11.21.2009

REMÉDIO NA ACADEMIA - PARTE I

CONTO DE CATHY - cathy_1@mailcity.com


 

" Depois de viajar por uma semana com meus pais para o Nordeste, voltei com uma vontade quase incontrolável de transar, de ser possuída novamente. As aulas já tinham começado, então a liberdade em casa sumiu e ficou mais difícil arranjar alguma coisa. Mesmo no colégio, a maioria dos meus "amigos" estava esticando as férias na primeira semana, impossibilitando uma aventurazinha na saída. Na sexta-feira, como a aula tinha acabado mais cedo, resolvi passar na academia. Foi bater os olhos naqueles corpos esculturais e sentir um fogo subir de entre as pernas. Eram umas seis e meia.

Eu tinha exagerado um pouco na viagem, então fui conversar com um dos professores, Válter, mulatão de 1,80 e tantos e mais de trinta anos. Ele deu uma geral no meu corpo e disse que não havia nada demais, que eu podia fazer os mesmos exercícios de sempre. Pedi sua ajuda para o aquecimento e ele, muito educado, me atendeu prontamente. Ao sentir aqueles braços fortes dando apoio as minhas pernas, imaginei como seria uma aulinha particular. A cada movimento, me fazia de desajeitada e me jogava no seu corpo, ora no tórax enorme, ora me agarrando à cintura malhada. Mas Válter parecia um religioso, continuava pacientemente orientando meu aquecimento. Decidi ser mais direta.

Quando Válter pediu que eu esticasse bem uma perna para trás, fingi escorregar e caí...

Para não me esborrachar, segurei firme nas coxas do professor e, de leve, rocei meu rosto no volume respeitável sob o short colante. Dei um sorrisinho amarelo e disse que meu joelho doía. Acho que nesse instante ele perdeu o controle. Agitado, pegou minha mão e me conduziu a uma espécie de enfermaria. Depois que entramos, ele encostou a porta e perguntou porque eu estava daquele jeito, pois me conhecia há uns dois anos e sabia que eu não era estabanada. Enrolei-o, dizendo que deviam ter sido as férias, a comida, a falta de atividade. Eu continuava mexendo no joelho, fingindo que estava machucada, arrebitando bastante a bunda quando inclinava para a frente. Vi que debaixo do short de Válter havia vida, e como. Na última provocação, enfiei os dedinhos na bunda para desencravar a calcinha, num movimento beeem lento. Finalmente, Válter se deu conta das minhas intenções e disse: "Quer uma massagem no joelho?"

Ele trancou a porta, mandou que eu deitasse na maca e começou a acariciar meu joelho. Logo subiu pelas coxas, chegando à virilha e, provavelmente, sentindo o calor que minha xaninha emanava. Seu rosto se contorcia de tesão e seu pau parecia querer pular do shortinho apertado. Eu apenas mordia os lábios, calada e esperando o passo seguinte.

Válter, suando de excitação (e por causa da sala abafada), puxou meu short e me deixou peladinha da cintura para baixo. Ele dizia que eu era gostosa, que tinha provocado demais, que era impossível resistir. Depois, separou minhas pernas e meteu a cabeça entre elas, se lambuzando na minha boceta encharcada. Sua boca passeava, mordiscando meus lábios; sua língua se enfiava na minha vagina louca para ser penetrada, quente e vigorosa. Válter ficou debruçado ali pelo menos uns dez minutos, me deixando nervosa, angustiada. Eu sentia um prazer incrível, mas a necessidade de tomar uma pirocada só crescia.

Quando ele levantou a cabeça, metade da sua cara estava melada, do nariz ao queixo. Carregava um sorriso e seus olhos faíscavam, mirando a entrada da minha bocetinha. Eu fechei as pernas e fiz com que ele subisse na maca também. Não havia espaço e os ferros da armação rangiam, parecia que tudo ia desabar. Mesmo assim ele surgiu em cima de mim, atolando sua boca no meu pescoço, chupando e lambendo, enquanto encostava seu tesouro na minha vulva. Sua língua parecia ferver... Válter foi descendo e passou a morder meus peitos, por cima do top. Meus mamilos estavam tão endurecidos e projetados que ele não precisava se esforçar muito para mordiscá-los. Tomada pelo tesão, estiquei o braço, até agarrar o pau escondido, pressionando-o com força. Válter soltou um grunhido e se colocou de cabeça para baixo, metendo o cacete na minha boca. Eu abocanhava aquele colosso por sobre o short mesmo, tentando visualizá-lo na minha mente. E Válter se deliciava novamente na minha entradinha. Eu já havia quase rasgado seu short quando murmurei, em meio a arfadas, que precisava ver aquela ferramenta. Se controlando, Válter desceu da maca e começou a abaixar o short vagarosamente. De repente, saltou um caralho gigante, lustroso na ponta, cheio de veias saltadas...


 

*


 

REMÉDIO NA ACADEMIA - PARTE II

cathy_1@mailcity.com


 

" Pulei da maca e mandei que sentasse numa cadeira. Ajoelhada, caí de boca no pênis grandioso, tentando engoli-lo inteiro. Pude sentir o gosto do líquido que saía timidamente da cabeça daquela preciosidade. A excitação era tamanha que impedia minha concentração no boquete, uma coisa que adoro. Eu precisava daquela vara pulsante em mim... Apesar do Válter parecer ser certinho, perguntei se tinha camisinha. Ele respondeu que não, mas que no armário devia ter, porque a academia fazia campanhas de prevenção. Rapidamente peguei algumas e, afoita, abri uma delas. Deslizando o plástico, me dei conta da real dimensão do canhão, comprido e grossíssimo. Tirei o top e escalei aquele homem, que se agitava na cadeira. Válter me segurou pela cintura e me puxou violentamente contra seu corpo, atochando o pau de uma vez só dentro de mim. A penetração, porém, foi indolor por causa da lubrificação abundante. Eu comprimia os músculos da vagina, pressionando o cacete de Válter, sentindo-o escorregando, se esfregando nas paredes. À medida que minha boceta secava, as estocadas eram mais lentas e exigiam esforço maior. Percebi que o caralho estava me esfolando por dentro, mas não podia parar, rebolando naquele mastro plastificado.

