12.15.2008

INOCENCIA OU SEDUÇÃO e MEU PRIMEIRO NAMORADO



INOCENCIA OU SEDUÇÃO ?



Oi, meu nome é Gabriel , e adoro gordinhas. Quem já
leu meus relatos sabe disso.
Daniela, uma gordinha deliciosa, era amiga da minha sobrinha. Como eu gosto : de seios grandes, coxas grossas, costas deliciosamente largas, um rosto de boneca.
Como eu estava carente - não tenho muita sorte com
mulheres,estava sozinho naquele tempo - talvez tivesse
imaginado que ela estava me seduzindo.
Vou descrever para vocês o que aconteceu e talvez vocês possam me ajudar a chegar a uma conclusão.
Um dia,eu estava em casa de minha irmã e ela chegou
em casa , prá sair com minha sobrinha. Minha sobrinha
foi tomar banho e ficamos batendo papo.


Durante a conversa não resisti e meus olhos , estavam sempre dando uma olhadinha discreta nos enormes seios dela.. Não que ela estivesse com um grande decote ou algo muito transparente, na verdade ela estava com uma camisa de seda, meio folgada, mas seus seios eram grandes e minha imaginação estava à mil .
Eu estava agachado e ela em pé, o meu rosto estava na altura do peito dela , ela chegou bem pertinho, se aproximou , fingindo ser sem querer, prá pegar um cd numa estante atrás de mim. Chegou a roçar os mamilos bem proximos da minhas bochechas, dos olhos Eu estava
visivelmente excitado, meu pau duro fazia volume nas calças de tecido leve. . E claro, para me provocar, eu imagino, ela colocou o cd que estava lendo na mesinha do centro, e se abaixou bem na minha direção, me deixando dar maisuma espiadinha. Nesse dia se vestia de forma provocadora.


Estava de mini saia jeans e como era gordinha, ao sentar-se a saia levantava revelando suas coxas grossas e fartas .Viamos TV e ela pegou uma revista e foi se sentar numa poltrona que ficava ha uns 3 metros, num canto da sala. Estava bem na direção do meu olhar,e cruzava e
descruzava as pernas Disfarçadamente abria as coxas pra que eu pudesse ver a sua calcinha . Em dado momento me virei pra comentar uma cena e meu olhar, como uma flecha, bateu em suas pernas e vi a calcinha.
Fingi prestar atenção na TV mas, agora, me virava sempre pra comentar alguma coisa e fiz questão que ela visse meu olhar fixo nas suas coxas. Fingindo distração, ela abria as pernas e fingia ler a revista .Eu não tirava mais os olhos do seu corpo e meu cacete estava todo duro, fazendo um volume imenso nas minhas calças. Minha sobrinha estava demorando .
Minha irmã estava na cozinha .


Eu estava sozinho com Daniela e isso me deixou ainda mais tesudo e eu ficava, toda hora, tentando disfarçar aa ereção. Meu olhar penetrante não conseguia se afastar de suas coxas e ela, lentamente, foi abrindo as coxas pra que eu visse o tufo volumoso de sua coninha deliciosa coberta pela calcinha. .
Aquela gordinha estava tirando o meu juízo. Era de propósito ou sem querer ? Ou eu estava imaginando coisas ?Estava com certeza que ela também me queria.Ou estava só brincando comigo ?*

Minha sobrinha pediu prá eu buscar seu namorado no aeroporto e leva-lo ao hotel. Daniela foi convidada para ir junto e aceitou. O namorado da minha sobrinha era muito simpático,
acompanhamos ele ao hotel e ele nos ofereceu alguns drinques no bar do hotel.De todos nós, quem mais bebeu foi Daniela, tomou uns três copos de vinho. Minha sobrinha decidiu ficar com seu namorado no hotel e sem jeito, me pediu para levar Daniela em casa. Percebi que Daniela não gostou muito, cochicou um pouco com minha sobrinha, parecia contrariada .. Me deu o seu endereço, falando baixinho, com os olhos baixos e cobriu as pernonas deliciosas com uma blusa. De repente , ela se deu conta que não estavamos indo para a casa dela.


