5.23.2014

TESÃO PELO FILHO DO PATRÃO

Conto de Kátia Ramos

100_0401 (2) Eu era uma mulher de principios e moral das mais severas e serias. Criada em um ambiente rigido, embora pobre, nunca Eu tive liberdade, ate me casar com um homem ligado a igreja que frequento e ser ainda mais presa a esses principios que sao impostos a gente desde criança. Por um acaso do destino nossa vida financeira regrediu muito e caimos em dividas que nao conseguiamos pagar. Meu marido ficou doente, eu nao conseguia emprego na area de escola, e mesmo porque estava ha anos sem lecionar. Me candidatei em uma empresa de domesticas, e esperei ser chamada. Nos so temos uma filha, que passou a estudar em escola publica, vedemos a casa, e fomos morar de favor com minha mae e meu padastro, com quem nao me dava muito bem.

Ate que um dia fui chamada para um entrevista numa residencia num bairro muito bom da cidade. Me arumei toda, eu sou morena bem clarinha, cabelos lisos, um leve tom pra jambo a minha pele é lisa e apesar de roupas largas, ja recebi cantadas na rua. Me acham bonita de rosto e corpo. Nunca tinha ligado pra isso. A casa era muito grande, e haviam mais dois empregados, uma lavadeira e um motorista jardineiro. Eu faria as arrumaçoes internas, preparar roupas pra lavar, cuidar dos guarda-roupas, alem de administrar a dispensa, na compra e reposiçao de mantimentos. Era um casal, e dois filhos, um rapaz de 20 anos e uma garota de 18.

Acertamos tudo, inicialmente eu iria e voltaria todos os dias. Na apresentaçao me trataram muito bem, e me deixaram muito a vontade, alem do salario ser compensador. A Igreja internou meu marido, que recebia cuidados da familia dele, eu precisava trabalhar e nesse ponto todos me apoiaram. Com o passar dos dias, meu patrao me ofereceu a edicula ao fundo da casa, era um quarto cozinha e banheiro, pra ficar la direto mais dias e vir embora so nos finais da semana, ou quando precisasse. Todos concordamos e me mudei parcialmente pra la. Vamos la, era o Sr. Paulo, dona Renata, o Junior e Fatima, dois caes enormes, formavam a familia. Seu Paulo era homem bonito, alto forte, Dona Renata uma mulher linda tambem, loura, olhos azuis, o Junior um rapaz que fazia esportes e Fatima uma menina mimada, que so fazia academia, e estudava.

Junior nao era de sair muito de casa e estava sempre por perto, eu tinha mais amizade com ele, porque ficavamos conversando por longas horas quase todos os dias. Tudo comçou quando Junior se machucou num jogo de basquete, e ficou engessado de uma perna. Meio carente de cuidados sobrou pra mim cuidar dele tambem. Eram dias quentes, eu tambem nao suportava aquela roupa de empregada. A lavadeira ia duas vezes por semana, e o motorista ficava na guarita a maior parte do tempo ou saia com Seu Paulo e so voltava com ele a noite. Eu passava agora o dia todo dentro de casa com Junior. Numa tarde ele me pediu um suco, eu levei, e ele me pediu pra sentar ao seu lado. Me sentei, começamos a falar coisas sem sentido, e sua mao tocou minha perna, eu tirei, ele voltou a me tocar, entao me levantei e ele passou a mao no meu traseiro por baixo da saia, tocando minha calcinha. Fiquei chocada, e sai dali correndo e fui chorar no meu quartinho. Pensei em ir embora naquela hora.

Eu nunca tinha tido outro homem alem do meu marido, nunca fiz nada alem de sexo papai e mamae, e nunca sequer me passou pela cabeça outro homem, jamais.

Depois Junior me chamou novamente, eu fui com medo e fiquei longe dele. Entao ele começou a me alogiar, dizendo que eu era uma mulher bonita de rosto, de corpo, que tinha uma bela bunda. Aquelas palavras me enchiam de alegria, mas de medo ao mesmo tempo. Aos poucos e falando coisas sobre mim e pedindo desculpas, me cativou, eu o perdoei e fui trabalhar. Pela primeira vez eu me via tentada por outro homem, e a oportunidade era unica.

Pela primeira vez eu senti falta de sexo, e as coisas que ele me disse me tocaram muito, os elogios e da maneira como falava do meu corpo. Fui para o banheiro e me olhei, agora como mulher, e vi uma bela mulher de verdade. Seios ainda firmes, pouca barriga, bunda firme, bonita sim, e minha vagina coberta de pelos. Minhas pernas longas e lisas bem feitas e bem torneadas. Percebi estar excitada, e ao me tocar estava umida por baixo. Meu ego, lutava agora com a minha razao. Meu marido doente, eu sem nada ha quase 2 meses, como fazer???...Nunca consegui me masturbar, tinha nojo e medo e preconceitos sobre isso.

