9.14.2009

Cansada da Rotina

Conto de Antonia - antoniafogosassa@bol.com.br.


Acordei com fome de sexo. Meu marido estava fora de casa havia mais de um mês,, para poder concluir uma etapa do doutorado em comunicação, na Europa.

Ele só chegaria em casa em uma semana, e eu estava livre para dar para quem eu quisesse. Vou me apresentar: meu nome é Antonia, sou morena, tenho 1,72 de altura, cabelos curtos e seios fartos (pus 250 ml de silicone em cada um), pernas lindas, uma bunda que acende homens e mulheres (sou bi-sexual), sou linda, modéstia à parte.


No banho, bati umas duas siriricas, para ver se meu fogo baixava, mas só aumentou, eu estava com muito tesão... Desci para o estacionamento e encontrei o Luizinho, um vizinho meu de 17 anos, que era entregador de pizza, muito lindo, lindo mesmo, moreno, olhos verdes, cabelos lisos, 1,78 m e era malhadão, um tesão... Eu sabia que ele tinha as histórias dele, que era michê, comia clientes, coisa e tal. Dei uma secada nele, acho que ele percebeu, mas só respondeu um bom dia bem sexy. No trabalho, cheia de tesão, encontrei com Zé Carlos, o zelador do colégio, aquele homem de 48 anos com olhar sacana. Joguei tudo para o ar e perguntei: "Você sempre me olha

querendo me comer, cansei disso! Quer que eu fale com o diretor?" Depois de um silêncio mútuo, eu disse: "Então, me coma logo e pare com essa viadagem de me olhar o tempo todo!!"


Ele continuou em silêncio e me puxou para o seu quartinho e me jogou com força na cama, e já foi lascando minha roupa toda, me mordia os seios e me dava leves tapinhas na bunda. "Quero te chupar", pedi, ele não se fez de rogado e arrancou a sua calça surrada e enfiou aquela mala na minha boca.

Ele acariciava minha cabeça e meus cabelos, enfiava até a garganta, eu gemia, ora chupava seus ovos, ora lambia seu pau, passava a mão e enfiava um ou dois dedos no seu cu. Quando percebi que ele iria gozar, diminui o ritmo para poder aproveitar mais aquela jeba deliciosa. Para minha surpresa, ele puxou minha cabeça e aumentou o ritmo freneticamente como se fodesse minha boca; eu estava enlouquecida, até que ele jorrou o seu leitinho quente na minha boca e eu suguei até a última gota. Pensei que ele tinha morgado, mas pela primeira vez ele falou, gritou na verdade: "Fica de quatro, que eu quero comer a seu cu, sua puta!!!"


Ele enfiou de vez, sem dó nem piedade, senti muita dor, mas ia sentindo meu cu se abrir, fui amando, afinal meu marido não curte comer o meu cu. Ele foi metendo, me colocou de frango assado, me fodia o cu e enfiava seus dedos na minha boceta, metia muito, era uma pirocona, sentia seus bagos acariciarem minha bunda. "Toma, sua cadela tesuda, cachorra gostosa, quero te foder toda, putona, agüenta..." Eu só dizia que queria ser arrombada, lascada, que ele enfiasse tudo dentro de mim. " Estou pra gozar, minha puta", dizendo

isso, ele tirou sua jeba de dentro de mim e me empurrou com tanta força para trás que eu bati na parede. Depois, me abriu as pernas e enfiou tudo, com muita força. A pica dele era muito grande, muito gostosa, 26 cm e um cabeção vermelho, com os pentelhos raspadinhos. Ele dava estocadas fortes, me fazia gemer, até que começou a urrar e a dar estocadas cada vez mais fortes e gritou mais, entrou com tudo e eu senti como se um rio de porra corresse dentro de mim. Ele colou seu corpo no meu, mordeu meus seios mais uma vez e

me deu um tapa forte no rosto, que ficou até com marca, e saiu. Jogou-me uma toalha, ordenou que eu me limpasse e fosse embora e que a partir daquele dia me comeria sempre. Assim fiz...