Meio zangada. me perguntou para onde eu a levava. Eu lhe disse que ia passar no meu apartamento prá pegar uma blusa e depois a levaria em casa.Chegamos no meu apartamento e eu lhe ofereci um copo de vinho, enquanto ela esperava eu pegar a blusa. Tive que insistir para ela aceitar . Ficou na sala sentada, com as pernas bem juntas, cobriu-as com a blusa, parecendo envergonhada e sem jeito. Voltei com uma blusa, peguei uma bebida pra mim e outra prá ela. Ela não queria aceitar, mas aceitou.. - Vamos embora, então ? ela perguntou.- Calma, não tenha pressa. , eu respondi , quero te fazer uma pergunta. - Pode fazer, - ela disse.- Você estava me seduzindo ? lá, na casa da minha irmã ?- Como assim ? Não sei - Você deixou os botões da blusa abertos, prá eu ver seus seios, vc abriu as pernas e me mostrou a calcinha. Você quer me deixar louco ?- Nao fiz nada disso, deve ter sido sem querer.- Você sabe que é gostosa, não devia fazer isso. Me deixou louco de tesão - eu disse, com a boca grudada no ouvido dela. - Você viu como eu fiquei de pau duro ? E comecei a dizer o quanto ela era bonita e sensual.

Ela me dizia que precisava ir embora, pois seus pais ficariam preocupados.- Não vou deixar você sair daqui antes de me dar um beijo, eu disse. - Por favor, não, ela respondeu e começou a pedir
delicadamente que eu parasse com aquela conversa. Sua proximidade, me deixou de pau duro .

Peguei no rosto dela ,e tentei beijá-la, ela continuou a protestar. Disse que ia gritar se eu não parasse. - Então grita, eu disse, abri um botão da blusa dela e beijei levemente seu colo . Aos poucos , fui abrindo a blusa dela, beijando cada pedaço que se desnudava .Ela sempre me pedindo para parar,dizendo que eu estava me aproveitando porque ela estava meio tonta. Eu disse a ela que só queria ver os seus seios,disse que ela nem precisaria tirar o soutien .Depois a levaria embora. - Promete ? ela perguntou . - Prometo, eu disse. Ela então deixou que eu tirasse a sua blusa. Ficou apenas com a saia jeans e meu olhar se maravilhou com aqueles seios volumosos mal cobertos pelo soutien, balançarem na minha frente . Eu estava pegando fogo de tesão. Peguei outra bebida prá ela..Ela tentou recusar, dizendo que já estava tonta.. Eu disse a ela que se
ela bebesse,eu a levaria embora. Ela pegou a taça. e bebeu devagar. Eu puxei a blusa que cobria suas pernas grossas e abri seu soutien, - Não, ela disse. - Eu só quero ver seus seios, suas coxas, só ver, eu disse, só ver...depois te levo embora....prometo, prometo - Eu disse,com voz rouca e descontrolada, e tirei o soutien.. Eka tinha grandes seios, de bicos enormes e aureolas morenas..ficaram balançando, me olhando...
- Você é muito gostosa, eu disse, com a boca colada no ouvido dela - você me deixa louco. Enfiei a lingua no ouvido dela, mordi sua orelha , comecei a chupar e lamber seu pescoço... desci a língua pelo seu colo e lambi seus mamilos depois seus seios e chupava como se quisesse sugar todo o seu corpo por ali. Apertava um dos seios com uma mão e rodava seu mamilo de leve, enquanto chupava um e depois trocava. Deixei o seu peito todo molhado da minha baba. Ela protestava ainda e tentava afastar meu rosto .Mas eu estava tarado por ela. e naõ atendi ao seu apelo. Continuei meu banho de língua ,recostando-a no sofá e fui descendo até ao seu umbigo onde me demorei mais um pouco batendo com a minha língua no seu buraquinho e dando pequenas
