5.22.2009

DOIS CONTOS RECEBIDOS POR EMAIL

CASAL PERFEITO
Autor Desconhecido
"Tudo começou em um dia em que, de volta da faculdade, encontrei, ao chegar à minha prima
Sônia ? uma coisinha linda, com tudo em cima. Nessa noite ela estava chorosa e chorosa me
contou que havia terminado seu noivado............ O motivo, disse-me ela, era porque seu noivo,
Ricardo, vivia de porre. ................Era o tipo do cara que não lhe dava a atenção eo carinho que
merecia. Há um ano e meio ela vinha suportando uma situação desagradável, esperando apenas
uma oportunidade para acabar com aquilo de uma vez pôr todas. ....................Suas lágrimas,
portanto, eram de felicidade. ...........................Finalmente, ela se livraria do bebum. E eu tive
cuidado de convidá-la para um chope ? aleguei que a bebida a faria relaxar. Fomos então para um
barzinho pôr ali mesmo, onde eu realizaria milagres na emotividade de minha priminha.
...........................Quando nos sentamos à mesa, notei que mil pares de olhos masculinos se
dirigiam para o corpo escultural de Sonia. Suas coxas, desnudas, e com tenue camada de pelos
dourados, davam prazer de se ver.............. Foi assim que, ao acaso, surgiu uma oportunidade que
eu tanto aguardara e que agora se oferecia como que um presente dos deuses.
...................Usaria para seduzi-la, toda a minha sutileza e diplomacia. Após uns três chopes,
Sonia, agora mais calma, sugeriu que tomássemos um uisquinho, pois o chope lhe trazia
recordações desagradáveis. ....................Chamei o garçom e pedi duas doses de um bom uisque.
Eu sabia que, depois que ela bebesse, o meu objetivo seria mais fácil de alcançar. Não estava me
sentindo o melhor dos caracteres, mas o apelo da carne é mais forte do que qualquer pieguice
moral. Eu já acariciava as coxas de minha prima pôr debaixo da mesa. Sonia, já inteiramente
inebriada pelo uísque e pôr minhas piadas picantes, fez uma pausa no riso e disse-me que não
comia nada havia horas. De caso pensado, paguei a conta e rumamos no meu carro para um
simpático restaurante, que tinha pôr vizinho um aconchegante motel...................... No caminho,
Sonia viu, no banco de trás do automóvel, um sutiã ? com certeza de alguma gatinha da
faculdade. Notei, antes pelo brilho de seus olhos que pôr suas palavras, que aquilo a deixou
excitada. Aproveitei e contei-lhe uma meia dúzia de aventuras que vivi com algumas de minhas
colegas de classe, tendo o cuidado de carregar nas tintas do erotismo. No restaurante, após
comermos alguma coisa leve, iniciamos um papo sobre a liberalidade ? em todos os níveis ? da
mulher........................ A coisa começou e esquentar e, sem que eu esperasse, Sonia,
puxando-me contra si, beijou-me deliciosamente sob os olhares admirados de alguns fregueses do
restaurante. Pôr debaixo da mesa, e com muita discrição, minhas mãos roçaram, suas coxas
roliças e peludas. em pouco tempo, meus dedos endiabrados penetraram em seu sexo ardente
tirando-lhe sufocados gemidos de prazer. ....................Sentindo que estava na hora da decisão,
chamei o garçom e pedi que me trouxesse a conta. ................Sem perda de tempo, entramos no
carro. Ficamos os dois em silêncio até que estacionei na garagem do motel. Sentia, tale era o meu
tesão, um friozinho louco me percorrendo a barriga. .....................Dei a volta na chave. Sonia,
deixando-me adivinhar sob o jeans sua bundinha empinada e carnuda, era uma promessa de
prazeres sem fim. ...................Eu quase não acreditava no que estava vivendo. Ela, em sua
deliciosa embriaguez, meteu-se logo debaixo do chuveiro, não sem antes me proibir de entrar no
banheiro. Foram momentos de intensa expectativa..................... Louco, com o membro
duríssimo, fiquei imaginando a água tepida escorrendo pôr todo aquele corpinho gostoso. Mais um
pouco e da saiu, vestida como entrou. Sentiu-se descalça na beira da cama. eu, ajoelhando-me à
sua frente, comecei a beijar-lhe os pezinhos de formas perfeitas. Sonia deixou que seu corpo