Falei com a diretora que estava me sentindo mal e voltei pra casa, dormi a tarde toda, acordei umas 9, com muita fome e decidi pedir uma pizza. Quando tocou a campainha, um bela surpresa: meu querido vizinho Luizinho. "Sabia que eu conhecia esse endereço", brincou aquele menino com jeito de homem.

Começamos a conversar na porta um monte de frivolidades, até que perguntei se ele não queria entrar e comer aquela pizza comigo ou algo mais, que eu não daria conta da pizza sozinha e que queria companhia. Ele não se fez de rogado e entrou. Coloquei no SEXY HOT e deixei rolar, aliás, rolar mesmo!

Fui na cozinha pegar uma coisa para a gente beber e demorei de propósito, quando voltei, ele estava batendo uma punhetinha bem gostosa, com aquela jeba de 18cm moreninha, sem veias, com aquela cabecinha rosada...


Sem fazer cerimônia, perguntei: "Quer uma ajuda aí?" E já fui alisando aquele pinto maravilhoso, caí de boca, me deliciando naquela jeba durinha. .....Logo em seguida, ele me pediu para fazer um 69. Que língua maravilhosa!!! Eu gozei várias vezes na boca dele, eu só chupava, passava minha língua no cu dele(no começo ele não gostou, mas depois se derreteu), estávamos curtindo muito, quando ouvi a porta bater: " Antonia, o que é isso?", meu marido berrou algumas coisas, eu larguei o Luizinho, que estava petrificado de medo, fui me aproximando dele, que continuava falando um monte de besteira, me chamou de galinha, que eu era isso e aquilo, eu fui chegando, coloquei meu dedo na boca dele e disse: "Venha!".


Ele foi tirando a roupa, pedi para o Luizinho ajudar, eu iria realizar uma fantasia: fazer dupla penetração. Fui preparar meu marido, batendo um boquete para sua rola de 21cm, enquanto Luizinho acariciava meus seios, e mordia minha bunda. O Luizinho começava o seu ato, me bombando a torto e direito. Kiko, meu marido, veio durinho para cima de mim, Luizinho deu lugar na minha racha para ele, e comeu meu cu. Eu gemia e gritava. Kiko revelou que queria que alguém enfiasse o dedo no cu dele, Luizinho logo se prontificou, e eu fiquei louca pra enfiar também. Meu marido estava me surpreendendo, ele era sempre conformado na cama, mas hoje ele estava feito um animal! Luizinho pegou manteiga e untou no buraquinho do meu marido, deslizando seu dedinho até penetrar todo no cuzinho do meu marido, e ainda

depois o penetrou. Eles estavam urrando, até que meu marido empurrou Luizinho contra a parede e gritou: "Agora você vai aprender a não mexer com a mulher dos outros" e enfiou a jeba dele com tudo, eu delirei! Fui correndo chupar o pau de nosso amiguinho. Quando vi que eles estavam para gozar, ordenei que eles me deixassem chupá-los e, depois de muita chupação, os dois gozaram no mesmo instante e deixei que eles me dessem um banho de porra.

Fomos tomar um banho e comemos a pizza. Sempre trepamos desde então e, para melhorar, o Luizinho traz as amiguinhas ou namoradinhas dele para brincar com a gente.


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antoniafogosassa@bol.com.br.



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Sonho de Mulata

Autor Desconhecido


Oi, meu nome é Sandra e a história que vou contar aconteceu comigo há alguns dias.

Eu adoro mulheres negras. Se elas forem altas e esguias, vou aos céus. Acho que minha paixão por mulheres negras surgiu na época da escola. Havia uma amiga, Patrícia, negra, alta e de pernas lindas... um tesão de mulher. Os homens a rodeavam e eu os invejando. Patrícia tinha aqueles beiços que só os negros podem ter e exibir com muita honra e eram perfeitos. Não eram exagerados, eram carnudos, brilhantes e me deixavam doida, imaginando as mais diversas loucuras. E as pernas? Pareciam que sempre estavam sob ação de

algum óleo de lustrar móveis: reluzentes, o ébano envernizado. Uma delícia!

Quando, mais tarde, vi as charges do Lan e ouvia falar das mulatas do Sargentelli, me lembrava de Patrícia.