mordidas na sua barriga , enquanto apalpava as pernas grossas. Levantei sua saia e com calma fui rodeando com a lingua as partes internas das suas coxas, sem tirar sua calcinha, Sempre lambendo e chupando. Ela começou a gemer involuntárimente. Subi os lábios até seu pescoço e fiquei a poucos centímetros da sua cara. Ela não dizia nada, mas seus gemidos e sua boca diziam bem o que queriam.- Você é muito gostosa,mulheres gostosas como você não deveriam tentar seduzir como vc fez comigo..Não aguentei mais e sabia que tinha de possui-la.
Agora não tinha volta. Eu estava como louco. Fui lambendo seu pescoço e beijei-a pela primeira vez bem fundo, bem forte.Minha língua invadiu a sua boca me enrolando com a sua . Continuei beijando-a e abri minha calça, tirando meu pau prá fora. Então ela levanta os olhos para mim e
repara que estou com meu pau a descoberto. Ereto e pujante. Ela afoga um gritinho . Mas não descola os olhos do meu pau. Como se receasse que fosse uma cobra que estivesse a dar o bote.Uma cobra que a tivesse hipnotizado. Tirei a sua saia, ela levantou um pouco o tronco para
que eu pudesse puxar a saia . Beijei-a de novo, longamente, e desci a lingua para as coxas enormes, mordi suas coxas ,lambi ,chupei e sem resistência, tirei sua calcinha. Então eu enfiei a cara no meio das suas pernas,.e enfiei minha língua naquela xaninha volumosa.
Que delícia! Eu lambia e chupava com muita vontade e ela foi-se entregando completamente a minha boca. Ela já estava completamente minha. Se contorcia toda. Rebolando na minha boca.Eu chupei ela com muita vontade e sem pressa. Devorei seu grelinho até que ela gemeu longamente e gozou tão fortemente, que teve que se apoiar na minha cabeça que ainda estava encaixada no meio das suas pernas. Eu estava como louco. Fui subindo e beijei-a de novo .
Com o gosto do seu próprio gozo. Ao mesmo tempo fui posicionando minha rola na sua entradinha Ela balbuciou umas palavras incoerentes ,que eu nem ouvi , eu estava tonto de tesão , que nem um animal. Mal senti que estava na entradinha forcei um pouco a entrada e quando senti aquela sensação de entrada da cabeçona eu mandei tudo para dentro. Com calma ,mas
com força . Ela gemia , se contorcendo debaixo de mim, Era um misto de dor/prazer que me deixou louco. Ela se agarrou bem forte a mim e suas pernas me rodearam a cintura se abrindo toda. Eu mal a senti toda aberta à minha entrada, comecei a socar bem fundo. Devagar e
forte no início. Ela gemia e estremecia a cada investida. - Delicia, eu disse.. admite que vc me provocou, admite que queria isso desde o ínicio. não é ? *- Não fala nada, ela disse, cala a boca, só me come. Transa comigo,bem gostoso.