caísse sobre a cama. ...........................Fui subindo com a língua sobre suas pernas. Beijei-lhe
ternamente o joelho e continuei subindo. Meus lábios, língua e dentes acariciaram o interior de
suas coxas. Ela se mexia levemente. Levantei sua saia de modo que somente sua calcinha branca
lhe tapava o sexo. .........................Beijei sua vagina sob o leve tecido branco. Rocei meu nariz
entre seus grandes lábios e, levantando um pouco a cabeça, friccionei minha língua sobre sua
vulva. Senti que o tecido começava a se umedecer e aquele líquido que se desprendia de suas
entranhas inundaram as minhas narinas com um perfume sem igual. Ao mesmo tempo, minhas
mãos apertavam-se sobre seus seios. ......................Sentia os mamilos se intumescerem debaixo
de meus dedos. Sonia gemia e, sem que eu pedisse, baixou a calcinha. Louco de tesão, enfiei a
minha língua inteira em sua vagina. ...................Ela gritou, apertou minha cabeça contra sua
pelve cabeludíssima que se agitava ritmicamente contra meu rosto e anunciou, aos gritos e
gemidos, que estava gozando................... Eu, não resistindo a todos aqueles estímulos, livrei-me
de minhas calças e cuecas e, abandonando a carícia oral, penetrei-a em movimentos vigorosos.
As marcas no lençol deixaram bastante claro que se tratava de uma virgem. Essa evidência, perto
de meu membro esfolado, quase não dizia nada. Pela primeira vez em minha vida, rompi um
himen. .........................Depois de tanto prazer, de tantos gozos e da minha absoluta surpresa,
adormecemos pôr mais de uma hora. .........................Quando acordei, de membro ereto, estava
roçando as nádegas carnudas de minha prima. O cheiro de sexo ainda inundava o quarto. Sonia,
esfregando-se em mim, demonstrava, com os movimentos de sua bundinha tentadora, que queria
receber tudo a que tinha direito. .......................Não me diz de rogado. Saboreei seus beijos
deliciosos, e meus dedos penetraram em sua gruta, levando-a a atingir orgasmos múltiplos.
Depois, foi ela quem teve a iniciativa e virou-se oferecendo-me seu buraquinho ? também virgem.
Comecei, bem devagar, a colocar minha glande em sua pequena abertura anal. Como senti certa
dificuldade na penentração, tive o cuidado de passar um pouquinho de creme lubrificante. Foi
fantástico. ela gemia a cada centímetro que entrava. ............................Eu, cavalheiro, ia pondo
devagar........................... Quando estava tudo dentro, foi que fiz Sonia subir pelas paredes, pois
iniciei os movimentos mais selvagem de que fui capaz. .........................Cada vez que eu entrava
e saía de dentro de minha prima, arrancava-lhe lágrimas e gritos de dor e de prazer.
...................Ouvindo seus soluços, quis parar.................... Porém ela me implorou, soluçando,
que continuasse. ela gozou mais de três vezes e, ao fim de certo tempo, pediu que a inundasse
com o meu leite quente e farto. ..............................Fiz-lhe a vontade e ejaculei todo o meu gozo
em suas entranhas em fogo. ...........................Foi um orgasmo fantástico, desses de que as
palavras não traduzem as sensações. Saciados, relaxados nossos desejos, ainda levemente sob os
efeitos do álcool, adormecemos abraçados. ....................Antes, porém, em mil beijos e carícias,
demonstramos um ao outro o tanto que nos queríamos bem. ...................E, no outro dia,
amanhecemos fazendo amor.................................. Desse dia em diante, passamos a viver juntos
e hoje somos o que a maioria se preocupa em rotular de: casal perfeito"
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ENXAQUECA PROVIDENCIAL
Autor Desconhecido
"Num dia destes, estando em minha sala de trabalho, fui repentinamente tomado pôr uma forte
enxaqueca. ..........Como nas outras vezes, fui em busca de um suco de laranja para melhorar. A
caminho do bar, encontrei o meu colega Fábio, que fez questão de me acompanhar. Ao
passarmos pelo ponto de ônibus, vimos uma garota loura, de mais ou menos uns 19 anos, corpo
perfeito, pernas roliças, seios empinadinhos, sob uma minissaia de fazer inveja às outras garotas.