Junior fazia me despertar para uma coisa que nao queria, desejo, excitaçao. A noite eu ficava inquieta na cama, passava a mexer em meu sexo e ja conseguia sentir prazer nisso. As vezes acordava nua, pois durante a noite eu me mexia muito, mexia em mim e tirava minha roupa dormindo.

Numa manha desci, estava tensa, e Junior me chamou logo cedo para ajuda-lo, ele estava ainda de pijamas, e precisava se trocar, me pediu ajuda. Levei a roupa e ele me pediu para ajuda-lo a tirar o pijama e colocar outra roupa, mas antes queria se banhar. Nao sabia como ele fazia, entao ele me pediu pra tirar a calça do pijamas. Quando tiramos ele so de cueca percebi a sua excitaçao, ele ja estava assim ha mais de 10 dias, e sob a cueca percebiuma coisa que me deixou maluca na hora. Ele percebeu que eu olhava sem parar. Pegou minha mao e colocou sobre aquele volume. Eu quis tirar ele me segurou e dizia que eu queria aquilo. Como ele adivinhou, nao sei...Segurei, sem jeito e apalpei, era grande. Aos poucos me desprendi com carinhos que ele me fazia no rosto e nos meus cabelos, e minhamao ali grudada. Ate que ele puxou a cuecae e me fez tocar no seu membro, duro, quente, pulsando...nao sei, me arrepiei e desejei aquilo como nunca. Era diferente, era uma coisa viva mexendo comigo e me excitando cada vez mais. Alisei e brinquei com ele, que ficava maior e mais duro a cada instante. Junior me pediu... - beija ele!!!...eu beijei dos lados, me lembrei de um  filme, abri a boca sem jeito e coloquei dentro, fechei mas nao mexia a lingua. Junior com paciencia me ensinou a lamber e chupar e o fiz com muita sabedoria em meia hora, minha boca doia de tanto chupar aquele membro. Junior disse que poderia gozar, se nao me importasse, gozaria na minha boca. Bem...pensei nunca experimentei, eu vi no filme tinha sentido nojo, mas agora estava ali na minha frente para gozar ali dentro da minha boca. Eu disse baixinho que tudo bem, e o deixei soltar os jatos dentro da minha boca. Inicialmente me assustei, era quente, sem sabor definido, sem cheiro, e aos poucos foi enchendo minha boca. Dei um gole, e senti prazer de ter dado esse prazer pra ele, e engoli tudo.

Feito isso ja na intimidade o levei pra tomar banho, me fez tirar a minha roupa tambem, e pela primeira vez eu semi nua so de calcinha na frente de outro homem. Junior era muito paciente, passou a me beijar enquanto eu o lavava, e ao passar a mao sobre seu membro, ja meio duro, tirou minha calcinha e foi me levando a sentar sobre seu sexo. Eu quis fugir dali na hora, mas era tarde, meu desejo era maior. Com ele sentado na cadeira e sob o chuveiro, me sentei sobre ele, e o deixei colocar seu membro todinho dentro da minha vagina. Ele enfiou com carinho mas doeu um pouco. Era maior que meu marido, e faziam dois meses que eu nao tinha nenhum tipo de relaçao sexual. Senti entrar quente, e pulsando me deixando mole o corpo e minha cabeça sem pensar, apenas sentindo aquilo dentro de mim, me levando a gozos multiplos, sentindo-me uma mulher de verdade, e gozando como nunca gozei em toda minha vida.

Nos enxugamos e o levei para seu quarto a pedido dele, e la ele me fez deitar e com a perna ainda engessada, mesmo assim, ele veio por cima de mim e me penetrou novamente, e agora me levando mesmo a loucura. O que eu nao contava era que a irma dele tinha chegado e nos nao vimos, estava ali vendo tudo. Eu gelei, chorei e pedi perdao, ele ria e ela apenas me olhava. Quando estava colocando minhas roupas, ela me deteve, eu nao entendi... beijou meu rosto, e chupou meus seios, me deitou de novo na cama e sob o olhar do irmao brincou comigo ate sentir um orgasmo, eu percebi. Fiquei sem entender, e Junior me disse que ela gostava de mulher tambem, e eu a tinha atraido desde o inicio, e que foi bom ela ter nos visto, agora era nossa amiga. A garota se vestiu e saiu, nos deixando ali conversando, e sem dizer uma so palavra, e foi embora.

Fiquei com medo de perder meu emprego, mas Junior me tranquilizou, dizendo que nao ia acontecer nada disso. Aquela noite foi tranquila e dormi como anjo, de tao cansada e satisfeita.