Eu continuava cada vez mais forte bombando nela, aumentando sempre a velocidade. Ela rangia os dentes, mas aguentava . Eu adorava ver aquele monumento de carnes, balançando, aquele mulherão, gemendo, sendo arregaçada daquele modo, como se fosse uma mulher
frágil . - Putinha eu dizia. Safada, Vadia ! - Isso, .. me chama de puta. Sou sua putinha .
Massacra minha xaninha. Me trata como uma puta. Quero tudo dentro de mim. Soca com força, mais forte..Eu continuava , cada vez mais forte. Bombando aumentando a velocidade. A cada investida, ela deixava escapar um gemido e suas pernas iam-se abrindo aos poucos ainda mais. * Come, me come, que tesão... ela disse.; Me fode ! Me estupra ! ! Estupra a sua boceta
que está ardendo prá ser comida*Eu não me fiz de rogado, peguei nos seus cabelos por
trás e mandei ela ficar de quatro na minha frente. Ela rebolou a sua bundona na minha frente e olhava de ladinho para o que eu ia fazer. Levantou o rabo o mais que pôde para eu poder chegar com facilidade na sua entradinha. E eu não escusei. Coloquei a cabecinha e quando senti que estava lá, eu peguei nos dois lados das ancas largas e mandei uns tapas violentos que marcaram sua bunda , seguido de uma estocada violenta nela. Ela estremeceu nas minhas mãos e mandou um urro de prazer. Desta vez não foi de dor, não. Fui bombando nela, assim de quatro e ela rebolava-se toda na minha frente.
*Mas eu tinha outras intenções. Então eu deixei meu pau ficar bem melado enquanto ia colocando um dedo no seu buraquinho do cuzinho. Era bem pequenininho e apertado. Isso me deixava ainda mais excitado. Ela dava pequenos gemidos, arrepiada com aquilo. Então
consegui colocar dois dedos. E ela foi rebolando mais , gemendo mais alto .Não esperei mais e numa das investidas deixei meu pau de fora e apontei no buraquinho. Ela sentiu a pontona
do meu cacete no traseiro e tentou se baixar, mas eu já prevendo isso tinha-a seguro pela cintura e mantinha lá, sempre forçando aos poucos. Ela disse não, aí não, ela disse . mas eu nem ligava.**- Vou comer seu cuzinho, minha vadia .. *Quando estava já um pouco mais de metade, eu segurei bem firme as suas nádegas bem abertas e entrei com tudo. Senti as suas carnes se moldarem de forma brusca à minha passagem e ia sentindo aqueles impulsos e convulsões dos músculos das suas entranhas a se habituarem ao meu tamanho.**Ela estava com a cara enfiada nas cobertas e percebi que começava a se masturbar com rapidez . Eu esperei mais um pouco até seu cuzinho se habituar ao meu cacete e aos poucos comecei a bombear. Não demorou muito para estar num frenesim intenso sacudindo o corpanzil dela na minha frente. Então eu agarrei ela pelos cabelos e bati na sua bunda, enquanto ela se masturbava no grelinho. Sua bundona batia no meu saco, ela vinha cada vez mais prá trás, pedindo mais e mais enquanto colocava dois dedos dentro da sua grutinha e foi massageando bem gostoso. Depois larguei seus cabelos e quando senti que estava quase explodindo em prazer na sua bunda, fiquei deitado nas suas costas , mas agarrei seu pescoço, apertando um pouco ao mesmo tempo que segurava o gozo. Ela ficou
vermelha com um pouco de falta de ar, sentindo meu membro pulsando dentro dela enquanto ela crispava a mão dentro da sua boceta encharcada.*Ela se masturbava tão loucamente qeu não aguentou e gozou que nem doida, se contorcendo e umedecendo as suas pernas.-Eu vou gozar, eu urrei.. - Não, ela disse, goza na minha boca.. goza...Então ela pegou minha rola com as duas mãos e lambeu, me provocando um frisson .olhando bem fundo nos meus olhos .Depois foi tentando engolir o cacete ....mas ficou difícil, porque ela tinha a boca pequenina e meu pau é relativamente grande. Não em tamanho, porque tem uns 18cm, mas em grossura que terá cerca de 6
centímetros de diâmetro. Então foi lambendo a pontona e o resto do mastro brilhando de tão duro . Dava pequenas mordidas e punhetava ao mesmo tempo. Depois chegava no saco e botava as bolas na boca, chupando.
Eu estava em ponto de ebulição com tudo aquilo.Não estava conseguindo mais segurar o gozo. *Então eu segurei ela bem na frente do meu pau e enfiei a ponta na sua boca, indo e vindo devagar, fodendo sua boca . Ela gemia, eu xingava ela . Não aguentei muito mais e descambei numa enorme explosão de porra bem na boca dela. Ela ficou engasgada com tudo aquilo e ameaçou golfar, mas conseguiu se controlar e foi toda melada na cara com a minha porra.
Ficou toda lambuzada. Não contente com isso eu ainda esfreguei o caralho na cara dela, limpando os restos de sêmen que tinha ficado.**Meu cacete foi ficando mole e ela segurou nele,
carinhosamente . Ela se encolheu toda e me pediu que a abraçasse. Então ficamos um bom tempo ali deitados nos beijando .Eu perguntei novamente a ela , se havia me provocado ou se foi sem querer que ela me provocou Ela sorriu e não respondeu. O que vocês acham ? Ela me provocou, me seduziu ou foi involuntário da parte dela a sedução ?
Gabrielmailto:Gabrielnarcisosantos@hotmail.com