.................Eu e Fábio nos olhamos e percebemos que os nossos pensamentos coincidiam:
afastamos a idéia do suco de laranja, eu esqueci a dor de cabeça e ficamos à sombra de uma
árvore, admirando aquela garota, que, pelo material de estudo, ia ao cursinho pré-vestibular.
Resolvemos acompanhá-la e descobrir onde ela estudava. .................O ônibus estava cheio de
estudantes. Recomendei a Fábio que ficássemos perto dela, pois éramos dois e, provavelmente,
ela também ficaria ao lado de alguma amiga, como é costume das vestibulandas. Dito e feito: a
garota logo iniciou um bate-papo com outra, ao meio do corredor do ônibus, chamando-a de Gigi.
Prestei atenção na conversa e soube que a gata se chamava Mara. Nós estávamos bem próximos
a elas e notamos que vez pôr outra olhavam para trás e riam. ....................Aí, eu entrei em
paranóia; como sou um homem de meia-idade e meu colega é um rapaz elegante, porte atlético,
loiro, de olhos verdes, na plenitude de seus 21 anos, acreditei que tal disparidade estivesse
causando risos.................... Mas não era nada disto. Aproximamo-nos mais um pouco e
aconteceu o inevitável: o contato com o corpo de Mara, quando o ônibus lotou mais um pouco. A
minha braguilha, ao roçar suas ancas, aumentou o meu grau de excitação, Olhei para o lado e vi
Fábio, na mesma posição, roçando em Gigi. Propositadamente, a cada parada de ônibus, eu
pressionava o meu pênis no traseiro de Mara e ela parecia não se incomodar nem um pouco.
Notei que a conversa entre as duas tornava-se cada vez mais alegre. Acreditei que estivessem
gostando e se excitando também. ....................Em dado momento, sem que ninguém percebesse,
Mara virou-se de lado, passou os livros para o outro braço e, sutil e silenciosamente, deixou sua
mão direita cair na altura do meu pênis. De repente, com a ponta dos dedos, ela procurou alisar
minha glande de leve. Fitei seu rosto e vi que ela mordia os lábios, excitada. O calor que se
desprendia de seu corpo era febril. Mara não resistiu e encheu a mão. Não foi possível suportar
esta situação. Aproximei-me do seu ouvindo e indaguei se ela não gostaria de matar aula, junto
comigo.......................... Com um simples aceno de cabela, ela respondeu que sim. Tudo parecia
liberado, naquela hora. Combinamos descer no próximo ponto. No entanto, havia o meu colega
que já mostrava total entrosamente com a outra. Mara fez um sinal de aprovação e deduzi que
sua amiga nos acompanharia. Descemos na Avenida Paulista e, como meu carro estava em
frente à empresa, pegamos um taxi e fomos até lá. Então, sugeri que fôssemos até um terreno
que tenho á beira da represa. .........................No caminho, Mara se postou ao meu lado e iniciou
um verdadeiro interrogatório. Notei que, embora ansiosa, ela estava um pouco receosa em manter
um relacionamento mais íntimo com uma pessoa um pouco mais velha. Finalmente, chegamos ao
Paraíso das Árvores, o meu terreno. Encostei o carro de tal forma que avistássemos a represa,
cuja paisagem é maravilhosa. Fábio e Gigi logo embrenharam-se naquele matagal. Ficamos a nós.