Na noite seguinte, eu servi o Sr. Paulo na sala, junior estava no seu quarto e Fatima nao estava. Dona Renata estava tomando banho. Ao servir o Sr. Paulo e me virar, senti sua mao por baixo da minha saia percorrer minhas pernas e minhas coxas. Nao fiz nenhum gesto brusco, mas quis sair dali e ele nao deixou. Ai eu disse , Senhor cuidado com sua esposa...!!! ele disse que ela ia demorar e me pediu pra sentar ao seu lado. Eu obedeci, e Seu Paulo, me abraçou e alisou minhas pernas, e tocou meu sexo por cima da calcinha. Me ascendeu, e me excitou aquele homem, cheiroso, lindo, me fazendo aqueles carinhos. Eu tinha medo da sua mulher, ele sempre dizendo que nao devia temer, ela ia demorar-se ainda mais. Sr. Paulo me beijou na boca, eume entreguei totalmente, ao mesmo tempo do beijo, ele tocava meus seios e minha vagina, todinha molhada. Eu fiquei de pe, ele tirou a minha calcinha e me virou de costas pra ele. Abriu minha bundinha e lambeu meu reguinho deixando ele todinho molhadinho e parou no meu anus, perguntando se eu gostava disso, eu nada dizia, apenas abria mais minhas nadegas, deixando ele viajar com sua boca e sua lingua por toda a extensao da minha bundinha, e do meu reguinho e do meu anus. Quando em um momento ele parou nele, e chupava, mordia dos ladinhos, me tirando gemidos de prazer e de tesao imaginavel. Aos poucos, enfiava um dedo, as vezes dois e dilatava aos poucos meu anus. Ele sentando, me puxou para si e colocou seu penis no meu anus, direto. Eu nem sei explicar o tesao que me deu, e deixei ele ir colocando aos poucos, ardia um pouco, mas era delicioso, seu membro nao era muito grande, mas era uma delicia. Sr. Paulo começou a mexer, e depois que entrou tudo, me segurou pela cintura, e arrumou por cima a minha saia, quando de repente sua mulher entrou na sala, eu gemi de dor, de medo, e cheguei fazer xixi.

O que fazer, comigo sentada no colo dele, e ainda mais com seu membro dentro de mim...minha nossa...eu pensava ela vai me matar...!!!! mas eu so pensei, D. Renata, sentou-se ao nosso lado, e levantou a minha saia, e ainda disse, - amor, cuidado nao vai machucar a menina,. - ta doendo meu anjo ??? - nao eu disse... - ainda bem......e se pos em minha frente e começou a lamber minha vagina, ai eu sem entender mais nada, me larguei...ela me chupava tanto e tao forte, e seu marido me possuindo por tras, acho que devo ter tido uns 4 orgasmos so naquele momento. Ate que ele gozou dentro de mim, tirou, ela me levou para a suite do seu quarto, e no banheiro me lavou todinha, depois me levou pra cama dela. Nos duas nuas, ela me ensinou o que queria, me mandou chupar seus seios, sua bunda e sua vagina, sugar seu clitoris, e a fazer gozar em minha boca.

Nesse Momento Sr. Paulo entrou, fechou a porta, e nu, veio pra cima de nos. Ele se deitou e me fez subir no seu membro e enfiar tudo dentro da minha vagina, ele vinha por tras na minha bundinha e lambia e me chupava e fazia gestos de trepar em mim. Ficamos muito tempo assim brincando ate que o Sr. Paulo Gozou, e sua mulher tambem. Aquela noite eu dormi entre eles e trepamos a noite toda.

No outro dia servi ao Junior novamente minha boca e meu rabinho, depois a sua irma a noite servi na vagina tudo o que ela queria, inclusive lhe enfiar um consolo enorme de borracha que ela trouxe, e tambem me fez experimentar. Eu preferia o Junior e o Pai dela, de carne era bem melhor.

Nossa intimidade cresceu a tal ponto que todos ja sabiam de tudo, e ninguem se importava mais com isso. Eu servia de pilar pra todos eles, individual ou as vezes coletivos de dois em dois. As vezes o casal na sala, O Sr. Paulo, me chamava so pra chupar o membro dele e gozar na minha boca e ia embora, ou chupar a mulher dele com ele vendo televisao, ou entao dar pra ele ou dar pra ela. As vezes dormia com Junior a noite toda, as vezes com a irma, as vezes com o casal, ou so com ele e as vezes so com a patroa. Ganhei muito dinheiro, carinho e admiraçao por todos eles...e nunca na minha vida tinha transado tanto como naqueles meses que passei naquela casa.

Depois que meu marido sarou e as coisas melhoraram eu tive que sair de la, muito contragosto deles. Mas combinamos que eu iria uma ou duas vezes por mes pra fazer uma limpeza geral. Como o dinheiro compensava, meu marido nao se importava, e duas ou tres vezes por mes, eu vou a casa deles e passo o dia todo transando com eles todos. Geralmente vou aos sabados, e fico ate o anoitecer quando Junior me leva ate em casa. Sempre estao nos agradando e dando coisas, o Sr. Paulo ate ajuda na igreja do meu marido, e nossa amizade se fortaleu muito.

Eu de nada me arrependo, apenas de nunca antes ter feito o que faço agora, e descobri que adoro sexo, gosto e curto...nao devia ter ficado tanto tempo como fiquei. Ate hoje somos amigos, empregada e patroes, e nos damos maravilhosamente bem. espero que tenham gostado, eu adoro...beijos (

©Kátia Ramos – ramos_katia@hotmail.com )

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