* * * *


MEU PRIMEIRO NAMORADO
escrito por Priscila pri_21@hotmail.com


É difícil explicar o que se passa na cabeça de uma
menina, especialmente se você for de uma família pobre
como a minha.
Meu nome é Priscila e eu tenho dezenove anos. Meu pai
parecia um daqueles bicho-grilos, e vivia de bicos e
de vender bijuterias na rua. A minha mãe bebia muito e
freqüentemente me batia sem motivo algum. Morávamos na
casa de uma prima da minha mãe, se bem que casa era
uma maneira de dizer. Era apenas dois cômodos e um
banheiro, perto do rio Tietê.
Eu lembro que desde pequena eu via os meus pais
trepando, pois não tinha porta na casa, e a minha cama
ficava bem em frente da cama deles, e como as janelas
não tinha cortina entrava a luz da rua. A minha mãe
chupava o pinto do meu pai, que eu lembro que era bem
grande, até ele ficar duro e depois pulava por cima
dele durante um tempão. Quando ela bebia demais, quase
sempre, ela gritava coisas como tesão, e eu vou gozar,
varias vezes. Depois ele mandava ela chupar até ele
gozar na boca dela.
Quando eu tinha uns dez anos, eu
lembro que a minha boceta começou a ficar molhada
vendo eles treparem, e eu pus a mão para secar. Senti
na hora um negocio quente e muito gostoso e continuei
a mexer lá enquanto via o meu pai foder a minha mãe.
De vez em quando vinha uma sensação forte, deliciosa,
que me tirava o completamente o fôlego. Só muito tempo
depois eu soube que aquilo se chamava gozar.
Isto
acontecia quase todos os dias, e eu fui me viciando no
prazer. Um dia, eu contei para a prima da minha mãe
sobre as trepadas deles e ela me perguntou se eu ainda
era virgem. Falei que nem sabia direito o que era
isso, apesar das minhas colegas da escola, algumas bem
mais novas que eu, viverem se gabando que já tinham
perdido o cabaço Ela riu bastante da minha cara, e
disse que conhecia um cara, bem mais velho do que eu,
que estava solteiro e que era um tesão na cama. Se eu
quisesse, ela me apresentava ele. Como sempre fui
hiper-timida, eu disse que não.
Mas cada vez que eu
via os meus pais trepando a noite, me dava mais
vontade de saber como era trepar de verdade, pois a
minha mãe parecia uma vagabunda quando estava dando,
gritando e gemendo. Devia ser muito gostoso. Um dia eu
chamei a minha prima e pedi para conhecer o cara e
combinamos que ela ia ligar para ele vir na
Sexta-feira. Modéstia a parte, eu era bem desenvolvida
.
Eu já era alta, tinha os cabelos longos e
meus seios eram bem desenvolvidos para a idade. Minhas
pernas eram grossas, o que eu achava um horror, mas
que a minha prima disse que os homens adoravam, e
minha bunda era bem arrebitada. Apenas as espinhas na
cara denunciavam um pouco a minha idade. Quando o dia
chegou, coloquei uma roupa bem curtinha, mostrando a
minha bunda e as pernas. Se fosse por mim eu tinha
vestido uma calça jeans, mas a minha prima disse que
eu tinha que mostrar tudo, se eu quisesse realmente
dar a boceta. O gozado é que a minha xaninha já estava
toda molhada e formigando, como se dando ferroadas,
tanto era o tesão de dar.
Quando o amigo da Luciana
chegou eu fiquei um pouco decepcionada, pois o cara
era mais baixo que eu e meio gordinho. Mas ele tinha
um carrão muito bacana. Fomos tomar um chope num
barzinho, eu, o cara que se chamava Carlos, a prima da
minha mãe e o marido dela. ../logo no primeiro chope
comecei a ficar tontinha, pois nunca tinha bebido
nada. A conversa começou a descambar para sexo, e eu
aproveitei para contar o que eu via em casa. Apesar de
tudo, o cara também era tímido e não chegou perto de
mim. Como o tesão estava muito alto, o Carlos sugeriu
irmos todos até a casa dele. Eu aceitei na hora. O
marido da minha prima foi dirigindo o carro do Carlos
e eu fui no banco de trás com ele.
No meio da caminho,
ele me abraçou como quem não quer nada e começou a
