, ela vestiu a blusa e veio até a cama se deitar conosco. Conversamos e rimos como amigos, até que Paulo, dando seqüência a brincadeira, disse para eu levá-la ao chuveiro e dar um banho nela. Fomos para o banheiro e comecei a desabotoar a blusa dela na presença do Paulo. Fiquei por trás da Andréa para ele poder assistir tudo. Eles estavam gostando da brincadeira e eu ainda mais. A medida que tirava a sua blusa, fiquei estarrecido. O que vi era mágico. No strip tease do quarto, com pouca luz, não tinha percebido o quão lindo eram os seus seios. Generosos e durinhos com as auréolas escuras que contrastavam com sua pele clara. Depois foi a vez da calcinha. A bundinha dela era redondinha e durinha. A bucetinha tinha os pelos fartos e cheios. Meu cacete já estava duro sobre a calça. Então eles mandaram que eu ficasse sem roupa também e assim o fiz. Depois coloquei a Andréa no chuveiro e comecei a dar banho nela. Paulo assistia a tudo e as vezes passava a mão sobre o jeans alisando o cacete. Ele também estava excitado com a brincadeira. Ensaboei todo o corpo dela. Lavei seus seios, bunda e bucetinha com muito carinho e respeito. Fazia parte da regra do jogo. Depois a sequei e fomos para a cama. Paulo queria que eu depilasse a bucetinha da sua namorada e me entregou espuma e aparelho de barbear. Andrea deitou-se na cama de barriga para cima e abriu as pernas. Meu cacete estava latejando de ver aquela caixinha de prazeres ali toda exposta e convidativa. As vezes eu massageava meu cacete e iniciava uma punheta, mas logo era interrompido pelos dois que me faziam lembrar das regras. Paulo só ficava olhando e enquanto eu enchia os pelinhos pubianos de Andréa com espuma, ele me dava orientações de como queria que fosse feito a depilação. Deitado de bruço na cama com a cabeça perto da virilha de Andréa, comecei a depilar a borda daquele monte de Vênus e enquanto fazia, eu esfregava meu cacete no colchão de leve e dava uma sensação gostosa. Sempre devagar e com muito cuidado para não machuca-la, deixei apenas um triângulo de pelinhos pequenininho que começava do clitóris e subia. Paulo ficou de joelhos próximo ao rosto de Andréa e mandou que ela chupasse seu cacete bem devagar. Aos poucos a brincadeira foi tomando outro rumo. Paulo dava as ordens, Andréa obedecia e eu era apenas um escravo deles. Sobre a orientação do meu amigo, comecei a depilar em volta dos lábios vaginais dela. Sempre com muito cuidado para que não caísse creme de barbear dentro da bucetinha, fui lentamente depilando em volta da bucetinha, inclusive no ânus. Ora eu olhava para meu serviço, ora via Andréa chupando Paulo. Aquilo estava me deixando louco. Eu via a bucetinha e o ânus da Andréa latejando, abrindo e fechando, e assistia ele segurando o cacete dentro da boca dela com uma mão e com a outra ele puxava a cabeça dela de encontro ao seu cacete. Ela estava extasiada. Ele começou a falar coisas como: "Tá gostando, minha putinha? Hoje você está ferrada, vou te comer como nunca, ...." Por incrível que pareça, mesmo com aquela bucetinha depiladinha, molhadinha, perfumada e cor de rosa, perto da minha boca e da minha língua, eu estava gostando de ficar apenas olhando, submisso as ordens. Terminei meu serviço e a levei novamente para o chuveiro para tirar o restante do creme de barbear. Enrolei seu corpo com a toalha e conduzi de volta para o quarto. Paulo que estava deitado na cama, mandou que eu a colocasse de quatro em cima da cama com a bunda voltada para ele. Obedeci. Ele mandou que eu arreganhasse mais as pernas dela de modo que ele pudesse ver toda a bucetinha e o ânus dela. Mandou que eu pegasse um vidro com óleo que havíamos pedido e espalhasse sobre a bunda, coxas e costas dela. Depois de espalhar o óleo e massageá-la com carinho, ordenou que eu a deitasse na cama de barriga para cima e a massageasse seus seios, barrigas e pernas com o óleo. Durante todo o tempo eu estava de cacete duro, parecendo que ia explodir. Era uma sensação inusitada ter aquela mulher tão perto de mim, com meu cacete tão perto da sua boca ou buceta, que eu estava quase gozando sem tocar no meu membro. Paulo também estava com o cacete bem vermelho e duro pois assistia a tudo se masturbando bem devagar. Depois de massageá-la, ele disse para eu abrir e deixar as pernas dela dobrada. (naquela famosa posição de frango assado). Mandou que eu pegasse o cacete dele com uma mão, guiando-o em direção a bucetinha da Andréa e com a outra, separasse os lábios vaginais dela. Foi maravilhoso guiar aquele membro dentro daquela bucetinha e vê-lo entrando tão macio e vigoroso nela. Enquanto Paulo metia na Andréa eu ficava de lado, assistindo a tudo e me masturbando bem devagar para prolongar ao máximo aqueles momentos. Ele a comeu de todas as formas: de frente, por trás, de lado, colocou-a para cavalgar sobre ele e quando estava quase gozando, virou-a e gozou tudo sobre a bucetinha e os pelinhos dela. Nunca imaginava que um homem poderia gozar tanta porra assim numa ejaculação só. Depois de gozar, foi até a boca dela e mandou que ela limpasse todo o cacete não deixando nenhuma gotinha de sêmen ou mesmo o néctar da bucetinha. Eu estava quase gozando quando ele disse que deixaria a Andréa me masturbar se eu limpasse a bucetinha dela. Eu topei na hora e fui pegar a toalha. Ele disse que eu teria que limpar com a língua. Fiquei transtornado. Estava entre a cruz e a espada pois queria muito gozar sobre os seios dela mas não tenho tendências homossexuais. Sentindo aquele cheiro de sexo no ar, meu cacete explodindo de tanto latejar, arrisquei. Comecei a lamber devagar até me acostumar e nem me importei com o esperma, pois aquele cheirinho de bucetinha estava ótimo. Lambi tudo envolta da bucetinha e os jatos de esperma sobre a barriga e os pelinhos dela. Valeu a pena. Nunca, nem mesmo eu, tinha batido uma punheta tão gostosa como aquela que Andréa fez pra mim. Gozei sobre os seios e barriga dela, com a permissão do namorado dela, claro. Como última ordem do Paulo, Andréa espalhou todo meu sêmen com as mãos sobre os seios. Depois nos lavamos, ficamos juntos conversando e fomos embora. Nos encontramos algumas vezes depois mas, eles não namoram mais e não nos vemos atualmente......(..Conto de Voyersp@hotmail.com )

Nenhum comentário: