6.25.2016

TRAIÇÃO


No post de hoje e nos seguintes,trazemos alguns contos ,cujo tema é traição. Espero que você goste e colabore com a gente, enviando suas histórias . Meu email é narcisosantos@hotmail.com.

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SE MEU MARIDO SOUBESSE
(by Michele)




Sou uma nissei, casada,  bonita, 25 anos, seios apetitosos e empinados ,uma bunda arrebitadinha e também sou bastante bonita e charmosa: em resumo, o tipo de mulher boazuda, modéstia a parte.. Vocês devem saber (e isso é um detalhe importante), que eu tenho muito bom gosto e sensualidade também no meu trajar. Ainda mais que meu corpo ajuda enormemente. Afinal de contas, adoro andar pelas ruas e ter certeza de que sou cobiçada pelos homens. Isso me faz um bem incrível, principalmente ao meu ego.

 Numa sexta-feira de agosto último, fui ao centro da cidade com uma amiga fazer compras.

Ao entrarmos numa loja, deparamos com um tipão, com mais de 1, 75m de altura, gostosão, moreno, peludo, tipo atlético, parecia ser levemente mestiço, que me devorou com os olhos, após me examinar dos pés à cabeça. Confesso que também o devorei com os olhos, principalmente o pacotão que ele tinha dentro da calça que parecia ser enchimento de tão grande.

Minha amiga não notara que eu já estava ligada nele e me deu um toque, para que eu o olhasse. Disse que certamente ele estava a fim de mim. Eu falei para Fátima, essa colega, que ele deveria estar interessado é nela. Conversa vai, conversa vem, e o sujeito não despregava os olhos da gente. Fátima trai o marido há uns 3 anos.. Ela me conta tudo, e eu também conto tudo para ela.

A Fátima ficava me cutucando, para darmos uma entrada a ele. Tanto insistiu, que cedi e, com um olhar, fiz um sutil sinal de que aceitava ser abordada. Ele veio galante e confiante, sorrindo discretamente. Saudou-nos com respeito e apresentou-se como Eduardo.

A partir dai, minha amiga tomou a direção da coisa, foi respondendo tudo e outra surpresa. Ele conhecia nossos maridos, eram amigos. Fátima chegou até a marcar um churrasco no Domingo na casa dela, comigo e meu marido no meio. Eu tremia e suava, pois não havia imaginado a possibilidade de trair novamente o meu marido, pois casei virgem e ainda estava com esses costumes profundamente enraizados em mim.

Contudo, sentia-me embriagada com essa aventura, pois sentia o desejo dele por mim ; e depois que nos despedimos e voltamos para casa, eu comecei a curtir mais esse lance. Passei um fim-de-semana medíocre como todos, as crianças enchendo o saco, o meu esposo em frente à TV, vendo reprises de partidas de futebol. Tudo isso me motivava mais para o Domingo, que se aproximava.

Foi um churrasco divertido em que os homens como sempre beberam demais, menos o Eduardo, que não bebia e era quase descaradamente cortejado por Fátima. Mas eu percebia que ele não tirava os olhos de mim. Quando eu fui à cozinha buscar mais cerveja para meu já embriagado marido, ele veio atrás de mim e na cozinha me cercou. Fiquei imóvel quando ele me encoxou por trás (eu usava uma mini saia e uma blusinha decotada sem sutien), ele enfiou uma mão por baixo da mini saia e esfregou minha rachinha com sua mão forte e com a outra, se enfiou dentro de minha blusa e apalpou meus seios, senti um tesão tão grande, que molhei toda mão dele com meus sucos e gozei arfando com o coração disparado. Saímos da cozinha, antes que alguém entrasse e nos surpreendesse. Sentei-me um pouco afastada da turma e ele veio e se sentou do meu lado.

 Meu marido já bem alto, contava piadas sujas aos amigos igualmente embriagados que riam e nem percebiam o que já estava rolando. Fátima com certeza percebeu, mas ficou na dela. Ele começou a me cantar abertamente e quis marcar um encontro para o dia seguinte. Eu relutei, apesar do tesão que estava sentindo por esse macho, mas quando escutei meu marido gritando para que eu buscasse outra cerveja, assenti para ele com a cabeça.

Marcamos e depois do churrasco, falei com a Fátima e pedi para ela ir comigo até o lugar do encontro, para me acobertar, ela sorriu maliciosamente para mim e topou na hora. No dia seguinte, saímos de casa cedo e eu não sabia como seria tudo. Quando o avistamos no local combinado, Fátima simplesmente falou: "Vá em frente, Michele, faça tudo que seu coração mandar. Mas faça mesmo! E goze muito! Tchau. " E saiu fora.