roçar a mão bem de leve no meu peito. Um frio desceu
pela minha espinha até a minha xoxota, que começou a
latejar. Peguei o meu braço, e apertei a mão dele para
ficar mais forte a sensação. Se ele quisesse eu dava
ali mesmo no carro, tamanho era o tesão. Mas não rolou
mais nada, acho que o Carlos ficou sem jeito por causa
da minha prima ou do marido dela. Quando finalmente
chegamos, subimos até o apartamento dele. A minha
prima e o marido ficaram em um quarto e eu e ele
ficamos em outro, onde tinha uma cama de casal enorme.
Tão ../logo chegamos fomos direto deitar. Começamos um
malho que não tinha fim. Ele enfiava a língua na minha
boca até eu ficar sem fôlego. Depois ele começou a
bolinar os meus peitos por cima do vestido e de vez em
quando enfiava a mão entre as minhas pernas. A minha
calcinha já estava completamente ensopada.
Aí ele
tirou a roupa toda e o começou a esfregar o pau duro
na minha perna. Ele começou tirando a meu vestido e o
sutiã, e foi chupando os meus peitos. Eu não sabia o
que fazer, pois nunca tinha trepado antes. Aí ele
pegou a minha mão e pois no cacete dele. Era quente e
estava incrivelmente duro. Dava para sentir que não
devia ser tão cumprido quanto o do meu pai, mas era
bem grosso. Aí ele abriu as minhas pernas, posicionou
a cabeça do pau na minha xaninha e começou a forçar a
entrada. A dor era insuportável e eu pedi para ele
tirar. Mas em vez disso ele aumentou a pressão até que
a cabeça entrou e o cabaço rompeu. O pinto foi
entrando cada vez mais me rasgando toda. A minha
cabeça não parava de rodar e eu via um monte de
estrelas. Puta merda, que buceta apertada! O grito do
Carlos me acordou, ele estava em cima de mim bombando
o caralho com toda a força. A minha xoxota estava em
brasa e eu não conseguia respirar direito. Uma
sensação deliciosa começou a aumentar até que eu gozei
como nunca tinha gozado antes. Eu gritava e gemia
igualzinho a minha mãe! Não demorou muito para o
Carlos anunciar que ia esporrar em mim. Naquela época
eu nem sabia direito o que era isto, mas ele tirou o
caralho de dentro de mim e começou a jorrar dele um
líquido quente e grosso, que melecou toda a minha
barriga, o meu rosto e até o meu cabelo. Como você é
gostosa!. E ele continuava a apertar a minha bunda e
passava a mão nas minhas pernas.
Alguns minutos
depois, ele disse que queria fazer de novo. Eu estava
toda dolorida, mas o tesão falou mais alto e eu
aceitei. Ele perguntou se eu sabia chupar um caralho,
e eu disse que não. Mesmo assim, ele forçou a minha
cabeça para baixo, até que coloquei o pau dele na
boca, e passei a língua na cabeçona. O gosto era
acido, pois ele não tinha limpado o meu liquido do
caralho, mas a pele era hiper macia. ../logo ele
começou a ficar duro de novo, exatamente como a minha
mão fazia com o meu pai. Comecei a imaginar que eu
estava chupando o pau dele, e comecei me masturbar
pensando que o meu pai estava me fodendo. Comecei a
chupar com mais força enquanto esfregava a minha
xaninha com a mão, até que senti a porra quente saindo
do caralho dele e enchendo a minha boca. Aquilo me fez
Ter um gozo violento, que parecia não terminar mais.
O
Carlos me disse que até que para quem não sabia
chupar, eu sabia fazer direitinho. Ainda trepamos
várias vezes aquele dia. Acabamos namorando por um
mês, até que brigamos e eu nunca mais o vi.
Eu virei
uma verdadeira puta, pois não podia ver um homem, que
já queria dar. Até para o meu pai eu já dei. Agora
mesmo estou escrevendo no computador do meu namorado,
que morre de tesão com as minhas histórias de putaria
e até me convenceu a escrever isto. Na verdade estou
louca para acabar e chupar a pica dele, até ele encher
a minha boca com a porra quente e grossa. Depois ele
vai comer o meu cú e a minha boceta.

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