6.10.2011

VISITANDO A AMIGUINHA

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AUTOR DESCONHECIDO

Após ler diversos relatos decidi enviar este narrando o que ocorreu comigo. Certo domingo destes combinei de visitar um casal de amigos recém-casados. Aproveitei que uma outra amiga comum a nós não os via a muito tempo e perguntei se ela gostaria de ir comigo. Vou chamá-la de Vanessa. Ela disse que sim e combinei de passar em seu apartamento por volta das 14h para irmos até a casa de nossos amigos. Sempre percebi que Vanessa, uma negra de aproximadamente 1,70m, lançava uns olhares meio sacanas para mim, mas nunca dei muita bola, mesmo porque nunca tivemos a oportunidade de ficarmos a sós, apesar de achá-la uma mulher com um corpo muito bonito.

No horário marcado cheguei ao apartamento de Vanessa, e qual não foi minha surpresa ela atendeu a porta apenas enrolada em uma toalha, com a desculpa que dormira demais e atrasou para tomar banho. Ao vê-la somente de toalha fiquei logo excitado, o que era facilmente percebido pelo volume embaixo de minhas calças. Ela pediu para eu entrar e esperar que ela tomaria um banho rapidamente, e então nós sairíamos. Vanessa ao sair da sala me lançou um olhar extremamente maroto. Logo percebi que o atraso fora proposital, pois detesto atrasos quando marco meus compromissos. Sem pestanejar tirei minha roupa e me encaminhei para o banheiro e advinhem: a porta estava aberta.

Então pude confirmar o que já havia imaginado a muito tempo. Vanessa, apesar de não ter um rosto muito bonito, tinha um corpo simplesmente lindo: pernas grossas e torneadas, seios médios e rijos, uma buceta depiladinha e uma bunda ... Ah! A bunda, redonda, não muito grande, simplesmente linda.

Fiquei parado ali observando aquele corpo de mulher, quando percebi que ela me olhava sorrindo. Retribui o sorriso e entrei embaixo do chuveiro com aquela fêmea e a abracei fazendo-a sentir todo o tesão e calor da minha pica em seu corpo. Dei-lhe um prolongado beijo enquanto passeava com minhas mãos por aquele corpo que dentro de pouco tempo eu iria explorar cada centímetro. Não queria iniciar minhas explorações no banheiro por isso a convenci a irmos para o quarto mas antes lavei muito bem sua buceta tesuda e seu cuzinho. Saímos do banho e fomos para o quarto onde fiz questão de secá-la com minha língua.

Certamente, uma das melhores aulas de anatomia que já tive na vida. Me retive na bucetinha que trazia o cheiro do sabonete misturado ao cheiro de fêmea. Passei a massagear seu clitóris com minha língua arrancando gritinhos da minha amiguinha. A medida que eu massageava com mais força e rapidez, mais ela queria. Chegamos a um ponto onde Vanessa, com uma misto de pedido e imploração, pediu-me para penetrá-la, pois não agüentava mais. Então pedi a ela para colocar a camisinha no meu pau. Isto a deixou mais excitada.

Para aproveitar ao máximo a situação sugeri que ela sentasse em minha pica enquanto eu ficava deitado de costas em cima da cama. Lógico que ela nem titubeou pois no momento só queria sentir minha pica dentro de si. Logo senti aquela buceta cheirosa e quente engolir minha pica. Após Vanessa começar a cavalgar em cima de minha rola rapidamente me sentei. Nesta posição podia revezar minha boca entre os seus seios e sua boca, enquanto minha pica era devorada pela sua buceta. Vanessa estava excitadíssima e pedia cada vez mais. Em seguida enfiei meu dedo naquele cuzinho já preparando aquele buraquinho para sentir minha pica mais tarde.

Vanessa reclamou no começo mas estava tão excitada que relaxou. Continuamos nesta posição até que ela me avisou que iria gozar. Rapidamente, coloquei-a deitada na cama e penetrei violentamente sua buceta e continuei a meter cada vez mais rapidamente. Entre gritos e gemidos Vanessa gozou e logo em seguida foi minha vez.

Exaustos em cima da cama, Vanessa me disse que não gostou de eu ter enfiado o dedo em seu cuzinho pois nunca tinha dado e não queria fazer isto, pois suas amigas falavam que doía muito. Logo me interessei em ser o primeiro macho a cavalgar aquela fêmea de quatro. Então comecei a beijá-la novamente e aos poucos fui passeando minha boca pelo seu corpo. Vanessa foi se excitando de novo e começou a fazer tudo que eu pedia. Então pedi para ela ficar de bruços. Ela reclamou e disse que eu queria enrabá-la. Então eu disse a ela que só ia fazer com ela coisas que ela consentisse. Como ela estava cheia de tesão aceitou.

Comecei a beijar sua bunda, e logo em seguida travei suas pernas com meus braços. Ela ficou com medo, e antes que pudesse dizer alguma coisa dei uma linguada em seu cuzinho. Ela soltou um gemido alto depois passou a me xingar e tentou sair daquela posição. Mantive ela na mesma posição e continuei a dar-lhe linguadas no rabo. Sua resistência foi diminuindo e em poucos minutos ela pedia mais. Só de maldade comecei a dizer que ia parar e ela choramingava pedindo mais. Disse que queria ser o primeiro homem a fuder aquele cuzinho e só estava esperando ouvir as palavras mágicas.

Continuei a lamber aquele cu virgem e Vanessa não agüentando mais de tesão falou as palavras mágicas: me enrraba meu tesão. Ela ficou de quatro, enquanto eu colocava a camisinha. Naquela posição podia observar aquele buraquinho piscando para mim e dizendo: - me arromba. Sem mais demora lubrifiquei meu pau e seu cu com o líquido que escorria de sua vagina e comecei a penetrá-la. Como era apertadinho, quanto mais eu forçava mais excitado ficava. Consegui enfiar a cabeça, Vanessa reclamou pediu para parar mas já era tarde para voltar continuei forçando minha pica enquanto ela rebolava para se desvencilhar. Enquanto metia acariciava seu clitóris. Consegui enfiar a metade e Vanessa mais relaxada começava a rebolar de tesão. Cada vez que eu enterrava meu pau naquele cu delicioso, mais ela rebolava. E gritava pedindo para eu meter mais fundo.

Dono da situação comecei a fuder aquele cu com mais força ao mesmo tempo que dava palmadas de leve em sua bunda. O que deixou-a mais excitada. Peguei-a pelos cabelos e sem parar de fudê-la trouxe sua boca para próximo de mim e dei-lhe um longo beijo. Vanessa gozou e continuei fudendo. Ela gozou de novo e disse que estava cansada. Não me fiz de rogado e mandei ela deitar de bruços colocando um travesseiro embaixo de sua cintura. Totalmente a minha mercê enfiei meu pau sem dó nem piedade naquele cú e continuei fudendo até gozar junto com Vanessa.

Depois desse dia voltei a encontrar Vanessa umas duas vezes antes dela ir para outro estado. Mas, certamente aquele cu foi um dos mais gostosos que fudi em minha vida.

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GOZANDO … 

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