Voltando a si depois de me arregaçar com aquele começo impetuoso, Válter passou a me beijar calorosamente, enfiando a língua fundo na minha boca. Embaixo, me bombava com movimentos regulares, encravando o pau até o fim, me lembrando de como era bom ser arrombada por um membro de respeito. Gozamos juntos, eu de forma prolongada, soltando gritinhos e gemidos, que depois tememos que alguém tivesse escutado. Desmontei do garanhão, que levantou para tirar, com muita dificuldade, a camisinha, apertadíssima nele. Ao ver o cacete reluzente livre, ajoelhei de novo e abocanhei-o sofregamente. Tendo matado as saudades de ter a boceta invadida por um cacetão latejante, me apliquei no boquete. O gosto havia se misturado ao do preservativo, mas o sêmen que se espalhara compensava o que tinha de desagradável. Depois de chupar bem a cabeçorra, passei a lambê-lo por inteiro, da base à pontinha. O saco eu acariava com as mãos, mexendo nas bolas. Ele nem chegou a amolecer. Ficou debilitado por um instante, mas logo começou a endurecer dentro da minha boca, reatingindo sua grossura máxima. Meus lábios apertavam- no e com as mãos na bunda de Válter eu induzia-o a fodê-los devagar.

Ficamos vários minutos nos divertindo oralmente, até que Válter disse que precisava me foder de novo. Peguei outra camisinha e segurei seu pênis pela base. Vendo-o totalmente esticado, não agüentei e abocanhei a cabeçorra novamente. Com metade do pau dentro da boca, eu esfregava minha língua na cabeça e no que conseguia alcançar daquele tronco latejante. Saciada, coloquei a camisinha na ponta e comecei a desenrolá-la. Parecia que não ia caber. Válter sentou na cadeira e esperou, mas eu queria variar. Me debrucei na maca, apontei a bundinha para cima e fechei os olhos. A reação foi rapidíssima. Numa fração de segundo, senti a pica protegida forçando meu cuzinho. Desacostumada, eu me assustei com o diâmetro daquela vara e contraí o ânus, praticamente impedindo a penetração. Válter então pôs em prática sua experiência.

Delicado, encostou um dedinho na entrada e iniciou movimentos circulares, forçando vagarosamente a entrada. Quando conseguiu me penetrar, tirou o dedo e deu uma bela cusparada na mão. Esfregando a saliva em toda a extensão, meteu o dedo mais uma vez, dessa vez pondo outro em seguida. Ao tentar o terceiro, me fez dar um gritinho abafado nos panos da maca. Válter retirou ambos e voltou à posição original, encostando a pemba no meu traseiro. Nessa tentativa, deixou a gentileza de lado e me arrombou mesmo, enterrando seu caralho em um segundo, até o talo. Eu mordia os panos, apertava o colchãozinho da maca com as mãos e resistia bravamente. Meu cu estava sendo desbravado por um membro colossal. Ele parecia fora de si, metendo sem controle, arrebentando minhas preguinhas, testando a elasticidades dos meus músculos. Seus testículos encostavam na minha vagina, mostrando o quão fundo aquelas estocadas iam. Somente depois de uns cinco minutos de sofrimento comecei a me acostumar e a aproveitar a sensação de preenchimento proporcionada por Válter. Tentei rebolar, mas era impossível. Apenas recebia as pancadas do professor impiedoso... Porém, era uma sensação ótima, um pau latejando no meu rabinho, espremido, pedindo passagem. Era quente, era grosso, era melado. O suor de Válter pingava nas minhas costas, evidenciando o esforço que aquele homem fazia para desbravar meu cuzinho. Gozei descontroladamente.

Quando ele disse que também ia gozar, pensei que uma transa daquela exigia um fecho de ouro. Convenci-o a interromper a foda e a me proporcionar um último prazer. Válter despiu o pau e mandou que eu chupasse bem gostoso. Cumpri suas ordens obedientemente, primeiro pousando a cabeça na língua e depois engolindo o máximo que pude. Seu caralho tremia na minha boca, soltando pinguinhos de esperma, que só me animavam a mamar mais e mais. Eu deslizava a língua sobre as veias saltadas, me enrolava nos pentelhos, provocava tremores ao abocanhar um ovinho... Até que Válter me segurou pela cabeça, meteu o cacete fundo, quase impedindo minha respiração e anunciou o gozo. Um jato de porra foi direto na minha garganta, e outros explodiram na minha boca... o pau se libertou a tempo de soltar outros esguichos no meu rosto. Eu buscava cada gota, saboreando o gosto entre salgado e azedo do leite espesso de Válter. Enquanto punhetava-o em busca dos últimos pingos, alguém bateu na porta.

Não respondemos e depois saímos na surdina.

Válter entrou no vestiário dos professores e eu fui para o feminino, com uma ardência entre as pernas e um gostinho maravilhoso na boca. (<cathy_1@mailcity.com> )

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