12.12.2008

MINHA GORDINHA,EU E O OUTRO/ SOFRIMENTO NADA VIRTUAL

MINHA GORDINHA, EU E O OUTRO

Era uma linda manhã de sol . Tinha sonhado com Renata ,acordei de pau duro. Liguei para ela ,contei o sonho, disse o que gostaria de estar fazendo com ela naquele momento, disse um monte de sacanagem pra ela. Fantasiamos, até ela me confessar que tinha ficado excitada.
Liguei de novo na hora do almoço, morrendo de tesão, no escritório em que ela trabalha.ela me disse que eu a estava torturando, falou mais sacanagem, minha gordinha é safada, tarada e gostosa... eu disse que queria ver uma mulher chupando ela enquanto eu a comia, disse que queria vê-la gozando muito, ela me jurou que estava molhadinha..
À tarde, ela me ligou, dizendo que gostaria de estar comigo, de lingerie , salto alto, dançando, se exibindo, que estava louca pra ser possuída por dois caralhos, o meu e de um desconhecido, bem tesudo e safado, que estava se sentindo como uma vadia, que estava sem calcinha, que queria dar pra todos os caras que estavam ali com ela no serviço, de uma vez, estava louca de tesão, me deixou louco de tesão e de ciúmes.
Assim foi o nosso dia, naquela sexta.
Á noite, fomos dançar..nos excitamos mais ainda, nos sentindo, nos esfregando.. rimos , conversamos, ela disse não estar agüentando mais , e eu tambémDisse o quanto ela era gostosa, e que todos ali estavam de pau duro por causa dela, pelos seus seios fartos e divinos,,sua bunda grande .
Quando voltamos para a mesa, um cara alto e forte a convidou para dançar. Dançaram um samba, e no samba minha gordinha deixa qualquer um louco. Morri de ciúmes, dançaram um forró e o rapaz não a largou mais...Dançaram, sorriram, minha gordinha estava com os olhos brilhando, com uma cara de tesão. Ela voltou a dançar comigo , disse que estava com tanto tesão que queria ser comida por dois, três, quantos quisessem.
Disse que Carlos, era esse o nome do rapaz, a tinha enlouquecido, que ele ficou de pau duro e ficava se esfregando nela, mordendo sua orelha, ela disse que estava quase gozando, Queria que nos a fodessemos, me implorou.
Eu aceitei, eu era louco por Renata, queria vê-la sentir prazer. Disse o mesmo pra Carlos, só daria pra ele se eu fosse junto. Ele veio para a nossa mesa, ela ficou pegando no pau dele e no meu. Carlos era bonito e agradável, um bom papo. Renata nos disse que sua buceta parecia uma peneira, queria trepar logo. Fomos para um motel.
Ao chegarmos, louca, Renata logo se ajoelhou e tomou nossos paus e começou a chupa-los, alternadamente. Enquanto chupava um, esfregava o outro no rosto, chupando com prazer. O meu pau tem 20 cm, e o de Carlos era maior, talvez uns 23 ou 25 cm,
Renata levantou-se, erguendo o vestido, se esfregando em Carlos, mantendo o pau dele no meio de suas coxas, o abraçou, rebolando e gemendo. Beijaram-se loucamente. Eu a encoxei, abri seu vestido, beijando suas costas, nuca, descendo o vestido, lambendo cada pedaço do seu corpo. Ela despiu Carlos, beijando seu peito, mordendo os mamilos dele, o fez deitar e chupou sofregamente seu pau, ficando de quatro , sem parar de rebolar ligeiramente.
Abri suas nádegas, lambi seu cuzinho e chupei sua bucetinha e seu cuzinho com ela de quatro, estremecendo. Ela estava totalmente molhada, Carlos urrava de prazer. Ela parou de chupa-lo e se atirou sobre mim, mordendo meu peito, meu queixo, minha barriga e me chupou loucamente, faminta. Foi a vez dele chupa-la. Ela me chupava e gemia, engolindo meu cacete todo para dentro de sua boca. Carlos meteu na sua bucetinha , por trás, enquanto ela me chupava. Ao sentir o pau dele, ela gritou : “ que delícia, amor, que delícia !!! “ voltou a me chupar e a me masturbar, enquanto ele comia sua bucetinha.