Eu me senti totalmente desarvorada, mas fui até ele, cumprimentei-o um pouco friamente e entrei no carro. Ele rumou para um barzinho, onde tomamos uns chopes. Ah, que excelente quebra gelo! No segundo cigarro, conversávamos e ríamos como velhos amigos. Ele aproveitou o momento e atacou. "Vamos para um motel?", perguntou. O que eu podia responder, senão que sim? A coisa já estava acontecendo e não havia como escapulir mais. Pois que fôssemos ver a vaca dar o leite.

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Ao entrarmos no quarto, já éramos íntimos. Resolvemos tomar um banho e, debaixo daquela ducha deliciosa, mil beijinhos e passadas de mão. E as chupetações: o danado me beijou o corpo inteiro, com mais vagar entre meu ventre liso e minha púbis. Ele mordeu os meus pentelhos, puxando-os delicada e deliciosamente. Sugava meu clitóris e enfiava a língua em mim com a experiência de um mestre. Meu tesão era tanto que, gozei despudoradamente na sua cara. Meu primeiro orgasmo oral em 5 anos de casada! Foi uma coisa tão forte que quase desmaiei. Fiz movimentos, com os quadris, que desconhecia em mim.

Eu retribui tudo na cama, onde pude avaliar com mais exatidão o tamanho da sua piroca. Para ser sincera, nunca vi muitos cacetes, mas acredito que como o seu, existem poucos. No mínimo uns 20 cm de comprimento pôr 6, 5 cm de largura. Basta dizer que quase não entrava a cabeça na minha boca. Chupei como nunca chupei na vida. Fazia vaivém seguida e sofregamente. Usava as mãos, os lábios e a língua. Meu macho delirava e eu mais ainda. Quando gozou, foi um jorro violento e quente que bebi gota por gota, ou melhor, esguicho por esguicho, que pareciam nunca terminar.

 Como ele não perdesse a ereção eu estava com minha rachinha pegando fogo, pedi que ele me varasse com seu mastro. Ele atendeu carinhosamente. Ele foi pondo centímetro por centímetro, alargando meu canal como eu nunca havia sentido antes, estava quase entrando o saco. Gente, estava tão gostoso, Tão apertado, que me realizei como mulher da maneira que sonhara para a noite de lua-de-mel. Eu gemia e gritava, quase atirava meu macho para fora, tão forte era o meu frenesi e delírio. Ele sabia meter com uma rapidez impressionante. Eu delirava e gritava. Meu grande sonho se tornava realidade, eu era uma mulher totalmente preenchida. Eu quase chorava de tanto prazer e os orgasmos vinham sucessivamente um mais forte que o outro. Isso nunca seria possível com meu marido, uma vez que o pintinho dele é de criança saciada.

Quando ele gozou dentro de mim, me senti inundada até a garganta e como ele não parava, senti a porra começar a espirrar para fora de minha fenda pulsante. Tanto minha vulva, quanto meu cuzinho, piscavam incessantemente, de maneira que levei a mão dele até meu cuzinho . Ele percebeu minha intenção, lambuzando com saliva a ponta da verga grossa, me puxou pelo quadril e foi cravando e rasgando meu ânus rosado. Estava muito gostoso, confundindo gozo e sofrimento, tesão e amor. Ele ficou não sei quanto tempo arremetendo dentro de mim, enquanto meu gozo vinha em ondas tão fortes que desfaleci por uns momentos e pude sentir depois de um tempo que me pareceu horas sua porra abundante ser despejada em minhas entranhas. Ah, como me realizou o homem que me fez gozar.


Agora dá para aguentar a vida de mal-casada, pois tenho um macho troncudo que, duas ou três vezes por semana me come toda e me faz mulher por inteira. Além de um corno em casa para me dar de tudo, e achar que tem a esposa mais fiel do mundo. De vez em quando saio procurando outros machos pauzudos para variar, pois só mesmo um belo chifre para fazer o milagre de salvar um casamento. 

2 comentários:

Amores Burlescos disse...

Que delícia... É uma nissei com bunda arrebitada... Genética muito boa... Adoro

Anônimo disse...

Via de regra mulher se apaixona e vai para a cama.O homem vai para a cama, e se gostar, se apaixona.
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