Aquele ar puro e aquela paisagem proporcionavam um ambiente dos mais agradáveis e
excitantes..................... Peguei Mara pela mão e saímos a passar, trocando efusivos beijos e
acalorados abraços, a todo momento. ..............Olhei para o seu corpo e não acreditei ter tudo
aquilo em minhas mãos. Sua pele parecia veludo, aquelas pernas cobertas de penugens louras, sua
voz meiga e louca... Paramos e sentamos sob um eucalipto................. Mara abraçou-me
fortemente e, num demorado beijo, senti minha língua ser tragada pôr sua boca. Neste instante,
ela mordeu meus lábios e unhou minhas costas. Meu corpo tremeu de excitação. Corri a mão pelo
seu ventre e a senti toda arrepiada. Quando me aproximei de sua vulva, sob a calcinha, ela gemeu
e, num bote certeiro, arrancou meu membro para fora da calça e, ao mesmo tempo em que o
friccionava, chupava-o, deliciosamente................ Era insuportável aquela situação. Sua língua
fina e quente deslizava no meu pênis latejante................. Subia até a barriga, mordiscava os
testículos e, quando chegava à glande, dava aqueda sugada, arrancando de mim um gozo
alucinante. Então, desvencilhei-me rapidamente da calça e da camisa. Mara parecia ter
enlouquecido. Tirei a camiseta dela e alisei suas costas; toquei seus seios, cujos mamilos estavam
pontiagudos. ...................Mamei-os. Passava a língua e mordia aqueles biquinhos durinhos. Mara
gemia. Inesperadamente, ela se livrou da minissaia e da calcinha, ficando completamente linda,
quer dizer, nua. ....................Então jogou-se sobre meu corpo e pediu que a apertasse. Ao passar
a mão sobre sua vagina, a notei toda molhadinha. ..................Quando toquei na parte superior de
seus lábios vaginais, mara gritou: 'Não!' Com todo o cuidado, ajoelhei-me e abri suas pernas
roliças e vislumbrei sua gruta rosada. Introduzi língua em sua vagina apertada, fazendo Mara
delirar. ...........Quando toquei em seu clitóris, pareceu desmaiar. Depois, refez-se e explicou-me
que era virgem e não sabia pôr que guardava tantos tabus e preconceitos, 'parecem resquícios da
educação familiar'. No entanto, ela acrescentou que o que gostava mesmo era de gozar. Sugeri
que fôssemos até a represa tomar um banho para aliviar aquela situação; afinal tínhamos tempo
para saborear tudo. Ao entrarmos naquela água gelada, na altura do quadril, Mara começou a
brincar de fazer ondinhas, que sacudiam meu pênis e batiam na sua vagina, o que despertou nosso
tesão. Saímos correndo da água em direção ao carro. Deixei-a correr na minha frente, só para
apreciar aquele belo traseiro. Aquelas nádegas balançando pareciam ter sido esculpidas pôr mãos
de artista. No meio do caminho, Mara tropeçou e caiu. Fui ajudá-la, mas ela não aceitou:
abocanhou meu membro e, como uma desvairada, em movimentos de vaivém, levou-me, outra
vez, ao êxtase. ........................Passei novamente a mão em sua grutinha, de onde saia um líquido
opaco e viscoso. Ao encostar o dedo médio em seu clitóris intumescido, Mara arrancou o membro
de sua boca e começou a rocá-lo naquela vagina em brasa. Tal era a força com que ela
esfregava, que chegou a esfolar meu pênis e a gozar várias vezes, continuadamente. ...............Como ao nosso lado havia um tronco deitado, mara sentou-se em cima dele e começou a 'cavalgá-lo' , friccionando aquela grutinha na madeira suja, enquanto pedia que eu me masturbasse e jorrasse sobre ela. Lambuzei-a todinha com meu esperma. .............Ela, então, lubrificou as mãos e virou-se de quatro, oferecendo-me o ânus. Estranhamente, ela me contou que nunca havia transado o coito anal. Mas como tudo tem a primeira vez, pedi-lhe que relaxasse, pois aquele relacionamento não a prejudicaria em nada, apenas nos divertiríamos. ...................Peguei o mmbro e fui introduzindo.
Quando a glande tocou na borda de seu ânus, Mara regulou. Pedi que ficasse calma e procurasse
relaxar. Para excitar mais, toquei em seu clitóris e comecei a massageá-lo............ Aos poucos, fui
introduzindo-lhe o pênis e, à medida que penetrava, Mara movimentava-se freneticamente.
Aquele buraquinho era tão apertado que pensei não colocar mais que a metade do meu falo. Ao
chegarmos ao climas, Mara, repentinamente, parou de movimentar-se e passou a piscar o ânus
sem parar. Seus olhos fechados e sua fisionomia traquila traduziam a satisfação. Pegamos nossas
roupas e fomos para o carro, ao encontro de Fábio e Gigi. ........................Ao nos aproximarmos,
olhei para o alto e avistei, em cima duma arvore, numa calcinha manchada de sangue. Pensei que
Fábio houvesse cometido algum ato abusivo com Gigi. .....................Mas, quando perguntei aos
dois o que havia acontecido, a moça me explicou que estava menstruada e Fábio, possesso pôr
não ter aproveitado nada, pendurara a calcinha em cima da árvore e dormira.
......................Depois, deixamos as gatinhas em casa e fomos bater o ponto no trabalho. Volta e
meia, vou ao meu terreno com Mara para reviver aqueles deliciosos

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