Carlos a puxou de cima de mim, virou-a para ele, empurrou-a para a cama e enterrou –se todo nela, enquanto eu a beijava e chupava seus seios.. Gemendo como uma cadela, ela gozou logo, se balançando toda. Ele não parou de come-la enquanto ela gozava, isso a levou ao delírio. Ele saiu de dentro dela e me mandou comer a sua buceta, eu comecei um vai e vem frenético barulhento, naquele lamaçal que era a sua xoxota. Ela estava sensível, se contorcia e contraia a cada estocada minha. Carlos sentou-se no peito dela bateu e esfregou o pau no rosto dela, até ela implorar para chupa-lo novamente. Ela implorou para ele gozar na boca dela, o sugou com gosto, barulhenta, gemendo, enquanto eu comia a sua buceta. Ele ordenou que ela ficasse por cima de mim, e ela , obediente, começou a me cavalgar. Sem avisar, Carlos entrou no cu dela de uma vez, com um tranco. Ela urrou de dor e prazer, arranhando meu peito, ele meteu sem dó, estocando selvagemente. Ela gemia, “ ta me arrombando, me abrindo toda “...
Ele começou a xinga-la, bater nas ancas dela. Ela estava pra la de excitada, seu corpo todo balançava com nossas estocadas, seus enormes seios dançavam deliciosamente. Ele a estocava de cima pra baixo e eu de baixo pra cima, minha gordinha era recheio delicioso de um sanduíche de tesão.. Ela gritava : “ que tesão, estou sendo fudida por dois machos deliciosos , me xinguem, acabem comigo ! “ Ambos a xingávamos, ela gozou de novo e mais de uma vez, apertando meu pau. Carlos saiu dela , a puxou , jogou – a na cama de bunda pra cima e me ordenou, enquanto se masturbava : “ vem Gabriel, come o cu dessa puta, arregaça ela. “.. “ Ai, que tesão, ela disse, come meu macho, come mesmo.. “ ofegante e toda suada e vermelha..
A coloquei de lado e levantei uma perna dela e enfiei o pau no cuzinho dela. Até a metade, enquanto Carlos voltou a comer sua buceta. “ Abre o cu dessa biscate “, ordenou Carlos. Empurrei-me todo para dentro dela, seu cu apertava meu pau como um alicate, eu bombeei com força e Carlos também, ela ficou ali, entre nós dois, seu corpo sacudido por nossas estocadas violentas, balançando de um lado para o outro, enquanto a xingávamos. Ela gritava : “ sou uma vagabunda, estou adorando isso, acabem comigo “ . Carlos puxou-a, sentou-se e fez com que ela sentasse no seu pau. Ela pulava, deliciada. Depois fez com que ela sentasse no meu, ate ela não agüentar mais, até ela pedir pra parar..
Depois a deitamos e lambemos todo o seu corpo, duas línguas e duas bocas tesudas, e quatro mãos passeando pelo seu corpo. Chupamos seus seios,, sua buceta, alternando nossos dedos e línguas e sugando seu grelinho, ate ela gozar muitas vezes seguidas. Quando ela estava exausta, fodemos seus seios, enfiamos nossos paus em sua boca, mexendo nossos quadris, como se fode uma buceta.
Carlos gozou na sua boca e eu também, a deixamos engasgada, e espalhamos nossa porra na cara dela, nos seios, na barriga farta..Minha gordinha ficou ali, esporrada, suada, exausta, ofegante, satisfeita, com a carinha vermelha.. Carlos deu uns tapas na cara dela , se vestiu e saiu, levando a calcinha dela como lembrança.
Como um tolo apaixonado, ajudei minha gordinha a se levantar e dei-lhe um banho e a coloquei pra dormir, com muitos beijos ...
EScrito por GAbrielnarcisosantos@hotmail.com
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SOFRIMENTO NADA VIRTUAL

Escrito por vilma75@gmail.com.br

Durante muito tempo tenho trocado e-mail c m um carinha do Rio. Ele começou com um papo sentimental e acabou confessando estar a procura de uma mulher totalmente liberada com sexo. Mandou uma foto do seu órgão, que teria me impressionado, se não tivesse me deixado assustada. A régua junto ao membro indicava 25 centímetros (e segundo ele 7,5 cm de diâmetro).
Como as outras fotos mostravam um garotão bem alimentado, fiquei curiosa e doida para ver aquilo ao vivo, apesar do medo de me expor. Marcamos na casa dele. Eu achei que com a presença dos seus pais seria seguro. Cheguei ao condomínio na manhã do último sábado, temendo encontrar um farsante gordinho e cheio de espinhas rindo da minha cara.
Foi bem diferente. Jota (apelido) estava de short e camiseta e exibia o físico das fotos. ../logo fiquei sabendo que tinha apenas 17 anos (nos e- mails ele escondia a idade). Mesmo sabendo que era um moleque, eu precisava conhecer o "equipamento" da foto. Ficamos conversando numa área de lazer do condomínio.
Com um pouco mais de intimidade, Jota começou a elogiar minhas formas, de um jeito abusado, típico de adolescente avançadinho. Eu estava me mordendo de curiosidade e não resisti muito... Ria de tudo o que ele dizia e não reagi quando ele encostou a perna em mim.