Também adoro mulatas, suas bundas empinadas, suas pernas perfeitas e carnudas. Hummmm! Embora adore mulheres, nunca tive coragem para me relacionar com alguma. Meu consolo eram os beijos e abraços tão comuns entre nós mulheres, pois se fosse homem estaria numa fossa de arrasar por não poder nem ao menos beijar um homem. Meus namorados, logicamente, foram todos

negros ou mulatos ou o menos claro possível. Chocolate é comigo mesmo. Até tentei incentivar alguns a se vestirem de mulher, mas eram muito machos para se deixarem levar por minha fantasia.

Um dia, no centro do Rio, caminhando assim meio que fora do mundo, notei, de repente, algo de estranho no ar. Percebi uma agitação fora do comum. Não era para menos: uma lindíssima e rara mulata passeava, aparentemente alheia a todo aquele agito que se formou em seu redor, olhando vitrines, perguntando algo a alguém, olhando as mercadorias dos camelôs. Alguns homens passavam

mais perto e soltavam o enfadonho "Gostosa!" ou outras coisas do tipo. Meus olhos ficaram hipnotizados por aquela mulher que vestia uma saia de comprimento perto dos joelhos, sandálias de salto alto pretas, de couro e amarradas em tiras na perna e uma blusa bem simples , mas muito elegante. As pernas reluziam mais que o couro. Dava vontade de acariciar ali, de beijar, de passar a xota nelas todas e soltar um grito de gozo longo. E que beiços mais lindos! Enfeitados por um batom vermelho escuro. Ela era nobre e eu era sua serva. Logo notei que não eram só meus olhos que a seguiam, meus pés também. Deixei-me levar. Sargentelli ficaria louco por ela! Mas, acontece,

que ele não estava ali e eu estava doida por aquela mulher que me enfeitiçou toda.

Segui-a por muito tempo até ela virar numa esquina de uma das ruas do Saara.

Ao virar a esquina trombei com ela de frente para mim, de braços cruzados. Meu coração estremeceu. As pessoas que passavam olhavam, mas logo continuavam seu caminho. Parecia que o tempo resolvera brincar e tudo pareceu lento demais.

- Alguma coisa, mocinha? - perguntou-me ela.

Sua voz era grave, mas feminina. Seu perfume era delicioso, seu pescoço vibrava e seu peito subia e descia me deixando excitada.

-Ah! É que...Bem...não sei!

- Não sabia o que responder. Eu só tinha olhos para aquele corpo e para aqueles olhos...meu Deus...verdes.

- Seus olhos são verdes!!!! - falei, de repente.

-Sim! E daí? Você está me seguindo por causa dos meus olhos? Olha aqui, moça: tenho mais o que fazer do que ficar me preocupando com mocinhas desmioladas. Se continuar a me seguir eu chamo a polícia.

-Desculpe, eu a vi lá embaixo, meus olhos a seguiram e depois meus pés e não consegui controlar o impulso. Eu me apaixonei por você!!!

Acabei de falar aquilo, me dei conta do que havia dito e fiquei vermelha.

Minha vontade era de correr dali e me esconder em algum buraco onde ninguém me identificasse. Onde estava com a cabeça para falar aquilo?

Instintivamente levei minha mão até a boca como a me policiar pelo que havia dito. Mas, já era tarde. Ela olhou para mim meio que perplexa, mas pude perceber que lentamente seu rosto foi se modificando e...não estava acreditando no que via...ela estava sorrindo e do sorriso veio uma sonora gargalhada, que inundou a rua e chamou a atenção de todos. Eu devia estar mais vermelha que tomate. Ela levantou uma das mãos e pensei que ela iria me esbofetear, mas ela a descansou sobre meu ombro, olhou-me nos olhos e disse:

- O que você disse é algo muito grave, mocinha! Você tem certeza do que falou para mim?

Eu acenei com a cabeça que sim. Não parecia mais ser eu, era como se algo me levasse a responder daquela maneira. Meu coração disparava.

-Ok, Venha comigo!

Ela se virou e começou a caminhar. Olhou para trás e, vendo que eu não arredava os pés do lugar, renovou o convite.

- Venha!