Num instante estávamos nos beijando, sua língua quente descobrindo todos os cantos da minha boca. Com as mãos ele explorava meu corpo, experimentando meus peitos e minhas coxas. Mas não podíamos exagerar porque uma babá estava passeando com a criança perto da gente. Jota na maior cara de pau pegou minha mão e enfiou dentro do seu short, sem deixar a babá perceber. Levei um bom tempo apenas percorrendo toda a extensão daquele cacete rígido, que eu mal conseguia segurar. Estava doida para ver aquilo, admirá-lo, colocá-lo na boca, recebê-lo...
Sem poder realizar meus desejos, contentei-me em punhetar aquele tesouro, fazendo Jota gemer baixinho. A cada movimento me impressionava mais o tamanho descomunal daquela vara e minha bocetinha já devia estar derretendo de tesão. Passados uns dez minutos, o monstro começou a pulsar na minha mão, finalmente expelindo um potente jato de porra gosmenta. Eu espalhei a gosma no pau de Jota, que amoleceu lentamente. Tirei a mão de dentro do short e levei a mão à boca para sentir o gostinho do néctar daquele garotão ultra-dotado. Fiquei hipnotizada com o sabor almiscarado na boca e a imaginação a mil...
Jota então perguntou se eu queria conhecer o resto do condomínio. Totalmente dominada eu disse que sim e fui atrás dele. Passamos por uma quadra de vôlei e chegamos a uma das piscinas. O tempo estava fechado e aquela área estava deserta. Paramos na beira da piscina e começamos a nos beijar novamente, eu me roçando no volume imenso abaixo da cintura do Jota. Ele se afastou e habilidosamente levantou minha blusa. Sobre o sutiã, começou a morder meus mamilos enrijecidos, me levando à loucura. Eu mal me continha, quando Jota interrompeu as carícias, dizendo que precisava mijar.
Como ele demorava muito a voltar e minha boceta queimava de vontade de ser arrombada pelo colosso juvenil, resolvi procurá-lo. Rapidinho encontrei um vestiário. A porta estava aberta e eu fui entrando. Fiquei deslumbrada. Jota estava mijando... Seu caralho, mesmo mole, era gigantesco. Não acreditava ser capaz de acomodá-lo inteiro na minha vagininha delicada. Fui chegando perto para admirar melhor. " Sem demonstrar surpresa, Jota virou para mim e com um movimento de cabeça me pediu para chupá-lo. Hipnotizada, eu caí de joelhos e abocanhei seu pênis brochado, ainda respingando urina. Nem me importei. Apoiando-o na língua, fui fechando a boca devagar, tentando reanimá-lo. Aos poucos, Jota foi endurecendo, endurecendo e em pouco tempo eu não conseguia mais mantê-lo na boca. Passei a chupar só a cabecinha, segurando o que conseguia do resto com a mão. Eu mamava com vontade, queria satisfazer o dono de uma pica tão imponente. E também queria que ele me fodesse bem gostoso...
Autoritário, o moleque me mandou tirar a roupa. Eu protestei, mas não tinha condições de negar. Imagina se ele resolve não me enfiar aquele cacete possante? Tirei toda a roupa, ensaiando um striptease no final para deixá-lo ainda mais animadinho. Sua jeba apontava para cima, comprovando cada um dos 25 centímetros da foto.
Jota elogiou meu corpo, dizendo que eu era um tesão de mulher, que devia ter muita gente querendo me comer por aí. Eu não ouvia, pensava só em ser penetrada pelo seu pau. Ele então me disse para me apoiar sobre a pia, deixando a bundinha exposta. Obedeci cegamente, tremendo de pensar nos estragos que ele ia me causar.
Pelo espelho, vi Jota se aproximar até praticamente engatar em mim por trás. Segurando seu cacete com a mão, esfregou a cabeça de baixo para cima, espalhando minhas secreções vaginais até o orifício anal. Estava quase gozando só de imaginar. Jota ficou brincando daquele jeito por alguns minutos, aumentando meu desejo ao extremo. Eu já estava maluca quando a cabeçona começou a me empurrar... Parecia impossível aceitar aquilo dentro da minha bocetinha, mesmo lubrificada. Quando finalmente ia deslizar a ponta do caralho para dentro, Jota se afastou, rindo.
Nessa hora, entraram dois caras muito parecidos com ele. Sem deixar que eu falasse, Jota os apresentou como seus irmãos (um de 16 e outro de 20) e disse: "Primeiro vai ter que dar para eles..." Mandei que tomassem no cu, mas os três ficavam rindo, tinham pleno controle da situação. O caçula abaixou a calça, revelando que o dote era de família. Era quase tão grande quanto o irmão, apenas mais fino. Depois o mais velho fez o mesmo, me deixando de queixo caído. Sua piroca ainda mais grossa que a de Jota e o comprimento deveria ser o mesmo, se não maior. Não sabia se corria ou se atacava aqueles três milagres da natureza. Jota facilitou as coisas se atirando em cima de mim, me lambendo toda, enquanto seu pênis gigante me cutucava por baixo. Sua língua roçando meus seios, ombros e pescoço me enlouqueciam e ../logo ele conseguiu me colocar de volta na posição.
O caçulinha então tomou a frente e apontou a vara no meu cu. Antes de forçar a passagem, ele voltou atrás e pediu uma camisinha para o irmão. Eu gemia... precisava ser fodida O molequinho bem-dotado empurrou o pau contra meu cu, que não ofereceu muita resistência. Comparado com os dos irmãos, era fino, e entrou facilmente. Mas ele era afoito (com seus 16 anos) e começou a estocar muito rápido, me fazendo gritar. Ele dizia: "Grita, sua gostosa! Diz que meu pau é gostoso!" Apesar do mau jeito, o caçulinha me arrombava deliciosamente, atolando o pau no meu traseiro até encostar as bolas. Gozei duas vezes. ../logo ../logo ele esporrou e aliviou a ardência do meu rabinho.
Jota então ligou o chuveiro e me empurrou para baixo da água morna. Aquela água escorrendo pelo meu corpo aumentou meu fogo e eu puxei-o pelo braço, pedindo para que me comesse de qualquer jeito. Jota começou a separar minhas pernas, me deixando meio sem apoio, e meteu o caralho no meio. Eu gelei ao me dar conta das dimensões daquele pênis precoce, que já tentava me invadir a boceta, separando ao máximo meus lábios vaginais. Lubrificadíssima, aceitei a penetração com certa facilidade, apesar do tamanho do visitante. Ele mexia lentamente, devido à posição, o que era perfeito para me acostumar. O vaivém daquela vara enorme me fazia morder os lábios, tentando abrir espaço para Jota ir mais fundo...
Rapidamente a sensação de prazer mudou para um misto de preenchimento total e dor. Eu sentia os pentelhos daquele macho e sabia que seu cacete estava fundo em mim, machucando meu útero. Percebendo meu desespero, Jota me encostou na parede fria e me ergueu, abrindo de vez minhas pernas.
Eu estava prestes a ser arrombada sem piedade.
Numa posição mais adequada, Jota passou a me foder com força, investindo com tudo contra minha bocetinha esfolada. Seu pau arregaçava meus tecidos vaginais, me levava ao céu e depois me maltratava. Eu gritava: "Isso! Aiiiiiiiii. Fode! Não. Ai. Fode. Come essa sua bocetinha apertada!" E ele comia, sem se cansar. Resistindo à dor, gozei intensamente e deixei que Jota soubesse, fazendo com que ele acelerasse ainda mais o ritmo. Suas bombeadas estraçalhavam minha vagina, me fazendo murmurar, pedindo que parass, mas eu queria mais. Finalmente, depois de acabar comigo, ele berrou que ia gozar e, tirando o pau e depois se livrando da camisinha, esporrou na minha barriga uma quantidade impressionante de líquido viscoso...
Eu caí anestesiada, quase sem sentidos. Pude ver o mais velho dos irmãos me olhando e dizendo: "E eu, não vou experimentar nenhum dos seus buraquinhos tesudos?" Tremi só de pensar ser arrombada por mais um.
Me esforçando para levantar, peguei aquele pau monstruoso com a mão e iniciei uma punheta. Ele protestava dizendo que também queria me comer. Eu dizia que não agüentaria. Para convencê-lo, me debrucei no seu colo e comecei um boquete. Chupava devagar, lambia da ponta ao talo, engolia as bolas, apertava o saco. Ele começou a gemer e, se ajeitando, segurou minha cabeça. Seu pau se esfregava nos meus lábios e batia no céu da boca. "Fode minha boquinha doce, fode!" Ele esqueceu do resto e passou a estocar como se estivesse me comendo. Podia sentir suas veias tremendo, anunciando uma enxurrada de porra. E foi o que recebi. Eram jatos sucessivos, de sêmen grosso, grudento e abundante. Eu engolia o que podia e o resto escorria pelos cantos da boca.
Depois do gozo do irmão, Jota começou a me bolinar, tentando me preparar para mais. Eu estava afim, mas não conseguiria. Disse que minha mãe ia me buscar e já devia estar me procurando. Os três se amedrontaram e me deixaram ir, não sem antes dar uma chupetinha simultânea em todos. Fiz com prazer e, para ser sincera, aceitaria tomar no cu de novo. Fica para a próxima...

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