Comecei a segui-la e logo em seguida estava ao seu lado. Pude notar que ela estava calma, apesar do passo rápido e de tudo o que havia acontecido entre ela e eu há poucos segundos atrás. Ela começou a falar que seu nome era Mara, e que trabalhava como vendedora de jóias, pulseiras, anéis e bijuterias. Era casada e mãe de duas filhas pequenas, uma de três anos e outra com um ano.

Olhou para mim e disse:

- Já tive um ou outro casinho com mulheres, principalmente nos tempos de colégio! Sempre gostei de mulheres, mas sabe como é...a família, a sociedade...Preferi casar com um rapaz simpático que conhecia desde o colégio e assim me resolver na vida. Vez por outra uma das pessoas para quem vendo minhas coisas quer algo mais e eu me dou por inteira e com prazer...Assim faço minha freguesia.

- Ela piscou o olho para mim. De repente, paramos em frente a um prédio antigo, ela olhou para mim e disse:

-Tem certeza de que queres continuar?

-Sim!

- Ok!

Subimos por uma escada tortuosa e logo demos num corredor. Paramos diante de uma sala, ela pegou a chave e abriu a porta. Pediu para eu entrar primeiro e senti, enquanto passava por ela, seu olhar vasculhando até minha alma. Ela fechou a porta.

-Quer água? - perguntou-me.

-Aceito!

-Sente-se! Fique à vontade! Relaxe! Ninguém nos incomodará aqui. É meu escritório, mas aqui não fecho negócios pessoalmente, só por telefone. É raro eu chamar alguém. E é raro alguém das outras salas me incomodar.

Sentei na ponta da cadeira. Meu coração disparava. Minha vontade era sair correndo. Suava toda. Minha babaca estava molhada. Minha garganta estava seca. Mas, estranhamente, tudo isto me excitava. E mais: estava diante da possibilidade de realizar um antigo sonho! Ela voltou com a água. Estava sem a blusa. Eu olhei para seus peitos. Lindos! O bico parecia do tamanho do de uma mamadeira e eram meio caídos, mas não eram murchos. Frutos da maternidade.

Eu bebi a água de uma só vez, ela se aproximou e encostou aqueles peitos na altura do meu rosto. Me ofereceu um deles:

-Mama! Pode mamar! As crianças adoram! - disse ela com olhar malicioso.

Eu nunca tinha feito aquilo. Comecei devagar. Ela pegava o outro peito e acariciava o meu rosto. Eu fiquei excitada e logo me vi mamando com vontade,ora um, ora o outro peito. Mara ficou de frente para mim e sentou sobre minhas pernas. Estremeci. Minha babaca ardia. Ela me olhou e me ofereceu aqueles lábios...eu fechei os olhos e me entreguei. Meu sonho!!!! Senti sua língua roçar a minha e aquilo me satisfazia. De repente estava abraçando e acariciando seus peitos, enquanto chupava com força sua língua e seus lábios. Ela gemia de prazer. Senti suas mãos procurarem minha calça e ela foi enfiando a mão lá dentro. Meu grelo latejava e estava molhada. De repente, ela levantou e foi tirando minha calça , abriu minha blusa,acariciou meus seios e os chupou com volúpia. Nunca havia sentido aquilo.

Meu corpo estremeceu todo. Meu coração ardia e batia acelerado. Eu esfregava minhas mãos nos seus cabelos e na sua nuca e ela chupava tudo, do peito até minha calcinha. Num gesto rápido, ela tirou minha calcinha e começou a enfiar o dedo. Eu gritei. Ela me beijou! O toque dos seus lábios e da sua língua me deixaram mais tranqüila. Parecia que estava beijando sua xota, de tão macios que agora estavam. Meus lábios sentiam uma textura diferente, umgosto que não sentira antes. Parecia que todo meu corpo virara uma xota molhada. Era um delírio. Suas mãos, seus dedos no meu grelinho latejante.

Veio aquela torrente e eu fiz menção de gritar. Ela abafou o grito com outro beijo e eu esfregava as mãos no seu rosto, nas suas costas, nos seus seios, na sua cabeça... minhas pernas queriam enlaçar o corpo dela. Eu queria que ela não parasse mais. Me vi delirando, como se eu pudesse entrar nela ou ela entrar em mim. Como se uma fusão acontecesse e já não soubéssemos de quem era o orgasmo. Nós duas estávamos vibrando.

Logo trocamos e ela deixou eu invadir a xaninha dela. Era ela que agora gritava de prazer e eu a beijava com mais prazer. Nós ficamos neste prazer mútuo por muito tempo. Quando, enfim paramos, estávamos encharcadas. Meu corpo ainda vibrava por conta dos espasmos de orgasmo. Parecia que o mundo girava. Eu estava mole. Não tinha ânimo para sair dali. Ela veio por trás, me enlaçou com seus braços e me beijou no rosto. Ficamos assim, eu acariciando seu braço e ela, ora me beijando o rosto e a cabeça, ora esfregando seu rosto junto ao meu.

Não me lembro como saí dali e nem como cheguei em casa, mas me lembro que dormi muito bem naquela noite e acordei com uma estranha sensação no dia seguinte. Olhei para o telefone e logo procurei na bolsa algo. Achei! O telefone dela. O telefone tocou e logo ouvi sua voz. Ficamos ali conversando por um longo tempo. Marcamos outro encontro. Ainda vai acontecer. Meu coração está mais leve. Meu corpo é outro. Eu estou doida para revê-la e continuarmos de onde paramos. Eu quero Mara, a minha mulata que balança a pena ao som de Jorge Benjor.




Mensagem: 12

Data: Tue, 30 Dec 2003 12:40:59 -0300

Fatima, Minha Empregada


Meu nome é Cristina, tenho 25 anos, solteira, loira de 1,70 m, 64 Kg, cabelos lisos e longos, corpo malhado em academia, bundinha empinada, peitinhos tipo pêra e uma xoxotinha cabeluda.

Moro e trabalho em São Jose dos Campos e não tenho muito tempo para os afazeres domésticos. Portanto, contratei uma empregada que cuida da casa, lava e passa roupa, faz feira e supermercado... Uma verdadeira governanta de

meu lar. Seu nome é Fátima.

Fátima é uma mulher casada, 35 anos, morena jambo, cheinha, seios fartos e bunda saliente, coxas grossas e bem torneadas, cabelos curtos e negros, traços finos no rosto e olhos cor de mel... Uma mulher muito bonita e tipo gostosona. Ela costuma usar vestidos de algodão curtos e decotados que realçam seus atributos... Soutien nem pensar... Não usa nunca e calcinha só de vez enquando.

Um dia cheguei mais cedo do trabalho e, entrando em casa, não vi Fátima. De repente, um barulho me chamou a atenção em direção ao meu quarto. Quando lá cheguei, Fátima esta nua em minha cama se masturbando com um toco de madeira roliça, enquanto massageava os mamilos grandes e escuro... Fiquei escondida até que ela gozasse e foi um Super Gozo... Gemendo e gritando de prazer.

Nesse momento, entrei no quarto e Fátima, sem graça , foi logo dizendo que eu podia demiti-la. Primeiro eu a acalmei e, depois, fiquei sabendo que seu marido não a comia há mais de 6 meses e que ela estava morrendo de tesão. Ao

nos aproximarmos, tive uma reação estranha e a beijei. Ela retribuiu e foi tirando minha roupa. Começamos a nos acariciar e ela passou a lamber minha xota peludinha e meu cuzinho, me fazendo gemer de prazer. Quando fiquei bem molhadinha, ela pegou o toco de madeira e introduziu na minha bocetinha, iniciando um vai e vem delicioso até que eu gozei... E foi uma Super Gozada. Meio sem jeito (era minha primeira vez com uma mulher e dela também, soube

depois), comecei mamar suas tetas e enfiar meu dedo na sua buça, massageando o grelo. Ela gemia e pedia para que eu a fodesse. Fui até meu guarda-roupas, peguei um vibrador (afinal sou solteira e preciso de distração) e meti em

seu rabinho, enquanto lambia sua xaninha. Fiz aquela mulher gozar de uma forma nunca vista.

Desde esse dia ela mudou sua jornada de trabalha lá em casa, visando ficar até mais tarde. Assim, sempre que possível, nos fodemos até obtermos uma Super Gozada.

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